sexta-feira, 12 de abril de 2013

Dia da semana: Sábado - Dedicado a - Nossa Senhora - Imaculado Coração de Maria

Sábado, dia dedicado a Nossa Senhora


"Que em cada um de vós haja a alma de Maria para
bendizer o Senhor; e em cada um de vós esteja o seu
espírito, para exultar em Deus!" 
(Santo Ambrósio)







A Igreja dedica o Sábado a Nossa Senhora porque foi no 1° Sábado Santo que 
ela viveu sem Jesus, com Jesus morto.
Após o escurecer de Sexta-Feira Santa, quando a enorme pedra fechou 
a boca da sepultura, Maria passou a ficar sem Jesus, sem o amado Filho. 
Naquele momento, para ela o tempo parou. Foi o Sábado do grande e doloroso 
repouso, o Sábado do grande silêncio, o Sábado da grande solidão, da morte 
e do luto. Foi o único dia de sua preciosa vida, que ela viveu sem ter Jesus vivo. 
Foi o Sábado da imensa dor de Maria.
Para consolá-la por tamanha dor a Igreja decidiu dedicar-lhe todos os sábados, 
com a intenção de confortá-la e compensá-la pela morte do amado Filho. 
Os outros filhos adotivos se apresentam para consolá-la. Portanto, o Sábado é 
consagrado a Maria para alegrá-la em sua solidão e tristeza. O Sábado mariano 
é como aurora: ele antecede e anuncia o aparecimento do Domingo, 
o dia do Sol Divino, Jesus.
Fonte: Pe. Antonio Lorenzatto, Livro da Família 1997






O poder de uma Ave Maria

TERÇO DA LIBERTAÇÃO CANTADO - JOÃO GREGÓRIO - VÍDEO

Terço do Espírito Santo

Terço da Fé

Terço de Cura e Libertação - VÍDEO

TERÇO DA DIVINA PROVIDÊNCIA - VÍDEO

TERÇO DA MISERICÓRDIA - VÍDEOS







JESUS, EU CONFIO EM VÓS!!!

Oração do Angelus - Padre Antonello - VÍDEO

LITURGIA DAS HORAS

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Oração desta Hora

Terço - Mistério Gozosos - Segunda-Feira e Sábado.


Terço do Rosário: Mistérios Gozosos




São Vítor de Braga - 13 de Abril


Hoje comemoramos São Vítor de Braga, que nasceu em Paços perto de Braga. A vida desse santo foi escrita pelo arcebispo de Braga, Dom Rodrigo da Cunha, que afirma que um dia o santo encontrou com um grupo de idólatras que celebrava a "Ambaruelia" ou "Suilia", a grande festa em honra à deusa Ceres. Consiste esta festa em dar várias voltas pelos campos e sacrificar em determinados lugares porcos em honra da deusa. São Vítor recusou-se a tomar parte na festa. Tampouco deixou-se enfeitar com coroas de flores. Foi denunciado ao governador Sérgio, preso, confessou perante o tribunal que era cristão.
Foi amarrado ao tronco de uma árvore e açoitado cruelmente. Depois seu corpo foi queimado com lâminas ardentes até que suas entranhas fossem vazadas.
Sofreu martírio por volta do ano 306.

Santa Ida - 13 de Abril

Santa Ida
1040-1113
Ida nasceu em 1040, descendente do grande conquistador francês Carlos Magno, filha de Godofredo, duque de Lorraine, e de Doda, também oriunda da nobreza católica reinante. Assim sendo, recebeu educação cristã, mas também teve de cumprir obrigações sociais da corte, e só por esse motivo não seguiu a vida inteiramente dedicada à Deus, vestindo o hábito de religiosa.

São Martinho I - 13 de Abril

São Martinho I
Papa
Século V
O papa Martinho I sabia que as conseqüências das atitudes que tomou contra o imperador Constante II, no século VII, não seriam nada boas. Nessa época, os detentores do poder achavam que podiam interferir na Igreja, como se sua doutrina devesse submissão ao Estado. Martinho defendeu os dogmas cristãos, por isso foi submetido a grandes humilhações e também a degradantes torturas.

