domingo, 1 de dezembro de 2013

TENHA UMA SEMANA ABENÇOADA...


BOM DIA ESPÍRITO SANTO. - O QUE VAMOS FAZER JUNTOS HOJE?





Cenáculo de amor


Reunidos aqui, num Cenáculo de amor
Pedimos forças pelas mãos de Maria
Ela conhece bem todos seus queridos filhos
E não deixará faltar par
a nós seu auxílio

Vinde, Espírito Santo! Vinde por meio da poderosa intercessão
Do Imaculado Coração de Maria, Vossa amadíssima Esposa
Vinde, Espírito Santo! Vinde por meio da poderosa intercessão
Do Imaculado Coração de Maria, Vossa amadíssima Esposa(bis)

Vossa amadíssima Esposa!

FELIZ SEGUNDA-FEIRA - AMAR, OUSAR, PRODUZIR. ACREDITAR, SONHAR, SER FELIZ. VIVER É AMAR DE VERDADE, COMO SE NÃO HOUVESSE OUTRA CHANCE, COMO SE O AMANHÃ FOSSE HOJE.

Tempo do Advento restitui a esperança, diz Papa Francisco no Angelus

Santo Padre refletiu sobre o tempo do Advento, que a Igreja inicia hoje em preparação para o Natal
Papa durante o Angelus deste domingo, 1º,
quando a Igreja inicia o tempo do Advento /
Foto: Reprodução CTV

No Angelus deste domingo, 1º, Papa Francisco refletiu sobre o tempo litúrgico do Advento, que a Igreja inicia hoje. Trata-se de um tempo que restitui a esperança, uma esperança, segundo o Santo Padre, que não desilude porque é fundada na Palavra de Deus.

Nas bancas 'Papa Francisco em quadrinhos', uma publicação voltada ao público infantil


Já nas bancas da Itália ‘Papa Francisco em quadrinhos’, uma publicação que pretende apresentar às crianças as palavras do Santo Padre, acompanhando seu crescimento e aprendizado.

GIF´S NATALINAS

  

BOA NOITE!!! - Trouxe flores para alegrar a sua noite!


TERÇOS – VÍDEOS

TERÇO DA DIVINA PROVIDÊNCIA
 

TERÇO DE CURA E LIBERTAÇÃO
 

TERÇO DA FÉ
 

TERÇO DO ESPÍRITO SANTO
 

TERÇO DA LIBERTAÇÃO CANTADO - JOÃO GREGÓRIO

TERÇO DA MISERICÓRDIA - VÍDEOS






"Quando rezarem este Terço junto aos agonizantes, Eu me colocarei entre o Pai e a alma agonizante, não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso".

JESUS, EU CONFIO EM VÓS!!!

Oração do Angelus - Padre Antonello - VÍDEO


LITURGIA DAS HORAS

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Mensagens diárias prá vc

Terço - Mistérios Gloriosos - Quarta-Feira e Domingo


Terço do Rosário: Mistérios Gloriosos





Você sabia que:


Os requisitos para pertencer ao Colégio Cardenalício foram estabelecidos no Concílio de Trento em sua sessão XXIV de 11 de novembro de 1563.

Podcast - Ouça a história do santo do dia

Podcast

Podcast - Ouça o Evangelho do Dia

Podcast

Evangelho do dia

Mateus 24,37-44

Evangelho
Data
12/01/13
11/30/13
11/29/13

Beata Maria Clementina Anuarite Nengapeta - 01 de Dezembro


Maria Clementina Anuarite Nengapeta
Bem-aventurada
1939 -1964
Anuarite Nengapeta era a quarta das seis filhas de Amisi e Isude. A família de pagãos africanos da etnia Wadubu vivia na periferia de Wamba, no Congo. Ela nasceu no dia 29 de dezembro de 1939, como depois comprovou a Santa Sé. Ao ser batizada em 1943, acrescentaram-lhe o nome Afonsina. Na ocasião, também receberam esse sacramento sua mãe e quatro irmãs. A mais velha nunca acompanhou a doutrina cristã. Seu pai, ao contrário, até começou a preparar-se para a conversão. Mas depois desistiu, pois formou outra família, enquanto trabalhava como soldado do exército congolês.

