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segunda-feira, 30 de outubro de 2023

Homilia Diária - 29.10.2023 | "Amarás ao teu próximo como a ti mesmo" - Padre Roger Araújo



Canal do Youtube: Padre Roger Araújo

Publicado em  29 de out. de 2023

Mateus 22,34-40

Naquele tempo, os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus. Então eles se reuniram em grupo, e um deles perguntou a Jesus, para experimentá-lo: “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?”
Jesus respondeu: “‘Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento!’ Esse é o maior e o primeiro mandamento. O segundo é semelhante a esse: ‘Amarás ao teu próximo como a ti mesmo’. Toda a Lei e os profetas dependem desses dois mandamentos”.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

HOMÍLIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DOS DIAS 16/06/2016 A 18/06/2016

ANO C



16 de Junho de 2016

Mt 6,7-15

Comentário do Evangelho

A oração ensinada por Jesus permite ao discípulo pôr todo o seu ser diante de Deus.

A recomendação não se restringe a se cuidar da ostentação da oração. O discípulo é posto, também, de alerta contra a prolixidade da oração: “Quando orardes, não useis de muitas palavras, como fazem os pagãos” (v. 7). A repetição de muitas palavras, e de modo compulsivo, é uma forma de pressionar Deus. Ora, Deus nos conhece por inteiro, e sabe tudo o que necessitamos, antes mesmo que as palavras cheguem à nossa boca: “A palavra ainda não chegou à minha língua e tu, Senhor, já a conheces inteira”. A oração do Pai-Nosso, inserida aqui, ensina o discípulo a não multiplicar as palavras e a se situar diante do Deus, ao mesmo tempo, próximo (“Pai nosso”) e distante (“que estás nos céus”), e que dá ao ser humano, que ele trata como filho, o necessário e o indispensável para a sua existência. A oração ensinada por Jesus permite ao discípulo pôr todo o seu ser diante de Deus.
Carlos Alberto Contieri, sj
Oração
Espírito do Pai, leva-me a transformar em vida a minha oração, e a descobrir, na oração, o sentido da minha vida.
Fonte: Paulinas em 20/06/2013

Vivendo a Palavra

Desde a invocação inicial – Pai nosso! – e passando pelos sete pedidos da oração, cada um deles é um programa para toda a vida. Bastaria que nós nos conscientizássemos de que nosso Deus é Pai e é nosso – de todos nós! – para que nossa vida se enchesse de encantamento e alegria. Façamos a experiência!
Fonte: Arquidiocese BH em 20/06/2013

Vivendo a Palavra

Chegamos ao centro do Evangelho: o Mestre ensina a orar. Um texto denso: cada palavra é essencial e está colocada no lugar certo. A prioridade é o Reino de Deus. Quanto a nós, além de reconhecer que a vida é dom do Pai, nós nos comprometemos a perdoar e pedimos que Ele nos livre do mal – do único mal que importa, que é nos afastarmos d’Ele.
http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/pg05.php

Reflexão

A eficácia da oração não é determinada pela quantidade de palavras nela presentes, pelo seu volume ou pela sua visibilidade, mas antes de tudo pela capacidade de estabelecer um relacionamento sério, profundo e filial com Deus. Quem fala muito, grita e fica repetindo palavras é pagão, que não é capaz de reconhecer a proximidade de Deus e ter uma intimidade de vida com ele. A oração também deve ter um vínculo muito profundo com o próprio desejo de conversão e de busca de vida nova, de modo que ela não seja discursiva, mas existencial e o falar com Deus signifique estabelecer um compromisso de vida com ele e para ele.
http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/app/user/user/UserView.php?ano=2016&mes=6&dia=16