Santo Ermenegildo - 13 de Abril






O santo de hoje era filho de um rei cristão ariano, ou seja, que acreditava em Jesus Cristo como verdadeiro homem, mas não como verdadeiro Deus.

HOMÍLIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 13/04/2013

13 de Abril de 2013

Ano C

 

João 6,16-21

Comentário do Evangelho


Manifestação da divindade de Jesus

Com algumas variantes, o relato também é comum aos evangelhos sinóticos (Mt 14,22-34; Mc 6,45-51; Lc 8,22-25). À exceção de Lucas, nos outros dois sinóticos, como em João, o episódio de Jesus caminhando sobre o mar também segue o relato da multiplicação dos pães. Os elementos simbólicos presentes no texto são o meio de transmitir a mensagem. No universo simbólico, mar e noite apontam para a realidade da morte. O mar, na verdade um lago duzentos metros abaixo do nível do mar, era agitado pelo vento, que formava ondas. Jesus ainda não estava com eles; Jesus é visto por eles caminhando sobre as águas. Em Jó 9,8, nós lemos: “... ele sozinho estende o céu e caminha sobre o dorso das águas”. Jesus manifesta seu poder divino caminhando sobre as águas. Ele, que é a luz do mundo (Jo 8,12), ilumina a vida dos discípulos, para arrancá-los do medo que imobiliza e distorce a visão: “Sou eu. Não tenhais medo” (6,20). A afirmação de Jesus nos remete ao livro do Êxodo 3,14: “Assim dirás aos israelitas: ‘Eu sou’ me enviou a vós”. O relato pode ser caracterizado como sendo uma epifania em que é revelada a divindade de Jesus.
Carlos Alberto Contieri,sj


Vivendo a Palavra


O Mestre mostra a seus discípulos que as águas agitadas do mar não conseguem impedir que Ele esteja junto deles. Assim nós podemos compreender este sinal: Jesus, como prometeu, estará sempre presente junto à sua Igreja, que segue, entre as turbulências da vida, para a morada definitiva no Reino de Deus.
Reflexão

Nós podemos nos encontrar com Jesus nas situações e nos momentos em que menos esperamos que isso possa acontecer e, quando isso acontece, podemos nos assustar e até mesmo nos sentir assombrados, com muito medo. Mas a nossa postura deve ser justamente o contrário disso tudo. Quando encontramos Jesus, ele sempre nos mostra algo de concreto para as nossas vidas e para onde devemos chegar, nos revela alguma coisa que nos ajuda na superação das dificuldades que encontramos, ele nos mostra que o seu amor e a sua presença não são algo abstrato nas nossas vidas, mas que a sua presença é sempre amor concreto de Deus, força de superação e conquista do novo que nos revela o Reino definitivo.
http://www.cnbb.org.br/liturgia/app/user/user/UserView.php?ano=2013&mes=4&dia=13

COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

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1. Coragem, Não Temais!
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

O evangelho tem como contexto a situação das comunidades no primeiro século do cristianismo e que refletem também os primeiros tempos dos discípulos após a ascensão do Senhor. O medo e a insegurança deles era por causa do acontecimento que desencadeou toda aquela caminhada, a vida de Jesus de Nazaré, seus ensinamentos, suas obras prodigiosas, mas que no final resultaram em fracasso com a morte na cruz. Se antes, caminhando com ele, a história acabou tão mal, agora o risco de um novo fracasso era ainda maior pois Jesus não estava mais com eles...

Os cristãos do primeiro século olhavam á sua volta e não viam nenhuma perspectiva de que o cristianismo fosse dar certo, de um lado o Império Romano, a cultura grega que exaltava o conhecimento, de outro o Judaísmo e suas raízes. Que futuro teria a comunidade dos seguidores de Jesus de Nazaré?

Hoje se sabe que o cristianismo está entre as maiores religiões do mundo, mas a sociedade não reflete essa realidade, ao contrário, parece que tudo contraria o evangelho e os cristãos vêem as forças dom mal se fazerem presentes até nas comunidades. Divisões, discórdias, escândalos, cristãos que desistem de viver a Fé e fracassam em sua caminhada. A impressão é que as forças do mal imperam na humanidade e querem engolir a Igreja.