Beato Charles de Foucauld - 01 de Dezembro


Charles de Foucauld
Bem-aventurado
1858-1912
Charles de Foucauld nasceu em Strasburg, na França, em 15 de setembro 1858. Era descendente de família nobre, de tradição militar. Aos doze anos, morava com o avô, pois já era órfão. Aos dezesseis anos, Charles escolheu a carreira militar e, ao final dos estudos nas melhores escolas militares, era um subtenente do exército francês. Foi uma época repleta de entusiasmos, crises e desvios, que o levaram a abandonar a fé. Entregava-se, facilmente, a prazeres e amores libertinos, escandalizando a cidade. Porém sentia necessidade de preencher sua vida tão vazia e sem rumo.

Santo Elói ou Elígio - 01 de Dezembro








Santo Elígio, um homem de muitas profissões

Santo Elígio nasceu em Limoges no ano de 588, de nobre família galo-romana, exerceu várias profissões e chegou a Bispo.

LITURGIA DIÁRIA - O Domingo – Crianças

Dia 1º – Missa do 1º Domingo do Advento

Atenção, o Senhor chegará!


Compromisso da Semana:

Nesta semana, vamos rezar a oração da Campanha de Evangelização, que tem como tema: “Eu vos anuncio uma grande alegria” (Lc 2,10).

Pai santo, quisestes que a vossa Igreja
fosse no mundo fonte de salvação
para todas as nações,
a fim de que a obra do Cristo que vem
continue até o fim dos tempos.
Aumentai em nós o ardor da evangelização,
derramando o Espírito prometido,
e fazei brotar em nossos corações
a resposta da fé. 
Por Cristo, nosso Senhor.

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 01/12/2013

1 de Dezembro de 2013

ANO A


Mt 24,37-44

Comentário do Evangelho

Atitude de vigilância

O primeiro domingo do Advento é o início do ano litúrgico. Para os cristãos, é o verdadeiro “ano novo”, pois a nossa vida de fé é marcada e ritmada pela celebração do Mistério de Deus. O Advento é tempo de preparação para o Natal; tempo que deve ser vivido numa dupla atitude: intensificar a leitura e a meditação da Palavra de Deus e a penitência.
O texto da liturgia de hoje é parte do discurso escatológico de Jesus (Mt 24,1–25,46); discurso sobre o fim. Entenda-se fim não como término, mas como aquilo que é definitivo para a existência humana. Normalmente, a linguagem utilizada para este tipo de discurso é a apocalíptica, que tem um tom um tanto dramático e, por vezes, causa certo medo nas pessoas que não ultrapassam o sentido primeiro do texto. Em nosso caso, o discurso é exortação aos discípulos a colocarem a sua confiança naquilo que não passa. O precursor deste tipo de linguagem na Bíblia é o livro de Daniel (Dn 7–12), escrito em meados do segundo século antes de Cristo.
A evocação do tempo de Noé e o dilúvio servem para colocar os discípulos, destinatários do discurso (cf. Mt 24,1), de alerta e para os convidar a uma atitude de engajamento e coerência com sua vocação cristã. O dilúvio, como evento de purificação, é água divisora entre um antes e um depois. Parece que o dilúvio os faz abrir os olhos quanto ao modo como viviam: nada percebiam, “até que veio o dilúvio e arrastou a todos” (v. 39). A vida do ser humano não se encerra nos limites da história, nem se resume em comer e beber, nem em procurar “aproveitar a vida”. Na descrição sumária do tempo de Noé, Deus não aparece; é como se ele não contasse para nada. A excessiva preocupação com questões relativas à vida de cada dia e com o bem-estar pode não só nos distanciar das coisas do céu, como também nos fazer prescindir do próprio Deus ou até ignorar sua presença. A história do tempo de Noé, antes do dilúvio, serve para ilustrar esta situação e interpelar os discípulos a que mantenham a vida referida a Deus. A fé em Deus exige uma vida conforme a sua vontade: “Nem todo aquele que me diz Senhor, Senhor!, entrará no Reino dos céus, mas o que faz a vontade do meu Pai que está nos céus” (Mt 7,21). A vida de quem crê deve ser a expressão da fé que ele professa e do Deus em quem ele põe a sua esperança e confiança. O principal é buscar o Reino de Deus, que antecede todas as coisas, e por Deus o necessário é dado (ver: Lc 12,22-31).
A imprevisibilidade da vinda do Filho do Homem exige uma atitude diferente das pessoas do tempo de Noé, anteriores ao dilúvio (cf. v. 39b-41). A atitude requerida é a da vigilância (cf. v. 42). Vigilância é trabalho de discernimento, é empenho na atividade cotidiana que engaja o homem na sua missão, fruto do seguimento de Jesus Cristo. “É hora de despertarmos do sono”, diz Paulo, “abandonemos as obras das trevas, e vistamos as armas da luz; procedamos honestamente como em pleno dia […]. Revesti-vos do Senhor Jesus Cristo” (Rm 13,11-14).
Carlos Alberto Contieri, sj
ORAÇÃO
Pai, à chegada de teu Filho que vem, quero encontrar-me preparado, por meio do amor gratuito a meu semelhante.

Vivendo a Palavra

Comiam, bebiam, casavam-se... A vida corria na aparente normalidade – assim como a nossa. Jesus nos adverte que o fim acontecerá sem anúncio específico: devemos vigiar, para não cairmos nas tentações, e orar sempre. Significa viver conscientes de que Deus, Pai Misericordioso, está presente em nós e entre nós.

REFLEXÕES DE HOJE


01 de DEZEMBRO – DOMINGO
1 - ADVENTO: TEMPO DE NASCIMENTO E RENASCIMENTO – Olívia Coutinho

VEJA MAIS HOMILIAS DESTE DOMINGO




HOMILIA
VIGILÂNCIA Mt, 24,37-44

Neste primeiro domingo do Advento, somos convidados a nos preparar para a vinda de Jesus. Para a primeira vinda, que acontece no Natal, com o seu nascimento, mas também para a segunda vinda, que irá marcar o fim dos tempos. Durante toda a semana refletimos o capítulo 21 de Lucas, que trata desse assunto.
A embriaguez, a glutonaria e a luxúria são os sinais que Jesus dá para descrever o estado daqueles que foram surpreendidos pelo dilúvio e dos que serão surpreendidos pela vinda do Filho do Homem. Jesus enraíza assim a vigilância espiritual numa atitude corporal. Se os que foram e serão surpreendidos se entregavam à embriaguez, à glutonaria e à luxúria, como deve ser a atitude dos que permanecem vigilantes? Eles devem agir opostamente; à embriaguez devem opor a sobriedade, à glutonaria devem opor o jejum, à luxúria devem opor a castidade.
A figura paradigmática dessa atitude de vigilância é São João Baptista, ele que não bebia bebida fermentada, comia apenas mel silvestre e gafanhotos e vivia só no deserto. Por isso, Deus deu-lhe o dom de reconhecer em Jesus o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Estar acordado, desperto, com o espírito atento aos sinais dos tempos para não sermos surpreendidos pelo Deus que intervém na história para julgar com justiça para operar a divisão entre os que o esperam e os que se entregam à embriaguez de espírito.
A Igreja recorda-nos, particularmente no tempo do Advento, que a preparação para esses tempos escatológicos é extremamente necessária. São Francisco de Sales diz mesmo que nós deveríamos viver cada dia como se ele fosse o último da nossa vida. A segunda vinda do Senhor não nos deve atemorizar, mas sim encher-nos de confiança. Em primeiro lugar porque Cristo virá julgar com justiça colocando ordem num mundo desordenado pelo pecado e o Bem vencerá finalmente o mal. Então todos os povos subirão à montanha do Senhor e o grande banquete nupcial de todos os povos começará. Por isso a Igreja suspira durante este tempo do Advento dizendo: «Vem, Senhor Jesus»
Segundo João Paulo II o “Advento encoraja-nos a estar vigilantes e conscientes de que o Reino de Deus se aproxima”. Com este primeiro domingo do Advento tem início um novo ano litúrgico. A Igreja retoma o seu caminho e convida-nos a reflectir mais intensamente sobre o mistério de Cristo, mistério sempre novo que o tempo não pode esgotar. Cristo é o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Graças a Ele, a história da humanidade avança como uma peregrinação para o cumprimento do Reino, que Ele próprio inaugurou com a sua encarnação e a sua vitória sobre o pecado e a morte.
Por isso, Advento é sinônimo de esperança: não a expectativa vã de um deus desprovido de rosto, mas a confiança concreta e certa da vinda d'Aquele que já nos visitou, do «Esposo» que, com o seu sangue, selou com a humanidade um pacto de aliança eterna. É uma esperança que encoraja a estar vigilante, virtude característica deste singular tempo litúrgico. Vigilância na oração, animada por uma expectativa amorosa; vigilância no dinamismo da caridade concreta, consciente de que o Reino de Deus se aproxima, onde os homens aprendem a viver como irmãos.
Com estes sentimentos, a comunidade cristã entra no Advento, mantendo o espírito vigilante, para receber melhor a mensagem da Palavra de Deus. Hoje, na liturgia é entoado o célebre e maravilhoso oráculo do profeta Isaías, pronunciado num momento de crise da história de Israel.    «No fim dos tempos diz o Senhor acontecerá que o Monte do Templo do Senhor terá os seus fundamentos no cume das montanhas e dominará as colinas. Acorrerão a ele todas as gentes... que das suas espadas forjarão relhas de arados, e das suas lanças, foices. Uma nação não levantará a espada contra outra nação, e não se adestrarão mais para a guerra» (Is 2, 2-4).
Estas palavras contêm uma promessa de paz mais atual do que nunca para a humanidade. Oxalá as palavras do profeta Isaías inspirem a mente e o coração dos fiéis e dos homens de boa vontade e contribuam para criar no mundo um clima mais calmo e solidário.
Que Maria, Virgem vigilante e Mãe da esperança. Daqui a alguns dias celebraremos com fé renovada a solenidade da Imaculada Conceição. Ela nos oriente por este caminho, ajudando cada homem e nação a voltar o olhar para o «monte do Senhor», imagem do triunfo definitivo de Cristo e do advento do seu Reino de paz. Amém!
Fonte Homilia: Padre Bantu Mendonça Katchipwi Sayla

Liturgia comentada

Todos comiam e bebiam... (Mt 24,37-44)
Fique bem claro: o clima era de festa... Prato cheio, vinhos finos, riso farto, gente descontraída. O suficiente para esquecer qualquer preocupação. Como nas noites de nossas sextas-feiras, quando vale qualquer recurso para esquecer as pressões do trabalho, exigências da família e – óbvio – as necessidades do próximo. É o que chamamos de “diversão”. Ou, se quiserem, “distração”.
Ao final da festa, todos hão de cair no sono, di-vertidos e dis-traídos. Entretanto, a noite já está avançada e o Senhor se aproxima. Ouvirão eles o grito agudo na escuridão? “O Senhor vem!” Ora, dificilmente poderão ouvir a voz profética de João Batista, que clama por con-versão. É outro o prefixo. É outra a realidade...
Todos os textos da liturgia de hoje – já no tempo do Advento - estão orientados para a Vinda do Senhor. Fora da festa, muita gente vive na expectativa de sua chegada. Atentos, em alerta permanente, de olhos bem abertos, nem ousam piscar. Postados sobre a muralha, eles vigiam a noite, atiçam a aurora, tentando apressar a Presença.
Este 1º Domingo do Advento é um premente convite a sairmos do sono e acordar para a chegada do Desejado de todas as nações. Lâmpadas acesas, os rins bem cingidos, ouviremos o toque da trombeta e sairemos festivos ao encontro do Rei.
Outra coisa não é a vida cristã, senão esse estado de vigília permanente que nos vacina contra toda dis-tração. Nada nos des-centra do foco: Ele vem! Ele está às portas! Preparai-vos!
Como escreveu o teólogo Hans Urs von Balthasar, “Deus faz irrupção na história a partir do alto, por assim dizer, verticalmente: Ele vem para todos na hora em que não esperam; é justamente por isso que devemos esperá-lo sem cessar”.
Já a turma daquela festa não espera por nada. Por ninguém. Por isso é que eles têm necessidade de “matar o tempo” e acabam adormecendo nos vapores do vinho. A noite deles custa a passar. A noite é sempre longa quando não se espera por nada...
Nós, ao contrário, esperamos ansiosamente pelo Senhor. A noite é curta para nós. A aurora já se anuncia. O Senhor já vem!
Orai sem cessar: “O Espírito e a Esposa dizem: ‘Vem!’” (Ap 22,17)
Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.
santini@novaalianca.com.br
1 de dezembro – 1º DOMINGO DO ADVENTO
A SALVAÇÃO ESTÁ PRÓXIMA

I. INTRODUÇÃO GERAL

O tema principal do Tempo do Advento é a espera por Jesus. Anunciada pelo Antigo Testamento, a vinda do Messias instauraria um novo modo de viver com consequências mundiais. A rotina das pessoas, seus afazeres mais corriqueiros, seria motivada pela paz e pela concórdia. Os instrumentos da discórdia, simbolizados pelas armas, não teriam mais nenhuma utilidade.
Na segunda leitura, Paulo chama a atenção para a espera da parusia (segunda vinda de Cristo) como uma luta contra as forças das trevas, a começar em cada um de nós mesmos, depois no mundo. A espera pelo Senhor é um tempo de graça no qual todas as pessoas são chamadas a demonstrar em seus atos cotidianos que configuram a própria vida à de Cristo.
E o evangelho nos exorta que a espera pela vinda do Senhor deve ser marcada pela vigilância. O Senhor vem à semelhança de um ladrão. As pessoas estarão em suas ocupações diárias e serão tomadas de surpresa. A motivação interna com a qual realiza sua práxis é que determinará se a pessoa é cristã ou não.

II. COMENTÁRIO DOS TEXTOS BÍBLICOS

1. Evangelho (Mt 24,37-44): Ficai preparados

O texto do evangelho de hoje vem nos dar orientações sobre como esperar a segunda vinda de Cristo. A parusia é um tema frequente nos discursos de pregadores sensacionalistas com o intuito de comover as multidões. O Senhor ensinou o que necessitamos para esperar esse tempo. Tudo o demais é especulação inútil.
A vinda de Cristo será inesperada (vv. 37–39). E, para esclarecer isso, o texto faz duas comparações:
1) Noé – nenhum sinal especial (vv. 37–41). Para ilustrar o fato de que ninguém pode saber o dia e a hora (v. 36), Jesus cita o caso de Noé, quando, de repente, o dilúvio caiu inesperadamente sobre as pessoas enquanto cumpriam as rotinas diárias (vv. 37–39). A seguir descreve dois casos – um masculino e outro feminino – como exemplos de como será a parusia de forma totalmente inesperada (vv. 40, 41). As pessoas estarão em suas ocupações habituais. Quando Cristo vier, o tipo de ocupação da pessoa não determina ser escolhido ou não (vv. 40, 41; dos dois ocupados na mesma coisa um será escolhido e o outro não). Significa que os cristãos não são diferentes dos demais em suas ocupações, a diferença está na vivência dos valores do reino que motiva suas opções.
2) O ladrão – vigilância (v.43). A vinda de Cristo está anunciada e é certa, porém apenas Deus sabe quando será. O importante é estar preparado. E aquele que vive uma autêntica práxis cristã espera com constância a vinda de Cristo para instaurar o seu reino definitivo.

2. I Leitura (Is 2,1-5): Caminhai à luz do Senhor

Na primeira leitura de hoje, o profeta Isaías nos esclarece sobre a importância de Jerusalém nos tempos messiânicos. Por causa do Messias, o monte Sião, sobre o qual aquela cidade foi construída, se tornará o centro espiritual para todas as nações. O profeta pensa no Messias como um rei de um império mundial cuja capital seria Jerusalém. As nações do mundo inteiro, governadas pelo Messias, abandonarão seus ídolos e adorarão o verdadeiro Deus de Israel.
A Cidade Santa será o centro mundial de instrução e de irradiação da Palavra de Deus. As nações se encaminharão para Jerusalém porque reconhecerão que a Palavra de Deus (a Lei) é a fonte da verdade. Elas têm desejo de se aproximar do Senhor. Elas decidirão andar nos caminhos de Deus fazendo a vontade divina. Isso significa que as nações governadas pelo Messias não serão obrigadas a servir ao Deus de Israel, elas decidirão livremente adorá-lo.
Não haverá mais disputas, o rei da paz conciliará os povos e o monte Sião, ou seja, Jerusalém, capital do reino messiânico, será o local a partir do qual a paz e a justiça vão se propagar. As armas não terão mais nenhuma utilidade, por isso serão transformadas em ferramentas de trabalho. Isso mostra que a esperança messiânica do Antigo Testamento consistia principalmente na espera por um novo modo de viver. As atividades cotidianas permaneceriam, mas não teriam como motivação a discórdia e sim a paz. Numa interpretação cristã desse texto podemos afirmar que o profeta vislumbra o cristianismo, e se não constatamos esse estilo de vida nesses dois milênios de fé cristã talvez seja porque não vivemos verdadeiramente como cristãos, por não termos consciência do que seriam os tempos messiânicos instaurados por Jesus Cristo.
A vida nova que o profeta vislumbra para a era messiânica deve ser o mais profundo desejo dos seguidores do Cristo que aguardam a plenificação de sua obra salvífica, quando se manifestar a Jerusalém celeste onde todos viverão como irmãos na família de Deus. Ele será o sol da nova criação e todos os povos andarão à sua luz.

3. II Leitura (Rm 13,11-14a): Revistamo-nos das armas da luz

Paulo exorta os cristãos a tomarem consciência de que já estão vivendo na escatologia, ou seja, nos tempos finais, embora essa realidade ainda não seja plena. Portanto, a existência cristã, nesse tempo da graça (kairós) deve estar em conformidade com a vida de Cristo. Os cristãos são chamados a demonstrar através de seu estilo de vida que são seguidores de Cristo.
Os cristãos não devem ficar inertes, à semelhança de quem está dormindo, quando as circunstâncias exigem que lutem contra as trevas, a começar em si mesmo.
Paulo elenca uma lista de vícios (bebedeiras, contendas, ciúmes etc.) como exemplos do que seriam as obras das trevas (noite) em contraste com as obras do dia (vida nova em Cristo ressuscitado).
O cristão já está revestido de Cristo pelo batismo, mas essa identificação com Cristo deve dar frutos na vida cotidiana até que ele venha.

III. PISTAS PARA REFLEXÃO

O esclarecimento sobre a identidade do cristianismo foi sempre uma preocupação desde os mais remotos tempos da era cristã. A Carta a Diogneto, escrita no século II d.C. por um autor desconhecido, assim descreve a vida cristã:
Os cristãos, de fato, não se distinguem dos outros homens, nem por sua terra, nem por língua ou costumes. Com efeito, não moram em cidades próprias, nem falam língua estranha, nem têm algum modo especial de viver. Sua doutrina não foi inventada por eles, graças ao talento e especulação de homens curiosos, nem professam, como outros, algum ensinamento humano. Pelo contrário, vivendo em cidades gregas e bárbaras, conforme a sorte de cada um, e adaptando-se aos costumes do lugar quanto à roupa, ao alimento e ao resto, testemunham um modo de vida social admirável e, sem dúvida, paradoxal (Carta a Diogneto 5,1-4).
A homilia deve dar um enfoque especial ao testemunho de vida como elemento essencial da identidade cristã e esclarecer sobre grupos que se apegam a aspectos superficiais distraindo as consciências da verdadeira vocação do cristão.

Aíla Luzia Pinheiro Andrade
Graduada em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará e em Teologia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (Faje - BH), onde também cursou mestrado e doutorado em Teologia Bíblica e lecionou por alguns anos. Atualmente, leciona na Faculdade Católica de Fortaleza. É autora do livro Eis que faço novas todas as coisas – teologia apocalíptica (Paulinas).
E-mail: aylanj@gmail.com.
1 de dezembro – 1º Domingo do Advento
“Fiquem vigilantes”
 NOSSO COMPROMISSO COM O MENINO JESUS

De 12 de outubro de 2012 a 24 de novembro passado, um fato privilegiou o povo de Deus: o Ano da Fé, decretado pelo papa Bento XVI, hoje emérito, para atender a urgentes necessidades do mundo atual. Homens e mulheres, empolgados pelas conquistas da inteligência e do trabalho, passam a acreditar mais na sua potencialidade do que na sabedoria divina, distanciando-se sensivelmente daquele que é a fonte do saber. Pouco a pouco se afastam de Deus, esquecem o seu projeto criador e vivem guiados por uma suposta liberdade. A promulgação do Ano da Fé foi uma tentativa de reaproximar do seu Pai filhos e filhas desorientados pelos ídolos da pós-modernidade.
A Igreja, qual rebanho dócil ao pastor, concretizou a intenção do papa com uma sequência de atividades que objetivaram a conversão do ser humano a Deus, na perspectiva de uma sociedade equilibrada entre os valores do mundo e as propostas do reino.
Renovados pelas orações e reflexões do Ano da Fé, estamos capacitados para fazer de 2014 um tempo rejuvenescido pela graça de Deus e pela ação de cristãos conscientes de seu destino eterno e de sua vocação temporal.
O Natal é celebrado neste mês. Infelizmente, muitas pessoas movimentam-se para festejá-lo com ritos que não têm nada que ver com o nascimento de Jesus. Mas nós, enriquecidos por tantos dons do céu, vamos assinar um compromisso com o menino Jesus: sermos parceiros seus na salvação dos nossos irmãos e irmãs. No último contato que teve com os seres humanos, antes de retornar à sua casa, Jesus ordenou-nos anunciar o evangelho a todas as criaturas, garantindo-nos a força da sua presença. Não podemos desfazer o seu projeto, mas, diante da gruta de Belém, em meio a tantos sinais de alegria, só nos cabe dizer: Menino Jesus, reconhecemos nossas limitações, porém, confiando na tua ajuda, estamos dispostos a lutar pela transformação do nosso mundo, motivados pelas lições que o teu Natal nos dá. Queremos que ele seja um espaço de fraternidade e uma pousada de paz.
Para todos os que utilizam o folheto O Domingo – Celebração da Palavra de Deus, um abençoado Natal.
D. Geraldo Majella Agnelo
Cardeal Arcebispo Emérito de Salvador
1º de dezembro: 1º domingo do Advento
SEMPRE VIGILANTES

A Igreja abre o tempo do Advento e o novo ano litúrgico (Ano A) com o convite do Evangelho de Mateus para a vigilância: “Ficai atentos, porque não sabeis em que dia virá o Senhor”. Para ilustrar isso, o evangelista usa algumas figuras expressivas: o dilúvio, o trabalho no campo e o ladrão.
Ser vigilantes significa estar atentos aos sinais do tempo em que estamos vivendo; em outras palavras, significa estar bem alertas e perceber os sinais pelos quais Deus se manifesta no dia a dia, principalmente nesta época de rápidas e grandes mudanças.
Diante das muitas possibilidades apresentadas pela sociedade atual, é fundamental saber escolher os caminhos que conduzem à vida e à dignidade para todos. O Documento de Aparecida nos diz que os caminhos da vida verdadeira e plena “são aqueles abertos pela fé que conduzem à plenitude de vida que Cristo nos trouxe: com esta vida divina também se desenvolve em plenitude a existência humana, em sua dimensão pessoal, familiar, social e cultural” (n. 13).
No agitado mundo em que vivemos, onde tudo é programado e calculado, Cristo pode nos surpreender com suas visitas inesperadas e nos propor uma mudança radical que quebre e transforme a rotina cotidiana. O encontro com ele não pode ser programado, mas deve ser esperado a todo momento em face das pessoas, dos fatos e dos acontecimentos. Nossa vida deve abrir espaço para a sua presença.
No nosso agir cotidiano, não podemos negligenciar a possibilidade de surpresas, pois é ali que Cristo se manifesta. Cabe-nos estar atentos ao extraordinário de Deus no ordinário da vida. Vigiar é comunhão com Cristo e compromisso com as pessoas com as quais convivemos. Somos chamados a viver o tempo atual com os olhos dirigidos à frente, pois a vinda de Cristo no fim da história determina a vida no presente.
Pe. Nilo Luza, ssp

Liturgia de 01.12.2013
1º Domingo do Advento
Vigiai!
Canal do youtube: Dermeval Neves





A Voz do Pastor
1º Domingo do Advento
Domingo 01/12/13
Canal do Youtube: arqrio




O melhor caminho é estarmos atentos e vigilantes
Não sabemos nem o dia nem a hora que o Senhor virá, nem quando nós iremos ao encontro d’Ele. Como não sabemos, o melhor caminho é estarmos atentos e vigilantes.
“Portanto, ficai atentos, porque não sabeis em que dia virá o Senhor” (Mt 24,42). 
Meus queridos irmãos e irmãs em nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, nós, hoje, começamos o tempo da graça chamado “Advento”. É o tempo que nos prepara para o Senhor que vem. Eu sei que em nossa cabeça, em nosso imaginário, muitos estão acostumados a pensar que o tempo do Advento é somente para o Natal de Jesus. É também um aspecto do Advento nos fazer recordar a primeira vinda do Senhor nessa data. Quando Ele veio a primeira vez, veio na fragilidade humana. Ele nasceu pequeno, uma criança frágil como qualquer um de nós, nasceu no relento, em meio ao sofrimento, no frio. 
O Nosso Salvador se fez carne e habitou no meio de nós. A primeira vinda do Senhor, na fragilidade humana, nos aponta em direção à segunda vinda gloriosa do Senhor. Por isso, não se assuste porque as leituras destes dias, destes tempos, nos falam muito sobre essa segunda vinda do Senhor, para que nós, Igreja, e, para a Igreja, que é a esposa d’Ele, estejamos sempre preparados, pois o seu Noivo está às portas, o Noivo está por vir e a Igreja se prepara para esperar o Sacerdote.
Nós devemos esperar de que forma? Atentos, vigilantes, porque não sabemos nem o dia nem a hora que o Senhor virá, nem quando nós iremos ao encontro d’Ele. 
Como não sabemos, o melhor caminho é estarmos atentos, o melhor caminho é estarmos vigilantes, o melhor caminho é não “dormirmos no ponto”. É não vivermos a vida de qualquer jeito, como se não tivéssemos que prestar contas a Deus ou irmos ao encontro do Senhor, nem Ele vir ao nosso encontro. 
Esse tempo do Advento, que se inicia hoje, chama a atenção de toda a Igreja, chama a atenção de todos nós, para que vivamos a espiritualidade da vigilância. Vigiar nossos atos, nossas atitudes, a nossa postura. As pessoas estão se preparando para o Natal, árvores, presentes, decorações, tudo isso é o sentido externo; o Advento nos prepara para aquele Natal que acontece todos os dias em nossa vida, no coração puro, purificado, vigilante para receber o Senhor que está sempre vindo ao nosso encontro. 
Nós teremos, um dia, que ir ao encontro definitivo com o Senhor. É por isso que a casa tem de estar preparada, é por isso que o nosso coração, com a ajuda da vigilância e da oração, tem de estar em constante espera do Senhor que virá ao nosso encontro. 
Que Deus abençoe você.

Padre Roger Araújo

Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.Facebook Twitter
LEITURA ORANTE


Preparo-me para a Leitura Orante, fazendo uma rede de comunicação
e comunhão em torno da Palavra com todas as pessoas que se neste ambiente
virtual. Rezamos ao terminar um Ano Litúrgico e iniciar outro, nossa oração de agradecimento.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém
Nós te agradecemos
porque tu és o Senhor, nosso Deus,
e o Deus de nossos pais.
Nós te agradecemos por nossa vida
entregue em tuas mãos,
por nossas almas confiadas a ti,
pelos prodígios que dia após dia operas em nós,
pelas coisas maravilhosas e pelas obras de bondade
que realizas em cada tempo, à tarde, de manhã e ao meio-dia.
 
(oração judaica)
1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Leio atentamente o texto, na minha Bíblia: Mt 24,37-44.
A vinda do Filho do Homem será como aquilo que aconteceu no tempo de Noé. Pois, antes do dilúvio, o povo comia e bebia, e os homens e as mulheres casavam, até o dia em que Noéentrou na barca. Porém não sabiam o que estava acontecendo, até que veio o dilúvio e levou todos. Assim também será a vinda do Filho do Homem.
- Naquele dia dois homens estarão trabalhando na fazenda: um será levado, e o outro, deixado. Duas mulheres estarão no moinho moendo trigo: uma será levada, e a outra, deixada. Fiquem vigiando, pois vocês não sabem em que dia vai chegar o seu Senhor. Lembrem disto: se o dono da casa soubesse quando ia chegar o ladrão, ficaria vigiando e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. Por isso vocês também fiquem vigiando, pois o Filho do Homem chegará na hora em que vocês não estiverem esperando.
Jesus fala de vigiar e ser fiel ao Projeto de Deus. Sobre a fidelidade, como exigência para o discípulo de Jesus, também os bispos falaram, em Aparecida: Nossa fidelidade ao Evangelho, exige que proclamemos a verdade sobre o ser humano e sobre a dignidade de toda pessoa humana em todos os espaços públicos e privados do mundo de hoje e a partir de todas as instâncias da vida e da missão da Igreja." (DAp 390).

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim?
Os bispos, na Conferência de Aparecida, lembraram: “No exercício de nossa liberdade, às vezes recusamos a vida nova (cf. Jo 5,40) ou não perseveramos no caminho (cf. Hb 3,12-14). Com o pecado, optamos por um caminho de morte. Por isso, o anúncio de Jesus sempre convoca à conversão, que nos faz participar do triunfo do Ressuscitado e inicia um caminho de transformação!”(DAp 351).
E eu me interrogo:
no exercício da minha liberdade, acolho a vida nova?

3.Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo, espontaneamente, com salmos e concluo com a oração
Senhor Jesus Cristo,
viestes até nós
para levar à plenitude
a obra da criação.
Concedei à vossa Igreja
a graça de contribuir
para que todas as pessoas
vivam de acordo
com os valores do Evangelho
e participem da vossa missão.
Vós que sois Deus com o Pai,
na unidade do Espírito Santo.
Amém.

4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Sinto-me discípulo/a de Jesus.
Meu olhar deste dia será iluminado pela presença de Jesus Mestre Verdade, Caminho e Vida. Terei no coração a esperança de que Deus vem a nós a cada instante.
Bênção 
 - Deus nos abençoe e nos guarde. Amém. 
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
 
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
 
- Abençoe-nos Deus
 misericordioso
Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

 Ir.Patrícia Silva, fsp
Oração Final
Pai Santo, que nos concedes iniciar mais um ano litúrgico em nossa existência, dá-nos sabedoria, coragem e força para utilizarmos esse tempo que desponta para fazermos o bem a todos os irmãos de caminhada, anunciando o teu Reino de Amor. Pelo Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo.