segunda-feira, 5 de novembro de 2012

LITURGIA DAS HORAS


LITURGIA DAS HORAS

Terço - Mistérios Dolorosos - Terça-feira e Sexta-Feira.


Terço do Rosário: Mistérios Dolorosos 


São Alexandre de Sauli, Bispo - 6 de novembro

São Alexandre cujo nome significa "que protege com força", nasceu em Milão em 1535. Aos 17 anos entrou como religioso na comunidade dos Padres Barnabitas, e logo depois de ordenar-se como sacerdote, começou a pregar com eloqüência e tão formidável doutrina que São Carlos Borromeo, Arcebispo de Milão o convidou a pregar a quaresma em sua catedral. Foi renomado superior geral de sua comunidade, e São Carlos Borromeo o designou como seu confessor. Sua fama chegou ao Santo Padre Pio V, o qual o nomeou como Bispo da ilha de Córsega, sendo consagrado pelo Arcebispo São Carlos.
São Alexandre encontrou Córsega no mais lastimoso estado moral. Os sacerdotes eram pouco instruídos e o povo tinha muitas superstições; os campos estavam infectados por bandoleiros e entre as famílias havia terríveis vinganças. Propôs-se evangelizar o lugar e o conseguiu. Visitou uma por uma todas as paróquias exigindo que fosse ensinado o catecismo e se desse bom exemplo. Pregava em todos lugares com grande entusiasmo e muito fruto. O santo trabalhou em Córsega durante vinte anos e conseguiu a reforma. 
Deus, nosso Pai, concedeu a São Alexandre a graça de fazer milagres, e foram muitos os milagres que este santo obrou naquela ilha.
São Alexandre morreu em 1592 e também depois de sua morte seguiu fazendo milagres.

São Leonardo de Noblac - 6 de novembro

São Leonardo de Noblac
491-545

Leonardo, filho de nobres da Corte de França, nasceu no ano 491, quando o imperador era Anastácio. Segundo narrativas, o rei Clodoveu era seu padrinho de batismo. Na juventude, Leonardo não quis seguir a carreira das armas, por isso o seu padrinho quis consagrá-lo seu bispo. Leonardo não aceitou, preferiu ficar ao lado de são Remígio, então bispo de Reims. Mas pediu um privilégio, só destinado aos bispos: poder libertar os prisioneiros que viesse encontrar encarcerados, no que foi prontamente atendido. 
Só mais tarde Leonardo decidiu ingressar num mosteiro para dedicar-se totalmente à vida religiosa. Primeiro, esteve no de São Maximino em Micy. Depois, foi para um antigo, fundado por santo Euspício, perto de Orleans. Já sacerdote, foi enviado a Berry, onde converteu muitos pagãos. 

São Nuno de Santa Maria - 6 de Novembro


São Nuno de Santa MariaNuno Álvares Pereira nasceu em Portugal a 24 de Junho de 1360, e recebeu a educação cavalheiresca típica dos filhos das famílias nobres do seu tempo.

Aos treze anos torna-se pajem da rainha D. Leonor, tendo sido bem recebido na Corte e acabando por ser pouco depois cavaleiro. Aos dezesseis anos casa-se, por vontade de seu pai, com uma jovem e rica viúva, D. Leonor de Alvim.

HOMÍLIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 06/11/2012

6 de Novembro de 2012

 

Lucas 14,15-24

Comentário do Evangelho

Disponibilidade encontrada nos pobres

Esta parábola dos convidados para um grande jantar encerra os ensinamentos de Jesus por ocasião da refeição em casa de um chefe dos fariseus. Jesus já havia dirigido uma advertência aos presentes, quanto ao seu comportamento, e outra ao fariseu que o convidara, destacando a prioridade dos pobres para serem convidados. Agora, na parábola, chama a atenção para as diferentes disponibilidades destes convidados: enquanto os ricos e acomodados, atrelados a seus negócios e suas preocupações, se desinteressam pelo convite ao jantar, são os pobres e excluídos, livres e disponíveis, que, prontamente, o aceitam. Assim se alcança a bem-aventurança do banquete do Reino de Deus.
José raimundo Oliva


Vivendo a Palavra

O jantar continua preparado e o convite valendo. Os chamados, ‘as muitas pessoas’, não são só aquelas daquele tempo: somos nós, hoje, e são também os homens e mulheres de todos os tempos... Que desculpas apresentamos para nos escusar de atender ao convite? Casamos? Compramos bois? Quem sabe, mais algumas terras?

Reflexão

Todas as pessoas são convidadas para participar do banquete do Reino de Deus, porém nem todos respondem a esse convite de modo positivo. Por que? Porque existem muitos interesses em jogo e a maioria das pessoas não coloca Deus em primeiro lugar na sua vida, de modo outros valores passam a ter maior importância para ela. Porém aquelas pessoas que nada possuem, os desvalidos e excluídos deste mundo, são os primeiros a reconhecer a importância do Reino de Deus em suas vidas e sempre respondem de forma positiva ao convite que lhes é feito por Deus. Por isso, os pequenos estão sempre presentes no banquete do Reino dos céus.


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

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1. Estou ocupado, tente mais tarde...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Comprei um terreno...comprei cinco juntas de bois...comprar, consumir, TER... Até parece que os dois primeiros convidados especiais para a grande ceia, eram da pós modernidade, que não tem tempo para mais nada, trabalhar, negociar, produzir, comprar, adquirir, até parece que o sentido da vida está apenas nessas coisas...Agenda repleta, seminários, cursos, palestras, reuniões, encontros, planejamentos, e ninguém para se pergunta o por que de tudo isso, qual o sentido de se viver, de estar vivo e se relacionar com as pessoas?

Deus faz um convite a cada homem, para uma ceia porque tem algo especial para lhe falar, tem algo a lhe oferecer, que está acima de todas essas coisas, quer mostrar-lhe o sentido da vida, a razão do existir, quer que o homem o conheça de perto e experimente seu amor e sua graça...mas, o homem está muito ocupado e vai prorrogando a sua experiência com Deus presente em Jesus Cristo, sente algo dentro de si, parece que Deus insiste em lhe dizer algo, mas vai empurrando com a barriga, não quer parar para pensar, e nem pode, precisa produzir e consumir...para ser feliz.

Esses convidados chegaram até a pedir desculpas, tentando justificar a recusa ao convite. É o homem da pós-modernidade, adepto do Neo-ateísmo, em seu diálogo com esse Ser Transcendente, que ele ainda não conhece "Olha, Desculpa Senhor, eu sei que o Senhor existe, mas na minha vida não há espaço para o Senhor, tenho que estudar, trabalhar, produzir, consumir, eu sou muito especial e importante, para gastar o meu precioso tempo com religião, Igreja, comunidade....imagine eu, perder meu domingão para ir no banquete da sua Palavra e da Eucaristia..."

Já os pobres, aleijados, cegos e coxos, que faziam pontos nas esquinas e becos, nas quebradas da vida, uma gentalha desqualificada, considerada impura, que nem no templo podiam entrar e estavam longe do Deus de Israel e da sua Salvação, justamente por não serem importantes, estavam com a "Agenda Livre" , e como nunca tinham sido convidados para nada, pela condição inferior, moralmente e socialmente falando, ficaram surpresos mas aceitaram o convite e como eram numerosos, encheram a casa do Homem que estava oferecendo o banquete...

Essa casa é precisamente o coração de Deus, que em Jesus escancarou-se ao homem, para nele entrar e tornar-se íntimo de Deus, em uma vida de comunhão e amor, que começa nesta vida e que se eternizará um dia....Os muito importantes, e eternamente ocupados, inclusive em nossas comunidades, sempre correm o risco de recusar o convite, porque tão ocupados estão em seus trabalhos, que não têm tempo de curtirem Deus na sua intimidade que ele nos oferece em Jesus, em um amor que nos forma, nos modela e nos transforma na relação com  o próximo.

2. Disponibilidade encontrada nos pobres
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por José Raimundo Oliva - e disponibilizado no Portal Paulinas)

VIDE ACIMA 

Oração
Pai, tu me convidas cada dia para participar das alegrias de teu Reino. Que eu saiba acolher teu convite paterno, fazendo-me solidário com os pobres e os deserdados deste mundo.


3. O BANQUETE DO REINO
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total a cada mês).

A resposta ao convite do Reino não pode ser adiada indefinidamente. Nem é sensato ficar se desculpando, pois esta é uma forma de rejeitá-lo. A paciência de Deus tem limites. Seu projeto de salvação não será frustrado pela má vontade humana.

A parábola do banquete sublinha a necessidade de assumir uma atitude responsável diante do apelo de Deus. Os convidados para a festa eram pessoas de gabarito: latifundiários, pecuaristas, homens respeitáveis. Quando chamados para o banquete, cada qual encontrou uma desculpa. As preocupações mundanas impediu-os de participar da alegria do Reino de Deus. E o apelo de Deus ficou sem resposta, pois exigia que superassem o apego desmedido às suas propriedades e se abrissem para a partilha e a comunhão. Eis uma grave falta de consideração para com Deus.

Quem preparara o banquete não se deu por vencido: mandou que a sala ficasse cheia de todos quantos fossem encontrados pelo caminho: pobres, aleijados, cegos e coxos. Esses não tinham como recusar o convite, seja porque necessitavam de alimento, seja porque não tinham nada que os impedisse de ir imediatamente.

A conclusão é clara. Quem tem o coração apegado aos bens deste mundo não tem tempo para Deus. Só responde ao convite e participa das alegrias do Reino quem se coloca, como pobre, diante de Deus.

Oração 
Senhor Jesus, dá-me um coração livre, que saiba desapegar-se de tudo quanto me impede de responder, imediatamente, ao teu chamado.

Você aceita o convite de Deus à conversão?

Postado por: homilia

novembro 6th, 2012


Estamos diante de um texto que nos relata o convite ao grande banquete que prefigura aquele do qual, um dia, participaremos eternamente. Dentre os vários aspectos que se pode destacar estão os servos enviados pelo dono da casa, os convidados ao banquete e, por último, as consequências do “aceitá-lo” ou “não”.
De duas formas foram enviados os servos. Primeiro, um convite; logo, um segundo convite para o dono da festa estar seguro da presença dos convidados. Evidentemente, os servos eram os profetas. Temos as palavras de Isaías (cf. 41,8), na qual vemos que todo o povo de Israel era considerado como servo: “Mas tu Israel, servo meu, tu Jacó a quem escolhi, descendente de Abraão, meu amigo”. Porém, como enviados – não como acolhidos ou escolhidos – os verdadeiros servos são os profetas, segundo Jeremias 7,25: “Desde o dia em que vossos pais saíram da terra do Egito até hoje, enviei-vos todos os meus servos, os profetas, todos os dias, começando de madrugada, eu os enviei”.
A primeira leva corresponde aos profetas do Antigo Testamento. De modo especial a João Batista, que começou declarando que “o Reino está à vista” (cf. Mt 3,2) e enviado como mensageiro segundo Mc 1,2. Como segunda leva, temos o próprio Jesus e Seus apóstolos, a quem o próprio Senhor enviou em missão (cf. Mt 10,1; Mc 3,13 e Lc 9,2). Tanto num caso como noutro, os convivas não aceitaram o banquete.
Os convivas eram o povo judeu, representado pelos seus dirigentes. Deduzimos isto pelo próprio comentário de Jesus sobre a conduta dos fariseus e escribas: “Não entrais nem deixais entrar os que querem fazê-lo” (Mt 23,13). Os fatos, ajustando-nos ao tempo histórico de Jesus, dão razão ao desenvolvimento da parábola: João, o primeiro arauto do Reino, foi decapitado pelo tetrarca da Galileia e os chefes dos sacerdotes e os anciãos não reconheceram sua função profética (cf. Mt 21,27.32). O próprio Jesus, em cuja pessoa radicava o Reino, foi rejeitado e morto por instigação dos dirigentes, o Grande Sinédrio (cf. Mt 29,16-19). Os discípulos também foram perseguidos, como Estevão e São Tiago Maior. E até Pedro, que se livrou de modo especial da morte.
Ao saber o rei como foram tratados os seus servos, montou em cólera e enviou soldados para destruírem aqueles homicidas e queimarem a sua cidade. Jesus descreve o castigo brutal que era devido a uma cidade rebelde segundo os costumes da época. Os homens eram mortos ou escravizados. A cidade era entregue às chamas. Evidentemente, é o que aconteceu com Jerusalém diante da qual Jesus chorou exclamando: “Deitarão por terra a ti e a teus filhos no meio de ti, e não deixarás de ti pedra sobre pedra, porque não reconheceste o tempo em que foste visitada” (Lc 18,44). E o mesmo acontecerá conosco se não aceitarmos o convite à conversão!
Há duas partes na parábola que devemos distinguir e diferenciar para entendê-la melhor: a primeira é sobre a rejeição dos judeus, especialmente de seus dirigentes, que ainda perdura como referência atual de que as palavras de Jesus têm força total: “Nenhum dos convivas provará meu jantar” (Lc 13,24).
No Reino, haverá sempre pessoas indignas, a mistura do joio com o trigo do capítulo 13 de Mateus. Nem todos terão a veste limpa que era exigida nas bodas – que significa que a bondade deve ser a marca dos convivas novos, como também é a marca de Deus, pois essa bondade divina nos atinge não só como um exemplo a imitar, mas também como um mandato a cumprir. Por isso dirá Jesus: “Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso” (Lc 6,36).
Talvez a melhor explicação sobre a veste nupcial seja a dada por Paulo em 1 Cor 6,9 sobre os herdeiros do Reino – aqueles que entraram, mas não puderam permanecer: “Nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os pederastas, nem os ladrões, nem os gananciosos, nem os beberrões, nem os caluniadores, nem os rapaces herdarão o reino de Deus”.
Outra passagem que não podemos esquecer é a que vimos, anteriormente, sobre os eleitos do Cordeiro (Primeira Leitura). O amor está como “motor último” dessas virtudes que alguns chamam passivas, mas que exigem uma fortaleza inusitada. Com elas imitamos a Deus rico em misericórdia (cf. Ef 2,4) e o Verbo que, sendo rico, despojou-se da glória de sua divindade mostrando a humilde condição humana e “humilhou-se, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz” (Fp 2, 6-8).
Padre Bantu Mendonça
Leitura orante 
Lc 14,15-24 - Convidados para a festa do Reino

Introdução

Graça e Paz a todos os que se reúnem aqui na web, em torno da Palavra.

Juntos, rezamos ou cantamos o Salmo 94:

(Se, em grupo, pode ser rezado em dois coros ou um solista e os demais repetem)

- Venham, ó nações, ao Senhor cantar (bis)

- Ao Deus do universo, venham festejar (bis)

- Seu amor por nós, firme para sempre (bis)

- Sua fidelidade dura eternamente (bis)

- Toda a terra aclame, cante ao Senhor (bis)

- Sirva com alegria, venha com fervor (bis)

- Nossas mãos orantes para o céu subindo (bis)
- Cheguem como oferenda ao som deste hino (bis)
- Glória ao Pai, ao Filho e ao Santo Espírito (bis)
- Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito (bis)

1. Leitura (Verdade) 

O que diz o texto do dia? 

Leio atentamente, na Bíblia,  o texto 
Lc 14,15-24
e observo o sentido da parábola contada por Jesus. 

Um dos que estavam à mesa ouviu isso e disse para Jesus: 
- Felizes os que irão sentar-se à mesa no Reino de Deus! 
Então Jesus lhe disse: 
- Certo homem convidou muita gente para uma festa que ia dar. Quando chegou a hora, mandou o seu empregado dizer aos convidados: "Venham, que tudo já está pronto!" 
- Mas eles, um por um, começaram a dar desculpas. O primeiro disse ao empregado: "Comprei um sítio e tenho de dar uma olhada nele. Peço que me desculpe." 
- Outro disse: "Comprei cinco juntas de bois e preciso ver se trabalham bem. Peço que me desculpe." 
- E outro disse: "Acabei de casar e por isso não posso ir." 
- O empregado voltou e contou tudo ao patrão. Ele ficou com muita raiva e disse: "Vá depressa pelas ruas e pelos becos da cidade e traga os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos." 
- Mais tarde o empregado disse: "Patrão, já fiz o que o senhor mandou, mas ainda está sobrando lugar." 
- Aí o patrão respondeu: "Então vá pelas estradas e pelos caminhos e obrigue os que você encontrar ali a virem, a fim de que a minha casa fique cheia. Pois eu afirmo a vocês que nenhum dos que foram convidados provará o meu jantar!" 

Esta parábola contada por Jesus me ensina diversas coisas.
1º É um privilégio ser convidado para a festa do Reino, para a Aliança com Deus.
2º Os empregados são os apóstolos, os profetas, os discípulos e missionários.
3º Os que rejeitam o convite são os que preferem o ter, os bens materiais.
4º Os que estão pelas estradas e caminhos, e são convidados, são os mendigos, pobres, os que estão à margem, fora do convívio, "tanto bons como maus".
5º A exclusão, expressa nas palavras "nenhum provará meu jantar!" fala da conseqüência de quem renuncia à intimidade com Deus.


2. Meditação (Caminho) O que o texto diz para mim, hoje? 

Os bispos em, Aparecida, disseram:

"Por assim dizer, Deus Pai sai de si, para nos chamar a participar de sua vida e de sua glória. Mediante Israel, povo que fez seu, Deus nos revela seu projeto de vida. Cada vez que Israel procurou e necessitou de seu Deus, sobretudo nas desgraças nacionais, teve uma singular experiência de comunhão com Ele, que o fazia partícipe de sua verdade, sua vida e sua santidade. Por isso, não demorou em testemunhar que seu Deus - diferentemente dos ídolos - é o "Deus vivo" (Dt 5,26) que o liberta dos opressores (cf. Ex 3,7-10), que perdoa incansavelmente (cf. Ecl 34,6; Eclo 2,11) e que restitui a salvação perdida quando o povo, envolvido "nas redes da morte" (Sl 116,3), dirige-se a Ele suplicante (Cf. Is 38,16)."
 (DA 129). 

Deus continua nos fazendo convite de participação de sua vida. Como respondo?

3.Oração (Vida) 

O que o texto me leva a dizer a Deus? 

Rezo, espontaneamente, com salmos ou outras orações e concluo 
 com a canção do padre Zezinho:

Vocação 

Se ouvires a voz do vento /Chamando sem cessar 
Se ouvires a voz do tempo /Mandando esperar. A decisão é tua /A decisão é tua 
São muitos os convidados /Quase ninguém tem tempo Se ouvires a voz de Deus /Chamando sem cessar 
Se ouvires a voz do mundo /Querendo te enganar
 

O trigo já se perdeu /Cresceu, ninguém colheu
 
E o mundo passando fome /De paz, de pão e de Deus

4.Contemplação (Vida e Missão)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra? 

Meu novo olhar é para perceber os convites de Deus e responder com a minha adesão. 


Bênção 


- Deus nos abençoe e nos guarde. 
Amém. 
 - Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. 
Amém. 
-Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. 

Amém. 
- Abençoe-nos Deus misericordioso, 

Pai e Filho e Espírito Santo. 
Amém. 

Jesus Mestre, Verdade, Caminho, Vida, tende piedade de nós.

Ir. Patrícia Silva, fsp

http://www.paulinas.org.br/diafeliz/evangelho.aspx

Oração Final



Pai Santo, que o teu Espírito nos ajude a optar pelo essencial, aceitando o seu convite para o Banquete em teu Reino e abandonando a busca insensata pelos tesouros efêmeros, mas sedutores e enganadores que o mundo nos oferece. Faze-nos seguidores fieis do Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, que contigo reina na unidade do Espírito Santo.

LITURGIA DIÁRIA - 06/11/2012




Tema do Dia

‘Venham, pois o banquete está pronto’

O belíssimo texto da carta aos filipenses nos mostra o caminho da grandeza do Cristo Jesus: ele não se fez valer de sua dignidade de Filho de Deus, mas assumiu a humanidade em sua forma mais despojada – até a morte de cruz. Por isto, o Pai o exaltou.

Oração para antes de ler a Bíblia

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Meu Senhor e meu Pai! Envia teu Santo Espírito para que eu compreenda 

e acolha tua Santa Palavra! Que eu te conheça e te faça conhecer, te ame

 e te faça amar, te sirva e te faça servir, te louve e te faça louvar por

 todas as criaturas. Fazei, ó Pai, que pela leitura da Palavra os pecadores

se convertam, os justos perseverem na graça e todos consigamos 

a vida eterna. Amém.


Verde. 3ª-feira da 31ª Semana Tempo Comum


Primeira leitura (Filipenses 2,5-11)


Terça-Feira, 6 de Novembro de 2012
31ª Semana Comum


Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses.


Irmãos, 5tende entre vós o mesmo sentimento que existe em Cristo Jesus. 6Jesus Cristo, existindo em condição divina, não fez do ser igual a Deus uma usurpação, 7mas ele esvaziou-se a si mesmo assumindo a condição de escravo e tornando-se igual aos homens. Encontrado com aspecto humano, 8humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz. 9Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo nome. 10Assim, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra, 11e toda língua proclame: “Jesus Cristo é o Senhor” para a glória de Deus Pai.

- Palavra do Senho
r. 
- Graças a Deus. 


Salmo (Salmos 21)

Terça-Feira, 6 de Novembro de 2012
31ª Semana Comum



— Ó Senhor, sois meu louvor em meio à grande assembleia!
— Ó Senhor, sois meu louvor em meio à grande assembleia!

— Cumpro meus votos ante aqueles que vos temem! Vossos pobres vão comer e saciar-se, e os que procuram o Senhor o louvarão; seus corações tenham a vida para sempre!”
— Lembrem-se disso os confins de toda a terra, para que voltem ao Senhor e se convertam, e se prostrem, adorando, diante dele todos os povos e as famílias das nações. Pois ao Senhor é que pertence a realeza; ele domina sobre todas as nações. Somente a ele adorarão os poderosos.
— Toda a minha descendência há de servi-lo; às futuras gerações anunciará, o poder e a justiça do Senhor; ao povo novo que há de vir, ela dirá: “Eis a obra que o Senhor realizou!”


Evangelho (Lucas 14,15-24)

Terça-Feira, 6 de Novembro de 2012
31ª Semana Comum




A parábola da grande festa

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 15um homem que estava à mesa disse a Jesus: “Feliz aquele que come o pão no Reino de Deus!” 16Jesus respondeu: “Um homem deu um grande banquete e convidou muitas pessoas. 17Na hora do banquete, mandou seu empregado dizer aos convidados: ‘Vinde, pois tudo está pronto’.
18Mas todos, um a um, começaram a dar desculpas. O primeiro disse: ‘Comprei um campo, e preciso ir vê-lo. Peço-te que aceites minhas desculpas’. 19Um outro disse: ‘Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-las. Peço-te que aceites minhas desculpas’. 20Um terceiro disse: ‘Acabo de me casar e, por isso, não posso ir’.
21O empregado voltou e contou tudo ao patrão. Então o dono da casa ficou muito zangado e disse ao empregado: ‘Sai depressa pelas praças e ruas da cidade. Traze para cá os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos’.
22O empregado disse: ‘Senhor, o que tu mandaste fazer foi feito, e ainda há lugar’. 23O patrão disse ao empregado: ‘Sai pelas estradas e atalhos, e obriga as pessoas a virem aqui, para que minha casa fique cheia’. 24Pois eu vos digo: nenhum daqueles que foram convidados provará do meu banquete”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.


Oração para depois de ler a Bíblia

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Dou-Te graças, meu Deus, pelos bons propósitos, afetos e inspirações
que me comunicastes nesta meditação; peço-Te ajuda para colocá-los  em prática. Minha Mãe Imaculada, meu protetor São José e Anjo da minha guarda, intercedeis todos por mim. Amém.

BOM DIA!

QUERO DESEJAR UMA EXCELENTE TERÇA-FEIRA PRÁ VOCÊ!!

Os bispos na Conferência de Aparecida, disseram: (DAp 360)



INTERPRETANDO SONHOS - Prof Elias Lins

MISSA - COM Cristo, POR Cristo e EM Cristo


TEXTOS BÍBLICOS PARA A SEMANA:

TEXTOS BÍBLICOS PARA A SEMANA:

2ª Vd – Fl 2,1-4; Sl 130 (131); Lc 14,12-14
3ª Vd - Fl 2,5-11; Sl 21 (22); Lc 14,15-24
4ª Vd - Fl 2,12-18; Sl 26 (27); Lc 14,25-33
5ª Vd – Fl 3,3-8; Sl 104 (105); Lc 15,1-10
6ª Br – Ez 47,1-2.8-9.12; Sl 45 (46); Jo 2,13-22
Sb Br – Fl 4,10-19; Sl 111 (112); Lc 16,9-15
32º DTC 
 1Rs 17,10-16; Sl 145 (146),7.8-9a.9bc-10 (R/.1); Hb 9,24-28; Mc 12,38-44 ou abrev. Mc 12,41-44


BOA NOITE

O poder de uma Ave Maria


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'Ave Maria, cheia de graça,
o Senhor é convosco,
Bendita sois vós entre as mulheres,
Bendito é o fruto de Vosso ventre:
Jesus.
Santa Maria, Mãe de Deus,
Rogai por nós pecadores,
Agora e na hora de nossa morte,
Amém!'


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Arcebispo de Brasília fala sobre o Sínodo dos Bispos

SEG, 05 DE NOVEMBRO DE 2012 09:34POR: CNBB
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O ARCEBISPO DE BRASÍLIA (DF), DOM SÉRGIO DA ROCHA, FEZ UMA ANÁLISE GERAL DO SÍNODO DOS BISPOS, NO VATICANO, QUE TRATOU DA NOVA EVANGELIZAÇÃO PARA A TRANSMISSÃO DA FÉ. A ANÁLISE FOI ENCAMINHADA A AGÊNCIA DE NOTÍCIAS ZENIT.
LEIA ABAIXO A ÍNTEGRA DO TEXTO DE DOM SÉRGIO DA ROCHA.
SÍNODO DOS BISPOS: COMO TERMINOU?
É DIFÍCIL RESUMIR A RIQUEZA DA EXPERIÊNCIA VIVIDA E DAS REFLEXÕES PROPOSTAS NA XIII ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DO SÍNODO DOS BISPOS. O TEMA DESTE SÍNODO, DE FELIZ ESCOLHA DO PAPA BENTO XVI, PELA SUA AMPLITUDE E COMPLEXIDADE, JÁ DIFICULTA QUALQUER TENTATIVA DE SÍNTESE. POR ISSO, NESTE TERCEIRO RELATO, APÓS O TÉRMINO DA ASSEMBLEIA SINODAL, PROCURO APENAS PARTILHAR ALGUNS ASPECTOS DA EXPERIÊNCIA VIVIDA E DOS TEMAS ABORDADOS, SEM A PRETENSÃO DE UM RESUMO. DENTRE TANTOS OUTROS ASPECTOS, DESTACO OS SEGUINTES: