sábado, 28 de março de 2026

TERÇO DA MISERICÓRDIA








TERÇO DA MISERICÓRDIA

"Quando rezarem este Terço junto aos agonizantes, Eu me colocarei entre o Pai e a alma agonizante, não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso".

JESUS, EU CONFIO EM VÓS!!!

APRENDA A REZAR O TERÇO DA MISERICÓRDIA

Para ser rezado nas contas do terço
No começo:

Pai nosso, que estais no céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Creio em Deus Pai, todo poderoso, criador do Céu e da Terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espirito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna Amém.

Nas contas de Pai Nosso, dirás as seguintes palavras usando o terço de Maria:

Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e dos do mundo inteiro.

Nas contas de Ave Maria rezarás as seguintes palavras:

Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

No fim, rezarás três vezes estas palavras:

Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro” (Diário, 476)

Oração do Angelus - Padre Antonello - Como rezar o Ângelus




Como rezar o Ângelus:

1) O Anjo do Senhor anunciou a Maria
- E Ela concebeu pelo poder do Espírito Santo.
Ave Maria...

2) Eis aqui a serva do Senhor.

- Faça-se em Mim segundo a vossa palavra.
Ave Maria...

3) E o Verbo Divino se fez homem,

- e habitou entre nós.
Ave Maria...

4) Rogai por nós, Santa Mãe de Deus,

- para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oremos: Derramai ó Deus, a Vossa graça em nossos corações, para que, conhecendo pela mensagem do anjo a encarnação do Vosso filho, cheguemos por Sua Paixão e Cruz à glória da ressurreição. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.


Glória ao Pai... (repete-se 3 vezes)

Terço - Mistérios Gloriosos - Quarta-Feira e Domingo


Terço do Rosário: Mistérios Gloriosos





"Mediante o Rosário, o povo cristão aprende com Maria a contemplar a beleza do rosto de Cristo, e a experimentar a profundidade do seu amor."
São João Paulo II

UM FELIZ E SANTO DOMINGO DE RAMOS

Para viver bem a Semana Santa


Os antigos a chamavam de “Semana Maior”, por ser a celebração mais importante do Ano Litúrgico, que nos leva a contemplar o mistério da Redenção da humanidade: Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. O bom católico sabe que deve celebrá-la com profundo respeito, meditação, oração e contemplação do grande mistério de amor de Deus por nós. Cada função litúrgica deve ser assistida e participada com devoção e ação de graças a Deus. Não podemos transformar a Semana Santa numa semana de lazer, na praia, no campo ou no turismo secular.
Antes de tudo é preciso fazer uma boa Confissão para poder celebrar dignamente os santos mistérios desta Grande Semana. Ela começa no Domingo de Ramos, que nos leva a meditar e reviver – não apenas mera recordação – a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. A Igreja recorda os louvores da multidão cobrindo os caminhos para a passagem de Jesus, com ramos proclamando: “Hosana ao Filho de Davi. Bendito o que vem em nome do Senhor (Lc 19, 38 – MT 21, 9). Seguir a Cristo por entre os hosanas deste domingo e estar disposto a acompanhá-lo ao Calvário. O verdadeiro seguidor do Salvador é um defensor da fé e não um traidor de Jesus, como foram aqueles que o saudaram e, logo em seguida, pediram sua condenação. O apelo da Igreja é este: “Acorda, cristão, sois soldado de Cristo, estás unido a Ele e deves caminhar com Ele rumo à Paixão e Ressurreição”. Esta deve ser a disposição de quem deseja celebrar bem a Semana Santa.

Na Quinta-feira Santa celebramos a Instituição do Sacramento da Eucaristia, a instituição do Sacerdócio, e a grande lição de Jesus: “Amai-vos uns aos outros”. Na Missa que o Bispo celebra com o seu clero, benze os Santos Óleos:

1. Óleo do Crisma – Uma mistura de óleo e bálsamo, significando a plenitude do Espírito Santo; o cristão deve irradiar “o bom perfume de Cristo”. Este óleo é usado também no sacramento da ordenação sacerdotal. Sua cor é dourada.

