ANO A
Lc 10,25-37
Comentário do Evangelho
A vida consiste no amor
No diálogo com um doutor da Lei sobre o que fazer para ter a vida eterna, Jesus afirma que a vida consiste no amor a Deus e no amor ao próximo. Uma parábola esclarece quem é o "próximo". O samaritano, excluído pelo judaísmo, é aquele que se faz próximo do sofredor, resgatando-lhe a vida. Em contraste, o doutor da Lei e o escriba passam indiferentes. O gesto do samaritano é exemplar: "Vai tu e faze a mesma coisa". Jesus mostra como o amor deve ser concretizado na solidariedade e ajuda aos mais carentes e necessitados. E este amor é eterno. Tudo passa, mas o amor permanece para sempre.
José Raimundo Oliva
Oração
Pai, dá-me um coração cheio de misericórdia, como o de teu Filho Jesus, pois só assim terei certeza de estar em comunhão contigo, a caminho da vida eterna.
Fonte: Paulinas em 08/10/2012
Comentário do Evangelho
Amor e misericórdia.
Nossa perícope pode ser dividida em duas partes: a questão sobre a vida eterna (vv. 25-28) e a questão sobre o próximo (vv. 29-37). Tomado no seu conjunto, o nosso texto é uma discussão tipicamente haláquica, isto é, uma discussão sobre o modo de proceder em conformidade com a Lei de Moisés. Em nosso caso, uma discussão de como proceder quando dois mandamentos estão em conflito: o mandamento do amor ao próximo e o preceito sobre a pureza. À pergunta do legista sobre o que fazer para herdar a vida eterna, Jesus responde com outra pergunta, exigindo o engajamento do seu interlocutor na interpretação da Lei (v. 26). Na sua resposta o legista une dois mandamentos fundamentais da lei: amor a Deus (Dt 6,4-9) e amor ao próximo (Lv 19,18). O amor é o caminho para herdar a vida eterna. À segunda pergunta do doutor da lei, Jesus responde com a parábola do bom samaritano. No caso de conflito entre dois mandamentos, o amor e a misericórdia têm absoluta precedência. Ajudando o que estava à beira do caminho quase morto, o samaritano obedece e cumpre o mandamento. Sua compaixão não é uma alternativa ao legalismo. Ao contrário, ela é o que o mandamento do amor ao próximo exige dele.
Carlos Alberto Contieri, sj
Oração
Pai, dá-me um coração cheio de misericórdia, como o de teu Filho Jesus, pois só assim terei certeza de estar em comunhão contigo, a caminho da vida eterna.
Fonte: Paulinas em 06/10/2014
Vivendo a Palavra
Para Jesus, a pergunta correta não é ‘quem é o meu próximo’, mas ‘de quem eu me faço próximo?’ Não se trata apenas de uma distância física, mas da distância afetiva, a distância do cuidado, do zelo pelo outro, da disposição de nos doarmos àqueles que a vida colocou ao longo do nosso caminho.
Fonte: Arquidiocese BH em 08/10/2012
Vivendo a Palavra
Nossa vida é um caminhar de Jerusalém para Jericó. Sabemos que há irmãos sofredores, caídos à beira da estrada. A lição nós sabemos de cor: 'amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos’. Mas, o que fazemos de verdade: passamos para o outro lado? Fingimos que não vemos?
Fonte: Arquidiocese BH em 06/10/2014
Vivendo a Palavra
No texto, Jesus deixa bem clara a diferença entre seguir a Lei Antiga – das prescrições a serem obedecidas – e a Lei Nova do Amor, que Ele vivia, para ser seguida pelos discípulos. É o salto de qualidade: não apenas seguir a letra da Lei, mas assumir o seu Espírito. O Amor quer se superar a cada instante.
Fonte: Arquidiocese BH em 03/10/2016
VIVENDO A PALAVRA
Para Jesus, a pergunta correta não é ‘quem é o meu próximo’, mas ‘de quem eu me faço próximo?’ Não se trata apenas de uma proximidade física, mas da proximidade afetiva, a proximidade do cuidado, do zelo pelo outro, da disposição de nos doarmos àqueles que a vida colocou ao longo do nosso caminho.
Fonte: Arquidiocese BH em 08/10/2018
VIVENDO A PALAVRA
Não poucas vezes nós encontramos irmãos caídos no nosso caminho. Qual tem sido a nossa atitude? ‘Passar adiante, pelo outro lado…’ ou ‘chegar perto e ter compaixão’? Qual desses caminhos nos conduz à Vida? Qual atalho nos fará o próximo mais próximo de nossos irmãos? A ordem de Jesus é clara: veja o exemplo do bom samaritano e faça a mesma coisa!
Fonte: Arquidiocese BH em 05/10/2020
REFLEXÃO
O maior mandamento que Jesus nos deu foi a Lei do Amor. Mas infelizmente, a palavra amor tem inúmeras conotações no dia de hoje, a maioria delas contrária ao espírito do Evangelho e aos valores do Reino, daí a importância da parábola do Bom Samaritano que nos mostra que amor de verdade é gesto concreto, é sair do próprio comodismo e ir ao encontro do outro, seja ele ou ela quem for, ser capaz de perceber todos os seus problemas e todas as suas necessidades, deixar-se mover pelo sentimento de compaixão e, cheio de misericórdia, fazer tudo o que estiver ao alcance para que a vida seja melhor para todos.
Fonte: CNBB em 08/10/2012, 06/10/2014 e 03/10/2016
Reflexão
A pergunta do especialista da Lei – “Quem é o meu próximo?” – leva Jesus a narrar uma de suas mais eloquentes parábolas. Nem sempre os conhecedores da Lei são os que a praticam. O sacerdote e o levita, funcionários do culto, viram o homem sangrando à beira do caminho e simplesmente seguiram em frente. Dois religiosos sem coração. O samaritano, ao invés, ao deparar-se com o desconhecido em situação deplorável, faz mais do que os ouvintes podiam imaginar. Enche-se de compaixão, aproxima-se dele, trata-lhe as feridas, estende-o sobre seu jumento e o conduz até a hospedaria. Providencia comida e pouso, com a promessa de passar aí, quando voltar, para acertos finais, se houver. Um estrangeiro compassivo. Não basta conhecer o mandamento do amor, é necessário praticá-lo.
(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)
Fonte: Paulus em 08/10/2018
Reflexão
A pergunta do especialista da Lei – “Quem é o meu próximo?” – leva Jesus a narrar uma de suas mais eloquentes parábolas. Nem sempre os conhecedores da Lei são os que a praticam. O sacerdote e o levita, funcionários do culto, viram o homem sangrando à beira do caminho e simplesmente seguiram em frente; dois religiosos sem coração. O samaritano, ao invés, ao deparar-se com o desconhecido em situação deplorável, faz mais do que os ouvintes podiam imaginar. Enche-se de compaixão, aproxima-se dele, trata-lhe as feridas, estende-o sobre seu jumento e o conduz até a hospedaria. Providencia comida e pouso, com a promessa de passar aí, quando voltar, para acertos finais, se houver. Um estrangeiro compassivo. Não basta conhecer o mandamento do amor, é necessário praticá-lo.
Oração
(Dia a dia com o Evangelho 2020 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp (dias de semana) Pe. Nilo Luza, ssp (domingos e solenidades))
Ó Mestre e Senhor, narras com maestria a encantadora parábola de um samaritano que trata com misericórdia o desconhecido que fora vítima de assaltantes. Ensinamento oportuno, de clareza incomparável. Move-nos, Senhor, a praticar, dia a dia, tua mensagem de amor e solidariedade. Amém.
Fonte: Paulus em 05/10/2020
Reflexão
Três verbos importantes para nossa ação pastoral: viu, encheu-se (de compaixão) e aproximou-se. Não basta saber que o amor plenifica a vida como o especialista da lei. É preciso se aproximar da carne ferida. É importante notar que o samaritano não faz parte do grupo dos que professam a fé. Mas demonstra que ama a Deus de todo o coração e com todas as forças, e ama o próximo como a si mesmo. O próximo é o irmão desconhecido, caído, ferido. A religiosidade do samaritano é expressa em sua sensibilidade humana para o cuidado. Não basta conhecer o mandamento do amor, é necessário praticá-lo.
(Dia a dia com o Evangelho 2022)
Fonte: Paulus em 03/10/2022
Recadinho
Como você encara o sofrimento alheio? - Dê algum exemplo que ilustre sua vivência do amor. - É-lhe fácil praticar a caridade? - Em seu contexto de vida há muitas instituições que se preocupam com os necessitados? - Troque ideias com alguém sobre solidariedade para com o próximo.
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R
Fonte: a12 - Santuário Nacional em 06/10/2014
Comentário do Evangelho
A PRÁTICA DA MISERICÓRDIA
A parábola do bom samaritano mostra-nos o amor misericordioso como o único meio de obter a vida eterna. Engana-se quem pretende alcançar este objetivo mediante a prática minuciosa dos mandamentos, a busca da pureza ritual, o respeito às tradições, se tudo isto carecer do respaldo da vivência da misericórdia. Seguramente, o primeiro a ser questionado pelo ensinamento de Jesus e ver-se obrigado a mudar de mentalidade foi o mestre da Lei, que pretendia colocá-lo à prova.
A parábola apresenta-nos alguns aspectos da misericórdia, como Jesus a entendia. O samaritano põe-se a ajudar um judeu, sem se importar com as rixas que sempre existiram entre os dois povos, mostrando, assim, que a verdadeira misericórdia é dirigida a todas as pessoas, sem exceção. O assistido pelo samaritano é alguém expoliado, vítima da maldade humana, jogado à beira do caminho, como algo sem valor. Isto mostra que a misericórdia deve dirigir-se mormente aos pobres e deserdados deste mundo.
O samaritano muda todos os seus planos, ao deparar-se com alguém necessitado de sua assistência. Essa atitude indica que a misericórdia exige que deixemos de lado nossos programas e esquemas, ao nos depararmos com o irmão carente. O samaritano faz todo o possível e ainda se oferece para custear a hospedagem de seu assistido. Isto sugere que a misericórdia desconhece limite, indo além de quanto se possa previamente imaginar.
Oração
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Espírito de amor misericordioso, que a indigência e o sofrimento de meus semelhantes levem-me a manifestar-lhes meu amor, com gestos concretos de misericórdia.
Oração
Ó Deus eterno e todo-poderoso, que nos concedeis, no vosso imenso amor de Pai, mais do que merecemos e pedimos, derramai sobre nós a nossa misericórdia, perdoando o que nos pesa na consciência e dando-nos mais do que ousamos pedir. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Dom Total em 06/10/2014
Meditando o evangelho
FAZE O MESMO!
O estudo das Sagradas Escrituras não foi suficiente para que o mestre da Lei ficasse seguro a respeito de como obter a salvação. O estrangeiro herege – o samaritano – foi quem o ensinou como ser agradável a Deus e, por consequência, obter a vida eterna.
O samaritano da parábola, embora ignorante quanto às minúcias da Lei mosaica, soube praticar o verdadeiro amor – o agápe –, quando interpelado pele semelhante que precisava de ajuda Seu amor foi exemplar: espontâneo, desinteressado, pessoal, eficiente, compassivo, irrestrito, sacrificado, gratuito, sem preconceito etc. O próximo caído à beira da estrada desencadeou no coração dele um processo irresistível de compaixão, que não o permitiu passar ao lado, como fizeram os funcionários do templo, o sacerdote e o levita.
Esta parábola do bom samaritano retrata a vida de Jesus. Vindo ao mundo, mostrou-se misericordioso e solidário com a humanidade abatida pelo pecado. Sua compaixão não teve limites. Todos, sem exceção, puderam beneficiar-se de seu amor. Sua morte na cruz foi o ápice de seu desvelo, prova de que nada poupara de si mesmo, quando se tratou de doar-se a quem precisava de sua ajuda.
Quando o mestre da Lei foi exortado a agir como o samaritano para alcançar a vida eterna: "Vai, e faze o mesmo, tu também", teve diante de si um modelo ser imitado. A misericórdia do homem da parábola encontrava em Jesus sua concretização histórica.
Oração
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total)
Pai, dá-me um coração cheio de misericórdia, como o de teu Filho Jesus, pois só assim terei certeza de estar em comunhão contigo, a caminho da vida eterna.
Fonte: Dom Total em 03/10/2016, 08/10/2018 e 05/10/2020
COMENTÁRIO DO EVANGELHO
1. QUEM É O MEU PRÓXIMO?
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total a cada mês).
Inusitado parece o fato de um mestre da Lei ter interrogado Jesus a respeito de uma questão, cuja resposta ele bem conhecia. Como mestre, já havia ensinado a muita gente o que deveria fazer para obter a salvação. Por isso, respondeu sem dificuldade à pergunta colocada por Jesus, por saber que, para se salvar, era necessário amar a Deus e ao próximo como a si mesmo.
O diálogo poderia ter-se concluído aí, se o mestre da Lei não tivesse levantado outra questão: quem é o meu próximo? Na sua concepção, próximo eram os próprios familiares, as pessoas mais chegadas, e somente a estas o mandamento ordenava amar. Quem estivesse fora deste círculo, não era considerado próximo e, portanto, não precisavam ser objeto de amor.
A parábola contada por Jesus desfez esta mentalidade, descrevendo o próximo como toda pessoa que carece de misericórdia. Faz-se próximo de alguém aquele que é capaz de deixar de lado suas preocupações pessoais e colocar-se totalmente a serviço do necessitado, sem se perguntar, primeiro, quem ele é. Não importa se este próximo seja um desconhecido, um estrangeiro, uma pessoa com quem se brigou. Basta que necessite de ajuda. A salvação virá na medida da misericórdia.
Oração
Senhor Jesus, faze-me descobrir, ao longo do meu caminho, as pessoas que apelam para minha ajuda, esperando que eu me faça próximo delas.
Fonte: NPD Brasil em 08/10/2012
COMENTÁRIOS DO EVANGELHO
1. Colocaram Jesus à prova
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)
Esse Doutor da Lei tinha uma régua de referência, que julgava perfeita e completa, e não estava a fim de mudá-la, o evangelista frisa bem que a pergunta era para por Jesus á prova, isso é, ele queria saber se Jesus tinha algo de novo que fosse mais relevante e perfeito do que a lei, seu coração estava fechado para a Boa Nova, pois sabia que nada estava acima da lei.
Para sua surpresa Jesus cita a Lei, que para ele era sagrada, onde está explícito o amor a Deus em primeiro lugar, e o segundo que é semelhante ao próximo. Tem-se a impressão de que a partir daí o Doutor da Lei foi mais sincero, pois a sua pergunta procedia. A Lei determinava amar ao próximo, a quem está mais perto, esposa, esposo, filhos, parentes. Parece que isso deixava o coração daquele Doutor da Lei um tanto inquieto, talvez ele quisesse amar um pouco mais, a outras pessoas fora desse círculo seleto. Mas quem?
Presume-se que Jesus também começou a gostar da conversa, e não vai só responder quem é o próximo, mas sim no principal “O que é amar o próximo”. Amar o próximo que nem sempre nos retribui, que não é digno do nosso amor, que não vai muito com a nossa cara, que não comunga da nossa mesma ideologia, que não é da nossa igreja ou do nosso grupo, o próximo que pensa totalmente diferente de nós, do próximo que parece desejar o nosso mal… Dom próximo que parece ser arrogante e metido, que não olha na nossa cara…. Esse mesmo!
E então vem essa parábola revolucionária para um Judeu, poderíamos até dizer, Provocante. Percebam como o quadro se inverte, agora é Jesus que provoca o Doutor da Lei. Um Sacerdote e um Levita são referências sagradas para todo judeu, são pessoas selecionadas pela Lei, mediadores entre o Sagrado e o Humano, e que pelas funções sagradas que desempenhavam no templo, estavam mais próximas de Deus do que o resto da comunidade. Já o Samaritano...pessoa desprezível, de outra religião, contrária a Religião da Aliança, que dos Judeus só tinha o desprezo e o escárnio, a ponto do judeu mudar o seu caminho e direção, caso estivesse para cruzar com o Samaritano.
E foi esse Samaritano, odiado de coração por todo Judeu piedoso, que Jesus coloca como “mocinho” da parábola, o texto frisa muito bem que o Samaritano, diante do homem gravemente ferido, vítima de assaltantes cruéis (naquele tempo já tinha) estava ali á beira do caminho, e ele ao passar Viu-o e moveu-se de compaixão...Ver o outro e não permanecer indiferente á sua dor, ao seu sofrimento, não passar “batido” pelas pessoas da família ou da comunidade, ou seja lá quem for…. Compaixão significa sofrer junto, gemer junto, chorar junto, sentir as mesmas dores junto. Quando se sente compaixão do outro, a gente supera qualquer barreira, seja ela de ordem social, moral ou até mesmo religiosa, a gente vai além dos limites estabelecidos. Isso é amor ao próximo.
O próprio Doutor da Lei, agora convencido de que Jesus tinha realmente algo novo a ensinar, se convence disso quando o Senhor lhe pergunta “Qual desses foi o próximo daquele homem?”. Prestemos atenção na resposta do Doutor da Lei, ainda marcada pelo preconceito, não disse “Foi o Samaritano...”, mas pelo menos reconhece nessa ação uma virtude “Aquele que usou de misericórdia para com ele”.
E Jesus, percebendo que o Doutor da Lei estava mais manso e mais aberto á sua Palavra, ordenou “Vai, e faze tu o mesmo”. Não se sabe se o Doutor da Lei cumpriu essa ordem, mas com certeza, em Jesus ele viu a beleza da Lei de Deus, que tem n o centro o amor sem limites, que ama quando vê as necessidades do próximo.
2. E quem é o meu próximo? - Lc 10,25-37
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - Comece o Dia Feliz)
Tiago e João se irritaram porque os samaritanos não acolheram Jesus, que subia para Jerusalém, e Jesus, em contraposição, contou ao doutor da Lei e aos discípulos a história do samaritano que acolheu o homem assaltado e jogado na beira do caminho.
Fonte: NPD Brasil em 05/10/2020
HOMILIA DIÁRIA
Qual tem sido a sua filosofia de vida?
Postado por: homilia
outubro 8th, 2012
Uma das mais conhecidas parábolas de Jesus foi contada em resposta a um encontro que Ele teve com um Doutor da Lei. Alguém que estudara completamente a Lei de Deus e estava preparado para discutir seus pormenores. Em outras palavras, não era suficiente recitar a Lei de Deus, mas vivê-la de maneira a agradar a Deus! Para isso, a pessoa tem que colocar em ação o que a Lei de Deus requer, sendo a essência desta o amor: “Amar a Deus de todo o coração, de toda a alma, com todas as forças e de todo o entendimento, e ao próximo como a si mesmo”.
Esta parábola descreve a bondade e o amor que nosso Salvador tem para com o homem caído e infeliz. Nós éramos como esse pobre e aflito viajante. Satanás, nosso inimigo, havia nos assaltado, despojado e ferido. Estávamos por natureza mais que semimortos em nossos delitos e pecados, completamente incapazes de nos salvar, pois não tínhamos forças. A lei de Moisés – como o sacerdote e o levita – não tem compaixão de nós, não nos oferece alívio, “passa ao largo” não tendo piedade nem poder para nos ajudar.
Mas eis que veio o abençoado Jesus, o Bom Samaritano! Ele teve compaixão de nós. Cuidou das nossas feridas e derramou sobre elas não azeite e vinho, mas o Seu próprio sangue.
As pessoas que se relacionaram com o homem ferido podem ser classificadas em três grupos, de acordo com a sua filosofia de vida: assaltantes (salteadores ), indiferentes (o sacerdote e o levita) e misericordiosos (o bom samaritano).
Muitos são os que vivem na cobiça, assaltando e tirando vidas, procurando ampliar cada vez mais o que tem à custa do sangue de outros: “O que é meu, é meu! E o que é seu, será meu se eu conseguir tomar de você”. E, então, arranjam mil e uma maneiras de conseguirem isso. Essa é a filosofia de muita gente. Milhões vivem uma vida de egoísmo e ganância.
Vivemos num mundo de indiferenças, onde se diz: “O que é meu, é meu! E o que é seu continuará a ser seu, se você puder defendê-lo”. Essa é a filosofia de alguns religiosos que são indiferentes à dor e ao sofrimento alheios.
Mas Jesus nos ensina e prova o contrário através do bom samaritano: “O que é seu, é seu; e o que é meu será seu, se você precisar. O meu vinho, o meu azeite, o meu animal, o meu dinheiro, a minha energia e o meu tempo serão seus, se você precisar”. As oportunidades de ajudar aos outros geralmente são inesperadas e inconvenientes.
Qual tem sido a sua filosofia de vida? A dos assaltantes, a do sacerdote e do levita, ou a do bom samaritano? O que caracteriza o seu relacionamento com o próximo? A cobiça, a indiferença ou o amor?
A narração de Jesus ensina que viver agora – e sempre – como povo de Deus, significa demonstrar compaixão, mesmo quando isso nos incomoda, mesmo quando isso desafia nossa compreensão tradicional e, até mesmo, quando nos custa algo pessoal.
Isso é o que Jesus está nos dizendo: “Vá e faça o mesmo”.
Padre Bantu Mendonça
Fonte: Canção Nova em 08/10/2012
HOMILIA DIÁRIA
Cuidemos das feridas do nosso próximo
Há muitas pessoas feridas e machucadas, há muitas pessoas dentro de nossas casas que precisam de nossa proteção
“Mas um samaritano que estava viajando, chegou perto dele, viu e sentiu compaixão.” (Lucas 10, 31)
Nesse ano riquíssimo que estamos celebrando e vivenciando o Ano da Misericórdia, a parábola do bom samaritano é para nós um reflexo de como o cristão deve agir neste mundo em relação ao seu próximo.
Dizemos assim: “Temos de amar o nosso próximo!”, mas como nós o amamos? Amor tem de ser concreto, tem de ser atitude. Amor não é somente virtude ou sentimento da alma. Amor é ação.
O Evangelho de hoje apresenta-nos três figuras. A primeira delas é um sacerdote que estava descendo pelo caminho e viu um homem caído, porque foi assaltado quando estava a caminho de Jericó e levaram tudo dele, deixaram-no simplesmente jogado e prostrado no chão. Quando o sacerdote da lei judaica passou, ele estava muito apressado, tinha muitos compromissos; passou e deixou aquele homem jogado no chão. Do mesmo modo, passou também um levita (aquele que entende das leis, da interpretação das Leis de Deus). O levita pode entender tudo da Lei de Deus, mas da caridade não entende nada. O levita chegou naquele lugar e viu o homem naquela situação de prostração e seguiu adiante. O samaritano não se dá bem com os judeus, mas foi ele quem viu aquele homem prostrado e foi movido de compaixão.
Compaixão não é pena nem dó, compaixão é sentir amor, paixão, sentir o que o outro está sentindo. Compaixão é colocar-se no lugar do outro, é ter um coração como o de Deus. Como é o coração de Deus? Cheio de misericórdia!
Aquele homem não parou para dizer: “Ele é um judeu! Mereceu esse castigo! Vai pagar pelo que fez!”. Pelo contrário, ele viu as feridas, o sofrimento daquele homem, pegou-o pelo braço, levou para a hospedaria mais próxima e fez questão de cuidar de todas as suas feridas. E ainda pediu à hospedaria que cuidasse daquele homem até que ele se recuperasse e que gastasse o que fosse preciso, porque o que se gastasse a mais, ele pagaria na sua volta.
Sabe, meus irmãos, tudo o que fizermos pelo nosso próximo, tudo o que fizermos um pelo outro, o bom samaritano Jesus, na Sua volta definida, pagará.
Nosso dever é cuidar das feridas uns dos outros, é cuidar dos machucados que estão, primeiro, dentro de casa, porque não adianta olharmos primeiro os machucados da rua. Há muitas pessoas feridas e machucadas, há muitas pessoas dentro de nossas casas que precisam de nossa proteção. Depois, o mundo que está ao nosso redor, que por onde passamos encontramos as feridas expostas. Não é para menosprezarmos, ignorarmos, sermos indiferentes, quanto menos dizer: “Esse problema não é meu!”.
Onde houver uma alma ferida, um coração machucado, onde houver um filho de Deus prostrado, uma pessoa que foi roubada, assaltada por este mundo, ali deve estar o coração do seguidor de Cristo, movido pela compaixão, cheio de misericórdia para com o coração humano. Se Deus é eterna misericórdia e compaixão por nós, também precisamos ser cheios de misericórdia e compaixão para com os sofrimentos da humanidade.
Como comecei, quero terminar: misericórdia e compaixão não são apenas sentimentos da alma. Misericórdia e compaixão são atos e atitudes!
Há muitos irmãos nossos jogados e prostrados nas estradas da vida; em nossas casas e famílias, precisando de atitudes de misericórdia. Que nos gastemos e desgastemos para cuidar deles! Só assim as nossas obras de misericórdia não serão blá blá blá, mas atos concretos de vida.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Fonte: Canção Nova em 03/10/2016
HOMILIA DIÁRIA
Usemos de misericórdia para com o próximo
Em um mundo cercado de misérias como o nosso, estamos ficando mais miseráveis, porque não sabemos usar de misericórdia para com o próximo
“Na tua opinião, qual dos três foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes? Ele respondeu: ‘Aquele que usou de misericórdia para com ele’. Então Jesus lhe disse: ‘Vai e faze a mesma coisa’.” (Lucas 10,36-37)
Uma das passagens mais belas das Sagradas Escrituras nos ensinam, de forma muito bela e, ao mesmo tempo, com uma reflexão muito profunda quem é o nosso próximo. São três pessoas religiosas, sejam eles os sacerdotes, os levitas ou os samaritanos e, diante desses três, um homem está caído à beira do caminho; ele foi assaltado, roubado e tido como morto à beira da estrada.
Cada um tinha suas ocupações e preocupações; e quando estamos ocupados e preocupados com a nossa vida, não temos tempo para quem está caído, para quem está prostrado, com problemas e dificuldades. Até quando estamos ocupados com as coisas de Deus, com as reuniões, os trabalhos e aquilo que devemos fazer, não temos tempo de nos ocupar com os que estão caídos à beira da estrada.
É incontável a multidão que está caída à beira da estrada. São jovens que estão prostrados por causa das drogas, são pessoas que estão caídas e prostradas por causa da depressão e por tantas enfermidades emocionais, são muitos dos nossos que estão doentes e enfermos nos leitos dos hospitais, em nossas casas e famílias.
Não podemos negar a grande quantidade de indigentes e famintos, pessoas que não têm o que comer, onde dormir e estão passando as mais diversas necessidades que um ser humano pode suportar. O que fazer? A humanidade está carente de bons samaritanos. Todo cristão deveria ser um bom samaritano, mas, muitas vezes, o nosso ser cristão está mais para o levita e o sacerdote do Evangelho de hoje. Demasiadamente ocupados com as nossas coisas, não temos tempo para cuidar dos próximos de nós e nem dos próximos que estão à beira do caminho.
Somos seletivos até para amar, amamos quem queremos e não amamos quem o Evangelho nos ordena amar. É preciso refletir sobre o Evangelho que escolhemos viver ou o Evangelho que pretendemos viver.
Quem é o nosso próximo? É aquele que usamos de misericórdia para com ele. Em um mundo cercado de misérias como o nosso, estamos ficando mais miseráveis do que o mundo, porque não sabemos usar de misericórdia para com o nosso próximo. Que o Senhor nos converta!
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Fonte: Canção Nova em 08/10/2018
HOMILIA DIÁRIA
Usemos de misericórdia para tratar as pessoas
“E Jesus perguntou: ‘Na tua opinião, qual dos três foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?’ Ele respondeu: ‘Aquele que usou de misericórdia para com ele’. Então, Jesus lhe disse: ‘Vai e faze a mesma coisa’.” (Lucas 10,35-37)
A pergunta essencial que o Mestre da Lei está fazendo a Jesus é justamente esta: primeiro, ele quer saber o que se deve fazer para ganhar a vida eterna – e a vida eterna é viver os mandamentos, o amor a Deus e ao próximo.
Aqui tem uma questão fundamental que Ele mesmo faz na sua justificação: “E quem é o meu próximo?”. Se temos de amar o nosso próximo, esta pergunta é, de fato, essencial :”Quem é o seu próximo?”. Talvez, você considere próximo aquelas pessoas com as quais você cria proximidade, aquelas pessoas com as quais você “se dá bem”, você gosta, aquelas pessoas pelas quais você nutre um amor e elas nutrem por você, mas o próximo tem um significado evangélico. Não é o próximo só de proximidade física, porque pode ser que o próximo esteja até muito distante fisicamente, mas é aquele de quem precisamos nos aproximar, porque ele é a presença de Deus para nós.
A parábola fantástica e linda, que Jesus nos conta e conhecemos como a “parábola do bom samaritano”, na verdade, também nos mostra o mau sacerdote, o mau levita; um homem e uma mulher maus que, muitas vezes, somos. Porque, todas as vezes que ignoramos o nosso próximo, nos tornamos um mau cristão, mau cidadão, um homem mau; todas as vezes que não nos aproximamos para cuidar do outro, não assumimos a nossa identidade cristã de amar o nosso próximo. Por isso, não se conforme de achar que você tem pessoas amigas, pessoas que você gosta, pessoas para as quais você faz festas, pessoas com as quais você sai e exalta isso como se fosse amor.
É de misericórdia que Deus usa e nos trata com ela a cada dia e, assim, estaremos mais próximos do Reino dos Céus
Sim, é o amor de amizade, amor filial, mas o amor evangélico é outro. O amor evangélico é o amor caritas, é o amor de cuidado; e eu não cuido só de quem eu considero próximo, mas quem, de fato, é o meu próximo. E a resposta é justamente esta: é aquele a quem uso de misericórdia.
Tem pessoas na nossa casa e na nossa família que precisamos usar de misericórdia, porque elas estão distantes, pois, por causa de desentendimentos, de brigas e falta de proximidade, estamos criando distância e precisamos usar de misericórdia para com as falhas, os erros dos outros, como Deus usa de misericórdia para conosco. Existem próximos que estão de uma forma muito distante de nós, estão caídos, largados, deixados de lado. Estão como esse homem que foi assaltado e levado tudo dele.
Como estão próximos de nós a pobreza, a miséria, o sofrimento, o desprezo humano e o quanto nos distanciamos disso porque queremos ignorar essas pessoas!
Para ser um bom samaritano ou um bom cristão de verdade não faça o bem só a quem você quer bem, faça o bem a quem está distante para que se torne próximo. Usemos de misericórdia para com os homens, porque é de misericórdia que Deus usa e nos trata com ela a cada dia e, assim, estaremos mais próximos do Reino dos Céus.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Fonte: Canção Nova em 05/10/2020
HOMILIA DIÁRIA
Encha o seu coração de compaixão e ajude ao próximo
“Mas um samaritano que estava viajando, chegou perto dele, viu e sentiu compaixão. Aproximou-se dele e fez curativos, derramando óleo e vinho nas feridas.” (Lucas 10,33-34)
Meus irmãos, neste Evangelho, conhecido como o “Evangelho do bom samaritano”, encontramos um mestre da Lei que quis pôr o Senhor em dificuldade, dizendo a Ele o que deveria fazer para herdar a vida eterna. E Jesus apresentou para ele os mandamentos.
O mestre da Lei disse: “Mas já tenho feito isso”, aliás, ele disse: “Quem é o meu próximo?”, porque Jesus falou do amor a Deus e do amor ao próximo, e aquele mestre da Lei retrucou: “Mas quem é o meu próximo?”, e Jesus contou a parábola do bom samaritano: um levita que passava por ali, mas passou adiante; um sacerdote que passava por ali, mas achou que estava morto e seguiu adiante, seguiu em frente; e um samaritano.
Então, Jesus devolveu a pergunta para o mestre da Lei: “Pois é, na tua opinião, qual dos três foi o próximo daquele homem?”, e ele teve de responder: “Aquele que usou de misericórdia”. E quem usou de misericórdia? O samaritano, aquele que era desprezado.
Meus irmãos, Jesus estava falando d’Ele mesmo. Ele foi desprezado, mas foi Ele quem parou para cuidar. Cuidou daquele homem, teve compaixão daquele homem. Aqueles que deveriam cuidar, eles não cuidaram; aquele que não tinha nada haver, que estava inclusive com um compromisso, estava viajando parou.
Peçamos ao Nosso Senhor a graça de ter um coração que se enche de compaixão
Meus irmãos, no nosso mundo que estamos vivendo — de tanta correria, de tantos compromissos, de tanto tempo que se quer ganhar, mas para se perder —, quanta gente se perde porque tem tempo e se perde no pecado.
Precisamos aprender com esse samaritano a ter compaixão, a parar. Você já parou para ver o seu filho, o seu marido? Já parou para estar um pouquinho com aquela pessoa que chora, com aquela pessoa que está desanimada, que está triste? Pare para estar um pouquinho com ele, com ela!
Aquela pessoa estava quase morta aqui, diz a parábola de Jesus. Quantos estão quase mortos e nós encontramos por aí — “Aquele aí já era, então, não vou perder tempo com aquela pessoa”, não é assim que a gente pensa? Já entregamos.
Aquele bom samaritano parou; teve compaixão; cuidou das feridas e, depois, arrumou um abrigo também para aquele homem se recuperar.
Meus irmãos, não tratemos os outros como objetos, não tratemos os outros como uma máquina quebrada, tratemos os outros como pessoas. Peçamos ao Nosso Senhor a graça de ter um coração que se enche de compaixão, que se envolve e que cuida.
Peçamos ao Bom samaritano, Jesus, que parou para nos fazer o bem, aprendamos com Ele a também parar e a olhar. Parar, olhar e cuidar dos nossos; não nos esqueçamos disso, Ele fez isso conosco. Façamos também uns com os outros.
Qual foi a resposta final do mestre da Lei? Quem foi o próximo? Aquele que usou de misericórdia. E Jesus disse: “Vá tu e faça o mesmo”; façamos a mesma coisa, sejamos misericórdia.
Abençoe-vos o Deus Todo-poderoso. Pai, Filho e Espírito Santo. Amém!
Padre Márcio Prado
Sacerdote da Comunidade Canção Nova.
Fonte: Canção Nova em 03/10/2022
Oração Final
Pai Santo, dá-nos força para vencer o egoísmo, o comodismo e a preguiça, para cuidarmos com zelo e carinho dos companheiros de peregrinação nesta vida, especialmente dos pobres e dos discriminados pelos homens. Pelo Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 08/10/2012
Oração Final
Pai Santo, ajuda-nos a vencer nosso egoísmo! Ensina-nos a generosidade, o desapego, o cuidado com os irmãos e a misericórdia, seguindo os passos do Cristo Jesus, Teu Filho e nosso Irmão que passou pelo mundo fazendo o Bem e anunciando que o Teu Reino está bem próximo: está dentro de nós!
Fonte: Arquidiocese BH em 06/10/2014
Oração Final
Pai Santo, não permitas que nos satisfaçamos com o simples cumprimento de itens prescritos na Lei Antiga. Faze-nos generosos e cheios de coragem para viver cada dia mais plenamente o Amor que nos foi ensinado pelo Cristo, teu Filho Unigênito que se fez humano em Jesus de Nazaré e contigo reina na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 03/10/2016
ORAÇÃO FINAL
Pai Santo, dá-nos força para vencer o egoísmo, o comodismo e a preguiça, para cuidarmos com zelo e carinho dos companheiros de peregrinação nesta vida, especialmente dos pobres e dos discriminados pelos homens. Pelo Cristo Jesus, teu Filho que se fez nosso Irmão e contigo reina na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 08/10/2018
ORAÇÃO FINAL
Pai amantíssimo, que nos deste o Cristo, o Filho Unigênito que se tornou nosso Irmão em Jesus de Nazaré, faze-nos seus discípulos para que, como Ele, anunciemos com o testemunho da nossa vida e com palavras inspiradas pelo Espírito a tua Misericórdia e o teu Amor de Pai que tem entranhas maternas. Pelo mesmo Jesus Cristo, que contigo vive e reina na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 05/10/2020


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