terça-feira, 17 de setembro de 2019

BOM DIA! BOA TARDE! BOA NOITE! Oração da noite, Oração da manhã e Oração do entardecer - Deus te abençoe!



Oração da Noite

Boa noite Pai.
Termina o dia e a ti entrego meu cansaço.
Obrigado por tudo e… perdão!!
Obrigado pela esperança que hoje animou meus passos, pela alegria que vi no rosto das crianças;
Obrigado pelo exemplo que recebi daquele meu irmão;
Obrigado também por isso que me fez sofrer…
Obrigado porque naquele momento de desânimo lembrei que tu és meu Pai; Obrigado pela luz, pela noite, pela brisa, pela comida, pelo meu desejo de superação…
Obrigado, Pai, porque me deste uma Mãe!
Perdão, também, Senhor!
Perdão por meu rosto carrancudo; Perdão porque não me lembrei que não sou filho único, mas irmão de muitos; Perdão, Pai, pela falta de colaboração e serviço e porque não evitei aquela lágrima, aquele desgosto; Perdão por ter guardado para mim tua mensagem de amor;
Perdão por não ter sabido hoje entregar-me e dizer: “sim”, como Maria.
Perdão por aqueles que deviam pedir-te perdão e não se decidem.
Perdoa-me, Pai, e abençoa os meus propósitos para o dia de amanhã, que ao despertar, me invada novo entusiasmo; que o dia de amanhã seja um ininterrupto “sim” vivido conscientemente.
Amém!!!

Oração da manhã

Bom-dia, Senhor Deus e Pai!
A ti, a nossa gratidão pela vida que desperta, pelo calor que
cria vida, pela luz que abre nossos olhos.
Nós te agradecemos por tudo que forma nossa vida, pela terra, pela água, pelo ar, pelas pessoas. Inspira-nos com teu Espírito Santo os pensamentos que vamos alimentar,as palavras que vamos dizer, os gestos que vamos dirigir,a comunicação que vamos realizar.
Abençoa as pessoas que nós encontramos, os alimentos que vamos ingerir.
Abençoa os passos que nós dermos, o trabalho que devemos fazer.
Abençoa, Senhor, as decisões que vamos tomar, a esperança que vamos promover,a paz que vamos semear,a fé que vamos viver, o amor que vamos partilhar.
Ajuda-nos, Senhor, a não fugir diante das dificuldades, mas a abraçar amor as pequenas cruzes deste dia.
Queremos estar contigo, Senhor, no início, durante e no fim deste dia.
Amém.

Oração do entardecer

Ó Deus!
Cai à tarde, a noite se aproxima.
Há neste instante, um chamado à elevação, à paz, à reflexão.
O dia passa e carregam os meus cuidados.
Quem fez, fez.
Também a minha existência material é um dia que se passa,
uma plantação que se faz, um caminho para algo superior.
Como fizeste a manhã, à tarde e a noite, com seus encantos,
fizeste também a mim, com os meus significados, meus resultados.
Aproxima de mim, Pai, a Tua paz para que usufrua desta
hora e tome seguras decisões para amanhã.
Que se ponha o sol no horizonte, mas que nasça
em mim o sol da renovação e da paz para sempre.
Obrigado, Deus, muito obrigado!
Amém!

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 18/09/2019

ANO C


Lc 7,31-35

Comentário do Evangelho

O discernimento para captar o tempo de Deus.

O trecho do evangelho de hoje é a sequência do relato em que João Batista envia os seus discípulos a Jesus para perguntarem: “És tu aquele que há de vir ou devemos esperar outro?” (v. 20). A pergunta de João revela a sua dificuldade de discernir e compreender o novo que se vai realizando na pessoa de Jesus. Jesus responde apoiando-se em Is 35,5-6; 61,1 e 26,19. Ao mesmo tempo, o leitor vê evocado, na resposta de Jesus, o discurso programático da Sinagoga de Nazaré (Lc 4,16-30). A resposta de Jesus é suficiente para fazer João compreender que o “hoje” da salvação se realiza na pessoa de Jesus, nos seus “atos de poder” e nas suas palavras.
O convite de João Batista à conversão ganhou muitos adeptos, mas também rejeição: o povo que o ouviu, os publicanos, recebeu o batismo de João, enquanto os escribas e fariseus, não (cf. vv. 29-30). Na aceitação/rejeição de João Batista, é prefigurada a aceitação/rejeição de Jesus. Não se trata de aceitar ou rejeitar a proposta de alguém, mas do próprio desígnio salvífico de Deus (cf. v. 30).
As parábolas dos vv. 31-32 referem-se e ilustram essa rejeição por parte dos chefes do povo. O que se afirma é a incompreensão dos escribas. Falta a eles discernimento para captarem, no tempo, a graça de Deus.
Fonte: Paulinas em 18/09/2013

Vivendo a Palavra

Aos homens daquele tempo bastava cumprir a letra da Lei de Moisés. Eles não estavam abertos ao Novo, anunciado pelo Batista e trazido por Jesus de Nazaré. Cuidemos para que o mesmo não aconteça conosco. Saibamos discernir a presença sempre criativa do Senhor nos sinais dos tempos que vivemos.
Fonte: Arquidiocese BH em 18/09/2013

Vivendo a PalavrA

As pessoas daquele tempo pensavam que bastava cumprir a letra (as prescrições externas) da Lei de Moisés. Elas não estavam abertas ao Novo, trazido por Jesus de Nazaré e anunciado por João Batista. Cuidemos para que o mesmo não aconteça conosco. Saibamos discernir a presença sempre criativa do Senhor nos sinais dos tempos que vivemos.

Reflexão

Todos nós somos cristãos, e muitas vezes nos orgulhamos disso, afinal de contas, temos a salvação em Jesus Cristo e a filiação divina, sem contar que somos templos do Espírito Santo. Porém devemos nos questionar se a nossa vida é coerente com o que cremos, pois muitas vezes vivemos uma religião de gestos exteriores, de cumprimento de normas rituais, de práticas religiosas, mas não vivemos o essencial: não somos capazes de amar, não temos os mesmos sentimentos de Jesus Cristo: a misericórdia, a justiça, a fraternidade, a solidariedade. Com isso, o Evangelho soa todos os dias em nossos ouvidos, mas não toca os nossos corações, nem transforma as nossas vidas, e a sabedoria fica longe de nós.
Fonte: CNBB em 18/09/2013

Reflexão

Jesus faz um desabafo. Seu lamento recai sobre os dirigentes do povo, incluindo as autoridades religiosas, que buscam desculpas, em vez de se abrirem ao projeto de Deus. Não se dispuseram a mudar de vida ante os apelos severos do Batista, a quem tacharam de louco. Agora não se dispõem a converter-se, diante das palavras de misericórdia de Jesus e de seus grandes prodígios. Até o chamam de “comilão e beberrão, amigo de cobradores de impostos e pecadores”. São como crianças caprichosas: nada é capaz de despertar-lhes interesse. Nem tudo, porém, está perdido: muitos discípulos da Sabedoria, (“filhos”) que eram os desprezados pelas autoridades religiosas, ou seja, o povo simples e os pecadores, foram inteligentes, aceitando a conversão anunciada por João e o compromisso com Jesus.
(Dia a dia com o Evangelho 2019 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Meditação

O que pensar daqueles que vivem como se Deus não existisse? - Já passou por situação de ter de falar de Deus a quem vive ignorando sua existência? - Quem são os que mais criticam os que frequentam a Igreja? - Os escribas e fariseus tinham como único objetivo encontrar algum erro em Jesus. Não acontece o mesmo na sociedade de hoje com aqueles que não praticam religião alguma? - Procuro ser coerente em meu modo de agir?
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R
Fonte: a12 - Santuário Nacional em 18/09/2013

Meditando o evangelho

OS FILHOS DA SABEDORIA

Tanto João Batista quanto Jesus, foram objeto de rejeição e de acolhida. Tudo dependia da maneira como as pessoas se aproximavam deles e se deixavam tocar por suas palavras. Havia gente sinceramente desejosa de converter-se. Mas havia, também, gente fechada em seus esquemas, que se irritava diante do convite à conversão.
Os pobres, os excluídos e os pecadores mostravam-se sensíveis às palavras que Deus lhes dirigia, e davam ouvido a Jesus e a João, reconhecendo neles a preocupação divina com a salvação de seu povo. Com esta ajuda, reconstruíam sua própria dignidade.
No polo oposto, estava a liderança judaica, cuja hostilidade Jesus e João tiveram sempre que enfrentar. Tudo quanto faziam, era mal interpretado.
A vida ascética e dura do Batista era tida como obra do demônio. Só um possesso podia ser tão anti-social. A vida normal de Jesus, no convívio com as pessoas, fazia dele um comilão e beberrão, vergonhosamente misturado com gente de conduta censurável. Esta má vontade persistente da liderança judaica não lhe permitia deixar-se tocar por quem quer que fosse. Uma semelhante atitude era grave, pois se opunha ao projeto divino. Urgia comportar-se como filhos da sabedoria e deixar-se instruir pelos enviados de Deus.
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total).
Oração
Espírito que gera filhos da sabedoria, que eu não demore em deixar-me tocar pela palavra de Jesus, sem interpor dificuldades.

COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. A conversão
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Meninos sentados na praça e que gritam aos outros "Tocamos flauta e não cantais, cantamos uma lamentação e não chorais..."
Com essa expressão talvez estranha para nós, Jesus diz uma grande verdade: queremos sempre que as pessoas dancem conforme a nossa música, isso é, que pensem e ajam como nós, e se for uma religião ou até mesmo aspecto cultural, que não mudem nada e nem venham com coisas novas.
João Batista, o Precursor de Jesus, tinha algo novo a anunciar, mas como vivia de um jeito meio estranho e não se alimentava, diziam que ele estava possesso de um demônio. (Qualquer fenômeno que não conseguimos definir, atribui-se ao demônio).
Jesus de Nazaré é diferente de João Batista, aliás, não se encaixa no perfil de Messias anunciado, em vez de acabar com os pecadores e homens maus, tem amizade com eles, senta-se para tomar refeição com eles, e come e bebe com eles. Por isso o rotularam de comilão e beberrão.
E assim, o Novo que se encarnou em meio a humanidade, acabou rejeitado justamente porque era humano demais. Esse evangelho traz um forte apelo á conversão, mas o que é a conversão? Justamente purificar o olhar e o coração, para ver e sentir a presença de Jesus e do seu Reino nas pessoas e nos acontecimentos da história e da nossa vida. Mas tenhamos cautela, Jesus não está formatado do jeito que nós queremos e o imaginamos, a conversão interior é primeiramente dom de Deus, que vem com a Graça oferecida em Jesus.
Quando olhamos o mundo e as pessoas com os olhos de Jesus, não exigimos que as pessoas "dancem só conforme a nossa música", pois o Reino a todos renova e se refaz nas virtudes e nos valores que cada um tem e disponibiliza para os irmãos e irmãs.

2. O amigo dos pecadores
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Os filhos da sabedoria sabem discernir a vontade de Deus. Julgamentos rápidos dirão que quem não come nem bebe tem um demônio. Foi o que disseram de João Batista. Jesus comia e bebia e dele disseram que era comilão e beberrão. E eu, afinal, o que penso, qual é a minha posição? Estou do lado de João que não come nem bebe, ou do lado de Jesus que não tem restrições alimentares? Quem está certo, quem está errado? Os fariseus raciocinavam em termos de ‘permitido’ ou ‘proibido’. O que é que Deus quer? O que é que ele permite e o que é que ele proíbe? Jesus não se sintonizava com este tipo de pergunta dos fariseus e dos escribas. Como sei, então, qual é a vontade de Deus? Olhando a Lei? A resposta está no discernimento com sabedoria. São Lucas escreve que “a sabedoria é reconhecida por todos os seus filhos”. Os filhos da sabedoria a reconhecem, sabem trabalhar com ela, sabem discernir o que tem diante de si. O discernimento sábio percebe o que é melhor aqui e agora: comer ou não comer. Percebe o que mais convém para a glória de Deus e o bem do ser humano. Na visão de Jesus, a Lei sozinha não basta para adquirir a sabedoria. Moisés nos deu a Lei, que mostra o caminho. A graça e a verdade vieram por Jesus Cristo e nos fazem andar.

Liturgia comentada

Alimento aos que o temem... (Sl 111 [110])
No Sermão da Montanha, Jesus disse que os pardais são alimentados pelo Pai do Céu, o mesmo que veste de esplendor os lírios do campo. E se ele alimenta humildes pardais, avezitas sem cor e sem canto, com muito mais razão há de alimentar os filhos! E isto nos ensina algo que devia ser óbvio, mas costuma “passar batido”. O mesmo Deus que nos cria, também nos alimenta. Que Pai seria esse que chamasse à vida e, a seguir, deixasse os filhos morrendo de inanição?
Na história do Povo de Deus, o evento marcante da ação alimentadora de Deus está registrado no Livro do Êxodo. Caminhando pelo deserto, em 40 anos de jornada, era impossível plantar e colher. O Senhor acudiu o seu povo e, com permanente milagre, o alimentou com o maná: “O Senhor disse a Moisés: ‘Vou fazer chover pão do alto do céu. Sairá o povo e colherá diariamente a porção de cada dia’”.
Os Padres da Igreja primitiva reconheceram prontamente no dom gratuito do maná uma figura do futuro sacramento da Eucaristia, que Jesus anunciaria como “o verdadeiro pão que meu Pai vos dá” (Jo 6,32). E Jesus vai além, apresentando-se como nosso alimento superessencial: “Eu sou o pão vivo que desci do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente”. (Jo 6,51)
O Salmo da liturgia de hoje assegura que Deus é “alimento para os que o temem”. Santo Agostinho comenta este versículo: “Para que serviram os milagres, a não ser para incutirem temor? De que adiantaria, porém, o temor se o ‘Senhor, misericordioso e clemente’, não sustentasse ‘os que o temem’? Desceu o pão do céu (cf. Jo 6,27.51), alimento incorruptível, dado a quem nada merecia. Pois Cristo morreu pelos ímpios (cf. Rm 5,6). Ninguém daria tal alimento, a não ser o Senhor misericordioso e clemente. Se deu tanto nesta vida, se o Verbo feito carne acolheu o pecador para justificá-lo, que não receberá no futuro século o que for glorificado?”
Houve épocas, em nossa Igreja, em que as pessoas participavam da assembleia eucarística, mas não comungavam. Em outras épocas, era preciso ter autorização especial do confessor para chegar à mesa da comunhão. As crianças só foram autorizadas a receber o Pão da Vida no pontificado do Papa Pio X [1903-1914]. Mesmo hoje, muitos católicos ainda não descobriram a importância da comunhão frequente como alimento para a missão. Creio, mesmo, que muitos cansaços e desistências aconteceram por falta dessa nutrição espiritual.
Participando da mesa eucarística, nós nos preparamos para o banquete do Cordeiro.
Orai sem cessar: “Felizes os convidados para o banquete das núpcias do Cordeiro!” (Ap 19,9)
Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.
Fonte: NS Rainha em 18/09/2013

HOMILIA DIÁRIA

Tenho sido indiferente à Palavra de Deus?

Deixar a vida ser conduzida de qualquer jeito, como se tivéssemos apenas uma vida material, é ser indiferente a Deus, é ser indiferente à Sua Palavra.

“Com quem hei de comparar os homens desta geração? Com quem eles se parecem? São como crianças que se sentam nas praças, e se dirigem aos colegas, dizendo: ‘Tocamos flauta para vós e não dançastes; fizemos lamentações e não chorastes!’” (Lc 7,31-32).

A Palavra de Deus nos chama à atenção para a situação da indiferença, para aqueles corações que simplesmente não ligam, para quem tanto faz ou tanto fez; não dão a menor atenção ao que está acontecendo.
Não ligar para alguém que está ao nosso lado sofrendo ou chamando a nossa atenção significa dizer que para nós essa situação não tem a menor diferença, que não nos importamos com isso.
Quando Jesus veio até nós, houve um grupo de pessoas que pararam para ouvi-Lo e deixaram suas vidas serem transformadas por causa da Sua Palavra, mas é óbvio que houve aqueles que se opuseram, colocaram-se contra. Houve também um outro grupo que simplesmente se portou com total indiferença: “Isso não me diz respeito, eu não estou preocupado e não dou atenção a isso”.
No meio de nós há muitas pessoas que conhecem Deus, sabem da Palavra d’Ele, tem até símbolos sagrados na sua casa. De vez em quando, vão à Igreja, mas se portam e se comportam com total indiferença para com Ele, para com a Palavra d’Ele.
Uma vez que estamos preocupados com nossos negócios, estudos e trabalhos, que estamos ocupados em adquirir dinheiro, fortuna ou seja lá o que for, a nossa vida acaba tendo outras ocupações e nós não temos tempo de nos ocupar com Deus nem com a Palavra d’Ele.
Uma coisa é certa, o Senhor não está pedindo a ninguém para deixar as suas ocupações nem as suas responsabilidades com a vida. Mas deixar a vida ser conduzida de qualquer jeito, como se tivéssemos apenas uma vida material, como se ela se resumisse apenas a essa Terra; como se nós não tivéssemos preocupações com as coisas do Alto é ser indiferente a Deus, é ser indiferente à Sua Palavra.
Que, hoje, essa mesma Palavra chegue ao nosso coração e o desperte para que saiamos da indiferença e da frieza, para que nos abramos a ela, a fim de sermos tocados pela Palavra, porque se chegarmos à situação de que nada que o Senhor fala nos toca, é porque estamos no mau caminho.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Fonte: Canção Nova em 18/09/2013

Oração Final
Pai Santo, que renovas a cada dia a face da terra, dá-nos abertura de alma para discernirmos tua Presença Paterna em cada um de nós, filhos que tanto amas, e na história que construímos com a nossa vida. Ensina-nos a anunciá-la com alegria e gratidão aos irmãos peregrinos. Por Jesus Cristo, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 18/09/2013

Oração FinaL
Pai Santo, que renovas a cada dia a face da terra, dá-nos abertura de coração e grandeza d’alma para discernir tua Presença Paterna em cada um de nós, filhos que tanto amas, e na história que construímos ao longo da nossa existência. Ensina-nos a anunciá-la com alegria e gratidão aos irmãos peregrinos. Por Jesus Cristo, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo.

LITURGIA DIÁRIA - 18/09/2019


Tema do dia

Aleluia! Eu celebro ao Senhor de todo o coração

A salvação não é para o Cristão um problema pessoal. O Cristo veio salvar o mundo todo. Para isto, o Cristão deve ser fermento no seu ambiente, viver plenamente suas relações consigo mesmo, com o próximo e com o mundo, permanecendo em estado de vigília e oração.

Oração para antes de ler a Bíblia


Meu Senhor e meu Pai! Envia teu Santo Espírito para que eu compreenda e acolha tua Santa Palavra! Que eu te conheça e te faça conhecer, te ame e te faça amar, te sirva e te faça servir, te louve e te faça louvar por todas as criaturas. Fazei, ó Pai, que pela leitura da Palavra os pecadores se convertam, os justos perseverem na graça e todos consigamos a vida eterna. Amém.

4ª-feira da 24ª Semana Do Tempo Comum
Cor: Verde


Primeira leitura (1Tm 3,14-16)
24ª Semana do Tempo Comum - Quarta-feira - 18/09/2019

Leitura da Primeira Carta de São Paulo a Timóteo.

Caríssimo, 14escrevo com a esperança de ir ver-te em breve. 15Se tardar, porém, quero que saibas como proceder na casa de Deus, que é a Igreja de Deus vivo, coluna e fundamento da verdade. 16Não pode haver dúvida de que é grande o mistério da piedade: Ele foi manifestado na carne, foi justificado no espírito, contemplado pelos anjos, pregado às nações, acreditado no mundo, exaltado na glória!

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.


Responsório (Sl 110)
24ª Semana do Tempo Comum - Quarta-feira - 18/09/2019

— Grandiosas são as obras do Senhor!
— Grandiosas são as obras do Senhor!

— Eu agradeço a Deus de todo o coração junto com todos os seus justos reunidos! Que grandiosas são as obras do Senhor, elas merecem todo o amor e admiração!
— Que beleza e esplendor são os seus feitos! Sua justiça permanece eternamente! O Senhor bom e clemente nos deixou a lembrança de suas grandes maravilhas.
— Ele dá o alimento aos que o temem e jamais esquecerá sua Aliança. Ao seu povo manifesta seu poder, dando a ele a herança das nações.


Evangelho (Lc 7,31-35)
24ª Semana do Tempo Comum - Quarta-feira - 18/09/2019


O amigo dos pecadores

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus: 31“Com quem hei de comparar os homens desta geração? Com quem eles se parecem? 32São como crianças que se sentam nas praças, e se dirigem aos colegas, dizendo: ‘Tocamos flauta para vós e não dançastes; fizemos lamentações e não chorastes!’
33Pois veio João Batista, que não comia pão nem bebia vinho, e vós dissestes: ‘Ele está com um demônio!’ 34Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e vós dizeis: ‘Ele é um comilão e beberrão, amigo dos publicanos e dos pecadores!’ 35Mas a sabedoria foi justificada por todos os seus filhos”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


Oração para depois de ler a Bíblia


Dou-Te graças, meu Deus, pelos bons propósitos, afetos e inspirações que me comunicastes nesta meditação; peço-Te ajuda para colocá-los em prática. Minha Mãe Imaculada, meu protetor São José e Anjo da minha guarda, intercedem todos por mim. Amém.