Comentário do Evangelho

FAÇA-SE A TUA VONTADE

Nas entrelinhas do Pai Nosso, escondem-se dois elementos da vontade do Pai que devem ser postos em prática pelos discípulos do Reino: o saber-se filho e o saber-se irmão e irmã. Filiação e fraternidade são dois eixos fundamentais na vida dos seguidores de Jesus.
Saber-se filho significa colocar o Pai celeste como centro da própria vida, sem dar lugar a nenhuma forma de idolatria. A vida do filho é polarizada pela vontade do Pai. Ela é o imperativo de sua ação.
Saber-se irmão e irmã significa colocar-se em pé de igualdade com o semelhante. A fraternidade leva o discípulo a recusar toda forma de tirania e opressão, que rebaixa o ser humano, sem reconhecer a dignidade que lhe é própria. Pelo contrário, a fraternidade gera partilha e perdão, fazendo com que todos tenham o alimento necessário para viver, e colocando um basta às divisões, entre irmãos e irmãs, filhos do mesmo Pai do Céu.
A ação do maligno visará sempre minar esses pilares da vida do discípulo, levando-o a ser infiel ao Pai, para adotar deuses estranhos, como os bens materiais, o prazer, a fama e tantos outros, e a romper com a fraternidade, recorrendo à vingança, à mentira, ao ódio, e, em certos casos, até à indiferença.
O Pai Nosso descortina, para quem o reza, um horizonte diferente, no qual, o Pai e o próximo tornam-se um apelo irrecusável. Sem isto, reduz-se a um punhado de palavras vazias.
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total)
Oração
Pai, livra-me de reduzir a palavras vazias a oração que Jesus nos ensinou. Que eu saiba encontrar o sentido do Pai Nosso, centrando minha vida na filiação divina e na fraternidade.
http://domtotal.com/religiao-meu-dia-com-deus.html?data=2016-06-16


17 de Junho de 2016

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

HOMÍLIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DOS DIAS 14/12/2015 a 18/12/2015

ANO C



14 de Dezembro de 2015

Mt 21,23-27

Comentário do Evangelho

A incredulidade e o fechamento do coração

Entrando em Jerusalém, Jesus vai ao Templo para purificá-lo. Não é de estranhar que a atitude de Jesus, ao virar a mesa dos cambistas e as cadeiras dos comerciantes, tenha causado grande impressão a todos os que presenciavam o episódio. Por essa razão, os sumos sacerdotes e os anciãos perguntam a Jesus em nome de quem ou com que autoridade ele faz tal coisa. Jesus se recusa a responder de maneira clara, pois sabe que eles querem acusá-lo por alguma palavra e que não há sinceridade na pergunta deles. Por isso, Jesus responde com outra pergunta para que eles mesmos se engajem e se comprometam com a resposta. A pergunta é sobre a origem do batismo de João. Pergunta à qual eles não respondem, porque já têm um juízo formado sobre Jesus e João Batista. O silêncio deles é o silêncio de quem não quer admitir a verdade. Para eles Jesus era um blasfemo. A incredulidade os cegava e o apego à própria imagem e ao poder endurecia o coração deles. Por isso, não podiam reconhecer no ensinamento de Jesus e nos seus atos de poder a vida mesma de Deus.
Pe. Carlos Alberto Contieri, sj
ORAÇÃO
Pai, tira de mim toda e qualquer suspeita sobre teu Filho Jesus, cuja autoridade vem de ti e está sempre a serviço de teu Reino.
FONTE: PAULINAS

Reflexão

A pessoa de João Batista é muito importante na preparação para os tempos messiânicos, pois ele foi enviado como o precursor de Jesus, e quem não acredita em João Batista também não aceita Jesus como sendo o Messias e nem a sua autoridade como Filho de Deus. O povo acreditou em João Batista e por isso acreditou também em Jesus, mas os anciãos do povo não acreditaram em João Batista e, por isso, rejeitaram Jesus. Todo aquele que fica preso apenas em uma religião formal torna-se incapaz de ver a ação de Deus no tempo presente, endurece o próprio coração e não reconhece nem a ação de Deus nem a sua presença no seu dia a dia.
FONTE: CNBB

Comentário do Evangelho

A CONSCIÊNCIA DA VOCAÇÃO

A maneira incisiva como Jesus falava e a força de suas palavras deixavam confusas as autoridades religiosas da época. Humanamente falando, ele não possuía títulos que pudessem garantir a autoridade de suas palavras. Não pertencia a uma família sacerdotal ou da aristocracia da capital. Não se tinha notícia de ter ele freqüentado a escola de algum rabi famoso. Nem constava que tivesse feito estudos especiais que explicassem a origem de seu saber. Por isso, os sumos sacerdotes e os anciãos do povo faziam pairar sobre ele uma espessa sombra de suspeita.
Jesus não teria nenhuma dificuldade de dizer, abertamente, que a fonte de sua autoridade era o Pai. Mas único problema era que seus interlocutores não estavam preparados para receber uma explicação deste calibre. A mentalidade deles era estreita demais para poderem compreender isto. Por conseguinte, ficaram sem resposta.
A situação de Jesus assemelhou-se à dos antigos profetas de Israel. Estes não tinham outra credencial para justificar seu ministério, além da consciência de terem sido chamados por Deus e recebido dele o mandato específico de pregar. Como este tipo de argumento era insuficiente para convencer seus opositores, acabaram sendo perseguidos e, até mesmo, assassinados. Como eles, Jesus não conseguiu convencer seus adversários.
Oração
Senhor Jesus, ajuda-me a compreender que do Pai procede a autoridade com que proclamas o Reino de Deus, e me chama para ser teu discípulo.
FONTE: dom total


15 de Dezembro de 2015

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

HOMÍLIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DOS DIAS 07/12/2015 a 11/12/2015

ANO C



07 de Dezembro de 2015

Lc 5,17-26

Comentário do Evangelho

O tema central do evangelho de hoje é a fé. A fé dos que carregavam o paralítico impressiona Jesus. “Quem pode perdoar os pecados a não ser Deus?”, pensavam os escribas e os fariseus. Mais tarde, em razão disso e de outras afirmações de Jesus, os escribas e fariseus presentes vão acusá-lo de blasfemo. Jesus penetra os pensamentos dos escribas e dos fariseus, assim como Deus no Sl 139 conhece o mais profundo do coração do ser humano. No entanto, o passivo divino empregado – “teus pecados estão perdoados” – revela que o sujeito da ação de perdoar é Deus. É Deus quem perdoa e o mediador do perdão de Deus é Jesus. O perdão efetivo pode ser verificado pela cura: “levantando-se diante de todos, pegou a maca e foi para casa, glorificando a Deus”. O perdão, do qual Cristo é o mediador, liberta da enfermidade e solta a língua: no início do relato, nem uma palavra foi atribuída ao paralítico; no término do relato, no entanto, ele sai “glorificando a Deus”, pois reconhece na palavra de Jesus a ação de Deus.
Pe. Carlos Contieri, sj, em ‘A Bíblia dia a dia 2015’, Paulinas.
FONTE: PAULINAS

Reflexão

Nós temos muitas dificuldades para vermos os verdadeiros valores que devem marcar a existência humana e, por isso, não damos importância a eles e até mesmo fechamos o nosso coração à ação divina, dificultando a sua realização. É o caso do Evangelho de hoje, no qual a importância maior é dada para a cura do corpo, sem levar em consideração a cura espiritual e o julgamento de que esta é impossível. Os tempos messiânicos são a expressão da verdadeira hierarquia de valores, na qual os perenes estão acima dos temporais.
FONTE: CNBB

Comentário do Evangelho

MANIFESTOU-SE O PODER DE DEUS

A religiosidade de Israel ansiava por manifestações espetaculares do poder de Deus na história humana. As antigas tradições referiam-se a grandiosos gestos salvíficos de Javé, em favor de seu povo. Os profetas, por sua vez, referiam-se às ações que o Messias realizaria, quando de seu advento. Todas elas formidáveis!
O ministério de Jesus consistiu numa contínua manifestação do poder divino, sem, contudo, se enquadrar nos esquemas tradicionais vigentes. Já por sua origem e condição social distanciava-se das esperanças de um Messias de estirpe sacerdotal ou régia. Seu despojamento e sua opção pela pobreza impediam que o identificassem com o esperado Messias glorioso e poderoso.
O modo como manifestava o poder divino tinha alguns traços característicos: visava sempre recuperar a dignidade humana, de tantas formas aviltada; estava a serviço da libertação do ser humano, de toda sorte de opressão; buscava reconciliá-lo com Deus, por meio do perdão dos pecados; protegia-o da rigidez das tradições religiosas. Consistia em possibilitar ao ser humano caminhar com os próprios pés, liberto de todas as amarras que o impedem de pôr-se à disposição de Deus e do próximo. É a libertação para o amor!
O episódio da cura do paralítico, colocado diante de Jesus através de um buraco aberto no teto da casa, é uma das muitas maravilhosas manifestações do poder de Deus.
Oração
Pai, teu poder divino manifestou-se, de modo admirável, no ministério de Jesus. Torna-me também beneficiário deste poder que me abre para o amor misericordioso.
FONTE: dom total


08 de Dezembro de 2015

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

HOMÍLIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DOS DIAS 03/10/2015 a 04/10/2015

ANO B



3 de Outubro de 2015

Lc 10,17-24

Comentário do Evangelho

A alegria verdadeira do discípulo vem de sua comunhão com Deus

Os setenta e dois discípulos voltaram da missão, para a qual foram enviados por Jesus, cheios de entusiasmo. A missão havia sido um sucesso. Eles puderam ver a palavra de Jesus se realizar e o poder do Espírito Santo atuar, libertando as pessoas de seus males. Puderam fazer a experiência do poder do Senhor que agia por meio deles, realizando o “hoje” da salvação, anunciado no discurso inaugural de Jesus na sinagoga de Nazaré, através da vitória sobre o poder demoníaco que tira do coração do ser humano o brilho originário da criação. A alegria e o entusiasmo dos discípulos é para Jesus ocasião de ensiná-los para que não se deixem enganar pelo sucesso, seduzir pela fama ou ceder à tentação do prestígio mundano. Para não se perderem ou viverem a ilusão do sucesso, Jesus alerta que o importante é viver os valores do Reino, pois a alegria verdadeira do discípulo vem de sua comunhão com Deus. Ademais, é necessária uma profunda humildade, pois se algum bem eles fizeram, é porque Deus estava com eles e, como dissemos, agia por meio deles.
Pe. Carlos Alberto Contieri
Oração
Pai, por ter meu nome inscrito no céu e por estar unido a ti, única fonte de vida e de libertação, ajuda-me a lutar contra o mal que mantém a humanidade cativa do egoísmo.
http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=evangelho&action=busca_result&data=03%2F10%2F2015

Reflexão

Muitas vezes, podemos perguntar: por que as pessoas mais simples e humildes recebem com maior facilidade a mensagem do evangelho do que as sábias e inteligentes? A resposta, à luz do evangelho de hoje, parece fácil: é porque Deus revela as coisas a elas e as esconde aos sábios e inteligentes. Será que foi exatamente isso que Jesus quis dizer? Parece que não, pois nos mostraria um Deus injusto, que faz distinção de pessoas. Para os inteligentes e sábios, que confiam nos próprios conhecimentos, a abertura aos mistérios da fé é algo de primitivo e irracional e, com isso, o mistério fica oculto a eles, não porque Deus escondeu, mas porque eles se recusam a ver. Os simples e humildes submetem a inteligência à fé e Deus pode, assim, lhes revelar seus mistérios.
http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/app/user/user/UserView.php?ano=2015&mes=10&dia=3

Meditando o Evangelho

A ALEGRIA DO APÓSTOLO

A missão dos discípulos de Jesus teve seu lado bonito de eficácia e acolhida. Eles foram testemunhas da ação da palavra de Deus na vida das pessoas e como elas se transformavam. Perceberam, igualmente, como as forças demoníacas que mantinham as pessoas cativas, seja do pecado seja da doença, eram vencidas. Viram o Reino expandir-se e se implantar na vida de muita gente. Por isso, voltavam cheios de alegria para junto de Jesus.
Jesus, porém, temperou o entusiasmo desses missionários, chamando-lhes a atenção para algo que lhes passava despercebido: sua alegria deveria consistir em saber que seus nomes estavam inscritos no céu, ou seja, que eram cidadãos do Reino, cujo Senhor era o Pai. O que faziam, portanto, só tinha sentido enquanto compreendido como serviço desinteressado e gratuito à causa do Reino. Os Apóstolos foram, também, alertados para não se deixarem enredar pela glória mundana provinda do sucesso da missão, e sim, descobrir a raiz verdadeira da alegria, que consistia em saber-se instrumento nas mãos do Pai para levar a salvação a toda humanidade.
A alegria e a felicidade despontaram, também, no coração de Jesus. Ele exultou, porque o Pai revelou a pessoas tão simples, como eram os Apóstolos, os mistérios do Reino, e contou com eles para serem seus servidores. Eis um grande motivo para louvar e agradecer!
Oração
Senhor Jesus, que meu coração exulte de alegria por saber que o Pai conta comigo para ser servidor de seu Reino.
http://domtotal.com/religiao/meudiacomdeus.php?data=2015-10-3


4 de Outubro de 2015