sábado, 17 de novembro de 2012

XXXIII Domingo do Tempo Comum (Ano B)

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XXXIII Domingo do Tempo Comum (Ano B)

Leituras e subsídios para liturgia e homilia:
http://www.presbiteros.com.br/site/

TEXTOS BÍBLICOS PARA A SEMANA:

TEXTOS BÍBLICOS PARA A SEMANA:

2ª Vm – Ap 1,1-4; 2,1-5a; Sl 1; Lc 18,35-43
3ª Vd – Ap 3,1-6.14-22; Sl 14 (15); Lc 19,1-10
4ª Br – Zc 2,14-17; Sl Lc 1; Mt 12, 46-50
5ª Vd – Ap 5,1 -10; S1 149; Lc 19,41-44
6ª Vd – Ap 10,8-11; Sl 118 (119); Lc 19,45-48
Sb Vm – Ap 11,4-12; Sl 143 (144); Lc 20,27-40
CRISTO REI DO UNIVERSO Dn 7,13-14; Sl 92 (93),1ab.1c-2.5 (R/. 1a); Ap 1,5-8; Jo 18,33b-37 ("Eu sou Rei")

http://www.npdbrasil.com.br/religiao/evangelho_do_dia_semana.htm#d8

18 de novembro – 33º DOMINGO COMUM - DOMINGO COM CRIANÇAS

Em Cristo está a salvação!


http://www.paulus.com.br/institucional/o-domingo-criancas#.UKhuxYfhpdr

HOMÍLIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 18/11/2012

18 de Novembro de 2012

 

Marcos 13,24-32

Comentário do Evangelho

Necessidade de vigiar

Este texto, que faz parte do discurso escatológico atribuído a Jesus, tem sua origem na tradição apocalíptica do Primeiro Testamento, tendo surgido dentro das comunidades cristãs primitivas formadas por convertidos do judaísmo, os quais, até os primeiros anos da década de 80, eram frequentadores das sinagogas.
Na primeira leitura de hoje, do Livro de Daniel, temos um texto de caráter apocalíptico, caracterizado por sinais de destruição violenta e angústia, que precedem um juízo final discriminatório e excludente, característico de autores que se consideram justos e santos, privilegiados pela "eleição divina". 
A expressão "filho do homem" (no grego: hyos anthrôpou; no hebraico: ben-'adam) aparece muitas vezes no Antigo Testamento, indicando a condição humana de maneira genérica. No profeta Ezequiel a expressão é aplicada de modo personalizado (93 vezes) ao próprio profeta na sua fragilidade, comum dos mortais. Uma única vez a expressão aparece no livro de Daniel, vindo nas nuvens com poder e glória (Dn 7,13). Jesus, inúmera vezes, aplica a si mesmo este título de "filho do homem" para indicar sua simples condição humana, contrapondo-se à figura messiânica davídica gloriosa esperada pelo povo judeu. Na referência ao filho do homem vindo sobre as nuvens, pode-se ver a alusão à dignificação do humano, assumido na condição divina e na vida eterna pela encarnação de Jesus. 
Depois da descrição dos abalos cósmicos, que simbolizam a violência característica dos poderes deste mundo, é confirmada a presença do Reino de Deus entre nós, como escatologia já realizada com a chegada do Filho do Homem, Jesus. 
Em conclusão ao discurso escatológico, temos a parábola da figueira, que é apresentada nos três evangelhos sinóticos, seguindo-se as advertências sobre a necessidade de vigiar e orar. A parábola é articulada a partir de sinais da natureza, nas árvores que começam a brotar, depois de secas no inverno, indicando a proximidade do verão. Assim como pela natureza pode-se perceber as mudanças de estações do tempo, pela observação dos fatos da vida e da história, pode-se perceber também que o dia e a hora da revelação do Filho do Homem, que é a chegada do Reino de Deus, estão próximos. 
O Reino está perto assim como o meu próximo está perto de mim. A comunhão e a solidariedade com meu próximo são a entrada no Reino. Tudo acontece a partir do ouvir e praticar as palavras de Jesus que nos revelam a vontade do Pai. O Reino de Deus já está entre nós nos movimentos de solidariedade entre as comunidades e os povos, particularmente com os mais empobrecidos, e é expresso no clamor mundial contra as guerras e pela paz. É o processo histórico da crescente conscientização e a valorização da dignidade humana, em um nível global, com o empenho na defesa da vida e da natureza. Assim são rejeitados e repudiados os poderes deste mundo que, seduzidos pela ambição das riquezas, promovem a morte. 
Na segunda leitura, extraída da Carta aos Hebreus, é atribuído a Jesus, com o título de "cristo", o caráter sacerdotal, caracterizado pela oferta de sacrifícios sangrentos para a reconciliação com Deus. Contudo, em Jesus a reconciliação é fruto do amor que remove toda condenação e exclusão, e a todos une na fraternidade, na justiça, e na paz, em comunhão como o Pai.

José Raimundo Oliva

http://www.paulinas.org.br/diafeliz/evangelho.aspx

Vivendo a Palavra

Já nos preparando para o encerramento do ano litúrgico, no próximo domingo, o Evangelho nos alerta para observarmos os sinais dos tempos: assim como a natureza avisa a chegada das estações, também em nossa existência aparecem sinais que anunciam o retorno do Filho do Homem em sua glória. A nós compete estarmos vigilantes, em estado de oração.
 http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/pg05.php

COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

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1. JUIZO FINAL
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Novamente recorro á imaginação para fazer algumas perguntas ao texto, como ensinou um dos meus professores de Teologia, só que de maneira mais ousada, abordei o próprio autor do evangelho, que é o nosso conhecidíssimo São Marcos. Disse a ele que, alguém menos desavisado, ou que fizer uma leitura fundamentalista, por certo vai entrar em pânico com as palavras que Jesus diz logo no início do evangelho desse Domingo, “depois de uma tribulação o sol vai escurecer, a lua não dará o seu resplendor ( acho que naquele tempo ainda não sabiam que a lua é um satélite, sem luz própria), os astros que estão no céu despencarão cá prá baixo e as potestades serão abaladas ”Convenhamos que é um cenário terrível, uma catástrofe igual aquele filme do Armagedon. Com uma narrativa dessas, os cardíacos e os que têm problemas emocionais, , vão morrer na véspera, de susto!

Ainda no meu imaginário, Marcos esboça um sorriso e balança a cabeça explicando-me que esse é um modo de dizer as coisas, e que os estudiosos chamam de linguagem literária, e nesse caso é denominado de “Apocalíptica” e interpretá-la literalmente seria grande idiotice, porque então, o nosso Deus Criador, rico de amor e misericórdia por todos os séculos, em um determinado momento da história, vai estar mal humorado, e como um garotinho temperamental, destruirá a Obra da criação, que ele fez com tanto gosto e amor?Para quem conhece bem o nosso Deus, revelado em Jesus Cristo, basta fazer essa pergunta, cuja resposta desfaz qualquer mal entendido. Mas então, o ser humano nunca será cobrado pelos seus atos de maldade, vai ficar assim, elas por elas? Claro que não!

Todo homem, após a morte, terá um juízo particular diante de Deus, na linguagem futebolística, vai ficar no “mano a mano” com o Onipotente, Poderoso, Onipresente e Onisciente e depois de conhecer a sua sorte, irá aguardar pelo último dia, como ensina a Doutrina da Santa Igreja. Para dizer isso, e chamar a atenção dos seus ouvintes, os Mestres no tempo de Jesus, costumavam usar um estilo de comunicação, que causava impacto, obrigando seus ouvintes a refletirem e voltarem-se para Deus. É um alerta, um aviso, de que a Vida que Deus nos deu, não é só o que vemos, apontando-nos assim para uma realidade escatológica ( final dos tempos) . Infelizmente nos dias de hoje, certos pregadores de “araque” usam essa literatura apocalíptica, também presente n o A.T, para fazerem o chamado “terrorismo religioso”.

Prestemos atenção no versículo que se segue a catástrofe anunciada “Então verão o Filho do Homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória... A chegada de alguém poderoso e importante é sempre anunciada de maneira solene e ruidosa, batidas da lança no chão, toque de trombeta, rufar de tambores, aliás, dia desses ouvi um anúncio em um carro de som, sobre um evento, e o sujeito dizia que “O chão vai tremer”, e nem por isso alguém entrou em pânico por causa disso, mas quando de trata da palavra de Deus revelada, esquecemos o gênero literário e interpretamos literalmente, essa literatura tem este modo próprio de dizer que no final da História da Humanidade, algo de grandioso irá ocorrer, e para os que creem, é exatamente o que esperam, afinal há em todos nós uma interrogativa sempre presente: Até quando o mal vai imperar?

Para o nosso Deus presente em Jesus, com todo o seu resplendor e glória, Senhor absoluto de todas as coisas e todas as criaturas, a gente não ia querer que no dia da sua volta, ele caísse de pára-quedas na humanidade e dissesse, “Olha aí meu povo, eu voltei viu, vim para confirmar tudo o que ensinei lá no início, aos meus discípulos que depois formaram a minha igreja. O Evangelho não fala de um momento qualquer na história da humanidade, mas tenta narrar como será este segundo julgamento, quando o Reino de Deus, desacreditado por muitos, se tornará visível e real, para sempre e toda a humanidade, do passado, desde os primórdios da história, estará diante de Jesus, para o capítulo final.

Para quem apostou suas fichas nas forças do mal, contrárias a Jesus e seu Reino, claro que esse dia será terrível, mas não é esta a mensagem principal do nosso evangelho, Marcos não quer que a comunidade entre em pânico, ao contrário, diante de discípulos abatidos e desanimados, é como se Jesus estivesse falando “Olha meus irmãos, no final tudo vai dar certo, e a glória do Pai envolverá a todos os homens, no início de um tempo novo, de uma nova realidade de alegria e felicidade plena na comunhão com o Pai”.

Claro que nem toda humanidade irá desfrutar desse tempo novo, os anjos irão pelos quatro cantos da terra para reunir os escolhidos. Que critério Deus usa para essa escolha? O amor, que respeita o Livre Arbítrio de cada homem, criado á sua imagem e semelhança, que toma decisões e faz escolhas todo dia, na liberdade que Jesus concedeu. Essas decisões e escolhas que se faz a todo dia e a cada momento, não deverá prescindir dos sinais do reino, presente em nosso meio, são sinais que pertencem a uma ordem - sobrenatural e que, portanto supõe um testemunho de Fé, pois todos eles convergem para Jesus e a sua igreja, esse Jesus que nos visitou com o mistério da encarnação, mostrou-nos o caminho, a verdade e a vida, que é ele próprio.

Ele é nosso Deus e Único Senhor, edificou o seu Reino em nosso meio e no momento oportuno, que só o Pai sabe, voltará para a grande festa e nesse dia, o mal enraizado no coração do homem, será arrancado com raiz e tudo, e o Bem Supremo reinará para sempre, soberano e majestoso em Jesus Cristo, e todos os que fizeram a opção por ele, nesta vida terrena, diante de quem tudo é transitório e passageiro, até o céu e a terra... (33º. Domingo do Tempo Comum)
José da Cruz é Diácono da 

Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP


2. Necessidade de vigiar
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por José Raimundo Oliva - e disponibilizado no Portal Paulinas)

VIDE ACIMA

Oração

Senhor Jesus, que eu me deixe guiar por tuas palavras, e me mantenha vigilante, na caridade, à tua espera.


3. MINHAS PALAVRAS NÃO PASSARÃO
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total a cada mês).

O modo como Jesus descreveu o fim dos tempos se encaixava no horizonte teológico da época. De fato, esperavam-se abalos sísmicos e outros fenômenos terríveis, quando Deus interviesse, definitivamente, na História.

