ANO A
Mt 19,16-22
Comentário do Evangelho
O que é preciso para entrar na vida eterna
Aquele que se dirige a Jesus, neste evangelho de Mateus, é um jovem. A vida eterna que tem em vista é aquela prometida na salvação futura. A resposta de Jesus limita-se ao "entrar na vida". Jesus apresenta os mandamentos a serem cumpridos. O jovem afirma que já os cumpre, mas sabe que ainda falta algo. Jesus já havia dito: "Se queres entrar na vida..." e agora diz: "Se queres ser perfeito...".
O entendimento do "ser perfeito" como sendo o empenho em conquistar virtudes morais elevadas ou em grandes êxtases espirituais resulta de uma compreensão tardia, já na perspectiva de uma religiosidade eclesial. Aqui se trata da plenitude do humano, ser o "homem" perfeito, à semelhança de Jesus, Filho de Deus.
Está em questão a opção entre os dois senhores: o dinheiro ou Deus. As observâncias religiosas podem ser um primeiro passo. O passo decisivo, a novidade do Reino, é a renúncia às riquezas e o seguimento de Jesus, onde o amor é levado à perfeição.
José Raimundo Oliva
Oração
Pai, quero estar sempre em comunhão contigo, pois só tu és Bom. Que eu possa, assim, conhecer a tua vontade e colocá-la em prática, pois este é o caminho da salvação.
Fonte: Paulinas em 20/08/2012
Comentário do Evangelho
Exigência própria do seguimento de Jesus Cristo.
A vida eterna é um dom de Deus (Jo 17,2-3) e, como tal, precisa ser recebida. O jovem anônimo apresenta a Jesus uma questão eminentemente religiosa. Na concepção dele é fazendo algo que se alcança a vida eterna. A pergunta pelo “algo” a ser feito recebe de Jesus uma resposta diferente da que o jovem esperava: Deus é Bom; Deus é a fonte de toda bondade. Se alguém pode fazer algo bom é porque Deus está na origem de todo verdadeiro bem. A vida eterna não é merecimento pelo cumprimento irrepreensível da Lei. A Lei é o caminho para a vida de liberdade (cf. Dt 30,15-16). A Lei é um meio, mas o cumprimento dos mandamentos não é suficiente para receber a vida eterna como dom. É preciso desapego, pois a vida eterna não se compra nem é objeto de barganha. A tristeza que se abateu sobre o jovem é o reconhecimento de seu apego aos bens. O texto não nos diz se no tempo posterior ele foi capaz de optar pela “perfeição”. Esse silêncio do texto oferece ao leitor a oportunidade de ele mesmo se colocar no lugar do jovem e responder à exigência própria do seguimento de Jesus Cristo. A vida autenticamente cristã depende dessa resposta e atitude.
Carlos Alberto Contieri, sj
Oração
Pai, quero estar sempre em comunhão contigo, pois só tu és Bom. Que eu possa, assim, conhecer a tua vontade e colocá-la em prática, pois este é o caminho da salvação.
Fonte: Paulinas em 18/08/2014
COMENTÁRIO DO EVANGELHO
O que devo fazer para obter a vida eterna
Os Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas são parecidos, mas não são iguais. É recomendável lê-los com atenção, observando as diferenças. Não têm erros nem contradições. Ao contrário, cada evangelista tem sua maneira de apresentar os mesmos acontecimentos e ordená-los de forma a dar-lhes um sentido particular ou a fazê-los despertar interrogações na mente do leitor. Um jovem pergunta a Jesus o que deve fazer de bom para ter a vida eternal.
Marcos e Lucas escrevem que alguém – uma pessoa de posição, diz Lucas – chamou Jesus de bom mestre e perguntou o que fazer para herdar a vida eterna. Em Marcos, a pergunta é “o que fazer de bom”. Jesus responde com outra pergunta e diz: “Por que me perguntas sobre o que é bom? Só um é bom”. O que é bom? Quem é bom? Só Deus é bom! Nós fazemos o que podemos, tentando observar os mandamentos. Isso o jovem sempre fez. Faltava-lhe pouca coisa para ser perfeito. Pouca coisa que exigia muita coisa. “Vai”, diz-lhe Jesus, “vende todas as coisas que você tem, dá o dinheiro aos pobres, e depois vem e segue-me”.
Cônego Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2024’, Paulinas.
Fontes: Catequisar e Comece o Dia Feliz em 19/08/2024
Vivendo a Palavra
Para seguir o Mestre é preciso que aliviemos nossa mochila, despojando-nos de qualquer apego a riquezas, ao poder e aos prazeres que oprimem o irmão. Devemos estar livres, leves, abertos ao outro e prontos para nos alegrar com a certeza de que o Reino do Pai não é uma utopia: ele já está em nós.
Fonte: Arquidiocese BH em 20/08/2012
VIVENDO A PALAVRA
Para seguir o Mestre é preciso que aliviemos nossa bagagem, despojando-nos de qualquer apego a riquezas, ao poder e aos prazeres que oprimem o irmão. Devemos estar livres e leves, abertos ao outro que está próximo de nós e prontos para nos alegrar com a certeza de que o Reino do Pai não é uma utopia: Ele já está dentro de nós.
Fonte: Arquidiocese BH em 20/08/2018
VIVENDO A PALAVRA
O desapego à riqueza é tarefa que desafia. A simpatia que nós naturalmente sentimos pela figura do jovem rico lembrado no texto, talvez revele a nossa semelhança com ele. Também nós somos tentados a servir a dois senhores: cumprindo apenas minimamente a letra de alguns Mandamentos que selecionamos, nós desejamos ter assegurada a posse da Vida Eterna. Nós não queremos e nem procuramos saber o que significa gratuidade.
Fonte: Arquidiocese BH em 17/08/2020
Reflexão
Deus nos ama com amor eterno e, por isso, quer relacionar-se conosco. A partir disso, devemos perceber qual é o verdadeiro sentido da religião. O que caracteriza o verdadeiro cristão não é a mera observância dos mandamentos, mas a busca da perfeição que está no seguimento de Jesus, portanto no relacionamento com ele. Porém, existem valores deste mundo que se tornam obstáculo para este relacionamento, como é o caso dos bens materiais, que impediram o jovem de buscar livremente a vida eterna e a perfeição, através da caridade e do seguimento de Jesus, embora observasse todos os mandamentos.
Fonte: CNBB em 20/08/2012 e 18/08/2014
Reflexão
Uma cena sem final feliz. Não deveria aquele homem estar satisfeito com a posse de muitos bens? Por vezes, a riqueza diminui nossa condição de enfrentar novos desafios e conquistar outros horizontes. Deixamos de crescer e nos contentamos com a vidinha monótona, asfixiante. Deixamos de voar e só enxergamos o pequeno círculo de amigos com os quais conversamos sobre os mesmos assuntos nos finais de semana. Nossos ouvidos permanecem surdos aos famintos que batem à nossa porta. Nossa dimensão espiritual permanece adormecida. O homem rico poderia beneficiar uma multidão de pessoas. A ele Jesus pedia, além do cumprimento dos dez mandamentos, que o seguisse. Seguimento que implicava despojamento dos bens materiais. A proposta de Jesus não o convenceu. A riqueza governava seu coração.
(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)
Fonte: Paulus em 20/08/2018
Reflexão
Uma cena sem final feliz. Não deveria aquele homem estar satisfeito com a posse de muitos bens? Por vezes, a riqueza diminui nossa condição de enfrentar novos desafios e conquistar outros horizontes. Deixamos de crescer e nos contentamos com a vidinha monótona, asfixiante. Deixamos de voar e só enxergamos o pequeno círculo de amigos com os quais conversamos sobre os mesmos assuntos nos finais de semana. Nossos ouvidos permanecem surdos aos famintos que batem à nossa porta. Nossa dimensão espiritual permanece adormecida. O homem rico poderia beneficiar uma multidão de pessoas. A ele Jesus pedia, além do cumprimento dos dez mandamentos, que o seguisse. Seguimento que implicava despojamento dos bens materiais. A proposta de Jesus não o convenceu. A riqueza governava seu coração.
Oração
Senhor Jesus, desafias o homem rico a dar um salto de qualidade, isto é, passar da mera observância dos mandamentos ao “caminho de perfeição” em vista do Reino de Deus. Livra-nos, Senhor, do apego aos bens terrenos, a fim de buscarmos a Deus e solidarizar-nos com os pobres. Amém.
(Dia a dia com o Evangelho 2020 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp (dias de semana) Pe. Nilo Luza, ssp (domingos e solenidades))
Fonte: Paulus em 17/08/2020
Reflexão
Conhecer os mandamentos é importante. Mas é necessário bem mais. O jovem que se aproxima de Jesus é alguém cumpridor dos preceitos, uma pessoa de coração bom e de boas intenções. Contudo, ainda apegado às coisas efêmeras. Ele pode ser o retrato da comunidade, que, embora bem intencionada, ainda não se deu conta de que o seguimento a Jesus implica radicalidade, isto é, os bens são importantes; porém, o Bem maior é Jesus mesmo. Ele é a nossa segurança. O pensamento de Santo Óscar Romero é ilustrativo nesse sentido: “Quantos hão que não dizem ser cristãos, porque não têm fé. Têm mais fé no seu dinheiro e em suas coisas do que no Deus que criou tudo”.
(Dia a dia com o Evangelho 2022)
Fonte: Paulus em 15/08/2022
Reflexão
Uma cena sem final feliz. Não deveria aquele homem estar satisfeito com a posse de muitos bens? Por vezes, a riqueza diminui nossa condição de enfrentar novos desafios e conquistar outros horizontes. Deixamos de crescer e nos contentamos com a vidinha monótona, asfixiante. Deixamos de voar e só enxergamos o pequeno círculo de amigos com os quais conversamos sobre os mesmos assuntos nos finais de semana. Nossos ouvidos permanecem surdos aos famintos que batem à nossa porta. Nossa dimensão espiritual permanece adormecida. O homem rico poderia beneficiar uma multidão de pessoas. A ele Jesus pedia, além do cumprimento dos Dez Mandamentos, que o seguisse. Seguimento que implicava despojamento dos bens materiais. A proposta de Jesus não o convenceu. A riqueza governava seu coração.
(Dia a dia com o Evangelho 2024)
Fonte: Paulus em 19/08/2024
Reflexão
«Que tenho que fazer de bom para ter a vida eterna?»
Rev. D. Óscar MAIXÉ i Altés
(Roma, Italia)
Hoje a Liturgia da Palavra coloca para nossa consideração a famosa passagem do jovem rico, aquele jovem que não soube responder diante do olhar de amor com o qual Cristo olhou para ele (cf. Mc 10,21). São João Paulo II lembra-nos que naquele jovem podemos reconhecer a todo homem que se aproxima de Cristo e lhe pergunta sobre o sentido de sua própria vida: «Mestre, que devo fazer de bom para ter a vida eterna?» (Mt 19,16). O Papa comenta que «o interlocutor de Jesus intui que há uma conexão entre o bem moral e o pleno cumprimento do próprio destino».
Hoje, há muitas pessoas que também fazem, no seu íntimo, esta pergunta! Se olharmos à nossa volta, talvez pensemos que são poucas as pessoas que veem algo a mais, ou que o homem do século XXI não precisa se fazer este tipo de pergunta, pois não encontrará respostas que lhe sirvam.
Jesus respondeu ao jovem: «Por que me perguntas sobre o que é bom? Um só é bom. Se queres entrar na vida, observa os mandamentos» (Mt 19,17). É legítimo perguntar-se sobre o sentido da vida, pois, hoje é necessário fazê-lo! O jovem lhe perguntou o que tem que fazer de bom para chegar à vida eterna, e Cristo respondeu-lhe que tem que ser bom.
Nos dias de hoje, para alguns ou para muitos? Tanto faz! Parece ser impossível? Ser bom?... Ou melhor, pode parecer até algo sem sentido: uma bobagem! Hoje, como há vinte séculos, Jesus Cristo segue nos lembrando que para entrar na vida eterna é necessário cumprir os mandamentos da Lei de Deus: não se trata do “ótimo”, mas de seguir o caminho necessário para que o homem se assemelhe a Deus e assim possa entrar na vida eterna de mãos dadas com seu Pai-Deus. Efetivamente, «Jesus mostra que os mandamentos não devem ser entendidos como um limite mínimo que não se deve ultrapassar, mas como uma vereda aberta para um caminho moral e espiritual de perfeição, cujo impulso interior é o amor» (São João Paulo II).
Pensamentos para o Evangelho de hoje
- «Se você não é senhor de si mesmo, mesmo que seja poderoso, sua senhoria me causa dor e riso» (São Josemaría)
- «Jesus apresenta que os mandamentos não devem ser entendidos como um limite mínimo que não há que sobrepassar, si não como uma senda aberta para um caminho moral e espiritual de perfeição, cujo impulso interior é o amor» (São João Paulo II)
- «”Mestre, que devo fazer de bom para ter a vida eterna?” Ao jovem que Lhe faz esta pergunta, Jesus responde, primeiro, invocando a necessidade de reconhecer a Deus como (...) o Bem por excelência (...). Depois, declara-lhe: “Se queres entrar na vida, observa os mandamentos” (...). Finalmente, Jesus resume estes mandamentos de modo positivo: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”» (Catecismo da Igreja Católica, n° 2052)
Fonte: Evangeli - Evangelho - Feria em 19/08/2024
Reflexão
O homem é a origem e o destino da atividade econômica
REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)
(Città del Vaticano, Vaticano)
Hoje, vendo a "paralisia" deste jovem rico —incapaz de responder ao chamado do amor— pensamos o sentido da atividade econômica e sua finalidade. Os bens materiais são "bens", mas não razão de fim, senão de meios: O autêntico desenvolvimento deve ser “integral”, deve promover a todos os homens e homem todo.
O desenvolvimento necessita ser antes que nada autêntico e integral: O primeiro capital que devemos resgatar e valorizar é o homem mesmo, a pessoa na sua integridade, pois o homem é o autor, o centro e o fim de toda a vida econômico social. As crises econômicas costumam ter uma raiz moral, o que nos obriga a rever nosso caminho: Nosso mundo necessita uma profunda renovação cultural e o redescobrimento de valores de fundo.
—O "subdesenvolvimento moral"—caraterizado por uma visão restringida e curta da pessoa e seu destino —entorpece o desenvolvimento autêntico: Os custos humanos são sempre também custos econômicos e, as disfunções econômicas comportam igualmente custos humanos.
Fonte: Evangeli - Evangelho Master - Feria em 19/08/2024
Recadinho
O que você faz para alcançar a vida eterna? - O jovem foi embora só pelo fato de ser muito rico? - O que faltou a ele naquele momento? - Em linhas gerais, o que fazer para conseguir a vida eterna? - O jovem seguia os mandamentos. O que além disso Jesus pede a ele?
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R
Fonte: a12 – Santuário Nacional em 18/08/2014
Meditação
“Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens... Depois, vem e segue-me.” O moço, de alto nível social, procura Jesus porque quer seguir a vida nova que Ele anuncia. Que lhe falta, se já cumpre os mandamentos? Jesus tem para ele um convite pessoal: se quer fazer tudo o que Deus espera dele pessoalmente, deve abrir mão de todos os seus bens, deixar sua posição social e seus privilégios, para tornar-se seu discípulo. O moço não teve coragem; ficou triste. Nós topamos a radicalidade do seguimento?
Oração
Pai santo, que convidais todos os fiéis à perfeição da caridade, e inspirais a muitos seguir mais de perto os passos do vosso Filho, concedei aos escolhidos para uma especial consagração a graça de viver de tal modo que sejam sinal visível de vosso reino para a Igreja e para o mundo. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ou, a ser rezado por um religioso sacerdote:
Olhai propício, Senhor, para a vossa família e fazei-a crescer sempre mais com novos filhos, para que possa levá-los à perfeição da caridade e trabalhar com eficácia pela salvação da humanidade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Fonte: a12 - Reze no Santuário - Deus Conosco em 19/08/2024
Comentário sobre o Evangelho
O jovem rico: A verdadeira riqueza não está nas possessões materiais, mas em seguir Jesus
Hoje o Evangelho nos apresenta o diálogo entre Jesus Cristo e o jovem rico. Em muitas ocasiões, este jovem somos nós mesmos. Por um lado, sentimos a ânsia de felicidade eterna. Pode ser “total” a felicidade se não tiver um horizonte de eternidade? Se minha felicidade vai se acabar dentro de uns anos, mesmo sejam bastantes anos, então… Por isso a aquele jovem se preocupa pela vida eterna.
—Por outro lado, é difícil “deixar ir”. Queremos ser eternos, mas amarrados aos bens terrenos. E, como se resolve esta “equação”? Vamos escutar o que diz Cristo!
Fonte: Family Evangeli - Feria em 19/08/2024
Meditando o evangelho
FALTA-TE ALGO!
O apego exagerado aos bens materiais é um terrível empecilho para o seguimento de Jesus. A dinâmica deste seguimento vai exigindo rupturas sempre mais radicais. Quem não está livre para fazê-las, ficará na metade do caminho.
Na piedade judaica tradicional, a observância dos mandamentos da Lei mosaica era o primeiro passo a ser dado pelo fiel. Muitos se contentavam com este primeiro passo. Outros, como era o caso de uma tendência do farisaísmo, reduzia a observância do Decálogo a pura exterioridade. Os mestres da Lei, por sua vez, detinham-se em interpretações minuciosas dos mandamentos, complicando ainda mais a observância deles.
O mero cumprimento dos mandamentos não é suficiente para tornar alguém discípulo do Reino e herdeiro da vida eterna.
Jesus desafiou um jovem a desfazer-se de tudo quanto possuía, distribuindo seus bens entre os pobres, para fazer-se discípulo do Reino e tornar-se herdeiro da vida eterna. O rapaz, que havia sido fiel em guardar os mandamentos, não se sentiu preparado para fazer o que lhe faltava. O apego aos seus bens impediu-o de aceitar a sugestão de Jesus. E foi-se embora todo perturbado! Quem talvez esperasse um elogio acabou desiludido por ter sido incapaz de optar pela liberdade radical.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Oração
Senhor Jesus, que eu não me apegue aos bens deste mundo, para ser livre de acolher tua sugestão: dar um passo mais e seguir-te como discípulo.
Fonte: Dom Total em 18/08/2014, 20/08/2018, 17/08/2020 e 15/08/2022
Oração
Ó Deus, preparastes para quem vos ama bens que nossos olhos não podem ver; acendei em nossos corações a chama da caridade para que, amando-vos em tudo e acima de tudo, corramos ao encontro das vossas promessas, que superem todo desejo. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Dom Total em 18/08/2014
HOMILIA DIÁRIA
Senhor, dai-me um coração desprendido de todas as riquezas do mundo
Postado por: homilia
agosto 20th, 2012
Neste texto, Jesus nos dá a grande lição de tudo oferecer aqui na Terra, para tudo receber no Céu. Ele é o “tudo receber” de Deus, Seu Pai. E, por amor aos homens, Se converteu no “tudo dar” para que os homens recebessem tudo de Deus. Assim se você, meu irmão, quer ter como herança a vida eterna, não tem outro caminho senão “ir, vender tudo o que tens e distribuí-lo aos pobres”.
O comportamento de Jesus e a Sua Palavra, as Suas ações e os Seus preceitos, constituem a regra moral da vida cristã. De fato, estas Suas ações e, particularmente, a Sua Paixão e morte na cruz, são a revelação viva do Seu amor pelo Pai e pelos homens. É precisamente este amor que Jesus pede que seja imitado por quantos O seguem.
Ao chamar o jovem para O seguir pelo caminho da perfeição, Jesus pede-lhe para ser perfeito no mandamento do amor, no ‘Seu’ mandamento: para inserir-se no movimento da Sua doação total, para imitar e reviver o próprio amor do Mestre ‘bom’, d’Aquele que amou ‘até ao fim’. É o que Jesus pede a cada homem que quer segui-Lo: “Se alguém quiser vir após Mim, renegue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me” (Mt 16,24).
Seguir a Cristo não é uma imitação exterior, já que atinge o homem na sua profunda interioridade. Ser discípulo de Jesus significa tornar-se conforme a Ele, que Se fez servo até ao dom de Si sobre a cruz. Pela fé, Cristo habita no coração do cristão (cf. Ef 3,17), e assim o discípulo é assimilado ao seu Senhor e configurado com Ele.
O moço, ouvindo essa palavra, saiu pesaroso, pois era possuidor de muitos bens. O moço foi obediente à sua vocação? Não. Antes se retirou triste e pesaroso, porque tinha apego à sua grande fortuna.
Infeliz, ele tapa os ouvidos à voz de Nosso Senhor, com o coração cheio de tristeza, porque a alegria só é possível quando há generosidade e desprendimento, quando há essa disponibilidade absoluta diante do querer de Deus que se manifesta em momentos bem precisos da nossa vida e, depois, na fidelidade ao longo dos dias e dos anos.
A tristeza deste jovem leva-nos a refletir. Podemos ser tentados a pensar que possuir muitas coisas, muitos bens deste mundo, pode fazer-nos felizes. No entanto, no caso do jovem do Evangelho, as riquezas se tornaram um obstáculo para aceitar o chamado de Jesus que o convidava a segui-Lo. Não estava disposto a dizer “sim” a Jesus e “não” a si mesmo, a dizer “sim” ao amor e “não” à fuga.
O amor verdadeiro é exigente. Porque foi Jesus – o próprio Jesus – quem disse: “Vós sereis meus amigos se fizerdes o que eu vos mando” (Jo 15,14). O amor exige esforço e compromisso pessoal para cumprir a vontade de Deus. Significa sacrifício e disciplina, mas significa também alegria e realização humana.
O jovem do Evangelho se afastou tristemente de Cristo Jesus, fonte da verdadeira alegria, para buscar a felicidade nos bens passageiros desta vida. Quanta ilusão!
Infeliz daquele que diz “não” ao Senhor do universo, que tapa os ouvidos ao Seu convite, que “franze a testa” perante a Sua Lei e que olha com indiferença para Aquele único Senhor que lhe pode dar a verdadeira alegria. Esse viverá em contínua frustração!
Seguir a Cristo de perto é o nosso ideal supremo. Não queremos retirar-nos da Sua presença como aquele jovem, com a alma impregnada de profunda tristeza por não termos sabido desprender-nos de uns bens de pouco valor, em comparação com a imensa riqueza de Jesus.
Que o Senhor nos ajude com a Sua graça para que, a cada momento, possa contar efetivamente conosco para o que queira. Livres de objeções e de laços que nos prendam.
Senhor, não tenho outro fim na vida a não ser buscar-vos, amar-vos e servir-vos. Dai-me um coração desprendido de todas as riquezas do mundo. Quero ser como Vós, o puro receber de Deus, para – por amor – tudo dar aos meus irmãos, a fim de que tenha como herança a vida eterna.
Padre Bantu Mendonça
Fonte: Canção Nova em 20/08/2012
HOMILIA DIÁRIA
Não despreze os mandamentos da Lei de Deus!
Não despreze os mandamentos da Lei de Deus, não despreze os mandamentos que aprendemos do coração de Deus.
“Se queres entrar na vida, observa os mandamentos” (Mateus 19, 17)
Um homem, uma pessoa, melhor dizendo: um jovem se aproxima hoje de Jesus e pergunta a Ele o que deve fazer de bom para possuir a vida eterna. Sabemos que, no desfecho final, esse jovem volta triste com a resposta de Jesus, porque ele era muito rico.
Deixe-me dizer uma coisa ao seu coração: para entrarmos na vida eterna ou para a vida eterna entrar em nós, Jesus nos coloca em dois caminhos essenciais, ou melhor ainda: as duas setas necessárias as quais não podemos ignorar. A primeira delas é: viver os mandamentos. Sabemos que viver os mandamentos da Lei de Deus não é uma coisa tão simples, mas como isso é necessário, como isso é importante, eles são a escada, são os degraus pelos quais precisamos subir para chegar até o coração de Deus!
Não despreze os mandamentos da Lei de Deus, não despreze os mandamentos que aprendemos do coração de Deus! É verdade que a sociedade em que vivemos não dá o devido valor e a importância que os mandamentos merecem ter. Muitos destes são até escarnecidos, desvalorizados e desprezados no mundo em que vivemos.
Já faz tempo que o domingo deixou de ser o Dia do Senhor para muitos; já faz muito tempo que honrar pai e mãe é uma coisa opcional. Na sociedade em que vivemos, o aborto e tantos outros valores que são atentados à vida estão em alta! E o que dizer do valor do matrimônio, da pureza, da castidade? Muitas vezes, até nós que somos de Deus desmerecemos ou não damos a devida importância a esses valores.
Mas se queremos entrar na vida e queremos viver a vida de Deus em nós, os mandamentos da Lei de Deus não podem ser desprezados por nós. Muito pelo contrário, devem ser valorizados, enaltecidos e, acima de tudo, devem ser cultivados e praticados onde vivemos e onde nós estamos.
Em segundo lugar, além de observarmos os mandamentos, também somos chamados por Jesus a viver o desapego, o despojamento, a não ter outro tesouro e outra riqueza maior do que Jesus. E é isso que entristece o coração daquele jovem e entristece o coração de muitos de nós; podemos até fazer todo o esforço para viver os mandamentos do Senhor, mas viver desapegados do que temos, ter que abrir mão dos valores materiais para sermos mais livres, no mundo em que vivemos, onde ter e possuir é o que manda no coração dos homens, muitas vezes, se torna difícil seguir Jesus e ter um coração livre, desapegado e despojado.
Hoje esse é o convite do Mestre a nós, e se queremos entrar na vida eterna, eis o caminho, eis a direção.
Deus abençoe você!
Fonte: https://homilia.cancaonova.com/pb/homilia/nao-despreze-os-mandamentos-da-lei-de-deus/?sDia=18&sMes=8&sAno=2014 (18/08/2014)
HOMILIA DIÁRIA
A nossa consciência nos mantém em sintonia com Deus
Não tenhamos uma consciência laxa, tenhamos uma consciência reta e direcionada para Deus
“Se queres entrar na vida, observa os mandamentos. O homem perguntou: Quais mandamentos?” (Mateus 19,17)
Um homem aproximou-se de Jesus perguntando: “Bom Mestre, o que devo fazer para possuir a vida eterna?”. Jesus respondeu: “Se queres entrar na vida, observa os mandamentos”. Os mandamentos nos dão a graça de vivermos a vida de Deus em nós.
Não negligenciemos os mandamentos da Lei de Deus, pois se o Reino de Deus não se estabelece no meio de nós é porque, entre nós, os mandamentos são negligenciados e desrespeitados. Muitas vezes, nos esquecemos de um ou de outro e até relaxamos, por isso, precisamos ter sempre um referencial para o exame de consciência.
A nossa consciência nos mantém em sintonia com Deus. Não tenhamos uma consciência laxa (relaxada), tenhamos uma consciência reta e direcionada para Deus. Tendo uma consciência reta e direcionada para Deus, observemos e guardemos os mandamentos. É como se ela fosse um espelho, onde olhamos a nossa própria vida e vemos se temos observado e guardado os mandamentos; nela “olhamos” como caminha a nossa vida.
Não encontramos caminho melhor para examinar a nossa vida, a nossa conduta, para nos portarmos no mundo do que o caminho dos mandamentos do Senhor, Nosso Deus!
Observemos os mandamentos e estaremos no caminho da vida.
Se queremos ser perfeitos e viver a intensidade do Reino de Deus no meio de nós, falta-nos apenas uma coisa: o desprendimento. Quando somos apegados em demasia ao que temos; quando não somos solícitos com os mais pobres e necessitados: não buscamos a perfeição da graça.
A perfeição da graça são duas coisas importantes: o desprendimento do que temos e o cuidado com os mais pobres e necessitados. Se, assim fizermos, estaremos nos aperfeiçoando e a graça de Deus crescerá em nós.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Fonte: Canção Nova em 20/08/2018
HOMILIA DIÁRIA
Os Mandamentos são critérios objetivos para a nossa vida
“Mestre, que devo fazer de bom para possuir a vida eterna? Se queres entrar na vida, observa os mandamentos’.” (Mateus 19,16-17)
O caminho é esse e não há outro: se quisermos entrar na vida e na vida em Deus, que é vida eterna e sem fim, devemos observar os Mandamentos.
Sei que muitas pessoas temem morrer. “Para onde vou?” Para onde vou é o caminho que estou seguindo, e o caminho da vida é esse. É o Mestre Jesus quem está nos ensinando.
Essa pessoa inquieta que se aproxima do Senhor para d’Ele questionar: qual é o caminho da vida eterna? Não há outro caminho e não há outros caminhos. O que há é desvio de rota, de caminho, e não podemos nos desviar. O caminho da graça e da salvação são os Mandamentos da Lei do Senhor Nosso Deus.
Não podemos pensar num patamar mais profundo de vida se não fizermos o básico nem o essencial, porque para essa pessoa Jesus vai ensinar o caminho de perfeição, que é o desapego, que é viver inteiramente o coração voltado para Deus.
Como vamos viver o desapego e a renúncia, como vamos viver uma vida mais íntima com Deus se não fizermos o essencial?
A base e o alicerce são os Mandamentos da Lei do Senhor nosso Deus
Vivemos numa sociedade onde os Mandamentos da Lei de Deus são desprezados, são colocados de lado, onde muita coisa não tem importância, onde um relativismo toma conta dos sentimentos e pensamentos, de modo que fazemos aquilo que nos é conveniente, aquilo que achamos certo e está de acordo com o que pensamos.
Os Mandamentos da Lei de Deus são critérios objetivos para a nossa vida, nunca devem ser esquecidos, desprezados nem relativizados. Inclusive, em nossas casas e em nossa família, precisamos reforçar a catequese, a formação e o ensinamento dos Mandamentos.
Pais devem, a cada dia, revisar com seus filhos; marido e mulher devem juntos se olhar no espelho para verem a prática dos Mandamento na vida. Inclusive, o referencial de uma boa confissão, de uma boa revisão de vida a cada dia, daquele exame de consciência que temos que fazer antes de dormir é olhar o espelho dos Mandamentos e não desprezar nenhum deles. Desde o primeiro “Amar a Deus sobre todas as coisas”, que é muito difícil, porque temos muitas coisas a quem nos amamos, nos apegamos, de modo que nem sempre Deus é o primeiro na escala de valores da nossa vida, até o último de “Não cobiçar o que não nos pertence e o que não é nosso”.
Olhemos, a cada dia, para os Mandamentos. Se quisermos subir uma escada maior no grau da perfeição, não podemos nos esquecer da base nem do alicerce. A base e o alicerce são os Mandamentos da Lei do Senhor nosso Deus.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Fonte: Canção Nova em 17/08/2020
HOMILIA DIÁRIA
Viva completamente na vontade do Senhor
Alguém aproximou-se de Jesus e disse: “Mestre, o que devo fazer de bom para possuir a vida eterna?”. Jesus respondeu: “Por que tu me perguntas sobre o que é bom? Um só é o Bom. Se tu queres entrar na vida, observa os mandamentos”. (Mateus 19,16-17)
Meus irmãos, este Evangelho que, aqui no Evangelho de Mateus, apresenta alguém que foi até Jesus. Aqui, também é conhecido como “o jovem rico” que foi até o Senhor. E olha só que interessante a pergunta que ele fez: “O que eu devo fazer de bom para entrar na vida eterna?”.
Meus irmãos, este questionamento talvez seja o meu e talvez seja o seu. “Mas o que eu tenho que fazer para conseguir um bom trabalho, para conseguir um bom emprego?” Muitos já sabem: preciso estudar, preciso me esforçar. Para cuidar da minha saúde, preciso observar a alimentação, preciso ir ao médico. Para ganhar o campeonato, preciso fazer exercício físico, preciso treinar. Mas e para entrar na vida eterna? O que é necessário fazer?
Meus irmãos, primeiro, o Céu é graça, é graça de Deus! Quem merece o Céu? Ninguém! O Céu é graça de Deus. “E o que devo fazer?” Calma! Não é questão de fazer, é questão de ser, ser de Deus, viver na vontade d’Ele. E Jesus apresentou então os mandamentos para aquele homem, para aquele jovem. E ele, ousadamente, disse que já vivia tudo. E o que era necessário ainda? Jesus apresentou o que era necessário ainda. Era necessário deixar, era necessário abandonar certas coisas. Se ele queria ainda ser perfeito, ele deveria se desapegar dos bens materiais. Ah! Aí aquele homem, aquele jovem foi embora triste, porque ele era apegado a muitos bens.
Busquemos fazer a vontade de Deus. Ser d’Ele e ser desapegado das coisas do mundo
Interessante, não é? “Eu já vivo tudo!”, mas, depois, ele viu que não vivia ainda tudo. Meus irmãos, que na nossa caminhada seja sempre assim: “Eu ainda não estou vivendo completamente na vontade do Senhor!”.
Que eu seja, que você seja sempre insatisfeito. Preciso estar na vontade de Deus, preciso viver a vontade de Deus, preciso viver a Palavra de Deus, preciso fazer a vontade do Senhor. Não é questão de fazer, é questão de ser. Seja de Deus, sejamos de Deus e sejamos desapegados.
Não dá para entrar com muita coisa, com muitos bens no Reino dos Céus, porque a porta é estreita, já ensinava Jesus no Evangelho. A porta é estreita. É preciso ser desapegado. Em que ainda estamos apegados? Em quem ainda estamos apegados? Somente Deus, o nosso apego deve ser somente a Deus.
Para entrar no Reino é preciso ser desapegado, e é preciso ser d’Ele, simplesmente isso, e dificilmente isso. Mas é o desafio, sejamos insatisfeitos com aquilo que estamos vivendo, busquemos sempre fazer a vontade de Deus. Ser d’Ele e ser desapegado das coisas do mundo.
Abençoe-vos o Deus Todo-poderoso. Pai, Filho e Espírito Santo. Amém!
Padre Márcio Prado
Sacerdote da Comunidade Canção Nova.
Fonte: Canção Nova em 15/08/2022
HOMILIA DIÁRIA
A pergunta de Jesus ao jovem rico e o chamado à vocação cristã
“Naquele tempo, alguém aproximou-se de Jesus e disse: “Mestre, que devo fazer de bom para possuir a vida eterna?”. Jesus respondeu: “Por que me perguntas sobre o que é bom? Um só é o bom. Se queres entrar na vida, observa os mandamentos”. O jovem disse a Jesus: “Tenho observado todas essas coisas. Que ainda me falta?” Jesus respondeu: “Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me.” Quando ouviu isso, o jovem foi embora cheio de tristeza porque era muito rico.” (Mt 19, 16-22)
Nós estamos diante de uma interpelação de Jesus a este jovem que se aproximou d’Ele já vivendo os Mandamentos. Mas o convite de Jesus é para uma vida de total dedicação, de total doação, desprendimento e desapego. O Evangelho diz que este jovem voltou para a casa triste, entristecido, porque possuía muitos bens. Então, ele voltou com a consciência cheia, sendo interpelado entre seguir esta vida de entrega total e total dedicação a Jesus, simbolizada aqui pelo convite: “Tu vem e segue-me” ou o desejo de permanecer nas suas próprias coisas, ainda que vivendo os mandamentos.
A tristeza do jovem rico é sinal de apego aos bens materiais
Ele já fazia o básico para a salvação, mas o convite de Jesus para ele foi de uma entrega total. Jesus faz convites e chamados para nossa vida. Que tipo de chamado Jesus fez para você? Jesus o convida a uma vida de vivência dos mandamentos ou você percebe que há um convite a uma doação total, a uma doação de vida, a uma entrega em vocação? Como foi o convite lançado a este jovem que foi colocado em crise? Nós não sabemos o desfecho posterior dessa crise, porém sabemos que ele termina entristecido.
Que também fique o convite para a reflexão das palavras lançadas por Deus sobre você ao final desta homilia. Assim disse Jesus ao jovem: “Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me”.
Sobre você desça a bênção do Deus Todo-poderoso: Pai, Filho e Espírito Santo. Amém!
Padre Edson Oliveira
Padre Edson Oliveira é brasileiro, membro da Associação Internacional Privada de Fiéis – Comunidade Canção Nova no modo de compromisso do Núcleo.
Fonte: Canção Nova em 19/08/2024
Oração Final
Pai Santo, nós rendemos graças pelos dons e bens que nos emprestas. Dá-nos, Pai Amado, inteligência e coragem para desenvolver os dons, aumentar os bens, e total desapego para colocá-los todos a serviço dos companheiros peregrinos. Por Jesus, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 20/08/2012
ORAÇÃO FINAL
Pai Santo, nós Te agradecemos pelos dons e bens que nos emprestas. Dá-nos, Pai Amado, inteligência e coragem para desenvolver esses dons, aumentar os bens e mais, total desapego para colocá-los todos – dons e bens – a serviço dos companheiros peregrinos. Por Jesus, teu Filho que se fez nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 20/08/2018
ORAÇÃO FINAL
Pai amado, faze-nos compreender a lição que Jesus veio nos ensinar: a partilha generosa entre os irmãos dos bens que nos emprestas; o cuidado com os que estão próximos a nós – de maneira particular os pobres e marginalizados; a cordialidade; a fraternidade e a compaixão. Por Jesus, o Cristo teu Filho que se fez nosso Irmão e contigo reina na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 17/08/2020


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