sábado, 25 de janeiro de 2014

TERÇOS – VÍDEOS

TERÇO DA DIVINA PROVIDÊNCIA
 

TERÇO DE CURA E LIBERTAÇÃO
 

TERÇO DA FÉ
 

TERÇO DO ESPÍRITO SANTO
 

TERÇO DA LIBERTAÇÃO CANTADO - JOÃO GREGÓRIO

TERÇO DA MISERICÓRDIA - VÍDEOS - APRENDA A REZAR O TERÇO DA MISERICÓRDIA






"Quando rezarem este Terço junto aos agonizantes, Eu me colocarei entre o Pai e a alma agonizante, não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso".

JESUS, EU CONFIO EM VÓS!!!

APRENDA A REZAR O TERÇO DA MISERICÓRDIA



Para ser rezado nas contas do terço

No começo:

Pai nosso, que estais no céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Creio em Deus Pai, todo poderoso, criador do Céu e da Terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espirito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna Amém.

Nas contas de Pai Nosso, dirás as seguintes palavras usando o terço de Maria:

Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e dos do mundo inteiro.

Nas contas de Ave Maria rezarás as seguintes palavras:

Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

No fim, rezarás três vezes estas palavras:

Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro” 
(Diário, 476).

Oração do Angelus - Padre Antonello - VÍDEO - Como rezar o Ângelus






Como rezar o Ângelus:

1) O Anjo do Senhor anunciou a Maria
- E Ela concebeu pelo poder do Espírito Santo.
Ave Maria...

2) Eis aqui a serva do Senhor.
- Faça-se em Mim segundo a vossa palavra.
Ave Maria...

3) E o Verbo Divino se fez homem,
- e habitou entre nós.
Ave Maria...

4) Rogai por nós, Santa Mãe de Deus,
- para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oremos: Derramai ó Deus, a Vossa graça em nossos corações, para que, conhecendo pela mensagem do anjo a encarnação do Vosso filho, cheguemos por Sua Paixão e Cruz à glória da ressurreição. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

Glória ao Pai... (repete-se 3 vezes)

LITURGIA DAS HORAS

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Mensagens diárias prá vc

Terço - Mistérios Gloriosos - Quarta-Feira e Domingo


Terço do Rosário: Mistérios Gloriosos





LITURGIA DIÁRIA - O Domingo – Crianças

Dia 26 – Missa 3º Domingo Comum

Pescadores de homens!


Compromisso da Semana:

Escute e ponha em prática os conselhos dos mais velhos.
http://www.paulus.com.br/portal/o-domingo-criancas#.UuSVJ9JTtkg

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 26/01/2014

26 de Janeiro de 2014

ANO A


Mt 4,12-23

Comentário do Evangelho

A luz brilhou e iluminou todo o povo oprimido

Encerrada a missão de João Batista, começa a missão de Jesus. É como se a história da salvação fosse dividida em dois períodos (cf. Lc 16,16). Ao texto de Marcos (Mc 1,14-15.16-20), Mateus acrescenta Is 8,3–9,1. A Galileia é iluminada pela presença de Jesus. A citação do trecho do livro do profeta Isaías, que inclusive temos como primeira leitura, no interior do texto de Mateus serve para indicar que a profecia de Isaías é realizada. Em Jesus, a promessa de Deus se realiza, não é preciso esperar mais (cf. Mt 4,17). O texto de Isaías é uma profecia messiânica. O ponto culminante do texto encontra-se num versículo mais adiante do trecho que nos é proposto, a saber, em 9,5, que anuncia o nascimento de um menino que é um dom de Deus e garantia da continuidade da dinastia davídica. Se a guerra cessou, se a luz brilhou e iluminou todo o povo oprimido, se foi devolvida a esperança e a alegria, é porque esse menino nasceu; a ele se atribui os títulos: “Conselheiro Admirável”, “Deus Forte”, “Chefe Perpétuo”, “Príncipe da Paz” (Is 9,5). A comunidade cristã que relê a Escritura à luz da Páscoa de Jesus Cristo reconhece nesse texto a profecia que diz respeito ao próprio Jesus. Nele eles identificam os atributos conferidos ao menino de Is 9,5.
O início do ministério público de Jesus está em continuidade com a pregação e o Batismo de João: trata-se de um apelo à conversão (cf. Mt 3,2; 4,17). A conversão é necessária para poder reconhecer e acolher o Reino de Deus como dom e que já se faz presente na pessoa de Jesus. No início de sua vida pública, Jesus associa a si um grupo que ele chama por sua própria iniciativa. A tarefa é dupla: acompanhar Jesus onde quer que ele vá e aceitar participar da missão de Jesus de arrancar as pessoas do mal (cf. Mt 4,19). A pronta resposta das duas duplas de irmãos revela, por um lado, o poder de atração de Jesus e, por outro, a necessidade de uma resposta sem demora. Para seguir o Senhor é preciso desapego, não permitir que os laços afetivos nem o apego às coisas impeçam de segui-lo incondicionalmente.

Carlos Alberto Contieri, sj
ORAÇÃO
Pai, faze-me compreender que os pobres e os marginalizados são os destinatários privilegiados do Evangelho do Reino; para eles tua luz deve brilhar em primeiro lugar.
http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=evangelho&action=busca_result&data=26%2F01%2F2014

Vivendo a Palavra

Mergulhemos no sentido das leituras: o atendimento ao chamado feito por Jesus e a união em seu Nome, pedida por Paulo aos discípulos de Corinto. Seguindo o Mestre, nós vencemos o egoísmo e nos esquecemos da vaidade, do desejo de sermos reconhecidos e valorizados... Pois tudo é dom de Deus!
http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/pg05.php

Recadinho


Consegue cumprir com generosidade a missão que Deus lhe propõe? - Cite uma tarefa que Deus pede de você? - Você se considera uma pessoa generosa? - As tarefas que Deus lhe pede são muito exigentes? - Em linhas gerais, em que consiste seu apostolado?
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R
http://www.a12.com/santuario-nacional/santuario-virtual/evangelho-do-dia/26/01/2014

Comentário do Evangelho

DE NAZARÉ A CAFARNAUM

Ao deixar Nazaré onde fora criado e vivera por longos anos, Jesus escolheu como base de sua pregação a cidade de Cafarnaum, às margens do lago da Galiléia. Ele poderia ter-se dirigido a Jerusalém, na Judéia, a Cidade Santa do judaísmo. Todavia, a escolha da Galiléia como ponto de partida de sua pregação foi intencional, devido ao simbolismo ligado àquela região.
No passado, os habitantes do norte de Israel foram vitimados por tropas estrangeiras, que invadiram o território judeu. Além disso, para impor sua dominação, trocaram a população local por outra, trazida do exterior. Daí em diante, apelidou-se de "Galiléia dos Pagãos" o território ocupado por populações não judaicas, tendo abatido sobre elas, desde então, um grande desprezo.
O texto de Isaías, citado no Evangelho, tem como pano de fundo este fato. Falando do futuro, o profeta diz que o país mergulhado nas trevas haveria de contemplar uma grande luz. Um passado de humilhação daria lugar a um futuro glorioso, com a chegada do Messias que poria fim à história tenebrosa do norte de Israel.
Jesus escolheu começar e concluir seu ministério entre os pagãos, os marginalizados e as vítimas de preconceitos. À Judéia, onde se pensava viverem os judeus fiéis, o Mestre foi apenas para morrer. Depois de ressuscitar, ele retornou à Galiléia para enviar os apóstolos por todo o mundo, a fim de pregar o Evangelho do Reino.
Oração
Pai, faze-me compreender que os pobres e os marginalizados são os destinatários privilegiados do Evangelho do Reino; para eles tua luz deve brilhar em primeiro lugar.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Oração
Deus eterno e todo-poderoso, dirigi a nossa vida segundo o vosso amor, para que possamos, em nome do vosso Filho, frutificar em boas obras. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
http://www.domtotal.com/religiao/meu_dia_com_deus/evangelho_dia.php?data=2014-01-26

REFLEXÕES DE HOJE


26 de JANEIRO - DOMINGO

http://liturgiadiariacomentada2.blogspot.com.br/

26 de janeiro – 3º DOMINGO DO TEMPO COMUM

VÓS SOIS A MINHA LUZ E A MINHA SALVAÇÃO

I. INTRODUÇÃO GERAL

Mateus, ao iniciar a narrativa da atividade apostólica de Jesus, viu a profecia de Isaías tornar-se realidade perante seus olhos. A luz que ilumina a Galileia e de lá se difunde para o mundo inteiro é Cristo e o Reino por ele anunciado. Cristo e o Reino são inseparáveis. O início da pregação de Jesus é que o Reino está próximo, não porque está chegando, como afirmava o Batista, mas porque está ali ao lado, o Reino está em Jesus. A vocação dos apóstolos e a cura das enfermidades são sinais de que o Reino chegou e sua luz está se expandindo e dissipando as trevas do pecado e do mal. A resposta imediata e o generoso abandono das redes por parte dos primeiros discípulos significam que a propagação desse Reino é urgente. Na atividade missionária, há muitos carismas e ministérios que não devem ser concorrentes, pois a todos foi dado o mandato de anunciar o evangelho de formas diversificadas.

II. COMENTÁRIO DOS TEXTOS BÍBLICOS

1. Evangelho (Mt 4,12-23): O povo que jazia nas trevas viu uma grande luz
O tema da luz, já mencionado na narrativa da infância de Jesus, continua aqui, no relato inicial de sua atividade na Galileia. A atuação pública de Jesus apresenta-se como realização das promessas de Deus para salvar seu povo. As cidades de Zabulon e Neftali, que no Antigo Testamento estavam dominadas pelos estrangeiros, representam agora a realização da profecia messiânica. Deus realiza a salvação prometida: uma luz surge onde há sombras e trevas, porque o Reino de Deus está próximo, está presente no Cristo.
Na atuação de Jesus na Galileia, cidade miscigenada por diversos povos que viviam nas trevas do pecado e do politeísmo, a luz começa a brilhar e se expandir, pois o Reino de Deus é anunciado. A cura dos enfermos testemunha a expansão desse Reino. Mas esse é só o início, pois o Reino deve ser anunciado a todos os povos. Por isso, o apelo de Jesus é forte, o chamado dos apóstolos é urgente. Para que a luz chegue a todas as nações, é necessário que os cristãos se empenhem em responder prontamente ao chamado de Cristo, como fizeram os apóstolos, que, deixando suas redes de pesca, o seguiram.

2. I leitura (Is 8,23b-9,3): Aos que viviam na sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz
A Galileia era sempre a primeira região a sofrer os estragos provocados pelos impérios estrangeiros que guerreavam contra a terra de Israel. Isso porque era uma rota mais acessível que o deserto ou o mar Mediterrâneo.
Além de ser a primeira região a sofrer o ataque dos inimigos, a Galileia é a região por onde o povo de Israel foi deportado para o estrangeiro. Por isso, as expectativas messiânicas concentravam a atenção na Galileia como cenário da primeira manifestação da luz messiânica, já que seria a primeira região a receber a libertação, como antes tinha sido a primeira a experimentar a escravidão.
O “caminho do mar” ficava na região da Galileia. Era uma estrada entre a terra de Neftali (ao norte) e a terra de Zabulon (ao sul). Os judeus acreditavam que nessa estrada se manifestaria o Messias, trazendo de volta para a Terra Prometida os judeus dispersos pelo mundo. Essa região sombria, testemunha de tantos sofrimentos, converter-se-ia em cenário de alegria. Porque o cetro (o poder) dos inimigos seria totalmente destruído pelo Messias. A vitória messiânica é apresentada em analogia com o “dia de Madiã”, quando Gedeão venceu o inimigo de modo excepcional (Jz 7,16-25).

3. II leitura (1Cor 1,10-13.17): Cristo me enviou para pregar o evangelho
Paulo agradece a Deus por não ter batizado nenhum coríntio. Isso não significa que desvalorize o batismo, mas apenas que recebeu outro encargo, a pregação do evangelho aos gentios (os não judeus). Encargo que ele exercia com base no conteúdo fundamental do evangelho, e não na eloquência da retórica (sabedoria das palavras), tão valorizada pelos coríntios. A vida, morte e ressurreição de Cristo constituem o núcleo básico (o conteúdo fundamental) da proclamação do evangelho, e nisso Paulo desejava que os coríntios concentrassem toda a atenção.
Além do uso da retórica, os destinatários supervalorizavam alguns missionários. Isso causava sério problema de divisões dentro da comunidade. A formação de grupos e a antipatia entre eles impediam a unidade da comunidade.
Com a expressão “vós sois de Cristo”, o apóstolo condena o partidarismo dentro da Igreja. Pelo batismo, os cristãos se identificam com Cristo, não com o ministro que está a serviço da comunidade. Já que a Igreja é o corpo de Cristo, não deve estar dividida sob nenhum pretexto.

III. PISTAS PARA REFLEXÃO

Enfatizar a união dos membros da Igreja. A unidade na Igreja não pode ser entendida como simples união de pessoas afins ou com os mesmos ideais, como se fossem membros de um sindicato ou partido político. É algo mais profundo. É uma união misteriosa; em palavras teológicas, é uma união mística. Mas não metafórica, e sim vital e real, que supera todas as realidades que causam a divisão. Cada membro é distinto dos demais e os carismas são diversos, mas isso não significa divisão, e sim que Deus respeita a identidade de cada ser humano. A união entre os diversos membros da Igreja é como o feixe de luz, cuja diversidade não é notada a olho nu, mas no prisma ou no arco-íris é visto em cores variadas. A união na Igreja deve-se ao Espírito Santo presente como vínculo que une e vivifica cada membro em função da edificação do Reino de Deus. Se há divisão entre os membros da Igreja, isso significa que as trevas do pecado estão tomando o espaço destinado à luz. A unidade na Igreja é luz que irradia para o mundo a fraternidade universal instaurada por Cristo.

Aíla Luzia Pinheiro Andrade
Graduada em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará e em Teologia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (Faje - BH), onde também cursou mestrado e doutorado em Teologia Bíblica e lecionou por alguns anos. Atualmente, leciona na Faculdade Católica de Fortaleza. É autora do livro Eis que faço novas todas as coisas – teologia apocalíptica (Paulinas).
E-mail: aylanj@gmail.com.

http://vidapastoral.com.br/roteiros/26-de-janeiro-3o-domingo-do-tempo-comum
26 de janeiro – 3º Domingo Comum
NOVAS PORTAS SE ABREM
É impressionante como Deus usa os acontecimentos cotidianos para nos ensinar nova forma de ver a vida. O evangelho deste domingo se inicia falando da prisão de João Batista, e poderíamos perguntar-nos qual a importância desse fato. Como sabemos, Jesus admirava o zelo com que João se dedicava à missão que havia assumido — até se deixou batizar por ele. A prisão de João poderia ser vista, portanto, como uma porta que se fechava na vida de Jesus, pois era o testemunho do Batista que preparava o povo para a chegada do Messias. Mas, em vez de ficar ali parado, esperando alguma reviravolta – quem sabe, o surgimento de outra testemunha –, Jesus se propõe iniciar novo caminho, abrir nova porta em sua vida.
Olhemos para nossa vida, principalmente se somos jovens! Um dia – se é que ele já não chegou –, vamos necessitar sair de casa, deixar nossos pais, seja porque fomos convidados para trabalhar em outra cidade, porque passamos no vestibular ou até mesmo porque encontramos o homem ou a mulher de nossa vida ou o rumo que queremos dar à nossa história. De repente, vamos perceber que não teremos a presença deles para facilitar nosso dia a dia, seja para prover nossas necessidades materiais, amparar-nos nas dificuldades, preparar a comida, lavar a roupa ou cuidar de nós quando estivermos doentes. Isso não poderá ser visto como uma porta que se fechou em nossa vida? Talvez sim, mas calma! Em vez de nos revoltar e bater a cabeça contra essa porta, comecemos a vislumbrar a perspectiva de que muitas outras portas se abrirão.
Jesus não ficou indiferente à prisão de João. Certamente sofreu com o acontecido, mas não se deixou paralisar por esse infortúnio.Viu que uma porta tinha se fechado, mas imediatamente abriu outra. Sua primeira iniciativa foi chamar dois irmãos, depois mais dois. Vejam que cena bonita! Jesus abriu nova porta, mas não fez isso sozinho. Foi em busca de pessoas acostumadas com a luta do cotidiano; com certeza, acostumadas a ver muitas portas se fechar à sua frente.
Parece ser esta a lição que o evangelista nos quer transmitir neste domingo: que, ao deparar-nos com as dificuldades, as transformemos em novas oportunidades e em crescimento, a exemplo de Jesus. E façamos isso de coração aberto aos outros, permitindo-lhes entrar em nossa vida e nos ajudar a abrir novas portas. Pois abrir novos horizontes, por mais difícil que seja, amadurece nosso coração, renova nossa esperança e, o mais importante, ajuda-nos a renovar a esperança de outras pessoas.
Jorge Alves Luiz, SSP
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26 de janeiro: 3º Domingo do Tempo Comum
BRILHA PARA O POVO UMA LUZ
No cenário de Mateus aparecem novos atores: sai João Batista e entram Jesus e seus colaboradores. Jesus se despede de sua comunidade de Nazaré e passa a morar em Cafarnaum, provavelmente na casa de Pedro. Com a presença de Jesus, a comunidade começa a ver uma luz que brilha em meio aos sinais de morte e traz nova esperança ao povo. A luz é imagem da vida e do poder salvífico de Deus lá onde a opressão impera.
Antes de iniciar sua missão, Jesus deixa de lado o centro do poder, abandona a elite urbana e se dirige para a periferia, unindo-se ao povo sofrido, que vive em meio às trevas…
No Evangelho de Mateus, Jesus, sem dar nenhuma explicação, inicia sua pregação com estas palavras: “Convertei-vos, porque o reino dos céus está próximo”. Sua mensagem é bem resumida – o reino dos céus está próximo – e acompanhada do imperativo: convertei-vos! O reino é a presença salvífica de Deus. Em Jesus, Deus vem para suscitar esperança e vida no povo dominado pelo poder opressor de Roma. É no meio de pessoas vulneráveis que o reinado de Deus se manifesta primeiro.
Diante das necessidades do povo e da missão, Jesus, aos poucos, vai formando um grupo de colaboradores que o auxilie na tarefa. Chama alguns pescadores e os desafia a segui-lo. Pescadores de peixes, são chamados a “pescar homens”. Abandonam redes e barcas para assumir nova tarefa. Deixam para trás a “mentalidade pesqueira” para abraçar o reino, que exige mentalidade nova e novo jeito de atuação. Por isso, abandonam imediatamente tudo e seguem os passos do Mestre. Pedro e André largam as redes e o barco: símbolo do próprio sustento; Tiago e João deixam também o pai: raízes e afetos familiares.
Jesus convida pessoas para segui-lo não por capricho ou simplesmente para se tornarem seus discípulos, mas tendo em vista uma missão: comprometerem-se com seu reino, com seu projeto de libertar os envolvidos pelas forças do mal (mar) e levá-los à plenitude da vida (luz).
Pe. Nilo Luza, SSP
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REFLEXÃO
A luz brilhou e iluminou todo o povo oprimido
A primeira leitura, a mesma da noite de Natal, nos fala do domínio dos assírios sobre Israel. Na verdade, duas tribos que viviam ao norte do país, na Galiléia, e eram esquecidas, oprimidas, vilipendiadas em seus direitos. Viviam, de fato, em total escuridão. É a esses povos que o Senhor socorre com sua luz. Ele destrói a escuridão, quebra o jugo opressor e alegra seu povo com a libertação de todo e qualquer sofrimento. Na liturgia da noite de Natal, a leitura ia mais adiante, e falava do nascimento de um menino, do qual a luz era a sua representação.
No Evangelho, Jesus vai morar nessa região do norte. Mateus cita a profecia que ouvimos na primeira leitura. A promessa é cumprida 700 anos depois, por Jesus Cristo, a Luz do mundo.
Há muito os assírios haviam deixado Israel, mas não a situação de morte, de pecado, através das más ações dos homens. Por isso Jesus prega: “Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo!”
Ele vai anunciar a necessidade da mudança de coração, onde as pessoas se encontram, ali no trabalho, no seu dia a dia. É Deus companheiro, o Deus visitador, aquele que solicita nossa companhia, nosso trabalho, nossa amizade. Ele nos quer como colaboradores em sua missão de Luz que destrói as trevas. Recordo a cerimônia batismal quando o sacerdote acende uma vela no círio pascal, o sinal expressivo do Cristo Ressuscitado, e a entrega ao batizando, dizendo para ele ser luz. Temos todos a missão cristã de iluminar com nossa fé, esperança e serviço a parcela do mundo em que vivemos, fazendo o bem a todos. Aí sinalizaremos que chegou o Reino de Deus, Reino de Justiça, do Amor e da Paz.
A vocação, o chamado que Jesus dirige a Pedro e a André, a Tiago e a João, dirige também hoje, agora a cada um de nós, onde estivermos, fazendo o que quer que seja. Ele nos diz: “Segui-me e eu vos farei pescadores de homens,” colaborando na sua missão: libertar a Humanidade do mal que impede o Reino de Deus de se aproximar e dos seres humanos de irem até Deus.
Vivamos nossa vocação de luz. Sejamos construtores da paz, de uma sociedade alicerçada no amor e no perdão.
Pe. César Augusto dos Santos SJ



CONVERSÃO E SEGUIMENTO
HOMILIA
Desde as primeiras aparições públicas, Jesus apresenta-se como um missionário itinerante: de aldeia em aldeia, ensina, prega a boa nova do Reino, cura doentes e vai, chamando discípulos. Inicia a sua missão não em lugares importantes e religiosos como Jerusalém, mas em zonas periféricas, entre os afastados, os heterodoxos, os menos religiosos, semi-pagãos, os impuros em contacto com os pagãos. Tais eram (considerados) os habitantes da Galileia. Jesus deixa Nazaré e vai habitar em Cafarnaúm, pequena cidade de fronteira, com uma alfândega para as mercadorias em trânsito ao longo da «via do mar», a estrada imperial que unia Egito, Palestina, Síria e Mesopotâmia. Desde a antiguidade, portanto, a Galileia era uma zona de cruzamento de povos, sujeita à passagem de grupos e ao controlo do comércio, com as conseqüentes contaminações e decadência moral. Compreende-se assim o apelo que o profeta Isaías dirige aos habitantes da região: passar da experiência humilhante da escravidão e do jugo da opressão à vida com liberdade, em grande luz e alegria. Mateus observa que a profecia de Isaías se cumpriu com a presença de Jesus, cuja missão tem um início carregado de esperança, mas baseado num exigente programa de conversão a Deus e empenho pelo Reino.
Com esta escolha inicial, Jesus mostra que os primeiros destinatários do seu Evangelho e do Reino não são os justos, os cumpridores ou os que consideram tais, mas os afastados, os excluídos. É o início humilde de uma missão que terá horizontes universais, e que será levado por diante pelos discípulos e pelos seus sucessores, chamados a seguir Jesus para ser, em toda a parte do mundo, «pescadores de homens».
A vocação missionária comporta sempre uma saída, uma partida, muitas vezes até geográfica, deixar alguém e alguma coisa; há sempre um desprendimento, um sair do seu egoísmo e do seu ambiente restrito. Aqui, Jesus deixa Nazaré e os espaços de intimidade com a sua mãe, Ele que tinha escolhido ser o Emanuel em carne humana. Assim como outrora Abraão foi convidado a abandonar a sua terra e a sua parentela, assim agora dois grupos de irmãos, chamados por Jesus a segui-lo, deixam as redes, o barco e o pai. Em todo o caso, a vocação não é nunca uma partida em direção ao vazio: é um deixar alguma coisa para seguir Alguém, uma partida ao encontro de um Outro. Em primeiro lugar está sempre o encontro e a ligação à pessoa de Jesus.
Esta vocação-missão afunda as suas raízes numa conversão («Convertei-vos…», uma mudança de mentalidade, uma orientação nova em direção a Deus e ao seu Reino, do qual Jesus Cristo é a plenitude. A conversão a Cristo comporta o seguimento e a missão, o estar bem radicados n’Ele e bem inseridos nos caminhos do mundo: «farei de vós pescadores de homens». Assim aconteceu com Paulo, cuja conversão se recorda nestes dias (25 de Janeiro). Uma conversão radical e fiel até ao martírio! No caminho de Damasco não nasceu apenas um cristão, mas também o maior missionário entre os povos, o pregador apaixonado por Cristo crucificado e ressuscitado.
Para Bento XVI «A missão evangelizadora da Igreja é a resposta ao grito “Vinde, Senhor, Jesus!”, que percorre toda a história da salvação e que continua a erguer-se dos lábios dos crentes… O acolhimento da Boa Nova na fé impele por si só a comunicar a salvação recebida em dom… Nada de mais belo, urgente e importante do que devolver gratuitamente aos homens o que gratuitamente recebemos de Deus! Nada nos pode dispensar ou afastar deste oneroso e fascinante compromisso… Que cada cristão e cada comunidade sinta a alegria de partilhar com os outros esta Boa Nova de que “Deus amou de tal modo o mundo, que lhe deu o seu Filho unigênito… para que o mundo seja salvo por Ele” (Jo 3, 16-17)».
A mensagem Paulina é de grande atualidade, no contexto da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, chamados a viver unidos, a evitar divisões e discórdias, a manter-se bem unidos, porque Cristo não está dividido. Tomar consciência da vastidão e da urgência dos problemas do mundo ajuda a sair de egoísmos, divisões, discórdias, tensões locais. Com sabor de atualidade, S. Teresa de Ávila dizia: «o mundo está a arder, não há tempo para tratar com Deus assuntos de menor importância… Quando vejo as grandes necessidades da Igreja, estas afligem-me tanto que me parece uma futilidade perder tempo com outras coisas». Faça suas essas palavras e lança-se à missão.
Pai, faze-me compreender que os pobres e os marginalizados são os destinatários privilegiados do Evangelho do Reino; para eles tua luz deve brilhar em primeiro lugar.
Fonte Homilia: Padre Bantu Mendonça Katchipwi Sayla
http://www.liturgiadapalavra.com/
Liturgia de 26.01.2014
3º Domingo do Tempo Comum
- Jesus a Luz do Mundo!
Canal do Youtube: Dermeval Neves



HOMÍLIA DIÁRIA
O Reino de Deus precisa de novos colaboradores
Que hoje assumamos a nossa vocação, assumamos o nosso lugar no Reino de Deus! Nós somos chamados a construí-lo onde quer que estejamos.
”Jesus disse a eles: ‘Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens”’ (Mt 4, 19).
Meus queridos irmãos e irmãs, o Reino de Deus acontece no meio de nós, porque Jesus, o Filho de Deus, veio morar no meio de nós, veio viver entre nós,  homens, conhecendo nossa realidade, nossos sofrimentos e tudo aquilo pelo qual nós passamos em nossa humanidade.
É Jesus quem hoje deixa a cidade que O criou, a cidade onde Ele cresceu, que foi Nazaré e, naquele momento, vai habitar em Cafarnaum, às margens do mar da Galileia. Um mar que se parece mais com um rio, ao redor do qual se desenvolve a vida do povo; gente que vai, que vem, e no meio deles passa o Senhor. Primeiro, anunciando o Reino de Deus, o anúncio do Reino de Deus comporta dizer uma mensagem de conversão: ”Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo!” Ou seja, que nós mudemos a nossa conduta; mudemos a nossa mentalidade e nosso comportamento, a maneira de agir e de pensar, porque uma Boa Nova está chegando no meio de nós, a Boa Nova do Reino de Deus. E quando essa Boa Nova é anunciada os doentes são curados e as enfermidades são sanadas pela presença abençoada de Jesus no meio de nós.
Mas para que o Reino de Deus aconteça Jesus precisa de colaboradores, de homens e de mulheres que se coloquem à disposição para anunciar este Reino. E Jesus, ao mesmo tempo que sai para pregar, orar, libertar, Ele também chama novos seguidores. Hoje o Senhor chama Pedro e seu irmão, André, naquilo que estão fazendo, lançando suas redes ao mar, Jesus os chama para  os tornar pescadores de homens. Da mesma forma, Jesus também chama Tiago e, também seu irmão João, os dois filhos de Zebedeu, para que se tornem também pescadores, mas agora de homens.
Jesus chamou cada um pelo nome, olhou nos olhos de cada um deles e os chamou para O seguir de perto. Hoje o Senhor está chamando muitos de nós! Um dia eu fui chamado, um dia você também foi chamada, um dia todos nós seremos chamados por este mesmo Deus pelo nosso próprio nome, para nos tornarmos colaboradores, para nos tornarmos agentes no Reino dos Céus, levando a Palavra onde quer que estejamos.
Que hoje assumamos a nossa vocação, assumamos o nosso lugar no Reino de Deus! Nós somos chamados a construir o Reino de Deus onde quer que estejamos. Que nós sejamos operários da messe do Senhor!
Deus abençoe você!


Padre Roger Araújo

Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.Facebook Twitter
http://homilia.cancaonova.com/homilia/o-reino-de-deus-precisa-de-novos-colaboradores/
LEITURA ORANTE

Mt 4,12-23 - Conversão e seguimento



Saudação
- A nós, neste ambiente virtual, que buscamos a Palavra,
a paz de Deus, nosso Pai,
a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo,
no amor e na comunhão do Espírito Santo.
- Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!
Preparo-me para a Leitura, rezando:
Jesus Mestre,
Sois o Mestre e a Verdade:
iluminai-nos, para que melhor compreendamos
as Sagradas Escrituras.
Sois o Guia e o Caminho:
fazei-nos dóceis ao vosso seguimento.
Sois a Vida:
transformai nosso coração em terra boa,
onde a Palavra de Deus produza frutos
abundantes de santidade e missão.
(Bv. Alberione)

1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Leio atentamente o texto, na Bíblia: Mt 4, 12-23
Quando Jesus soube que João tinha sido preso, foi para a região da Galileia. Não ficou em Nazaré, mas foi morar na cidade de Cafarnaum, na beira do lago da Galileia, nas regiões de Zebulom e Naftali. Isso aconteceu para se cumprir o que o profeta Isaías tinha dito:
"Terra de Zebulom e terra de Naftali,
na direção do mar,
do outro lado do rio Jordão,
Galileia, onde moram os pagãos!
O povo que vive na escuridão
verá uma forte luz!
E a luz brilhará sobre os que vivem
na região escura da morte!"
Daí em diante Jesus começou a anunciar a sua mensagem. Ele dizia:
- Arrependam-se dos seus pecados porque o Reino do Céu está perto!
Jesus estava andando pela beira do lago da Galiléia quando viu dois irmãos que eram pescadores: Simão, também chamado de Pedro, e André. Eles estavam no lago, pescando com redes. Jesus lhes disse:
- Venham comigo, que eu ensinarei vocês a pescar gente.

Então eles largaram logo as redes e foram com Jesus.
Um pouco mais adiante Jesus viu outros dois irmãos, Tiago e João, filhos de Zebedeu. Eles estavam no barco junto com o pai, consertando as redes. Jesus chamou os dois, e, no mesmo instante, eles deixaram o pai e o barco e foram com ele.
Jesus andou por toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, anunciando a boa notícia do Reino e curando as enfermidades e as doenças graves do povo.

Jesus escolhe Cafarnaum pra morar. Mateus recorda que isso é o para que se cumpra a Escritura, em Isaias que fala da luz que brilha na escuridão. A mensagem que passa a pregar é de conversão: "arrependam-se". O Reino de Deus é o núcleo da sua pregação. Começa também a formar sua equipe de missão. Chama Pedro e André, dois pescadores. e mais dois pescadores; Tiago e João. O texto diz que "imediatamente" ou, "no mesmo instante", deixaram as redes, o pai e o barco e foram com Jesus. A profissão de pescadores se tranforma na missão de salvar pessoas para o Reino."Ir" com Jesus, ou "segui-lo" significa ser fiel a ele. Aqui nasce a espiritualidade do seguimento.

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje?
Qual palavra mais me toca o coração?
O que o texto me diz no momento?
Minha vida reflete o que o texto diz ou há contradições?
Vivo a conversão, ou seja, tenho um coração novo?
A Conferência de Aparecida nos recorda:
No exercício de nossa liberdade, às vezes recusamos essa vida nova (cf. Jo 5,40) ou não perseveramos no caminho (cf. Hb 3,12-14). Com o pecado, optamos por um caminho de morte. Por isso, o anúncio de Jesus sempre convoca à conversão, que nos faz participar do triunfo do Ressuscitado e inicia um caminho de transformação.” (DAp 351).

3.Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com o bem-aventurado Alberione:
Jesus Mestre, disseste que a vida eterna consiste
em conhecer a ti e ao Pai.
Derrama sobre nós, a abundância
do Espírito Santo!
Que ele nos ilumine, guie e fortaleça no teu seguimento,
porque és o único caminho para o Pai.
Faze-nos crescer no teu amor,
para que sejamos, como o apóstolo Paulo
testemunhas vivas do teu Evangelho.
Com Maria,
Mãe Mestra e Rainha dos Apóstolos,
guardaremos tua Palavra,
meditando-a  no coração.
Jesus Mestre, Caminho, Verdade e Vida, tem piedade de nós.

4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus. Vou viver a conversão: eliminar do meu modo de pensar e agir aquilo que não vem de Deus, que não é conforme o Projeto de Jesus Mestre.

Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
-Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Irmã Patrícia Silva, fsp
leituraorantedapalavra.blogspot.com.br
http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=evangelho&action=busca_result&data=26%2F01%2F2014
Oração Final
Pai Santo, como Davi, em seu Salmo, uma só coisa eu peço a Ti, e apenas esta eu procuro: é habitar na tua casa todos os dias de minha vida, para gozar a doçura da tua amizade e contemplar a tua Misericórdia. Pelo Cristo Jesus, teu Filho que se fez nosso Irmão e contigo reina na unidade do Espírito Santo.
http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/pg06.php