domingo, 4 de fevereiro de 2018

LEITURA ORANTE DO DIA - 04/02/2018



LEITURA ORANTE

Mc 1,29-39 - Jesus cura a sogra de Pedro


Saudação
A nós, a paz de Deus, nosso Pai,
a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo,
no amor e na comunhão do Espírito Santo.
- Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!
Preparo-me para a Leitura, rezando:
Oferecimento do dia
Adoro-vos, meu Deus, amo-vos de todo o meu coração.
Agradeço-vos porque me criastes, me fizestes cristão, me conservastes a vida e a saúde.
Ofereço-vos o meu dia: que todas as minhas ações correspondam à vossa vontade.
E que faça tudo para a vossa glória e a paz das pessoas.
Livrai-me do pecado, do perigo e de todo o mal.
Que a vossa graça, benção, luz e presença permaneçam sempre comigo
e com todos aqueles que eu amo. Amém.
(Orações da Família Paulina)

1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Leio atentamente o texto na Bíblia: Mc 1,29-39.
Logo depois, Jesus, Simão, André, Tiago e João saíram da sinagoga e foram até a casa de Simão e de André. A sogra de Simão estava de cama, com febre. Assim que Jesus chegou, contaram a ele que ela estava doente. Ele chegou perto dela, segurou a mão dela e ajudou-a a se levantar. A febre saiu da mulher, e ela começou a cuidar deles.
À tarde, depois do pôr-do-sol, levaram até Jesus todos os doentes e as pessoas que estavam dominadas por demônios. Todo o povo da cidade se reuniu em frente da casa. Jesus curou muitas pessoas de todo tipo de doenças e expulsou muitos demônios. Ele não deixava que os demônios falassem, pois eles sabiam quem Jesus era.
De manhã bem cedo, quando ainda estava escuro, Jesus se levantou, saiu da cidade, foi para um lugar deserto e ficou ali orando. Simão e os seus companheiros procuraram Jesus por toda parte. Quando o encontraram, disseram:
- Todos estão procurando o senhor.
Jesus respondeu:
- Vamos aos povoados que ficam perto daqui, para que eu possa anunciar o evangelho ali também, pois foi para isso que eu vim.
Jesus andava por toda a Galileia, anunciando o evangelho nas sinagogas e expulsando demônios.
Refletindo
Bonito o encontro de Jesus com a sogra de Pedro que estava com febre alta.
Observe a atitude: " Ele chegou perto dela, segurou a mão dela e ajudou-a a se levantar. A febre saiu da mulher, e ela começou a cuidar deles."
Interessante. é que Jesus não fala com a sogra, mas a segura pela mão e a ajuda a se levantar. A mulher imediatamente fica curada, e tão bem, que se põe a cuidar deles. Doentes e a multidão procuravam encontrar Jesus e Ele anunciava a boa notícia do Reino por toda parte.

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje?
Qual palavra mais me toca o coração?
Meditando
Diante de grandes desafios, os bispos em Aparecida, disseram: "Os esforços pastorais orientados para o encontro com Jesus Cristo vivo deram e continuam dando frutos"(DAp 99).
Meus esforços para viver bem, estar bem, são orientados pelo encontro com Cristo vivo?
Ou, considero-me capaz e suficiente para enfrentar os desafios, dispensando a ação de Deus na minha vida?

3.Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com o bem-aventurado Alberione:
Jesus Mestre,
disseste que a vida eterna consiste em conhecer a ti e ao Pai.
Derrama sobre nós, a abundância do Espírito Santo!
Que ele nos ilumine, guie e fortaleça no teu seguimento,
porque és o único caminho para o Pai.
Faze-nos crescer no teu amor,
para que sejamos, como o apóstolo Paulo
testemunhas vivas do teu Evangelho.
Com Maria, Mãe Mestra e Rainha dos Apóstolos,
guardaremos tua Palavra, meditando-a no coração.
Jesus Mestre, Caminho, Verdade e Vida, tem piedade de nós.

4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus. Vou eliminar do meu modo de pensar e agir aquilo que não vem de Deus, que não é conforme o Projeto de Jesus Mestre. Deixarei que o Senhor me tome pela mão como segurou a mão da sogra de Pedro.

Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Ir. Patrícia Silva, fsp
patricia.silva@paulinas.com.br

Leitura Orante
5º Domingo Tempo Comum, 04 de fevereiro de 2018

CASA, LUGAR DO ENCONTRO E DO SERVIÇO

“Saindo da sinagoga, Jesus veio para casa de Simão e André,
com Tiago e João”. (Mc 1,29)

Texto Bíblico: Marcos 1,29-39

1 – O que diz o texto?

O Evangelho de Jesus é experiência de casa, de encontro e comunhão, de palavra para todos, lugar aberto à novidade do Reino.
No relato de hoje, Jesus desloca-se da sinagoga, lugar oficial da religião judaica, à casa, onde se vive a vida cotidiana, junto aos entes mais queridos. Nessa casa vai sendo gestada a nova família de Jesus. As comunidades cristãs devem recordar que não são um lugar religioso onde se vive da Lei, mas um lar onde se aprende a viver de maneira nova em torno a Jesus.
O evangelho de Marcos apresenta Jesus como “tekton” (6,3), construtor (pedreiro, ferreiro, carpinteiro…), e seu ofício era construir casas. Um dia descobriu que sua missão não era construir mais casas para o sistema injusto; deslocou-se, então, para as periferias, em direção aos sem-teto e iniciou um movimento de transformação, a fim de que todos pudessem ter “casa na terra de Deus”.
A prática de Jesus desestabiliza todos os padrões e modelos mundanos de poder, desqualificando qualquer manifestação de domínio de uns sobre os outros: inaugura-se um estilo novo no qual o “desenho circular” desloca e dá por superado o “modelo hierárquico”. Sua maneira de se relacionar com as pessoas marginalizadas e excluídas põe em marcha um movimento de inclusão onde, uma casa acolhedora e uma mesa partilhada com os menos favorecidos, invalidavam qualquer pretensão de poder, de prestígio, de situar-se acima dos outros, devolvendo a todos a dignidade perdida.
Tanto Jesus como a sogra de Pedro superou uma compreensão atrofiada do sábado, porque Ele curou e ela serviu nesse dia. Ninguém precisou dizer a ela o que deveria ser feito; não aprendeu de nenhuma exegese rabínica. Ela mesma compreendeu, como mulher, o que significa estar a serviço da vida. Com gratidão, correspondeu à ação de Jesus que lhe estendeu a mão para levantá-la de sua enfermidade, precisamente no dia de sábado; seu gesto (deixar-se levantar por Jesus e servir aos outros) marcará, de agora em diante todo o evangelho de Marcos, onde as mulheres serão as protagonistas. Ela superou um tipo de religião farisaica e se vinculou a Jesus de um modo pessoal, como servidora, a “ministra” da comunidade cristã.
Quando Marcos nos apresenta a sogra de Pedro “servindo”, está nos dizendo: aqui há alguém que entrou no círculo de Jesus, que “alistou-se” no seu movimento, que respondeu ao seu convite para colocar-se aos pés dos outros e começou a “ter parte com Ele” (João 13,8).

2 – O que o texto diz para mim?

A primitiva comunidade dos seguidores e seguidoras de Jesus não começou formando uma nova religião instituída, mas uma federação de casas abertas, a partir dos pobres e para os pobres, criando redes de comunicação e de vida fraterna, casas-família, impulsionadas pelo testemunho e presença do Espírito do mesmo Jesus. “Todos os que abraçavam a fé viviam unidos e possuíam tudo em comum... partiam o pão pelas casas e tomavam a refeição com alegria e simplicidade de coração” (Atos 2,44-46).
A casa deve ser escola de encontro e fraternidade. A comunicação (comum união) se celebra entre suas paredes que, em seguida, se expande para além de seus limites, despertando uma sensibilidade solidária.
A casa prepara para a vida, pois é ali que os fundamentos de uma personalidade vão se solidificando.
Para Jesus, ser “humano” é ser casa aberta e acolhedora.

3 – O que a Palavra me leva a experimentar?

Muitas dificuldades que tenho na vida relacional procedem justamente de minha resistência em me colocar na atitude básica de um serviço que não pede recompensas, nem exige agradecimentos... Quem busca viver assim, basta-lhe a alegria e o prazer de poder estar, como Jesus, com a mão estendida para erguer o que está prostrado sob o peso da enfermidade.
Quantas distâncias se encurtam quando se toma alguém pela mão! Quantas suspeitas se dissipam quando se toma alguém pela mão! Quantos medos são superados quando se toma alguém pela mão!...
As mãos são divinas: expressam ternura, proteção, cuidado. Para Jesus, as mãos são para isso: levantar o outro, ajudar o outro a colocar-se de pé, devolver ao outro a capacidade de dar direção à própria vida.
Graças a muitas pessoas que se deixaram “tomar pela mão” por Jesus para “levantar-se” e “servir”, o cristianismo primitivo foi se constituindo em pequenas comunidades domésticas, reunidas nas casas, onde muitas mulheres assumiram funções eclesiais, ora como missionárias itinerantes e ora como responsáveis pelas igrejas familiares, onde presidiam a oração e a fração do pão.
Jesus quis construir sobre o mundo a nova Casa do Reino, aberta a todos, com pão, com palavra, com amor mútuo. Ele, que não teve onde reclinar a cabeça quis que todos os homens e mulheres tivessem casa, família... cem vezes mais. Assim, deixando seu trabalho de construtor, se fez “arqui-tekton” do Reino de Deus, onde todos pudessem construir suas casas em bases sólidas, começando pelos excluídos sociais: leprosos, cegos, paralíticos, coxos... Não construiu casinhas para pobres sem teto nas ladeiras e encostas da Galiléia, mas moradas com fundamentos na rocha; ou seja, ofereceu-lhes dignidade e consciência, solidariedade e desejo de viver, espírito de comunhão e partilha... para que eles mesmos pudessem criar novas moradas (construí-las e compartilhá-las).
A boa nova da “Casa de Deus” (para todos) devia começar pelos mais pobres, excluídos, sem-teto e sem-terra, portadores de uma nova esperança de vida e casa compartilhada.
Em um mundo no qual as relações se estabeleciam através da força, da dominação, de uma maneira de exercer o poder em que o forte se impõe sobre o fraco, o rico sobre o pobre, o que possui informação sobre o ignorante, o relato da mulher curada por Jesus, no evangelho de hoje, me introduz na nova ordem de relações que devem caracterizar o Reino: nele a vinculação fundamental é a da irmandade no serviço mútuo.

4 – O que a Palavra me leva a falar com Deus?

Senhor, do “exorcismo” da sinagoga passou às “curas” nas casas e a primeira destinatária da ação de Jesus é a sogra de Pedro, erguendo-a da cama e curando-a no dia de sábado. Ela, uma vez curada, respondeu com um gesto de serviço, em sua casa, oferecendo uma refeição a Jesus e seus companheiros, como uma ação que inaugura o primeiro ministério cristão.
Assim está Jesus sempre presente entre os seus: com uma mão estendida que a todos levanta, como um amigo próximo que infunde vida. Jesus só sabe servir, não ser servido. Por isso, a mulher curada por Ele se põe a “servir” a todos; ela foi integrada em seu grupo de seguidores (as) e pode então “servir”, construindo a comunidade de iguais que Jesus queria, rompendo com a mentalidade patriarcal. Seus seguidores e seguidoras deverão viver acolhendo-se e cuidando-se uns dos outros.

5 – O que a Palavra me leva a viver?

O evangelho me convida a me deslocar e me aproximar dos lugares onde estão os prostrados da vida, tomá-los pela mão e ajudá-los a levantar-se.
Tecer o manto da solidariedade social e eclesial a partir da cotidianidade.
Ser testemunha mobilizadora numa sociedade cansada de palavras e necessitada de experiências que se façam verdade e vida.
Perceber que minha casa é prolongamento da Casa do Reino, desejada e construída por Jesus...
Encontrar sinais em minha casa que confirmam ser uma “casa cristificada”.

Fonte:
Bíblia Novo Testamento – Paulinas: Marcos 1,29-39
Pe. Adroaldo Palaoro, sj – reflexão do Evangelho.
Desenho: Osmar Koxne

Sugestão:
Música: Shekinah Emanuel – Fx 01 (04:23)
Autor: Padre Zezinho
Intérprete: trio ir ao povo
Coro: Trio Ir ao Povo, Adriana Melo e Ricardo Moreno
CD: Deus nos visitou
Gravadora: Paulinas Comep

Homília Diária - Mãe Maria - 04/02/18 - Dom Walmor Oliveira de Azevedo


Canal do Youtube: Arquidiocese de Belo Horizonte

Publicado em 3 de fev de 2018

Apresentado pelo Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, o programa Mãe Maria é um tempo dedicado à reflexão e oração, à luz do Evangelho proposto pela liturgia de cada dia. Inspirada no exemplo de Nossa Senhora, a reflexão ilumina a realidade, o caminhar da Igreja e a vida de cada discípulo missionário de Cristo Jesus.

Categoria - Sem fins lucrativos/ativismo

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A VOZ DO PASTOR 04.02.18 - 5º Domingo do Tempo Comum - Dom Orani João Tempesta


Canal do Youtube: WebTV Redentor

Publicado em 1 de fev de 2018

Anúncio do Evangelho (Mc 1,29-39)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 29Jesus saiu da sinagoga e foi, com Tiago e João, para a casa de Simão e André.
30A sogra de Simão estava de cama, com febre, e eles logo contaram a Jesus.
31E ele se aproximou, segurou sua mão e ajudou-a a levantar-se. Então, a febre desapareceu; e ela começou a servi-los.
32À tarde, depois do pôr do sol, levaram a Jesus todos os doentes e os possuídos pelo demônio. 33A cidade inteira se reuniu em frente da casa.
34Jesus curou muitas pessoas de diversas doenças e expulsou muitos demônios. E não deixava que os demônios falassem, pois sabiam quem ele era.
35De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus se levantou e foi rezar num lugar deserto.
36Simão e seus companheiros foram à procura de Jesus. 37Quando o encontraram, disseram: “Todos estão te procurando”.
38Jesus respondeu: “Vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza! Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim”. 39E andava por toda a Galileia, pregando em suas sinagogas e expulsando os demônios.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Categoria - Pessoas e blogs

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Homilia 04/02/18 | Pe. Paulo Ricardo - Livres para quê?


Canal do Youtube: Marcelo Fernandes Ferreira

Publicado em 3 de fev de 2018

QUINTO DOMINGO DO TEMPO COMUM

A liberdade que Jesus Cristo nos oferece não é uma liberdade qualquer. Por sua graça, vemo-nos não apenas libertos “do” poder de Satanás, mas também livres “para” servir a Deus. Nesta homilia, Pe. Paulo Ricardo explica o verdadeiro sentido da liberdade cristã. Assim como, tão logo foi curada de sua febre, a sogra de São Pedro começou a servir a Cristo e aos Apóstolos, Deus também quer que, “libertos do inimigo, a Ele nós sirvamos sem temor, em santidade e em justiça”.

Categoria - Pessoas e blogs

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HOMÍLIA DIÁRIA - (CANÇÃO NOVA) - Mc 1,29-39 - 04/02/2018


Jesus quer nos curar de todas as enfermidades

Não podemos viver sem a presença de Jesus durante as enfermidades

“Jesus curou muitas pessoas de diversas doenças e expulsou muitos demônios. E não deixava que os demônios falassem, pois sabiam quem Ele era” (Mc 1, 29-39)


Jesus é o Senhor da vida, por isso, ela precisa ser colocada na presença de Jesus. Tudo aquilo que somos, temos e vivemos, precisam ser colocados na presença do Senhor.
A nossa saúde, enfermidade e o nosso ser sadio, mas também, quando estamos enfermos, então, hoje, estamos colocando diante da presença de Jesus todas as enfermidades.
Não deixe para procurar Jesus quando ficar doente ou enfermo. Entregue-se para Jesus, para que Ele cuide e ensine a viver uma vida sadia, mas, não podemos negar que todos nós experimentamos a fragilidade da vida, em qualquer época. Crianças ficam doentes pequenas, nossos idosos são frágeis, a nossa juventude não está imune, e tantas fragilidades da existência humana.
Precisamos orar pelos doentes e enfermos, mas também, precisamos entregar as nossas fragilidades a Jesus, e deixar que Ele toque em nós. Necessitamos do toque, da graça e da presença de Jesus, para vivermos na saúde ou na doença em comunhão com Ele.
A grande doença e enfermidade da vida é não termos em nós o Senhor da vida. Quando Jesus está em nós, somos curados da grande enfermidade do mal, que nos afasta da presença de Deus.
Pode ser que enfrentemos uma enfermidade, até por um longo período, mas não podemos ficar longe da presença de Deus. Até podemos estar sadios, aparentemente bem, mas, a nossa alma está tão contaminada pelo mal que acabamos não vivendo a presença de Deus em nossas vidas.
Jesus está curando as nossas enfermidades e expulsando os demônios da nossa vida. Os demônios que nos confundem, que nos afastam da presença de Deus, e que nos levam a voltarmos para nós mesmos, para o nosso ego, nossas vontades, e acabamos centrando o mundo em nós.
O demônio não tem outra missão a não ser nos afastar de Deus. Não pense que o demônio age no mundo somente tornando as pessoas más. A grande maldade dele é a de enganar e iludir; e a maior ilusão da vida é achar que podemos viver sem Deus.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.

Preces – V Domingo do Tempo Comum – Ano B


Sacerdote: Irmãos e irmãs, sem a oração não poderemos permanecer fiéis à Palavra de Nosso Senhor, por isso, num só coração, elevemos a Ele os nossos pedidos:

Todos: Cristo, Pão da Vida, dai-nos vossa força!

1. “O Senhor reconstruiu Jerusalém” (Sl 146). Olhai com bondade para a vossa Igreja e dignai-vos reconstruir o que nossos pecados, infidelidades e omissões tenham nela destruído. Rezemos ao Senhor.

2. “Ai de mim se eu não pregar o Evangelho” (1Cor 9, 16). Recordai-nos que anunciar o Evangelho é uma necessidade de todo cristão e fazei-nos verdadeiros discípulos e missionários vossos. Rezemos ao Senhor.

3. “Não é acaso uma luta a vida do homem sobre a terra” (Jó 7, 1). Uma vez que não queremos desistir da alegria de estarmos para sempre convosco, dai-nos a vossa força, para não desanimarmos nos combates dessa vida. Rezemos ao Senhor.

4. “A febre desapareceu; e ela começou a servi-los” (Mc 1, 31). Curai-nos, Senhor, das febres que nos impedem de servir-Vos com mais empenho, e tornai-nos generosos no serviço a nossos irmãos. Rezemos ao Senhor.

5. “Os dispersos de Israel juntou de novo” (Sl 146). Reuni em torno de vossa glória nos céus todos os nossos irmãos, amigos, parentes e benfeitores falecidos, e que um dia nos juntemos todos no louvor de vossa majestade. Rezemos ao Senhor.

Sacerdote: Deus eterno e todo-poderoso, Pai bondoso e Deus de toda consolação, renovai em nossos corações o desejo de lutar pelo vosso Reino, para que juntos com a Virgem Maria e todos os Santos, vos louvemos para sempre. Por Cristo, nosso Senhor.

Todos: Amém.

V Domingo do Tempo Comum (Ano B)


V Domingo do Tempo Comum
Leituras e subsídios para liturgia e homilia: