segunda-feira, 23 de setembro de 2019

BOM DIA! BOA TARDE! BOA NOITE! Oração da noite, Oração da manhã e Oração do entardecer - Deus te abençoe!



Oração da Noite

Boa noite Pai.
Termina o dia e a ti entrego meu cansaço.
Obrigado por tudo e… perdão!!
Obrigado pela esperança que hoje animou meus passos, pela alegria que vi no rosto das crianças;
Obrigado pelo exemplo que recebi daquele meu irmão;
Obrigado também por isso que me fez sofrer…
Obrigado porque naquele momento de desânimo lembrei que tu és meu Pai; Obrigado pela luz, pela noite, pela brisa, pela comida, pelo meu desejo de superação…
Obrigado, Pai, porque me deste uma Mãe!
Perdão, também, Senhor!
Perdão por meu rosto carrancudo; Perdão porque não me lembrei que não sou filho único, mas irmão de muitos; Perdão, Pai, pela falta de colaboração e serviço e porque não evitei aquela lágrima, aquele desgosto; Perdão por ter guardado para mim tua mensagem de amor;
Perdão por não ter sabido hoje entregar-me e dizer: “sim”, como Maria.
Perdão por aqueles que deviam pedir-te perdão e não se decidem.
Perdoa-me, Pai, e abençoa os meus propósitos para o dia de amanhã, que ao despertar, me invada novo entusiasmo; que o dia de amanhã seja um ininterrupto “sim” vivido conscientemente.
Amém!!!

Oração da manhã

Bom-dia, Senhor Deus e Pai!
A ti, a nossa gratidão pela vida que desperta, pelo calor que
cria vida, pela luz que abre nossos olhos.
Nós te agradecemos por tudo que forma nossa vida, pela terra, pela água, pelo ar, pelas pessoas. Inspira-nos com teu Espírito Santo os pensamentos que vamos alimentar,as palavras que vamos dizer, os gestos que vamos dirigir,a comunicação que vamos realizar.
Abençoa as pessoas que nós encontramos, os alimentos que vamos ingerir.
Abençoa os passos que nós dermos, o trabalho que devemos fazer.
Abençoa, Senhor, as decisões que vamos tomar, a esperança que vamos promover,a paz que vamos semear,a fé que vamos viver, o amor que vamos partilhar.
Ajuda-nos, Senhor, a não fugir diante das dificuldades, mas a abraçar amor as pequenas cruzes deste dia.
Queremos estar contigo, Senhor, no início, durante e no fim deste dia.
Amém.

Oração do entardecer

Ó Deus!
Cai à tarde, a noite se aproxima.
Há neste instante, um chamado à elevação, à paz, à reflexão.
O dia passa e carregam os meus cuidados.
Quem fez, fez.
Também a minha existência material é um dia que se passa,
uma plantação que se faz, um caminho para algo superior.
Como fizeste a manhã, à tarde e a noite, com seus encantos,
fizeste também a mim, com os meus significados, meus resultados.
Aproxima de mim, Pai, a Tua paz para que usufrua desta
hora e tome seguras decisões para amanhã.
Que se ponha o sol no horizonte, mas que nasça
em mim o sol da renovação e da paz para sempre.
Obrigado, Deus, muito obrigado!
Amém!

NOVENA A SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS - De 22 a a 30 de setembro - 3º DIA


De 22 a a 30 de setembro, unamo-nos em oração com a
Família dos Devotos de Santa Teresinha.

Introdução ( todos os dias):

Em nome do Pai...

Canto: Abre, Senhor, os meus lábios pois quero entoar a canção que vem da fonte da vida e toma o meu coração. Abre,Senhor, os meus lábios e toma o meu coração.

ORAÇÃO: Deus Pai de ternura infinita, Cristo Jesus, Cordeiro de vida eterna, Espirito Santo, amor do Pai e do Filho, imploramo-vos as luzes e devoção necessárias para louvar o vosso nome, na vida e santidade de vossa serva Santa Teresinha do menino Jesus. Que o amor , por vós derramado na vida desta filha do Carmelo e da Igreja, possa espalhar-se generosamente em nossa vida e na vida daqueles(as) por quem rezaremos esta novena. Amém.

(Aqui se apresentam a Deus as intenções para a novena)

3º DIA
O sofrimento é altar de oblação

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 24/09/2019

ANO C


Lc 8,19-21

Comentário do Evangelho

A “família” de Jesus é constituída por uma atitude que identifica o discípulo com Jesus.

Este texto está presente também nos outros dois sinóticos (Mt 12,46-50; Mc 3,31-35). Somente Marcos nos oferece o contexto pelo qual a família de Jesus vai procurá-lo: voltando para casa, em Cafarnaum, a multidão se aglomera na casa a ponto de nem ele nem os seus discípulos poderem se alimentar. A família de Jesus, incluída sua mãe, tomando conhecimento do que estava acontecendo, vai atrás de Jesus para “detê-lo porque diziam: enlouqueceu!” (Mc 3,20-21). No evangelho de João, são os adversários de Jesus que têm a mesma opinião: “Houve novamente discussões entre os judeus por causa dessas palavras. Alguns deles diziam: ‘Ele tem um demônio! Está louco! Por que o escutais?’” (Jo 10,19-20).
Seja como for, a chegada da família de Jesus é ocasião de ensinamento de Jesus aos discípulos: a “família” de Jesus não é constituída pela descendência do sangue, mas por uma atitude que identifica o discípulo com Jesus: a escuta da Palavra de Deus e a sua consequente prática.
Àquela mulher que do meio da multidão gritou: “Felizes as entranhas que te trouxeram e os seios que te amamentaram!”, Jesus respondeu: “Felizes, antes, os que ouvem a Palavra de Deus e a observam” (Lc 11,27-28). A escuta da Palavra de Deus tem prioridade na vida do discípulo, pois na Palavra de Deus está contida a vontade de Deus para cada um e para todo o povo que o Cristo reúne.
Fonte: Paulinas em 24/09/2013

Vivendo a Palavra

Ouvir e praticar a Palavra de Deus é a porta de acesso à intimidade da Família de Jesus. Entrada que está franqueada a todos nós que, de coração aberto, ouvimos e seguimos a Palavra que se fez carne e habitou entre nós – Jesus de Nazaré, o Filho Unigênito do Pai Misericordioso.
Fonte: Arquidiocese BH em 24/09/2013

Vivendo a PalavrA

Ouvir e praticar a Palavra de Deus é a porta de acesso à intimidade da família de Jesus. Entrada que está franqueada a todos nós que, de coração aberto, ouvimos e seguimos a Palavra que se fez carne e habitou entre nós – Jesus de Nazaré, o Filho Unigênito do Pai Misericordioso.

Reflexão

Existem muitas pessoas que querem demonstrar-se religiosas, mostrar a todos que participam da vida da Igreja e têm amizade com o clero e até usam dos cargos e funções sociais para conseguir isso. Porém, essas pessoas querem apenas se promover, não querem nenhum compromisso com o Evangelho e com o Reino de Deus. A atitude de Jesus nos mostra quem é importante para ele: aquele que ouve a Palavra de Deus e a coloca em prática, aquele que é capaz de amar, perdoar, partilhar, acolher, socorrer, consolar, compreender, ensinar, comprometer-se, doar-se, reunir, celebrar, orar, ser feliz com os que são felizes, chorar com os que choram, são empáticos, solidários, vivem o amor de Deus.
Fonte: CNBB em 24/09/2013

Reflexão

Jesus está entretido com a multidão, falando do Reino de Deus. Passam-lhe o recado de que sua mãe e outros parentes estão fora e querem vê-lo. Ótimo ensejo para Jesus nos brindar com mais um ensinamento surpreendente. No judaísmo, os laços do sangue, da raça e da família tinham caráter sagrado e absoluto. A palavra de Jesus os relativiza. Nenhuma instituição natural poderá constituir o fundamento do povo de Deus. Única base para o novo povo de Deus é a Palavra divina: os que a acolhem e praticam formam a família de Jesus. Com isso, ele se faz nosso irmão, “o primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8,29). Ora, se Jesus é nosso irmão, somos filhos e filhas de Deus e podemos chamar a Deus de Pai: Pai nosso! Dessa família é que surge o mundo novo, cheio de liberdade e vida para todos.
(Dia a dia com o Evangelho 2019 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Meditação

Você procura colocar em prática os ensinamentos de Jesus para assim fazer parte de sua família? - Lembra-se de que, como irmãos, temos os mesmos deveres, os mesmos direitos e os mesmos bens? - É fácil desejar ao próximo tudo aquilo que desejamos a nós mesmos? - Colocar os ensinamentos de Jesus em prática consiste em amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a nós mesmos. Comente isso.
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R
Fonte: a12 - Santuário Nacional em 24/09/2013