2. Óleo dos Catecúmenos – são os que se preparam para receber o Batismo, sejam adultos ou crianças. Significa a libertação do Mal, a força de Deus que penetra no catecúmeno, o liberta e prepara para o nascimento pela água e pelo Espírito. Sua cor é vermelha.

3. Óleo dos Enfermos – É usado no sacramento da Unção dos Enfermos. Sua cor é roxa.

Na Missa da Ceia do Senhor, comemoramos a Última Ceia, em que Jesus instituiu o Sacerdócio católico, a Sagrada Eucaristia, e dá a grande lição do amor no “lava-pés”. No final da Missa, faz-se a “Procissão do Translado do Santíssimo Sacramento” do altar-mor da igreja para uma capela, onde se tem o costume de fazer a adoração do Santíssimo durante toda à noite. Este é o dia da Eucaristia, em que, de modo especial, todos devem comungar bem e adorar os Senhor na Eucaristia.
Na Sexta Feira Santa celebramos Sua Paixão e Morte. O silêncio, o jejum e a oração devem marcar este dia que, não deve ser vivido em clima de luto, mas de profundo respeito diante da morte do Senhor que, morrendo, foi vitorioso e trouxe a salvação para todos. Às 15 horas, horário em que Jesus foi morto, celebramos a principal cerimônia do dia: a Paixão do Senhor. Ela consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão eucarística. É a hora de se unir à Virgem Dolorosa, adorar Jesus em sua Cruz e acompanhá-lo até sua sepultura. Em alguns lugares se faz a celebração “Sermão das Sete Palavras” de Jesus na Cruz. À noite nas paróquias faz-se as encenações da Paixão de Jesus Cristo com o Sermão da Descida da Cruz e em seguida a Procissão do Enterro, levando o caixão com a imagem do Senhor morto. Participando com devoção dessas celebrações, estamos participando bem da Semana Santa.
O Sábado Santo é o dia do grande silêncio, o dia do repouso do Senhor, da Soledade (solidão dolorosa) de Maria. A principal celebração é a “Vigília Pascal”, na noite do Sábado Santo. Cinco elementos compõem a liturgia da Vigília Pascal:1 – a benção do fogo novo e do círio pascal; 2 – a proclamação da Páscoa, que é um canto de júbilo anunciando a Ressurreição do Senhor; 3 – a Liturgia da Palavra, que é uma série de leituras sobre a história da Salvação; 4 – a renovação das promessas do Batismo e, por fim, 5 – a Liturgia Eucarística. “A morte foi vencida, as portas do Paraíso estão abertas”! Num duelo admirável a morte lutou contra a vida e o Autor da vida se levanta triunfador da morte. Terminou o combate da luz com as trevas, combate místico de Cristo contra Satanás. Após as trevas brilhará o sol da Ressurreição!
Nada, pois, mais necessário do que viver com intensidade estes dias sagrados e abrir os corações às inspirações divinas.

Prof. Felipe Aquino

Fonte: Cleofas

O que é a Semana Santa? - VÍDEOS



O que é a Semana Santa?

Parte 1 de 8, veja outras partes na descrição abaixo.

Na Semana Santa a Igreja celebra os sagrados mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor, encarnado para no martírio da Cruz e na vitória sobre a morte, dar a todos os homens a graça da salvação.
A Semana Santa começa com o Domingo de Ramos; e lembra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, aclamado pelos judeus.
A Igreja recorda os louvores da multidão proclamando: "Hosana ao Filho de David. Bendito o que vem em nome do Senhor". (Lc 19, 38 - MT 21, 9). Com este gesto manifestamos nossa fé em Jesus Cristo, Rei e Senhor.

SEMANA SANTA - PROFESSOR FELIPE AQUINO

Parte 1:

Parte 2:

Parte 3:

Parte 4:

Parte 5:

Parte 6:

Parte 7:

Parte 8:

Prof Felipe Aquino fala sobre a Quarta-feira Santa

COM PADRE PAULO RICARDO:

Tríduo Pascal - Quinta-feira Santa.

Tríduo Pascal - Sexta-feira Santa.
No dia de hoje somos chamados a olhar para o Cristo Crucificado. Dia em que o próprio Deus se entrega e morre por amor a nós.
"E, sendo exteriormente reconhecido como homem, humilhou-se ainda mais, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz."

Tríduo Pascal - Sábado Santo.
Neste dia do Sábado Santo, espaço de tempo que começa no por-do-sol da sexta-feira e termina no por-do-sol do sábado, a Igreja fica sem o seu Senhor. Porque Jesus jaz no túmulo.
Existe aqui a oração silenciosa e a penitência da Igreja esperando que Nosso Senhor ressuscite. Mas quem era realmente a Igreja que esperava a ressurreição de Jesus?
Era a Virgem Santíssima, Maria, ela sabia da ressurreição de Jesus. Parece que no Sábado Santo a Igreja foi como que reduzida a uma pessoa.
"Bem-aventurada é aquela que acreditou..."

Tríduo Pascal - Vigília Pascal.
A Vigília Pascal é a celebração da passagem, da morte para uma vida nova com o Senhor. Neste dia em que somos iluminados pela Luz de Cristo, a Santa Mãe Igreja canta exultante de alegria celebrando a vitória da Luz sobre as trevas.
Aleluia! Aleluia!

Depois de ver os vídeos do Tríduo Pascal, não deixe de ver a correção que o Padre Paulo Ricardo faz do vídeo da Vigília Pascal sobre uma parte que ele falou e que está errado a partir dos 05 minutos e 40 segundos neste vídeo:

Quaresma:

Parte 1:

Parte 2:

Parte 3:

Parte 4:

Parte 5:

A origem da palavra Quaresma - 10/03/11 - Parte 6


Canal do Youtube: A Verdade vos Libertará

GOTAS DE MISERICÓRDIA - Diário de Santa Faustina §872




Diário de Santa Faustina §872

"07.01.[1937]. Durante a Hora Santa, o Senhor concedeu-me participar da Sua Paixão. Dividi com Ele a amargura da dor de que estava repleta a Sua alma. Jesus deu-me a conhecer como a alma deve ser fiel à oração, apesar dos tormentos, da aridez e das tentações, porque em grande parte e principalmente de uma oração assim depende, às vezes, a concretização de grandes desígnios de Deus. E, se não perseveramos nessa oração, transtornamos o que Deus queria realizar através de nós, ou em nós. Que toda alma se lembre destas palavras: “E, estando em agonia, rezou mais longamente”. Eu sempre prolongo uma oração assim, na medida das minhas possibilidades e de acordo com os meus deveres."

JESUS, EU CONFIO EM VÓS!!!





SEMANA SANTA! Que o nosso coração esteja aberto para acolher o Senhor que vem, Manso e Humilde, para nos dar a salvação!

sexta-feira, 27 de março de 2026

Pequeno Manual para a Semana Santa

“A Liturgia da Semana Santa seja realizada de modo a poder oferecer ao povo cristão a riqueza dos ritos e orações; é importante que seja respeitada a verdade dos sinais, se favoreça a participação dos fiéis e seja assegurada a presença de ministros, leitores e cantores”.
É nessa perspectiva que nasce não sei se poderia chamar de “Pequeno Manual da Semana Santa”, e que se dirige de maneira peculiar às Equipes de Liturgia, Ministros Extraordinários da Distribuição da Comunhão Eucarística, enfim, a todas aquelas pessoas que estão empenhadas e colaboram com os sacerdotes nas comunidades paroquiais.

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA - 28/03/2026

ANO A


Jo 11,45-56

Comentário do Evangelho

A Profecia da Unidade: Jesus Morre para Reunir os Filhos de Deus


No Evangelho de hoje, estamos no limiar da Semana Santa. Após a ressurreição de Lázaro, o Sinédrio reúne-se para decidir o destino de Jesus. Ironicamente, o sumo sacerdote Caifás profere uma verdade profética sem o saber: “É melhor um só homem morrer pelo povo do que a nação inteira perecer”. João explica que Jesus morreria não apenas pela nação, mas para reunir na unidade todos os filhos de Deus que estavam dispersos. Este é o sentido profundo do sacrifício que estamos prestes a celebrar: a Cruz é o centro de gravidade que atrai e une a humanidade dividida. Enquanto os homens planeiam a morte por medo e poder, Deus utiliza esse mesmo momento para realizar a salvação e a comunhão universal.
https://catequisar.com.br/liturgia/28-03-2026/

Reflexão

Aproxima-se a “hora” de Jesus. Seus opositores já decidiram a sua morte, aguardando apenas o momento mais oportuno para o prenderem e o condenarem. O evangelista João narra esse contexto de espera e ansiedade. Jesus não tem medo dos judeus, aguarda apenas a sua hora, a hora de manifestar a sua glória ao mundo, a hora de dar novo sentido à Pascoa, não mais de libertação do Egito, mas de libertação do pecado; não mais uma celebração dos judeus, mas uma celebração de todos os povos, em todo o mundo.
(Dia a dia com o Evangelho 2026)
https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/28-sabado-11/

Reflexão

«Jesus iria morrer pela nação; e não só pela nação, mas também para reunir os filhos de Deus dispersos»

Rev. D. Xavier ROMERO i Galdeano
(Cervera, Lleida, Espanha)

Hoje, de caminho para Jerusalém, Jesus sente-se perseguido, vigiado, sentenciado, porque quanto maior e original tem sido sua revelação —o anuncio do Reino— mais ampla e mais clara tem sido a divisão e a oposição que ele encontrou nos ouvintes. «Então muitos judeus, que tinham ido à casa de Maria e que viram o que Jesus fez, acreditaram nele. Alguns, foram ao encontro dos fariseus e contaram o que Jesus tinha feito». (cf. Jo 11,45-46).
As palavras negativas de Caifás, «Vocês não percebem que é melhor um só homem morrer pelo povo, do que a nação inteira perecer?» (Jo 11,50), Jesus as assumirá positivamente na redenção feita por nós. Jesus, o Filho Unigênito de Deus, morre na cruz por amor a todos! Morre para realizar o plano do Pai, quer dizer, «E não só pela nação, mas também para reunir os filhos de Deus que estavam dispersos» (Jo 11,52).
E esta é a maravilha e a criatividade de nosso Deus! Caifás, com sua sentença («Convém que morra um só...») não faz mais que, por ódio, eliminar a um idealista; por outro lado, Deus Pai, enviando o seu Filho por amor a nós, faz algo maravilhoso: converter aquela sentença malévola em uma obra de amor redentora, porque para Deus Pai, cada homem vale todo o sangue derramado por Jesus Cristo!
Daqui a uma semana cantaremos —em solene vigília— o Pregão Pascoal. A través dessa maravilhosa oração, a Igreja faz louvor ao pecado original. E não o faz porque desconheça sua gravidade, e sim porque Deus —em sua bondade infinita— tem feito proezas como resposta ao pecado do homem. Isto é, ante o “desgosto original”, Ele respondeu com a Encarnação, com o sacrifício pessoal e com a instituição da Eucaristia. Por isso, a liturgia cantará no próximo sábado: «Que assombroso beneficio de teu amor por nós! Que incomparável ternura e caridade! Oh feliz culpa que mereceu tal Redentor!».
Espero que nossas sentenças, palavras e ações não sejam impedimentos para a evangelização, uma vez que nós também recebemos de Cristo a responsabilidade, de reunir os filhos de Deus dispersos: «Portanto, vão e façam com que todos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo» (Mt 28,19).

Pensamentos para o Evangelho de hoje

- «Só um morreu por todos; e este mesmo é aquele que agora por todas as igrejas, no mistério do pão e do vinho, morto, nos alimenta; acreditado, nos vivifica; consagrado, santifica quem os consagra» (São Gaudêncio de Brescia)

- «Para os cristãos sempre haverá perseguições, incompreensões. Mas devem de ser encaradas com a certeza de que Jesus é o Senhor, e este é o desafio e a cruz da nossa fé» (Francisco)

- «(…) A Bíblia venera algumas grandes figuras das "nações", como "o justo Abel", o rei e sacerdote Melquisedec (…), ou os justos "Noé, Daniel e Job". Deste modo, a Escritura exprime o alto grau de santidade que podem atingir os que vivem segundo a aliança de Noé, na expectativa de que Cristo ‘reúna, na unidade, todos os filhos de Deus dispersos’ (Jo 11, 52)» (Catecismo da Igreja Católica, nº 58)
https://evangeli.net/evangelho/feria/2026-03-28

Reflexão

O Sanedrim decide dar morte a Jesus

REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)
(Città del Vaticano, Vaticano)

Hoje, João fala de uma reunião do Sanedrim para elucidar —num intercâmbio de ideias —o “caso” Jesus. João situa esta reunião antes do Domingo de Ramos e, considera que o motivo imediato foi o movimento popular surgido depois da ressurreição de Lázaro. Sem uma deliberação precedente como esta, resulta impensável o arresto de Jesus a noite de Gestsêmani.
João expressou muito claramente aquela estranha combinação entre execução da vontade de Deus e a cegueira egoísta de Caifás: A cruz respondia uma "necessidade” divina e Caifás, com sua decisão, foi o executor da vontade de Deus, ainda quando sua motivação pessoal fora impura e não respondesse à vontade divina, senão a suas próprias miras egoístas (atitude que propiciou a catástrofe do ano 70).
—"Jesus iria morrer (…) para reunir os filhos de Deus dispersos": Sucinta aqui a “palavra chave” da oração sacerdotal de Jesus pela unidade dos crentes dentro de sua Igreja.
https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2026-03-28

Comentário do Evangelho

Jesus subiu a Jerusalém. Os sumos sacerdotes e fariseus decidiram matá-lo


Hoje começa a tomar forma o julgamento das autoridades religiosas de Israel contra Jesus. Ele recentemente ressuscitou Lázaro. Isso aconteceu em Betânia, perto da capital. Chega a notícia. Eles não podem negar os milagres; Pelo contrário, eles mesmos são testemunhas de obras do Senhor.
Inclusive levados pela enveja, eles serão instrumentos do Pai, que pedia o Filho oferecer-se em sacrifício pela salvação do mundo.
https://family.evangeli.net/pt/feria/2026-03-28

Meditação

A Palavra: dos ouvidos ao coração!

No exílio da Babilônia, o Profeta Ezequiel transmite ao seu povo o sonho e a promessa do Senhor: “Eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo”. O Senhor também prometeu: “Farei com eles uma aliança de paz, será uma aliança eterna”. Essa aliança eterna foi concretizada em Jesus Cristo. Ele veio nos lembrar o sonho e as promessas do Senhor. Deus nunca desiste de nós, porque Ele muito nos ama. Jesus Cristo foi acolhido e rejeitado: acolhido por aqueles que aguardavam a realização das promessas do Senhor, e rejeitado por aqueles que oprimiam o povo com falsas promessas. É fácil dizer que somos o Povo de Deus, o difícil é viver comprometido com a proposta de Jesus Cristo.
Coleta
DEUS, que fizestes de todos os renascidos em Cristo uma nação santa e um sacerdócio régio, concedei-nos a vontade e a força de fazer o que ordenais, para que o povo chamado à eternidade seja concorde na fé e justo nas ações. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
https://www.a12.com/reze-no-santuario/deus-conosco?data=28%2F03%2F2026&leitura=meditacao