sexta-feira, 5 de junho de 2026

COLETÂNEA DE HOMÍLIAS DIÁRIAS, COMENTÁRIOS E REFLEXÕES DO EVANGELHO DO DIA, DE ANOS ANTERIORES - 06/06/2026

ANO A


Mc 12,38-44

Comentário do Evangelho

Denúncia dos sistemas desumanos

Jesus, em Jerusalém, encerra seu ministério com duras palavras contra o sistema do Templo. Ensinando no próprio Templo, adverte o povo contra a sua exploração por parte dos escribas, que "devoram as casas das viúvas". Estes ostentam poder e piedade para humilhar o povo simples e mantê-lo sob seu domínio. Jesus senta-se em frente ao Tesouro, anexo ao Templo. Observava como a multidão depositava dinheiro nos cofres. Os ricos, interessados em fortalecer o sistema do Templo, do qual se beneficiavam, colocavam grandes quantias. Uma pobre viúva vem e deposita duas moedinhas. Jesus fala que a pobre viúva deu mais do que todos, pois deu tudo o que possuía. A piedade tradicional interpreta a fala de Jesus como sendo a apresentação de um modelo a ser seguido. Na realidade, em continuidade à denúncia dos escribas que "devoravam a casa das viúvas", segue esta denúncia do sistema desumano do Templo que, claramente, explora os pequenos, humildes e pobres, como aquela viúva.
José Raimundo Oliva
Oração
Senhor Jesus, dá-me pureza de coração, para que todas as minhas ações sejam marcadas pela sinceridade e por um amor verdadeiro ao Pai.
Fonte: Paulinas em 09/06/2012

Vivendo a Palavra

A nova contabilidade do Reino, ensinada por Jesus: nós só possuímos aquilo que repartimos. O óbolo da viúva levava consigo a generosidade. Os ‘muitos dinheiros’ depositados pelos ricos vinham carregados de orgulho, de desejos de que o Senhor lhes retribuísse com abundância. Ainda hoje, muitos pensam assim...
Fonte: Arquidiocese BH em 09/06/2012

VIVENDO A PALAVRA

Jesus nos adverte contra a busca de honrarias e privilégios, tão desejados naquele e em todos os tempos, até hoje… Marcos encerra o seu denso capítulo 12 com a lição do óbolo da viúva. O importante é a decisão de doar-se e não apenas dar as migalhas que nos sobram, talvez à espera de recompensas.
Fonte: Arquidiocese BH em 06/06/2020

Reflexão

Entre as inúmeras motivações que encontramos nos dias de hoje para o seguimento de Jesus, uma delas é a busca de privilégios. Isso não é uma coisa nova. Basta, para nós, a memória dos filhos de Zebedeu, que queriam sentar-se à direita e à esquerda de Jesus na sua glória. De fato, a religião pode tornar-se fonte de privilégios para muitas pessoas, principalmente numa sociedade religiosa e hierarquizada como a nossa. Não é essa a vontade de Jesus para os seus seguidores, pois Jesus não quis privilégios nem mesmo para si próprio. Ele quer de nós a disponibilidade e a entrega de vida, a exemplo da viúva que, com a única moeda que não seria valorizada por ninguém, deu o maior exemplo de total entrega.
Fonte: CNBB em 09/06/2012

Reflexão

Jesus previne a multidão sobre as atitudes interesseiras dos doutores da Lei: Cuidado! Eles se comportam com vistas a aparecer e receber aplausos. Entretanto, o que faz Jesus ficar indignado é que eles, “com a desculpa de fazerem longas orações”, exploram as viúvas. Atitude grave. As viúvas geralmente vivem na pobreza. Mal conseguem sobreviver. Portanto, tirar delas o pouco que têm é ação abominável, contra a qual Jesus profere dura sentença: “Esses receberão condenação mais severa”. Mesmo vivendo na indigência, uma viúva deposita no cofre do Templo “tudo o que tinha para viver”. O Senhor elogia o gesto generoso e nobre da pobrezinha, enquanto censura o comportamento mesquinho dos exploradores. O que agrada a Deus, que tudo sabe e vê, é um coração sensível, capaz de partilhar.
Oração
Divino Mestre, fazes grave advertência contra os que gostam de ser bajulados pelo público e se enriquecem às custas dos pobres: “Receberão a condenação mais severa”. Depois, voltas o olhar para a “viúva pobre”, que deposita no Templo “tudo o que tinha para viver”. Não perderá sua recompensa. Amém.
(Dia a dia com o Evangelho 2020 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp (dias de semana) Pe. Nilo Luza, ssp (domingos e solenidades))
Fonte: Paulus em 06/06/2020

Meditando o evangelho

A GENEROSIDADE LOUVADA

O contraste entre a oferta dos ricos e a da pobre viúva foi sublinhado, de propósito, por Jesus. Dois gestos, materialmente idênticos, escondiam diferenças significativas. A oferta do rico, maior em quantidade, não tinha a qualidade da oferta da viúva: a primeira provinha do supérfluo, a segunda da penúria e significava abrir mão do próprio sustento. A generosidade do rico revelou exibição, enquanto a da viúva tinha a consistência de um gesto feito de coração.
A observação de Jesus deixava transparecer sua simpatia e predileção pelos pobres. A humildade e simplicidade destes tornavam-nos abertos para Deus, a ponto de se esquecerem de si mesmos e de suas necessidades materiais. A total confiança na misericórdia divina levava-os a se mostrarem desapegados mesmo daquilo que lhes era necessário para sobreviver.
Desta maneira, os pobres mostravam-se mais predispostos a acolher o Reino de Deus. Por não estarem apegados aos bens materiais, deixavam espaço aberto para Deus se tornar Senhor de suas vidas. Jesus dava-se conta de como a pobreza gerava liberdade, possibilitando a ação do Reino.
Louvando o gesto daquela pobre viúva, Jesus denunciava o daqueles que acreditavam poder comprar a benevolência divina com esmolas generosas.
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total)
Oração
Espírito de generosidade, liberta meu coração de todo apego aos bens deste mundo, tornando-me capaz de partilhar até mesmo do meu pouco.
Fonte: Dom Total em 06/06/2020

COMENTÁRIO DO EVANGELHO

1. “As moedinhas insignificantes que valiam uma fortuna...”
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Em nossas comunidades ocorre uma situação não muito diferente desse quadro que se apresenta aos olhos de Jesus, narrado por São Marcos, onde os afortunados desfilavam de maneira ostentosa na hora de levar a sua oferta para o lugar a elas destinado. Sem discutir aqui a questão do valor do dízimo que ofertamos, vamos conduzir a mesma reflexão em uma outra direção: vamos como Jesus observar com atenção a comunidade, há nela uma verdadeira passarela onde ostentamos nossos carismas e talentos naturais, gostamos muito de rasgação de seda, e chuva de confetes sobre nós, e assim nossos egos são constantemente alisados e nos sentimos sempre lisonjeados pelo que fazemos, e do modo como fazemos. É a mesma situação que Jesus presencia no templo, onde muitos ricos depositavam grandes quantias.
De repente, no meio de tantos talentos grandiosos de causar admiração, surge aquela viúva que devia ser idosa, não entrou na fila da oferta de cabeça baixa, constrangida pelas suas duas pequeninas moedinhas que carregava para ofertar, mas com consciência de quem sabe que está dando tudo de si, colocou na cesta de coleta e voltou ao seu lugar na assembleia. Jesus não olhou o valor, mas o modo como estava sendo ofertado.
Certamente os que ofertavam grandes quantias eram os “Mandões” da comunidade, suas ofertas eram como se fossem quotas de participação no empreendimento, exigiam prestação de contas e não admitiam que se tomassem decisões sem consultá-los previamente.
Mas e a nossa viúva, quem era ela na comunidade? Era alguém considerada? Ouviam sempre sua opinião? Davam-lhe sempre atenção necessária? Chamavam-na para participar da reunião do Conselho? Estamos acostumados a pensar que pessoas simplezinhas dessa maneira, só atrapalham porque nunca têm uma opinião formada e, coitadinhas, às vezes nem sabem falar o que pensam...
Recentemente o nosso Arcebispo foi laureado em uma Universidade local, com o título de “Doutor em Honoris Causa”, e no momento em que fez os agradecimentos, mandou levantar –se uma mulher humilde que estava ali na assembleia e afirmou “Essa é minha convidada muito especial, trata-se da minha cozinheira, e sem ela o meu intelecto nem funcionaria direito, por isso reparto com ela esse título que vocês me concedem”.
E nesse momento a mesa das autoridades e toda a assembleia aplaudiu com entusiasmo aquela mulher tão simples, que sentiu-se valorizada e que, quem sabe, jamais poria os pés em uma Universidade, a não ser para trabalhar na cozinha...
Há em nossas comunidades irmãos e irmãs que aparentemente dão pouco, mas pelo modo como dão, superam aos talentosos e importantes, porque se dão com toda humildade e alegria, oferecendo o melhor de si naquilo que fazem...
Fonte: NPD Brasil em 09/06/2012

HOMILIA DIÁRIA

A oferta sincera agrada o coração de Deus

Postado por: homilia
junho 9th, 2012

O Evangelho de São Marcos nos diz que os escribas e fariseus faziam ostentação de sua suposta bondade. Davam esmolas, tocavam a campainha, rezam em frente ao templo e em tom de grandiosidade ocupavam os primeiros lugares, etc.
“Acautelai-vos dos escribas. Eles gostam de passear com longas vestes e de receber cumprimentos nas praças. Querem os primeiros assentos nas sinagogas e os primeiros lugares nos banquetes” (Mc 12,38-39).
Logo a seguir, a Palavra nos conta a história da viúva que, dando a menor das moedas, dava tudo o que tinha. Foi uma atitude que Jesus apreciou e dela fez o elogio aos seus discípulos. A esmola da viúva, modesta no seu valor, foi a de maior significado. A misericórdia é uma virtude moral pela qual uma pessoa se dedica à outra com compaixão, dando ajuda espiritual e material à medida de suas posses.
O mérito não está na grandeza ou na pequenez da nossa oferta a Deus, mas sim em como  a fazemos.
Os mestres da Lei, por exemplo, prevalecendo-se da estima que gozavam do povo, tornavam-se vaidosos e inescrupulosos. Sentiam prazer em ser reconhecidos como pessoas altamente consideradas. Sendo assim, abusavam da boa fé e da hospitalidade das pobres viúvas, passando longas horas de oração na casa delas, só para comer do bom e do melhor. Com prazer, jogavam consideráveis esmolas no tesouro do templo para serem vistos e louvados pelos presentes. Tal esmola, porém, embora valiosa em termos monetários, não tinham valor para Deus.
Bem diferente era o destino e a situação da pobre viúva que, tendo oferecido apenas algumas moedinhas, fez um gesto altamente agradável ao Senhor, marcado pela simplicidade e pela discrição. Talvez, só Jesus a tenha observado. A viúva não ofereceu do seu supérfluo. Antes, abriu mão do que lhe era necessário para fazer um gesto agradável ao Senhor. Por isso, seu pouco se tornou muito aos olhos de Jesus, porque Deus vê o coração, sabe a sua dor, as suas aflições e necessidades.
Jesus sabe daquilo que eu e você podemos doar. Ele acredita no meu e no seu potencial e preparou muitas coisas que somente nós podemos resolver. Mas nós ainda não demos tudo o que podíamos e, por isso, continuamos amarrados e infelizes. Não sejamos egoístas, mas generosos. Diga o seu ‘sim’ e dê tudo aquilo que você pode e deve dar. Siga o exemplo da viúva e veja como ela agradou a Deus. Se assim fizer, também a sua oferta será agradável a Ele.
Padre Bantu Mendonça
Fonte: Canção Nova em 09/06/2012

HOMILIA DIÁRIA

Ofereçamos o melhor de nós para Deus

“Tomai cuidado com os doutores da Lei! Eles gostam de andar com roupas vistosas, de ser cumprimentados nas praças públicas.” (Marcos 12,38)

Jesus nos mostra o modelo de religião que devemos viver, porque nós, muitas vezes, vivemos a religião do exterior, a religião que é para ser vista, aplaudida e reconhecida.
Os homens religiosos da época de Jesus, sobretudo os doutores da Lei, os fariseus, aqueles que mais se destacavam, gostavam de aparecer, de chamar a atenção para si. Chamavam atenção por causa das roupas, pela forma como queriam ser cumprimentados, porque ocupavam os primeiros lugares, porque queriam ser vistos, reconhecidos, aplaudidos, curtidos e, acima de tudo, exaltados.
A religião não é para levar o homem a ser exaltado, reconhecido, glorificado nem para ser cumprimentado como melhor que os outros. A religião de Jesus é aquela onde vivemos a humildade acima de tudo e a discrição como elemento fundamental da vida. Apenas não podemos entender que humildade, discrição e silêncio significa omissão ou “ficarmos só na nossa”.

Aprendamos com a viúva do Evangelho a darmos o melhor de nós com intensidade e amor

Precisamos assumir a nossa responsabilidade na casa de Deus, no Reino d’Ele, em tudo que diz respeito a Ele sem, contudo, dar primazia a nossa pessoa, mas sim o culto a Jesus.
Tudo se refere a Deus, e tudo aquilo que possamos dar, não importa o que dermos, que seja dado de coração, não seja para chamar a atenção sobre nós, mas, acima de tudo, seja fruto da nossa generosidade profunda.
O exemplo é a pobre viúva que dá duas pequenas moedas. No sentido monetário, talvez não tivesse valor algum, mas é a oblação mais perfeita e sublime. É ela que, na sua distinção, na sua humildade, sensatez e no seu amor evangélico, dá o que tem de melhor, dá a si mesma, dá tudo o que tem para Deus.
Duas moedas não chamam a atenção de ninguém, mas sim do coração de Deus. É por isso que Jesus chama a nossa atenção para ela, e não para aqueles que, de repente, fazem muito, querem reconhecimento, placas, querem o seu nome exaltado por aquilo que fazem e assim por diante.
Aprendamos com a viúva do Evangelho a darmos o melhor de nós, com intensidade e amor, sem jamais chamarmos a atenção, mas que tudo seja direcionado para Deus.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Fonte: Canção Nova em 06/06/2020

Oração Final
Pai Santo, infunde em nós a generosidade. Abre os nossos olhos para enxergar os irmãos, especialmente os mais pobres, os enjeitados pela sociedade, os discriminados. Que os vejamos – a todos! – como irmãos nossos e também de Jesus, o Cristo, teu Filho Unigênito, que contigo reina unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 09/06/2012

ORAÇÃO FINAL
Pai amado, ensina-nos a tua economia – aquela que não se encontra nos nossos tratados de contabilidade, mas foi vivenciada por Jesus. Encoraja-nos a doar, e mais do que isto, a nos doarmos inteiramente, sem a espera de reconhecimento e nem a exigência de retribuições. Ensina-nos a espontânea gratuidade do mesmo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, que contigo reina na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 06/06/2020

LITURGIA DIÁRIA - 06/06/2026


Tema do dia

VAMOS PROCLAMAR A PALAVRA, INSISTIR NO TEMPO OPORTUNO E INOPORTUNO

A bela despedida de Paulo: «Agora só me resta a coroa da Justiça que o Senhor, justo Juiz, me entregará naquele Dia; e não somente para mim, mas para todos os que tiverem esperado com Amor a sua manifestação.» Os destinatários desta mensagem: Timóteo e cada um de nós.
Fonte: Arquidiocese BH em 06/06/2020

As palavras dos Papas

A cena é ambientada no templo de Jerusalém, precisamente no lugar onde as pessoas lançavam as moedas como oferta. Há tantos ricos que oferecem muitas moedas, e há uma mulher pobre, viúva, que só oferece dois tostões, duas pequenas moedas. Jesus observa atentamente aquela mulher e chama a atenção dos discípulos para o contraste evidente da cena. Os ricos deram com grande ostentação aquilo que para eles era supérfluo, enquanto a viúva, com discrição e humildade, ofereceu «tudo o que tinha para o seu sustento» (v. 44); por isso — diz Jesus — ela deu mais do que todos. Por causa da sua pobreza extrema, poderia ter oferecido uma única moeda para o templo e conservado a outra para si. Mas ela não quer dividir a meio com Deus: priva-se de tudo. Na sua pobreza ela entendeu que, se tiver Deus, tem tudo; sente-se amada totalmente por Ele e, por sua vez, ama-o também de modo total. Que bonito exemplo, aquela velhinha! Hoje Jesus diz-nos, também a nós, que a medida de juízo não é a quantidade, mas a plenitude. Existe uma diferença entre quantidade e plenitude. Podes ter muito dinheiro, mas ser vazio: não há plenitude no teu coração. Durante esta semana, meditai sobre a diferença que existe entre quantidade e plenitude. Não é questão de porta-moedas, mas de coração.(Papa Francisco, Angelus de 8 de novembro de 2015)

Oração para antes de ler a Bíblia


Meu Senhor e meu Pai! Envia teu Santo Espírito para que eu compreenda e acolha tua Santa Palavra! Que eu te conheça e te faça conhecer, te ame e te faça amar, te sirva e te faça servir, te louve e te faça louvar por todas as criaturas. Fazei, ó Pai, que pela leitura da Palavra os pecadores se convertam, ojustos perseverem na graça e todos consigamos a vida eterna. Am.

Sábado, 9ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)
Cor: Verde


Primeira Leitura (2Tm 4,1-8)
9ª Semana do Tempo Comum | Sábado - 06/06/2026

Leitura da Segunda Carta de São Paulo a Timóteo.

Caríssimo, 1diante de Deus e de Cristo Jesus, que há de vir a julgar os vivos e os mortos, e em virtude da sua manifestação gloriosa e do seu Reino, eu te peço com insistência: 2proclama a palavra, insiste oportuna ou importunamente, argumenta, repreende, aconselha, com toda a paciência e doutrina. 3Pois vai chegar o tempo em que não suportarão a sã doutrina, mas, com o prurido da curiosidade nos ouvidos, se rodearão de mestres ao sabor de seus próprios caprichos. 4E assim, deixando de ouvir a verdade, se desviarão para as fábulas.
5Tu, porém, mostra vigilância em tudo, suporta o sofrimento, desempenha o teu serviço de pregador do evangelho, cumpre com perfeição o teu ministério. Sê sóbrio.
6Quanto a mim, eu já estou para ser derramado em sacrifício; aproxima-se o momento de minha partida. 7Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé. 8Agora está reservada para mim a coroa da justiça, que o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos que esperam com amor a sua manifestação gloriosa.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Responsório Sl 70(71),8-9.14-15ab.16-17.22 (R. cf. 15a)
9ª Semana do Tempo Comum | Sábado - 06/06/2026

— Minha boca anunciará vossa justiça.
— Minha boca anunciará vossa justiça.

— Vosso louvor é transbordante de meus lábios, cantam eles vossa glória o dia inteiro. Não me deixeis quando chegar minha velhice, não me falteis quando faltarem minhas forças!
— Eu, porém, sempre em vós confiarei, sempre mais aumentarei vosso louvor! Minha boca anunciará todos os dias vossa justiça e vossas graças incontáveis.
— Cantarei vossos portentos, ó Senhor, lembrarei vossa justiça sem igual! Vós me ensinastes desde a minha juventude, e até hoje canto as vossas maravilhas.
— Então, vos cantarei ao som da harpa, celebrando vosso amor sempre fiel; para louvar-vos tocarei a minha cítara, glorificando-vos, ó Santo de Israel!

Evangelho (Mc 12,38-44)
9ª Semana do Tempo Comum | Sábado - 06/06/2026



Amém, eu digo que essa viúva pobre lançou mais que todos que lançam no cofre

Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Felizes os humildes de espírito, porque deles é o Reino dos Céus.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 38Jesus dizia, no seu ensinamento, à multidão: “Tomai cuidado com os doutores da Lei! Eles gostam de andar com roupas vistosas, de ser cumprimentados nas praças públicas; 39gostam das primeiras cadeiras nas sinagogas e dos melhores lugares nos banquetes. 40Eles devoram as casas das viúvas, fingindo fazer longas orações. Por isso eles receberão a pior condenação”.
41Jesus estava sentado no Templo, diante do cofre das esmolas, e observava como a multidão depositava suas moedas no cofre. Muitos ricos depositavam grandes quantias.
42Então chegou uma pobre viúva que deu duas pequenas moedas, que não valiam quase nada. 43Jesus chamou os discípulos e disse: “Em verdade vos digo, esta pobre viúva deu mais do que todos os outros que ofereceram esmolas. 44Todos deram do que tinham de sobra, enquanto ela, na sua pobreza, ofereceu tudo aquilo que possuía para viver”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


Oração pardepois dler a Bíblia


Dou-Te graças, meu Deus, pelos bons propósitos, afetos e inspirações que me comunicastes nesta meditação; peço-Te ajuda para colocá-los em prática. Minha Mãe Imaculada, meu protetor São José e Anjo da minha guarda, intercedem todos por mim. Amém.


PRIMEIRO SÁBADO DO MÊS DE JUNHO/2026 - ORAÇÃO REPARADORA ENSINADA EM FÁTIMA


ORAÇÃO REPARADORA ENSINADA EM FÁTIMA

Esta oração foi transmitida pelo Anjo de Portugal

Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam.

Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo, adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da Terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.
Fonte: Alegra-te Maria



ELIANA RIBEIRO - PORTA DO CÉU



Canal do Youtube: Divino Silva

Publicado 8 de fev. de 2012



Dia da semana: Sábado - Dedicado a - Nossa Senhora - Imaculado Coração de Maria


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8 - Música:
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9 - Música:
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10 - Música:
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