A intenção de Jesus, porém, não era a de incutir terror no coração dos discípulos e, assim, convertê-los em fanáticos anunciadores do fim do mundo. Seu único desejo era o de levá-los a permanecer vigilantes, de maneira a estarem sempre preparados para o encontro com o Senhor.

A parábola da figueira aponta nesta direção. O agricultor atento sabe quando a árvore está para frutificar. Igualmente, o discípulo, quando discerne, sabe reconhecer quando se aproxima a vinda do Senhor, e tem consciência de estar preparado para recebê-lo.

A exortação de Jesus não tem um tempo limitado de validade. Seu valor é eterno, como eternas são todas as palavras de Jesus. Elas não passarão, embora tudo o mais perca seu valor. Assim, é absolutamente certa a vinda do Filho do Homem e a necessidade de manter-se vigilante e preparado para acolhê-lo. É, também, firme a palavra do Senhor que apresenta o amor como critério do juízo final, a recompensa para quem se mantiver fiel e a comunhão definitiva com o Pai, como destino último do cristão. Por conseguinte, o discípulo sensato deixa-se guiar pelas palavras de Jesus, de forma a evitar contratempos.

Oração

Senhor Jesus, que eu me deixe guiar por tuas palavras, e me mantenha vigilante, na caridade, à tua espera.


http://www.npdbrasil.com.br/religiao/evangelho_do_dia_semana.htm#d8

18 de novembro – 33º DOMINGO COMUM
A PALAVRA QUE NÃO PASSA
A especulação que nunca cessa diz respeito ao fim dos tempos. Muitos tentam prever e determinar seu dia e sua hora, bem como o modo pelo qual ocorrerá. Mas tudo não passa de conjecturas, porque ninguém sabe o dia nem a hora – nem mesmo o próprio Jesus, afirma-nos o evangelho de hoje. A liturgia deste domingo ressalta que só uma coisa é definitiva e decisiva para nós: a palavra de Cristo. Nada mais importa. Tudo é relativo.

O mundo é marcado por muitos acontecimentos e fatos assustadores. Desde acontecimentos relacionados aos fenômenos da natureza a fatos de responsabilidade humana: tsunamis, enchentes, guerras, o tráfico, a pobreza, a falta de moradia, a exclusão, a falta de respeito, o egoísmo e tantos outros. Eles parecem nos dizer que o fim está próximo. O mundo parece não ter mais solução. Além disso, a desesperança e o egoísmo impelem-nos a ficar parados, esperando o fim chegar. No entanto, tudo pode ser diferente. Isso dependerá do querer e da solidariedade de cada um de nós. Uma certeza não pode nos escapar: os ensinamentos apresentados pela palavra de Deus.
Tudo passará, mas a Palavra não passará. Nela consiste a verdade da nossa existência e da nossa fé. A palavra de Jesus é fonte de conversão e caminho para a adesão ao seu projeto de amor. Amor que nos torna irmãs e irmãos solidários uns com os outros e capazes de construir o reino no aqui e agora de nossa vida. O convite é para que acolhamos a Palavra e a ponhamos em prática, comunicando-a às outras tantas pessoas que ainda não a conhecem.
Os acontecimentos e fatos do dia a dia não podem nos imobilizar. Nem podemos nos acostumar com eles. Somos chamados a trabalhar, em comunidade, para construir uma realidade diferente, pois a palavra de Jesus nos encoraja e nos capacita para isso. Pratiquemos a palavra que não passa; desse modo, estaremos vivendo a vida que não tem fim, a qual se manifestou na ressurreição de Cristo Jesus.
Dai-nos, Senhor, a palavra que não passa e ensinai-nos a praticá-la e comunicá-la com a vida. Amém!

Benedito Antônio Bueno de Almeida, ssp
http://www.paulus.com.br/institucional/o-domingo-palavra#.UKhpRIfhpdr

O anúncio da Segunda Vinda de Jesus encoraja os eleitos de Deus


Postado por: homilia

novembro 18th, 2012


Este capítulo 13 do Evangelho segundo São Marcos, escrito em linguagem apocalíptica, aborda no fundo dois assuntos: a destruição do Templo de Jerusalém, que serve de sobreaviso para as tribulações que virão e o futuro da comunidade cristã dentro da história e diante da vinda do Filho do Homem. A vinda do Filho do Homem é salvação e julgamento. Salvação para os que estão lutando pelo projeto de Deus e julgamento para os que estão contra.
A intenção básica do capítulo não é descrever o futuro, fazer previsões, mas preparar a comunidade para o presente, numa vigilância ativa.
Aqui, a linguagem é rigorosamente apocalíptica. Com esses prodígios cósmicos, o autor quer mostrar, como é costume na apocalíptica, as poderosas intervenções de Deus na história, que no nosso caso se trata da vinda do Filho do Homem, como Salvador e Juiz, que será precedida por estes sinais cósmicos. Não é para assustar. Pelo contrário, o anúncio da intervenção salvífica de Deus só pode animar, encorajar e fortalecer a esperança dos eleitos.
O v. 26, falando da vinda do Filho do Homem entre nuvens – com poder e glória – se inspira em Dn 7,13-14, que traz forte conotação de julgamento. O v. 27 alude claramente à salvação dos eleitos. Assim, a vinda do Filho do Homem é julgamento para os que se opõem ao projeto de Deus e salvação para todos os que aderem a ele.
Aqui temos a parábola da figueira. A pergunta dos discípulos no v. 4 sobre quando estas coisas vão acontecer é abordada aqui. A parábola da figueira traz dois ensinamentos: afirma a presença do Reino na vida da comunidade, através dos acontecimentos e conflitos da história e, ao mesmo tempo, a proximidade do fim enquanto salvação para os eleitos. O v. 30: “Em verdade vos digo que esta geração não passará até que tudo isto aconteça” é uma referência direta à destruição de Jerusalém e à queda do Templo, pergunta feita pelos discípulos no v. 4. Isto aconteceu no ano 70 d.C., ainda dentro da primeira geração cristã.
O v. 32: “daquele dia e daquela hora ninguém sabe, nem os anjos no céu, nem o Filho, somente o Pai”, ultrapassa os sinais anunciados do fim e se refere à vinda do Filho do Homem. Jesus exclui claramente qualquer especulação quanto à DATA, com termos extremamente fortes dizendo que NINGUÉM SABE, NEM OS ANJOS NO CÉU, NEM O FILHO, SOMENTE O PAI. Muitas religiões já tentaram prever a data da vinda de Jesus.
Dizem que hoje está acontecendo exatamente o que Jesus falou: (guerras, pestes, AIDS, terremotos, fome, etc.), por isso Jesus está chegando. A estes iletrados pedimos que leiam mais atentamente o capítulo 13 de Marcos, v. 7: “é preciso que estas coisas aconteçam, MAS AINDA NÃO É O FIM” e o v. 8: “… Isto é o princípio das dores do parto”. De modo especial os claríssimos versículos 32 e 33.
A tônica do capítulo 13 é uma admoestação à vigilância quanto ao presente, quanto ao hoje da história. A palavra chave é “vigiar” (v. 5 = “atenção”; v. 9 = “ficai de sobreaviso”; v. 23=  “ficai atentos”; v. 33 = “atenção e vigiai, pois não sabeis quando será o momento”; v. 35 = “vigiai”; v. 37 = “e o que vos digo, digo a todos: vigiai”.
E o que significa “vigiar?” Não se trata de acomodação, espera passiva ou especulação, mas engajamento, atividade, exercício apostólico e missionário, trabalho concreto para a realização do projeto de Deus.
Senhor Jesus, que eu me deixe guiar por Tuas palavras, e me mantenha vigilante, na caridade, à Tua espera. Amém.
Padre Bantu Mendonça
http://blog.cancaonova.com/homilia/2012/11/18/
Leitura Orante

Mc 13,24-32- Palavras que não passam



Preparo-me para a Leitura Orante, fazendo uma rede de comunicação
e comunhão em torno da Palavra com todas as pessoas que se encontram neste ambiente
virtual. Rezamos em sintonia com a Santíssima Trindade.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém


Senhor, nós te agradecemos por este dia.
Abrimos, com este acesso à internet,
nossas portas e janelas para que tu possas
Entrar com tua luz.
Queremos que tu Senhor, definas os contornos de
Nossos caminhos,
As cores de nossas palavras e gestos,
A dimensão de nossos projetos,
O calor de nossos relacionamentos e o
Rumo de nossa vida.
Podes entrar, Senhor em nossas famílias.
Precisamos do ar puro de tua verdade.
Precisamos de tua mão libertadora para abrir
Compartimentos fechados.
Precisamos de tua beleza para amenizar
Nossa dureza.
Precisamos de tua paz para nossos conflitos.
Precisamos de teu contato para curar feridas.
Precisamos, sobretudo, Senhor, de tua presença
Para aprendermos a partilhar e abençoar!

Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho,Vida, tem piedade de nós.

1. Leitura (Verdade) 

O que diz o texto do dia? 

Leio atentamente, na Bíblia, o texto: 
Mc 13,24-32.


Jesus disse:
- Depois daqueles dias de sofrimento, o sol ficará escuro, e a lua não brilhará mais. As estrelas cairão do céu, e os poderes do espaço serão abalados. Então o Filho do Homem aparecerá descendo nas nuvens, com grande poder e glória. Ele mandará os anjos aos quatro cantos da terra e reunirá os escolhidos de Deus de um lado do mundo até o outro.
Jesus disse ainda:
- Aprendam a lição que a figueira ensina. Quando os seus ramos ficam verdes, e as folhas começam a brotar, vocês sabem que está chegando o verão. Assim também, quando virem acontecer essas coisas, fiquem sabendo que o tempo está perto, pronto para começar. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: essas coisas vão acontecer antes de morrerem todos os que agora estão vivos. O céu e a terra desaparecerão, mas as minhas palavras ficarão para sempre.
E Jesus terminou, dizendo:
- Mas ninguém sabe nem o dia nem a hora em que tudo isso vai acontecer, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas somente o Pai.

O Evangelho trata da vinda do Messias também dita, parusia. Quando à época, Marcos diz apenas “aqueles dias”. Esta expressão era usada também pelos profetas para dizer um futuro indefinido. Depois descreve os fenômenos da natureza: o sol que se escurece, a lua também não brilhará mais e as estrelas cairão. Através destes fenômenos cósmicos, Deus intervém na História. Nesta apresentação apocalíptica, a intenção de Jesus não é incutir medo nos discípulos, mas pretende convidá-los a permanecerem vigilantes e preparados para o encontro com o Senhor.
A parábola da figueira que também fala de expectativa e esperança, sugere que a história está em processo permanente até a revelação do Filho de Deus. Como diz São Paulo, “ a criação toda geme e sofre dores de parto esperando a revelação dos filhos de Deus’ (Rm 8,22).
E Jesus garante: “O céu e a terra desaparecerão, mas as minhas palavras ficarão para sempre”.

2. Meditação (Caminho)

O que o texto diz para mim, hoje? 

Os bispos na Conferência de Aparecida lembraram: 

“É preciso fundamentar nosso compromisso missionário e toda nossa vida na rocha da Palavra de Deus”. 
(DAp, 247)

E eu me interrogo:

 Como me alimento da Palavra?

 Faço a Leitura Orante e assumo compromissos concretos a partir dela? 

Ouço com atenção a Palavra proclamada na comunidade? 

Comunico a Palavra aos demais?

3.Oração (Vida)

O que o texto me leva a dizer a Deus? 

Rezo, espontaneamente,
ou canto com o Padre Zezinho, scj, a canção
 "Palavras que não passam":

Foi teu coração que me ensinou Palavras que não passam
No teu coração coloquei o meu, minha religião vem de ouvir teu coração

Foi teu coração que me ensinou a fazer da vida a uma esperança só
Sei que aprenderei se te ouvir falar. Não me perderei se te ouvir com atenção

Palavras que não passam, Palavras que libertam, Palavra poderosa tem teu coração
Palavra por palavra revelas o infinito, como é bonito ouvir teu coração


4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra? Sinto-me discípulo/a de Jesus.
Meu olhar deste dia será iluminado pela Palavra.
Rezo com o bem-aventurado Alberione:

Bênção

Jesus Divino Mestre seja para ti
a verdade que ilumina,
o caminho da santidade,
a vida plena e eterna.
Que ele te guarde e defenda.
Plenifique de todos os bens
a ti e a todos que amas.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
(Bem-aventurado Tiago Alberione, fundador da Família Paulina)

Irmã Patrícia Si
lva, fsp
http://leituraorantedapalavra.blogspot.com.br/

http://www.paulinas.org.br/diafeliz/evangelho.aspx

Oração Final
Pai Santo, as novidades sedutoras do progresso obscurecem a consciência de que nossa passagem por esta existência é efêmera e fugaz. Ajuda-nos, Pai amado, a fazer de nossa vida o caminho para alcançarmos, com toda a humanidade, o teu abraço eterno no Reino que tens preparado para nós. Por Jesus Cristo, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo.
http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/pg06.php

Cifra do Salmo 15

Cifra para aprender a tocar o Salmo 15, utilizado na missa do dia 18/11/2012, Ano B;
————D               A/C#                     G9/B            A6            Em7    D/F#           G      A4 A 
—Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!, Guardai   – me      Guardai-me
————D               A/C#                     G9/B           A6             Em7    D/F#           G      A4 A 
—Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!, Guardai   – me      Guardai-me
———–D                          A/C#                  Bm7          G                 Em7                         A4 A 
Ó Senhor, sois minha herança e minha taça, meu destino está seguro em vossas mãos!
———–F#m                                          Bm7              Em7              G                     A4 A
Tenho sempre o Senhor ante meus olhos, pois se o tenho a meu lado não vacilo.
Eis porque meu coração está em festa, minha alma rejubila de alegria,
e até meu corpo no repouso está tranqüilo;
Pois não haveis de me deixar entregue à morte, nem vosso amigo conhecer a corrupção.
Vós me ensinais vosso caminho para a vida; junto a vós,
felicidade sem limites, delícia eterna e alegria ao vosso lado!

FONTE: http://blog.cancaonova.com/cliquesom/18-11-2012_salmo15/#more-809

Baixe e Ouça o Salmo Dominical - 15

Salmo Dominical - 15
18 de novembro
O Canal da Música, no cancaonova.com, traz para você mais uma sugestão de melodia para salmos dominicais. Desta vez, o Salmo do próximo domingo será o 15, cujo refrão é: "Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!"


Confira:


Produção musical, arranjos e execução - Paulinho de Jesus

Melodia: Priscila Macedo e Paulinho de Jesus
Essa melodia foi interpretada por Priscila Macedo, membro daComunidade Canção Nova desde 2001. A missionária participou da gravação do primeiro de CD de Salmos da Canção Nova, entitulado "Entoai Salmos", com as faixas "É no Senhor que confio e nada temo" e "De todos os temores me livrou o Senhor Deus" lançado em 2003. 
.: Confira o vídeo do Salmo 15


FONTE: http://www.cancaonova.com/cnova/ministerio/temp/inf_txt.php?id=2326

LITURGIA DIÁRIA - 18/11/2012




Tema do Dia

Então verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens

Nesse tempo se levantará Miguel, o grande príncipe que protege o povo: será uma hora de grandes apertos, tais como jamais houve. Então o seu povo será salvo, todos os que estiverem inscritos no livro. Muitos que dormem no pó despertarão: (Dn 12,1-3)
http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/

Oração para antes de ler a Bíblia

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Meu Senhor e meu Pai! Envia teu Santo Espírito para que eu compreenda 

e acolha tua Santa Palavra! Que eu te conheça e te faça conhecer, te ame

 e te faça amar, te sirva e te faça servir, te louve e te faça louvar por

 todas as criaturas. Fazei, ó Pai, que pela leitura da Palavra os pecadores

se convertam, os justos perseverem na graça e todos consigamos 

a vida eterna. Amém.


Verde. 33º DOMINGO Tempo Comum 


Primeira leitura (Daniel 12,1-3)
Domingo, 18 de Novembro de 2012 
33º Domingo do Tempo Comum



Leitura da Profecia de Daniel:

1“Naquele tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, defensor dos filhos de teu povo; e será um tempo de angústia, como nunca houve até então, desde que começaram a existir nações. Mas, nesse tempo, teu povo será salvo, todos os que se acharem inscritos no Livro.
2Muitos dos que dormem no pó da terra despertarão, uns para a vida eterna, outros para o opróbrio eterno.
3Mas os que tiverem sido sábios brilharão como o firmamento; e os que tiverem ensinado a muitos homens os caminhos da virtude brilharão como as estrelas, por toda a eternidade.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.


Salmo (Salmos 15)
Domingo, 18 de Novembro de 2012 
33º Domingo do Tempo Comum



— Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!
— Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!

— Ó Senhor, sois minha herança e minha taça,/ meu destino está seguro em vossas mãos!/ Tenho sempre o Senhor ante meus olhos,/ pois se o tenho a meu lado não vacilo.
— Eis porque meu coração está em festa,/ minha alma rejubila de alegria,/ e até meu corpo no repouso está tranqüilo;/ pois não haveis de me deixar entregue à morte,/ nem vosso amigo conhecer a corrupção.
— Vós me ensinais vosso caminho para a vida;/ junto a vós, felicidade sem limites,/ delícia eterna e alegria ao vosso lado! 


Segunda leitura (Hebreus 10,11-14.18)
Domingo, 18 de Novembro de 2012 
33º Domingo do Tempo Comum



Leitura da Carta aos Hebreus:

11Todo sacerdote se apresenta diariamente para celebrar o culto, oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, incapazes de apagar os pecados.
12Cristo, ao contrário, depois de ter oferecido um sacrifício único pelos pecados, sentou-se para sempre à direita de Deus. 13Não lhe resta mais senão esperar até que seus inimigos sejam postos debaixo de seus pés.
14De fato, com esta única oferenda, levou à perfeição definitiva os que ele santifica.
18Ora, onde existe o perdão, já não se faz oferenda pelo pecado.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.


Evangelho (Marcos 13,24-32)
Domingo, 18 de Novembro de 2012 
33º Domingo do Tempo Comum



Expectativa e esperança


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, Jesus disse a seus discípulos:
24“Naqueles dias, depois da grande tribulação, o sol vai se escurecer, e a lua não brilhará mais, 25as estrelas começarão a cair do céu e as forças do céu serão abaladas.
26Então vereis o Filho do Homem vindo nas nuvens com grande poder e glória. 27Ele enviará os anjos aos quatro cantos da terra e reunirá os eleitos de Deus, de uma extremidade à outra da terra.
28Aprendei, pois, da figueira esta parábola: quando seus ramos ficam verdes e as folhas começam a brotar, sabeis que o verão está perto. 29Assim também, quando virdes acontecer essas coisas, ficai sabendo que o Filho do Homem está próximo, às portas.
30Em verdade vos digo, esta geração não passará até que tudo isto aconteça. 31O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão. 32Quanto àquele dia e hora, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas somente o Pai”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.


Oração para depois de ler a Bíblia

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Dou-Te graças, meu Deus, pelos bons propósitos, afetos e inspirações
que me comunicastes nesta meditação; peço-Te ajuda para colocá-los  em prática. Minha Mãe Imaculada, meu protetor São José e Anjo da minha guarda, intercedeis todos por mim. Amém.