sábado, 2 de novembro de 2024

HOJE É DIA DE FINADOS! VAMOS ORAR PELOS NOSSOS ENTES QUERIDOS!

DIA DE FINADOS, UMA HOMENAGEM A QUEM NÃO ESTÁ MAIS PRÓXIMO DE NÓS!

HOJE É DIA DE FINADOS! VAMOS ORAR PELO NOSSOS ENTES QUERIDOS!

02 DE NOVEMBRO - DIA DE FINADOS - O LUTO E A VIDA

DEUS ESTÁ CUIDANDO DAS PESSOAS AMADAS POR NÓS, NÃO DEVEMOS FICAR TRISTES!

Deus está cuidando das pessoas amadas por nós, não devemos ficar tristes.

"AQUELES QUE AMAMOS NUNCA MORREM, APENAS PARTEM ANTES DE NÓS." DE (AMADO NERVO)

Homenagem aos Pais falecidos! Pai sinto muito sua falta. Você estará sempre no meu coração. Saudades eternas do(a) seu(sua) filho(a) que te ama...


Oração de agradecimento ao Pai falecido


Oração de agradecimento ao Pai falecido

Pai, agradeço a você por tudo que hoje sou...
Se sei o que é ser uma mulher ou homem independente, de caráter e personalidade é porque me fez assim.
Só eu sei o quanto está sendo difícil essa vida sem você... Sem ter o meu porto seguro, sem ter pra onde correr quando sinto medo à noite, sem ter o seu colo quentinho pra deitar e chorar quando o peito está apertado, cheio de tristezas...
Mas, o que fazer se essa tristeza toda é de saudade de você?
Não culpo Deus por tê-lo levado, se isso aconteceu foi porque estava merecendo o seu descanso e a paz.
Descanso de uma vida cheia de preocupações e muito trabalho.
Sim, porque foi isso que vi a vida inteira.
Você trabalhando e, mesmo assim, preocupado
se estávamos tendo a vida que queríamos.
Sempre me deu tudo de melhor...
Você foi e sempre será o melhor pai do mundo.
Queria muito ter dito isso olhando nos seus olhos,
mas nunca tive coragem.
Sei que deve estar vendo eu digitar esse texto,
por isso direi: EU TE AMO (Ágape)!
Assim seja.

(SIDINEI DA SILVA RIBEIRO)
Fonte: a pagina da vida

Amor de mãe dura até depois do fim...


Oração Pela Mãe Falecida - Oração Pela Mãe Falecida com Pe Marcelo Rossi


Oração Pela Mãe Falecida

Senhor, obrigado(a) pela Mãe que me destes.
Obrigado(a) pelo dom de nascer e pela graça de ter sido gerado(a)
no ventre de minha mãe. Agora eu não a tenho mais comigo.
Ela está Contigo. Ela agora vive em Ti, que sois o Pai e Mãe de todos nós.
Abrace minha mãe Deus querido, pois eu já não posso mais dar este abraço.
Envolve-a com a Tua Luz Divina, pois ela merece todo o bem e todo carinho.
Daqui eu a perdoou por tudo o que não foi bom e como filho(a)
peço também o perdão.
Obrigado(a) Senhor por esta graça de poder dizer estas palavras com todo
amor e carinho que terei sempre por minha mãe.
Senhor, obrigado(a) pela Mãe que me destes e que agora vive junto de Ti.
Amém!

REZE TAMBÉM POR QUEM NÃO ESTÁ MAIS AQUI

DIA DE FINADOS - 02 DE NOVEMBRO! Não chores por alguns entes queridos que já se foram, apenas algumas orações por eles já é o bastante.

MEU VELHO PAI, QUANTA SAUDADE. DE ONDE VOCÊ ESTIVER RECEBA MEU CARINHO.

HOJE É DIA DE FINADOS; UMA HOMENAGEM A ALGUÉM ESPECIAL QUE FOI EMBORA.

Indulgências Plenárias para o Dia de Finados


Indulgências Plenárias para o Dia de Finados
(para as almas do purgatório)

Ao fiel que visitar devotamente um cemitério e rezar, mesmo em espírito, pelos defuntos, concede-se indulgências somente aplicável às almas do Purgatório. Esta indulgência será plenária (cumprindo as 3 condições), cada dia, de 01 a 08 de novembronos outros dias do ano será parcial;

Para adquirir INDULGÊNCIA PLENÁRIA é preciso ir ao cemitério, rezar devotamente pelos defuntos e preencher essas três condições:

a) Confissão sacramental – cada confissão vale para as indulgências obtidas até uns 15 dias antes e para as que serão obtidas até uns 15 dias depois de recebido o sacramento;

b) Comunhão eucarística – é necessária uma comunhão para cada indulgência;

c) Oração nas intenções do Sumo Pontífice – rezar para cada indulgência;

Fonte: Derradeiras Graças

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA, ROGAI PELOS ENTES QUERIDOS QUE JÁ FALECERAM.

DIA DE FINADOS - 2 DE NOVEMBRO - Oração pelos Falecidos



Oração pelos Falecidos

Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, neste Momento de Fé, no Colo de Jesus, nós Vos pedimos por... (mencione o nome de seu ente querido falecido), que chamastes deste mundo.
Dai-lhe a felicidade, a luz e a paz.
Que ele tendo passado pela morte, participe do convívio de Vossos santos na luz eterna, como prometestes a Abraão e à sua descendência.
Que a sua alma nada sofra, e Vos digneis ressuscitá-lo com os Vossos santos no dia da ressurreição e da recompensa.
Perdoai-lhe os pecados para que alcance junto a Vós a vida imortal no reino eterno.
Por Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!

(Rezar: Pai Nosso e Ave Maria)

Dai-lhe, Senhor, o repouso eterno e brilhe para ele Vossa Luz! Amém!

ORAÇÃO PELAS ALMAS

Finados - 2 de Novembro


O dia de Finados

É uma antiquíssima tradição da Igreja Católica rezar por todos os fiéis falecidos no dia 2 de novembro. A todos os que morreram “no sinal da fé” a Igreja reserva um lugar importante na Liturgia: há uma lembrança diária na Missa, com o Memento (= lembrança) dos mortos, e no Ofício divino. No dia de Finados a Igreja autoriza que cada sacerdote possa celebrar três Missas em sufrágio das almas dos falecidos. Essa foi uma concessão do Papa Bento XV em 1915, quando durante a Primeira Guerra Mundial, julgou oportuno estender a toda Igreja este privilégio de que gozavam a Espanha, Portugal e a América Latina desde o séc. XVIII.


Com a lembrança dos falecidos a Igreja quer lembrar a grande verdade, baseada na Revelação: a existência da Igreja triunfante no Céu; padecente no Purgatório e a militante na terra. O Purgatório é o estado intermediário, mas temporário “onde o espírito humano se purifica e se torna apto ao céu”.
Os primeiros vestígios de uma comemoração coletiva de todos os fiéis defuntos são encontrados em Sevilha (Espanha) no séc. VII, em Fulda (Alemanha) no séc. IX. A comemoração oficial dos falecidos é devida ao abade de Cluny, santo Odilon, em 998, mas, muito antes, em toda parte se celebrava a festa de todos os santos e o dia seguinte era dedicado a memória dos fiéis falecidos. Mas o fato de que milhares de mosteiros beneditinos dependessem de Cluny favoreceu a ampla difusão da comemoração. Depois em Roma, em 1311, foi sancionada oficialmente a memória dos falecidos.
A Tradição da Igreja está repleta de ensinamentos sobre a oração pelos mortos. S. João Crisóstomo (349-407), bispo e doutor da Igreja, já no século IV recomendava orar pelos falecidos: “Levemos-lhe socorro e celebremos a sua memória… Porque duvidar que as nossas oferendas em favor dos mortos lhes leva alguma consolação? Não hesitemos em socorrer os que partiram e em oferecer as nossas orações por eles” (Hom. 1Cor 41,15).
“Os Apóstolos instituíram a oração pelos mortos e esta lhes presta grande auxílio e real utilidade” (In Philipp. III 4, PG 62, 204).
Tertuliano (†220) – Bispo de Cartago, diz: “A esposa roga pela alma de seu esposo e pede para ele refrigério, e que volte a reunir-se com ele na ressurreição; oferece sufrágio todos os dias aniversários de sua morte” (De monogamia, 10).


Tertuliano atesta o uso de sufrágios na liturgia oficial de Cartago, que era um dos principais centros do cristianismo no século III: “Durante a morte e o sepultamento de um fiel, este fora beneficiado com a oração do sacerdote da Igreja”. (De anima 51; PR, ibidem)
São Cipriano (†258), bispo de Cartago, refere-se à oferta do sacrifício eucarístico em sufrágio dos defuntos como costume recebido da herança dos bispos seus antecessores (cf. epist. 1,2). Nas suas epístolas é comum encontrar a expressão: “oferecer o sacrifício por alguém ou por ocasião dos funerais de alguém”. (Revista PR, 264, 1982, pag. 50 e 51; PR ibidem)
Falando da vida de Cartago, no século III, afirma Vacandart: “Podemos de certo modo conceber o que terá sido a vida religiosa de Cartago em meados do século III. Aí vemos o clero e os fiéis a cercar o altar… ouvimos os nomes dos defuntos lidos pelo diácono e o pedido de que o bispo ore por esses fiéis falecidos; vemos os cristãos… voltar para casa reconfortados pela mensagem de que o irmão falecido repousa na unidade da Igreja e na paz do Cristo.” (Revue de Clergé Français 1907 t. Lil 151; PR, ibidem)


São Cirilo, bispo de Jerusalém (†386), disse: “Enfim, também rezamos pelos santos padres e bispos e defuntos e por todos em geral que entre nós viveram; crendo que este será o maior auxílio para aquelas almas, por quem se reza, enquanto jaz diante de nós a santa e tremenda vítima”(Catequeses. Mistagógicas. 5, 9, 10, Ed. Vozes, 1977, pg. 38).
Desde os primeiros séculos a Igreja reza pelos falecidos. No segundo livro de Macabeus, da Bíblia, encontramos esta recomendação: “É coisa santa e salutar lembrar-se de orar pelos defuntos, para que fiquem livres de seus pecados”. (2Mac 12,46)
Não só é coisa santa rezar pelos falecidos, mas o dia de finados é uma oportunidade para todos refletirem sobre a morte: “Bem-aventurado o homem que, quando o Senhor vier buscá-lo, estiver preparado”.
No dia de Finados, não festejamos a morte, mas a vida após a morte, a ressurreição que Cristo nos conquistou com sua morte e Ressurreição. O Catecismo da Igreja lembra que: “Reconhecendo cabalmente esta comunhão de todo o corpo místico de Jesus Cristo, a Igreja terrestre, desde os tempos primevos da religião cristã, venerou com grande piedade a memória dos defuntos…”(CIC, § 958)
“A nossa oração por eles [no Purgatório] pode não somente ajudá-los, mas também torna eficaz a sua intercessão por nós”. (CIC, § 958)
Falando dos falecidos disse um dia o Papa João Paulo II: “Numa misteriosa troca de dons, eles [no Purgatório] intercedem por nós e nós oferecemos por eles a nossa oração de sufrágio.“ ( LR de 08/11/92, p. 11)
“A tradição da Igreja exortou sempre a rezar pelos mortos. O fundamento da oração de sufrágio encontra-se na comunhão do Corpo Místico… Por conseguinte, recomenda a visita aos cemitérios, o adorno dos sepulcros e o sufrágio, como testemunho de esperança confiante, apesar dos sofrimentos pela separação dos entes queridos” (LR, n. 45, de 10/11/91).
Portanto, o Papa João Paulo II deixou bem claro que as almas do Purgatório também rezam por nós. E mostrou também que é importante ir ao Cemitério e enfeitar os túmulos dos falecidos como sinal de nossa esperança na ressurreição.
Prof. Felipe Aquino

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