Meditando o evangelho

A FAMÍLIA DO REINO

A opção pelo Reino estabelece laços profundos de amizade entre os discípulos, gerando neles uma solidariedade exemplar. Este parentesco espiritual, em muitos casos, pode ser mais sólido que o próprio parentesco sanguíneo. E, o mais importante: gera um ambiente de igualdade onde Deus Pai nos faz todos irmãos e irmãs.
O relacionamento físico com Jesus de Nazaré já não tem importância. A família do Reino se constitui a partir da escuta e da vivência da Palavra de Deus e não da pertença à família histórica de Jesus. O tempo e o espaço também não contam. Seja qual for a época em que se vive ou se viveu, é possível sentir a proximidade familiar em relação aos outros cristãos, desde pautemos nossa vida pela mesma proposta do Reino. Além disso, onde quer que estejam e de onde quer que venham, quando dois cristãos se encontram, deveriam imediatamente sentir brotar no coração um forte afeto fraternal, por terem o mesmo projeto de vida, e estarem unidos pela mesma opção por Jesus e por seu Reino.
Desde os primórdios, a comunidade cristã compreendeu este dado de sua identidade. E, assim, estabeleceu uma nítida diferença em relação à tradição judaica, cujo apego às genealogias e à consangüinidade era bem conhecida.
A família do Reino, como é constituída, pode reunir gente de todas as raças, povos, famílias e nações.
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE  e disponibilizado no Portal Dom Total).
Oração
Senhor Jesus, faze crescer em mim o afeto por meus irmãos e irmãs de fé, sabendo que somos membros de uma só família, a família do Reino.

COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Guiado por Deus
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Percebemos nas diversas sentenças do Livro dos Provérbios, que abre essa liturgia, uma afirmação muito séria logo de início: Até o Rei, que é soberano, deve deixar-se guiar por Deus e nenhum homem é juiz de si mesmo, mas a sua retidão é determinada por Deus, pois somente ele conhece e sonda o coração do ser humano. Quando o homem é arrogante e cheio de orgulho, só manifesta a escuridão e não deixa aparecer a luz de Deus. Todas as demais sentenças aplicam-se a esta Verdade: É Deus que nos aponta por aonde ir, pois os projetos do homem são muitas vezes enganosos e não levam a lugar algum.
Por isso que encontramos no Salmista essa súplica que deve ser constante em nossa vida “Guiai-me, Senhor, nos caminhos dos vossos preceitos”, pois Deus é a estrada, e ao mesmo tempo o destino a ser alcançado. Este caminho tornou-se mais nítido em Jesus Cristo, pelo qual o Pai se manifestou, se revelou e falou diretamente aos homens. Antes, os instrumentos dos quais Deus se serviu, eram homens que poderiam se enganar, como de fato muitos se enganaram, mas no templo da plenitude a Palavra de Deus tornou-se carne e tornou-se imprescindível escutá-la e pô-la em prática pois Jesus não apenas nos mostra o caminho, mas ele é o caminho.
Os que ouvem esta palavra e a coloca em prática tornam-se íntimos de Jesus, criando com ele um forte laço, mais poderoso do que qualquer parentesco como mostra o evangelho. Talvez possamos pensar que neste evangelho, a mãe de Jesus foi relegada a um segundo plano. Primeiramente é preciso saber que, o termo Mãe designava a Matriarca da Família, seria ela a Bisavó ou a Tataravó, aquela que tinha autoridade sobre a família, por esta razão ela está ali, para convencer Jesus a ir para casa e deixar de lado a missão. Maria de Nazaré agiria assim?
Digamos, entretanto que seja realmente Maria, é mais fácil entendermos que os demais membros da família a convenceram a ir até lá. No demais, o próprio Jesus sempre elogiou Maria pela sua obediência e fidelidade á Palavra de Deus, por isso ela é a primeira cristã e primeira discípula.

