domingo, 14 de junho de 2020

Terço - Mistério Gozosos - Segunda-Feira e Sábado


Terço do Rosário: Mistérios Gozosos






"Mediante o Rosário, o povo cristão aprende com Maria a contemplar a beleza do rosto de Cristo, e a experimentar a profundidade do seu amor."
São João Paulo II

Terço pelas Almas do Purgatório e Ladainha



Canal do Youtube - Revelação Católica

Publicado em 23 de jun. de 2016

Dia da semana: Segunda-feira - Dedicado ao: Espírito Santo e as Almas do Purgatório - ORAÇÃO PELAS ALMAS


Oração das Almas

Ó Deus, que usais de misericórdia e sempre estais disposto a perdoar, humildemente vos pedimos que tenhais pena das almas dos fiéis defuntos enterrados no cemitério.
Não entregueis esses vossos servos ao poder do inimigo, nem deles vos esqueçais para sempre; mas ordenai aos vossos santos Anjos que os recebam e conduzam à pátria eterna, o paraíso. E já que em sua vida na terra confiaram em vossa misericórdia, não permitais que eles venham a sofrer na mansão dos mortos, mas ao contrário, fazei que a sua esperança se torne realidade, ao entrar na posse da felicidade eterna.

V. Que as almas de todos os fiéis defuntos, pela misericórdia de Deus, descansem em paz.
R. Amém.
V. Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno.
R. E a luz Perpétua os ilumine.
V. Descansem em paz.
R. Amém!
Reze: 1 Pai-Nosso, 1 Ave-Maria e 1 Glória ao Pai

Move-te em mim (O Espírito de Deus está neste lugar)


Canal do Youtube - rccdiamantino

Publicado em 8 de fev. de 2011

Dia da semana: Segunda-feira - Dedicado ao: Espírito Santo e as Almas do Purgatório - ORAÇÃO PARA PEDIR OS FRUTOS DO ESPÍRITO


ORAÇÃO PARA PEDIR OS FRUTOS DO ESPÍRITO

Senhor,
recebemos de vossas mãos
as sementes da liberdade, da justiça, do amor e da paz.
Fazei de nós semeadores da boa semente.
Que o vosso Espírito nos conduza nesta missão
de semear fraternidade e promover a vida.
Livrai-nos das ervas daninhas
do egoísmo, da injustiça e de todo mal.
Quando ela cresce entre nós
dá frutos amargos de “fornicação, impureza
libertinagem, idolatria, superstição, inimizades,
brigas, ciúmes, ódio, ambição, discórdias, partidos, invejas,
vícios, orgias e outras coisas semelhantes”.
Livrai-nos destes frutos de morte!
Que a vossa boa semente,
regada pela Água Viva do vosso Espírito,
dê abundantes frutos de vida.
Dai-nos, Senhor, os doces frutos do Espírito Santo:
“caridade, alegria, paz, paciência, afabilidade, bondade,
fidelidade, brandura e temperança”.
Que o Dom do Amor, derramado em nossos corações,
possa frutificar cada vez mais
a fim de saciar quem tem fome e sede de justiça.
Mas que nossos frutos de solidariedade e de promoção humana
possam saciar também tantos irmãos e irmãs
famintos de pão, de saúde, de emprego e de escola.
Senhor, presente no supremo fruto da Eucaristia,
fazei de nós hóstias vivas
para alimentar vosso povo faminto de pão e de esperança.
Enviai o vosso Espírito,
doador de todos os dons,
e dai-nos os vossos frutos de Amor. Amém.

Fonte: cancao nova

Boa Semana! Jesus te ama!!!

Tenha uma abençoada semana.

BOM INÍCIO DE SEMANA! Que os anjos digam "amém" a seus desejos!

BOM DIA ESPÍRITO SANTO! O QUE VAMOS FAZER JUNTOS HOJE?

BOM DIA!!! "Aquele que se alegra com uma simples flor merece a felicidade de um vasto e colorido jardim!" TENHA UM LINDO DIA

LINDO DIA! "O Senhor fez conhecer a salvação, e às nações, sua justiça; recordou o seu amor sempre fiel pela casa de Israel." Sl 97

ABENÇOADA SEGUNDA! - SE VOCÊ RECEBE AS BENÇÃOS DE NOSSA SENHORA NESSE MOMENTO DIGA AMÉM E COM FÉ COMPARTILHE!

Feliz Segunda! "A missão do cristão é testemunhar com alegria e humildade o Evangelho." Papa Francisco

BOA SEGUNDA-FEIRA!!! “É segunda-feira... Vai começar tudo de novo! Veste seu melhor sorriso, entrega tudo nas mãos de Deus e vai tranquilo porque vai dar tudo certo. Deus sabe de nossas necessidades e quando Ele está no comando não tem erro!” Priscilla Rodighiero

MEU DIA EM SINTONIA COM O ALTO - 14/06/2020












































TENHA UMA ABENÇOADA NOITE DE DOMINGO!

Bons Sonhos! Boa Noite. "Coração de Jesus, abrasado de amor por nós, inflamai nosso coração de amor por vós."

Bons Sonhos. Boa Noite. ORAÇÃO DA NOITE: Com Deus me deito, com Deus me levanto, com a graça de Deus e do Espírito Santo.

LEITURA ORANTE DO DIA - 14/06/2020



LEITURA ORANTE

Mateus 9,36-10,8 - Jesus nos chama e nos envia em missão



Ouvi, Senhor, a voz do meu apelo,
tende compaixão de mim e atendei-me;
vós sois meu protetor, não me deixeis;
não me abandoneis, ó Deus, meu salvador! (Sl 26,7.9)

1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Lemos atentamente o texto:Mateus 9,36-10,8

Naquele tempo:
Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas
porque estavam cansadas e abatidas,
como ovelhas que não têm pastor.
Então disse a seus discípulos:'A Messe é grande, mas os trabalhadores são poucos.
Pedi pois ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!'Jesus chamou os doze discípulos e deu-lhes poder para expulsarem os espíritos maus e para curarem todo tipo de doença e enfermidade.
Estes são os nomes dos doze apóstolos:primeiro, Simão chamado Pedro, e André, seu irmão;Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João;Filipe e Bartolomeu;Tomé e Mateus, o cobrador de impostos;Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu;Simão, o Zelota, e Judas Iscariotes,que foi o traidor de Jesus.
Jesus enviou estes Doze,com as seguintes recomendações:'Não deveis ir aonde moram os pagãos,nem entrar nas cidades dos samaritanos!Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel!Em vosso caminho, anunciai:O Reino dos Céus está próximo'.Curai os doentes, ressuscitai os mortos,purificai os leprosos, expulsai os demônios.
De graça recebestes, de graça deveis dar!
Refletindo
Este trecho do evangelho  é  parte do chamado discurso missionário de Jesus. Nele aparece o grande apelo do Mestre para  que os seus discípulos participem da sua missão de levar o Evangelho àqueles que ainda não a possuem. 
Os  que necessitam ouvir a boa nova da vida, são muitos. Por isso, Jesus, vai confiar  a sua mesma missão aos  discípulos, dando a eles o seu mesmo poder de lutar, de eliminar aquelas coisas que vão contra a vida e a felicidade da pessoa. Jesus, portanto, chama, prepara e envia os seus discípulos a serem missionários do Reino de Deus. E, assim como fez com seus discípulos, chamando-os , ensinando-os e  os enviando em missão, do mesmo modo, ele nos reúne e nos ensina com a sua Palavra e nos envia. Somos todos discípulos e missionários.

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para nós, hoje?
Salmo 99(100)

Nós somos o povo e o rebanho do Senhor.

1. Aclamai o Senhor, ó terra inteira, † servi ao Senhor com alegria, / ide a ele, cantando jubilosos! R.
2. Sabei que o Senhor, só ele, é Deus, † ele mesmo nos fez, e somos seus, / nós somos seu povo e seu rebanho. – R.
3. Sim, é bom o Senhor e nosso Deus, † sua bondade perdura para sempre, / seu amor é fiel eternamente! – R.
Meditando
Vale recordar o que disseram os bispos na Conferência de Aparecida:
"Ao chamar aos seus para que o sigam, Jesus lhes dá uma missão muito precisa: anunciar o evangelho do Reino a todas as nações (cf. Mt 28,19; Lc 24,46-48). Por isto, todo discípulo é missionário, pois Jesus o faz partícipe de sua missão ao mesmo tempo que o vincula a Ele como amigo e irmão. Desta maneira, como Ele é testemunha do mistério do Pai, assim os discípulos são testemunhas da morte e ressurreição do Senhor até que Ele retorne. Cumprir esta missão não é uma tarefa opcional, mas parte integrante da identidade cristã, porque é a difusão testemunhal da própria vocação." (DAp 144).
E nós, somos apenas pessoas que refletem ou abrimos também nosso coração às verdades da fé, à nossa identidade cristã, com disposição a anunciar?

3. Oração (Vida)
O que o texto nos leva a dizer a Deus?
Fazemos nossa oração pessoal e depois, rezamos:
Jesus, Mestre Divino,
que chamaste os Apóstolos a vos seguirem,
continuai a passar pelas nossas famílias,
pelas nossas escolas e continuai a repetir
o convite a muitos de nossos jovens.
Dai coragem às pessoas convidadas.
Dai força para que vos sejam fiéis como
apóstolos leigos, como diáconos, padres e bispos,
como religiosos e religiosas,
como missionários e missionárias,
para o bem do povo de Deus e de toda a humanidade.
Amém.
(Paulo VI)

4. Contemplação (Vida e Missão)
Qual nosso novo olhar a partir da Palavra?
Vamos olhar o mundo e a vida com os olhos de Jesus Mestre,
colocando-nos, com alegria, na sua equipe de evangelização.

Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso,
Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Ir. Patricia Silva, fsp

Leitura Orante
11º DOMINGO TEMPO COMUM, 14 de Junho de 2020


Seguidores de Jesus: movidos à compaixão

“...vendo as multidões, Jesus sentiu compaixão delas,
porque estavam desorientadas e indefesas” (Mt 9,36)

Texto Bíblico: Mateus 9,36-10,8

1 – O que diz o texto?

Depois do percurso quaresmal e pascal, retomamos o tempo litúrgico conhecido como “Tempo Comum” (Ano A), seguindo o evangelista Mateus. Trata-se de uma longa “caminhada contemplativa”, deixando-nos inspirar pelo modo de ser e de agir de Jesus. Estamos na escola do discipulado, deixando-nos modelar pelo Mestre de Nazaré: seu estilo de vida, sua forma de pensar e de viver a relação com o Pai, sua maneira de entender o ser humano, sua relação com os outros, seu modo de conhecer, de crer, de esperar, de amar, sua liberdade diante da religião e das tradições, sua atitude diante das vítimas, dos sofredores e incluídos...
E o evangelho de hoje nos indica que Jesus vive uma presença diferente e inspiradora no contexto social e religioso de seu tempo; seu olhar contemplativo vê o emergente, o alternativo, o novo..., nas mesmas realidades que para outros são uma lixeira de coisas mortas, de amargura e desalento. Ele tem uma sensibilidade para perceber o Reino de Deus onde aparentemente não está, onde outros veem uma massa de pecadores, de excluídos que não conhecem a lei, de impuros, de publicanos a serviço do império romano.
A partir do olhar misericordioso do Pai, Jesus também contempla a vida e vislumbra aquilo que o olhar superficial e acostumado à linguagem da sinagoga não é capaz de descobrir.
Ao deixar-se impactar pela “massa sobrante”, “cansada, abatida, desorientada”, Jesus sente o despertar de suas entranhas compassivas. Esse é o sentido da verdadeira compaixão: “amor de entranhas”. Elas são o lugar onde estão localizadas as nossas emoções mais íntimas e mais intensas. Constituem o centro de onde brota o amor oblativo, que nos move a sair de nós mesmos para entrar em sintonia com a dor e a miséria do outro.
Quando os evangelhos falam da compaixão de Jesus como estremecimento de suas entranhas, eles expressam algo muito profundo e humano. A compaixão que Jesus sentia era obviamente muito diferente dos sentimentos superficiais ou passageiros de pesar ou de simpatia pela situação do outro. Pelo contrário, ela está relacionada com a palavra hebraica “rahamim”, que se refere ao ventre materno de Deus.
Na verdade, a compaixão é uma emoção tão profunda, central e poderosa em Jesus, que só pode ser descrita como um movimento de contração do “ventre de Deus”. Nele, está oculta toda a ternura e toda a bondade divina. Nele, Deus é pai e mãe, irmão e irmã, filho e filha. Nele, todos os sentimentos, emoções e paixões são uma só coisa no amor divino. Nesse sentido, a compaixão revela o abismo de ternura imensa, inesgotável e insondável de Deus.
Jesus, presença visível da compaixão do Pai, sofre ao ver a distância que havia entre o sofrimento dos enfermos, excluídos, desnutridos e estigmatizados pela sociedade, e a vida que o mesmo Pai queria para todos. Jesus, então, põe em marcha um “movimento compassivo”, constituídos de discípulos e discípulas, que se deixaram seduzir por Ele, para prolongar na vida o mesmo compromisso compassivo do Mestre.

2 – O que o texto diz para mim?

Aqui, não se trata de adesão a um mero programa ou a uma doutrina, mas do convite a um seguimento (“vir comigo”), no calor e intimidade de uma relação pessoal que é dirigida a cada um em particular. Para isso, requer-se uma resposta sem reservas, com a marca da compaixão.
Sem compaixão, todo seguimento de Jesus torna-se vazio, burocrático, rotineiro, normativo...
A compaixão é princípio de humanidade e expressão da identidade do ser humano. Na sua essência, a pessoa pode ser definida como ser compassivo. Sem compaixão, não há humanidade, pois predomina a violência, a dureza de coração, a indiferença, o fechamento fanático da mente e da inteligência.
Enquanto compassivo, o ser humano se sente solidário, terno, próximo... tanto diante da situação dos outros seres humanos, vítimas de exclusão e violência, como diante da natureza ferida, de forma que todo ato de homicídio e de ecocídio se converte em suicídio; matar a outra pessoa ou destruir a natureza é matar-se ou destruir-se a si mesmo. Sem compaixão, o ser humano se torna lobo solitário que se guia pela lei da selva. Sem compaixão, não há respeito pela vida dos outros, mas a guerra de todos contra todos.
De fato, a compaixão não é um sentimento menor de “piedade” para com os que sofrem.
A compaixão não é passiva, mas sim altamente ativa; é a capacidade de compartilhar a própria paixão com a paixão do outro. Trata-se de sair de si mesmo e de seu próprio círculo e entrar no universo do outro enquanto outro, para sofrer com ele, para cuidar dele, para alegrar-se com ele e caminhar junto a ele, e para construir uma vida em comunhão e solidariedade.
Quem já foi tocado por um olhar de uma pessoa pobre ou sofredora, e deixou que este olhar penetrasse no fundo do seu coração, sabe que não sai “ileso” desta experiência; algo mudou dentro de si.
É uma experiência que o modifica profundamente, tanto que muitos interpretam como uma “experiência de Deus”, uma experiência de ter conhecido no rosto do pobre o rosto de Cristo.

3 – O que a Palavra me leva a experimentar?

As comunidades cristãs, ao longo de sua história, se moveram entre duas atitudes: a insensibilidade diante do sofrimento humano e a compaixão para com as vítimas. Hoje, só terá credibilidade o cristianismo se, como o bom Samaritano, deixa-se afetar pela situação do outro e realiza gestos compassivos.
Por isso, às notas tradicionais aplicadas à Igreja: una santa, católica, apostólica (os tradicionalistas acrescentam uma quinta: “romana”, que não faz parte do Credo), poderíamos acrescentar outras duas: samaritana e compassiva. Não é evangélica uma Igreja só preocupada com ritos, leis, doutrinas, sacrifícios..., desprovida de compaixão. É na vivência compassiva que a Igreja mais se identifica com Aquele que é centro mesmo dela, o Jesus Compassivo. Afinal, somos seguidores de uma pessoa compassiva e não simples adeptos de uma religião ou de uma determinada doutrina.
E que é a Igreja senão a grande comunidade, constituída de pequenas comunidades, seduzidas por esta compaixão ousada de Jesus? A Igreja, para ser Igreja, precisa fundamentar-se na compaixão de Jesus.
Para que serve a Igreja se não mantém aceso o fogo da compaixão de Jesus que aquece os corações e transforma sem cessar as estruturas? Jesus não estabeleceu nenhum sistema de dogmas, normas e ritos. Não é o fundador de uma religião, mas de um movimento vivo, ativado pela compaixão e animado por uma esperança sempre nova, renovadora da vida. Para que servem todos os dogmas, normas e ritos se não despertam a compaixão nem ajudam à vida em sua incessante renovação, diversidade e criatividade?
O Evangelho deste domingo também me possibilita considerar minha interioridade como “Israel”; Jesus me envia às “ovelhas perdidas” de meu interior: afetos, desejos, sentimentos, paixões, feridas, fracassos, traumas... Reordenar a vida interior, evangelizar minhas profundezas para que sejam presenças compassivas.

4 – O que a Palavra me leva a falar com Deus?

Senhor, a evangelização começa pela própria interioridade. No percurso interior (caminho), levar a luz do Evangelho, a mensagem da boa-nova. Tudo deve ser integrado, acolhido, iluminado... para dar um novo sentido à minha própria existência. Carrego muitos “nomes”, muitas presenças que ainda não foram acolhidas.
A finalidade da evangelização das profundezas é colocar Deus em seu devido lugar em minha vida. É retornar a Ele, vivendo plenamente minha humanidade e deixando-a vivificar pelo seu Espírito. Trata-se, dessa maneira, de experimentar a salvação em todas as dimensões de meu ser, de recompor-me, reajustando-me às leis fundamentais da vida.
É indispensável “unificar-me” por dentro e descobrir que posso reinventar-me a cada dia, a cada passo, conduzindo conscientemente minha vida em direção à plenitude e não arrastá-la pelo chão.
Quem está “unificado” tem a coragem de redefinir-se, de eleger, de assumir-se; é alguém preparado para dar um salto arrojado e criativo.
A discreta presença do meu Mestre interior me move a acolher meu potencial de ternura, de cuidado e de resistência diante de todas aquelas situações e forças que desintegram a vida e me dividem por dentro. Então, minha interioridade evangelizada fará emergir a força compassiva que estava reprimida.
Só poderei ser compassiva na relação com os outros quando eu for compassiva com minha própria história de vida.

5 – O que a Palavra me leva a viver?

A compaixão está cada vez mais ausente da esfera pública e de minhas relações com o outro diferente e com o outro que sofre. Aqui está a chave da incapacidade de minha sociedade para responder aos desafios atuais. Afirmo ser seguidora do Jesus Compassivo e, no entanto, a realidade deixa transparecer a trágica face da “sem paixão”; está se tornando “normal” ser intolerante, violento, preconceituoso, racista, misógino,...
Minha presença, frente ao contexto pandêmico, social, político, religioso..., revela “compaixão profética” ou “massa de manobra” da violência institucionalizada?

Fonte:
Bíblia Novo Testamento – Paulinas: Mateus 9,36-10,8
Pe. Adroaldo Palaoro, sj

Sugestão:
Música: Ter compaixão – fx 09
Autor: Juliana de Paula
CD: Obras de arte
Intérprete: Juliana de Paula
Coro: Dalva Tenório, Giovane, Karla Fioravante, Robson Jr. E Alexandre Malaquias
Gravadora: Paulinas Comep
Duração: 03:09