terça-feira, 14 de janeiro de 2014

CRISTO minha CERTEZA

TERÇOS – VÍDEOS

TERÇO DA DIVINA PROVIDÊNCIA
 

TERÇO DE CURA E LIBERTAÇÃO
 

TERÇO DA FÉ
 

TERÇO DO ESPÍRITO SANTO
 

TERÇO DA LIBERTAÇÃO CANTADO - JOÃO GREGÓRIO

LITURGIA DAS HORAS

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Mensagens diárias prá vc

Oração do Angelus - Padre Antonello - VÍDEO


Terço - Mistérios Dolorosos - Terça-feira e Sexta-Feira




Terço do Rosário: Mistérios Dolorosos





São Felix de Nola - 14 de janeiro

FELIX DE NOLA
Bispo, Santo
+ 255

Filho mais velho de Hermias, um soldado sírio que tinha se retirado para Nola. Após a morte de seu pai, Felix  vendeu quase todos os seus bens e deu para os pobres e passou a seguir a sua vocação clerical. Ordenado pelo bispo Maximus de Nola.Durante as perseguições do Imperador Décius, o velho bispo ajudado por Felix fugiu para as montanhas e Felix foi preso,  surrado e torturado para renegar a sua fé. A lenda diz que um anjo o livrou da prisão para que ele cuidasse de seu bispo doente.

Bem aventurado Pedro Donders - 14 de janeiro


Pedro Donders
Bem aventurado
1809-1887
Pedro Donders nasceu em 27 de outubro de 1809, no sul da Holanda . Seus pais, Arnoldo e Petronila, tiveram dois filhos que sobrevieram a mortalidade infantil da época. Pedro, era o mais velho e muito doente; Martino, era o caçula e deficiente.

Santa Elisabete Ana Bayley Seton - 14 de Janeiro




Santa Elisabete Ana Bayley Seton, obediente ao Senhor

Fazia parte da Congregação das Irmãs de São José, com o objetivo de formar as crianças numa fé cristã e católica
Primeira norte-americana a ser canonizada. Em 1975, sob o pontificado do papa Paulo VI, nasceu nos Estados Unidos, no ano de 1774 dentro de uma família cuja mãe era uma cristã não católica e o pai, conhecido como médico muito atarefado e famoso. A mãe faleceu e, infelizmente, a madrasta fazia sofrer Santa Elisabete. Seu refúgio era a oração e a Palavra de Deus. Era alguém que buscava cumprir os mandamentos do Senhor, responder como Cristo respondeu aos sofrimentos do seu tempo.

Santo Hilário de Poitiers - 13 de Janeiro




Santo Hilário de Poitiers, combateu o Arianismo do Oriente

Para o bem do povo anunciava com ousadia até ser exilado, mas não deixou de evangelizar nem mesmo na cadeia
Um dos santos padres da Igreja de Cristo, ele nasceu no ano de 315, em Poitiers, na França. Buscava a felicidade; mas sua família, pagã, vivia segundo a filosofia hedonista, ligada ao povo grego-romano; ou seja, felicidade como sinônimo de prazeres, com puro bem-estar. Então, aquele jovem dado aos estudos, se perguntava quanto ao fim último do ser humano; não podia acabar tudo ali com a morte; foi perseguindo a verdade.

São Fulgêncio - 12 de janeiro


o Fulgêncio

Comemoração Litúrgica:  12 de janeiro.

Também nesta data - Santos: Arcádio, Ernesto, Modesto, Bernardo e Taciana

Cartago é o berço deste impertérrito defensor da fé católica. Fulgêncio era filho de pais cristãos. Tendo perdido cedo o pai, a mãe cuidou de dar ao filho uma educação de acordo com as normas da religião. Não só seus belos talentos, como a modéstia, a docilidade, o grande respeito que mostrava para com a mãe, fizeram com que fosse estimado por todos. Apesar de vantajosas colocações que se lhe ofereceram, Fulgêncio, para fugir dos perigos do mundo, resolveu entrar num convento. A leitura de um sermão de Santo Agostinho sobre a vaidade do mundo e a brevidade da vida, levou-o a pôr em execução esse plano, sem demora. Dirigiu-se ao bispo Fausto, que era superior de um convento em Byzacene. Este não quis aceitar, receando que uma pessoa nas condições de Fulgêncio não se pudesse ajeitar com a vida austera do convento. Fulgêncio respondeu-lhe com humildade: “Aquele que me inspirou a vontade de servi-lhe, poderá dar-me força de vencer a minha fraqueza”. Fausto, admirado desta resposta tão criteriosa, admitiu-o. Logo, porém, que a mãe soube da resolução do filho, e da sua entrada para vida religiosa, correu ao convento e com ímpeto e grande pranto, exigiu a volta de Fulgêncio. Este, porém, venceu a tentação e ficou firme na vocação. O amor de Deus fê-lo vencer a voz da natureza. Entregou os bens à mãe, para que os administrasse, até que o irmão mais novo pudesse assumir esta responsabilidade.

Bem-aventurado Pedro Francisco Jamet - 12 de janeiro


Pedro Francisco Jamet
Bem-aventurado
1762-1845

Fundou a Congregação
do Bom Salvador
Pedro Francisco Jamet, nasceu no dia 13 de setembro de 1762 em Fresnes, hoje diocese de Seez, na França. Seus pais eram ricos fazendeiros cristãos, tiveram oito filhos, destes dois seguiram o sacerdócio e uma se tornou religiosa. Com os outros irmãos, estudou no colégio de Vire. Aos vinte anos, percebeu sua vocação religiosa, por isso ingressou na renomada universidade de Caen, para freqüentar os cinco anos de filosofia e teologia.

Santo Antonio Maria Pucci - 12 de janeiro


Santo Antonio Maria Pucci
1819- 1892

Fundou a congregação das
Irmãs Auxiliares Servas de Maria
No batismo recebeu o nome de Eustáquio Pucci e nasceu em Pogiolo de Vernio, na região de Florença, Itália, no dia 16 de abril de 1819. De família católica praticante, teve seis irmãos e enfrentou a resistência destes para seguir a vida de religioso.

São Bento Biscop - 12 de janeiro


Santo Bento Biscop
628-690

Gravura do acervo dos
beneditinos - Londres
"Bento pela graça e pelo nome" era este o jogo de palavras que são Gregório Magno usava para definir o amigo e irmão na fé, são Bento de Nórcia. E pela grande força do sentido que expressam, não puderam deixar de ser usadas, também, para louvar são Bento Biscop, no livro escrito por são Beda, Doutor da Igreja , sobre seu mestre e tutor. Ele que foi discípulo de Biscop, desde os sete anos, idade em que foi entregue pelos pais.

Santo Arcádio - 12 de janeiro


Santo Arcádio
Séc. III
Na metade do século III, os cristãos sofriam com a derradeira e a mais perversas das suas perseguições. Tinham as casas arrombadas, os bens confiscados e as famílias humilhadas com as pessoas sendo levadas ao tribunal e condenadas à morte, por causa de sua Fé.

São Bernardo de Corleone - 12 de Janeiro




São Bernardo, modelo de vida na pobreza

Discerniu um chamado à vida religiosa, buscou a família franciscana e ali tornou-se irmão religioso
O santo de hoje nasceu no ano de 1605 em Corleone, Sicília, na Itália. Como é belo poder perceber o testemunho de hoje! Como a misericórdia de Deus fez maravilhas a partir do arrependimento!

TERÇO DA MISERICÓRDIA - VÍDEOS






"Quando rezarem este Terço junto aos agonizantes, Eu me colocarei entre o Pai e a alma agonizante, não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso".

JESUS, EU CONFIO EM VÓS!!!

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 14/01/2014

14 de Janeiro de 2014

ANO A


Mc 1,21b-28

Comentário do Evangelho

Ensina com autoridade

Jesus ir à sinagoga no dia de sábado mostra ser um judeu praticante. Uma das características do Jesus apresentado por Marcos é que ele está sempre a ensinar. No entanto, o segundo evangelho nunca informa, explicitamente, ao leitor acerca do conteúdo do ensinamento de Jesus. O ensinamento de Jesus causa a admiração de muitos porque ensina com autoridade. Entenda-se, aqui, a coerência interna, ou o acordo de si consigo mesmo. Essa coerência é que dá credibilidade ao seu ensinamento e o distingue dos escribas e fariseus, continuamente criticados pela hipocrisia, que é só aparência e, por isso, contrária à coerência exigida do serviço a Deus. A palavra do Senhor revela a maldade do coração do ser humano. É disso que se trata quando o relato evangélico diz que o espírito impuro se manifesta ameaçando. Todo mal quer permanecer encoberto; aliás, o mal se alimenta e cresce na sombra. A Luz do Senhor o revela para destruí-lo. O mal não pode ter lugar na vida do ser humano, sob pena de desfigurar nele a imagem de Deus. Seja como for, o texto faz uma afirmação fundamental: o Cristo de Deus submete e destrói o mal que aprisiona o ser humano e o impede de celebrar livremente o descanso sabático. Esse é o ensinamento que é necessário reter.
Carlos Alberto Contieri, sj
ORAÇÃO
Pai, dá-me forças para que jamais eu permita ao poder do mal prevalecer sobre mim. Seja o meu coração totalmente voltado para ti e para o teu Reino.

Vivendo a Palavra

Os ensinamentos de Jesus, seguidos de sinais – como a libertação de maus espíritos vista no texto - nos deixam admirados até hoje. A nós, sua Igreja neste século, Ele deixou a missão de continuar sua obra: anunciar o Reino do Pai, que está próximo: ele está dentro de nós!

Reflexão

Jesus tem como costume ensinar nas sinagogas e o conhecimento da fé é a maior arma que o cristão tem para vencer o mal e o pecado, pois não só nos mostra o caminho para chegarmos até Deus e o valor da verdade para nós, além de nos revelar o amor que Deus tem por nós e a necessidade que temos de corresponder a esse amor por uma vida santa para que possamos vencer toda sorte de mal que venha a acontecer em nossas vidas e sentirmos o poder amoroso de Deus que se faz presente na vida de todas as pessoas que acolhem o que Jesus veio revelar a respeito de Deus e do seu Reino.

Recadinho


Temos oportunidade de falar de Deus? - Sua presença é sempre presença de quem tem fé? - Há situações nas quais somos constrangidos e sentimos dificuldade para demonstrar que somos de Cristo? - Tenho consciência de que muitas vezes os caminhos de Deus são diferentes daqueles que imagino? - O que Jesus nos sugere e vale para sempre? É... pedir sua ajuda!
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R

Comentário do Evangelho

VENCENDO O MAL

O Reino anunciado por Jesus provocou as fôrças do mal que reagiram de imediato. Sua pregação desmascarava a malignidade de tudo quanto redundava em escravidão para o ser humano e o impedia de se realizar e ser feliz. Jesus se sabia destinado a libertar os oprimidos e escravizados pelas forças diabólicas do mal.
Evidentemente, o processo de libertação não era fácil. Por um lado, os opressores não queriam abrir mão de suas intenções e métodos. Por outro lado, os oprimidos acabavam por se acostumar à sua situação, já não fazendo mais caso dela.
A libertação começava quando o escravo do mal se insurgia contra sua situação, com a ajuda de Jesus. Tratava-se de uma terrível luta interior! Às vezes, se pensava que a presença de Jesus só servisse para perturbar. Ele, porém, não se deixava intimidar e sua presença purificava o ser humano dos espíritos imundos que o flagelavam e contaminavam. Livres de toda escravidão, os beneficiários de Jesus tornavam-se sinal do poder efetivo do Reino.
Toda a vida de Jesus foi perpassada de luta contra as forças demoníacas do mal. Com sua palavra, ele as desarticulava, fazendo o Reino dar seus frutos na história humana. Jesus não cruzava os braços ao se deparar com quem era vítima do mal e do pecado. Sua presença fazia o dinamismo libertador do Reino entrar em ação.
Oração
Senhor Jesus, afasta para longe de mim o mal que me impede de ser livre e fazer-me servidor do Reino.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Oração
Ó Deus, atendei como pai às preces do vosso povo; dai-nos a compreensão dos nossos deveres e a força de cumpri-los. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

REFLEXÕES DE HOJE


14 de JANEIRO – TERÇA
Liturgia comentada

Sei quem Tu és... (Mc 1,21b-28)
Vivemos uma vida agônica, em permanente combate entre o mal e o bem. Não uma simples oposição entre energias contrárias, um simples jogo de forças entre princípios abstratos do bem e do mal. Trata-se de uma guerra pessoal entre o demônio (a quem o Papa Paulo VI chamou de uma “eficiência”, e não a simples “deficiência do Bem”) e Jesus Cristo, o Filho de Deus.
Eis o comentário da Bíblia de Navarra: “A oposição do demônio a Jesus vai aparecendo, cada vez mais clara: é solapada e sutil no deserto; manifesta e violenta nos endemoninhados; radical e total na Paixão, que é “a hora do poder das trevas” (Lc 22,53). A vitória de Jesus é também cada vez mais patente, até o triunfo total da Ressurreição”.
Neste embate, o adversário fala pela boca do possesso e parece conhecer a natureza divina de Jesus, ao gritar: “Sei quem Tu és: o Santo de Deus!” Mas não podemos esquecer que se trata do “pai da mentira”. Segundo os Padres da Igreja, a verdadeira identidade de Jesus permaneceria oculta ao demônio até sua morte e ressurreição. Estaria, pois, o inimigo a testá-lo, tentando levar Jesus a se revelar em sua natureza divina, com a intenção de abortar sua possível missão salvadora.
Por isso mesmo, Jesus reduz o espírito imundo ao silêncio: “Cala-te!” Com exceção dos mais próximos, a quem Jesus se manifesta sem reservas, era oportuno que sua divindade permanecesse oculta até o coroamento de sua missão. Nesse mesmo sentido, Santo Inácio de Antioquia ressalta a importância de a Virgem Maria se ter casado com São José, para que ficasse oculto ao demônio que o parto de Jesus era o parto de uma Virgem, e ele pensasse que se tratava de uma mulher casada.
Mas há outro aspecto que nos devia deixar impressionados: enquanto o demônio anuncia bem alto que ele conhece quem é Jesus, nosso mundo de hoje parece ignorar por completo a Pessoa e a missão salvífica do Senhor Jesus, vivendo como se Cristo não tivesse morrido por nós. Pais e formadores se preocupam em dar aos filhos e educandos todo tipo de informação e conhecimento sobre os meios de ganhar dinheiro, ficar famoso e ter sucesso, mas deixam na sombra a amizade com Jesus e o caminho de salvação que Ele traz para todos. Pior que o capeta!!!
E nós? Sabemos quem é Jesus?
Orai sem cessar: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo!” (Mt 16,16)
Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.
santini@novaalianca.com.br


HOMILIA
O HOMEM DOMINADO POR UM ESPÍRITO MAU Mc 1,21b-28

Na narrativa de hoje, Jesus liberta um homem em território dos gentios, sob o domínio do império romano. A identificação do demônio, que o possuía pelo nome de “legião”, aponta para as legiões romanas que ocupavam esta região. Os porcos que se arremetem ao mar e perecem assemelham-se ao exército do faraó no mar Vermelho, no Êxodo.  O homem libertado por Jesus sai a anunciar a sua misericórdia, tornando-se um missionário gentio entre os gentios.  Aquele episódio, entre tantos registrados na Bíblia, nos mostra a existência dos demônios, que são espíritos maus, anjos caídos, que estão na terra com o propósito de prejudicar a humanidade e afrontar Deus.
O gadareno vivia nos sepulcros, que eram cavernas. Ali não era lugar para pessoas vivas, mas o Diabo o levou para lá. Nisso percebemos o seu propósito de roubar, matar e destruir (João 10.10). A vida daquele homem estava encerrada, perdida. Estava separado da família, dos amigos e da sociedade. Era um morto-vivo morando no cemitério, sem esperança e sem perspectiva. Assim como Deus tem um plano para o ser humano, Satanás também tem, e aquele homem atingira um estágio avançado da execução dos desígnios diabólicos. Quem não segue a Cristo está caminhando com o inimigo rumo à perdição eterna. Ainda que não esteja possesso, está influenciado e dominado pelo mal, podendo chegar a situações muito piores.
Ninguém podia fazer coisa alguma por aquele homem. Não podiam salvá-lo ou ajudá-lo de alguma forma. Então, tentavam prendê-lo, talvez com a intenção de protegê-lo de si mesmo. Entretanto, os demônios se manifestavam com fúria, despedaçando correntes e cadeias. Ele era incontrolável. Nenhum ser humano tem força para controlar um demônio. O que dizer de milhares? Aquele homem precisava conhecer Jesus.
O demônio reconheceu Jesus imediatamente e se prostrou para adorá-lo, como fazia quando era um anjo de Deus. Naquele momento, o espírito mau deu o seu testemunho de que Jesus é o Filho de Deus. Algo tão difícil para as pessoas acreditarem e reconhecerem, era fato natural para aquela entidade maligna porque a sua essência é divina e que está sofrendo as conseqüências da sua rebelião.
Imediatamente, Jesus expulsou a legião daquele homem. Quando o gadareno encontra o nazareno, tudo muda. Jesus faz o que ninguém mais pode fazer. O endemoninhado não podia libertar a si mesmo da escravidão espiritual. Os outros também não podiam libertá-lo. Mas sim, o Filho de Deus. Ele sim, veio trazer liberdade aos cativos, desfazendo as obras do Diabo.
Jesus atendeu ao pedido daqueles espíritos, permitindo que eles entrassem nos porcos. Imediatamente, aqueles animais foram precipitados no despenhadeiro, caindo no mar e morrendo afogados. Creio que era isso que os demônios pretendiam fazer ao gadareno. Então, por quê não fizeram? Eles só agem dentro dos limites da permissão divina (Mc.5.13). Além disso, os demônios usavam aquele corpo como casa (Mt.12.43-44) e não iriam destruí-lo tão cedo. O diabo utiliza seus escravos para fazer suas obras malignas neste mundo. Por isso, é útil para ele que suas vidas miseráveis sejam prolongadas por algum tempo.
Depois da libertação, o gadareno parecia outro homem. Foi encontrado assentado, vestido e em perfeito juízo (Mc.5.15). A conversão é o início de uma nova vida, com equilíbrio, sossego, descanso, paz, dignidade, ordem e decência. Além de ter sido liberto, aquele homem foi salvo (Lc.8.36).
Muitas pessoas vieram vê-lo, mas não glorificaram a Deus por sua libertação. O momento era propício ao louvor e às ações de graças, mas houve murmuração. Os demônios adoraram a Jesus, mas o povo não adorou. Muitos ficaram revoltados contra ele por causa da morte dos porcos. Portanto, aquele homem não tinha valor algum para o seu povo. Os porcos eram considerados mais importantes. A perda financeira foi mais sentida do que o ganho humano e espiritual. O materialismo dominava aquela gente. Encontraram Cristo, mas não foram salvos. Resolveram expulsá-lo daquela cidade. Que situação estranha! Jesus expulsou os demônios de um homem e depois foi expulso do lugar. Qual é a nossa atitude para com Jesus? Hoje, da mesma forma, cada pessoa deve tomar a decisão de acolher Jesus ou rejeitá-lo.
Jesus, mas ele não permitiu. Cristo havia atendido a um pedido dos demônios, mas não atendeu à oração daquele homem. Por quê? Jesus tinha um propósito para ele naquele lugar. Vemos nisso o amor e a misericórdia para com aquele povo ímpio que rejeitou Jesus. Ele deixou o gadareno ali como o pregador, dando seu testemunho para todos, começando pela sua casa. Agora que estava liberto, poderia retomar a normalidade da sua vida. Sua família também tinha sido abençoada através daquela libertação. Aquele que se converte torna-se bênção para o seu lar e para a sociedade.
Neste episódio, os discípulos nada fizeram, senão aprender com o Mestre aquilo que deveriam realizar após a sua ascensão. Jesus subiu ao céu, mas encarregou sua igreja de continuar sua obra de libertação. Assim, através de nós, Jesus continua libertando. Aqueles que alcançam a libertação e a salvação saem de uma vida de tormento e começam a usufruir a alegria de Deus em seus corações e se tornam evangelhos vivos para entre  e nos seus.
Fonte Homilia: Padre Bantu Mendonça Katchipwi Sayla
HOMÍLIA DIÁRIA
A ira é um mal a ser vencido
Os demônios tremem, correm e sabem da autoridade de Jesus diante de um homem todo possesso!
”E todos ficaram muito espantados e perguntavam uns aos outros: “Que é isso? Um ensinamento novo dado com autoridade: Ele manda até nos espíritos maus, e eles obedecem!” (Marcos 1, 27) .
A autoridade de Jesus sobre o mal é exercida em todo o Seu ministério no meio de nós. conhece a nossa natureza humana e sabe o quanto o mal entra em nós e age no meio de nós, destrói e corrói a nossa natureza humana. Por isso o ministério do Senhor Jesus é, antes de tudo, um ministério de combate às forças do mal, às forças do maligno.
Os demônios tremem, correm e sabem da autoridade de Jesus diante de um homem todo possesso, por essa razão, quando Cristo se aproxima deles, eles se prostram diante d’Ele e O questionam: ”O que tu queres de nós, Jesus de Nazareno? Nós já sabemos quem tu és, tu és o santo de Deus!”. Até os demônios sabem quem é Jesus! Até os demônios sabem o que Jesus pode fazer, até os demônios sabem do poder que Cristo tem para destruir a ação do maligno e a força do mal no meio de nós.
Quem precisa saber e conhecer a autoridade de Jesus somos nós! Porque quando nós sabemos e tomamos consciência daquilo que Cristo Jesus pode e é capaz de fazer, nós não mais nos submetemos ao poder do mal e permitimos que o Senhor destrua toda a ação do maligno que há em nossa vida.
Sim, quando nos colocamos sob a autoridade de Jesus, sob os cuidados d’Ele, Ele vem destruir a força do mal que age no meio de nós. Você sabe que as forças malignas são muitas: nas intenções, nos pensamentos, nos sentimentos. Às vezes a ira toma conta do coração de uma pessoa, e no “bom” sentido da palavra ou no mau sentido, a pessoa fica ”possessa”. A ira tira a pessoa de si; por causa dela [ira] muitas pessoas já cometeram tragédias, já tiraram a vida uma das outras, por causa da ira as pessoas cometem violência e muitas coisas maléficas. A ira é um mal a ser vencido!
Cada um de nós sabe o quanto a ira age em nós de forma maior ou menor, por isso precisamos que a força do bem, a graça benéfica do coração de Jesus, vá temperando o nosso coração e o nosso temperamento, e vá curando em nós as forças do mal, criadas em nosso interior pela ira.
Jesus, Nosso Mestre e Deus, Jesus Nosso Senhor, nós nos submetemos à Tua autoridade e te pedimos: ”Expulsa as forças da ira do nosso coração!”.
Que Deus abençoe você!



Padre Roger Araújo

Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.Facebook Twitter
LEITURA ORANTE


Saudação
- A nós, que nos encontramos na web, a paz de Deus, nosso Pai, a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo,
no amor e na comunhão do Espírito Santo.
- Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!
Preparo-me para a Leitura, rezando:
Jesus Mestre, ficai conosco, aqui reunidos (pela grande rede da internet),
para melhor meditar e comungar com a vossa Palavra.
Sois o Mestre e a Verdade: iluminai-nos, para que melhor compreendamos
as Sagradas Escrituras.

1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Leio na Bíblia,  atentamente, o texto: Mc 1,21b-28.
Chegaram à cidade de Cafarnaum, e, no sábado, ele foi ensinar na sinagoga. As pessoas que o escutavam ficaram muito admiradas com a sua maneira de ensinar. É que Jesus ensinava com a autoridade dele mesmo e não como os mestres da Lei. Então chegou ali um homem que estava dominado por um espírito mau. O homem gritou:
- O que quer de nós, Jesus de Nazaré? Você veio para nos destruir? Sei muito bem quem é você: é o Santo que Deus enviou!
Então Jesus ordenou ao espírito mau:
- Cale a boca e saia desse homem!
Aí o espírito sacudiu o homem com violência e, dando um grito, saiu dele. Todos ficaram espantados e diziam uns para os outros:
- Que quer dizer isso? É um novo ensinamento dado com autoridade. Ele manda até nos espíritos maus, e eles obedecem.
E a fama de Jesus se espalhou depressa por toda a região da Galileia.

Consideremos dois aspectos deste texto que aparecem neste encontro de Jesus na sinagoga de Cafarnaum, num dia de sábado: 1º. O ensino de Jesus "com autoridade" e 2º. O espírito mau que dominava o homem.
O espírito mau dominou e desestruturou a vida do homem que chegou à sinagoga. Sua vida era tão desintegrada e vulnerável que achou que Jesus queria lhe fazer mal: "Você veio para nos destruir?" Diante desta incapacidade do homem de reconhecer a necessidade de libertação, Jesus se impôs, Usou de sua "autoridade",  ordenando ao espírito mau: "Cale a boca e saia desse homem!".
O povo se impressionou com a autoridade de Jesus e tentava entendê-lo. Convencido da autoridade do Mestre, o povo "espalhou" o fato por toda a Galileia.

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje?
Recordo o que disseram os bispos em Aparecida sobre a vulnerabilidade dos mais fracos: "
De nossa fé em Cristo nasce também a solidariedade como atitude permanente de encontro, irmandade e serviço. Ela há de se manifestar em opções e gestos visíveis, principalmente na defesa da vida e dos direitos dos mais vulneráveis e excluídos, e no permanente acompanhamento em seus esforços por serem sujeitos de mudança e de transformação de sua situação" (DAp 394).

3.Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com Jesus: 
Pai nosso... 
E faço o Oferecimento do dia
Adoro-vos, meu Deus, amo-vos de todo o meu coração.
Agradeço-vos porque me criastes, me fizestes cristão, me conservastes a vida e a saúde.

Ofereço-vos o meu dia: que todas as minhas ações correspondam à vossa vontade.

E que faça tudo para a vossa glória e a paz das pessoas.

Livrai-me do pecado, do perigo e de todo o mal.

Que a vossa graça, benção, luz e presença permaneçam sempre comigo
e com todos aqueles que eu amo. Amém. 
(Orações da Família Paulina)

4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra?

Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus. Vou eliminar do meu modo de pensar e agir aquilo que não vem de Deus, que não é conforme o Projeto de Jesus Mestre.


Bênção

- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
-Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Ir. Patrícia Silva, fsp
Oração Final
A autoridade de Jesus de Nazaré emanava da coerência entre o ensinamento e a sua vida. Ele não só anunciava o Reino de Amor, como já vivia a sua realidade, na fraternidade com os companheiros e na compaixão com os sofredores. Dá-nos força, Pai amado, para segui-lo pelos caminhos desta vida, nós te pedimos pelo mesmo Cristo Jesus, na unidade do Espírito Santo.