2. Ouve a Palavra de Deus
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

A resposta de Jesus às pessoas que lhe comunicam que sua mãe e seus irmãos estão à sua procura parece um pouco brusca na relação de um filho com sua mãe. Na realidade, Jesus está afirmando ao menos duas coisas. Primeiro, que sua família é mais ampla do que a família de sangue. Ela é constituída por todos aqueles que ouvem e praticam a Palavra de Deus. E depois, ao dizer que sua Mãe e seus irmãos são os que ouvem e praticam a Palavra de Deus, não está dizendo que Maria e seus irmãos não ouvem e não praticam a Palavra de Deus. A afirmação de uma coisa não é negação de outra. É sua mãe quem ouve e pratica a Palavra de Deus. Maria é sua Mãe. Logo, Maria ouve e pratica a Palavra de Deus. Este raciocínio nem precisa ser feito. As Escrituras não falam muito de Maria, mas o que falam é suficiente para saber quem ela é. Foi quando ela disse “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra”, que o Verbo se fez carne. A fidelidade a seu Filho, Jesus Cristo, a levou até aos pés da cruz, onde a Mãe dolorosa ficou firme, de pé. Ela é por excelência aquela que ouve a Palavra e a põe em prática. O seu “sim” a Deus brota do seu coração num ato constante e perfeito de obediência. Nós somos membros da família de Jesus. O exemplo de Maria nos faz dizer “sim” à vontade do Pai. Nós nos abandonamos a Deus e entregamos nossa vida em suas mãos com infinita confiança. Ele é nosso Pai, o Pai dessa grande família na qual somos filhos e irmãos.

3. O FRUTO DA PALAVRA
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total).

A vivência sincera da Palavra de Deus estabelece entre o discípulo do Reino e Jesus uma profunda comunhão. Mas também, entre os mesmos discípulos, a Palavra produz frutos de fraternidade e solidariedade. Em ambos os casos, os laços interpessoais podem mostrar-se mais fortes que os provenientes das relações familiares.
Disto resulta a nova família do Reino em que a paternidade provém de Deus, e a convivência entre os membros pauta-se pelo amor e pela igualdade, para além de raça, de condição social e de diferença de gênero. Ser judeu ou pagão, escravo ou livre, homem ou mulher são distinções irrelevantes para a família do Reino. A possibilidade de viver a comunhão desponta no horizonte, deixando de lado tudo o que possa ser motivo de divisão.
Desta forma, no contexto do Reino, relativiza-se a família natural de Jesus. O fato de ser sua mãe ou seus irmãos tinha pouca relevância. Esta familiaridade não lhes dava precedência na relação com o Mestre. Seria inútil exigir este direito, já que o haviam perdido.
Tanto a mãe quanto os seus parentes deveriam fazer o caminho de sua relação com Jesus passar pela submissão à Palavra de Deus. Doravante, serão seus familiares os que, como ele, ouvem a Palavra de Deus e a põem em prática.
Oração
Espírito de submissão à Palavra de Deus, que a escuta e a prática da Palavra me tornem membro da família do Reino, a nova família de Jesus.

Liturgia comentada

Subir à casa do Senhor... (Sl 122 [121])
Desde o sonho de Jacó (Gn 28,10-12), o homem se dispôs a subir os degraus da escada, enquanto o próprio Deus ia descendo ao seu encontro. O Salmo 122 é um dos “salmos graduais” ou “cânticos das subidas” – uma série de quinze orações cantadas pelos peregrinos que se aproximavam de Jerusalém e de seu Templo. Mesmo à distância, ao ver os reflexos do sol na cúpula dourada, os israelitas já exultavam de alegria e começavam a cantar.
Tal era a importância da Cidade da Paz, que o povo de Israel se dividia em dois grupos: aquele que subia para lá – o olah – e os que desciam no regresso – os yordim. Israel se vê, pois, como um povo “em movimento”.
Subir é libertar-se. Na Bíblia, o verbo “subir” sugere variados sentidos. Chama-se “subida” a libertação da escravidão no Êxodo: “Foi o Senhor que nos fez subir, nós e nossos pais, do país do Egito, da casa da servidão”. (Jos 24,17) Livres, podem subir à montanha e prestar culto a Yahweh.
E aqui está outro sentido dessa subida: é a ascensão de uma montanha no sentido espiritual. Assim como as nações pagãs adoravam seus ídolos nos “lugares altos”, também Israel deve galgar as encostas do Monte Sião, até o Templo de Jerusalém, para entrar na presença do Senhor e adorá-lo. A peregrinação montanha acima já é um gesto de adoração. Na cadeia rochosa que é a espinha dorsal da Palestina, Jerusalém situa-se em um dos pontos mais altos, a 800m de altitude. O itinerário espiritual de Israel é uma jornada para o alto, em busca do Altíssimo. “Subir” é alçar-se acima do mundo material, das ocupações comuns e, claro, dos pecados de cada dia.
.Já em tempos cristãos, tornou-se costume erigir os templos em lugares elevados, de modo que os olhares pudessem convergir para a “casa de Deus”. Numerosos santuários surgiram no topo de elevações, como na Serra da Piedade (Caeté, MG) e na Penha (Rio de Janeiro). No antigo Ordo da missa, o sacerdote rezava aos pés do altar os versículos do salmista: “Envia tua luz e tua verdade: elas me guiarão, levando-me ao teu monte santo, às tuas moradas”. (Sl 43,3)
Na apresentação do Salmo 122, Dom Marcos Barbosa, OSB, escrevia: “Este salmo, usado na consagração das igrejas, é também aplicado à Virgem Maria, que é Templo de Deus, Porta do Céu, Torre de Davi, Rainha da Paz, miniatura e plenitude da Igreja”. (Bíblia Mensagem de Deus, LEB-Loyola)
O homem não foi criado para rastejar na planície, mas para subir a montanha...
Orai sem cessar: “Só uma coisa eu procuro: habitar na casa do Senhor!” (Sl 27,4)
Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.
Fonte: NS Rainha em 24/09/2013

HOMILIA DIÁRIA

Precisamos escutar o Senhor

Precisamos ser ouvintes de Sua palavra; precisamos prestar atenção àquilo que Jesus fala a nós, precisamos escutar o Senhor.

E Jesus respondeu: “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus, e a põem em prática” (Lc 8,21).

Jesus estava no meio daquele povo e os Seus se aproximaram e anunciaram-nO: “Sua mãe e seus irmãos estão aí”. E Jesus não os desprezou. Vamos entender essa palavra “irmãos” na profundidade, no sentido daqueles que faziam parte da mesma tribo, que tinham um parentesco mais próximo a Cristo. Muitos desses não aceitaram Jesus, não aceitaram a pregação que Ele trouxe e O trataram como mais um apenas.
O Senhor quer nos dizer que tem um grau maior de parentesco com Ele aquele que ouve a Sua Palavra, não aquele que pertence ou está ligado a Ele por uma condição sanguínea. O verdadeiro parentesco com Jesus tem aquele que ouve a Sua Palavra.
A primeira coisa: precisamos ser ouvintes da Palavra de Deus, precisamos prestar atenção àquilo que Jesus nos fala e escutá-lO.
A Palavra de Deus precisa fazer parte da nossa vida, precisamos ter um tempo de ouro para ela. Uma vez que ouvimos essa Palavra, precisamos praticá-la, e a meditação tem de nos levar a revermos o nosso comportamento, a nossa maneira de agir, aquilo que nós estamos fazendo.
Quando fazemos isso, meus irmãos, tornamo-nos íntimos do Senhor, próximos d’Ele; nós, realmente, fazemos parte da família de Jesus.
Nós exaltamos Maria, a mãe de Jesus, porque ela não só foi mãe e porque gerou Jesus, mas porque ela foi a mãe que ouviu atentamente seu Filho, ouviu Suas palavras e ainda disse: “Prestai atenção ao que Ele diz e fazei tudo o que ele dizer”. Ela, acima de tudo, viveu intensamente a Palavra do Senhor.
Nós queremos nos unir à mãe de Jesus e aos irmãos d’Ele que levaram a sério Sua Palavra e a colocaram em prática.
Pedimos: “Senhor, ajude-nos a não sermos apenas ouvintes de Sua Palavra, mas ensina-nos a sermos praticantes ávidos daquilo que o Senhor diz a nós.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Fonte: Canção Nova em 24/09/2013

Oração Final
Pai Santo, dá-nos ouvidos atentos para escutar a Tua Palavra Viva; coração agradecido para acolhê-la com alegria e carinho; e coragem e perseverança para vivê-la nesta terra encantada, junto aos nossos companheiros de jornada. Por Jesus, o Cristo, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 24/09/2013

Oração FinaL
Pai Santo, dá-nos ouvidos atentos para escutar a Tua Palavra Viva; coração agradecido para acolhê-la com carinhosa alegria; e coragem perseverante para vivê-la nesta terra encantada, seguindo Maria, a mãe de Jesus, e ao lado dos companheiros de nossa comunidade. Pelo mesmo Jesus, o Cristo, teu Filho que se fez nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo.