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sábado, 26 de outubro de 2013
BOM DIA!!! - Sl 23 — É assim a geração dos que buscam vossa face, ó Senhor, Deus de Israel.

Sl 23 — É assim a geração dos que buscam vossa face, ó Senhor, Deus de Israel.
— É assim a geração dos que buscam vossa face, ó Senhor, Deus de Israel.
— Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra, o mundo inteiro com os seres que o povoam; porque ele a tornou firme sobre os mares, e sobre as águas a mantém inabalável.
— “Quem subirá até o monte do Senhor, quem ficará em sua santa habitação?” “Quem tem mãos puras e inocente coração.
— Quem não dirige sua mente para o crime. Sobre este desce a bênção do Senhor e a recompensa de seu Deus e Salvador.” “É assim a geração dos que o procuram, e do Deus de Israel buscam a face.”
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
São Gaudêncio - 25 de Outubro
O nome do santo que
lembramos neste dia, é Gaudêncio, que vem do latim “gaudere”, que significa
alegrar-se. Muito sugestivo, pois é com alegria que contemplamos a vida deste
santo Bispo de Bréscia, na Itália.
São Crispim e são Crispiniano - 25 de Outubro
São Crispim e
São Crispiniano
Século III
SÃO CRISPIM E SÃO
CRISPINIANO - PADROEIROS DOS SAPATEIROS
Crispim e Crispiniano eram irmãos de origem romana. Cresceram juntos e se converteram ao cristianismo na adolescência.
Bem-aventurado Luís Guanella - 24 de Outubro
Luis Guanella
Bem-aventurado
1842-1915
Fundou
a congregação Filhas de Santa Maria da Providência
e dos Servos da Caridade
O apóstolo da caridade
nasceu no ano em que em Turim falecia um outro grande santo da Providência,
José B. Cottolengo. Em 1866 é ordenado sacerdote. Passa 15 anos como coadjutor
em várias paróquias, amiúde acolhido com frieza pelos velhos párocos que não
apreciavam seu espírito empreendedor. Foi considerado um “padre incômodo”
também pelas autoridades civis. Nos muros apareceram inscrições como esta: “O
padre Guanella quer povoar a Valtellina de padres e freiras”. Seu bispo, mal
informado, ameaça suspendê-lo a divinis. É confinado em uma perdida igreja de
montanha. Depois, encontra-se com dom Bosco em Turim, com o qual passa um
triênio. Aqui matura o projeto de “estabelecer-se por conta própria” no vasto
campo das missões.
Santo Antônio Maria Claret - 24 de Outubro
O santo lembrado hoje foi de muita importância para a Igreja que
guarda o testemunho de sua santidade, que mereceu a frase do Papa Pio XI que
disse: “Antônio Maria Claret é uma figura verdadeiramente grande, como apóstolo
infatigável”. Nasceu em 1807 em Sallent (Província de Barcelona – Espanha), ao
ser batizado recebeu o nome de Antônio João, ao qual ele veio depois
acrescentar o de Maria como sinal de sua especial devoção à Santíssima Virgem: “Nossa Senhora é minha Mãe,
minha Madrinha, minha Mestra, meu tudo, depois de Cristo”.
São João de Capistrano - 23 de Outubro
O santo de hoje fez da ação um ato de amor e do amor uma força
para a ação, por isso, muito penitente e grande devoto do nome de Jesus chegou
à santidade. João nasceu em Capistrano (Itália), em 1386, e com privilegiado e
belos talentos, cursou os estudos jurídicos na universidade de Perusa. Juiz de
direito, casado e nomeado governador de uma cidade na Itália, acabou na prisão
por causa de intrigas políticas. Diante do sistema do mundo, frágil, felicidade
terrena, e após a morte de sua esposa, João quis entrar numa Ordem religiosa.
Com este objetivo teve João a coragem de vender os bens, pagar o resgate de sua
missão, dar o resto aos pobres e seguir Jesus como São Francisco de Assis. O
superior da Ordem, conhecendo os antecedentes de João, o submeteu a duras provas
de sua vocação e, por tudo, João passou com humildade e paciência. Ordenado
sacerdote consagrou-se ao poder do Espírito no apostolado da pregação; viveu de
modo profundo o espírito de mortificação. João de Capistrano enfrentou a ameaça
dos turcos contra a Europa e a tentativa de desunião no seio da própria Ordem
Franciscana. Apesar de homem de ação prodigiosa e de suas contínuas viagens
através de toda a Europa descalço, João foi também escritor fecundo, consumido
pelo trabalho.
Onde está escrito na bíblia que ”adorar” imagem é pecado?
Onde está escrito na bíblia que ”adorar” imagem é pecado?
Categoria: Perguntas e Respostas
Para tirar essas dúvidas sugiro a leitura do nosso livro “Intercessão dos Santos – imagens e relíquias“
No livro do Êxodo (20,4-5) Deus parece proibir o uso de imagens. Mas porquê essa proibição? Porque podia ser ocasião a que o povo de Israel as adorassem, como faziam os povos vizinhos dados à idolatria. Os israelitas tendiam a imitar gestos religiosos pagãos e, por isso, muitas vezes caíram na idolatria. Deus queria incutir o conceito de Javé, mostrando que o Senhor era diferente dos deuses dos outros povos.
Tomadas as cautelas contra o perigo da idolatria, Deus não somente permitiu, mas até mandou que se fizessem imagens sagradas. Veja:
No livro do Êxodo (20,4-5) Deus parece proibir o uso de imagens. Mas porquê essa proibição? Porque podia ser ocasião a que o povo de Israel as adorassem, como faziam os povos vizinhos dados à idolatria. Os israelitas tendiam a imitar gestos religiosos pagãos e, por isso, muitas vezes caíram na idolatria. Deus queria incutir o conceito de Javé, mostrando que o Senhor era diferente dos deuses dos outros povos.
Tomadas as cautelas contra o perigo da idolatria, Deus não somente permitiu, mas até mandou que se fizessem imagens sagradas. Veja:
Autor de "Andança", cantor e compositor Paulinho Tapajós morre aos 68 anos
Compositor de clássicos da música brasileira, como "Andança" e "Sapato Velho", o músico e
compositor Paulo Tapajós Gomes Filho, mais conhecido como Paulinho Tapajós ,
morreu nesta sexta-feira (25) aos 68 anos. Segundo o primo do cantor,
Tibério Gaspar, Paulinho lutava contra um câncer há seis anos. O velório
acontece às 9h de sábado (26) no Cemitério São João Batista, em Botafogo,
zona sul do Rio de Janeiro. O enterro está programado no mesmo local às 14h.
Dia da semana: Sexta-feira - Dedicado a: Paixão de Cristo - Sagrado Coração de Jesus



JACULATÓRIAS AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
Com indulgências parciais
1. Doce Coração de meu Jesus, fazei que eu vos ame cada vez mais.
2. Doce Coração de meu Jesus, sede meus amor.
3. Coração de Jesus, abrasado de amor por nós, inflamai nosso coração de amor por vós.
4. Jesus manso e humilde de Coração, fazei o meu coração semelhante ao vosso.
5. Por toda a parte seja amado o Sagrado Coração de Jesus.
O CORAÇÃO DE JESUS BATE FORTE POR VOCÊ!!!

Dia da semana: Sexta-feira - Dedicado a: Paixão de Cristo - Sagrado Coração de Jesus
MEDITE A VIA-SACRA

Primeira Estação: Jesus é condenado à morte

Segunda Estação: Jesus levando a
cruz às costas.
Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.
terça-feira, 22 de outubro de 2013
COMUNICADO - PEÇO ORAÇÕES. ATÉ BREVE.
INFORMO, A TODOS QUE ACOMPANHAM ESTE BLOG,
QUE ESTAREI AFASTADA POR ALGUNS DIAS,
POIS ESTAREI OPERANDO-ME AMANHÃ,
DIA 23/10/2013.
PEÇO ORAÇÕES.
ATÉ BREVE.
ROSÁRIO - TERÇOS MARIANO
Terço - Mistérios Gloriosos - Quarta-Feira e Domingo
Terço - Mistérios Dolorosos - Terça-feira e Sexta-Feira
Terço - Mistério
Gozosos - Segunda-Feira e Sábado
Terço - Mistérios Luminosos - Quinta-Feira

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 23/10/2013, 24/10/2013, 25/10/2013, 26/10/2013 E 27/10/2013

COMENTÁRIOS
ANO C - DIA 23/10
Busca
que exige “vigilância” .
É bastante provável que o “atraso da parúsia” tenha criado na comunidade cristã primitiva um clima de desânimo e de laxismo. Isto pode ser verificado pela insistência e pelo espaço que o tema da vigilância ocupa no relato (vv. 35.40.43). Nosso texto é constituído por uma série de conselhos que Jesus dá aos discípulos; compreenda-se que eram os responsáveis pela vida da comunidade.
Trata-se de agir em conformidade com a vontade de Deus (v. 47) – isto é o essencial para a comunidade cristã.
A história, nosso caminho para a pátria celeste, é o lugar do testemunho dos cristãos.
Antes de tudo é preciso ter presente que o Reino é dom de Deus (v. 32; cf. vv. 22-31), e que, por isso mesmo, ninguém pode tirá-lo ou se apropriar dele como sendo seu. Daí que não há o que temer (v. 31). Da comunidade é exigido não se dispersar, nem ser assimilada pelos bens terrenos, mas viver o valor fundamental de sua vocação: buscar o Reino de Deus (v. 31). Este é o seu tesouro (v. 34)! Esta busca exige “vigilância” (vv. 35.40.43) e, como toda busca, empenho para buscar, encontrar e realizar a vontade de Deus.
A comunidade cristã deve ser caracterizada pela disponibilidade cultivada pela iluminação da Palavra de Deus: “Ficai de prontidão, com o cinto amarrado e as lâmpadas acesas” (v. 35).
O Senhor vem continuamente ao encontro do seu povo. A imprevisibilidade desse encontro exige a atitude religiosa da vigilância. É ela que possibilita viver a expectativa e o desejo permanentes desse encontro vital para a vida e o testemunho cristãos.
Carlos
Alberto Contieri,sj
23 de Outubro de 2013
Reflexão
- Lc 12, 39-48
O Filho do Homem vai chegar na hora em
que menos esperamos, pois ele está sempre chegando até nós nos pobres e
necessitados. Os que esperam a vinda de Jesus somente no último dia tornam-se
pregadores do fim do mundo e vivem uma fé ritual, são incapazes de amar verdadeiramente
e, na verdade, não conhecem Jesus presente em suas vidas, possuem uma fé
egoísta, pois a espera de Jesus não é para o encontro com ele, mas para ganhar
o prêmio eterno. A longa espera e a falta de vivência concreta do amor faz com
que essas pessoas desanimem e maltratem seus irmãos e irmãs, fazendo-se
merecedores da sorte dos infiéis.
COMENTÁRIOS
ANO C - DIA 24/10
Fogo
é a explicação da ação do Espírito Santo: purificação e julgamento.
“Fogo eu vim lançar sobre a terra” (v. 49). É difícil não pensar no batismo de Jesus. João disse: “Eu vos batizo com água, mas depois de mim, vem aquele que é mais forte do que eu… ele vos batizará com o Espírito Santo e com o fogo” (3,16). Fogo é a explicação da ação do Espírito Santo: purificação e julgamento. A morte de Jesus (v. 50) é, também, um verdadeiro fogo lançado sobre a terra, que dividirá e dispersará os próprios discípulos. Ela será o lugar do juízo dos que o mataram ou foram coniventes com a sua morte: “E toda a multidão que havia acorrido para o espetáculo, vendo o que tinha acontecido, voltou batendo no peito” (23,48).
A lealdade a Jesus e a decisão de segui-lo está acima de qualquer lealdade e de qualquer outra decisão. Ele não promove a guerra nem sequer a discórdia. Por vezes os inimigos serão os próprios familiares (vv. 52-53). Nenhum laço afetivo deve preceder o amor por Jesus, pois este é o fundamento e a inspiração de todo amor plenamente humano. Nenhum laço afetivo pode ser obstáculo para o seguimento de Jesus Cristo.
Carlos
Alberto Contieri,sj
24 de Outubro de 2013
Reflexão
- Lc 12, 49-53
A vinda de Jesus cria um divisor de
águas na história dos homens. De um lado encontramos os que são dele e, de
outro, os que são do mundo. A partir dessa divisão se estabelece o conflito,
que é caracterizado principalmente pela diferença de valores, e exige de todos
os que abraçam a fé a consciência de suas consequências, entre elas a de ser
odiado pelo mundo. Como cristãos, devemos enfrentar o conflito com o mundo, mas
não com as mesmas armas do mundo, uma vez que estas levam à morte, o grande
valor do mundo. Devemos enfrentar o mundo com a fé, a espiritualidade, a
entrega, a partilha, a doação, a fraternidade, o testemunho, o profetismo, que
são valores do Reino e levam à vida.
COMENTÁRIOS
ANO C - DIA 25/10
É preciso renunciar à hipocrisia.
Os sinais do novo tempo já estão presentes e é preciso compreendê-los e discerni-los; irromperam na história da humanidade com a encarnação do Filho único de Deus, que pela sua vida, paixão, morte e ressurreição reconciliou a humanidade com Deus.
Nosso texto desta sexta-feira é uma repreensão de Jesus àqueles que não são capazes de reconhecer o “hoje” da salvação (cf. 4,21). Este novo tempo é tempo de reconciliação, para o que são necessários iniciativa e empenho: “Quando, pois, estás indo com teu adversário apresentar-te diante do magistrado, procura resolver o caso com ele enquanto ainda a caminho” (v. 58). É preciso renunciar à hipocrisia (v. 56), pois o novo tempo engaja o ser humano todo. É preciso passar do que é exterior a uma verdadeira e profunda conversão.
Carlos
Alberto Contieri,sj
25 de Outubro de 2013
Reflexão - Lc 12, 54-59
Devemos saber reconhecer o tempo em que estamos vivendo. Vivemos os últimos tempos, o tempo pós-pascal. Tempo de edificação do Reino de Deus na história dos homens. Tempo de fazer com que o mistério da cruz e da ressurreição produzirem frutos de fraternidade, justiça e solidariedade. Tempo de presença do Espírito Santo na vida de todos, tempo de crescimento no amor e na verdade. Tempo de reconciliação, de construção da paz e da vida nova. Tempo de sentir os apelos do reino que se manifestam na história, apelos para nos comprometermos com os pequenos, apelos para celebrarmos o Deus atuante na história.
COMENTÁRIOS
ANO C - DIA 26/10
A
teoria da retribuição é ultrapassada.
Jesus sobe para Jerusalém. Essa subida é ocasião de ensinamento, por isso ela é constituída de lições que Jesus dá aos seus discípulos. Nosso texto não encontra paralelo nos outros dois sinóticos. Do ponto de vista histórico, nós não temos nenhuma informação, nem mesmo na literatura extrabíblica, dos fatos mencionados nos versículos 1 a 4. No entanto, o importante, aqui, é o valor de interpelação dos fatos, repetido duas vezes: “... se vós não vos converterdes, perecereis todos do mesmo modo” (vv. 3.5). A teoria da retribuição é ultrapassada: “Pensais que esses galileus eram mais pecadores do que qualquer outro Galileu? … Digo-vos que não! … Pensais que eram mais culpados do que qualquer outro morador de Jerusalém? Eu vos digo que não!” (vv. 2-5). A morte de uns e não de outros é sinal do julgamento definitivo, sinal que precisa ser discernido: “… sabeis discernir os aspecto da terra e do céu, e por que não discernis o tempo presente?” (Lc 12,56). São Paulo o exprime muito bem: “Esses acontecimentos se tornaram símbolos para nós, a fim de não desejarmos coisas más…” (1Cor 10,6). A morte dos galileus e dos moradores de Jerusalém é um convite à conversão e ao reconhecimento, no tempo presente, da “visita salvífica” de Deus.
Os versículos 6 a 9 ilustram os versículos precedentes. A figueira é, na tradição rabínica, símbolo da Torá. Ela está plantada na vinha. O povo de Deus tem a Lei cujo fruto deveria ser a conversão. Mas ela não produziu o fruto. Será cortada? Será arrancada do meio da vinha? A parábola acentua a bondade de Deus: a maldade humana não impede Deus de ser bom.
Carlos
Alberto Contieri,sj
26 de Outubro de 2013
Reflexão
- Lc 13, 1-9
Quem vive na graça de Deus tem a vida
dentro de si. Ao contrário, a paga do pecado é a morte. Esta verdade deve
sempre estar presente em nossas mentes, a fim de que possamos, apesar dos
nossos pecados, buscar a verdadeira vida que vem de Deus. A partir dessa
consciência, devemos procurar constantemente a conversão, a busca da santidade,
a coerência da nossa vida com a fé que professamos. O Evangelho de hoje nos
mostra que Deus tem paciência conosco e, por meio da sua graça, está sempre
contribuindo para a nossa conversão e para a nossa santificação, mas é
necessário que também nós procuremos fazer a nossa parte.
COMENTÁRIOS
ANO C - DIA 27/13
A salvação é dom de Deus.
Os destinatários da parábola deste domingo são “aqueles que confiavam na sua própria justiça e desprezavam os outros” (v. 9). A “própria justiça”, aqui, diz respeito à prática da Lei. A teologia da retribuição reitera que o homem que cumpre de modo irrepreensível todos os mandamentos é salvo (ver Dt 28,1ss). Ora, a salvação é dom de Deus. O empenho de pôr em prática os mandamentos é reflexo da consciência de ter sido salvo. O reconhecimento do dom recebido, em Jesus, tem implicações para a vida prática de quem quer que seja. No tempo do Messias, nós não estamos mais sob o regime da Lei, mas da graça: “Ninguém é justificado diante dele pelas obras da lei […]. Agora, independente da Lei, a justiça de Deus foi manifestada; a Lei e os Profetas lhe dão testemunho. É a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos os que creem” (Rm 3,20-22).
Os personagens da parábola são um fariseu e um publicano. O publicano é considerado um pecador público (cf. Lc 19,7); estava a serviço dos romanos, e sua função era odiosa: cobrar os impostos. Eram considerados ladrões e exploradores. Zaqueu, que era chefe dos cobradores de impostos, dirá a Jesus: “Senhor, se defraudei alguém…”; trata-se de um condicional de realidade, isto é, ele efetivamente havia defraudado as pessoas. Apresenta-se diante de Deus na sua verdade: “Meu Deus, tem compaixão de mim, que sou pecador!” (v. 13). Na sua imensa bondade e misericórdia, é Deus quem o salva, pois “A oração do humilde penetra as nuvens e não se consolará enquanto não se aproximar de Deus” (Eclo 35,21). Reconhecer-se na sua miséria diante de Deus, eis a verdadeira oração!
O fariseu, ao contrário, é considerado um homem justo que cumpre de maneira irrepreensível todos os mandamentos da Lei. Na sua oração, recita a própria justiça: “Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros, ladrões, desonestos, adúlteros, nem como este publicano. Jejuo duas vezes por semana e pago o dízimo de toda a minha renda” (vv. 11-12). O fariseu certamente não mente; pratica a lista de prescrições que recita diante de Deus. A referência de sua oração é ele mesmo; ele se basta, não pede nada, não necessita de coisa alguma. A sua oração é uma volta sobre si mesmo e sobre a sua própria obra. A salvação para ele não é dom, é merecimento. A última frase do texto é muito ampla e convida a Igreja a tirar as consequências: “... quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado” (v. 14). Isto significa que diante de Deus ninguém pode se orgulhar do quer que seja, pois tudo é dom (cf. 1Cor 1,29-30).
Carlos
Alberto Contieri,sj

LITURGIA DIÁRIA 23/10/2013, 24/10/2013, 25/10/2013, 26/10/2013 E 27/10/2013

Quinta-feira 24/10/13 - Santo Antônio Maria Claret
Sexta-feira 25/10/13 - Santo Antônio de Sant’ Anna Galvão
Sábado 26/10/13 - 29° Semana Comum
Domingo 27/10/13 - 30° Semana Comum
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