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domingo, 28 de junho de 2026

Coleta para o Óbolo de São Pedro contribui para a missão do Papa e ocorre neste final de semana


Coleta para o Óbolo de São Pedro contribui para a missão do Papa e ocorre neste final de semana

No próximo domingo, dia 28 de junho, quando a Igreja no Brasil celebra a Solenidade de São Pedro e São Paulo, será realizada a coleta do Óbolo de São Pedro. Essa iniciativa também é realizada em todo o mundo como forma concreta de apoiar o Santo Padre na sua missão ao serviço da Igreja universal.
O Óbolo de São Pedro é considerado um gesto concreto de comunhão com o Santo Padre e de solidariedade com a sua missão de levar o Evangelho por todo o mundo. Os recursos contribuem desde o anúncio do Evangelho até a promoção do desenvolvimento humano integral, da educação, da paz e da fraternidade entre os povos.
As doações para o Óbolo de São Pedro também contribuem para a missão pontifícia que se estende a todo o mundo por meio das atividades de serviço desenvolvidas pelos dicastérios, entidades e organismos da Santa Sé, além das iniciativas caritativas do Santo Padre em favor das pessoas e famílias em dificuldade, as populações afetadas por catástrofes naturais ou guerras, e aquelas que necessitam de assistência humanitária ou ajuda para o desenvolvimento.

Dia do Papa no Brasil

Aqui no Brasil, por determinação da VII Assembleia da CNBB, há a motivação de piedosa e generosa contribuição na coleta do Óbolo de São Pedro. As indicações daquela ocasião dizem respeito à comemoração do Dia do Papa, com pregações e orações que traduzam amor, comunhão, respeito e obediência ao Vigário de Cristo na terra, Cabeça da Santa Igreja universal em todas as igrejas e oratórios, mosteiros, conventos e colégios.


https://www.cnbb.org.br/coleta-obolo-de-sao-pedro-missao-do-papa/

sexta-feira, 5 de junho de 2026

INTENÇÕES DE ORAÇÃO DO SANTO PADRE PARA JUNHO DE 2026



Intenção

Pelos valores do desporto

Rezemos para que o desporto seja um instrumento de paz, encontro e diálogo entre culturas e nações, promovendo valores como o respeito, a solidariedade e a superação pessoal.
ORAÇÃO

Senhor da vida,
agradecemos-te pelo dom do desporto,
por aqueles que glorificam a Deus
com o exercício dos seus corpos,
pelas amizades que nascem no campo
e pela alegria de jogar em equipa.

Tu ensinas-nos que na vida, como no jogo,
ninguém se salva sozinho.
Precisamos dos outros para crescer,
para aprender a respeitar, superar limites
e celebrar juntos as vitórias alcançadas.

Pedimos-te que o desporto seja sempre
escola de fraternidade e não de rivalidade vazia,
espaço de encontro e não de exclusão,
caminho de paz e não de violência.

Faz que aqueles que praticam, treinam ou apoiam
descubram no desporto uma linguagem universal
que aproxima culturas, une povos
e semeia respeito, solidariedade
e superação pessoal.

Senhor Jesus,
que cada desporto seja parábola
de uma vida vivida contigo,
colaborando com esforço e alegria,
vivendo com humildade na derrota
e com gratidão pela vitória
que nos ofereces na tua ressurreição.

Que nunca nos falte o teu Espírito,
que faz de nós uma só equipa, unida contigo
para construir comunhão e fraternidade na história.

Amém.

Reflexão

O Papa Leão XIV pede-nos, este mês, para que rezemos pelos valores do desporto. Num mundo onde a prática desportiva é cada vez mais acessível a todos, nem sempre o modelo de competição que lhe está associado promove a fraternidade.
O desporto faz bem por muitas razões, desde as neurológicas até às espirituais, das mais físicas às mais afetivas. São muitos e variados os modos como os seres humanos se conectam através do desporto. O desporto pode ser igualmente uma poderosa ferramenta de inclusão, capaz de superar barreiras culturais, económicas e geográficas.
Num contexto social marcado pelo individualismo e pela confrontação, o desporto não está isento de desafios. Dizia-nos o Papa Francisco: «sonho com o desporto como a prática da dignidade humana convertida em veículo de fraternidade».
E agora o Papa Leão XIV convida-nos a rezar para que o desporto seja um instrumento de paz, promovendo, no nosso mundo, valores de que tanto necessitamos, como o respeito, o trabalho em equipa e a superação pessoal.
Assim, como cristãos, somos convidados a promover os valores do desporto e a jogar em equipa. O desporto ensina-nos que a vida não se joga a sós. Precisamos dos outros para crescer, aprender e superar os nossos limites. Na família, na Igreja, na sociedade: só jogando em equipa construímos a paz, a comunhão e a fraternidade (Cf. Passo 3, 'O Caminho do Coração – Humanizar os nossos ambientes e as nossas atividades').
Para o cristão, promover os valores do desporto significa também viver com sinceridade, respeito e humildade, inclusivamente fora do campo; isto é, na nossa vida quotidiana.
ATITUDES

Fomentar o jogo limpo na vida quotidiana
Vive com sinceridade, respeito e humildade, também fora do campo.

Reconhecer e apoiar o desporto como ferramenta social
Valoriza as iniciativas que usam o desporto para integrar, educar e acompanhar.

Praticar a disciplina com espírito desportivo
Aplica esta mesma atitude na tua oração diária, no trabalho, na tua vocação.

Construir paz e diálogo no quotidiano
Aproxima-te de quem pensa diferente de ti. Escuta antes de discutir. Joga em equipa com a tua comunidade.

Promover nos jovens os valores do desporto
Acompanha-os não só na competição, mas também no seu crescimento como pessoas.

sábado, 30 de maio de 2026

Terço pela Paz, 30 de maio de 2026 – Papa Leão XIV



Canal do Youtube: Vatican News - Português

Publicado em 30 de mai. de 2026

Papa Leão XIV lidera rosário mundial pela paz neste sábado

Peregrino reza o terço em vigília mariana na
praça de São Pedro,
no Vaticano, em 11 de outubro de 2025.
Daniel Ibáñez/EWTN


27 de mai de 2026 às 16:29

O papa Leão XIV convida fiéis de todo o mundo a se unir a ele na oração do terço pela paz no sábado (30).
O papa rezará o terço ao vivo da gruta de Lourdes, nos jardins do Vaticano, às 19h (14h no horário de Brasília).
Os santuários que aderiram à iniciativa, coordenada pelo Dicastério para a Evangelização são: o santuário da Mãe de Deus (Zarvanytsia, Ucrânia); o santuário internacional de Nossa Senhora da Paz e da Boa Viagem (Antipolo, Filipinas); o santuário de Nossa Senhora do Rosário (Fátima, Portugal); o santuário de Nossa Senhora Rainha da Paz (Medjugorje, Bósnia e Herzegovina); o santuário de Nossa Senhora de Lourdes (Lourdes, França); o santuário de São Charbel Annaya (Byblos, Líbano); e o santuário pontifício da Santa Casa (Loreto, Itália).
O padre Walter R. Rossi, reitor da basílica do santuário nacional da Imaculada Conceição em Washington, D.C., EUA, se unirá a Leão XIV na oração do terço.
“Como o principal santuário mariano e igreja padroeira dos EUA, a basílica une-se a santuários de todo o mundo neste terço mundial com o papa”, segundo um comunicado da basílica em Washington, D.C. “Todos estão convidados a participar deste momento especial de unidade e oração pela paz em todo o mundo”.
Em sua homilia no Pentecostes, Leão XIV exortou os fiéis a rezar ao Espírito Santo para que “nos salve do mal da guerra, que é vencida não por uma superpotência, mas pela Onipotência do amor”.
Desde o início de seu pontificado, Leão XIV tem feito repetidos apelos pela paz em todo o mundo, inclusive no Oriente Médio, na África e na Ucrânia.



sexta-feira, 1 de maio de 2026

INTENÇÕES DE ORAÇÃO DO SANTO PADRE PARA MAIO DE 2026 - Por uma alimentação para todos



Intenção

Por uma alimentação para todos

Rezemos para que todos, desde os grandes produtores até aos pequenos consumidores, se comprometam a evitar o desperdício de alimentos e para que todos tenham acesso a uma alimentação de qualidade.

ORAÇÃO

Senhor da criação,
deste-nos a terra fecunda
e, com ela, o nosso pão de cada dia,
como sinal do teu amor e da tua providência.

Hoje reconhecemos com dor
que milhões de irmãos e irmãs
continuam a passar fome,
enquanto tantos alimentos
se desperdiçam nas nossas mesas.

Desperta em nós uma nova consciência:
que aprendamos a agradecer cada alimento,
a consumir com simplicidade,
a partilhar com alegria
e a cuidar dos frutos da terra como dom teu,
destinado a todos, não apenas a alguns.

Pai bom,
torna-nos capazes
de transformar a lógica do consumo egoísta
numa cultura de solidariedade.

Que as nossas comunidades promovam
gestos concretos:
campanhas de sensibilização, bancos alimentares
e um estilo de vida sóbrio e responsável.

Tu que nos enviaste o teu amado Filho Jesus,
pão partido para a vida do mundo,
dá-nos um coração novo,
com fome de justiça e sede de fraternidade.

Que ninguém fique excluído da mesa comum
e que o teu Espírito nos ensine a olhar o pão
não como um objeto de consumo,
mas como sinal de comunhão e de cuidado.
Amém.

Reflexão

Este mês somos convidados a rezar para que todos, desde os grandes produtores até aos pequenos consumidores, se comprometam a evitar o desperdício de alimentos e para que todos tenham acesso a uma alimentação de qualidade.

Mais de 750 milhões de pessoas não têm acesso a alimentos suficientes para levar uma vida saudável e cerca de 260 milhões enfrentam uma situação de emergência alimentar. As principais causas desta situação, que afeta gravemente a humanidade, são as alterações climáticas, os conflitos armados, os modelos económicos injustos e o desperdício alimentar escandaloso. Todos nós, em diferentes níveis, devemos envolver-nos: rezar e compreender melhor esta dura realidade, despertar em nós uma genuína consciência da forma como podemos dar o nosso contributo a partir dos nossos contextos e mobilizar-nos para que outros se unam a este desafio.

Esta intenção de oração constitui uma excelente oportunidade para, em colaboração com pessoas e grupos de outras confissões religiosas ou comunidades com um propósito humanitário, procurar soluções práticas, como a criação de bancos alimentares locais ou a promoção de campanhas de sensibilização.

Devemos passar do consumo ao cuidado. O primeiro passo para que todos tenham alimento é mudar o coração. Passar da lógica do consumo egoísta para a cultura do cuidado e da solidariedade. Cada gesto conta: escolher com consciência, partilhar com alegria, agradecer com simplicidade. O mundo muda quando mudamos a forma como olhamos para o pão (cfr. Passo 3, 'O Caminho do Coração – Humanizar os nossos hábitos. Humanizar os ambientes').

Todos nós, como cristãos, somos chamados a comprometer-nos ativamente no combate à fome, que exige que se ultrapasse a lógica do descarte e do consumo desmedido.
ATITUDES

Valorizar o que comemos
Recupera o sentido do alimento como dom. Abençoa os alimentos antes das refeições e agradece a quem os produziu e cozinhou.

Evitar o desperdício de alimentos
Planeia as compras, considera as porções, reutiliza as sobras.

Escolher produtos com consciência
Opta por alimentos produzidos com respeito pelo ambiente e pelo trabalho digno.

Partilhar com quem tem menos
Doa alimentos, prepara uma refeição, convida alguém em necessidade a fazer uma refeição contigo.

Educar crianças e jovens para a cultura do cuidado
Ensina-lhes que a comida não se deita fora, que muitos não têm o suficiente e que partilhar é um ato de justiça.

sexta-feira, 17 de abril de 2026

Um abraço de paz: Papa Leão XIV escreve à Igreja no Brasil


A abertura da 62ª Assembleia Geral da CNBB, que começou hoje (15) no Santuário Nacional de Aparecida, foi marcada por um gesto de proximidade do Papa Leão XIV. O Santo Padre enviou uma mensagem oficial que soa como um verdadeiro abraço ao episcopado e ao povo brasileiro. O texto traz um pedido urgente para os nossos tempos: a busca incansável pela paz.
O Papa abriu sua carta lembrando o cumprimento de Jesus aos apóstolos: «A paz esteja convosco!» (Jo 20, 19). Ele compartilhou que esse foi o mesmo desejo que brotou em seu coração ao ser eleito Sucessor de Pedro, há quase um ano.
Em um mundo ferido por brigas e divisões, o Pontífice lembrou que a paz não é apenas silenciar as armas. Segundo ele, a "convivência pacífica nasce do reconhecimento do valor do outro". É um convite para que cada um de nós olhe para o próximo e veja um irmão, "iguais nos direitos, nos deveres e na dignidade".
Outro destaque da mensagem foi a celebração dos 200 anos de relações diplomáticas entre o Brasil e a Santa Sé. O Papa agradeceu aos bispos pelo esforço em manter "canais abertos de diálogo profícuo com as autoridades civis". Para Leão XIV, essa boa relação institucional é o que permite que a Igreja atue de forma prática, ajudando as pessoas em todos os recantos do país.
Sobre a Assembleia que acontece em solo brasileiro até o dia 24 de abril, o Santo Padre desejou que os debates sobre as novas diretrizes da Igreja aconteçam em um "ambiente de paz e de harmonia"O objetivo é que a Igreja no Brasil continue evangelizando com os pés no chão, mas sempre mantendo a "plena comunhão eclesial".
Ao final da carta, o Papa fez um pedido especial a todos os fiéis que acompanham a Assembleia à distância: unam-se a ele em oração. Ele pediu que, estando na casa da Mãe Aparecida, todos supliquem "para que o mundo possa voltar a viver em paz".
Como sinal dessa união entre o Brasil e o Vaticano, ele despediu-se enviando a sua Bênção Apostólica.

LEIA A CARTA DO PAPA NA ÍNTEGRA

.:: Acompanhe cada passo da Assembleia em nossa página: a12.com/cnbb

https://www.a12.com/redacaoa12/noticias/um-abraco-de-paz-papa-leao-xiv-escreve-a-igreja-no-brasil

sábado, 28 de fevereiro de 2026

INTENÇÕES DE ORAÇÃO DO SANTO PADRE PARA MARÇO DE 2026 - Pelo desarmamento e pela paz



Intenção

Pelo desarmamento e pela paz

Rezemos para que as nações avancem em direção a um desarmamento efetivo, especialmente o desarmamento nuclear, e para que os líderes mundiais escolham o caminho do diálogo e da diplomacia em vez da violência.

ORAÇÃO

Senhor da Vida,
que moldaste cada ser humano
à tua imagem e semelhança,
acreditamos que nos criaste para a comunhão,
não para a guerra,
para a fraternidade, não para a destruição.

Tu, que saudaste os teus discípulos dizendo:
«A paz esteja convosco»,
concede-nos o dom da tua paz
e a força para torná-la realidade na história.

Hoje elevamos a nossa súplica pela paz no mundo,
pedindo que as nações renunciem às armas
e escolham o caminho do diálogo e da diplomacia.
Desarma os nossos corações do ódio,
do rancor e da indiferença,
para que possamos ser
instrumentos de reconciliação.
Ajuda-nos a compreender
que a verdadeira segurança
não nasce do controlo que alimenta o medo,
mas da confiança, da justiça e da solidariedade
entre os povos.

Senhor, ilumina os líderes das nações,
para que tenham a coragem
de abandonar projetos de morte,
parar a corrida ao armamento
e colocar no centro a vida dos mais vulneráveis.
Que nunca mais a ameaça nuclear
condicione o futuro da humanidade.

Espírito Santo,
faz de nós construtores fiéis e criativos
de paz quotidiana:
no nosso coração, nas nossas famílias,
nas nossas comunidades e nas nossas cidades.
Que cada palavra amável,
cada gesto de reconciliação
e cada decisão de diálogo
sejam sementes de um mundo novo.
Amém.

Reflexão

Este mês rezemos para que as nações avancem para um desarmamento efetivo, especialmente o desarmamento nuclear, e para que os líderes mundiais escolham o caminho do diálogo e da diplomacia em vez da violência.
Recordemos a importância que o Papa Francisco, durante o seu pontificado, deu à oração pela paz.

De várias formas e constantemente, ele convidava-nos a uma transformação que nos permite abrir os olhos para a realidade da guerra, que só gera mortes e destrói o tecido social, por vezes de forma irreparável.
A indústria do armamento continua a crescer, facilitando o seu acesso a todos os níveis (famílias, bairros, cidades e nações). Mais grave ainda é a ameaça de destruição em grande escala devido à tecnologia nuclear. Por um lado, o objetivo é implementar efetivamente um cessar-fogo total e os programas de desarmamento, passando das declarações às ações. Por outro lado, é necessário fazer uma escolha consciente e consistente pela via do diálogo e da diplomacia, especialmente entre aqueles que têm a responsabilidade de liderar os nossos povos.

A verdadeira paz nasce de um coração reconciliado.

Semear a paz no mundo começa por viver a paz no quotidiano. O desarmamento que transforma as nações começa pelo desarmamento interior (cfr. Passo 3, «O Caminho do Coração – Escolher caminhos de vida. Rejeitar o que conduz à morte»).

O Papa Leão XIV escolheu como tema da mensagem para 59.º Dia Mundial da Paz, de 2026: A paz esteja com todos vós: rumo a uma paz «desarmada e desarmante».

A invocação por uma «paz desarmada e desarmante» reaviva a importância de uma reconciliação feita com diálogo, que constrói pontes dando voz a todos. Uma paz, segundo o Pontífice, que alcance o cessar-fogo não só das armas, mas também das palavras: «desarmemos as palavras para desarmar a Terra».

ATITUDES

Desarmar a linguagem
Cuida as tuas palavras todos os dias: evita frases agressivas, ironias, gozos ou críticas destrutivas.

Escolher o diálogo
Perante um conflito, procura o entendimento, em vez de impores a tua visão.

Renunciar às pequenas violências do quotidiano
Revê atitudes como a impaciência, o desprezo ou o julgamento severo.

Informar-se e rezar pela paz mundial
Escolhe uma região em conflito e reza por ela ao longo da semana.

Agir com justiça concreta
A paz não é apenas ausência de guerra, mas fruto de relações justas.

sábado, 31 de janeiro de 2026

INTENÇÕES DE ORAÇÃO DO SANTO PADRE PARA JANEIRO DE 2026 - Pelas crianças com doenças incuráveis



Intenção

Pelas crianças com doenças incuráveis

Rezemos para que as crianças que sofrem de doenças incuráveis e as suas famílias recebam os cuidados médicos e o apoio necessários, sem nunca perderem a força e a esperança.

ORAÇÃO

Senhor Jesus,
que acolhias os mais pequenos nos teus braços
e os abençoavas com ternura,
hoje apresentamos-te as crianças
que vivem com doenças incuráveis.

Os seus corpos frágeis são sinal da tua presença,
e os seus sorrisos, mesmo no meio da dor,
são testemunho do teu Reino.

Pedimos-te, Senhor, que nunca lhes falte
a atenção médica adequada,
o cuidado humano e próximo,
e o apoio de uma comunidade
que acompanha com amor.

Ampara as suas famílias na esperança,
no meio do cansaço e da incerteza,
e faz delas testemunhas
de uma fé que se fortalece na provação.

Abençoa as mãos de médicos,
enfermeiros e cuidadores, para que o seu trabalho
seja sempre expressão de compaixão ativa.

Que o teu Espírito os ilumine
em cada decisão difícil e lhes conceda
paciência e ternura para servirem com dignidade.

Senhor, ensina-nos a reconhecer o teu rosto
em cada criança que sofre.

Que a sua vulnerabilidade
desperte a nossa compaixão
e nos impulsione a cuidar, acompanhar e amar
com gestos concretos de solidariedade.

Faz de nós uma Igreja que,
animada pelos sentimentos do teu Coração,
e movida pela oração e pelo serviço,
saiba amparar a fragilidade
e que, no meio da dor, seja fonte de consolação,
semente de esperança e anúncio de vida nova.

Amém.

Reflexão

Este mês rezemos para que as crianças que sofrem de doenças incuráveis e as suas famílias recebam os cuidados médicos e o apoio necessários, sem nunca perderem a força e a esperança.

Noutras ocasiões, já rezamos pelos doentes terminais. No entanto, também há doenças e situações muito graves que, sem levarem à morte, se prolongam no tempo, por serem incuráveis.

Estas circunstâncias são especialmente dramáticas para aqueles que estão a começar a sua vida: as crianças e as suas famílias.

Nestes acontecimentos de tanta dor e sacrifício, seria fatal perder a alegria de viver. Porém, com o apoio essencial dos profissionais de saúde e a força de uma comunidade de fé que acompanha com determinação e solidariedade, os seus caminhos de vida abrem-se a novos horizontes e, muitas vezes, transformam-se em testemunho esperançoso da dignidade e vulnerabilidade da nossa condição humana que todos partilhamos.

A doença de uma criança comove-nos de modo profundo e pede que vivamos com compaixão ativa. Também a oração, quando acompanhada de gestos concretos, pode transformar-nos em instrumentos de consolação e esperança.

O amor e a fé não anulam a dor, mas transformam-na em caminho de redenção e comunhão (cfr. Passo 2, «O Caminho do Coração – Acolher e cuidar a fragilidade»).

Ofereçamos o nosso dia por uma criança doente e não passemos ao lado do sofrimento. Que o nosso olhar, os nossos sentimentos e as nossas palavras sejam de compaixão e respeito por todos os que enfrentam doenças graves.

ATITUDES

Acompanhar com o coração
Oferece o teu dia por uma criança doente: «Senhor, que o que eu viver hoje acompanhe aqueles que sofrem em silêncio».

Cuidar com ternura nas pequenas coisas
Cuida dos que te rodeiam com gestos simples. Escuta. A proximidade é remédio para a alma.

Educar o olhar
Não passes ao lado do sofrimento. Olha com compaixão e fala com respeito daqueles que enfrentam doenças graves.

Colaborar com o que for possível
Junta-te a campanhas de solidariedade ou apoia uma família necessitada com palavras, gestos ou donativos.

Conservar a esperança
Ao terminar o dia, reza: «Senhor, eu descanso. Permanece com quem, esta noite, continua a lutar».