HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA - 15/08/2026
ANO A

Mt 19,13-15
Comentário do Evangelho
Deixai as crianças vir a mim

No Evangelho de hoje, algumas pessoas levaram crianças a Jesus para que Ele lhes impusesse as mãos e fizesse uma oração por elas. Os discípulos, porém, achando que aquilo era uma perda de tempo ou uma distração para o Mestre, começaram a repreender as pessoas que as traziam. Mas Jesus interferiu imediatamente e disse palavras que até hoje consolam a nossa alma: “Deixai as crianças e não as proibais de vir a mim, porque delas é o Reino dos Céus”.Em seguida, o Senhor abençoou as crianças, impondo as mãos sobre elas, e depois seguiu o Seu caminho. Com essa atitude carinhosa, Jesus nos mostra que para Deus ninguém é insignificante. O Reino dos Céus não é conquistado pela força, pelo orgulho ou pelo dinheiro, mas sim acolhido como um presente por aqueles que têm o coração puro, transparente e confiante como o de uma criança. Cabe a nós cuidar com muito amor dos nossos pequenos e resgatar essa mesma simplicidade em nossa vida de fé.https://catequisar.com.br/liturgia/15-08-2026/
Reflexão
Pequeno trecho do Evangelho, mas com um profundo ensinamento: o Reino dos Céus pertence aos pequenos e fracos. Para compreender plenamente a mensagem de Jesus, precisamos recordar o que ele tinha dito pouco antes, em Mateus 18,1-5, que meditamos na última terça-feira. Vale a pena reler o Evangelho e a reflexão, pois ali vemos a associação do Reino com a atitude de humildade e respeito para com os simples e frágeis, assim como as pequenas crianças. Mas hoje Jesus vai além, afir-mando que ele é o caminho e a porta para o Reino, por isso nenhum desses pequenos pode ser impedido de o seguir, ou melhor, eles devem ser auxiliados no itinerário de aproximação de Jesus. Essa é a função dos discípulos, por isso são reprimidos quando fazem o contrário. Não temos hoje a mesma tentação de facilitar o acesso dos ricos e influentes à Igreja? É verdade que nosso discurso sempre fala dos pobres e oprimidos, mas, na prática, são eles que são acolhidos de modo privilegiado na Igreja? Eles que participam das grandes festas? Eles que são homenageados e con-decorados? Algo que nos deve fazer refletir e mudar algumas práticas atuais para retomarmos o caminho indicado por Jesus.(Dia a dia com o Evangelho 2026)https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/15-sabado-13/
Reflexão
«Levaram crianças a Jesus, para que impusesse as mãos sobre elas e fizesse uma oração. Os discípulos, porém, as repreenderam»
Rev. D. Antoni CAROL i Hostench(Sant Cugat del Vallès, Barcelona, Espanha)
Hoje podemos contemplar uma cena que, infelizmente, é demasiado atual: «Levaram crianças a Jesus, para que impusesse as mãos sobre elas e fizesse uma oração. Os discípulos, porém, as repreenderam» (Mt 19,13). Jesus ama especialmente as crianças; nós, com os pobres raciocínios típicos de “gente crescida”, impedimo-los de se aproximarem de Jesus e do Pai: —Quando forem crescidos, se o desejarem, logo escolherão…! Isto é um grande erro.Os pobres, quer dizer, os mais carentes, os mais necessitados, são objeto de particular predileção por parte do Senhor. E as crianças, os pequenos são muito “pobres”. São pobres em idade, são pobres em formação… São indefesos. Por isso a Igreja — Nossa “Mãe” — dispõe que os pais levem cedo os seus filhos a batizar, para que o Espírito Santo ponha moradia nas suas almas e entrem no calor da comunidade dos crentes. Assim o indica tanto o Catecismo da Igreja bem como o Código do Direito Canônico, ordenamentos da mais alta esfera da Igreja (que, com toda a comunidade, deve ter ordenamentos).Mas não!: Quando forem crescidos! É absurda esta maneira de proceder. E, se não, perguntemo-nos: —Que comerá esta criança? O que a sua mãe lhe der, sem esperar que a criança especifique o que prefere. —Que língua falará esta criança? A que lhe falarem os seus pais (ou seja, a criança nunca poderá escolher nenhuma língua). —Para que escola irá esta criança? Para a que os seus pais o levarem, sem esperarem que o menino defina os estudos que prefere..—O que comeu Jesus? Aquilo que lhe deu sua Mãe, Maria. —Que língua falou Jesus? A dos seus pais. —Que religião aprendeu e praticou o Menino Jesus? A dos seus pais, a religião judia. Depois, quando já era mais crescido, mas graças à instrução que recebera de seus pais, fundou uma nova religião… Mas, primeiro, a dos seus pais, como é natural.
Pensamentos para o Evangelho de hoje
- «Os grandes santos trabalham para a gloria de Deus, mas eu, que sou apenas uma alma pequenita, trabalho unicamente para O contentar» (Santa Teresinha de Lisieux)
- «Devemos aprender a ver com um coração de criança, com um coração jovem, ao qual os prejuízos não obstaculizam e os interesses não deslumbram» (Bento XVI)
- «Vivendo segundo Cristo, os cristãos apressam a vinda do Reino de Deus, do «Reino da justiça, da verdade e da paz». Mas nem por isso descuram as suas tarefas terrestres. Fiéis ao seu Mestre, cumprem-nas com retidão, paciência e amor» (Catecismo da Igreja Católica, nº 2.046)Fonte: Evangeli - Evangelho - Feria em 17/08/2024
Reflexão
Matrimônio: o amor é fecundo!
REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)(Città del Vaticano, Vaticano)
Hoje, Cristo nos tira um sorriso quando lhe vemos contravir os discípulos por afastar as crianças. Mas, também hoje, Deus tem-nos que dizer: «Deixai as crianças, e não as impeçais de virem a mim». Em lugar nenhum da “Bíblia” encontraremos a menor concessão para a “anti-natalidade”. Não existem amores redobrados; o amor é expansivo porque a fecundidade é o caminho natural para transmitir a alegria do “amar e se saber amado”.Na sexualidade a pessoa é conduzida ao Criador o mais perto possível, na sua suprema responsabilidade. Cada indivíduo é uma criatura de Deus, e ao mesmo tempo um filho de seus pais: há uma interrelação entre a criação divina e a fertilidade humana. A sexualidade é algo poderoso, e isso se vê em que coloca em jogo a responsabilidade por um novo ser humano que nos pertence e que não nos pertence, que provém de nós e, por sua vez, não vem de nós.—Senhor, acrescenta nosso amor aos filhos: o mundo ganhará muito!Fonte: Evangeli - Evangelho Master - Feria em 17/08/2024
Comentário sobre o Evangelho
Para ouvir a Deus, deve-se fazer com a mentalidade das crianças
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Hoje, Jesus mostra a sua predileção especial pelas crianças. Elas são “pobres” de idade, de experiência, de conhecimento… Portanto, é preciso atendê-las com especial amor. Na realidade, todos devemos fazer-nos como crianças na presença de Deus. Quando nos fazemos um pouco “mais velhos” já ninguém pode dizer-nos nada, porque não ouvimos ninguém.- Perante Deus, como vamos não ouvir? O mais genuíno do cristianismo é, precisamente, ouvir a voz de Deus.Fonte: Family Evangeli - Feria em 17/08/2024
Meditação
A Palavra: dos ouvidos ao coração!
A história nos mostra que os grandes reinos foram – ou são – conquistados com violência e a força das armas. Ao contrário da lógica do mundo, Jesus Cristo afirma que o Reino de Deus é conquistado pela justiça, solidariedade, fé e outros elementos presentes somente no coração de quem reconhece a grandeza de Deus. No coração de quem se julga grande e busca poder, não tem espaço para cultivar virtudes que nos levam ao Reino do Céu. As virtudes para conquistar o Paraíso são encontradas nos humildes e puros de coração. Por isso, no Evangelho de hoje, Jesus Cristo, após acolher e abençoar as crianças, afirmou que delas é o Reino de Deus. Jesus Cristo coloca as crianças como exemplo porque elas não cultivam maldades e não planejam destruir o outro para obter poder. Na alegria e na singeleza de cada criança estão os sinais do Reino de Deus entre nós.ColetaDEUS ETERNO E TODO-PODEROSO, a quem inspirados pelo Espírito Santo, ousamos chamar de Pai, fazei crescer em nossos corações o espírito de adoção filial, para merecermos entrar um dia na posse da herança prometida. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.https://www.a12.com/reze-no-santuario/deus-conosco?data=15%2F08%2F2026&leitura=meditacao

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