“Da mesma forma, no que acresce ‘que os escolásticos inchados com suas sutilezas introduziram um mal compreendido tesouro dos méritos de Cristo e dos Santos, e à clara noção da absolvição da pena canônica substituíram a confusa e falsa da aplicação dos méritos’, como se os tesouros da Igreja, donde o papa dá as indulgências, não fossem os méritos de Cristo e dos Santos: – é falsa, temerária, injuriosa aos méritos de Cristo e dos Santos, já há muito condenada no art. 17 de Lutero (Prop. 41)”. (idem) “Da mesma forma, no que acresce: ‘mais triste ainda é que esta quimérica aplicação se pretendeu aplicar aos defuntos’ : – é falsa, temerária, ofende aos ouvidos pios, injuria aos Romanos Pontífices, e à praxe e ao sentir da Igreja universal, induz ao erro de sabor herético de Pedro de Osma, outra vez condenado no art. 22 de Lutero (Prop. 42)”.(ibidem)
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segunda-feira, 13 de novembro de 2017
O Purgatório e as Indulgências – Parte 2
A Pedro (Papa), conferiu, pessoalmente, um poder especialíssimo na Igreja, para chefiar, o “poder das chaves”, de “ligar e desligar” com autoridade divina.
O mesmo poder de “ligar e desligar”, que Cristo deu a Pedro (Mt 16, 16ss), concedeu também ao Colégio dos Apóstolos, sem condições ou exceções:
“Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra, terá sido ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra, terá sido desligado no céu”. (Mt 18, 18)
É usando desse poder “das chaves”, que a Igreja aprovou as indulgências. E, se ela ligou na Terra, Cristo ligou também no céu. O dogma da infalibilidade da Igreja e do Papa, nos ensina que Jesus não pode ligar nada errado no céu; logo, não permite à Sua Igreja ligar nada errado na Terra, em termos de doutrina (fé e moral), como ensina o Catecismo da Igreja:
O Purgatório e as Indulgências – Parte 1
A doutrina das indulgências está intimamente ligada à realidade do Purgatório, por isso vamos mostrar o que a Igreja ensina sobre isto.
O Catecismo da Igreja (CIC) afirma que:
“Pelas indulgências, os fiéis podem obter para si mesmos e também para as almas do Purgatório, a remissão das penas temporais, sequelas dos pecados.” (§1498)O Papa Paulo VI (1963-1978), logo após o Concílio Vaticano II confirmou mais uma vez a realidade do Purgatório e das Indulgências na Constituição Apostólica Doutrina das Indulgências (DI), e nela ensina com clareza toda a verdade sobre esta matéria. Começa dizendo que:
sábado, 11 de novembro de 2017
Qual a importância das Indulgências?
Diz o Catecismo que: “Os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, embora tenham garantida a sua salvação eterna, passam, após sua morte, por uma purificação, a fim de obterem a santidade necessária para entrarem na alegria do Céu.” (§1030). A doutrina tem base na Bíblia (2Mac 12, 39-46; Mt 5, 22-26; Mt 12,31; Mc 3,29; Lc 12,45-48; Lc 12,58-59; 1Cor 3,15; 1Pe 3,18-19; 4,6).
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
Como surgiram as Indulgências?
O uso das indulgências teve sua origem nos primórdios da Igreja. Desde os primeiros tempos ela usou o seu poder de remir a pena temporal dos pecadores.
Sabemos que na Igreja antiga dos primeiros séculos, a absolvição dos pecados só era dada aos penitentes que se acusassem dos próprios pecados e se submetessem a uma pesada penitência pública; por exemplo, jejum de quarenta dias até o pôr do sol, trajando-se com sacos e usando o silício, autoflagelação, retirada para um convento, vagar pelos campos vivendo de esmolas, etc., além de ser privado da participação na Liturgia eucarística e da vida comunitária. Isto era devido ao “horror” que se tinha ao pecado e ao escândalo.
quinta-feira, 9 de novembro de 2017
Indulgências: O que são?
Antes de explicar O que são as indulgências, vamos mostrar o que a Igreja ensina sobre esta doutrina sem hesitação.
O Catecismo da Igreja (CIC) afirma que: “Pelas indulgências, os fiéis podem obter para si mesmos e também para as almas do Purgatório, a remissão das penas temporais, sequelas dos pecados” (CIC, §1498).
O Papa Paulo VI (1963-1978), na Constituição Apostólica Doutrina das Indulgências (DI), ensina com clareza toda a verdade sobre esta matéria. Começa dizendo que:
terça-feira, 31 de outubro de 2017
Indulgências Plenárias para o Dia de Finados
Indulgências Plenárias para o Dia de Finados
(Condições para adquirir as indulgências plenárias
para as almas do purgatório)
Ao fiel que visitar devotamente um cemitério e rezar, mesmo em espírito, pelos defuntos, concede-se indulgências somente aplicável às almas do Purgatório. Esta indulgência será plenária (cumprindo as 3 condições), cada dia, de 01 a 08 de novembro; nos outros dias do ano será parcial;
Para adquirir a INDULGÊNCIA PLENÁRIA é preciso ir ao cemitério, rezar devotamente pelos defuntos e preencher essas três condições:
domingo, 12 de abril de 2015
VATICANO - O DOMINGO DA DIVINA MISERICÓRDIA - INDULGÊNCIA
PENITENCIARIA APOSTÓLICA
DECRETO Anexadas indulgências aos actos de culto, realizados
em honra da Misericórdia Divina
"A tua misericórdia, ó Deus, não conhece limites e é infinito o tesouro da tua bondade...(Oração depois do Hino "Te Deum") e "Ó Deus, que revelas a tua omnipotência sobretudo com a misericórdia e com o perdão..." (Oração do Domingo XXVI do Tempo Comum), canta humilde e fielmente a Santa Mãe Igreja. De facto, a imensa condescendência de Deus, tanto em relação ao género humano no seu conjunto como ao de cada homem individualmente, resplandece de maneira especial quando pelo próprio Deus omnipotente são perdoados pecados e defeitos morais e os culpados são paternalmente readmitidos na sua amizade, que merecidamente perderam.
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sexta-feira, 1 de novembro de 2013
FINADOS - ENTREVISTA COM O PROFESSOR FELIPE DE AQUINO
"A
indulgência retira as penas das almas do purgatório"
No Dia de Finados,
"aos que visitarem o cemitério e rezarem, mesmo só mentalmente, pelos
defuntos, concede-se uma Indulgência Plenária, só aplicável aos defuntos.
Diariamente, do dia 1º ao dia 8 de novembro, nas condições costumeiras, isto é,
confissão sacramental, comunhão eucarística e oração nas intenções do Sumo
Pontífice; nos restantes dias do ano, Indulgência Parcial (Encher.
Indulgentiarum, n.13)".
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