domingo, 1 de fevereiro de 2026

Dia da semana: Segunda-feira - Dedicado ao: Espírito Santo e as Almas do Purgatório

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5 - Música:
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8 - Música:
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10 - Música:
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TERÇO DA MISERICÓRDIA








TERÇO DA MISERICÓRDIA

"Quando rezarem este Terço junto aos agonizantes, Eu me colocarei entre o Pai e a alma agonizante, não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso".

JESUS, EU CONFIO EM VÓS!!!

APRENDA A REZAR O TERÇO DA MISERICÓRDIA

Para ser rezado nas contas do terço
No começo:

Pai nosso, que estais no céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Creio em Deus Pai, todo poderoso, criador do Céu e da Terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espirito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna Amém.

Nas contas de Pai Nosso, dirás as seguintes palavras usando o terço de Maria:

Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e dos do mundo inteiro.

Nas contas de Ave Maria rezarás as seguintes palavras:

Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

No fim, rezarás três vezes estas palavras:

Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro” (Diário, 476)

Oração do Angelus - Padre Antonello - Como rezar o Ângelus




Como rezar o Ângelus:

1) O Anjo do Senhor anunciou a Maria
- E Ela concebeu pelo poder do Espírito Santo.
Ave Maria...

2) Eis aqui a serva do Senhor.

- Faça-se em Mim segundo a vossa palavra.
Ave Maria...

3) E o Verbo Divino se fez homem,

- e habitou entre nós.
Ave Maria...

4) Rogai por nós, Santa Mãe de Deus,

- para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oremos: Derramai ó Deus, a Vossa graça em nossos corações, para que, conhecendo pela mensagem do anjo a encarnação do Vosso filho, cheguemos por Sua Paixão e Cruz à glória da ressurreição. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.


Glória ao Pai... (repete-se 3 vezes)

Terço: Mistérios Gozosos - Segunda-feira e Sábado


Terço do Rosário: Mistérios Gozosos




"Mediante o Rosário, o povo cristão aprende com Maria a contemplar a beleza do rosto de Cristo, e a experimentar a profundidade do seu amor."
São João Paulo II

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA - 01/02/2026

ANO A


4º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Ano A – Verde

Será grande a vossa recompensa nos céus!” Mt 5,12a

Mt 5,1-12a

Ambientação

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: As bem-aventuranças são o programa de vida dos cristãos, é embasado nelas que nós devemos procurar construir nossa vida de fé e social. Isso só se dará à medida que acolhermos cada uma delas como um projeto pessoal de Deus para a história humana.
https://diocesedeapucarana.com.br/storage/106726/01-fevereiro-2026---4-domingo-do-tempo-comum.pdf

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: Irmãos e irmãs, estamos reunidos para nosso encontro com o Senhor, nosso Deus, neste dia a Ele dedicado. É sempre o Pai quem nos convoca para louvar e bendizer seu amor, que se renova na entrega de seu Filho Jesus e na força do Espírito Santo. Queremos ser fiéis, cumprir seus preceitos e alcançar o prêmio das Bem-aventuranças. Que nosso louvor se transforme em doação de vida em favor dos nossos irmãos e irmãs.
https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/Ano-50A-13-4o-DOMINGO-DO-TEMPO-COMUM.pdf

BEM-AVENTURADOS OS POBRES

Jesus, o Divino Mestre, sobe ao Monte – como fez outrora Moisés no Sinai. Lá, era um profeta a transmitir o código da Antiga Aliança, aqui é o Filho de Deus a dar-nos a Nova Lei do amor na Nova Aliança. Fala aos discípulos e às multidões que o buscavam, porque sua mensagem é destinada à humanidade inteira.
Nas bem-aventuranças Ele anuncia uma promessa de vida, de esperança e consolação para aqueles que se põe a caminho como discípulos e não se conformam com este mundo, e desejam ver o Reino de Deus manifestar-se na história.
O motivo da bem-aventurança não está na condição atual em que a pessoa se encontra (pobre, aflita, com fome e sede de justiça, perseguida), mas naquilo que virá, como bem esclareceu o Papa Francisco numa catequese de 29/01/2020, ou seja, na promessa de vida que o Senhor anuncia: o Reino dos Céus, a consolação, a posse da verdadeira terra prometida, a saciedade, a visão de Deus, a filiação divina, enfim a recompensa pela perseverança no bem, na justiça e no amor, forças que podem transformar o mundo.
O motivo da bem-aventurança não está na condição atual em que a pessoa se encontra (pobre, aflita, com fome e sede de justiça, perseguida), mas naquilo que virá, como bem esclareceu o Papa Francisco numa catequese de 29/01/2020, ou seja, na promessa de vida que o Senhor anuncia: o Reino dos Céus, a consolação, a posse da verdadeira terra prometida, a saciedade, a visão de Deus, a filiação divina, enfim a recompensa pela perseverança no bem, na justiça e no amor, forças que podem transformar o mundo.
As bem-aventuranças são o caminho para subir ao Monte do Senhor, para segui-Lo e conhecê-Lo, pois são um retrato do próprio Jesus, de como ele viveu sua fidelidade ao Pai por amor à humanidade. Elas são um caminho de santidade para todo aquele que deseja seguir a Cristo, amando a Deus e ao próximo.
É bem-aventurado, isto é, feliz, aquele que é pobre em espírito porque tem a Deus como sua riqueza e segurança, se aflige na busca por ver a justiça do Reino acontecer, sabe que de Deus virá a sua consolação, cultiva a mansidão por acreditar na força do amor e do perdão, é sedento e faminto de justiça, pratica a misericórdia, cultiva a pureza de coração, constrói a paz e, mesmo perseguido por causa da justiça, sabe que pode esperar pelo Reino dos céus, progredindo na graça e no caminho de Deus, sustentado pela fé e a esperança.
A primeira bem-aventurança, a da pobreza em espírito, é a chave para que se possa viver todas as demais, pois por meio dela o discípulo é capaz de pôr no Senhor a sua esperança (cf. Sf 3,12). A Igreja como um todo é chamada a vivê-la sendo uma Igreja pobre para os pobres (Dilexi te, n. 35-36), pois “a Igreja, se deseja ser de Cristo, deve ser Igreja das Bem-aventuranças, Igreja que dá vez aos pequeninos e caminha pobre com os pobres, lugar onde os pobres têm um espaço privilegiado (cf. Tg 2, 2-4).” (Dilexit te, 21).
A Igreja, ao viver as bem-aventuranças, está seguindo os passos de seu Mestre e Senhor que, sendo rico, se fez pobre para nos enriquecer (cf. 2Cor 8,9), suportou aflições por causa do Reino, mostrou mansidão, anunciou a justiça e exerceu a misericórdia; na pureza de seu coração, cheio de amor pela humanidade, amou-nos até o ponto de dar a própria vida e, sendo perseguido, maltratado e morto, nunca revidou o mal com o mal, mas perdoou aos algozes. Sua ressurreição é a garantia de que a promessa que anunciou nas bem-aventuranças será cumprida, pois o Pai não abandona os seus.
Dom Edilson de Souza Silva.
Bispo Auxiliar de São Paulo
Vigário Episcopal Região Lapa
https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/Ano-50A-13-4o-DOMINGO-DO-TEMPO-COMUM.pdf

Comentário do Evangelho

As Bem-aventuranças: o caminho da verdadeira felicidade


No 4º Domingo do Tempo Comum, a Igreja nos conduz ao coração do ensinamento de Jesus: as Bem-aventuranças. Ao subir ao monte, Cristo assume a posição de mestre e revela a lógica do Reino de Deus, profundamente diferente da lógica do mundo. Não são os fortes, os ricos ou os poderosos que são declarados felizes, mas os pobres em espírito, os mansos, os misericordiosos, os que promovem a paz e os que sofrem perseguição por causa da justiça.
As Bem-aventuranças não são apenas promessas futuras, mas um retrato da vida do próprio Jesus. Ele viveu a pobreza de espírito, a mansidão, a misericórdia e a entrega total ao Pai. Ao proclamá-las, Jesus mostra que a verdadeira felicidade nasce da confiança em Deus e da adesão sincera ao seu projeto de amor.
Neste tempo litúrgico comum, somos chamados a reconhecer que a santidade se constrói no cotidiano, nas atitudes simples e concretas. As Bem-aventuranças nos convidam a uma conversão profunda do coração, para que nossas escolhas reflitam os valores do Reino: humildade, justiça, misericórdia e paz. Seguir esse caminho pode trazer incompreensões e dificuldades, mas Jesus garante que a recompensa vem de Deus e é eterna.
https://catequisar.com.br/liturgia/01-02-2026/

Reflexão

Jesus se dirige às multidões e aos seus discípulos para lhes transmitir uma mensagem de felicidade e confiança. Ao sentar-se, o Mestre toma posição de quem ensina e forma seus discípulos para continuarem a missão pelo mundo. Apresenta aos ouvintes as propostas fundamentais do seu Reino: felicidade e compromisso. São as conhecidas bem-aventuranças ou felicidade evangélica. Não são um anúncio de acomodação, ao contrário, convocam para o não conformismo, para uma busca dos valores do Reino de Deus. A palavra hebraica para “feliz” (ashrei) denota busca do fundamental para uma vida digna. Nem é uma tentativa de tranquilizar os pobres para se manterem assim e depois ganharem o céu. A presença de pobres, aflitos, famintos e perseguidos é sinal de que a proposta do Reinado de Jesus está longe de ser concretizada. As bem-aventuranças incentivam as pessoas a superarem a situação de miséria e sofrimento, como Jesus demonstrou com sua prática, libertando as pessoas de seus males.
(Dia a dia com o Evangelho 2026)
https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/1o-domingo-3/

Reflexão

«Felizes os pobres no espírito»

Rev. D. Pablo CASAS Aljama
(Sevilla, Espanha)

Hoje lemos este Evangelho tão conhecido para todos nós, mas sempre tão surpreendente. Com este fragmento das bem-aventuranças, Jesus oferece-nos um modelo de vida, uns valores, que segundo Ele são os que nos podem fazer felizes de verdade.
A felicidade, seguramente, é a meta principal que todos procuramos na vida. E se perguntássemos à gente como procuram ser felizes, ou onde procuram a sua própria felicidade, nos encontraríamos com respostas muito diferentes. Alguns diriam que na vida da família bem fundamentada; outros que em ter saúde e trabalho; outros, que em gozar da amizade e do lazer..., e os mais influenciados talvez por esta sociedade tão consumista, nos diriam que em ter dinheiro, em poder comprar o maior número possível de coisas e, sobretudo, em ascender a níveis sociais mais altos.
Estas bem-aventuranças que nos propõe Jesus, não são, precisamente, as que nos oferece o nosso mundo de hoje. O Senhor nos diz que serão «felizes» os pobres de espírito, os mansos, os que choram,os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os puros de coração, os que promovem a paz, os perseguidos por causa da justiça... (cf. Mt 5,3-11).
Esta mensagem do Senhor é para os que querem viver na atitude do desprendimento, da humildade, do desejo de justiça, de preocupação e interesse pelos problemas do próximo, e tudo o resto o deixa em segundo término.
Quanto bem podemos fazer rezando, ou praticando alguma correção fraterna, quando nos critiquem por crer em Deus e por pertencer à Igreja! Nos os diz claramente Jesus na sua última bem-aventurança: «Felizes sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo mal contra vós por causa de mim» (Mt 5,11).
São Basílio nos diz que «não se deve ter ao rico por ditoso só pelas suas riquezas; nem ao poderoso pela sua autoridade e dignidade; nem ao forte pela saúde de seu corpo... Todas essas coisas são instrumentos da virtude para os que as usam retamente, mas elas, em si mesmas não contêm a felicidade».

Pensamentos para o Evangelho de hoje

- «O que tens a temer não é o mal que dizem contra ti, mas, a simulação da tua parte; então perderias o teu paladar e serias pisoteado. Porque a característica do sal é morder e picar quem leva uma vida de suavidade» (São João Crisóstomo)

- «A palavra Bem-aventurados. É como um refrão que nos recorda o chamado do Senhor para percorrer com Ele um caminho que, apesar de todas as dificuldades, conduz à verdadeira felicidade» (Francisco)

- «‘Bem-aventurados os pobres em espírito’ (Mt 5,3). (Mt 5, 3). As bem-aventuranças revelam uma ordem de felicidade e de graça, de beleza e de paz. Jesus celebra a alegria dos pobres, aos quais o Reino pertence desde já (285)» (Catecismo da Igreja Católica, nº 2.546)
https://evangeli.net/evangelho/feria/2026-02-01

Reflexão

As Bem-aventuranças no Sermão da Montanha

REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)
(Città del Vaticano, Vaticano)

Hoje, no começo do “Sermão da Montanha”, aparecem as Bem-Aventuranças. Seu ensino está inserido numa longa tradição de mensagens do Antigo Testamento. Não é uma espécie de ética superior dos cristãos perante a “Tábua dos dez Mandamentos”, mas palavras de orientação (discernimento) moral e, ao mesmo tempo, de promessa.
Cada uma das Bem-Aventuranças nasce do olhar de Jesus dirigido a seus discípulos. Descrevem sua situação factual: são pobres, estão com fome, choram, são odiados e perseguidos... São “qualificações práticas”, mas também “teológicas”, dos que pertencem à nova família de Jesus. Apesar da situação concreta de ameaça, esta se torna promessa quando a olhamos com a luz providencial vinda do Pai.
—Cristo continua sofrendo nos seus enviados: embora estes estejam ainda imersos na paixão de Jesus, aí pode se perceber também a glória da ressurreição, que dá uma alegría maior que toda a felicidade que se tenha experimentado no mundo antes.
https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2026-02-01

Comentário sobre o Evangelho

O Sermão da Montanha: As bem-aventuranças


Hoje, Jesus sobe a uma pequena colina para pregar a uma multidão que o seguia. Fala-lhes das bem-aventuranças. Com este sermão o Senhor anima-nos a viver com alegria as virtudes (pobreza, limpeza, misericórdia…) e a sofrer com paciência as dificuldades da vida (injustiças, tristezas…).
- Jesus nunca nos prometeu um caminho sem problemas. Mas garante-nos a sua ajuda e o prémio pelo esforço para seguir o seu caminho. Nunca desanimes!
https://family.evangeli.net/pt/feria/2026-02-01

HOMILIA

A Palavra: dos ouvidos ao coração!

Como o definitivo Moisés do Sinai, Jesus “subiu ao monte, sentou-se” e começou a ensinar os discípulos, para formar, finalmente, o sonhado Povo que o Pai sempre quis ter como seu aqui na terra, vivendo o seu Reino.
E como Jesus é maravilhoso! Sofreu terrivelmente em sua vida e missão, mas se diz feliz e, como tal, se propõe como modelo desse Povo: “Bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus”. São já suas atitudes, mais que suas palavras, o que propõe a nós, discípulos.
Começa pelo essencial: porque foi o pobre “em espírito”, e, d’Ele, assumiu aqui para valer “o Reino dos Céus”, sua eterna e jamais interrompida vida divina com o Pai e o Espírito. Esvaziou-se por completo de si, de planos e vontades que pudesse ter, pelos quais pudesse fugir, para se preencher unicamente do Pai e do plano paterno para Ele.
A partir da recompensa a esperá-lo nos Céus, com a ressurreição e plena reintegração divino-humana na Trindade, proclama-se bem-aventurado, mesmo ao tempero deste fel: “Minha alma está numa tristeza mortal... Meu Pai, se este cálice não pode passar sem que eu o beba, que vossa vontade seja feita!” (Mt 26,38.42). Pelo Pai e seu plano de salvação para a humanidade, tudo valia!
A partir desse essencial, proclama e propõe-nos sua felicidade, mesmo nas aflições, nas perseguições “por causa da justiça”, em sua insaciável “fome e sede de justiça”, em sua busca de possuir a terra e promover a paz como autêntico Filho de Deus, na mansidão, sem nenhum recurso à violência.
E, principalmente, na força da misericórdia, filha legítima da compaixão, que o levava sempre a amar, em especial, os mais sofridos, porque são seus irmãos, carne de sua carne. É o que nos sugere a oração deste dia: a adoração sincera a Deus é amar “todas as pessoas com verdadeira caridade”.
Sofonias nos lembra que é com “um punhado de homens humildes e pobres” – digamos, “pobres em espírito” – que praticam a justiça e fogem da iniquidade, que Deus quer refundar seu Povo.
E Paulo também nos resgata que sua comunidade de Corinto não se constitui de sábios “de sabedoria humana”, de poderosos ou nobres, mas do que o mundo vê como “sem importância e desprezado” – novamente, de “pobres em espírito” – mas, nesta invejável riqueza, estão “em Cristo Jesus”, que se tornou para eles, e para nós, “sabedoria, justiça, santificação e libertação”.
Pe. Domingos Sávio, C.Ss.R.
https://www.a12.com/reze-no-santuario/deus-conosco?data=01%2F02%2F2026&leitura=homilia

Coleta
— OREMOS: CONCEDEI-NOS, SENHOR NOSSO DEUS, adorar-vos de coração sincero e amar todas as pessoas com verdadeira caridade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.
https://www.a12.com/reze-no-santuario/deus-conosco?data=01%2F02%2F2026&leitura=meditacao