quinta-feira, 28 de março de 2013

BOM DIA - A FELICIDADE ÀS VEZES É UMA BENÇÃO. MAS GERALMENTE É UMA CONQUISTA.

VIA - SACRA


Primeira Estação - Jesus é condenado à morte
Segunda Estação - Jesus toma a cruz aos ombros
Terceira Estação - Jesus cai por terra
Quarta Estação - Jesus encontra-se com Sua Mãe
Quinta Estação - Cirineu ajuda a carregar a cruz
Sexta Estação - Verônica enxuga o rosto de Jesus
Sétima Estação - Jesus cai pela segunda vez
Oitava Estação - Jesus consola as mulheres piedosas
Nona Estação - Jesus cai pela terceira vez
Décima Estação - Jesus é despido das Suas vestes
Décima Primeira Estação - Jesus é pregado na cruz
Décima Segunda Estação - Jesus morre na cruz
Décima Terceira Estação - O corpo de Jesus é depositado nos braços da Mãe
Décima Quarta Estação - Jesus é depositado no sepulcro







O CORAÇÃO DE JESUS 

BATE FORTE 

POR VOCÊ!!!!!!

"AS SETE PALAVRAS DE JESUS NA CRUZ"

"AS SETE PALAVRAS DE
JESUS NA CRUZ"

Face de Jesus
estrela azul
1ª palavra:
"PAI, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem!"
Jesus na cruz_1
estrela azul
2ª palavra:
"Ainda hoje estarás comigo no paraíso".
Jesus na cruz_2
estrela azul
3ª palavra:
"Mulher, eis aí o teu filho. Filho, eis aí a tua mãe!"
Jesus na cruz_3
estrela azul
4ª palavra:
"Tenho sede!"
Jesus na cruz_4
estrela azul
5ª palavra:
"Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?"
Jesus na cruz_5
estrela azul
6ª palavra:
"Tudo está consumado."
Jesus na cruz_6
estrela azul
7ª palavra:
"Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito."
Jesus na cruz_7

Que ELE esteja sempre contigo!

estrela azul

SEMANA SANTA - Sexta-feira Santa


 Sexta-feira Santa
 Celebra-se a paixão e morte de Jesus Cristo. O silêncio, o jejum e a oração devem marcar este dia que, ao contrário do que muitos pensam, não deve ser vivido em clima de luto, mas de profundo respeito diante da morte do Senhor que, morrendo, foi vitorioso e trouxe a salvação para todos, ressurgindo para a vida eterna. Às 15 horas, horário em que Jesus foi morto, é celebrada a principal cerimônia do dia: a Paixão do Senhor. Ela consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão eucarística. Depois deste momento não há mais comunhão eucarística até que seja realizada a celebração da Páscoa, no Sábado Santo.
 Ofício das Trevas
 Trata-se de um conjunto de leituras, lamentações, salmos e preces penitenciais. O nome surgiu por causa da forma que se utilizava antigamente para celebrar o ritual. A igreja fica às escuras tendo somente um candelabro triangular, com velas acesas que se apagam aos poucos durante a cerimônia.
 Sermão das Sete Palavras
 Lembra as últimas palavras de Jesus, no Calvário, antes de sua morte. As sete palavras de Jesus são: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem…”, “Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso”, “Mulher, eis aí o teu filho… Eis aí a tua Mãe”, “Tenho Sede!”, “Eli, Eli, lema sabachtani? – Meus Deus, meus Deus, por que me abandonastes?”, “Tudo está consumado!”, “Pai, em tuas mãos entrego o meu Espírito!”. Neste dia, não se celebra a Santa Missa.

Tríduo Pascal - Sexta-feira Santa

VIA-SACRA DOS INOCENTES

Você sabia que:

O título de Cardeal foi reconhecido por primeira vez durante o pontificado de Silvestre I (314-335). O termo vem da palavra latina cardo, que significa "dobradiça".

Podcast - Ouça a história do santo do dia

Podcast

Podcast - Ouça a Homilia do Evangelho do dia

Podcast

Homilia do dia

Joao 18,1-19,42

Homilia
Data
03/29/13
03/28/13
03/27/13

Podcast - Ouça o Evangelho do Dia

Podcast

Evangelho do dia

Joao 18,1-19,42

Evangelho
Data
03/29/13
03/28/13
03/27/13

Terço da Fé

Terço de Cura e Libertação - VÍDEO

TERÇO DA DIVINA PROVIDÊNCIA

NOVENA DA MISERICÓRDIA - COMEÇA HOJE SEXTA-FEIRA SANTA



NOVENA DA MISERICÓRDIA

Em cada dia da novena, conduzirás ao Meu coração um grupo diferente de almas

"Em cada dia da novena, conduzirás ao Meu coração um grupo diferente de almas, e as mergulharás no oceano da minha Misericórdia. Eu conduzirei todas as almas à casa do meu Pai... Por minha parte, nada negarei a nenhuma daquelas almas que tu conduzirás à fonte da minha Misericórdia. Cada dia pedirás a meu Pai, pela minha amarga Paixão, graças para essas almas."A Novena é rezada junto com o Terço da Divina misericórdia.
Primeiro dia
Hoje traze-me a humanidade inteira, especialmente todos os pecadores e mergulha-os no oceano da minha Misericórdia. Com isso Me consolarás na amarga tristeza em que Me afunda a perda das almas.
Misericordiosíssimo Jesus, de quem é próprio ter compaixão de nós e nos perdoar, não olheis os nossos pecados, mas a confiança que depositamos em Vossa infinita bondade. Acolhei-nos na mansão do vosso compassivo Coração e nunca nos deixeis sair dele. Nós vo-lo pedimos pelo amor que Vos une ao Pai e ao Espírito Santo.
Eterno Pai, olhai com misericórdia para toda humanidade, encerrada no Coração compassivo de Jesus, mas especialmente para os pobres pecadores. Pela Sua dolorosa Paixão, mostrai-nos a Vossa Misericórdia, para que glorifiquemos a onipotência da Vossa Misericórdia, por toda a eternidade.Amém.

Segundo dia
Hoje traze-Me as almas dos sacerdotes e religiosos e mergulha-as na minha insondável Misericórdia. Elas Me deram força para suportar a amarga Paixão. Por elas, como por canais, corre para a humanidade a minha Misericórdia.
Misericordiosíssimo Jesus, de quem provém tudo que é bom, aumentai em nós a graça, para que pratiquemos dignas obras de misericórdia, a fim de que aqueles que olham para nós, glorifiquem o Pai da Misericórdia que está no Céu.
Eterno Pai, dirigi o olhar da vossa Misericórdia para a porção eleita da vossa vinha: para as almas dos sacerdotes e religiosos. Concedei-lhes o poder da vossa bênção e, pelos sentimentos do Coração de vosso Filho, no qual estão encerradas, dai-lhes a força da vossa luz, para que possam guiar os outros nos caminhos da salvação e juntamente com eles cantar a glória da vossa insondável Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.


Terceiro dia

Hoje traze-Me todas as almas piedosas e fiéis e mergulha-as no oceano da minha Misericórdia. Estas almas consolaram-Me na Via-sacra; foram aquela gota de consolações em meio ao mar de amarguras.
Misericordiosíssimo Jesus, que concedeis prodigamente a todas as graças do tesouro da vossa Misericórdia, acolhei-nos na mansão do vosso compassivo Coração e não nos deixeis sair dele pelos séculos; suplicamo-Vos pelo amor inconcebível de que está inflamado o vosso Coração para com o Pai Celestial.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas fiéis, como a herança do vosso Filho. Pela sua dolorosa Paixão concedei-lhes a vossa bênção e cercai-as da vossa incessante proteção, para que não percam o amor e o tesouro da santa fé, mas com toda a multidão dos Anjos e dos Santos glorifiquem a vossa imensa Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.


Quarto dia

Hoje traze-Me os pagãos e aqueles que ainda não Me conhecem e nos quais pensei na minha amarga Paixão. O seu futuro zelo consolou o meu Coração. Mergulha-os no mar da minha Misericórdia.
Misericordiosíssimo Jesus, que sois a luz de todo o mundo, aceitai na mansão do vosso compassivo Coração as almas dos pagãos que ainda não Vos conhecem. Que os raios da vossa graça os iluminem para que também eles, juntamente conosco, glorifiquem as maravilhas da vossa Misericórdia e não os deixeis sair da mansão do vosso compassivo Coração.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas dos pagãos e daqueles que ainda não Vos conhecem e que estão encerrados no Coração compassivo de Jesus. Atraí-as à luz do Evangelho. Essas almas não sabem que grande felicidade é amar-Vos. Fazei com que também elas glorifiquem a riqueza da vossa Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.


Quinto dia

Hoje traze-Me as almas dos Cristãos separados da Unidade da Igreja e mergulha-as no mar da minha Misericórdia. Na minha amarga Paixão dilaceravam o meu Corpo e o meu Coração, isto é, a minha Igreja. Quando voltam à unidade da Igreja, cicatrizam-se as minhas Chagas e dessa maneira eles aliviam a minha Paixão.
Misericordiosíssimo Jesus que sois a própria Bondade, Vós não negais a luz àqueles que Vos pedem, aceitai na mansão do vosso compassivo Coração as almas dos nossos irmãos separados, e atraí-os pela vossa luz à unidade da Igreja e não os deixeis sair da mansão do vosso compassivo Coração, mas fazei com que também eles glorifiquem a riqueza da vossa Misericórdia.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas dos nossos irmãos separados que esbanjaram os vossos bens e abusaram das vossas graças, permanecendo teimosamente nos seus erros. Não olheis para os seus erros, mas para o amor do vosso Filho e para a sua amarga Paixão, que suportou por eles, pois também eles estão encerrados no Coração compassivo de Jesus. Fazei com que também eles glorifiquem a vossa Misericórdia por toda a eternidade. Amém.


Sexto dia

Hoje traze-Me as almas mansas, assim como as almas das criancinhas, e mergulha-as na minha Misericórdia. Estas almas são as mais semelhantes ao meu Coração. Elas reconfortaram-Me na minha amarga Paixão da minha agonia. Eu as vi quais anjos terrestres que futuramente iriam velar junto aos meus altares. Sobre elas derramo torrentes de graças. Só a alma humilde é capaz de aceitar a minha graça; às almas humildes favoreço com a minha confiança.
Misericordiosíssimo Jesus, que dissestes: "Aprendei de Mim que sou manso e humilde de coração", aceitai na mansão do vosso compassivo Coração as almas mansas e humildes e as almas das criancinhas. Estas almas encantam o Céu todo e são a especial predileção do Pai Celestial, são como um ramalhete diante do trono de Deus, com cujo perfume o próprio Deus se deleita. Estas almas têm a mansão permanente no Coração compassivo de Jesus e cantam sem cessar um hino de amor e misericórdia pelos séculos.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas mansas e humildes e para as almas das criancinhas, que estão encerradas na mansão compassiva do Coração de Jesus. Estas almas são as mais semelhantes a vosso Filho; o perfume destas almas eleva-se da Terra e alcança o vosso trono. Pai de Misericórdia e de toda bondade, suplico-Vos pelo amor e predileção que tendes para com estas almas, abençoai o mundo todo, para que todas as almas cantem juntamente a glória à vossa Misericórdia, por toda a eternidade. Amém.


Sétimo dia

Hoje traze-Me as almas que veneram e glorificam de maneira especial a minha Misericórdia e mergulha-as na minha Misericórdia. Estas almas foram as que mais sofreram por causa da minha Paixão e penetraram mais profundamente no meu espírito. Elas são a imagem viva do meu Coração compassivo. Estas almas brilharão com especial fulgor na vida futura. Nenhuma delas irá ao fogo do Inferno; defenderei cada uma delas de maneira especial na hora da morte.
Misericordiosíssimo Jesus, cujo Coração é o próprio amor, aceitai na mansão do vosso compassivo Coração as almas que honram a glorificam de maneira especial a grandeza da vossa Misericórdia. Estas almas tornadas poderosas pela força do próprio Deus, avançam entre penas e adversidades, confiando na vossa Misericórdia. Estas almas estão unidas com Jesus e carregam sobre os seus ombros a humanidade toda. Elas não serão julgadas severamente, mas a vossa Misericórdia as envolverá no momento da morte.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas que glorificam e honram o vosso maior atributo, isto é, a vossa inescrutável Misericórdia; elas estão encerradas no Coração compassivo de Jesus. Estas almas são o Evangelho vivo e as suas mãos estão cheias de obras de misericórdia; suas almas repletas de alegria cantam um hino de misericórdia ao Altíssimo. Suplico-Vos, ó Deus, mostrai-lhes a vossa Misericórdia segundo a esperança e confiança que em Vós colocaram. Que se cumpra nelas a promessa de Jesus, que disse: "As almas que veneram a minha insondável Misericórdia, Eu mesmo as defenderei durante a vida, especialmente na hora da morte, como minha glória." Amém.


Oitavo dia

Hoje traze-Me as almas que se encontram na prisão do Purgatório e mergulha-as no abismo da minha Misericórdia; que as torrentes do meu Sangue refresquem o seu ardor. Todas estas almas são muito amadas por Mim, pagam as dívidas à minha Justiça. Está em teu alcance trazer-lhes alívio. Tira do tesouro da minha Igreja todas as indulgências e oferece-as por elas. Oh, se conhecesses o seu tormento, incessantemente oferecerias por elas a esmolas do espírito e pagarias as suas dívidas à minha Justiça.
Misericordiosíssimo Jesus, que dissestes que quereis misericórdia, eis que estou trazendo à mansão do vosso compassivo Coração as almas do Purgatório, almas que Vos são muito queridas e que no entanto devem dar reparação à vossa Justiça; que as torrentes de Sangue e Água que brotaram do vosso Coração apaguem as chamas do fogo do Purgatório, para que também ali seja glorificado o poder da vossa Misericórdia.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas que sofrem no Purgatório e que estão encerradas no Coração compassivo de Jesus. Suplico-Vos que, pela dolorosa Paixão de Jesus, vosso Filho, e por toda a amargura de que estava inundada a sua Alma santíssima, mostreis vossa Misericórdia às almas que se encontram sob o olhar da vossa Justiça; não olheis para elas de outra forma senão através das Chagas de Jesus, vosso Filho muito amado, porque nós cremos que a vossa bondade e Misericórdia são incomensuráveis. Amém.


Nono dia

Hoje traze-Me as almas tíbias e mergulha-as no abismo da minha Misericórdia. Estas almas ferem mais dolorosamente o meu Coração. Foi da alma tíbia que a minha Alma sentiu repugnância no Horto. Elas levaram-Me a dizer: Pai afasta de Mim este cálice, se assim for a vossa vontade. Para elas, a última tábua de salvação é recorrer a minha Misericórdia.
Ó compassivo Jesus, que sois a própria Compaixão, trago à mansão do vosso compassivo Coração as almas tíbias; que se aqueçam no fogo do vosso amor puro estas almas geladas, que, semelhantes a cadáveres, Vos enchem de tanta repugnância. Ó Jesus, muito compassivo, usai a onipotência da vossa Misericórdia e atraí-as até ao fogo do vosso amor e concedei-lhes o amor santo, porque Vós tudo podeis.
Eterno Pai, olhai com Misericórdia para as almas tíbias e que estão encerradas no Coração compassivo de Jesus. Pai de Misericórdia, suplico-Vos pela amargura da Paixão do vosso Filho e por sua agonia de três horas na Cruz, permiti que também elas glorifiquem o abismo da vossa Misericórdia... Amém.
http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=3935

TERÇO DA MISERICÓRDIA - VÍDEOS




 


JESUS, EU CONFIO EM VÓS!!!

Oração do Angelus - Padre Antonello - VÍDEO

LITURGIA DAS HORAS

Clique no ícone abaixo
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Oração desta Hora

Terço - Mistérios Dolorosos - Terça-feira e Sexta-Feira.


Terço do Rosário: Mistérios Dolorosos



São Raimundo Lúlio - 29 de Março

São Raimundo Lúlio
NascimentoNo ano de 1233
Local nascimentoMallorca (Espanha)
OrdemFranciscana
Local vidaMallorca
EspiritualidadeFundador de um colégio de línguas orientais para formar apóstolos, aos 30 anos trocou a vida da corte para dedicar-se à contemplação, ao estudo e a uma ativa peregrinação pela Europa, Ásia e África, na finalidade de evangelizar através de sua Arte Magna que visava esclarecer à racionalidade do dogma cristão que supera a todas as objeções opostas, através da metafísica, Recebeu acolhimento dos franciscanos, passando a pertencer a Ordem Terceira, em 1295. Porém grande foi sua decepção quando em Paris sua Arte Magna não foi aceita e nem compreendida. Passou então a escrever sobre o amor. Mostrando-se um Lúlio místico conseguiu total sucesso em suas publicações, sendo a principal delas, "Árvore de Filosofia de Amor". Outro foi "O Cântico do Amigo e do Amado", outra das jóias da literatura universal. No "Livro da Contemplação" também de sua autoria destacava-se estas frases: "Bem-aventurados são, Senhor, aqueles que neste mundo se vestem de cor vermelha e de vestiduras rubras, semelhantes as que vestistes no dia de Vossa morte. Esta bem-aventurança e essa graça espera vosso servo, todos os dias, em Vós".
Local morteMallorca
MorteNo ano 1316, aos 73 anos de idade
Fonte informaçãoSanto nosso de cada dia, rogai por nós!
DevoçãoAo amor
PadroeiroDos filósofos
Outros Santos do diaSão Jonas, São Baraquísio, São Eustácio, São Segundo, São Acácio, Nertoldo, Cirilo, Vitorino, Armogastes, Máscula e Saturto, Eustário, Simplício e Constantino.
FONTE: ASJ

São José de Arimatéia - 29 de Março

São José de Arimatéia

Hoje, lembramos SÃO JOSÉ DE ARIMATÉIA. Foi contemporâneo de Jesus, na Palestina. Após a crucifixão de Cristo, ele não teve medo de dirigir-se ao governador Pôncio Pilatos, pedindo-lhe corajosamente o corpo de Jesus, para dar-lhe honrosa sepultura.
Ajudado por Nicodemos - outro seguidor de Jesus - teve nesse instante a coragem de despregar Cristo da Cruz, publicamente, no alto da montanha, diante dos adversários do Evangelho. Fê-lo, evidentemente, pondo em risco sua posição e reputação, numa hora bem crítica! Quem de nós teria a mesma coragem?
A Paixão de Cristo transforma-se na força dos seus discípulos, para as grandes horas da vida.

Santos Jonas e Barachiso - 29 de Março

Santos Jonas e Barachiso
Século IV
A narrativa do martírio sofrido pelos irmãos cristãos, Jonas e Barachiso, persas da cidade de Beth-Asa, em 327, é uma das páginas mais violentas do sofrimento católico. Entretanto, a descrição das torturas infligidas aos irmãos foi registrada por um pagão, o comandante da cavalaria do mandante imperador sanguinário.

São Segundo de Asti - 29 de Março

São Segundo de Asti
+119
Segundo era um soldado pagão, filho de nobres, nascido em Asti, norte da Itália, no final do século I e profundo admirador dos mártires cristãos, que o intrigavam pelo heroísmo e pela fé em Cristo. Chegava a visitá-los nos cárceres de Asti, conversando muito com todos, quantos pudesse. Consta dos registros da Igreja, que foi assim que tomou conhecimento da Palavra de Cristo, aprendendo especialmente com o mártir Calógero de Bréscia, com o qual se identificou, procurando-o para conversar inúmeras vezes.

São Constantino - 29 de Março



São Constantino, anunciava o nome de Jesus na Inglaterra

Era pagão, converteu-se ao Cristianismo e assumiu seriamente o chamado à santidade
Rei de uma região da Inglaterra, casou-se, mas não assumiu seriamente esta aliança, tanto que deixou a esposa para se dedicar às guerras militares. Nesta aventura de poder e fama, ele – como São Paulo - 'caiu do cavalo'. Era pagão, converteu-se ao Cristianismo e assumiu seriamente o chamado à santidade.

HOMÍLIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 29/03/2013

29 de Março de 2013

Ano C

 

João 18,1—19,42

Comentário

Nosso olhar no olhar de Jesus

Já o dissemos acerca do Domingo de Ramos e da paixão do Senhor e, aqui, reiteramos com veemência: as palavras devem ceder lugar à contemplação silenciosa. Foi por nós, para a nossa salvação, que o Senhor sofreu a paixão e aceitou ser pregado na cruz. É preciso permitir que o nosso olhar seja encontrado pelo olhar do Senhor, que por amor à nossa humanidade sofre a paixão e morre pendurado na madeira. Que esse encontro profundo nos transforme. Diante do Cristo crucificado, perguntemo-nos: “O que fiz? O que faço? O que farei por Cristo?” (Santo Inácio de Loyola).

Carlos Alberto Contieri, sj

Oração
Pai, confirma minha condição de discípulo do Reino instaurado por Jesus na história humana, fazendo-me acreditar sempre mais na força da justiça e do amor.

Vivendo a Palavra

Jesus de Nazaré – humano como nós – depois de passar a vida fazendo o bem, sofre condenação injusta, é duramente martirizado, morre crucificado e nos convida a segui-lo em seu caminho de Filhos muito amados do seu Pai. Assim, com Ele, ressuscitaremos para a glória do Reino do Céu.

Reflexão


Conhecer Jesus significa conhecer também o mistério da cruz e a grande mensagem que esse mistério nos traz: Deus amou tanto o mundo que lhe enviou seu Filho Unigênito, não para condenar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele, e ele derramou o seu próprio sangue derramado na cruz, fazendo-se oferenda perfeita para expiação dos nossos pecados. Conhecer Jesus através do mistério da cruz significa tornar-se capaz de fazer-se também oferenda a Deus, amando até o fim, tornar-se uma perfeita oblação a Deus pela salvação da humanidade e, hoje, tornar-se oblação é antes de tudo tornar-se um missionário da vitória do Cristo sobre o pecado e a morte.

PAIXÃO DO SENHOR - DIA DE JEJUM E ABSTINÊNCIA



COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

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1. A Semente plantada em um jardim, tornará  realidade o Sonho de Deus
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Além de ótimo Teólogo, São João Evangelista era também poeta, aliás, o amigo Alex, professor de Teologia Moral sempre diz que Poesia e Teologia tem tudo a ver, com certeza porque ambas falam ao coração. Neste evangelho da Paixão do Senhor, João remonta ao Jardim do Eden onde começou o desígnio de Deus a respeito do homem, Deus plantou a humilde semente chamada Adão, como na parábola dos vinhateiros cuidou dela com todo amor e carinho, colocou em seu redor a melhor terra, protegeu-a com muros, fez uma torre de Vigia, preparou um lagar onde essa uva de primeira qualidade se tornaria o vinho inebriante e inigualável das Bodas de Caná, mas a uva ali produzida, em vez de doce tornou-se amarga... Como um lavrador sábio e paciente Deus se recolheu a seu canto, aparentemente abandonando a plantação que foi invadida e pisoteada pelos animais. Entretanto Deus esperou o tempo oportuno para de novo plantar a semente e esse tempo da plenitude chegou, com a encarnação do seu próprio Filho Jesus Cristo.

O evangelho de hoje, contrapõe tristeza e alegria, derrota  e gloria ,  tragédia pleno êxito, João conta os fatos as avessas,olhando precisamente com os olhos de Deus. podemos ilustrar a reflexão dizendo que João  se comporta como aquela mãe, que sentada em sua cadeira preferida faz paciente o seu bordado á mão, nós homens somos como a criança que olha por baixo e vendo o bordado as avessas não entende como a mãe se dedica a um trabalho que não tem nada de bonito.

Que pode haver de belo nessa narrativa da paixão do Senhor, em uma ceia marcada por momentos de tensão, a traição de Judas, o anuncio da negação de Pedro, a prisão de Jesus no Horto das Oliveiras, as falsas testemunhas diante do Sumo Sacerdote, e finalmente a sua caminhada até Pilatos de onde saiu açoitado, massacrado, com a cruz aos ombros até o alto do morro onde iria ser pregado no madeiro, e padecer um a morte horrível, vergonhosa e humilhante?????  

A Cristologia de João é alta e ele vê assim, de cima para baixo, e enxerga a beleza do amor de Deus manifestado plenamente em Jesus Cristo, que refaz em si Adão e nós todos, iniciando a nova criação, não mais subordinada ao Mal mas livre para tomar decisão,  contrária as forças do mal... 

No Jardim da torrente de Cedron tem início a tragédia e o inicio de uma Vitória definitiva, ao mesmo tempo, quando Judas vem até o Mestre acompanhado de seus inimigos  para prendê-lo. Olhando por baixo do bordado, podemos dizer que o sonho do novo Reino começa ali a se desfazer, porém, nosso irmão João Evangelista não pensa assim, podem reparar na postura de Jesus...

"Consciente de tudo o que iria acontecer, saiu ao encontro deles.... A quem procurais?" Jesus poderia ter pedido ajuda aos discípulos, se esconder para dentro da mata, fazer uma oração forte ao Pai para acabar com os seus perseguidores. Mas não! Livremente vai ao encontro do seu destino, ninguém o prende, Ele se entrega. "Recuaram e caíram por terra..." A liberdade, a decisão e a firmeza que eles vêem em Jesus os surpreende fazendo-os cair por terra. É Jesus quem novamente toma a iniciativa, é ele quem está no controle "A quem procurais?"  e eles responderam "A Jesus de Nazaré!" 

Aqui nota-se como é grande o amor de Jesus pelos seus, não porque intercedeu por eles, para que os soldados o deixassem ir em paz, mas porque deu a cada um deles a liberdade de decidir, de que lado queriam ficar... Pedro queria ficar com Ele, mas do seu modo, armado de uma espada e tentando resolver a situação pela violência. É o pensamento humano da pós-modernidade que Pedro ali representa. Que solução a maioria das pessoas propõe, para resolver o problema da violência nas grandes metrópoles? Exatamente com mais violência, quando a sociedade depara nos noticiários sensacionalistas da TV muitos corpos de marginais mortos na invasão do morro, ou quando há algum massacre em um grande presídio, a população vibra e sente-se de certa forma "vingada". Somos todos da mesma opinião de  Pedro, de que a violência combate a violência. Para nossa decepção Deus não pensa assim pois a atitude de Jesus mandando o velho Pedro guardar a espada, manifesta isso claramente. 

O episódio dramático e trágico tem o seu desfecho em um outro Jardim onde Jesus, pelo gesto piedoso de José de Arimatéia, irá ser sepultado. Agora a mãe terra receberá a semente definitiva do Novo Reino. Os que mataram Jesus pensavam que o estavam esmagando e que tinham acabado com ele de vez, nem imaginavam que apenas colaboravam na semeadura de um Reino que iria superar todos os Reinos do Mundo. José de Arimatéia e Nicodemos é o cristão paciente que ainda crê, apesar da grande tragédia que se abateu sobre eles, e porque creem se dispõe a "plantar a semente" esmagada, triturada, no seio da terra, alimentando no coração a esperança de que algo de novo vai acontecer, a história há de ter um final feliz. 

Que destino aguarda a humanidade? De tragédia em tragédia, e por conta de uma violenta crise de valores e decadência moral, o homem se arrasta para o caos das trevas sem nenhuma luz. Será que Deus abandonou a humanidade? Uma grande maioria, inclusive de cristãos, perderam a esperança e fazem da religião do Cristianismo apenas um consolo para as dores e decepções desta vida, fechando-se em suas comunidades ou grupos, sentindo-se protegidos do terrível mal que aflige a humanidade....José de Arimatéia pensa diferente, ele entra no Palácio de Pilatos porque tem algo a dizer "Vai plantar a semente na profundeza da terra, Pilatos autoriza o sepultamento de Jesus, que mal pode fazer um cadáver ? Tudo o que Jesus representava de ameaça e perigo, contra a Religião Oficial e o Império Romano, agora não mais existia, sobrou de Jesus um corpo rígido, um cadáver cheio de marcas da violência, era preciso mesmo enterrá-lo para tirá-lo dos pensamentos, do coração e da consciência. Morto e enterrado!

Hoje os poderosos que também manipulam, enganam, mentem, massacram e oprimem, fizeram a sua opção por um Cristo morto, preso nas igrejas, e que não incomoda a ninguém, um Cristo impotente para influenciar o homem em suas decisões pelo Bem, uma lembrança de alguém que tornou-se célebre para toda humanidade, mas que já passou....

A postura firme de Jesus diante dos seus inquisidores, a sua determinação em levar adiante a missão que o Pai lhe confiou, a sua firmeza diante dos poderosos desse mundo, e o seu despojamento para Servir a todos, resgatando todos os homens das garras do mal, deve servir nessa sexta feira como um grito de incentivo e alerta para nossas comunidades. Em meio a tanto desânimo e falta de esperança, entre tantos corações que perderam a capacidade de sonhar, precisamos nos arriscar como José de Arimatéia e transformar tantos enterros em semeaduras, confiantes de que a Vida é mais forte que a morte, e de que em cada tragédia a Vida se refaz e o Reino sem torna mais forte e indestrutível, os homens não conseguirão impedir que o Sonho de Deus se torne realidade, esta é a grande lição dessa Sexta Feira Santa, para todos nós.

2. ........................
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Carlos Alberto Contieri, sj - e disponibilizado no Portal Paulinas)
..............................

3. O REI ULTRAJADO
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total a cada mês).

A paixão revelou a dignidade real de Jesus, embora, tenha havido uma radical contradição entre a interpretação de Jesus e a dos seus inimigos e algozes. 

Ao ser interrogado por Pilatos, Jesus respondeu: "Eu sou rei", depois de fazer a autoridade romana concluir, por si mesma: "Tu o dizes!" 

A soldadesca insana ultrajou Jesus, servindo-se de mímicas burlescas próprias de uma investidura real: colocaram-lhe uma coroa de espinhos na cabeça, vestiram-no com um manto de púrpura. A seguir, prostraram-se, ironicamente, diante dele, saudando-o como rei dos judeus. 

Por ordem de Pilatos, foi preparada uma inscrição, em três línguas, para ser afixada sobre a cabeça de Jesus, indicando a causa da condenação: "Jesus nazareno, rei dos judeus". Alertado a mudar o teor da inscrição, Pilatos apelou para a sua autoridade: "O que escrevi, está escrito". O evangelista observa que muitos judeus leram a inscrição, por ter sido Jesus crucificado perto da cidade. 

O Mestre, porém, tinha consciência de que seu Reino não era deste mundo, e estava estruturado de maneira diferente. Fundava-se na fraternidade, na justiça, na partilha, no perdão reconciliador. Os reinos deste mundo não serviam de modelo para Jesus fazer os discípulos entenderem o que se passava com o seu Reino. Por conseguinte, nem Pilatos nem os judeus tinham condições de compreender em que sentido Jesus era rei.
Oração
Pai, confirma minha condição de discípulo do Reino instaurado por Jesus na história humana, fazendo-me acreditar sempre mais na força da justiça e do amor.

Jesus deu-se inteiramente a cada um de nós

Postado por: homilia

março 29th, 2013


Irmãos e irmãs, a cada ano somos convidados a acompanhar Jesus na Sua entrada em Jerusalém, quando se entrega  inteiramente a nós. Ele deu tudo, até o inimaginável, como podemos deduzir das palavras de Santo Agostinho: «Quem pode duvidar que Ele dará a vida aos Seus fiéis, quando já lhes deu até a Sua morte?» De fato, este é Jesus Cristo: doação em totalidade, ou seja, como Deus-Homem, entregou-se por amor ao Pai e a nós, no Espírito Santo!
Assim, a Igreja nos convida a seguir os passos de Jesus e entrarmos com Ele no Mistério do Amor Pascal. Com Ele também “entraremos” no Palácio de Pilatos, onde Cristo revelará uma verdade que precisa encontrar, a cada ano, uma resposta cada vez mais profunda, seja no âmbito pessoal, familiar, comunitário e social: «Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz» (Jo 18,37).
E diante da resposta de Pilatos: «O que é a verdade ?» (v. 38), lembro-me do filme “ A Paixão de Cristo” (dirigido por Mel Gibson), recomendadíssimo para este tempo também, o qual parece estar separado o seu roteiro ou argumento em duas partes: uma antes e outra a seguir à referida pergunta de Pilatos. Sendo que a segunda parte todo o filme tenta responder o que Jesus revelou como Verdade, a qual somente pode ser vinculada ao Amor. Ao meu ver, isso conseguiu estar em conformidade com a teologia joanina.
Retornando ao Manancial do Amor e da Verdade, percebemos, na Bíblia, que o processo de escuta está intimamente ligado à fé e ao ato de obediência. Aquela fé obediente que faltou a Pedro, o qual negou Jesus por medo do sofrimento; faltou também a Judas Iscariótes, que agiu como um descrente, ambicioso e desobediente, a ponto de trair o Senhor e sua vocação de apóstolo de forma premeditada (cf. Lc 14,10-11), mudando o sentido real de um beijo amigável: «Na frente, vinha um dos doze, chamado Judas, que se aproximou de Jesus para beijá-lo. Jesus lhe disse: “Judas, com beijo tu entregas o Filho do Homem?» (Lc 22, 47-48).
Assim, no mistério da Paixão do Senhor, os gestos a favor ou contra adquirem uma nova densidade, na qual os gestos completam e traduzem as palavras, sejam elas de vida ou de morte! Em nome de uma comunicação que esteve a serviço da prisão, sofrimentos, catástrofes, preconceitos, desequilíbrios, julgamento injusto, castigo cruel e morte do Inocente enviado pelo Pai das Misericórdias, estiveram os nossos pecados. Pois todo o mal de todos os tempos, lugares e povos recaíram sobre Ele, como já havia profetizado Isaías, quando ao Servo Sofredor: «Era o mais desprezado e abandonado de todos, homem do sofrimento, experimentado na dor, indivíduo de quem a gente desvia o olhar, repelente, dele nem tomamos conhecimento. Eram, na verdade, os nossos sofrimentos que ele carregava, eram as nossas dores que levava às costas. E nós achávamos que ele era um castigado, alguém por Deus ferido e massacrado. Mas estava sendo traspassado por causa de nossas rebeldias, estava sendo esmagado por nossos pecados. O castigo que teríamos de pagar caiu sobre Ele, com os Seus ferimentos veio a cura para nós» (cf. Is 53, 3-5).
De fato, o Bom Pastor, para ser o “Cordeiro que tiraria o pecado do nosso mundo” (cf. Jo 1,29), sujeitou-se a fazer-se até pecado, mas que nós livremente, por fé, esperança e amor, nos sujeitássemos à vontade salvífica e libertadora do amor e da verdade que libertam e transformam, como deu a entender o teólogo São Paulo: «Aquele que não cometeu pecado, Deus o fez pecado por nós, para que nele nos tornemos justiça de Deus»(2Cor 5,21).
Assim, pelos Seus méritos, um dia poderemos conhecer o cumprimento escatológico das promessas que, somente em Céus Novos e uma Terra Nova, serão verdadeiramente captadas por quem aqui viveu a força do amor de Deus: Mas como está escrito, “o que Deus preparou para os que o amam é algo que os olhos jamais viram, nem os ouvidos ouviram, nem coração algum jamais pressentiu» (1Cor 2,9).
Por isso, neste tempo propício de graça e dentro do Ano da Fé, podemos nos deixar abraçar pelo Amor de Cristo, o qual, segundo uma antiga canção, no auge de Sua Revelação pouco precisou falar: “Foi no Calvário que Ele, sem falar, mostrou ao mundo inteiro o que é amar…”.
O Papa emérito Bento XVI já havia apontado para esta realidade, capaz de gerar cristãos discípulos e missionários do Amor e da Verdade: «Na descoberta diária do seu amor, ganha força e vigor o compromisso missionário dos crentes, que jamais pode faltar. Com efeito, a fé cresce quando é vivida como experiência de um amor recebido e é comunicada como experiência de graça e de alegria» (BENTO XVI, Porta Fidei, nº 7).
Santa Páscoa a todos! Feito de amor e verdade!
Padre Fernando Santamaria – Comunidade Canção Nova
LEITURA ORANTE

Jo 18,1-19,42 - Paixão e morte de Jesus



Com todos os internautas e os cristãos de todos os tempos,
coloco-me diante da cruz de Jesus Cristo e rezo:
- Nós vos adoramos, ó Cristo e vos bendizemos
- Porque pela vossa santa cruz salvastes o mundo.

1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto?
Leio, na minha Bíblia: Jo 18,1-19,42 

Depois de fazer essa oração, Jesus saiu com os discípulos e foi para o outro lado do riacho de Cedrom. Havia ali um jardim, onde Jesus entrou com eles. Judas, o traidor, conhecia aquele lugar porque Jesus tinha se reunido muitas vezes ali com os discípulos. Então Judas foi ao jardim com um grupo de soldados e alguns guardas do Templo mandados pelos chefes dos sacerdotes e pelos fariseus. Eles estavam armados e levavam lanternas e tochas. Jesus sabia de tudo o que lhe ia acontecer. Por isso caminhou Simão Pedro foi seguindo Jesus, junto com outro discípulo. Esse discípulo era conhecido do Grande Sacerdote e por isso conseguiu entrar no pátio da casa dele junto com Jesus. Mas Pedro ficou do lado de fora, perto da porta. O outro discípulo, que era conhecido do Grande Sacerdote, saiu e falou com a empregada que tomava conta da porta. Então ela deixou Pedro entrar e lhe perguntou: 
- Você não é um dos seguidores daquele homem? 
- Eu, não! - respondeu ele. 
Por causa do frio, os empregados e os guardas tinham feito uma fogueira e estavam se aquecendo de pé, em volta dela. Pedro estava de pé, no meio deles, aquecendo-se também. 
O Grande Sacerdote fez algumas perguntas a Jesus a respeito dos seus seguidores e dos seus ensinamentos. Continuo a leitura na minha Bíblia.

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje? 
Quem são os condenados injustamente? 
Quem carrega uma grande e pesada cruz no mundo de hoje? 
Quem são os crucificados na nossa sociedade? 

Os bispos, em aparecida, disseram: "Na história do amor trinitário, Jesus de Nazaré, homem como nós e Deus conosco, morto e ressuscitado, nos é dado como Caminho, Verdade e Vida. No encontro de fé com o inaudito realismo de sua Encarnação, podemos ouvir, ver com nossos olhos, contemplar e tocar com nossas mãos a Palavra de vida (cf. 1 Jo 1,1), experimentamos que "o próprio Deus vai atrás da ovelha perdida, a humanidade doente e extraviada. Quando em suas parábolas Jesus fala do pastor que vai atrás da ovelha desgarrada, da mulher que procura a dracma, do pai que sai ao encontro de seu filho pródigo e o abraça, não se trata só de meras palavras, mas da explicação de seu próprio ser e agir"136. Esta prova definitiva de amor tem o caráter de um esvaziamento radical (kenosis), porque Cristo "se humilhou a si mesmo  fazendo-se obediente até a morte e morte de cruz" (Fl 2,8).  " (DAp 242)

3. Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus? 
Rezo com toda a Igreja, a 
VIA-SACRA 
1. Jesus é condenado à morte por Pilatos (Mt 27,26) 
A cada estação, faço um momento de silêncio e depois rezo: 
Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós. 2. Jesus carrega a sua Cruz (Mt 27,31) 
3. Jesus cai pela primeira vez 
4. Jesus encontra a sua Mãe 
5. Jesus recebe ajuda de Simão para carregar a Cruz (Mt 27.32) 
6. Verônica enxuga o rosto de Jesus 
7. Jesus cai pela segunda vez sob o peso da Cruz 
8. Jesus fala às mulheres de Jerusalém (Lc 23,27) 
9. Jesus cai pela terceira vez sob o peso da Cruz 
10. Jesus é despojado de suas vestes (Mt 27,35) 
11. Jesus é pregado na Cruz 
12. Jesus morre na Cruz (Mt 27,50) 
13. Jesus é descido da Cruz (Mt 27,59) 
14. Jesus é sepultado (Mt 27,60) 
15. Jesus ressuscitou (Mt 28,5). 
Termino, rezando por todas as pessoas que sofrem: 
Senhor, não te peço que me troques a cruz. 
Ajuda-me a carregá-la. 
Não te peço que me encurtes o caminho. 
Peço-te que venhas comigo. 
Não te peço que me troques a água em vinho. 
Dá-me de beber o que for do teu agrado. 
Não te peço que me troques a cruz. 
Ajuda-me a carregá-la. 
Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós. 
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. 

4. Contemplação (Vida)
Vou ter um olhar de compaixão para com as pessoas que sofrem e ajudar, como Cireneu, os que caem.
Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém. 
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém. 
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém. 
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém!

Ir. Patrícia Silva, fsp

Oração Final
Pai Santo, que o teu Espírito nos faça compreender que a morte é o caminho necessário para a Ressurreição. E que nós vivamos cheios de esperança as dores inevitáveis desta vida, na certeza de elas fazem parte do caminho que nos leva ao teu abraço paterno e definitivo. Por Jesus, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo.