sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

TERÇOS – VÍDEOS

TERÇO DA DIVINA PROVIDÊNCIA
 

TERÇO DE CURA E LIBERTAÇÃO
 

TERÇO DA FÉ
 

TERÇO DO ESPÍRITO SANTO
 

TERÇO DA LIBERTAÇÃO CANTADO - JOÃO GREGÓRIO

TERÇO DA MISERICÓRDIA - VÍDEOS






"Quando rezarem este Terço junto aos agonizantes, Eu me colocarei entre o Pai e a alma agonizante, não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso".

JESUS, EU CONFIO EM VÓS!!!

APRENDA A REZAR O TERÇO DA MISERICÓRDIA




Para ser rezado nas contas do terço

No começo:

Pai nosso, que estais no céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por n6s, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Creio em Deus Pai, todo poderoso, criador do Céu e da Terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espirito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna Amém.

Nas contas de Pai Nosso, dirás as seguintes palavras usando o terço de Maria:

Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e dos do mundo inteiro.

Nas contas de Ave Maria rezarás as seguintes palavras:

Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

No fim, rezarás três vezes estas palavras:

Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro” (Diário, 476).

Oração do Angelus - Padre Antonello - VÍDEO


LITURGIA DAS HORAS

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Terço - Mistério Gozosos - Segunda-Feira e Sábado


Terço do Rosário: Mistérios Gozosos




HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 18/01/2014

18 de Janeiro de 2014

ANO A


Mc 2,13-17

Comentário do Evangelho

O chamado de Mateus

Entre a primeira e a segunda controvérsia, está o relato do chamado de Levi (vv. 13-14), que serve de introdução ao episódio da refeição de Jesus com os pecadores e publicanos. Um mestre que chama um pecador público, como eram considerados os publicanos, é algo desconcertante. Como para as duas duplas de irmãos, Levi é chamado à beira do mar da Galileia, palco de grande parte da atividade de Jesus. Mas por que chamar um pecador e, mais especificamente, um publicano, a serviço do império romano? Porque ele quis (cf. Mc 3,13). A refeição na casa de Levi, cuja mesa é partilhada com outros publicanos e pecadores, pode ser considerada como uma festa pelo encontro com o Senhor que acolhe a todos, e como despedida do filho de Alfeu de sua vida anterior. A acolhida que Jesus dá aos pecadores, entrando na casa deles e partilhando a mesa com eles, faz entrar em crise um sistema de pureza que exclui as pessoas. Ao contrário, o modo de proceder de Jesus está enraizado na misericórdia que inclui e aproxima as pessoas de Deus. Jesus, assim como Deus no Antigo Testamento, se apresenta como o médico que cuida do ser humano afetado e ferido pelo pecado (v. 17; cf. Ex 15,26; Dt 32,39). O que fecha a ferida aberta pelo mal é a misericórdia de Deus, manifestada no seu Filho único. O nosso relato é a ocasião em que Jesus define sua missão (v. 17; cf. Lc 19,10).
Carlos Alberto Contieri, sj
ORAÇÃO
Pai, coloca-me, cada dia, no seguimento de Jesus, pois, assim, estarei no bom caminho que me conduz a ti.

Vivendo a Palavra

Na eleição de Mateus, Jesus deixa a grande lição da não discriminação, da inclusão na nossa comunidade daqueles que são desprezados pela sociedade dos homens. Que os cobradores de impostos do nosso tempo sejam acolhidos misericordiosa e fraternalmente na Igreja, para que nós mereçamos o nome de Igreja de Jesus.

Reflexão

Ser coletor de impostos na época de Jesus era ser um pecador profissional. Por isso, a escolha de Levi, ou Mateus, para ser discípulo de Jesus e ir comer na casa dele com os outros cobradores de impostos e pecadores, significava que Jesus comungava com eles, o que era muito grave. No entanto, esse fato nos mostra que Jesus veio para nos mostrar o amor misericordioso de Deus, que havia dito pelo profeta que não quer a morte do pecador, mas que se converta e viva e que Deus quer que todas as pessoas participem do banquete do Reino definitivo.

Recadinho


Será que não há muita procura de privilégios em nosso contexto de vida? - Procuramos a reconciliação com Deus? - E o relacionamento com nosso próximo? - É fácil superar rancores e antipatias? - Procuramos ouvir o que Deus pede de nós?
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R

Comentário do Evangelho

O ESCÂNDALO DA SOLIDARIEDADE

Jesus, na sua condição de Mestre, realizou gestos inusitados que escandalizavam determinados grupos de seu tempo. Entre eles, estavam os mestres da Lei (escribas) que gozavam de grande prestígio e admiração por parte do povo. Este prestígio, de certa forma, os distanciava da massa. Sendo especialistas na interpretação da Lei, pretendiam, juntamente com os fariseus, ser estritos no seu cumprimento. Isso era para eles um ponto de honra! Um dos tópicos da Lei dizia respeito às impurezas que se podia contrair no contato com pessoas consideradas impuras. Tais pessoas, por isso, deveriam ser vítimas da marginalização.
O caminho do Mestre-Jesus seguiu na direção oposta. Ele se fez solidário com marginalizados de seu tempo - cobradores de impostos e pecadores - não temendo contrair impureza. Sua presença, pelo contrário, era fator de purificação. Jesus estava imune do contágio e a impureza deles não o podiam atingir.
O Mestre-Jesus priva da amizade dos excluídos, não se furtando a sentar-se à mesa com eles, para partilhar uma refeição, símbolo de comunhão sincera. Essa eventualidade o fez compreender o sentido de sua missão de enviado: os destinatários privilegiados de seu amor e de sua ação misericordiosa não eram aqueles já inseridos na comunidade religiosa e social. E, sim, aqueles colocados à margem do sistema por qualquer razão que seja.
Oração
Senhor Jesus, sua solidariedade com os marginalizados é sinal da presença do Reino. Ensina-me a ser solidário como tu, para que na minha ação o Reino continue a desabrochar.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Oração
Ó Deus, atendei como pai às preces do vosso povo; dai-nos a compreensão dos nossos deveres e a força de cumpri-los. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

REFLEXÕES DE HOJE


18 de JANEIRO - SÁBADO


Liturgia comentada

Ele comia com os pecadores... (Mc 2,13-17)
Uma das imagens recorrentes do Reino de Deus é a mesa festiva de um banquete. No Evangelho de São Lucas, lemos a promessa de que os servos fiéis se assentarão à mesa do festim, e o próprio Senhor os servirá (Lc 12,37). No Apocalipse, ouve-se bem-aventurança: “Felizes os convidados para a ceia nas núpcias do Cordeiro!” (Ap 19,9.)
Por seu lado, o famoso Ícone da Trindade, de Roublev, retrata a família trinitária em volta da mesa eucarística, com o lado frontal do altar aberto, como convocação a mergulhar na vida divina e participar de sua plena comunhão. Ser um conviva de Jesus é participar do seu banquete (em latim, convivium).
Os judeus do tempo de Jesus, no entanto, haviam desenvolvido a tese de que era preciso merecer essa participação. Só os justos – os que cumpriam os 10 mandamentos e os 613 preceitos! – teriam entrada no banquete de Deus. E tal participação incluía longos rituais de ablução, estritos critérios de pureza em relação aos alimentos, às vasilhas e... aos convivas.
Que decepção quando vem o Rabi da Galileia e se mistura à gentinha de Caná, bebendo com os publicanos (Mateus-Levi...) e com as prostitutas (Madalena...). Até os discípulos se espantam, à beira do poço de Jacó, ao flagrar Jesus em conversa com uma samaritana! E o Mestre vê-se obrigado a dizer o que devia ser óbvio: “Eu não vim para os justos, mas para os pecadores. Quem precisa de médico não são os sadios, mas os enfermos!” (Cf. Mc 2,17.)
Ainda hoje, em nosso meio eclesial, há pessoas boas e honestas que imaginam uma espécie de contabilidade espiritual, um “sistema de débitos e créditos”, segundo o qual o céu deve ser merecido, conquistado a golpes de... boas obras. Depois de alguns anos de sacrifícios e jejuns, esmolas e vigílias, estaremos em condição de apresentar a Deus uma fatura e... cobrar nosso direito de entrar no céu...
Ledo engano! O preço do banquete já foi previamente pago por Jesus quando morreu por nós no Calvário. Diante de tal preço (cf. 1Cor 6,20), não há mérito nosso que se possa transformar em direito adquirido. O festim do Cordeiro é puro dom, é graça, nada custa. Do contrário, não teria sido inaugurado por Dimas, o ladrão esperto, que antes de morrer ainda roubou o céu, com um simples apelo à misericórdia do Senhor.
Os pecadores se alegram com esta Boa Nova...
Orai sem cessar: “Preparas uma mesa para mim...” (Sl 23 [22], 5)
Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.
santini@novaalianca.com.br



HOMILIA
JESUS E LEVI Mc 2,13-17 
Para os fariseus, era absolutamente escandaloso manter contatos com um pecador notório como Levi. Na época, um cobrador de impostos não podia fazer parte da comunidade farisaica; não podia ser juiz, nem prestar testemunho em tribunal, sendo, para efeitos judiciais, equiparado a um escravo; estava também privado de certos direitos cívicos, políticos e religiosos. Jesus vai demonstrar, àqueles que o criticam, que a lógica dos fariseus (criadora de exclusão e de marginalidade) está em oposição à lógica de Deus.
Os relatos evangélicos põem, com freqüência, Jesus em contacto com gente reprovável, com aqueles apontados pela sociedade como os cobradores de impostos e também com as mulheres de má vida. É impossível que os discípulos tenham inventado isto, porque ninguém da comunidade cristã primitiva estaria interessado em atribuir a Jesus um comportamento “politicamente incorreto”, se isso não correspondesse à realidade histórica. Não há dúvida de que Jesus “deu-se” com gente duvidosa, com pessoas a quem os “justos” preferiam evitar, com pessoas que eram anatematizadas e marginalizadas por causa dos seus comportamentos escandalosos, atentatórios da moral pública.
Certamente não foram os discípulos a inventar para Jesus o injurioso apelativo de “comilão e bêbedo, amigo de publicanos e de pecadores” (Mt 11,19; 15,1-2). Tendo já chamado os quatro primeiros discípulos, Jesus agora encontra o coletor de impostos Levi. Por sua função, ele era um marginalizado pela sociedade religiosa judaica. Jesus não se volta para os marginalizados apenas para aliviá-los de seus sofrimentos e lhes restituir a dignidade, Ele os inclui também na colaboração de seu ministério, chamando alguns dentre eles como seus discípulos mais próximos. Sentando-se à mesa com os amigos de Levi, também marginalizados, Jesus afirma seu propósito de solidarizar-se com os excluídos e os pobres, causando escândalo entre os chefes religiosos do judaísmo.
Na perspectiva deste texto, Jesus é o amor de Deus que se faz pessoa e que vem ao encontro dos homens – de todos os homens – para os libertar da sua miséria e para lhes apresentar essa realidade de vida nova que é o projeto do “Reino”. A solicitude de Jesus para com os pecadores mostra-lhes que Deus não os rejeita, mas os ama e convida-os a fazer parte da sua família e a integrar a comunidade do “Reino”. É que o projeto de salvação de Deus não é um condomínio fechado, com seguranças fardados para evitar a entrada de indesejáveis; mas é uma proposta universal, onde todos os homens e mulheres têm lugar, porque todos – maus e bons – são filhos queridos e amados do Deus Pai. A lógica de Deus é sempre dominada pelo amor.
A “parábola da ovelha perdida” pretende, precisamente, dar conta desta realidade. A atitude desproporcionada de “deixar as noventa e nove ovelhas no deserto para ir ao encontro da que estava perdida” sublinha a imensa preocupação de Deus por cada homem que se afasta da comunidade da salvação e o “inqualificável” amor de Deus por todos os homens que necessitam de libertação. O “pôr a ovelha aos ombros” significa o cuidado e a solicitude de Deus, que trata com amor e com cuidados de Pai os filhos feridos e magoados; a alegria desmesurada do “pastor” significa a felicidade imensa de Deus sempre que o homem reentra no caminho da felicidade e da vida plena.
Jesus anuncia, aqui, a salvação de Deus oferecida aos pecadores, não porque estes se tornaram dignos dela mediante as suas boas obras, mas porque o próprio Deus se solidariza com os excluídos e marginalizados e lhes oferece a salvação. Encontramos aqui o cumprimento da profecia de Ezequiel que nos foi apresentada na primeira leitura. Deus vai assumir-se, através de Jesus, como o Bom Pastor que cuidará com amor de todas as ovelhas e de forma especial das desencaminhadas e perdidas.
O que está em causa na leitura que nos é proposta é a apresentação do imenso amor de Deus. Ele ama de forma desmesurada cada mulher e cada homem. É esta a primeira coisa que nos deve “tocar” nesta celebração. Deus é misericórdia. Interiorizamos suficientemente esta certeza, deixamos que ela marque a nossa vida e condicione as nossas opções?
O amor de Deus dirige-se, de forma especial, aos pequenos, aos marginalizados e necessitados de salvação. Os pobres e débeis que encontramos nas ruas das nossas cidades ou à porta das igrejas das nossas paróquias, encontram nos “profetas do amor” a solicitude maternal e paternal de Deus? Apesar do imenso trabalho, do cansaço, do “stress”, dos problemas que nos incomodam, somos capazes de “perder” tempo com os pequenos, de ter disponibilidade para acolher e escutar, de “gastar” um sorriso com esses excluídos, oprimidos, sofredores, que encontramos todos os dias e para os quais temos a responsabilidade de tornar real o amor de Deus?
Tornar o amor de Deus uma realidade viva no mundo significa lutar objetivamente contra tudo o que gera ódio, injustiça, opressão, mentira, sofrimento. Inquieto-me, realmente, frente a tudo aquilo que torna feio o mundo? Pactuo, com o meu silêncio, indiferença, cumplicidade com os sistemas que geram injustiça, ou esforço-me ativamente por destruir tudo o que é uma negação do amor de Deus?
As nossas comunidades são espaços de acolhimento e de hospitalidade, são um oásis do amor de Deus, não só para parentes e amigos, mas também para os pobres, os marginalizados, os sofredores que buscam em nós um sinal de amor, de ternura e de esperança?
Pai, coloca-me, cada dia, no seguimento de Jesus, pois, assim, estarei no bom caminho que me conduz a ti.
Fonte Homilia: Padre Bantu Mendonça Katchipwi Sayla
HOMÍLIA DIÁRIA
Você é muito amado por Deus!
Jesus nos ensina que não devemos nos sentir melhores nem piores do que ninguém, mas que todas as pessoas têm o direito de se aproximar do Reino de Deus.
”E aconteceu que, estando à mesa na casa de Levi, muitos cobradores de impostos e pecadores também estavam à mesa com Jesus e seus discípulos” (Mc 2,15).
O Evangelho de Jesus é revolucionário! A palavra ”revolucionário” aqui não se refere à guerra nem ao confronto; mas sim a uma revolução da mentalidade, da maneira de ver e encarar as coisas. Normalmente as pessoas que frequentavam o templo, sobretudo doutores da lei e fariseus, sentiam-se melhores do que os outros, sentiam-se uma “carta separada”, viam nos outros pobres pecadores e sentiam-se justificadas e procuravam não se misturar. Procuravam não estar ali em meio aos outros, porque eram considerados inferiores.
Jesus nos ensina que não devemos nos sentir melhores nem piores do que ninguém, mas que todas as pessoas têm o direito de se aproximarem do Reino de Deus. E quando as pessoas não vão buscar o Reino de Deus, ele [Reino de Deus] vai até as pessoas, os afastados, os pecadores, os pobres, aqueles que ”não têm nem vez nem voz”. Por isso Jesus come na casa deles, fica com eles e os acolhe; por isso muitos deles se convertem.
Mateus (Levi) é um deles,  depois você vai se recordar de Zaqueu, alguns mais famosos, mas tantos outros, por causa da ação misericordiosa de Jesus, que não olhava para as aparências, mas sabia acolher cada um na sua miséria, puderam conhecer o Reino de Deus.Nós precisamos, meus irmãos, nos libertar dessa atitude ”hipócrita” de achar que somos bons e justos, e que o resto da humanidade é pecadora  e não merecedora de Deus!
Nós precisamos ser Jesus para os outros, e uma vez que precisamos ser Jesus para eles, nós precisamos ir ao encontro dos outros, nós precisamos ir aonde as pessoas estão e ser para elas uma presença bondosa do Senhor Deus. Não para nos sentirmos melhores que elas, mas para sermos como elas; reconhecer que somos também pecadores, e acolher cada uma do seu jeito e da sua maneira. E, acima de tudo, a única coisa que elas precisam entender é que são muito amadas por Deus. Como eu sou, como você também o é!
Que abramos o nosso coração, que saiamos das nossas casas para ir ao encontro daqueles que são chamados por Deus: todos os pecadores!
Que Deus abençoe você!


Padre Roger Araújo

Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.Facebook Twitter
LEITURA ORANTE

Mc 2,13-17 - Levi foi com Jesus



Preparo-me para a Leitura Orante, fazendo uma rede de comunicação
e comunhão em torno da Palavra com todas as pessoas que se neste ambiente
virtual. Rezamos em sintonia com a Santíssima Trindade.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém
Senhor, nós te agradecemos por este dia.
Abrimos, com este acesso à internet,
nossas portas e janelas para que tu possas
Entrar com tua luz.
Queremos que tu Senhor, definas os contornos de
Nossos caminhos,
As cores de nossas palavras e gestos,
A dimensão de nossos projetos,
O calor de nossos relacionamentos e o
Rumo de nossa vida.
Podes entrar, Senhor em nossas famílias.
Precisamos do ar puro de tua verdade.
Precisamos de tua mão libertadora para abrir
Compartimentos fechados.
Precisamos de tua beleza para amenizar
Nossa dureza.
Precisamos de tua paz para nossos conflitos.
Precisamos de teu contato para curar feridas.
Precisamos, sobretudo, Senhor, de tua presença
Para aprendermos a partilhar e abençoar!
Ó Jesus Mestre, Verdade-Caminho-Vida, tem piedade de nós.

1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Leio atentamente o texto na Bíblia: Mc 2,13-17.
Jesus saiu outra vez e foi para o lago da Galiléia. Muita gente ia procurá-lo, e ele ensinava a todos. Enquanto estava caminhando, Jesus viu Levi, filho de Alfeu, sentado no lugar onde os impostos eram pagos. Então disse a Levi:
- Venha comigo.
Levi se levantou e foi com ele. Mais tarde, Jesus estava jantando na casa de Levi. Junto com Jesus e os seus discípulos estavam muitos cobradores de impostos e outras pessoas de má fama que o seguiam. Alguns mestres da Lei, que eram do partido dos fariseus, vendo Jesus comer com aquela gente e com os cobradores de impostos, perguntaram aos discípulos:
- Por que ele come e bebe com essa gente?
Jesus ouviu a pergunta e disse aos mestres da Lei:
- Os que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. Eu vim para chamar os pecadores e não os bons.
Jesus saiu outra vez e foi para o lago da Galileia. Muita gente ia procurá-lo, e ele ensinava a todos. Enquanto estava caminhando, Jesus viu Levi, filho de Alfeu, sentado no lugar onde os impostos eram pagos. Então disse a Levi:
- Venha comigo.
Levi se levantou e foi com ele. Mais tarde, Jesus estava jantando na casa de Levi. Junto com Jesus e os seus discípulos estavam muitos cobradores de impostos e outras pessoas de má fama que o seguiam. Alguns mestres da Lei, que eram do partido dos fariseus, vendo Jesus comer com aquela gente e com os cobradores de impostos, perguntaram aos discípulos:
- Por que ele come e bebe com essa gente?
Jesus ouviu a pergunta e disse aos mestres da Lei:
- Os que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. Eu vim para chamar os pecadores e não os bons.

Jesus não só perdoa os pecados, mas transforma o pecador. Levi, de explorador transformou-se em discípulo e apóstolo. Sendo chamado, Levi prontamente se levanta e “foi com ele”. Poderia não ter respondido e ficado como cobrador de impostos. O chamado que Jesus faz a Levi o transfere da escravidão do dinheiro à liberdade do seguimento. Os fariseus se incomodam porque Jesus vai com seus discípulos jantar na casa de Levi. À pergunta dos fariseus, Jesus responde dizendo que são os doentes que precisam de médico, não os que têm saúde. Por isso ele vai ao encontro dos pecadores. Bem diferente daqueles que censuravam e condenavam os pecadores. Levi passa a integrar a equipe dos apóstolos de Jesus.

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje?
Os bispos em Aparecida, falaram também dos convocados: A vocação ao discipulado missionário é con-vocação à comunhão em sua Igreja. Não há discipulado sem comunhão. Diante da tentação, muito presente na cultura atual de ser cristãos sem Igreja e das novas buscas espirituais individualistas, afirmamos que a fé em Jesus Cristo nos chegou através da comunidade eclesial e ela “nos dá uma família, a família universal de Deus na Igreja Católica. A fé nos liberta do isolamento do eu, porque nos conduz à comunhão”. Isto significa que uma dimensão constitutiva do acontecimento cristão é o fato de pertencer a uma comunidade concreta na qual podemos viver uma experiência permanente de discipulado e de comunhão com os sucessores dos Apóstolos e com o Papa.” (DAp 156).
E eu me interrogo:
Como me sinto na casa de Deus, na Igreja?
Tenho garantida a minha paz e a felicidade pela aceitação de Jesus Cristo?

3.Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com a canção do padre Zezinho, scj
Quando Jesus passar
Quando Jesus passar,
Quando Jesus passar,
Quando Jesus passar,
eu quero estar no meu lugar.

No meu telônio ou jogando a rede
sob a figueira ou a caminhar
buscando agua para minha sede,
querendo ver meu Senhor passar.

No meu trabalho e na minha casa,
no meu estudo e no meu lazer,
No compromisso e no meu descanso,
no meu direito e no meu dever.

Nos meus projetos olhando em frente,
no meu sucesso e na decepção
no sofrimento que fere a gente,
sonhando o sonho de um mundo irmão

Jesus Mestre, Caminho, Verdade e Vida, tem piedade de nós.

4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Sinto-me discípulo/a de Jesus.
Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus. Vou observar Jesus que passa onde trabalho, por onde caminho, onde moro...

Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
-Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém
.

Ir. Patrícia Silva, fsp
Oração Final
Pai Santo, ajuda-nos a vencer preconceitos. O orgulho é a grande tentação que nos impõe a sociedade contemporânea. Que a consciência de sermos todos filhos muito queridos por Ti, Pai amado, nos faça sentir irmãos de toda a humanidade. Nós te pedimos pelo Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, que contigo reina na unidade do Espírito Santo.