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quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Dia do nascituro - 8 de outubro


A igreja no Brasil, instituiu o dia 8 de outubro como o Dia do Nascituro, dia especialmente dedicado àquela pessoa que ainda no ventre materno deve ser respeitada na sua integridade.

Semana da Vida, comemorada do dia 1 a 07 de outubro, é uma ocasião especial para colocar em evidência o valor e a beleza desse Dom precioso que de Deus recebemos. De modo especial para salientar o valor sagrado da vida humana e da sua dignidade, sem nos esquecermos de todas as demais dimensões que esta abrange. Diante de tantas ameaças que atualmente a vida vem sofrendo é nossa missão reafirmar sua importância inestimável. Ela é o fundamento sobre o qual se apoiam todos os demais valores. 

Mas quem é o Nascituro?

QUERO VIVER! Você me ajuda?

Dia do Nascituro - 8 de outubro


O Dia do Nascituro é comemorado no dia 8 de outubro.

A vida, delicada e frágil como é, precisa de muita atenção e cuidados. Quando um bebê ainda não nasceu, ele é considerado um nascituro (palavra que vem do latim nascituru, que significa ?aquele que há de nascer?).

O Dia do Nascituro existe para que a vida dos bebês desejados por suas famílias - e também a vida da mãe - seja cuidada e preservada. Como o Brasil ainda é um país que não goza das melhores condições de saúde pública, o acesso das mães ao atendimento gratuito de saúde não funciona como deveria, prejudicando a saúde de ambos (bebê e mãe) durante o período de gestação que deveria ser de tranquilidade e aprendizado.

domingo, 8 de outubro de 2023

DIA DO NASCITURO, 8/10: POR OCASIÃO DA DATA, IGREJA NO BRASIL ESTIMULA A ADOÇÃO COMO ALIADA CONTRA O ABORTO


Neste domingo (8), a Igreja em todo o país encerra a Semana Nacional da Vida e celebra o Dia do Nascituro. A iniciativa é da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio da Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF). Neste dia, o subsídio Hora da Vida propõe uma reflexão sobre o direito de as crianças nascerem e serem acolhidas em uma família. Tema relevante na luta contra o aborto, que pode ser descriminalizado com o julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442 no Supremo Tribunal Federal (STF).

“É um tema que nos faz defender, ainda mais, a vida desde a concepção até o seu fim natural. A adoção, diante da recusa em ter o filho, pode ser uma verdadeira resposta a esta discussão sobre o aborto. Por isso, a Igreja incentiva e propõe a reflexão como forma de proteger essas crianças, que poderão encontrar um lar para ser acolhidos e amados”, comentou padre Rodolfo Pinho, assessor da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Durante os dias da Semana Nacional da Vida, os encontros abordaram a questão de casais que não puderam conceber seus filhos, mas que se abriram à vida ao acolher as crianças que não puderam viver com seus pais. Por outro lado, foi discutida a questão de mulheres que, por vários motivos, são tentadas a abortar ou a abandonar seus filhos e o papel dos fiéis e da Igreja para encontrar soluções para este problema. O texto proposto no livreto recorda o que o Papa Francisco falou sobre o assunto:

“A adoção é um caminho para realizar a maternidade e a paternidade de uma forma muito generosa, e desejo encorajar aqueles que não podem ter filhos a alargar e abrir o seu amor conjugal para receber quem está privado de um ambiente familiar adequado. Nunca se arrependerão de ter sido generosos. Adotar é o ato de amor que oferece uma família a quem não a tem” (Amoris Laetitia, 179).

Entrega Legal

A entrega voluntária de bebês recém-nascidos para adoção é garantida legalmente e regulamentada pela Lei da Adoção (13.509/2017). A medida possibilita que uma gestante ou mãe entregar seu filho para adoção, em um procedimento assistido pela Justiça da Infância e Juventude. No Brasil, em 2021 foram registradas 1.312 entregas voluntárias no país, número que subiu para 1.667 em 2022.
Dom Reginei José Modolo, bispo auxiliar de Curitiba (PR) e membro da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB, conta que na entrada da Casa Pró-Vida Imaculada Conceição, na capital paranaense, há uma árvore com mais de 200 crianças e mães que já passaram pela entidade – que deixaram de ser abortadas ou que encontraram um novo lar para serem amadas e cuidadas.