O que pode um frágil barquinho a mercê de ventos fortes e ondas gigantes? O que pode a Igreja de Cristo fazer para mudar os rumos da humanidade? O Evangelho terá poder e força suficiente para reverter esse quadro de tenebrosa escuridão que nossos olhos contemplam?
São inquietações que afligem o coração de todos os discípulos. Entretanto, quando parece que a barca vai a deriva, os homens e mulheres de Fé vislumbram, nos momentos mais críticos, algo que supera todo mal, Jesus acompanha a barca, e tem sob os pés as Forças do Mal, isso é, há bem lá na frente um porto seguro onde a Barca vai chegar. Quando pensamos nessa realidade nova, perceptível á luz da Fé, sentimos medo mais o Senhor nos tranqüiliza "Coragem, sou eu, não temais".

Jesus é o Senhor da História, não é alguém que influenciou a história no passado e que agora deve ser sempre lembrado por seu exemplo, como fazemos com nossos homens ilustres, Jesus está vivo, está vivendo com a Igreja cada momento de sua história, está atento e atuante nas comunidades cristãs, aponta novos rumos e direção a ser seguido, para se chegar à outra margem...

E as comunidades de João, com sua Fé e testemunho de Vida, passou incólume pelas Forças Tenebrosas do Mal e chegou até nós, com o mesmo evangelho, o mesmo anúncio. Essa é a prova inequívoca da presença de Jesus em nossa Igreja, são dois milênios de caminhada. O mar não é sereno, nem nunca será, mas as ondas revoltas e a ventania nada pode contra a Igreja, porque Jesus navega conosco...

2. Manifestação da divindade de Jesus
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Carlos Alberto Contieri, sj - e disponibilizado no Portal Paulinas)
VIDE ACIMA
ORAÇÃO
Pai, em meio às tempestades, faze-me compreender que o Ressuscitado caminha comigo, incentivando-me a não temer e a permanecer firme no rumo traçado por ele.

3. RECONHECENDO O SENHOR
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total a cada mês).

O processo de reconhecimento de Jesus Ressuscitado foi acontecendo em meio a fadigas e dificuldades que a comunidade encontrava em seu caminho de fé. Ao professar a fé no Ressuscitado, os cristãos viam-se questionados de várias formas. O fato mesmo de fazer a salvação depender de quem fora crucificado deixara-os em crise.

Segundo a mentalidade da época, quem morria na cruz, era tido como um amaldiçoado por Deus. Com Jesus teria sido diferente? Ou será que, de fato, Deus o resgatara da morte, restituindo-lhe a vida, de modo a estar sempre junto dos seus? Essas e outras dúvidas persistiam na comunidade de fé, exigindo uma resposta.

A experiência no lago, por ocasião de uma travessia, revela a situação da comunidade. A escuridão da noite, a força do vento e a agitação do mar impediam os discípulos de perceber Jesus se aproximando. Sua figura perdia-se na nebulosidade. Os discípulos tiveram certa dificuldade para superar a situação. Por sua vez, o Mestre os exortou a não temer, pois ele mesmo estava ali, junto deles. "Sou eu; não tenham medo!"- assegurou-lhes, chamando-os à realidade. A certeza desta presença descortinou-lhes um novo horizonte de segurança e de tranqüilidade.

A comunidade de fé reconhece o Ressuscitado, em meio às adversidades da vida. Importa não se deixar abater, pois ele está no meio de nós.
Oração
Espírito de lucidez dissipa as trevas que me impedem de reconhecer a presença do Ressuscitado, junto de mim e da comunidade.

Jesus, nosso amigo no momento da fragilidade


Postado por: homilia

abril 13th, 2013


Para interpretar com fidelidade a passagem de hoje, temos de usar o simbolismo, pois sem ele a narrativa parece ser um sucesso normal em que um homem se revela com poder especial sobre a natureza. Em primeiro lugar, Jesus deixa Seus apóstolos sozinhos, à noite, no meio do mar, o qual, por seu estado de turbulência, aparece como representante do mal, dominado pelo maligno. A barca, com tudo o que na hora representava o Reino, era, realmente, uma pequena semente de mostarda. Sem Jesus, o vento contrário a domina e a impede de chegar a seu destino. Não adianta o esforço dos remos, porque a vela,  com o vento contrário, não pode ser usada. E esse vento não é humano.
Aparentemente, os discípulos estavam sós. Mas, na realidade, Jesus estava ali seguindo-os de muito próximo. Para eles, Jesus, como a visão do espectro, como alguém saído das profundezas do mar, era um espírito maligno que os atormentava e produzia o vento furioso que impedia seu avanço. Somente as palavras do Mestre amigo logram acalmar os nervos e aportam a tranquilidade e o sossego necessários. Era Ele o amigo mais do que o Mestre, o forte no momento da fragilidade; Ele, e unicamente Ele, traria a solução do problema que os afligia.
Pedro, uma vez mais, mostra-se impetuoso e mais confiante do que seus companheiros. Não só reconhece o Mestre, mas quer participar desse poder de estar acima do mal, representado pelas águas turbulentas do mar.  Ele sabe que o poder de Jesus não é unicamente pessoal, mas atinge igualmente seus mais íntimos amigos e reconhece, na prática, o que ele [Pedro] dirá mais tarde: “Em Ti unicamente eu confio, pois cremos e reconhecemos que Tu és o Santo do Deus!”, que melhor podemos traduzir por o “Ungido de Deus”.
Porém, sempre existe a dúvida e a indecisão após tomar uma atitude valente e corajosa. O vento, o mar agitado, abalam a fé e a confiança de Pedro. E unicamente a resposta de Jesus, ante a súplica angustiada do apóstolo, restabelece a situação e salva o discípulo. A oração de Pedro é o grito que deverá salvar muitas vidas do fracasso total: “Senhor, salva-me!” Nela, encontramos a força que nos falta e a fé que procuramos.
O trecho de hoje está escrito precisamente para demonstrar que a transcendência e independência de Jesus, manifestada com Suas palavras e Seu proceder, diante das leis e costumes tradicionais e perante às leis físicas da natureza, revelam Seu domínio absoluto sobre as crenças e Seu senhorio total como de Criador e não de criatura sobre os acontecimentos, de modo que a nossa resposta de hoje não pode ser outra que a dos que estavam no barco: “Verdadeiramente, Tu és o Filho de Deus!”
Padre Bantu Mendonça
LEITURA ORANTE

ORAÇÃO INICIAL

Preparo-me para este momento mais importante do meu dia, invocando o Espírito Santo para mim e para todos e todas que fazem esta mesma oração, aqui na rede da internet.
Vinde, Espírito Santo, e dai-nos o dom da sabedoria, para que possamos avaliar todas as coisas à luz do Evangelho e ler nos acontecimento da vida os projetos de amor do Pai. 
Dai-nos o dom do entendimento, uma compreensão mais profunda da verdade, a fim de anunciar a salvação com maior firmeza e convicção. 
Dai-nos o dom do conselho, que ilumina a nossa vida e orienta a nossa ação segundo vossa Divina Providência. 
Dai-nos o dom da fortaleza. sustentai-nos, no meio de tantas dificuldades, com vossa coragem, para que possamos anunciar o Evangelho. 
Dai-nos o dom da Ciência, para distinguir o único necessário das coisas meramente importantes. 
Dai-nos o dom da piedade, para reanimar sempre mais nossa íntima comunhão convosco. E, finalmente, dai-nos o dom do vosso santo temor, para que, conscientes de nossas fragilidades, reconheçamos a força de vossa graça. 
Vinde, Espírito Santo, e dai-nos um novo coração. Amém.

1- LEITURA (VERDADE)

O que diz o texto?
Faço a leitura lenta e atenta do texto da Palavra do dia na minha Bíblia: Jo 6,16-21


Estava escuro, fazia vento forte que levantava alto as ondas. O medo dominava os apóstolos. Jesus elimina todo o medo e devolve a alegria.

2- MEDITAÇÃO (CAMINHO)

O que o texto diz para mim, hoje?
Seguro alguma coisa que não quero partilhar, dividir? Minha lógica e do acúmulo, da centralização, do cada um por si ou e a lógica de Jesus, da partilha, da mão que se abre? É a atitude da fé?
Os bispos, em Aparecida, disseram:
"Diante de todas as circunstâncias e condições de sua vida. Diante das estruturas de morte, Jesus faz presente a vida plena. "Eu vim para dar vida aos homens e para que a tenham em ab,ndância" (Jo 10,10). Por isso, cura os enfermos, expulsa os demônios e compromete os discípulos na promoção da dignidade humana e de relacionamentos sociais fundados na justiça." (DAp 112).

3- ORAÇÃO (VIDA)

O que o texto me leva a dizer a Deus?
Meu coração já está em sintonia com o coração de Jesus. Rezo em silêncio. Coloco o Senhor no lugar de todos os meus medos.

4- CONTEMPLAÇÃO (VIDA E MISSÃO)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Meu novo olhar é de fé, para os outros, para as pessoas que encontrar no dia de hoje. Minhas mãos vão estar abertas como as do menino do Evangelho.

BÊNÇÃO

- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém. 
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém. 
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém. 
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.


Ir. Patrícia Silva, fsp


Oração Final
Pai Santo, dá-nos a firmeza que deste a Estêvão, para que nós, a tua Igreja, testemunhemos ao mundo, cheios de gratidão, a certeza que temos de tua Presença amorosa e protetora. Pelo Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo.

LITURGIA DIÁRIA - 13/04/2013




Tema do Dia

«Sou Eu. Não tenham medo.»

A Comunidade escolheu sete homens de boa fama, repletos do Espírito e de sabedoria, para servirem aos irmãos mais carentes. Eram os primeiros diáconos da Igreja e, entre eles, Estêvão, que logo mostrou a profundidade de sua fé, assumindo o martírio.

Oração para antes de ler a Bíblia


Meu Senhor e meu Pai! Envia teu Santo Espírito para que eu compreenda 

e acolha tua Santa Palavra! Que eu te conheça e te faça conhecer, te ame

 e te faça amar, te sirva e te faça servir, te louve e te faça louvar por

 todas as criaturas. Fazei, ó Pai, que pela leitura da Palavra os pecadores

se convertam, os justos perseverem na graça e todos consigamos 

a vida eterna. Amém.


Branco. Sábado da 2ª Semana da Páscoa

 

Primeira leitura (Atos dos Apóstolos 6,1-7)
Sábado, 13 de Abril de 2013 
2ª Semana da Páscoa

Leitura dos Atos dos Apóstolos.

1Naqueles dias, o número dos discípulos tinha aumentado, e os fiéis de origem grega começaram a queixar-se dos fiéis de origem hebraica. Os de origem grega diziam que suas viúvas eram deixadas de lado no atendimento diário. 
2Então os Doze Apóstolos reuniram a multidão dos discípulos e disseram: “Não está certo que nós deixemos a pregação da Palavra de Deus para servir às mesas. 3Irmãos, é melhor que escolhais entre vós sete homens de boa fama, repletos do Espírito e de sabedoria, e nós os encarregaremos dessa tarefa. 4Des­­se modo nós poderemos dedicar-nos inteiramente à oração e ao serviço da Palavra”.
5A proposta agradou a toda a multidão. Então escolheram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo; e também Filipe, Prócoro, Nicanor, Timon, Pár­menas e Nicolau de Antioquia, um pagão que seguia a religião dos judeus. 6Eles foram apresentados aos apóstolos, que oraram e impuseram as mãos sobre eles.
7Entretanto, a Palavra do Senhor se espalhava. O número dos discípulos crescia muito em Jerusalém, e grande multidão de sacerdotes judeus aceitava a fé. 

- Palavra do Senhor. 
- Graças a Deus.


Salmo (Salmos 32)
Sábado, 13 de Abril de 2013 
2ª Semana da Páscoa

— Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, da mesma forma que em vós nós esperamos!
— Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, da mesma forma que em vós nós esperamos!

— Ó justos, alegrai-vos no Senhor! Aos retos fica bem glorificá-lo. Dai graças ao Senhor ao som da harpa, na lira de dez cordas ce­lebrai-o!
— Pois reta é a palavra do Senhor, e tudo o que ele faz merece fé. Deus ama o direito e a justiça, transborda em toda a terra a sua graça.
— O Senhor pousa o olhar sobre os que o temem, e que confiam esperando em seu amor, para da morte libertar as suas vidas e alimentá-lo
s quando é tempo de penúria.


Evangelho (João 6,16-21)
Sábado, 13 de Abril de 2013 
2ª Semana da Páscoa


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

16Ao cair da tarde, os discípulos desceram ao mar. 17Entraram na barca e foram em direção a Cafarnaum, do outro lado do mar. Já estava escuro, e Jesus ainda não tinha vindo ao encontro deles.
18Soprava um vento forte e o mar estava agitado. 19Os discípulos tinham remado mais ou menos cinco quilômetros, quando enxergaram Jesus, andando sobre as águas e aproximando-se da barca. E ficaram com medo. 
20Mas Jesus disse: “Sou eu. Não tenhais medo”. 21Quiseram, então, recolher Jesus na barca, mas imediatamente a barca chegou à margem para onde estavam indo. 

- Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.


Oração para depois de ler a Bíblia


Dou-Te graças, meu Deus, pelos bons propósitos, afetos e inspirações
que me comunicastes nesta meditação; peço-Te ajuda para colocá-los  em prática.
Minha Mãe Imaculada, meu protetor São José e Anjo da minha guarda, intercedeis todos por mim. Amém.


BOM FIM DE SEMANA - ÀS VEZES É PRECISO PARAR E OLHAR PARA LONGE, PARA PODERMOS ENXERGAR O QUE ESTÁ DIANTE DE NÓS. - DEUS TE ABENÇOE.




BOM DIA!!! Sempre é um bom dia quando temos por perto amigos como você. Tenha um lindo dia!!! Beijos Carinhosos



"Sempre é um bom dia quando
temos por perto
amigos como você.

Tenha um lindo dia!!!

Beijos Carinhosos"


SAGRADA FAMÍLIA - JESUS, MARIA E JOSÉ NOSSA FAMÍLIA VOSSA É! - UM ÓTIMO SÁBADO PRA VOCÊ E TODA SUA FAMÍLIA.

Os bispos na Conferência de Aparecida, disseram: (DAp 112)


DOM EDUARDO PINHEIRO ABRE REFLEXÕES SOBRE A JUVENTUDE NO ‘IGREJA EM COMUNHÃO’

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O programa ‘Igreja em Comunhão’ recebe nesta sexta-feira (12) o bispo auxiliar de Campo Grande (MS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, dom Eduardo Pinheiro para tratar do tema da Juventude.

ACOMPANHE AO VIVO A COLETIVA COM OS BISPOS NA 51ª ASSEMBLEIA GERAL

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A transmissão ao vivo das coletivas de imprensa da 51ª Assembleia Geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) poderá ser acessada no canal especial de cobertura do Portal A12.com.

DOM CARLOS PETRINI FALOU SOBRE VIDA E FAMÍLIA NO ‘IGREJA EM COMUNHÃO’

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A TV Aparecida exibiu ontem (11) o segundo programa ‘Igreja em Comunhão’ que recebe convidados especiais durante a 51ª Assembleia Geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) que acontece em Aparecida (SP).

CARDEAL GERALDO MAJELLA CELEBRA MISSA PELOS BISPOS EMÉRITOS EM APARECIDA

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O Cardeal Arcebispo Emérito de Salvador (BA), dom Geraldo Majella Agnelo presidiu a celebração eucarística de início dos trabalhos da 51ª Assembleia Geral dos Bispos nesta sexta-feira (12) às 7h30 no Santuário Nacional. A celebração foi em Ação de Graças pelos bispos eméritos da Igreja no Brasil.

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