sábado, 4 de maio de 2013

TERÇO DA MISERICÓRDIA - VÍDEOS







JESUS, EU CONFIO EM VÓS!!!

Oração do Angelus - Padre Antonello - VÍDEO

LITURGIA DAS HORAS

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Oração desta Hora

Terço - Mistérios Gloriosos - Quarta-Feira e Domingo


Terço do Rosário: Mistérios Gloriosos




São José Benedito Cotolengo - 5 de Maio

São José Benedito Cotolengo

NascimentoNo ano de 1786
Local nascimentoBra, província de Cúmeo
OrdemPresbítero
Local vidaAlba
EspiritualidadeO cônego Cottolengo era a caridade personificava. Após ter assistido a morte de uma a mulher cercada de seis filhinhos chorosos, morte esta por falta de socorros médicos que lhe foram negados, vendeu o pouco que possuía, inclusive o manto, alugou alguns quartos e deu início à obra oferecendo asilo gratuito a uma velhinha paralítica. E a Pequena Casa, como era chamada, cresceu. Mas a casa foi fechada quando ainda estava repleta de pessoas acometidas por cólera em 1831. O que fez este nobre santo? Carregou algumas coisas consigo, colocou-as sobre um burro e com duas freiras dirigiu-se fora da cidade em Valdocco. Sobre a porta de um velho casarão abandonado, leu: "Hospedaria do Brantatore". Ele inverteu a insígnia e escreveu: " Pequena Casa da Divina Providência", e a dizer: "Para que uma couve cresça forte e sadia precisa ser transplantada..." De família numerosa, foi o primogênito dos doze irmãos. Fez teologia em Turim. Como Vigário cooperador em Corneliano de Alba, celebrava Missa às 3 h da madrugada para que os camponeses pudessem assisti-la antes de ir para o trabalho. Dava trabalhinhos aos asilados para que tivessem com que se ocupar e toda a assistência possível. E dizia: "A vossa caridade se deve expressar com toda boa graça para conquistar os corações. Haveis de produzir alegria! "Sua forte fibra não resistiu muito tempo e de vez em quando ouvi-se do santo: "Meu burro já está empacando..." No leito de morte convidou a "seus filhos" - porque assim os chamava - a agradecerem com ele à Providência. Suas últimas palavras foram: "Iremos para a Casa do Senhor".
Local morteValdocco (Itália)
Morte30 de abril de 1842, aos 56 anos de idade
Fonte informaçãoUm santo para cada dia
OraçãoDeus, nosso Pai, São José Benedito Cottolengo fez-se pobre entre os pobres. E, confiante na Divina Providência, não se apoiava na sua suficiência pessoal ou na segurança material. Com fé inabalável entregou-se de corpo e alma à tarefa de mudar a situação dos desvalidos, dos enfermos e necessitados. Pela fé, operastes mediante São José Cottolengo coisas maravilhosas, e a sua obra permanece até hoje espalhada em todo mundo, como sinal e testemunho vivo de que vós, Senhor, sois um Deus fiel. Senhor, também nós, segundo a missão que a nós confiastes nesta terra, partilhemos a sorte de nossos irmãos necessitados e jamais lhe neguemos a nossa ajuda. É por meio de nós, vossos filhos, que agis no mundo e manifestais o vosso amor no meio dos homens.
DevoçãoÀ prática da verdadeira caridade
PadroeiroDos doentes e indigentes
Outros Santos do diaSão Sulprizio (leigo); Ângelo, Hilário, Nicerto, Eulógio, Topedoro, Máximo (bispos); Eutími, Crescenciana, Irene, Irineu, Joviniano, Peregrino, Gregório, Arquelau e Felicíssima (mártires).
FONTE: ASJ

Brm-aventurado Núncio Sulprizio (leigo) - 5 de Maio

Núncio Sulprizio (leigo)

Hoje se recorda um jovem operário, morto com apenas 19 anos. Nasceu em 14-4-1817, filho de Domingos e Domingas Rosa Luciani, em Pescosansonesco ( Pescara, Itália). Depois da morte dos pais, a avó materna Ana Rosária o tomou consigo. Com 9 anos, tendo morrido também a avó, entrou como aprendiz na oficina do tio Domingos Luciani, ferreiro, que exigia do rapaz um trabalho superior às suas forças.

Santo Ângelo - 5 de Maio




Nasceu em Jerusalém em 1185, numa família de tradição judaica.

VI Domingo da Páscoa (Ano C)


VI Domingo da Páscoa (Ano C)

Leituras e subsídios para a homilia:

LITURGIA DIÁRIA - O Domingo – Crianças

5 de maio – MISSA DO 6º DOMINGO DA PÁSCOA

Deixo-vos a paz!


HOMÍLIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 05/05/2013

5 de Maio de 2013

Ano C

 

João 14,23-29

Comentário do Evangelho


O Sopro de Deus em nós

O trecho do evangelho deste domingo é parte do discurso de despedida de Jesus (13,31–14,31). Trata-se, aqui, de encorajar os discípulos para que não desanimem ante as perseguições, paixão e morte de Jesus. A paz que o Senhor oferece para a missão e a constância dos discípulos é a sua própria vida, pois ele é o “fazedor de paz” (Mt 5,9), o “príncipe da paz” que, entrando em sua cidade, Jerusalém, reconciliou pela sua entrega a humanidade com Deus. A paz é um dos primeiro dons do Cristo Ressuscitado. O Senhor promete a sua volta: “Voltarei a vós” (Jo 14,28). Não se trata de retorno à vida terrestre. A missão do Espírito Santo é tornar o Cristo presente a nós e sua palavra viva em nós. No Espírito Santo, a partida de Jesus não é sentida como ausência, pois ele estará conosco “todos os dias até os fins dos tempos” (Mt 28,20). O Espírito Santo, dom de Deus, não permite que a palavra de Jesus fique sem sentido ou caia no esquecimento; o Sopro de Deus em nós ensina e recorda tudo o que Jesus disse. A fé é necessária para manter viva em nós a Palavra do Senhor e não sucumbirmos diante das dificuldades na realização da missão, que é participação na missão daquele que, enviado pelo Pai, passou por este mundo fazendo o bem, sofreu a paixão e morreu crucificado, mas ressuscitou ao terceiro dia.
O Apocalipse, livro escrito em fins do primeiro século, busca encorajar os cristãos a permanecerem firmes na fé e a guardarem a palavra de Cristo em meio à perseguição. A Igreja, lugar da habitação de Deus, é iluminada pelo Senhor: “A cidade não precisa de sol nem de lua que a iluminem, pois a glória de Deus é a sua luz, e a sua lâmpada é o Cordeiro” (Ap 21,23). A Igreja, fiel ao Senhor, não tem o que temer, pois o Senhor está no seu meio qual uma luz. Sob essa luz nenhum mal pode se esconder, e não há o que possa levá-la a tropeçar. A luz de Deus e do Cordeiro desvela as armadilhas do mal, as falsas doutrinas que buscam se impor como verdadeiras e necessárias. A questão sobre a circuncisão dos pagãos, como, queriam alguns, necessária para a salvação, leva os apóstolos a darem uma resposta apostolicamente criativa e teologicamente brilhante. É um duplo problema que está presente na questão apresentada: o da unidade da Igreja e o da salvação. Para a unidade da Igreja é fundamental a aceitação da diferença – a unidade só é possível por causa da diferença. Em segundo lugar, não é a Lei que salva, mas a fé em Jesus Cristo.
Que neste dia, o primeiro da semana, sejamos iluminados para que todos os demais dias sejam vividos neste mesmo clarão.
Carlos Alberto Contieri, sj


Vivendo a Palavra

Com o reiterado apelo para que não tenhamos medo, Jesus nos deixa a sua Paz – diferente da paz que o mundo oferece – e nos promete a companhia do Espírito Santo até o fim dos tempos. A nossa entrega ao Espírito nos dá a Paz verdadeira e coragem para anunciar ao mundo a chegada do Reino de Deus.




Ambientação:

Sejam bem-vindos amados irmãos e irmãs!

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: Reunimo-nos para celebrar o memorial da morte e ressurreição de Jesus. Na celebração eucarística escutamos a Palavra de Deus. O Espírito irá nos ensinar tudo o que Jesus disse; irá iluminar nossos desafios pastorais e orientará nossas comunidades, a fim de que transformemos nossa sociedade em Nova Jerusalém, esposa do Cordeiro. Portanto, animados pelo Espírito, teremos força para seguirmos adiante, sem perturbações e temores no coração. Não estamos órfãos, largados à própria sorte, pois temos a assistência de uma força divina enviada pelo Pai.

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: Neste domingo muitos dos nossos irmãos se põem a caminho de Aparecida como romeiros da nossa Arquidiocese. É uma romaria que tem seu ponto final no céu, mas que passa pelos Santuários desta terra, sinais visíveis daquele santuário eterno que é o Cristo Bom Pastor reinando à Direita do Pai. Aparecida, a casa da Mãe, nos acolhe e fortalece na fé, para que o romeiro da eternidade persevere até fim em sua grande romaria. Preparemo-nos também para a festa da Ascensão do Senhor, no próximo domingo. A ascensão de Jesus é a motivação teológica para o Dia Mundial das Comunicações Sociais. Por isso, no próximo domingo, venhamos preparados para a coleta generosa em prol da Rádio Nove de Junho, um dos principais meios arquidiocesanos de comunicação social e precioso meio comunicação católica.

INTRODUÇÃO DO WEBMASTER: Na Nova Jerusalém não há templo, porque o Senhor e o Cordeiro são o seu templo. Afirmação surpreendente. Fala-se do mundo novo já presente como início na Igreja terrena, mas que se realizará em plenitude na Igreja celeste. A realidade futura não terá mais necessidade daquilo que na terra é sinal e instrumento. Mas já neste mundo é preciso fazer a passagem dos sinais visíveis para os invisíveis mistérios que naqueles Deus faz conhecer e comunica. Isto implica num processo de espiritualização e de personalização que ultrapassas as perspectivas dos profetas.

Sintamos em nossos corações a alegria da Ressurreição e entoemos alegres cânticos ao Senhor!


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

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1. O ESPÍRITO QUE ENSINA!
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Tive um amigo que era “fera” em ciências exatas, conhecia e sabia de cor conceitos e fórmulas de matemática, física e química, que assombrava os professores e a todos nós da sua classe, que morríamos de inveja quando o víamos tirar notas altas nessas matérias, sem nunca ser preciso fazer a prova final porque bem antes de encerrar o ano letivo, já tinha fechado todas essas matérias. Findo o segundo grau, prestou vestibular para engenharia sem fazer nenhum cursinho e de maneira brilhante obteve classificação para cursar engenharia. Em certa ocasião encontrei-o na empresa, prestando serviço como auxiliar administrativo em uma renomada empreiteira de montagens industriais e ao perguntar-lhe por que trabalhava como auxiliar se já era engenheiro formado, respondeu-me que queria especializar-se nessa área e que este aprimoramento profissional só era possível se tivesse a prática e daí sim, estaria habilitado para exercer aquela profissão “Na teoria é uma coisa, na prática é outra”, disse-me sorrindo, ao concluir a nossa conversa.

É este precisamente o ensinamento do evangelho desse Sexto domingo da Páscoa: passarmos da teoria à prática da verdadeira religião, que nada mais é do que o amor na relação com Deus e com o próximo, porque parece que as nossas comunidades cristãs, algumas um pouco mais, outras um pouco menos, são todas bem parecidas com o meu amigo dos tempos de escola, vive-se muito uma religião teórica, um amor teórico, nossos conceitos de religião e de amor, segundo o evangelho que aprendemos na catequese e que ouvimos em cada celebração, são os mais belos e verdadeiros, tanto é verdade que Jesus Cristo é conhecido e admirado por milhões e milhões de pessoas no mundo inteiro, dentro e fora das igrejas.

E essa praticidade seria impossível se não fosse à ação do Espírito Santo, que de maneira ininterrupta, 24 horas nos ensina e nos recorda as palavras de Jesus, sem essa ação do Espírito Santo, a Sagrada Escritura e particularmente o Novo Testamento, não passaria de belos conceitos e fórmulas de “Como se Viver Bem” com a gente mesmo, com os outros e com Deus, uma espécie de manual com instruções práticas sobre um eletro doméstico, desses que deixamos empoeirar, esquecido no fundo de uma gaveta. O Espírito Santo não nos ensina algo novo e diferente do que Jesus nos ensinou, mas ele atualiza a palavra em nossa vida, dando-nos a resposta que precisamos diante de certos acontecimentos ou situações, que o Jesus Histórico não viveu, pois naquele tempo não tinha TV, Celular, Internet, avião, naves espaciais, tecnologia avançada, aborto, divórcio, violência, corrupção, tráfico de drogas, globalização, essas e outras coisas são realidades do nosso tempo, diante das quais, o ensinamento de Jesus tem sempre uma resposta que é atual e verdadeira, pela ação do Espírito Santo.

Mas o Espírito Santo só age em nossa vida se já tivermos ouvido e guardado a Palavra de Jesus, que é a Palavra do Pai, mesmo porque, as três pessoas da Santíssima Trindade nunca agem isoladamente, mas sempre juntas, em perfeita comunhão. O Espírito Santo não é apenas um lado de Deus, mas é Deus por inteiro e, portanto, não faz mágica, mas sua ação está intimamente ligada ao Pai e ao Filho. E o amor a Deus e ao próximo, é o sinal de que guardamos a Palavra de Jesus, é por isso mesmo que o evangelho coloca a prática desse amor como “Carro Chefe de Tudo”, porque todo o ensinamento de Jesus, suas palavras e obras, revelam ao homem essa Verdade absoluta que é o amor de Deus, e para estar nele com ele e com o Pai, não há outro caminho que não seja o do amor.

A presença de Deus em nós não está condicionada às práticas religiosas, grandiosas liturgias e arrebatamentos celestiais, mas a vivência do amor, porque a liturgia eucarística nada mais é do que a celebração do Amor que se encarnou no meio dos homens e quem faz do cristianismo, apenas o cumprimento de preceitos e práticas religiosas, fica apenas na teoria, sabe tudo, conhece tudo, mas não vive a principal verdade revelada por Jesus, que é o amor. Isso é tão claro para o evangelista João, que ele irá dizer para sua comunidade, que “Deus é Amor”. A Paz que Jesus dá ao mundo, a partir dessa verdade, não é a paz do comodismo, da ausência dos problemas, das dificuldades e desafios. Não existe uma comunidade assim, mas a Paz significa essa presença de Deus em nossa vida por isso o nosso coração não deve se perturbar nem ter medo.

Trata-se, portanto, de uma paz inquietante, que questiona e que busca algo de belo, na plenitude que só Jesus pode nos dar, é dom, mas também conquista ao mesmo tempo, está sujeita aos conflitos na relação com o mundo porque busca algo que o mundo não pode nos dar. O mundo quer nos convencer do contrário, mas quando amamos e guardamos no coração a Palavra de Jesus, podemos contar com o melhor de todos os advogados: o Espírito Santo, que nos transforma em evangelho vivo! (VI domingo da Páscoa)
José da Cruz é Diácono da
Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP

2. O Sopro de Deus em nós
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Carlos Alberto Contieri, sj - e disponibilizado no Portal Paulinas)

VIDE ACIMA
ORAÇÃO
Espírito de iluminação, ensina-me e recorda-me todos os ensinamentos do Mestre Jesus, para que eu possa vivê-los com mais fidelidade.

3. SOB A GUIA DO PARÁCLITO
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total a cada mês).

Pensando em sua ausência futura, Jesus tomou providências para que os seus discípulos não se sentissem abandonados, ao se verem entregues à missão, sem a presença física de seu Mestre. Esta sua falta, no entanto, haveria de ser compensada com a presença do Paráclito - o Defensor - que daria continuidade ao papel desempenhado por Jesus, junto aos discípulos.

O Paráclito iria ensinar-lhes todas as coisas, outrora transmitidas por Jesus, e recordar-lhes todas as orientações transmitidas. Ou seja, assumiria a função magisterial, antes desempenhada pelo Mestre. Os discípulos não teriam necessidade escolher um dos membros do grupo como mestre dos demais. Todos continuariam a ser discípulos do Mestre Jesus, pela mediação do Paráclito.

Por conseguinte, não deveriam esperar novidades por parte do Paráclito. Sua missão consistiria em fazê-los compreender, sempre mais e melhor, o que já havia sido transmitido por Jesus, mas, quiçá mal assimilado. O Espírito Santo iluminaria, aprofundaria e atualizaria as palavras do Filho de Deus, nos contextos plurais de desempenho da missão. Em cada circunstância concreta, as palavras do Senhor haveriam de revestir-se de apelos novos, pela luz oferecida pelo Paráclito.

O discípulo não pode dispensar o auxílio do Paráclito se deseja conservar sua fidelidade ao Senhor. 
Oração
Espírito de iluminação, ensina-me e recorda-me todos os ensinamentos do Mestre Jesus, para que eu possa vivê-los com mais fidelidade.


05.05.2013
6º Domingo de Páscoa — ANO C
(BRANCO, GLÓRIA, CREIO – II SEMANA DO SALTÉRIO)

__ "Deixo a vocês a paz, dou a vocês a minha paz... Eu vou e voltarei a vocês." __

EVANGELHO DOMINICAL EM DESTAQUE

APRESENTAÇÃO ESPECIAL DA LITURGIA DESTE DOMINGO
FEITA PELA NOSSA IRMÃ MARINEVES JESUS DE LIMA

 

APRESENTAÇÃO POWERPOINT



Clique aqui para ver ou baixar o PPS.
(antes de clicar - desligue o som desta página 
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http://www.npdbrasil.com.br/religiao/evangelho_do_dia_semana.htm#d8


5 de maio: 6º domingo da Páscoa


CRISTO PRESENTE NA COMUNIDADE
O evangelho deste domingo faz parte do discurso de despedida de Jesus. A sua despedida, porém, não significa ausência; ele assegura sua presença mediante a Palavra e o Defensor.
Jesus disse: “Quem me ama guardará minha palavra, o meu Pai o amará e viremos e faremos morada nele”. Quem acolhe e observa sua palavra experimenta a proximidade dele e de seu Pai. Eles virão estabelecer morada com o discípulo, “viverão juntos na intimidade da nova família”. O Vaticano II disse que Jesus está presente na palavra proclamada na celebração. Na Bíblia, “o Pai que está nos céus vem amorosamente ao encontro dos seus filhos, a conversar com eles” (DV 21).
A vivência da palavra se expressa na vivência do amor. Deus se torna presente na comunidade e em cada um de nós mediante o amor. Amar a Jesus é aproximar-se dele para identificar-se com ele e com o seu projeto de vida. O gesto concreto do amor a Jesus expressa-se no amor ao próximo. Cada pessoa que ama torna-se morada de Jesus e do Pai e manifesta a presença de Deus.
A função do Defensor, do Espírito Santo, é iluminar, animar e dirigir a Igreja de Jesus ao longo dos séculos. Por meio dele, Jesus continua a agir entre nós e nos faz entender e testemunhar o seu projeto. O Espírito é quem nos ensina e nos faz recordar o compromisso com Jesus e com os irmãos. Ele nos dá força e coragem para continuar a missão na construção do reino de Deus.
O reino de Jesus é um reino de paz e harmonia entre os seres humanos. Todos os que são morada de Deus e amam a Jesus tornam-se construtores da paz, bem messiânico por excelência. A presença do Espírito nos leva a viver e buscar a paz do Ressuscitado. Paz que não é apenas ausência de guerra e de violência, mas é sobretudo o que a palavra hebraica shalom significa: bem-estar, desfrutando o necessário para viver com dignidade, na harmonia consigo, com os outros e com Deus.
Pe. Nilo Luza, ssp

Não haverá mais Templo


Postado por: homilia

maio 5th, 2013


As grandes experiências do autor do Apocalipse são provocadas pela ação do Espírito. Já no capítulo 1, versículo 10, “movido pelo Espírito, ele experimentou o Cristo ressuscitado no coração das comunidades. Agora, no capítulo 21, versículo 10, “em espírito”, Ele é conduzido a uma montanha grande e alta a fim de ver a cidade santa, Jerusalém, descendo do céu, de junto de Deus. Na Bíblia, com muita frequência, a montanha é o lugar onde se experimenta a presença de Deus.
A Jerusalém celeste é a nova sociedade nascida do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. É dom de Deus, mas é, também, resultado das lutas do povo por justiça e liberdade.
O Apocalipse afirma que a nova sociedade é a prostituta transformada pela força do Evangelho. A mensagem que ele nos dá é esta: não se trata de esperar que a Jerusalém celeste se concretize na consumação final, pelo contrário, é hora de por mãos à obra e, pelo Evangelho, transformar em esposa do Cordeiro a Prostituta, que é a sociedade em que vivemos e com a qual, em maior ou menor escala, todos nós nos prostituimos. Não se trata de destruir este mundo para refazê-lo do nada. Trata-se, antes, de renovar radicalmente este mundo, mudando todas as relações.
O texto apresenta algumas características da nova sociedade:
1 – É radiante da glória de Deus, ou seja, é a manifestação visível e luminosa da presença de Deus na humanidade.
2 – Ela brilha como uma pedra de jaspe cristalino.
3 – Ela tem uma grande muralha com doze portas. É uma sociedade proposta e aberta a todos. É a sociedade que irá por em prática o projeto de Deus anunciado desde o Antigo Testamento, manifestado plenamente em Jesus e confiado aos apóstolos do Cordeiro.
Não há nela nenhum Templo. No Antigo Testamento, o Templo de Jerusalém era o lugar onde o povo se encontrava com Deus, sobretudo mediante as celebrações e sacrifícios, oficiados pelos sacerdotes. A nova sociedade não precisa mais de liturgia ou de mediações religiosas, políticas e econômicas. A única e verdadeira liturgia da nova humanidade é a vivência do projeto de Deus, o sacerdócio do povo de Deus e o sacerdócio do Cristo se fundem numa única realidade, pois a humanidade como um todo contempla a Deus face a face. Deus e o Cordeiro, vivendo em meio a seu povo, são a luz da sociedade que nasce da experiência do Espírito. Enquanto não chegar o momento de dispensarmos liturgias e mediações, sejam elas de qualquer gênero ou espécie, fiquemos atentos às autênticas experiências que o Espírito nos sugere.
+ Eurico dos Santos Veloso
Arcebispo Emérito de Juiz de For
a (MG)
LEITURA ORANTE

Jo 14,23-29– Cristo ‘atrai tudo a si’ com a força de seu amor



Preparo-me para a Leitura Orante, pedindo, com todos os internautas, luzes ao Espírito Santo:

Espírito de verdade, 
a ti consagro a mente e meus pensamentos: ilumina-me.
Que eu conheça Jesus Mestre
e compreenda o seu Evangelho. 
Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós.

1. Leitura (Verdade) 
O que diz o texto do dia? 
Leio atentamente o texto: Jo 14,23-29, e observo pessoas, palavras, relações, 

- A pessoa que me ama obedecerá à minha mensagem, e o meu Pai a amará. E o meu Pai e eu viremos viver com ela. A pessoa que não me ama não obedece à minha mensagem. E a mensagem que vocês estão escutando não é minha, mas do Pai, que me enviou.
- Tenho dito isso enquanto estou com vocês. Mas o Auxiliador, o Espírito Santo, que o Pai vai enviar em meu nome, ensinará a vocês todas as coisas e fará com que lembrem de tudo o que eu disse a vocês.
- Deixo com vocês a paz. É a minha paz que eu lhes dou; não lhes dou a paz como o mundo a dá. Não fiquem aflitos, nem tenham medo. Vocês ouviram o que eu disse: "Eu vou, mas voltarei para ficar com vocês." Se vocês me amassem, ficariam alegres, sabendo que vou para o Pai, pois o Pai é mais poderoso do que eu. Digo isso agora, antes que essas coisas aconteçam, para que, quando acontecerem, vocês creiam.

É natural que quando se ama alguém, se faz os gostos e até, se adivinham seus desejos dela. Quem ama a Deus, quem ama a Jesus acolhe a sua mensagem e a vive. Interessante que, amar a Jesus é garantia de ser amado pelo Pai. Jesus fala ainda de um Mestre, um Auxiliador, o Espírito Santo que nos estará ensinando e recordando o Evangelho.
Em síntese: é preciso amar para entender as coisas de Deus. Não existe amor sem observância dos mandamentos. 

2. Meditação (Caminho) 
O que o texto diz para mim, hoje?
Tenho garantido o amor do Pai? 
Ou seja: amo a Jesus
Vivo sua proposta? 
Testemunho este amor na vida concreta. O parágrafo 159 do Documento de Aparecida nos esclarece: “A Igreja, como “comunidade de amor” é chamada a refletir a glória do amor de Deus que, é comunhão, e assim atrair as pessoas e os povos para Cristo. No exercício da unidade desejada por Jesus, os homens e mulheres de nosso tempo se sentem convocados e recorrem à formosa aventura da fé. “Que também eles vivam unidos a nós para que o mundo creia” (Jo 17,21). A Igreja cresce, não por proselitismo mas “por ‘atração’: como Cristo ‘atrai tudo a si’ com a força de seu amor” (Bento XVI, Discurso Inaugural da V Conferência). A Igreja “atrai” quando vive em comunhão, pois os discípulos de Jesus serão reconhecidos se amarem uns aos outros como Ele nos amou (cf. Rm 12,4-13; Jo 13,34).” (DA 159).

3.Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus? 
Rezo, com toda a Igreja, a Oração do Congresso Eucarístico Nacional: 
Senhor Jesus, Tu és o Caminho! 
Em meio a sombras e luzes, 
alegrias e esperanças, tristezas e angústias, 
Tu nos levas ao Pai. 
Não nos deixes caminhar sozinhos. 
Fica conosco, Senhor! 
Tu és a Verdade! 
Desperta nossas mentes 
e faze arder nossos corações com a tua Palavra. 
Que ela ilumine e aqueça os corações sedentos de justiça e santidade. 
Ajuda-nos a sentir a beleza de crer em Ti! 
Fica conosco, Senhor! 
Tu és a Vida! 
Abre nossos olhos para te reconhecermos 
no "partir o Pão", sublime Sacramento da Eucaristia! 
Alimenta-nos com o Pão da Unidade. 
Sustenta-nos em nossa fragilidade. 
Consola-nos em nossos sofrimentos, 
Faze-nos solidários com os pobres, os oprimidos e excluídos. 
Fica conosco, Senhor! 
Jesus Cristo: Caminho, Verdade e Vida, 
No vigor do Espírito Santo, 
Faze-nos teus discípulos missionários! 
Com a humilde serva do Senhor, nossa Mãe Aparecida, queremos ser: 
Alegres no Caminho para a Terra Prometida! 
corajosas testemunhas da Verdade libertadora! 
promotores da Vida em plenitude! 
Fica conosco, Senhor! Amém! 

4.Contemplação (Vida e Missão) 
Qual meu novo olhar a partir da Palavra? 
Meu novo olhar me leva a ver e tratar as pessoas com o amor com que eu gostaria de ser tratada/o, como diz Jesus: “Amem-se uns aos outros!”.

5. Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém. 
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém. 
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém. 
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.
Irmã Patrícia Silva, fsp

Oração Final
Pai Santo, que se fazendo humano em Jesus de Nazaré quiseste mergulhar na maravilhosa experiência de nossa Vida, faze-nos compreender o exemplo de Teu Filho Unigênito para que, com amor e gratidão, possamos seguir os seus passos nesta terra. Pelo mesmo Cristo Jesus, na unidade do Espírito Santo.

Confira as cifras do Salmo Dominical 66


05/05/2013 Salmo 66

Responsório (Sl 66)
             F             C/F          Dm7      F/C        Bb   Gm7      Eb    Csus                 
 — Que as nações vos glorifiquem, ó Senhor, que todas as nações vos glorifiquem!
             F             C/F          Dm7      F/C        Bb   Gm7      Eb    Csus
 — Que as nações vos glorifiquem, ó Senhor, que todas as nações vos glorifiquem!
               Dm7                  Am7           Bb          Gm7        Csus
 Que Deus nos dê a sua graça e sua bênção, e sua face resplandeça sobre nós!
         Bb          C/Bb         Am   Dm7      Gm7  F/A  Bb               C    Bb/D  C/E
 Que na terra se conheça o seu caminho    e a  sua  salvação por entre os povos.
 Exulte de alegria a terra inteira,pois julgais o universo com justiça;
    
 Os povos governais com retidão, e guiais, em toda a terra, as nações.
 Que as nações vos glorifiquem, ó Senhor, que todas as nações vos glorifiquem!
   
 Que o Senhor e nosso Deus nos abençoe, e o respeitem os confins de toda a terra!
 APRENDA A TOCAR O SALMO COM @paulinhodejesus http://blog.cancaonova.com/cliquesom
http://wiki.cancaonova.com/index.php/04/05/2013_Salmo_66

Baixe e Ouça o Salmo Dominical - 66

Salmo Dominical - 66

05 de Maio

O canal da música traz para você a sugestão de melodia para o Salmo 66, o qual será entoado na liturgia do primeiro domingo do mês de maio.

"Que as nações vos glorifiquem, ó Senhor, que todas as nações vos glorifiquem!"


Produção musical, arranjos e execução - Paulinho de Jesus
Melodia: André Florêncio e Paulinho de Jesus




Como baixar:
Ao ir para a página do Podcast dos Salmos dominicais, você encontrará, abaixo de cada um deles, uma seta; ao clicar nela você conseguirá baixar o arquivo em MP3.



Confira:



A melodia do Salmo 66 é interpretada por André Florêncio, membro da Comunidade Canção Nova desde 2006. O missionário contribui com a animação nas Santas Missas semanais e dominicais nos Acampamentos de Oração em Cachoeira Paulista (SP), sede da comunidade fundada pelo monsenhor Jonas Abib

http://www.cancaonova.com/cnova/ministerio/temp/inf_txt.php?id=2392