“Aproveitamos este momento para anunciar a beleza do que é possível ajudar aquelas mulheres que receberam o anúncio do Evangelho da Vida. Tem gente que tem esse amor para oferecer e que ela pode ficar muito tranquila, seja em relação às questões legais ou humanas, para doar essa criança”, comentou.

Outra experiência é a da Associação Civil Quintal de Ana (www.quintaldeana.org.br), conduzida pelo casal coordenador nacional de Casos Especiais, Sávio e Bárbara Bittencourt. Eles têm cinco filhos e dão suporte a famílias que querem adotar. Há 20 anos o casal trabalha com a preparação de pretendentes à adoção, o apoio e orientação de famílias adotivas, apadrinhamento afetivo e a busca ativa para crianças e adolescentes sem família.

“É importante se posicionar contra o aborto, mas há diversas ações que podemos fazer em nosso cotidiano, como visitar aquela criança que está institucionalizada, ela também merece uma família. Ir lá, dar um abraço, é uma experiência muito bonita e que abre os nossos horizontes”, reforçou o bispo.

Gestos concretos

Como de costume, neste dia, a Pastoral Familiar convida os fiéis a realizar um gesto público de “propagação da ‘Luz de Cristo’ para que possa iluminar e proteger as vidas vulneráveis e indefesas, além de promover o tema da adoção. Para isso, são chamados a acender o maior número de velas e rezar a “Oração do Nascituro” durante um ato realizado em praças, nas Igrejas, próximo a prédios públicos, entre outros locais. Missas, marchas, caminhadas e procissões, também estão agendadas para a data em todo o país.
Além disso, durante os encontros, os participantes foram chamados à realização de gestos concretos em favor da vida como: a prática da adoção; conhecer o Programa Família Acolhedora e, sendo possível, colocar-se a serviço capacitando, acolhendo ou divulgando; contribuir com os centros de acolhida da mãe gestante; ser membro de Comissões Diocesanas de Bioética; entre outros.

Com informações: vidaefamilia.org.br

segunda-feira, 10 de outubro de 2022

IGREJA NO BRASIL CELEBRA O DIA DO NASCITURO: 8 DE OUTUBRO, VELAS NUM GESTO DE ESPERANÇA


IGREJA NO BRASIL CELEBRA O DIA DO NASCITURO: VELAS NUM GESTO DE ESPERANÇA

Nesta sexta-feira, 8 de outubro, é celebrado o Dia do Nascituro. Para a data, as comunidades, paróquias e dioceses de todo o Brasil são convidadas a realizar um Sinal da Esperança. O chamado, promovido pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), é acender velas, a fim de “propagar a ‘Luz de Cristo’ para que possa iluminar e proteger as vidas vulneráveis e indefesas”.


A Oração do Nascituro deve acompanhar as velas acesas, num momento de devoção e unidade com toda a Igreja no Brasil.
O ato pode ser realizado em frente a uma Igreja, numa praça pública ou lugar que o grupo achar oportuno. No subsídio Hora da Vida, a Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) sugere que a comunidade local se mobilize e realize ações adicionais, de acordo com a sua realidade, como procissões, passeatas, oração do Santo terço e outras, em unidade com todas as pastorais, movimentos e serviços presentes na comunidade.
O bispo auxiliar da arquidiocese do Rio de Janeiro (RJ) e referencial da Pastoral Familiar no Regional Leste 1 da CNBB, dom Antônio Augusto Dias Duarte, recorda que o Dia do Nascituro foi uma data criada pela CNBB “para promover em nosso país, especialmente nas nossas dioceses, a cultura da vida”. O valor desse dia, segundo o bispo, “reside justamente que o dom recebido de Deus é o mais inestimável, o mais sagrado que nós temos”. Comemorar o Dia do Nascituro, segundo dom Antônio, é lembrar também que passamos por essa fase da vida: “A infância é precedida pelo período enquanto somos nascituros. E queremos agradecer a Deus e a todos os bispos do Brasil por terem instituído esse dia para que nós nos lembremos sempre desse dom divino”.
O arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, também falou sobre a data, em artigo publicado no Portal da CNBB. “Proteger a vida significa ser contra o aborto, mas também exige uma crítica profética à falta de políticas públicas e a outras dinâmicas sociais que igualmente matam”, escreveu dom Walmor. O Evangelho da vida, continuou, “está no centro da missão e da mensagem de Jesus. Por isso mesmo, a Igreja deve ser irrestritamente fiel aos valores do Evangelho da vida, buscando sempre partilhá-los. Cenários e práticas que ameaçam a existência de cada pessoa devem incomodar os cristãos”.

Direito de nascer

O assessor da Comissão para a Vida e a Família da CNBB e secretário executivo da CNPF, padre Crispim Guimarães, recorda que neste dia 8 de outubro, “somos chamados a visitar nossas consciências sobre o ‘direito de nascer’ da criança, que ainda vive dentro do útero materno e que tem o direito à proteção, à alimentação, a um nascimento sadio, ao respeito de sua vida e saúde e tem também o direito de ser amada”. Infelizmente, observa padre Crispim, as crianças têm suas vidas ameaçadas “por grupos econômicos poderosos e países que em nome de supostos ‘direitos humanos’, menosprezam a humanidade daqueles que na barriga de suas mães são vidas”.

Dom Antônio Augusto Dias Duarte |
Foto: CNBB Leste 1

Dom Antônio Augusto recorda que São João Paulo II denominou como cultura da morte, as articulações e disseminações ideológicas observadas no mundo que propõem a falsa solução para “os problemas mais graves e as situações mais limites que a humanidade vive” por meio da morte, desde a concepção até os estados de vida mais terminais. “Pensam que o sofrimento ou situações difíceis de solução médica só tem uma solução: a morte. E, na verdade, a Igreja tem o papel de cuidar do ser humano, de criar a cultura da vida. E a forma de combater a cultura da morte é promovendo a cultura da vida”, ressalta.
Dessa forma, a gravidade do aborto, denunciada com veemência nesta data, está em justamente tirar a vida de um ser humano “inocente, indefeso e que não tem para onde fugir como uma última tentativa de sua legítima defesa”. Para dom Antônio, se a criança não é defendida em sua condição de nascituro pela mãe, pela família ou pelo Estado, ela “fica à mercê de um ataque contra o dom mais precioso que ela tem, que é a vida”. Por isso, continua, “nós nunca podemos considerar o aborto como um direito ou uma realidade que fique escondida atrás de eufemismos, como ‘interrupção voluntária da gravidez’. É um grave atentado contra a vida humana”.

Bênçãos do Senhor

O subsídio Hora da Vida oferece para o Dia do Nascituro um roteiro de celebração com o tema “Os filhos são bênçãos do Senhor”.

“Neste Dia do Nascituro, a reflexão será sobre o cuidado com a vida humana em formação e com a necessidade de celebrar a vida e a missão de cada pessoa, desde o momento em que é gerada, passando pelo início de seu desenvolvimento como pessoa sonhada e amada por Deus. Todos nós fomos um dia nascituros, no ventre de nossas mães“.

Recordando a encíclica Evangelium Vitae, o texto traz a convocação de São João Paulo II: “Urge uma mobilização geral das consciências e um esforço ético comum, para se atuar uma grande estratégia a favor da vida”.
Outro convite é que as famílias procurem informações sobre grupos de defesa da vida nas comunidades, bairro ou cidade. Que participem de atividades de apoio a famílias em risco e de atos para construção de políticas públicas justas em defesa do Nascituro.
Em várias partes do país, a Pastoral Familiar tem realizado iniciativas de reflexão, mobilização e de devoção relacionadas à temática da vida. Além dos encontros a partir do subsídio Hora da Vida, durante a Semana Nacional da Vida foram promovidas lives de estudo e aprofundamento, inclusive com palestrantes internacionais, bênçãos de gestantes, carreatas, visitas e ações solidárias.