sexta-feira, 22 de março de 2013

ELE PODERIA JAMAIS DEIXAR SEU TRONO DE REI, MAS SE FEZ UM DE NÓS PARA NOS DAR A LUZ. FOI O SEU IMENSURÁVEL AMOR, AGORA EU SEI, E NÃO OS PREGOS QUE O SEGURARAM NA CRUZ!

Você sabia que:

O Alfa e o Ômega são a primeira e última letras do alfabeto grego e se utilizam para simbolizar a eternidade de Deus e a divindade de Cristo, princípio e fim.

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Joao 11,45-57

Homilia
Data
03/23/13
03/22/13
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Joao 11,45-57

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Data
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Terço da Fé

Terço de Cura e Libertação - VÍDEO

TERÇO DA DIVINA PROVIDÊNCIA

Terço da Divina Misericórdia Meditado





JESUS, EU CONFIO EM VÓS!!!

Oração do Angelus - Padre Antonello - VÍDEO

LITURGIA DAS HORAS

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Oração desta Hora

Terço - Mistério Gozosos - Segunda-Feira e Sábado.


Terço do Rosário: Mistérios Gozosos   


 

Santa Rafka (Rebeca) - 23 de Março

Santa Rafka (Rebeca)
1832-1914
No dia 20 de junho de 1832, na cidade de Himlaya, Líbano, nasceu a menina Boutroussyeh, que em português significa: Pedrinha. Quando se tornou religiosa adotou o nome de Rafka, ou Rebeca que era o nome de sua mãe, falecida quando ela tinha sete anos.

São Turíbio de Mongrovejo - 23 de Março




De origem espanhola, nasceu no ano de 1538. Cresceu muito bem educado dentro de uma formação cristã e humana, estudou Direito e prestou muitos serviços nessa área, sempre buscando dar testemunho cristão no ambiente em que se encontrava.
Turíbio ajudou até o rei Felipe, mas o chamado à vida dedicada ao Senhor, dentro do ministério sacerdotal, falou mais forte. Renunciou à sua profissão e, como sacerdote, foi escolhido bispo e enviado ao Peru. Era um homem apostólico.
Deparou-se com muitas injustiças: indígenas oprimidos, pobres abandonados. Então ele, no anúncio e na denúncia, passou a ser respeitado e ouvido por muitos.
Sem interesses e sem comungar com o poder opressor, ele deixou um marco para toda a América: de que o mundo precisa de santos, e isso só é possível na misericórdia, no amor, na verdade, no anúncio e na coragem de denunciar.
Depois de uma grave enfermidade, faleceu em 1606.
São Turíbio, rogai por nós!
http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?mes=3&dia=23&id=74

São Turíbio de Mongrovejo

SãoTuríbio de Mongrovejo
1538-1606
Turíbio Alfonso de Mongrovejo nasceu na cidade de Majorca de Campos, Leon, na Espanha, em 1538, no seio de uma família nobre e rica. Estudou em Valadolid, Salamanca e Santiago de Compostela, licenciado em direito e foi membro da Inquisição. Sua vida era pautada pela honestidade e lisura, mas, jamais poderia suspeitar que Deus o chamaria para um grande ministério. Quando então foi nomeado Arcebispo para a América espanhola, pelo Papa Gregório XIII, atendendo um pedido do rei Felipe II, da Espanha, que tinha muita estima por Turíbio.
O mais curioso é que ele teve de receber uma a uma todas as ordens de uma só vez até finalizar com a do sacerdócio, para em 1580, ser consagrado Arcebispo da Cidade dos Reis, chamada depois Lima, atual capital do Peru, aos quarenta anos de idade. Isso ocorreu porque apesar de ser tonsurado, isto é, ter o cabelo cortado como os padres, ainda não pertencia ao clero. E, foi assim que surgiu um dos maiores apóstolos da Igreja, muitas vezes comparado a Santo Ambrósio.
Chegando à América espanhola em 1581, ficou espantado com a miséria espiritual e material em que viviam os índios. Aprendeu sua língua e passou a defendê-los contra os colonizadores, que os exploravam e maltratavam. Era venerado pelos fiéis e considerado um defensor enérgico da justiça, diante dos opressores.
Apoiado pela população, organizou as comunidades de sua diocese e depois reuniu assembléias e sínodos, convocando todos os habitantes para a evangelização. Sob sua direção, foram realizados dez concílios diocesanos e os três provinciais que formaram a estrutura legal da Igreja da América espanhola até o século XX. Inclusive, o Sínodo Provincial de Lima, em 1582, foi comparado ao célebre Concílio de Trento. Conta-se que neste sínodo, com fina ironia, Turíbio desafiou os espanhóis, que se consideravam tão inteligentes, a aprenderem uma nova língua, a dos índios.
Quando enviou um relatório ao rei Felipe II, em 1594, dava conta de que havia percorrido quinze mil quilômetros e administrado o sacramento da crisma a sessenta mil fiéis. Aliás, teve o privilégio e a graça de crismar três peruanos, que depois se tornaram santos da Igreja: Rosa de Lima, Francisco Solano e Martinho de Porres.
Turíbio fundou o primeiro seminário das Américas e pouco antes de morrer doou suas roupas, inclusive as do próprio corpo, aos pobres e aos que o serviram, gesto, que revelou o conteúdo de toda sua vida. Faleceu no dia 23 de março de 1606, na pequena cidade de Sanã, Peru. Foi canonizado em 1726, pelo Papa Bento XIII, que declarou São Turíbio de Mongrovejo "apóstolo e padroeiro do Peru", para ser celebrado no dia do seu trânsito.
http://diafeliz.paulinas.com.br/diafeliz/?system=santo&id=85

São Turíbio de Mongrovejo

Até os quarenta e dois anos, a carreira de Turíbio (1538-1606) poderia dezer-se que era normal, sob todos os aspectos. Com um tio cônego (tonsurado para poder gozar uma pensão eclesiástica, mas sem receber ordens, como então era corrente), que o protegia, estudara em várias universidades e preparava, em Oviedo, o doutorado em direito. Também ele recebera a tonsura, sem passar, porém mais adiante no serviço da Igreja: estava assim já preparado para ingressar naquela incipiente burocracia de "letrados", a que dera origem a centralização do Estado moderno.
Seguindo o processo normal das coisas, recebeu uma nomeação para o Santo Ofício em Granada. Sua vida particular distinguia-se pela limpeza, mais não parece ter excedido nunca o simplesmente honesto. Nada poderia fazer suspeitar até então o santo e o grande fundador de igrejas.
Mas a indicação de seu nome, por Filipe II, para arcebispo de Lima, deu uma dimensão totalmente nova à sua vida; evoca, em certos aspectos, a transformação que a nomeação para arcebispo de Cantorbery operou em Beckett.
Recebeu uma por uma todas as ordens, com a idade de quarenta e um anos, e a partir deste momento nasce um dos maiores apóstolos da história da Igreja. Calcula-se que percorreu a pé, ou a cavalo, mais de 40 mil quilômetros, visitando até os últimos lugarejos de sua diocese, nunca das geografias mais difíceis do mundo, desde as quebradas com neve perpétua dos Andes, até os desertos tórridos do Pacífico. Segundo seus próprios cálculos, teria administrado pessoalmente o sacramento da confirmação a noventa mil pessoas.
Como chefe da principal Igreja da América, dedicou-se, inflexivelmente, a aplicar a reforma de Trento. Isto levou-o a enfrentar-se repetidas vezes com os vice-reis, com o Conselho das Índias e com o próprio rei, imbuídos de idéias regalistas. Não cedeu: os dez concílios diocesanos e os três provinciais que celebrou formaram a estrutura legal da Igreja da América espanhola até o século XX.
Com razão foi chamado "apóstolo do Peru", e "outro Ambrósio".
http://www.catolicanet.com/?system=santododia&action=ver_santos&data=23/03
http://www.acidigital.com/santos/santo.php?n=254
São Turíbio de Mongrovejo
NascimentoNo ano de 1538
Local nascimentoMongrovejo
OrdemDiocesana
Local vidaEspanha
EspiritualidadePodia-se dizer que era um privilegiado: nada lhe faltava material ou familiarmente. Preparava-se para ingressar em Direito. Durante este tempo recebeu a nomeação para o Santo Ofício em Granada, indicado por Felipe II para ser arcebispo de Lima, antes de se tornar padre. Realmente, sua vida distinguia-se pela honestidade, limpeza mas jamais poderia suspeitar que Deus o chamava para um grande ministério. Estava com quarenta e um anos de idade e a partir desse momento nasce um dos maiores apóstolos da história da Igreja. Calcula-se que percorreu a pé ou a cavalo, mais de quarenta mil quilômetros visitando os mais longínquos lugarejos de sua diocese, entre neves dos Andes e desertos tórridos do Pacífico, administrando o sacramento da confirmação a noventa mil pessoas. Como principal chefe da Igreja da América, dedicou-se a aplicar a reforma de Trento, enfrentando a vice-reis e o próprio rei. Os dez Concílios diocesanos e os três provinciais que celebrou formaram a estrutura legal da Igreja da América espanhola. Eis uma de suas frases mais freqüentes: O tempo não é nosso e dele haveremos de dar conta". É conhecido como o apóstolo do Peru. Faleceu em uma quinta-feira santa. Após sua morte os agostinianos tocava ao som da harpa os salmos 116 e 31. Foi canonizado em 1726.
Local mortePeru
Morte23 de março de 1606, aos 68 anos de idade
Fonte informaçãoUm santo para cada dia e webcatolica
OraçãoÓ Deus, que aos vossos pastores associastes São Turíbio de Mogrovejo, animado de ardente caridade e da fé que vence o mundo, daí-nos, por sua intercessão, perseverar na caridade e na fé, para participarmos de sua glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
DevoçãoÀ luta pela causa da Igreja
PadroeiroDo Peru
Outros Santos do diaTuríbio, São Afonso,(arceb); José Oriol, Juliano (confes); Félix, Vitoriano, Flumêncio, Fidélis, Liberato, Dionísio, Nicão, Pelágia, Aquina (mártires); Bento (monge); Lia (veneranda); Dimas, "O bom ladrão".
FONTE: ASJ

HOMÍLIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 23/03/2013

23 de Março de 2013

Ano C

 

João 11,45-56

Comentário do Evangelho

A morte de Jesus é premeditada

O trecho é a sequência do episódio de Lázaro que podemos caracterizar como uma catequese sobre a ressurreição, em cujo centro está a afirmação de Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida” (11,25). É também a conclusão do episódio em que, diante do sinal realizado por Jesus, uns creem, outros condenam.
Nós já temos tido a ocasião de perceber na leitura do evangelho que a morte de Jesus é premeditada.
A solução de Caifás é, podemos dizer, política. A popularidade de Jesus poderia apresentar e suscitar um levante contra o império e a consequente represália a que todo o povo seria vítima.
A observação do narrador é carregada de ironia (vv. 51-52), pois quem, na verdade, congrega na unidade e não permite que as ovelhas se dispersem é o Bom Pastor (Jo 10,11-16).
Carlos Alberto Contieri, sj

http://diafeliz.paulinas.com.br/diafeliz/?system=evangelho&action=busca_result&data=23%2F03%2F2013

Vivendo a Palavra

Os chefes do povo temiam pela preservação do poder, que julgavam ameaçado por aquele homem. Jesus anunciava, com sinais, a novidade da chegada do Reino do Céu, bem diferente da expectativa construída ao longo da história. Ainda hoje, precisamos aceitar a realidade sempre nova do Reino de Deus.
http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/pg05.php

Reflexão

Jesus, caminho, verdade e vida, é condenado à morte antes do seu próprio julgamento. Os sumos sacerdotes e os fariseus não conheceram Jesus, não souberam perceber o tempo em que foram visitados e não descobriram o sentido mais profundo da sua presença na história da humanidade. Quem conhece Jesus, o Deus da Vida, constrói a vida, mas quem não o conhece, mata! Evangelizar significa também apresentar Jesus como o Deus da Vida presente no meio de nós, a fim de que, ao reconhecer essa presença, as pessoas entendam que ser cristão significa ser compromissado com a vida e ser capaz de transformar essa sociedade de morte.
http://www.cnbb.org.br/liturgia/app/user/user/UserView.php?ano=2013&mes=3&dia=23

COMENTÁRIOS DO EVANGELHO


1. Quem tem poder de dar a Vida, é condenado á morte.
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Eu lembrei das nossas comunidades por um instante, ao deparar com esses evangelho, Jesus havia ressuscitado Lázaro, o último sinal no evangelho de João, um grupo de Judeus que ali estava encontraram a Verdade e passaram a crer Nele, mas o outro grupo foi correndo para "botar lenha na fogueira", envenenando os Fariseus, como se dissessem "Olha, se ninguém fizer algo esse homem vai ser Rei,  pois demonstrou uma vez mais o seu poder até sobre a morte".

Em nossas comunidades, quando Deus suscita os carismas nos irmãos e irmãs, que a ele se entregam, também acontece a mesma coisa. Para alguns, esse carisma tão belo e tão útil á comunidade,  é fruto da graça e ao verem o carisma do outro ficam admirados e se enchem de salutar alegria,  louvando e bendizendo ao Bom Deus, outros há porém, que vão levar a notícia do sucesso daquele irmão, a pessoas que não gostam dele, só para semear ainda mais o ódio e a discórdia entre elas.

Os Fariseus levaram o assunto ao Conselho da Comunidade, que naquele tempo chamava-se Sinédrio, e o coordenador do Conselho, que era o Caifás , teve uma ideia para fazer calar a Jesus e acabar com a sua fama.
 Certamente alardeou primeiro as "ameaças" que pesavam sobre a Comunidade Judaica, que estava bem afinada com o poder romano, se Jesus continuasse com aquela fama toda. Um Líder novo que não tinha compromisso nem com os Judeus e nem com os romanos, era muito perigoso aquela altura do campeonato. Então o melhor mesmo era matá-lo, para defender a segurança da nação de Israel.

O que Caifás defendia de unhas e dentes na realidade era o poder religioso e os privilégios e regalias que a sua classe dominante e opressora detinha. E assim, Aquele que era o Senhor da Vida e provara isso ressuscitando a Lázaro, acabara de ser condenado á morte, pelos da sua própria comunidade.

Fico pensando se hoje também, muitas vezes em nossas comunidades cristãs, cometemos esse pecado quando permitimos que se sufoquem novas lideranças, por medo de se perder o cargo ou o ministério que se ocupa. Certamente que sim....e a nova liderança, que poderia trazer ainda mais vida, acaba condenado á morte, desvalorizado e até ridicularizado naquilo que faz...

O Carisma que Jesus oferece aos seus é a própria vida. Nosso carisma é autêntico quando, de alguma forma, o outro cresce e se sente revitalizado com o que fazemos, com o que damos. A fonte dessa Vida que Jesus oferecesse é o amor, capaz de trazer de volta á Vida quem já morreu. Na comunidade temos também nossos "mortos" esperando pela força do nosso amor solidário, para voltarem a ter Fé e Esperança.

2. A morte de Jesus é premeditada
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Carlos Alberto Contieri, sj - e disponibilizado no Portal Paulinas)
VIDE ACIMA
ORAÇÃO
Pai, ajuda-me a compreender, sempre mais profundamente, o caminho para encontrar-me contigo, que Jesus nos ensinou. Livra-me, também, do apego aos esquemas já superados.

3. MUITOS ACREDITARAM EM JESUS
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total a cada mês).

O testemunho de Jesus e a adesão que ele suscitava colocavam em risco a estrutura religiosa de sua época. O contexto religioso de rígido tradicionalismo, de hierarquias e privilégios, de conflitos de facções, de jogos de interesses tornava-se vulnerável diante da postura do Mestre. Não que Jesus fosse respaldado pelo prestígio de uma escola rabínica ou de famílias ou grupos importantes. O perigo consistia no fato de muitas pessoas darem crédito às suas palavras e aderirem ao grupo, sempre crescente, que se formava ao redor dele.

As autoridades religiosas demonstravam ter uma preocupação política. O movimento de Jesus poderia ser entendido pelos romanos como uma provocação. E as conseqüências disto seriam trágicas para a nação,. Se não fosse contido a tempo, haveria o perigo de "todos" crerem nele, e os romanos virem e destruírem o templo e a nação.

A solução apresentada por Caifás parecia ser bastante prudente: "É melhor um só homem morrer pelo povo, do que a nação inteira perecer!". Acolhida esta sugestão, decretou-se a morte de Jesus. Com esta finalidade, iniciou-se uma verdadeira caçada para prendê-lo.

Todavia, o motivo verdadeiro da condenação à morte foi de caráter religioso. Isto ficará patente no fato de Pilatos, autoridade romana, não se mostrar interessado em condenar Jesus. A verdade é que a liderança religiosa já não podia mais suportar o comportamento do Mestre por ser religiosamente perigoso.
Oração
Pai, ajuda-me a compreender, sempre mais profundamente, o caminho para encontrar-me contigo, que Jesus nos ensinou. Livra-me, também, do apego aos esquemas já superados.
http://www.npdbrasil.com.br/religiao/evangelho_do_dia_semana.htm#d7

Tenhamos mais cuidado com os nossos pensamentos e palavras


Postado por: homilia

março 23rd, 2013


A mensagem central de hoje – e de todo o Evangelho de São João – é que “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho Unigênito para que não morra todo aquele que nele crê, mas, tenha a vida eterna” (Jo 3, 16). A presença de Jesus, como luz do mundo, divide inevitavelmente os seres humanos entre os que se decidem pela Luz e, por isso, ficam do lado da vida, e os que se decidem pelas trevas, ficando do lado da morte.
Assim, os fariseus, escribas e sacerdotes não descansaram enquanto não conseguiram um jeito de anular a pessoa de Jesus Cristo. Preocupados com a Sua fama e a multiplicação dos milagres, estavam sem saber o que fazer. Foram muitos os enfrentamentos entre eles e Jesus, quando questionavam a pessoa de Cristo. Até que, finalmente, os sumos sacerdotes e os fariseus convocaram o Conselho. Desde aquele momento, resolveram tirar-lhe a vida.
Decidiram matar Jesus. Resolveram matá-Lo por Ele fazer o bem, por curar e ressuscitar pessoas, aconselhar-nos a seguir o caminho reto, a não nos preocupar com o dia de amanhã e a não ter medo, mas crer n’Ele e no Pai. E o que mais indignou os sumos sacerdotes foi Jesus dizer que era o Filho de Deus. Para os judeus, isso era uma blasfêmia, mas, na verdade, eles queriam apagar o concorrente. Então, aquele Conselho foi um pré-julgamento de Jesus, no qual o Filho de Deus foi, de antemão, condenado.
Também nós condenamos e até mesmo “queimamos” os nossos concorrentes, arrumando um jeito de diminuir suas qualidades: sejam no emprego, por ciúmes daqueles colegas que são mais capazes que nós, seja aquele “cara forte que arrasa” quando chega na área.
Jesus era consciente de que um efeito ainda que não desejado do seu trabalho, fosse ser causa de divisão entre os partidários do imobilismo e os que lutam por um mundo novo. Por isso, inflamou a ira dos funcionários do Templo e de todos os que se consideravam donos da verdade.
Precisamos tomar mais cuidado para não fazer como os líderes judaicos. Ter mais cuidado com os nossos pensamentos e palavras. E lembrar, acima de tudo, o que nos disse o Ressuscitado: “Não julguem e não serão julgados! Não condenem e não serão condenados!”
Aproximando-nos da festa da Páscoa, vamos ao encontro do Senhor da nova e eterna aliança que deseja renovar nossos corações e devolver-nos a alegria de viver.
Padre Bantu Mendonça
http://blog.cancaonova.com/homilia/2013/03/23/
LEITURA ORANTE

Jo 11,45-56 - Líderes fizeram planos para matar Jesus




Preparo-me para a Leitura Orante,

com todos os que navegam pela rede da internet,
invocando o Espírito Santo:
Espírito de verdade,
a ti consagro a mente e meus pensamentos:
ilumina-me.
Que eu conheça Jesus Mestre
e compreenda o seu Evangelho.
Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida,
tem piedade de nós

1. Leitura (Verdade) 

O que diz o texto do dia? 
Leio atentamente o texto, na Bíblia: Jo 11,45-56, e observo pessoas, palavras, relações, lugares. 

Muitas pessoas que tinham ido visitar Maria viram o que Jesus tinha feito e creram nele. Mas algumas pessoas voltaram e contaram aos fariseus o que ele havia feito. Então os fariseus e os chefes dos sacerdotes se reuniram com o Conselho Superior e disseram:
- O que é que nós vamos fazer? Esse homem está fazendo muitos milagres! Se deixarmos que ele continue fazendo essas coisas, todos vão crer nele. Aí as autoridades romanas agirão contra nós e destruirão o Templo e o nosso país.
Então Caifás, que naquele ano era o Grande Sacerdote, disse:
- Vocês não sabem nada! Será que não entendem que para vocês é melhor que morra apenas um homem pelo povo do que deixar que o país todo seja destruído?
Naquele momento Caifás não estava falando por si mesmo. Mas, como ele era o Grande Sacerdote naquele ano, estava profetizando que Jesus ia morrer pela nação. E não somente pela nação, mas também para reunir em um só corpo todos os filhos de Deus que estão espalhados por toda parte.
Então, daquele dia em diante, os líderes judeus fizeram planos para matar Jesus. Por isso ele já não andava publicamente na Judéia, mas foi para uma região perto do deserto, a uma cidade chamada Efraim, e ficou ali com os seus discípulos.
Faltava pouco tempo para a Festa da Páscoa. Muitos judeus foram a Jerusalém antes da festa para tomar parte na cerimônia de purificação. Eles procuravam Jesus e, no pátio do Templo, perguntavam uns aos outros:
- O que é que vocês acham? Será que ele vem à festa?
O Conselho Superior se sentia ameaçado por Jesus. Vejo isto nesta afirmação: "Esse homem está fazendo muitos milagres! Se deixarmos que ele continue fazendo essas coisas, todos vão crer nele. Aí as autoridades romanas agirão contra nós e destruirão o Templo e o nosso país." Era uma ameaça, segundo eles, também contra o Templo e o país. Consequências: planos para matar Jesus e Ele se retirou e era procurado.

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje?
Olhando para Jesus, entendo que sempre que sou coerente, fiel, posso sofrer ameaças e até passar por julgamentos e condenações. 
Pergunto-me agora: 
como reajo? 
Como Jesus?
 Ou cedo às tentações?
 Prefiro deixar de lado o Projeto de Deus e me ajustar ao que interessa a outros? 
Os bispos, em Aparecida, falaram de “uma missão para comunicar vida” como fez Jesus: "A vida se acrescenta dando-a e se enfraquece no isolamento e na comodidade. De fato, os que mais desfrutam da vida são os que deixam da margem a segurança e se apaixonam na missão de comunicar vida aos demais. O Evangelho nos ajuda a descobrir que um cuidado enfermiço da própria vida depõe contra a qualidade humana e cristã dessa mesma vida. Vive-se muito melhor quando temos liberdade interior para doá-la "Quem aprecia sua vida terrena, a perderá" (Jo 12,25). Aqui descobrimos outra profunda lei da realidade: "que a vida se alcança e amadurece à medida que é entregue para dar vida aos outros. Isso é, definitivamente, a missão." (DAp 360).


3.Oração (Vida) 
O que o texto me leva a dizer a Deus?
Oração oficial da CF 2013

Pai santo, vosso Filho Jesus,
conduzido pelo Espírito
e obediente à vossa vontade,
aceitou a cruz como prova de amor à humanidade.
Convertei-nos e, nos desafios deste mundo,
tornai-nos missionários
a serviço da juventude.
Para anunciar o Evangelho como projeto de vida,
enviai-nos, Senhor;
para ser presença geradora de fraternidade,
enviai-nos, Senhor;
para ser profetas em tempo de mudança,
enviai-nos, Senhor;
para promover a sociedade da não violência,
enviai-nos, Senhor;
para salvar a quem perdeu a esperança,
enviai-nos, Senhor;
para...

4.Contemplação (Vida e Missão)
 Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Meu novo olhar é de atenção àquilo que pode ser uma manipulação da minha coerência de vida com o Evangelho. Minha opção é por Jesus Cristo. 

nção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém. 
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém. 
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém. 
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém. 

Sugestões:
- Campanha da Fraternidade 2013 - Veja informações no blog:
http://comunicacatequese.blogspot.com.br/

- Veja a mensagem do Papa Bento XVI para a Quaresma em http://paulinascomunica.blogspot.com/

- Faça o Retiro de Quaresma e Páscoa seguindo o blog http://viverecomunicarcristo.blogspot.com

Ir. Patrícia Silva, fsp
http://leituraorantedapalavra.blogspot.com.br/

http://diafeliz.paulinas.com.br/diafeliz/?system=evangelho&action=busca_result&data=23%2F03%2F2013
Oração Final
Pai Santo, concede-nos abertura de coração e da mente para compreendermos e acolhermos os sinais do teu Reinado de Amor já presentes na nossa história, escondidos na rotina do cotidiano e só percebidos se olhados com a simplicidade de criança. Por Jesus Cristo, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo.
http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/pg06.php