HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA - 05/04/2026
ANO A

DOMINGO DA PÁSCOA NA RESSURREIÇÃO DO SENHOR
Ano A - Branco
“Feliz Páscoa, o Senhor ressuscitou.”
Jo 20,1-9OpcionalLc 24,13-35
Ambientação
INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: A vida venceu a morte. Celebramos hoje a
ressurreição do Senhor, penhor da vida nova de
batizados e de nossa ressurreição futura. Em
diálogo amoroso com o Ressuscitado, somos por
Ele alimentados e assumimos a missão de sermos
suas testemunhas.https://diocesedeapucarana.com.br/storage/107133/05-abril-2026---Pascoa-do-Senhor.pdf
Comentário
O Triunfo da Esperança no Domingo de Páscoa

Hoje o mundo desperta sob uma nova luz. O Evangelho de João nos leva ao jardim do sepulcro logo de manhã cedo, “quando ainda estava escuro”. Maria Madalena corre para avisar Pedro e o Discípulo Amado que o corpo do Senhor não está lá. A corrida dos dois discípulos ao túmulo simboliza a ansiedade da humanidade em busca da Vida. Ao entrarem, veem os lençóis por terra e o sudário dobrado — sinais de que não houve roubo, mas uma transformação gloriosa. O Discípulo Amado “viu e acreditou”. A Páscoa não é apenas um fato histórico, é a certeza de que o amor de Deus é mais forte que o ódio, e que a vida tem a última palavra. Cristo vive e caminha conosco!https://catequisar.com.br/liturgia/05-04-2026/
Reflexão
No primeiro dia da semana, Maria Madalena madruga, dirige-se ao túmulo onde foi posto o corpo de Jesus e constata que o túmulo está vazio. Ainda não compreendendo bem o que está acontecendo, volta correndo a anunciar aos discípulos: “Tiraram o Senhor do túmulo”. Ela é a primeira testemunha do túmulo vazio. Dois apóstolos – Pedro e o outro discípulo – correm para verificar a declaração de Maria. O “outro discípulo” chega primeiro e espera Pedro chegar. Os dois entram no túmulo, Pedro “viu” e o outro discípulo “viu e acreditou”. A fé nos faz ver as coisas com os olhos de Deus. Quem ama e tem fé anda mais depressa e consegue testemunhar que é possível apostar na superação dos sinais de morte. Era madrugada, sinal de que o novo dia estava prestes a se revelar com todo o seu esplendor. Páscoa é esse “novo dia”, em que o amor vence os sinais de morte e a fé desfaz as dúvidas. O amor e a fé nos tornam mais fortes para vencer os riscos que podem abalar nosso compromisso com o projeto de Jesus.(Dia a dia com o Evangelho 2026)https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/5-domingo-11/
Reflexão
«O outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo, entrou também, viu e creu»
Mons. Joan Enric VIVES i Sicília Bispo Emérito de Urgell(Lleida, Espanha)
Hoje «é o dia que o Senhor fez», iremos cantando ao longo de toda a Páscoa. Essa expressão do Salmo 117 inunda a celebração da fé cristã, O Pai ressuscitou a seu Filho Jesus Cristo, o Amado, Aquele em quem se compraz porque amou a ponto de dar sua vida por todos.Vivamos a Páscoa com muita alegria. Cristo ressuscitou: celebremo-lo cheios de alegria e de amor. Hoje, Jesus Cristo venceu a morte, o pecado, a tristeza… e nos abriu as portas da nova vida, a autêntica vida que o Espírito Santo continua a nos dar por pura graça. Que ninguém fique triste! Cristo é nossa Paz e nosso Caminho para sempre. Ele, hoje, «revela o homem a si mesmo e descobre-lhe a sua vocação sublime» (Concílio Vaticano II, Gaudium et Spes 22).O grande sinal que nos dá o Evangelho é que o sepulcro de Jesus está vazio. Já não temos de procurar entre os mortos Aquele que vive, porque ressuscitou. E os discípulos, que depois o verão Ressuscitado, isto é, que o experimentarão vivo em um maravilhoso encontro de fé, percebem que há um vazio no lugar de sua sepultura. Sepulcro vazio e aparições serão os grandes sinais para a fé do crente. O Evangelho diz que «o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo, entrou também, viu e creu» (Jo 20,8). Ele soube compreender, pela fé, que aquele vazio e, por sua vez, aquela mortalha e aquele sudário bem dobrados, eram pequenos sinais do passo de Deus, da nova vida. O amor sabe captar, a partir de pequenos detalhes, o que os outros, sem ele, não captam. O «discípulo que Jesus mais amava» (Jo 20,2) guiava-se pelo amor que havia recebido de Cristo.O “ver” e o “crer” dos discípulos hão de ser também os nossos. Renovemos nossa fé pascoal. Que Cristo seja, em tudo, o nosso Senhor. Deixemos que sua Vida vivifique a nossa e renovemos a graça do batismo que recebemos. Façamo-nos seus apóstolos e seus discípulos. Guiemo-nos pelo amor e anunciemos a todo o mundo a felicidade de crer em Jesus Cristo. Sejamos testemunhos esperançosos de sua Ressurreição.
Pensamentos para o Evangelho de hoje
- «O que deve ser considerado nestes acontecimentos é a intensidade do amor que ardia no coração daquela mulher que nunca se afastou do túmulo. Ela foi a única a vê-lo, pois tinha permanecido à sua procura, o que dá força às boas obras é a perseverança nelas» (São Gregório Magno)
- «Jesus não regressou a uma vida humana normal deste mundo, como Lázaro e os outros mortos que Jesus ressuscitou. Ele entrou numa vida diferente, nova; na imensidão de Deus» (Bento XVI)
- «O mistério da ressurreição de Cristo é um acontecimento real, com manifestações historicamente verificadas, como atesta o Novo Testamento. Já São Paulo, por volta do ano 56, pôde escrever aos Coríntios: «Transmiti-vos, em primeiro lugar, o mesmo que havia recebido: Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras: a seguir, apareceu a Pedro, depois aos Doze». O Apóstolo fala aqui da tradição viva da Ressurreição, de que tinha tomado conhecimento após a sua conversão, às portas de Damasco» (Catecismo da Igreja Católica, nº 639)https://evangeli.net/evangelho/feria/2026-04-05
Reflexão
DOMINGO DE PÁSCOA (A) (Mt 28,1-10): «Ele não está aqui! Ressuscitou»
Fray Josep Mª MASSANA i Mola OFM(Barcelona, Espanha)
Hoje no Evangelho da vigília pascal, late um grande dinamismo: duas mulheres correm para o sepulcro, um terramoto, um anjo faz rodar a pedra, uns guardas assustados caem como mortos. E Jesus, vivo e ressuscitado, torna-se companheiro de caminho daquelas mulheres.As mulheres são as primeiras a experimentar a ressurreição de Jesus, apenas por terem visto o sepulcro vazio e o anjo que lhes anuncia: «Vós não precisais ter medo! Sei que procurais Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui! Ressuscitou, como havia dito…» (Mt 28,5-6). São, também, as primeiras a dar testemunho da sua experiência: «Ide depressa contar aos discípulos: ‘Ele ressuscitou´» (Mt 28,7).Imediatamente acreditam. Mas a sua fé é uma mistura de medo e de alegria. Sentiam medo pelas palavras do anjo, com o anuncio que vai para lá das espectativas humanas. E a alegria pela certeza da ressurreição do Senhor, porque as Escrituras tinham-se cumprido, pelo imenso privilégio da primazia pascal que receberam. A fé, pois, mesmo produzindo uma grande alegria interior, não exclui o medo.Elas vão anunciar aquela experiencia do Ressuscitado, que tiveram sem a ter visto. Jesus premia-lhes esta fé e aparece-lhes durante o caminho.O centro de toda a experiência de fé não é em primeiro lugar uma doutrina nem uns dogmas. É a pessoa de Jesus. A fé das mulheres do Evangelho de hoje está centrada nele, na sua pessoa e não noutra coisa. Experimentaram-no vivo e vão anuncia-lo vivo!Outra mulher, Santa Clara, escrevia a Santa Inês de Praga que deveria centrar-se em Jesus ressuscitado: «Observai, considerai, comtemplai a Jesus Cristo (...). Se sofrerdes com Ele, reinareis também com Ele; se chorardes com Ele, com Ele gozareis; se morrerdes com Ele na cruz da tribulação, possuireis com Ele as eternas moradas».https://evangeli.net/evangelho/feria/2026-04-05
Reflexão
VIGILIA PASCAL (B) (Mc 16,1-7): «Jesus de Nazaré, o Crucificado. Ressuscitou»
Mons. Ramon MALLA i Call Bispo Emérito de Lleida(Lleida, Espanha)
Hoje, a Igreja celebra com júbilo a festa principal: o triunfo de sua Cabeça, Cristo Jesus. A Ressurreição de Jesus Cristo é um fato do qual não podemos duvidar. É compreensível que não seja estranho que um fato celestial, um corpo ressuscitado, não possa ser captado por meios terrenais. Mas, logo Maria Madalena e a mãe do Apóstolo Thiago, recebiam um testemunho indubitável, comprovado depois com muitas aparições, realizadas de modo tal que excluem totalmente a suspeita de alucinações. «Não vos assusteis! Procurais Jesus, o nazareno, aquele que foi crucificado? Ele ressuscitou! Não está aqui! Vede o lugar onde o puseram!» (Mc 16,6).Além do gozo pelo fato da Ressurreição de Cristo, este acontecimento nos trai a alegria de contar com uma resposta, jubilosa e clara, aos interrogantes do homem: Que nos espera no final da vida? Que sentido tem o sofrimento na Terra? Não podemos duvidar que, depois da morte, espera-nos uma vida nova, que será eterna: «Lá o vereis, como ele vos disse!» (Mc 16,7). São Paulo o afirma com grande convencimento: «E, se já morremos com Cristo, cremos que também viveremos com Ele. Sabemos que Cristo, ressuscitado, dos mortos, não morre mais. A morte não tem mais poder sobre ele» (Rom 6,8-9). Logicamente, à interrogante sobre o final da vida, o cristão responde com alegre esperança.O Evangelho de hoje ressalta que o jovem —o anjo— que fala às mulheres, une os dois conceitos de dor e glória: O que ressuscitou no mesmo que foi crucificado. Diz são Leão Magno: «...(pela tua cruz) os crentes recebem a força da debilidade, glória do opróbio e, vida da morte», as cruzes quotidianas são, então, caminho da Ressurreição.https://evangeli.net/evangelho/feria/2026-04-05
Reflexão
VIGILIA PASCAL (C) (Lc 24,1-12): «Por que estais procurando entre os mortos aquele que está vivo? Não está aqui. Ressuscitou»
Fr. Austin NORRIS(Mumbai, India)
Hoje, contemplamos a Glória do Senhor resplandecente em sua vitória sobre o sofrimento e a morte. Uma vida nova é prometida a todos que buscam e crêem na Verdade de Jesus. Ninguém será desapontado, como não se sentiram as mulheres que «foram ao túmulo, levando os perfumes que tinham preparado» (Lc 24,1).Os perfumes e ungüentos que devemos carregar durante nossa existência são uma vida espalhando a Palavra de Deus, quando Jesus encarnado disse: «Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim,[...], viverá. [...] não morrerá jamais.» (Jo 11,25-26)No meio de nossa confusão e dor parecemos nos tornar míopes em visão, porque não conseguimos ver além de nosso entorno imediato. E «por que estais procurando entre os mortos aquele que está vivo?» (Lc 24,5) é um chamado a seguir Jesus e a buscar a presença do Senhor no “aqui e agora”; em meio ao povo do Senhor e seu sofrimento e for. Em sua carta pela Quaresma o Santo Padre Bento XVI menciona como «De fato, a salvação é dom, é graça de Deus, mas para fazer efeito na minha existência exige o meu consentimento, um acolhimento demonstrado nos fatos, ou seja, na vontade de viver como Jesus, de caminhar atrás Dele».«Voltando do túmulo» (Lc 24,9) de nossas misérias, dúvidas e confusões, nós, por outro lado, somos capazes de dar a outros esperança e segurança neste vale de lágrimas. A escuridão do sepulcro «dá lugar à brilhante promessa da imortalidade.» (Prefácio da Missa dos Fiéis Defuntos). Que a glória do Senhor Jesus nos mantenha de pé com os olhos fitando o céu, e que possamos sempre ser considerados como um Povo Pascal. Que possamos passar de “Povo da Sexta-feira Santa” a “Povo da Páscoa”.https://evangeli.net/evangelho/feria/2026-04-05
Reflexão
Jesus entrou em uma vida nova e diferente
REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)(Città del Vaticano, Vaticano)
Hoje, Jesus não voltou a uma vida humana normal deste mundo, como Lázaro e os outros mortos que Jesus ressuscitou. Ele entrou em uma vida diferente, nova; na imensidade de Deus e, desde lá, Ele se manifesta aos seus.Isto era algo totalmente inesperado também para os discípulos, diante o qual necessitaram de certo tempo para orientar-se. É verdade que a fé do judeu conhecia a ressurreição dos mortos ao final dos tempos. Mas a ressurreição a uma condição definitiva e diferente —em pleno "mundo velho" que ainda continua existindo— era algo não previsto e, por tanto, também não era evidente ao inicio. Por isso, a promessa da ressurreição resultava incompreensível para os discípulos em um primeiro momento.—O processo pelo qual se chega a ser crente se desenvolve de modo análogo ao ocorrido com a cruz: ninguém havia pensado em um Messias crucificado; agora o "fato" estava ali, e este fato requereria ler a Escritura de um modo novo.https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2026-04-05
Reflexão
A ressurreição de Jesus Cristo
Fray Josep Mª MASSANA i Mola OFM(Barcelona, Espanha)
Hoje, nesta manhã de Páscoa, vemos muito movimento: uma mulher que vai da sua casa ao túmulo e do túmulo onde estão os Apóstolos. Pedro e João correm à tumba, verificam, vêem. E depois de uns momentos entre a dúvida e a esperança, vêem com os olhos do seu espírito, e crêem na ressurreição de Jesus.Entre tanto movimento, o maior, o mais decisivo foi o de Jesus. Depois da sexta-feira da paixão e morte na cruz, e do sábado de “repouso” e silêncio, saiu do túmulo vivo e ressuscitado, deixando mortalhas e sudário bem ordenados no seu lugar, dando-nos com a sua ressurreição a prova mais clara da sua divindade.—Senhor Jesus, cremos que a tua ressurreição é a garantia da nossa, por que tu disseste que eras a Ressurreição e a Vida e quem crê em Ti, ainda que morra viverá e tu o ressuscitarás no último dia.https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2026-04-05
Comentário do Evangelho
Jesus ressuscitou e aparece a Maria Madalena
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Hoje encontramos a Jesus ressucitado. María Madalena e outras mulheres foram ao sepulcro. Mas a tumba estava vazia: Jesus já não está; Ele é Deus e voltou à vida. Dois anjos dizem a Maria que Jesus ressucitou… Pouco depois Jesus aparece e lhe manda dizer aos Apóstolos que Ele ressucitou e vive.—A ressurreição, a vida eterna, ir ao céu com Deus e com os santos: isso é o mais importante!https://family.evangeli.net/pt/feria/2026-04-05
HOMILIA
A PALAVRA: DOS OUVIDOS AO CORAÇÃO!
Jesus é a vida divina que o Pai sempre sonhou que acontecesse já aqui na terra. Sim, pelo Batismo que recebeu do Batista, “foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder”. Assim investido, “andou por toda a parte, fazendo o bem”, o que era desde toda a eternidade, sua vida na intimidade do Pai e do Espírito.Recusando sua divina proposta de vida, seus opositores “o mataram, pregando-o numa cruz”. Mas, por essa sua total fidelidade ao Pai, este o vê como o “Filho muito amado” que lhe dava, também na terra, todo o prazer. Assim, ressuscita-o dos mortos, reabilita-o plenamente, mas agora enquanto Deus-Homem, no seio da Trindade.Assim, o Pai abre “as portas da vida eterna”, de sua celeste casa, ao ressuscitar o Filho, fazendo-o vencedor da morte. Esse supremo presente, Ele o oferece a todos. Mas, ingressa em sua casa, apenas quem o quer. “Se ressuscitastes com Cristo”, essa é a condição do ingresso. Mas, isso exige ter antes também morrido com Ele para a iniquidade, aspirando “as coisas do alto, onde está (Ele), sentado à direita de Deus”.“Coisas do alto” são a realidade de Jesus glorificado, sua própria vida. Sim, Ele é a nossa vida, e já escondida com Ele, em Deus. Já na terra, é verdade, mas em plenitude no céu, “sentado à direita de Deus”, Ele é a nossa vida. Tanto assim que, quando Ele, nossa vida, “aparecer em seu triunfo” na consumação dos tempos, também nós, seguidores, apareceremos “com Ele, revestidos de glória”.“Deus, que é rico em misericórdia, movido pelo grande amor com que nos amou, quando estávamos mortos por causa de nossos pecados, nos fez reviver com Cristo... com Ele nos ressuscitou e com Ele nos fez sentar nos céus, em Cristo Jesus” (Ef 2,4-6).Que maravilha! O Pai não só nos acolhe em sua casa. Mas, tão vitalmente unidos, como membros, a seu Filho-Cabeça num único Corpo, Ele nos acolhe ao seu lado, sentados com o Filho, no Filho à sua direita.Sim, “o Cristo, que leva aos céus, caminha à frente dos seus!”, daqueles que se decidem com coragem, na força do mesmo Espírito, impelidos pelo mesmo divino poder, a igualmente passar seus dias na terra “fazendo o bem”. Antecipam, como Jesus, o céu para a terra, mas buscando sua plenitude a partir de um dia, na intimidade do Pai.Com essa humanidade discípula, representada por Maria Madalena, e encabeçada por seu Filho morto-ressuscitado, para o Pai, finalmente, se inaugura na terra seu Reino, que Ele pensou e sonhou para o ser humano tão logo o criou. É “o primeiro dia da semana”.Pe. Domingos Sávio, C.Ss.R.https://www.a12.com/reze-no-santuario/deus-conosco?data=05%2F04%2F2026&leitura=homilia
Coleta— OREMOS: Ó DEUS, no dia de hoje, por vosso Filho, vencedor da morte, nos abristes as portas da vida eterna. Concedei que, celebrando a solenidade da sua ressurreição, renovados pelo vosso Espírito, ressuscitemos para a luz da vida. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.https://www.a12.com/reze-no-santuario/deus-conosco?data=05%2F04%2F2026&leitura=meditacao
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