sábado, 23 de março de 2013

MEU DESEJO EH BEM SIMPLES... QUE SEU DIA SEJA LINDO!!!

Você sabia que:

Os seguidores de Jesus foram chamados "cristãos" recém desde o ano 43 na evangelização da Antioquia.

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Homilia do dia

Lucas 22, 14-23. 56

Homilia
Data
03/23/13
03/22/13

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Evangelho do dia

Lucas 22, 14-23. 56

Evangelho
Data
03/23/13
03/22/13

Semana Santa - Prof. Felipe Aquino - Vídeos



Especial: Saiba como viver a espiritualidade do Domingo de Ramos

Começa na próxima semana o período mais importante da Igreja Católica. A fim de proporcionar a você, internauta, uma espiritualidade profunda nesta época, o Portal Canção Nova e a WebTVCN produziram uma série especial em vídeo e áudio com pontos que você pode trabalhar para se tornar um cristão melhor.
O professor Felipe Aquino vai explicar a parte histórica dos atos litúrgicos da Semana Santa e o padre André Luis vai dar dicas para você viver bem a espiritualidade de cada um deles.
O Domingo de Ramos abre, por excelência, a Semana Santa, relembrando a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de passar pela Paixão, Morte e Ressurreição. Esse domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão por onde Cristo passava montado num jumento.
Assista ao vídeo explicando o que aconteceu no Domingo de Ramos:


http://www.cancaonova.com/portal/canais/eventos/novoeventos/cobertura.php?tit=Especial%3A+Saiba+como+viver+a+espiritualidade+do+Domingo+de+Ramos&cod=2401&sob=6757

O que é a Semana Santa?

Terço da Fé

Terço de Cura e Libertação - VÍDEO

TERÇO DA DIVINA PROVIDÊNCIA

TERÇO DA MISERICÓRDIA - VÍDEOS




JESUS, EU CONFIO EM VÓS!!!

Oração do Angelus - Padre Antonello - VÍDEO

LITURGIA DAS HORAS

Clique no ícone abaixo
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Oração desta Hora

Terço - Mistérios Gloriosos - Quarta-Feira e Domingo


Terço do Rosário: Mistérios Gloriosos


Oscar Romero - 24 de Março

Oscar Romero
Arcebispo
1917-1980
Oscar Arnulfo Romero Y Gadamez nasceu em 15 de agosto de 1917, em Ciudad Barrios, em El Salvador. Sua família era numerosa e pobre. Quando criança, sua saúde inspirava cuidados. Com apenas 13 anos entrou no seminário. Foi para Roma completar o curso de teologia com 20 anos e se ordenou sacerdote, em 1943.

Santa Catarina da Suécia - 24 de Março




Nasceu na Suécia, de família ligada aos reis. Sua mãe era Santa Brígida, que após o falecimento do esposo, se tornou uma peregrina até instalar-se em Roma.

Domingo de Ramos


Domingo de Ramos

Leituras e subsídios para liturgia e homilia:
FONTE: http://www.presbiteros.com.br/site/

HOMÍLIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 24/03/2013

24 de Março de 2013

Ano C

 

Lc 22,14–23,56

Comentário do Evangelho

Jesus, servo obediente de Deus

Hoje, começa a Semana Santa. Neste dia como na Sexta-Feira Santa, a palavra deve ceder lugar à contemplação. Entrando em Jerusalém, Jesus entra em sua cidade, para levar a termo a vontade do Pai. Entra como “Príncipe da Paz” que reconcilia a humanidade com Deus.

A primeira coisa a ter presente no relato da paixão é que Jesus é o servo obediente de Deus. Depois, que a traição contra Jesus é feita por um dos discípulos, por alguém que gozou do convívio com o Senhor. Mas não foi só um que o traiu, os outros onze também o abandonaram, diante da ameaça da morte. A pergunta se nos impõe: Onde estamos nós na paixão do Senhor?

Não será o sofrimento nem a morte que farão o Senhor sucumbir ou desistir do seu caminho para o Pai. Na hora decisiva, a última e definitiva entrega: “Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito”.
Carlos Alberto Contieri, sj

http://diafeliz.paulinas.com.br/diafeliz/?system=evangelho&action=busca_result&data=24%2F03%2F2013

Vivendo a Palavra

O processo contra Jesus de Nazaré continua acontecendo pela história afora. Façamos a leitura da Paixão, colocando no lugar de Jesus, os irmãos pobres, os marginalizados, segregados pela sociedade e desprezados pelos poderosos que, não raras vezes, dizem-se seguidores do Mestre da Galiléia...
http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/pg05.php


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

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1. O REBAIXADO
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Rebaixamento é uma palavra que no esporte causa calafrios a dirigentes, jogadores e torcedores, cair para uma divisão inferior é humilhante e porque não dizer “doloroso”, ainda mais quando o time pertence à divisão de elite do futebol.

Isso também se aplica em nossa vida, na realização pessoal em todas as dimensões: social, política e econômica, onde a formação escolar e profissional, agregada á evolução cultural, permite ao homem galgar patamares mais altos, conquistando respeito, prestígio, sucesso e enfim a fama.

O homem foi criado por Deus para a ascese. Às vezes, o modo que o homem utiliza para essa ascensão nem sempre está em sintonia com o projeto de Deus, quando a mesma se faz através da mentira,desonestidade e exploração do semelhante. Neste caso já não se trata de um projeto divino, mas sim diabólico.

Literalmente falando, o Jesus do evangelho é um rebaixado, no aspecto moral, social, político e religioso do seu tempo e na semana santa, que se inicia nesse domingo de ramos, não celebramos, como muitos pensam, um Cristo morto e derrotado, mas a liturgia própria dessa semana reaviva em nossa mente e coração a via dolorosa que Jesus percorreu para alcançar a glória, fazendo para isso a sua “kênose”, ou esvaziamento, como afirma o apóstolo São Paulo na carta aos hebreus “não ursupou da sua divindade mas esvaziou-se a si mesmo”.

Em resumo, Cristo desceu ao mais baixo grau da condição humana, fazendo-se escravo e morrendo como um bandido, sendo desprezado pelos homens, que o viam como um maldito diante de Deus.

No Antigo Testamento conhecemos homens santos, considerados justos diante de Deus, porém, nem o mais virtuoso dos homens seria capaz de realizar tão grande ato de amor, como fez Jesus, que se apresenta como o homem novo, santo e perfeito, que com a salvação resgatou o ser humano, livrando-o da condenação eterna, pois a ofensa que causara a ruptura fora muito grande e imperdoável e por isso, o ato da redenção teria de ser proporcional ao pecado cometido, pois somente dessa maneira o homem se reabilitaria diante de Deus, resgatando a comunhão perfeita do paraíso onde Deus o colocara desde a sua origem.

É precisamente essa alegria, de uma humanidade renovada que ecoa nesse domingo de ramos no evangelho de Lucas, com a narrativa da entrada triunfal na cidade santa de Jerusalém. Não se trata de um triunfo momentâneo, ou de um engodo que arrastará Jesus para o fracasso da cruz, ao contrário, é a expressão mais alta e sincera da gratidão do homem, que se manifesta no louvor ao Rei bendito, que vem em nome do Senhor. Jesus já tinha tomado a decisão, após compreender a vontade de Deus a seu respeito e por isso subiu a Jerusalém, para ser a páscoa definitiva que iria redimir a toda a humanidade.

O relato da paixão segundo Lucas parece ir na contramão da história, porque termina melancolicamente com o enterro de Jesus e com ele, parecia que o homem havia enterrado todos os seus sonhos e esperanças que ainda havia no coração daquele povo. A caminhada humana por essa vida parece terminar de maneira também tão melancólica, mas precisamos prestar atenção no contexto da narrativa, a fidelidade de Jesus ao Pai e o seu amor pela humanidade, o fará superar toda rejeição, ódios e traições, presente no coração dos que tramaram sua morte, e no cálice de amargura que ele não se recusou tomar, estava o mais doce de todos os amores que o homem já experimentou.

O grupo dos discípulos não é perfeito, Judas o traiu, Pedro o negou e além do mais discutiam entre eles quem seria o maior. Em cada personagem que protagoniza a narrativa podemos nos ver, nem sempre fazendo um bom papel.. os que dormem enquanto Jesus se angustia, são os cristãos que não vivem a fé encarnada, que consegue vislumbrar Jesus em todos os que sofrem. Há também os que o traem como Judas, porque não aceitam seu evangelho como referência máxima para se viver, ou ainda os que como Pedro, dizem que são capazes de dar a vida pelo mestre mas na hora mais crítica, em que a sociedade não aceita sua doutrina, alegam que não o conhecem.

Também é bom lembrar que o primeiro julgamento de Jesus foi feito na própria comunidade dos judeus, há comunidades onde o moralismo exacerbado provoca julgamento e condenação de outros Cristos. Pilatos representa aqueles cristãos que jogam o problema para outros resolverem, falam contra o governo, contra o sistema, contra a ideologia, falam até da própria Igreja, mas nunca tem coragem de assumir, dizer o que pensam e mover uma ação em favor da vida dos inocentes. Já o grande Herodes são os cristãos que conhecem a Jesus, ouviram falar de suas maravilhas e exigem seus sinais prodigiosos, para que possam crer. São os que correm atrás do Cristo dos espetáculos que atraem as multidões.

Por isso, antes de agitar nossos ramos e cantarmos hosanas e louvores ao Cristo, nesse domingo de ramos, precisamos nos perguntar que cristãos somos nós e de que lado estamos...
José da Cruz é Diácono da 
Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP


2. Jesus, servo obediente de Deus
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Carlos Alberto Contieri, sj - e disponibilizado no Portal Paulinas)
VIDE ACIMA
ORAÇÃO
Espírito de justiça, que a contemplação da morte de Jesus me torne sensível às injustiças que, ainda hoje, se cometem contra tantos inocentes.

3. O INOCENTE CONDENADO
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total a cada mês).

A paixão de Jesus gira em torno de um paradoxo: um inocente condenado a morrer como os bandidos e os marginais. Seus acusadores foram incapazes de aduzir uma só prova consistente contra ele. A autoridade romana, que deveria confirmar a sentença de morte dada pelo tribunal judaico, declarou não ter encontrado em Jesus nada que justificasse uma punição. Foi por isso que Pilatos achou por bem enviá-lo a Herodes, cuja jurisdição abrangia a Galiléia, na tentativa de confirmar seu parecer. Ao ser enviado de volta, Pilatos deduziu que também Herodes nada havia apurado contra Jesus.

A atitude do Mestre, ao longo de todo o processo, foi de silêncio. Ele agia como o Servo Sofredor, que Isaías comparou com um cordeiro manso, levado ao matadouro. Seu silêncio justificava-se. Era impossível buscar a verdade dos fatos com quem estava fechado para a verdade. Não existe Lei para quem se arvora em senhor da vida e da morte do próximo. Toda tirania descamba para a injustiça.

A fragilidade de Jesus diante de seus carrascos tem a densidade de um gesto profético. Ele se recusou, até o fim, a entrar na ciranda da violência, que paga com a mesma moeda a injustiça sofrida. Não respondendo ao mal com o mal, Jesus conseguiu desarticulá-lo, mostrando que é possível ao ser humano não se deixar dominar por seus instintos perversos.
Oração
Espírito de justiça, que a contemplação da morte de Jesus me torne sensível às injustiças que, ainda hoje, se cometem contra tantos inocentes.

24.03.2013
Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor — ANO C
(VERMELHO, CREIO, PREFÁCIO PRÓPRIO – II SEMANA DO SALTÉRIO)
__ "Desejei ardentemente comer esta Páscoa convosco" __


http://www.npdbrasil.com.br/religiao/evangelho_do_dia_semana.htm#d8

LEITURA ORANTE

Lc 22,14-23,56 – Jesus oferece sua vida nas mãos do Pai



Inicio este momento de Leitura Orante, em sintonia com todos os internautas em ação de graças  com os bispos:
“ Bendizemos a Deus que se nos dá na celebração da fé, especialmente na Eucaristia, pão de vida eterna. A ação de graças a Deus pelos numerosos e admiráveis dons que nos outorgou culmina na celebração central da Igreja, que é a Eucaristia, alimento substancial dos discípulos e missionários.”. (DAp 26).

E canto com o Padre Zezinho:
Meu Senhor criou um pão que é muito mais
Muito mais, muito mais que um simples pão 
Meu Senhor criou um pão que é muito mais
Muito mais porque este pão tem Jesus.

Por isso eu chamo este pão da vida,
de pão da vida e de pão do céu.

(CD Muito mais que pão, Pe. Zezinho).


1. Leitura (Verdade) 
O que diz o texto do dia?
Leio atentamente o texto: Lc 22,14-23,56, e observo as palavras e gestos de Jesus, na última ceia.

Quando chegou a hora, Jesus sentou-se à mesa com os apóstolos e lhes disse:

- Como tenho desejado comer este jantar da Páscoa com vocês, antes do meu sofrimento! Pois eu digo a vocês que nunca comerei este jantar até que eu coma o verdadeiro jantar que haverá no Reino de Deus.

Então Jesus pegou o cálice de vinho, deu graças a Deus e disse:

- Peguem isto e repartam entre vocês. Pois eu afirmo a vocês que nunca mais beberei deste vinho até que chegue o Reino de Deus.

Depois pegou o pão e deu graças a Deus. Em seguida partiu o pão e o deu aos apóstolos, dizendo:

- Isto é o meu corpo que é entregue em favor de vocês. Façam isto em memória de mim.

Depois do jantar, do mesmo modo deu a eles o cálice de vinho, dizendo:

- Este cálice é a nova aliança feita por Deus com o seu povo, aliança que é garantida pelo meu sangue, derramado em favor de vocês. Mas vejam: o traidor está aqui sentado comigo à mesa! Pois o Filho do Homem vai morrer da maneira como Deus já resolveu. Mas ai daquele que está traindo o Filho do Homem!

Então os apóstolos começaram a perguntar uns aos outros quem seria o traidor.

Uma das empregadas o viu sentado ali perto da fogueira, olhou bem para ele e disse:

- Este homem também estava com Jesus! 

 Medite nesta música:

Este Pão (Pe. Zezinho, scj)

Este pão, que a gente chama: Eucaristia,
É lembrança de uma ceia sem igual.
Quem partiu aquele pão naquele dia,
Partiu o pão, partiu o pão,partiu o pão,
E dentro dele achou o céu,
Achou o céu, achou o céu

Este pão, que a gente chama: Eucaristia,
No deserto desta vida é o novo maná.
Quem tem fome de justiça e de luz,
Aproxime-se da mesa de Jesus!

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje?
Jesus  se fez pão para ficar conosco. Quis ser meu alimento. Como acolho e recebo este alimento?  No  Evangelho Jesus também fala do traidor e do apóstolo que nega conhecer Jesus. Em Aparecida, os bispos falaram da Páscoa de Jesus: Jesus Cristo, verdadeiro homem e verdadeiro Deus, com palavras e ações e com sua morte e ressurreição inaugura no meio de nós o Reino de vida do Pai,que alcançará sua plenitude num lugar onde não haverá mais “morte, nem luto, nem pranto, nem dor, porque tudo o que é antigo desaparecerá” (Ap 21,4). Durante sua vida e com sua morte na cruz, Jesus permanece fiel a seu Pai e a sua vontade (cf. Lc 22,42). Durante seu ministério, os discípulos não foram capazes de compreender que o sentido de sua vida selava o sentido de sua morte. Muito menos podiam compreender que, segundo o desígnio do Pai, a morte do Filho era fonte de vida fecunda para todos (cf. Jo 12,23-24). O mistério pascal de Jesus é o ato de obediência e amor ao Pai e de entrega por todos seus irmãos. Com esse ato, o Messias doa plenamente aquela vida que oferecia nos caminhos e aldeias da Palestina. Por seu sacrifício voluntário, o Cordeiro de Deus oferece sua vida nas mãos do Pai (cf. Lc 23,46), que o faz salvação “para nós” (1 Cor 1,30). Pelo mistério pascal, o Pai sela a nova aliança e gera um novo povo que tem por fundamento seu amor gratuito de Pai que salva.” (DAp 143).

3.Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo ao Senhor, dizendo que quero recebê-lo no meu coração, mas não me sinto com a dignidade suficiente. Minha oração inspira-se na canção do padre Zezinho:
Eu não sou digno
Eu não sou digno, ó meu Senhor
Eu não sou digno de que Tu entres, ó meu Senhor
Na minha casa, porque és tão Santo e eu pecador
Eu nem me atrevo até pedir este favor
Mas se disseres uma palavra, a minha casa se transformará
Uma palavra é suficiente, suavemente ela nos salvará

Eu não sou digna, ó meu Senhor,
Eu não sou digna de que tu entres, ó meu Senhor,
Na minha casa. Meu coração é tão pecador
que nem me atrevo a te pedir este favor
4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra? 

Hoje,com a Igreja da América Latina,
"louvamos a Deus porque Ele continua derramando seu amor em nós pelo Espírito Santo
e nos alimentando com a Eucaristia, pão da vida (cf. Jo 6,35)”. (DAp 106).

 Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém. 
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém. 
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém. 
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém. 

Sugestões:
- Campanha da Fraternidade 2013 - Veja informações no blog:
http://comunicacatequese.blogspot.com.br/

- Veja a mensagem do Papa Bento XVI para a Quaresma em 
http://paulinascomunica.blogspot.com/

- Faça o Retiro de Quaresma e Páscoa seguindo o blog
http://viverecomunicarcristo.blogspot.com

Ir. Patrícia Silva, fsp 
http://leituraorantedapalavra.blogspot.com.br/

http://diafeliz.paulinas.com.br/diafeliz/?system=evangelho&action=busca_result&data=24%2F03%2F2013

Lucas 23,1-49

A cruz é um convite para superarmos o egoísmo

Postado por: homilia

março 24th, 2013


Aqui começa a semana maior da nossa fé cristã. Nesta Semana Santa não só lembraremos um fato histórico do passado, mas celebraremos a presença viva de Cristo Jesus que padeceu, morreu e ressuscitou; e leva em frente toda a nossa comunidade cristã pela presença do seu Divino Espírito Santo, até os dias de hoje.
Jesus entra triunfalmente em Jerusalém e o povo todo o acolhe: “Bendito aquele que vem como Rei em nome do Senhor! Paz no céu e glória no mais alto dos céus!” E o Evangelho também fala solenemente da Paixão do Senhor.
Jesus é apresentado, desse modo, com toda sua humanidade, compartilhando a angústia e a dor dos homens frente à injustiça e à traição, sem, por isso, perder a serenidade de quem confia e espera em Deus – Ele é o “Servo Sofredor” que carrega o peso de toda humanidade como havia anunciado o profeta Isaías.
Por outro lado, o processo permite que Jesus enfrente ambas as autoridades: a civil e a religiosa, e proclame a Sua máxima autoridade messiânica.
A Paixão de Jesus se toma assim, um desafio, um alerta para a vida de seus seguidores. Trata-se de um convite a optar pelos crucificados, pelos excluídos, pelos marginalizados da história, sempre lembrando que a justiça de Deus se inicia ali, onde os homens sofrem a injustiça dos opressores.
O exemplo de Jesus é um terno apelo para que confiemos em Deus, apesar de tudo e contra tudo. Jesus nos ensina, com seus gestos de perdão e reconciliação, que as adversidades não devem nos afastar de uma oração ardente, constante e confiante.
A cruz de Jesus é um convite para superarmos nossas opções egoístas e oferecer, doar ao irmão o melhor de nós mesmos e, se for necessário, também nossa vida.
A sabedoria do homem é afirmação em si mesmo, servindo-se do outro, e o seu poder é possuir, dominar e exaltar-se. A sabedoria de Deus, expressa em Jesus crucificado, é afirmação do outro mediante o extremo dom de si mesmo; seu poder é despojar-se de tudo, inclusive do próprio “eu”, abaixando-se até à morte de cruz.
Por isso, a cruz de Jesus nos salva, dá-nos equilíbrio, faz-nos viver bem em comunidade, respeitando as diferenças de cada um. Jesus está em nossas cruzes. A Páscoa só será bem vivida se tivermos certeza que a cruz é sinal de libertação.
Boa caminhada para Cristo, nossa Páscoa definitiva!
Padre Bantu Mendonça
http://blog.cancaonova.com/homilia/2013/03/24/
Oração Final
Pai Santo, dá-nos especial veneração pela meditação da Paixão e Morte de Jesus de Nazaré. Que aprendamos com Ele a aceitar a dor inevitável, mergulhar nela e encontrar no seu âmago a porta que nos conduzirá – através e além dela – à nossa Ressurreição. Pelo mesmo Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo.
http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/pg06.php