sábado, 9 de janeiro de 2016

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA DE 09/01/2016

ANO C


Jo 3,22-30

Comentário do Evangelho

Jesus inicia sua ação missionária

O texto é a sequência da catequese batismal, construída no diálogo de Jesus com Nicodemos (Jo 3,1-21). É provável que o leitor do evangelho se surpreenda com a notícia de que Jesus batizava, visto que é a primeira e única vez que é informado dessa atividade de Jesus. No entanto, o próprio evangelho de João fará, mais adiante, uma correctio, dizendo que, na verdade, eram os discípulos de Jesus quem batizavam, e não Jesus, e que batizavam mais que João Batista (cf. Jo 4,1-2). À primeira vista, parece uma competição entre dois grupos que reivindicam certa preeminência. Provavelmente, os discípulos de João Batista não estavam convencidos de que ele não fosse o Messias. Seja como for, o texto cumpre uma dupla função: dirimir um equívoco e afirmar e esclarecer o específico da missão de João Batista e de Jesus. João Batista é o precursor, Jesus é o Cristo. Mais, a atividade de Jesus e seus discípulos não desperta em João Batista, como parece ser o caso de seus discípulos, nenhum tipo de ciúme, mas a presença de Cristo, o “noivo”, dá a João a alegria de ver a promessa realizada.
Carlos Alberto Contieri, sj
ORAÇÃO
Pai, faze-me consciente do papel que me compete no serviço ao Reino, e leva-me a estar todo voltado para ti e para teu Filho Jesus, a quem o Reino pertence.
FONTE: Paulinas em 2014

Vivendo a Palavra

O Evangelho propõe para nossa reflexão a figura extraordinária de João Batista. O Precursor tinha a grandeza d’alma para abrir mão de seu prestígio pessoal e indicar o Cordeiro de Deus, aquele de quem ele se julgava indigno de desatar a correia da sandália. Exemplo para ser seguido pela Igreja e todos nós!
http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/pg05.php

Reflexão

A missão de Jesus não significa uma oposição ou uma concorrência com a missão de João Batista, antes a sua continuidade e o seu complemento. Assim é que devemos compreender a Igreja de hoje como uma Igreja Ministerial, na qual os diferentes ministérios não significam uma oposição entre si ou uma concorrência entre eles, relevando uma hierarquia entre os diferentes ministérios da Igreja, mas sim uma continuidade da missão do próprio Cristo e como realidades que se complementam na única e permanente missão da Igreja que é a evangelização, e isso só é possível quando buscamos criar uma verdadeira comunhão dentro da Igreja, como havia entre Jesus e João Batista.
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Recadinho


Até quando teremos em comunidades de Igreja disputa por poder, honra, louvor?... - Onde fica a expressão de Jesus: “É necessário que eu diminua?! - Peço sempre a Deus que me faça humilde? - Quem de nós aceita diminuir-se para que o próximo cresça?! - O problema é sempre o mesmo: queremos sempre os primeiros lugares para nós! Não existe esse risco?
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R
FONTE: a12 em 2014

Meditando o Evangelho

A CONSCIÊNCIA DO PRECURSOR

O Evangelho refere-se a João Batista como uma testemunha qualificada do Messias, enviada para precedê-lo. O Precursor chega a ser apresentado como a testemunha por excelência, para que, na qualidade de “testemunha da luz, todos pudessem crer por meio dele”.
Seu comportamento modelar revelava-se na recusa de usurpar algo que não lhe pertencia. Manteve-se isento de qualquer ciúme ou inveja, quando Jesus deu inicio ao seu ministério. E a quem confundia os papéis de ambos, João declarava, sem titubear: “Eu não sou o Messias”. Sua consciência lúcida impedia-o de passar por aquilo que não era. Seu papel era comparável ao do amigo escolhido para acompanhar o noivo, por ocasião da festa de casamento. Existe alegria maior para o amigo do noivo, quando o vê chegar, entre vivas e aclamações? Seria mesquinho se pretendesse ver as atenções voltarem-se para ele, e não para o noivo!
Sendo assim, João Batista só tinha motivos para se alegrar. Já tinha concluído a sua missão. Importava, agora, que o Messias crescesse e ele diminuísse, sem qualquer espécie de ciúme.
Enganar-se-ia quem perdesse a chance de se tornar discípulo do Messias, para apegar-se a uma luz efêmera, quando já havia despontado a verdadeira “luz do mundo”. Por conseguinte, os discípulos de João foram instados a tomar uma decisão..
Oração
Pai, faze-me consciente do papel que me compete no serviço ao Reino, e leva-me a estar todo voltado para ti e para teu Filho Jesus, a quem o Reino pertence.
http://www.domtotal.com/religiao/meudiacomdeus.php?data=2016-1-9

REFLEXÕES DE HOJE

09 DE JANEIRO-SÁBADO

http://liturgiadiariacomentada2.blogspot.com.br/

Liturgia comentada

E eu, diminuir... (Jo 3, 22-30)
Admirável o exemplo de João Batista diante da crise de ciúme de seus discípulos! Ele conhece seus limites: “Eu não sou o Messias!” O Batizador sabe muito bem que sua missão se extingue ao apontar para o Cordeiro de Deus. Convém, agora, que apenas Jesus seja conhecido, amado e seguido. Quanto a ele, João, cabe “diminuir”: ser preso e decapitado. Missão cumprida!
Em nossas comunidades e no trabalho da evangelização em geral, um dos “demônios” que nos rodeiam é o demônio do messianismo. Ser o salvador da pátria! Comentando este tema, eis o que escreve Segundo Galilea: “O demônio do messianismo induz o apóstolo a constituir-se no centro de toda atividade pastoral em que está engajado. É uma tentação que vai penetrando sutilmente sua vida, até levá-lo a sentir-se indispensável em tudo. O messianismo constitui basicamente uma atitude deficiente em relação a Deus: eu sou o “piloto” e o Senhor é o “co-piloto” ajudante.”
“Quem cai nesta tentação – comenta Galilea -, não é que deixe de levar Deus em conta, de rezar e de recorrer a ele diante dos problemas, mas o faz para que Deus simplesmente o ajude no apostolado que ele próprio dirige e planeja. Em última análise, busca-se incorporar o Senhor em nosso trabalho, e não incorporar-nos no trabalho de Deus, que é o específico do apostolado: Deus é que é o “piloto”, e eu sou o “co-piloto” ajudante.”
O líder messiânico concentra tudo em suas mãos e não delega tarefas: só ele tem a receita mágica da evangelização. Com isso, não permite que os outros cresçam. Pior ainda: quando ele faltar ou se cansar, a obra fica interrompida, pois ninguém foi preparado para o substituir.
Diz mais Segundo Galilea: “O verdadeiro apostolado que constrói o Reino de Deus a partir da Igreja, ali onde ela ainda não está, contribui sempre para fazer desabrochar a própria Igreja: seus evangelizadores e comunidades. Também se aprende a ser cristão aprendendo a evangelizar, e isso não é possível sem realmente assumir responsabilidades. Um apóstolo maduro revela, entre outras coisas, que alguém confiou nele.”
Meu trabalho na Igreja aponta para Jesus? Ou ainda quero estar no centro das atenções?
Orai sem cessar: “Purifica-me, Senhor, do meu pecado!” (Sl 51, 4)
Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança
santini@novaalianca.com.br
FONTE: nsrainha em 2014

HOMILIA

É PRECISO QUE EU DIMINUA E ELE CRESÇA

João Batista afirmava sua satisfação por Jesus ter se manifestado e afirmava: é necessário que Ele cresça e eu diminua. Através destes relatos percebemos que João Batista não apenas tinha sido escolhido para anunciar a vinda de Jesus, onde o Reino de Deus seria estabelecido, como também ele verdadeiramente cria e fazia-se notória sua posição referente ao novo tempo de Deus que estava para vir sobre a terra por intermédio de Jesus.
Algum tempo depois, João Batista foi preso (Lc 3:20) e uma mudança repentina aconteceu em relação a sua convicção de que Jesus era o Filho de Deus. Percebemos isto pois “quando João ouviu, no cárcere, falar das obras de Cristo, mandou por seus discípulos perguntar-lhe: És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro? Alguma coisa que João Batista ouviu sobre as obras de Jesus causou-lhe dúvidas em seu coração com respeito a verdadeira identidade de Jesus.
Depois dos discípulos de João terem ido até Jesus com este questionamento, Jesus falou sobre esta questão dizendo: “Pois veio João, que não comia nem bebia, e dizem: Tem demônio! Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizem: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores! Mas a sabedoria é justificada por suas obras.” (Mt 11:18-19)
João Batista veio com uma mensagem forte de arrependimento e separação deste mundo, enquanto Jesus se misturou com o povo e vivia com pecadores anunciando e manifestando o evangelho do Reino. João Batista tinha um padrão mental de comportamento que colidiu frontalmente com aquilo que Jesus fazia. Sem dúvida nenhuma, quando João Batista ouviu sobre como Jesus vivia, isto lhe causou um desconforto e gerou-lhe dúvidas no coração uma vez que a forma de Jesus atuar era completamente diferente do padrão de João Batista.
Apesar de João Batista crer firmemente e anunciar a vinda de Jesus, ele não conseguiu entender o novo paradigma que Jesus havia estabelecido e chegou a duvidar que Jesus era o Filho de Deus. Foi ele quem anunciou Jesus, mas praticamente não participou deste novo tempo, pois não conseguiu se alinhar com aqueles novos conceitos trazidos por Jesus.
Quantos estão esperando ansiosamente por este novo tempo que está por vir, mas não o experimentarão, porque será muito diferente daquilo que estão vivendo hoje e não conseguirão transicionar para as coisas desta nova unção. O tempo chegará e eles não experimentarão. Quem não estiver disposto a mudar e entrar num modelo completamente bíblico, deixando de lado tradições e costumes religiosos e eclesiásticos, imaginando que não é necessário mudar para experimentar o grande avivamento dos últimos tempos, verá ele acontecer ao seu redor, mas não participará dele.
Os seguidores do Precursor, que ficaram fora da comunidade cristã, consideravam-no como a luz, mais do que como lâmpada, ou verdadeiramente como o Messias; criavam disputas sobre os ritos de purificação, perguntando-se qual seria o mais eficaz para retirar os pecados, ao ponto de lamentar-se pelos sucessos obtidos por Jesus. As afirmações de João Batista a respeito de si mesmo e nos confrontos com Cristo são, por um lado, o reflexo desse clima de tensão e, por outro, a reafirmação do juízo que o movimento batista deveria fazer sobre as relações entre os dois mestres.
Para o quarto evangelista, João não é o último dos profetas, o Precursor ou Elias, mas a testemunha que fala, mais do que grita, porque viu. Ele revela a natureza e a dignidade de Jesus, que gosta de fazer-se conhecer através daqueles que o experimentaram. Assim transfigurado, João Batista passa a fazer parte dos testemunhos que defendem Jesus contra o mundo, como o Pai, a Escritura, as obras, o Espírito. Ele testemunha no sentido messiânico da própria pessoa e do batismo que confere. E o faz diante da autoridade de Jerusalém e de um grupo mais consistente, representante do povo de Israel: diante destes reconhece o Messias que recebe a plenitude do Espírito e leva dois discípulos a segui-lo. A afirmação sobre si mesmo em três respostas cada vez mais breves e incisivas é, na realidade, uma afirmação sobre Cristo. João não é o Messias, não é Elias, que uma tradição popular mantinha ainda vivo, pronto para aparecer no momento oportuno, não é o grande profeta de quem falara Moisés (Deuteronômio 18,18). Ele é simplesmente a voz que foi enviada para preparar os corações para a vinda de Jesus, em relação ao verdadeiro Messias ainda oculto ele é como um servo.
Lembra-te sempre que a Humildade e simplicidade são o segredo da felicidade! Pois para João Batista à medida que Jesus Crescia e sua fama se espalhava por todos os lugares, deu-se conta de que sua missão estava sendo cumprida e era fundamental ir cedendo lugar ao esposo: Assim também o que está acontecendo com Jesus me faz ficar completamente alegre que Ele cresça e eu diminua. Aprendamos com ele a virtude da humildade e da simplicidade para que sejamos felizes.
Pai, faze-me consciente do papel que me compete no serviço ao Reino, e leva-me a estar todo voltado para ti e para teu Filho Jesus, a quem o Reino pertence.
Fonte Homilia: Padre Bantu Mendonça Katchipwi Sayla
FONTE: liturgia da palavra em 2014

HOMILIA DIÁRIA

Deus nos ajuda a combater o pecado

O pecado não é maior que a graça de Deus em nosso coração. Precisamos saber que aquele que nasceu do Senhor luta para vencer o pecado

“Sabemos que todo aquele que nasceu de Deus não peca. Aquele que é gerado por Deus o guarda, e o Maligno não o pode atingir.” (1Jo 5, 18)

Você pode dizer: “Quem nessa vida não peca? Quem não erra?”. Todos temos nossas fraquezas e limites, temos o nosso “calcanhar de aquiles”, aquelas fraquezas congênitas que, muitas vezes, queremos nos livrar e não conseguimos.
A fraqueza, por si, não é pecado. Temos desejos e anseios, inclinações negativas dentro de nós, e isso não é pecado. Às vezes, algumas pessoas me dizem: “Nossa, eu sonho com tantas coisas ruins, tanta coisa pecaminosa!”, mas os sonhos não são pecados.
O pecado é tudo aquilo que tem consentimento da vontade, é aquilo que fazemos querendo. Há coisas que não queremos fazer e não fazemos; há coisas que, muitas vezes, não queremos fazer, mas fazemos. O pecado consiste em fazer o que queremos e também o que não queremos, é uma luta interior que se trava dentro de nós.
É importante vencer o “querer”, disciplinar a vontade para não pecarmos, para não fazermos o que é errado. É Deus quem nos ajuda, quem toma conta de nós, é Ele quem vai nos direcionando e tirando aquele gosto de fazermos o que não convêm.
A ação de Deus em nós acontece quando decidimos não querer mais pecar. Não adianta dizer: “Ah, eu sou fraco! Eu tento, mas não consigo!”. Nós conseguimos sim, porque maior é o amor de Deus por nós, maior é a força da graça divina em nós, mas é preciso nos submetermos à vontade, para que possamos vencer e sair vitoriosos no combate contra o pecado.
Às vezes, as pessoas tem um temperamento difícil ou uma raiva incontrolável. Se você quiser controlar sua raiva, não vai parar de sentir vontade de ter raiva, mas a sua vontade pode ficar sob o domínio de Deus. Quantas pessoas não conseguiam vencer isso ou aquilo e submeteram-se ao poder de Deus e conseguiram!
Não podemos dizer que o pecado é maior que a graça de Deus em nosso coração; precisamos saber que aquele que nasceu de Deus luta para vencer o pecado na vida, aquele que é gerado por Deus, mesmo quando cai, quando tem fraquezas, Deus o guarda do maligno.
Não se conforme com o pecado, por maior que sejam suas fraquezas e limites, o problema maior não está em pecar, a desgraça maior para a nossa alma é transformar o pecado em coisa normal, é dizer: “Eu sou assim mesmo! Não tenho mais jeito! Eu nasci assim, vou morrer assim!”.
Aquele que nasceu de Deus morre santificado, morre lutando, combatendo e não se conformando com nenhum pecado, com nada errado. Deus está conosco em toda luta contra o mal!
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.

http://liturgia.cancaonova.com/liturgia/sabado-depois-da-epifania-09012016/

Oração Final
Pai Santo, ensina-nos a verdadeira humildade, aquela que foi exercida pelo Precursor, João Batista. Ele tinha consciência de sua missão e seu poder, mas sabia que a origem de uma e outro não estava no seu ego, mas eram dons de Deus, Pai do Cristo que se fez carne em Jesus de Nazaré. Pelo mesmo Cristo Jesus, na unidade do Espírito Santo.
http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/pg06.php

LITURGIA DIÁRIA - 09/01/2016


Tema do Dia

«É preciso que Ele cresça e eu diminua.»

Terminamos o passeio que fizemos pela Primeira Carta de João. O conteúdo da Mensagem fala de Luz, Justiça e, sobretudo, de Amor: Deus é Amor!. O texto de hoje é uma espécie de apêndice, em que ao final, o apóstolo adverte sobre o perigo dos ídolos.
http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/

Oração para antes de ler a Bíblia


Meu Senhor e meu Pai! Envia teu Santo Espírito para que eu compreenda e acolha tua Santa Palavra! Que eu te conheça e te faça conhecer, te ame e te faça amar, te sirva e te faça servir, te louve e te faça louvar por todas as criaturas. Fazei, ó Pai, que pela leitura da Palavra os pecadores se convertam, os justos perseverem na graça e todos consigam avida eterna. Amém.

SÁBADO DEPOIS DA EPIFANIA Natal
Cor: Branco


Primeira Leitura (1Jo 5,14-21)
Sábado depois da Epifania - 09/01/2016

Leitura da Primeira Carta de São João.

Caríssimos, 14esta é a confiança que temos no filho de Deus: se lhe pedimos alguma coisa de acordo com a sua vontade, ele nos ouve. 15E se sabemos que ele nos ouve em tudo o que lhe pedimos, sabemos que possuímos o que havíamos pedido.
16Se alguém vê seu irmão cometer um pecado que não conduz à morte, que ele reze, e Deus lhe dará a vida; isto, se, de fato, o pecado cometido não conduz à morte. Existe um pecado que conduz à morte, mas não é a respeito deste que eu digo que se deve rezar.
17Toda iniquidade é pecado, mas existe pecado que não conduz à morte. 18Sabemos que todo aquele que nasceu de Deus não peca. Aquele que é gerado por Deus o guarda, e o Maligno não o pode atingir.
19Nós sabemos que somos de Deus, ao passo que o mundo inteiro está sob o poder do Maligno. 20Nós sabemos que veio o Filho de Deus e nos deu inteligência para conhecermos aquele que é o Verdadeiro. E nós estamos com o Verdadeiro, no seu Filho Jesus Cristo. Este é o Deus verdadeiro e a Vida eterna. 21Filhinhos, guardai-vos dos ídolos.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.


Responsório (Sl 149)
Sábado depois da Epifania - 09/01/2016

— O Senhor ama seu povo, de verdade.
— O Senhor ama seu povo, de verdade.

— Cantai ao Senhor Deus um canto novo, e o seu louvor na assembleia dos fiéis! Alegre-se Israel em quem o fez, e Sião se rejubile no seu Rei!
— Com danças glorifiquem o seu nome, toquem harpa e tambor em sua honra! Porque, de fato, o Senhor ama seu povo e coroa com vitória os seus humildes.
— Exultem os fiéis por sua glória, e cantando se levantem de seus leitos, com louvores do Senhor em sua boca. Eis a glória para todos os seus santos.


Evangelho (Jo 3,22-30)
Sábado depois da Epifania - 09/01/2016
Ouça: 


Jesus e João Batista

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 22Jesus foi com seus discípulos para a região da Judeia. Permaneceu aí com eles e batizava. 23Também João estava batizando, em Enon, perto de Salim, onde havia muita água. Aí chegavam as pessoas e eram batizadas.
24João ainda não tinha sido posto no cárcere. 25Alguns discípulos de João estavam discutindo com um judeu a respeito da purificação. 26Foram a João e disseram: “Rabi, aquele que estava contigo além do Jordão e do qual tu deste testemunho, agora está batizando e todos vão a ele”.
27João respondeu: “Ninguém pode receber alguma coisa, se não lhe for dada do céu. 28Vós mesmos sois testemunhas daquilo que eu disse: ‘Eu não sou o Messias, mas fui enviado na frente dele’. 29É o noivo que recebe a noiva, mas o amigo, que está presente e o escuta, enche-se de alegria ao ouvir a voz do noivo. Esta é a minha alegria, e ela é completa. 30É necessário que ele cresça e eu diminua”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


Oração para depois de ler a Bíblia


Dou-Te graças, meu Deus, pelos bons propósitos, afetos e inspirações que me comunicastes nesta meditação; peço-Te ajuda para colocá-los  em prática. Minha Mãe Imaculada, meu protetor São José e Anjo da minha guarda, intercedem todos por mim. Amém.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Que seu Fim de Semana seja cheiooo de Carinho.

"Somente quem vê a mão de Deus em todas as coisas pode colocar todas as coisas em suas mãos." Tenha um bom dia! "Senhor, salva-me segundo tua bondade." Sl 109(108)

Sagrada Família, Jesus, Maria e José, nossa família Vossa é. Um ótimo sábado prá você e toda sua família.

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA DE 08/01/2016

ANO C


Lc 5,12-16

Comentário do Evangelho

Jesus deixa-se tocar

A lepra era considerada uma desgraça, castigo de Deus em razão da infidelidade à Aliança. O leproso era excluído do convívio da comunidade (Nm 12,9-16; cf. Lv 13–14). Somente Deus poderia purificar alguém da lepra. O gesto do leproso caindo por terra, confiado no poder de Jesus de purificá-lo, é reconhecimento da divindade de Jesus. Jesus toca com sua mão no leproso; o Espírito Santo que habita nele (cf. Lc 3,22; 4,18), Espírito puro, santificador, é o que purifica ou, semelhantemente, o que perdoando liberta da enfermidade. A atitude de Jesus de ouvir, acolher e purificar o leproso corrige a distorção da imagem, histórica e culturalmente plasmada no imaginário judeu, de que Deus pune e castiga. Ora, Deus “não nos trata segundo as nossas faltas”. Ao sacerdote cabia constatar a purificação e reintegrar a pessoa à comunidade. Ao mandato de ir mostrar-se ao sacerdote, é expressa a motivação: “isto lhes servirá de testemunho”, isto é, será um sinal de que em Jesus habita a plenitude de Deus. Se a fama de Jesus se espalha, ele resiste à tentação do sucesso fácil e se refugia e se entrega à oração, lugar onde o sentido de sua missão é cultivado.
Carlos Alberto Contieri, sj
ORAÇÃO
Pai, que a oração me ajude a descobrir o verdadeiro sentido do serviço que presto ao Reino, de modo a coibir a tentação de ser contaminado pelo orgulho e pela soberba.
FONTE: Paulinas em 2014

Vivendo a Palavra

O Evangelista se refere à oração de Jesus como uma atividade habitual: ‘Mas Jesus se retirava para lugares desertos, a fim de rezar.’ Ele não apenas se retirou daquela vez, mas se retirava – sempre! É a grande lição que devemos aprender de nosso Mestre: nós nos mantermos em permanente ‘estado de oração’ – isto é, sentindo-nos na Presença do Pai.
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Reflexão

Uma das características fundamentais do evangelho de São Lucas é a apresentação da dimensão orante de Cristo. Muitas vezes, vemos que Jesus se afasta da multidão e procura lugares solitários com a finalidade de entregar-se à oração. Mas a oração de Jesus não é uma fuga da realidade ou um afastamento dos sofrimentos das pessoas. O encontro amoroso de Jesus com o Pai está sempre relacionado com o encontro amoroso que ele tem com as outras pessoas, principalmente com os que sofrem, como nos mostra o evangelho de hoje, que antes do seu encontro com Deus, ele se encontra com o leproso e o cura para que, cumprindo as exigências da lei, ele possa ser reintegrado na sociedade.
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Recadinho


Em que momentos de meu dia eu rezo? - Em que consiste minha oração? - O leproso demonstrou ter muita fé. Como é minha fé? - Preciso de milagres físicos, palpáveis, ou me bastam os milagres de minha cura interior? - Não precisamos sair realizando milagres!
O milagre que Deus pede de nós é um amor verdadeiro para com nosso próximo! Que o espírito de caridade e misericórdia estejam sempre em nosso coração! Assim, trilharemos caminhos de paz!
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R
FONTE: a12 em 2014

Meditando o Evangelho

AÇÃO E ORAÇÃO

As curas realizadas por Jesus atraíam sobre ele a atenção das pessoas. Sua fama difundia-se cada vez mais, fazendo com que grandes multidões se reunissem a seu redor para ouvi-lo e serem curadas por ele.
A cura do homem vítima de uma terrível e contagiosa doença de pele deu margem para que sua fama se espalhasse ainda mais.
Na sua humildade, e cumprindo uma lei religiosa que proibia aos leprosos aproximarem-se das pessoas sadias, o homem simplesmente prostrou-se com face em terra, assim que viu Jesus. A seguir, dirigiu-lhe uma súplica. No seu pedido, ao mesmo tempo em que reconhecia o poder taumatúrgico do Mestre, o enfermo submetia-se totalmente à vontade dele, colocando suas sorte nas mãos de que podia restituir-lhe a saúde.
Então, movido de compaixão, Jesus desconsiderou as leis religiosas que segregavam os leprosos. Estendendo a mão, tocou o homem doente, declarando seu desejo de vê-lo curado. E o milagre aconteceu!
O entusiasmo do povo levava o Mestre a se voltar, com toda intensidade, para Deus. Também desta vez, retirou-se para um lugar deserto a fim de orar. Pela oração buscava desprender-se de toda atenção concentrada sobre si, recordando que só o Pai era merecedor de glória e louvor. Assim, procurava manter-se distante do orgulho e da soberba, que poderiam desvirtuar toda a sua ação.
Oração
Pai, que a oração me ajude a descobrir o verdadeiro sentido do serviço que presto ao Reino, de modo a coibir a tentação de ser contaminado pelo orgulho e pela soberba.
http://www.domtotal.com/religiao/meudiacomdeus.php?data=2016-1-8

REFLEXÕES DE HOJE


08 DE JANEIRO–SEXTA
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Liturgia comentada

Podes limpar-me! (Lc 5, 12-16)
Era terrível a situação do leproso nos tempos de Jesus. Comenta a Bíblia de Navarra: “Na lepra via-se um castigo de Deus (cf. Nm 12, 10-15). O desaparecimento dessa doença era considerado como uma das bênçãos da época messiânica (Is 35, 8; Mt 11, 5; Lc 7, 22). Ao doente de lepra, pelo caráter contagioso dessa doença, a Lei tinha-o declarado impuro e transmissor de impureza àquelas pessoas que tocava, ou àqueles lugares em que entrava. Por isso tinha de viver isolado (Nm 5, 2; 12, 14ss) e mostrar, por um conjunto de sinais externos, a sua condição de leproso.”
Mas há lepra ainda pior! A ruína do pecado supera em nós as deformações da lepra. Afinal, pelo Batismo, fomos configurados com Cristo, lavados da culpa original, recebendo a face de Cristo. Quando optamos pelo pecado, desfiguramos essa imagem e maculamos o templo de Deus em nós. Todo pecado é lepra: rói, deforma, corrói. Desfigura o pecador. Pense na avareza, que leva o médico a fazer da medicina apenas um meio de ganhar dinheiro. Veja como o pobre não merece sua atenção. Veja como pergunta ao virtual consulente se ele tem dólares para pagar pela cirurgia de sua esposa. E como se presta a fazer abortos assassinos, desde que lhe paguem por isso...
Pense na luxúria, que leva o homem a comprar o corpo da mulher. A olhar para toda mulher que passa com um olhar que é despir. Veja como ninguém escapa de sua gula assassina, nem a criancinha indefesa. Como ele aluga filmes pornô e acumula em seu computador centenas de fotos obscenas, sem perceber que emporcalha sua alma e se rebaixa a um nível sub-humano. Sem amor, o sexo o esvazia sempre mais de toda ternura e toda delicadeza... E a ambição, que move o político a trocar tudo pelo poder, a aceitar qualquer negociata, qualquer ato de corrupção, desde que isso lhe permita manter-se em posição de mando. Ambição que leva o empresário a explorar a mão-de-obra do pobre, fazendo-o escravo ou pagando-lhe salário de fome...
E todos os leprosos podem ser limpos de seu pecado. Um ladrão, crucificado ao lado de Jesus, iria reabrir o paraíso (Lc 23, 43). O Saulo odioso e violento seria o novo Paulo a anunciar a salvação estendida aos pagãos. O Agostinho pecador viria a ser o cantor da misericórdia e da graça de Deus.
Do fundo do poço, revestido de lepra, o pecador se volta para Cristo e faz um ato de fé: “Se queres, podes limpar-me...” E Jesus responde: “Eu quero! Sê limpo!”
Orai sem cessar: “Purifica-me, Senhor, do meu pecado!” (Sl 51, 4)
Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança
santini@novaalianca.com.br
FONTE: nsrainha em 2014


HOMILIA
CURA-ME JESUS Lc 5,12-16
No episódio de hoje, aparece bem claro duas atitudes:  a do leproso e a de Jesus.  Da parte do leproso a confiança e o desejo da cura:  “se queres, tens o poder de me curar”. Da parte de Jesus, a compaixão: “Jesus, cheio de compaixão, estendeu a mão e tocou nele”. Depois, a vontade de curar: “Eu quero, fica curado! No mesmo instante a lepra desapareceu e ele ficou curado. Então Jesus completa: “Vai mostrar-te ao sacerdote”! Para poder ser reintegrado na comunidade. Mas este gesto de Jesus não significa apenas a libertação de uma moléstia. Jesus faz mais: Ele toca no leproso. E tocar num impuro era contrair a impureza. Isto sim é que é amar! Contrair um mal para curar! Já havia sido profetizado por Isaias: “Era desprezado e abandonado pelos homens, um homem sujeito à dor, familiarizado com a enfermidade, como uma pessoa de quem todos escondem o rosto; desprezado não fazíamos caso nenhum dele. E no entanto, eram as nossas enfermidades que ele levava sobre si, as nossas dores ele carregava”( Is 53, 3-5 ). Ou seja: carregou a nossa lepra para nos curar na raiz do nosso ser!
Infelizmente ainda existe muita lepra em nossos dias apesar de todo o progresso da medicina. Há os leprosos físicos e os leprosos morais. Os leprosos físicos são os banidos da nossa sociedade moderna: os que moram nas ruas, cortiços, favelas, passando fome como aquelas famílias pedintes ao longo das ruas, os desempregados, os jovens drogados, as crianças prostituídas, os idosos abandonados os contaminados com vírus do HIV. Os leprosos morais são, não os banidos, mas… os bandidos de nossos dias os corrompidos e corruptores de todos os tipos, os egoístas de todos os matizes, os pecadores contumazes, os infiéis, os adúlteros que pregam a dissolução da família, os violentos, seqüestradores, assaltantes e assassinos. Já pensaram num marido ao chegar em casa depois de cometer adultério? Ele deveria gritar como os leprosos: “Impuro! Impuro!”
Diante dos leprosos físicos Jesus age através de nós! Onde quer que falte o alimento, bebida, roupa, casa, medicamento, trabalho, instrução, saúde…aí deve a caridade cristã ir buscá-los, consolá-los, reerguê-los. Este é o grande testemunho que o mundo de hoje espera de ti e de mim como membros da Igreja que somos. É o que dizia o nosso Papa Bento XVI na recém publicada encíclica “Deus é amor”: O amor do próximo, radicado no amor de Deus, é um dever antes de mais para cada um dos fiéis, mas é-o também para a comunidade eclesial inteira, e isto a todos os seus níveis: desde a comunidade local passando pela Igreja particular até à Igreja universal na sua globalidade. A Igreja também enquanto comunidade deve praticar o amor.”
Diante dos leprosos morais, Jesus quer curar pessoalmente. O problema é irem até Jesus e pedirem a cura, pedirem para ficarem limpos! Diante das “lepras” físicas, não hesitemos em pedir a Jesus:  se queres podes me curar. Mas diante das “lepras morais”, hesitemos e, muitas vezes, não queremos que Ele nos cure… Jesus quer curar. Basta se arrepender, ajoelhar-se aos seus pés, e pedir:  Senhor, se quiseres podes me curar. E Jesus vai dizer:  Quero, fica curado,  mas vai apresentar-te ao sacerdote, confessa o teu pecado,  para receberes o sinal do meu perdão no sacramento da Penitência.
Lucas viu neste homem, não apenas a enfermidade física, mas espiritual. Jesus o purifica dizendo, fica limpo, vai ao sacerdote (verso 14). Uma decisão acertada. Aquele homem não se importou com o que haveriam de pensar acerca da sua presença ali, nem da sua condição física ou financeira, não estava preocupado se iriam repreendê-lo, e até expulsá-lo, o que ele queria era estar aos pés de Jesus. Que decisão acertada, buscou o Melhor para lhe dar o que ele precisava: além da cura física para a sua recuperação e restauração ao convívio, como também, a cura espiritual, por um ato de fé, de confiança. Mas em quem confiar? Aquele homem não buscou outros mediadores, caminhos, simpatias, nada que lhe fosse passado; buscou o Senhor dos Senhores, Aquele que disse Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Se aquele homem tivesse por um instante sequer, uma indecisão, perderia com certeza a única de sua vida.
O poder de Deus está muito além da nossa fé. Porque o poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza, Jesus Cristo quebra as barreias e nos dá a libertação. Basta inclinar-se na humilhar diante do Senhor, clamar e suplicar, para que na vontade do Senhor as coisas aconteçam, e através dos olhos da fé possamos ver o agir de Deus, pois o restante não está em nós, mas no seu agir. Aquele homem não queria ser apenas curado, mas o seu desejo era ser purificado, “se quiseres podes me purificar”. Jesus o curou e determinou, para a tua purificação, procure o sacerdote, e oferece em sacrifício o que Moisés determinou (LEVÍTICO 14).
Pai, que a oração me ajude a descobrir o verdadeiro sentido do serviço que presto ao Reino, de modo a coibir a tentação de ser contaminado pelo orgulho e pela soberba.
Fonte Homilia: Padre Bantu Mendonça Katchipwi Sayla
FONTE: liurgia da palavra em 2014

HOMÍLIA DIÁRIA

O Senhor retira da nossa alma toda sujeira

Não deixemos que as sujeiras tomem conta da nossa alma, que as coisas asquerosas do mundo nos tornem impuros
“Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar” (Lucas 5, 12).


Hoje, estamos contemplando Jesus passando por uma cidade. Um leproso se aproxima d’Ele e suplica do fundo do seu coração: 
Senhor, lava-me, purifica-me, renova-me!”. Ele se joga aos pés de Jesus, porque sabe que sua carne está asquerosa.
A carne de um leproso, naquela época, era fedida, e ninguém se aproximava dele; ninguém se aproximava de pessoas que continham lepra, até mesmo porque elas viviam afastadas, marginalizadas, colocadas à parte, e ninguém suportava estar perto delas. No entanto, elas queriam estar perto de outras pessoas e ser como elas.
Nenhum de nós gosta de viver marginalizado, discriminado ou deixado à parte. Pode ser que ninguém nos discrimine nem nos rejeite, e até tenhamos um convívio social, uma família, mas há uma realidade muito dura que vai nos afastando de Deus, das pessoas, da nossa própria essência, sem que, num primeiro momento, percebamos.
O pecado é uma realidade muito dura, que vai nos isolando, primeiro da nossa essência, depois, da nossa relação com Deus. Sem que percebamos, também vamos nos afastando das pessoas, porque o pecado faz de nós pessoas avarentas, orgulhosas, soberbas e egoístas; e a mais dura realidade do pecado é que ele deixa em nós as impurezas, as sujeiras, as maldades que ele próprio faz na alma e no coração.
Pode parecer que somos pessoas limpas, bem cuidadas e cheirosas, mas não percebemos as impurezas que se acercam da nossa alma e do nosso coração. Vamos ficando sujos, de modo que chega um momento em que não nos aguentamos mais. Precisamos, todos os dias, do banho da purificação.
Creio que você não suporta passar um dia sem tomar banho, sem sentir aquela renovação do seu corpo lavado por completo. Às vezes, pode ser até mesmo um banho corrido, mas ninguém passa, pelo menos uma semana, sem aquele banho de se lavar por inteiro, pegando a esponja que tira todas as impurezas que se acumulam em nossa pele, em todo o nosso corpo.
Amados irmãos e irmãs, não deixemos que as sujeiras tomem conta da nossa alma nem que as coisas asquerosas do mundo nos tornem impuros. Uma vez que as sujeiras entram em nós e vivemos no mundo com tantas coisas sujas e porcas, que tocam em nossa alma, nós temos quem pode nos curar, lavar e purificar-nos.
Como o leproso do Evangelho, que possamos dizer: “Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar!”. Com humildade e contrição, com o espírito prostrado por terra, humilhemo-nos sobre a mão poderosa do Senhor que há de nos lavar, purificar e renovar-nos até das sujeiras da alma que não percebemos.
Deus abençoe você!
http://homilia.cancaonova.com/homilia/o-senhor-retira-da-nossa-alma-toda-sujeira/

LITURGIA DIÁRIA - 08/01/2016


Tema do Dia

Quem tem o Filho – o Cristo – tem a Vida!

Uma bonita imagem que podemos fazer da Bíblia é compará-la com Cartas de Amor enviadas pelo Pai para seus filhos. A Primeira Epístola de João talvez tenha sido a inspiração para esta metáfora: ela é como um carinho de Pai a ser acolhido com Amor.
http://www.arquidiocesebh.org.br/mdo/

Oração para antes de ler a Bíblia


Meu Senhor e meu Pai! Envia teu Santo Espírito para que eu compreenda e acolha tua Santa Palavra! Que eu te conheça e te faça conhecer, te ame e te faça amar, te sirva e te faça servir, te louve e te faça louvar por todas as criaturas. Fazei, ó Pai, que pela leitura da Palavra os pecadores se convertam, os justos perseverem na graça e todos consigam avida eterna. Amém.

SEXTA-FEIRA DEPOIS DA EPIFANIA Natal
Cor: Branco


Primeira Leitura (1Jo 5,5-13)
Sexta-feira depois da Epifania - 08/01/2016

Leitura da Primeira Carta de São João.

Caríssimos, 5quem é o vencedor do mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus? 6Este é o que veio pela água e pelo sangue: Jesus Cristo. (Não veio somente com a água, mas com a água e o sangue.) E o Espírito é que dá testemunho, porque o Espírito é a Verdade. 7Assim, são três que dão testemunho: 8o Espírito, a água e o sangue; e os três são unânimes.
9Se aceitamos o testemunho dos homens, o testemunho de Deus é maior. Este é o testemunho de Deus, pois ele deu testemunho a respeito de seu Filho. 10Aquele que crê no Filho de Deus tem este testemunho dentro de si. Aquele que não crê em Deus faz dele um mentiroso, porque não crê no testemunho que Deus deu a respeito de seu Filho. 11E o testemunho é este: Deus nos deu a vida eterna, e esta vida está em seu Filho. 12Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho não tem a vida.
13Eu vos escrevo estas coisas a vós que acreditastes no nome do Filho de Deus, para que saibais que possuís a vida eterna.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.


Responsório (Sl 147)
Sexta-feira depois da Epifania - 08/01/2016

— Glorifica o Senhor, Jerusalém!
— Glorifica o Senhor, Jerusalém!

— Glorifica o Senhor, Jerusalém! Ó Sião, canta louvores ao teu Deus! Pois reforçou com segurança as tuas portas, e os teus filhos em teu seio abençoou.
— A paz em teus limites garantiu e te dá como alimento a flor do trigo. Ele envia suas ordens para a terra, e a palavra que ele diz corre veloz.
— Anuncia a Jacó sua palavra, seus preceitos, suas leis a Israel. Nenhum povo recebeu tanto carinho, a nenhum outro revelou os seus preceitos.



Evangelho (Lc 5,12-16)
Sexta-feira depois da Epifania - 08/01/2016
Ouça: 


Jesus cura um leproso

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

12Aconteceu que Jesus estava numa cidade, e havia aí um homem leproso. Vendo Jesus, o homem caiu a seus pés, e pediu: “Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar”. 13Jesus estendeu a mão, tocou nele, e disse: “Eu quero, fica purificado”. E imediatamente, a lepra o deixou. 14E Jesus recomendou-lhe: “Não digas nada a ninguém. Vai mostrar-te ao sacerdote e oferece pela purificação o prescrito por Moisés como prova de tua cura”.
15Não obstante, sua fama ia crescendo, e numerosas multidões acorriam para ouvi-lo e serem curadas de suas enfermidades. 16Ele, porém, se retirava para lugares solitários e se entregava à oração.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


Oração para depois de ler a Bíblia


Dou-Te graças, meu Deus, pelos bons propósitos, afetos e inspirações que me comunicastes nesta meditação; peço-Te ajuda para colocá-los  em prática. Minha Mãe Imaculada, meu protetor São José e Anjo da minha guarda, intercedem todos por mim. Amém.

Boa Noite!!! Que os anjos embalem seu sono e seus sonhos! Deseja o ano de 2016, com muita PAZ, FELICIDADE, SAÚDE E AMOR... ♫ CRISTO minha CERTEZA ♫