domingo, 3 de março de 2024

O Amor de Deus é paciente | Lc 15,1-3.11-32 | Padre Adriano Zandoná (02/03/24)



Canal do Youtube - Padre Adriano Zandoná

Publicado em 1 de mar. de 2024

Evangelho (Lc 15,1-3.11-32)

Naquele tempo, os publicanos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o escutar. Os fariseus, porém, e os mestres da Lei criticavam Jesus: “Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles”.
Então Jesus contou-lhes esta parábola: “Um homem tinha dois filhos. O filho mais novo disse ao pai: ‘Pai, dá-me a parte da herança que me cabe’. E o pai dividiu os bens entre eles. Poucos dias depois, o filho mais novo juntou o que era seu e partiu para um lugar distante. E ali esbanjou tudo numa vida desenfreada.
Quando tinha gasto tudo o que possuía, houve uma grande fome naquela região, e ele começou a passar necessidade. Então foi pedir trabalho a um homem do lugar, que o mandou para seu campo cuidar dos porcos. O rapaz queira matar a fome com a comida que os porcos comiam, mas nem isto lhe davam.
Então caiu em si e disse: ‘Quantos empregados do meu pai têm pão com fartura, e eu aqui, morrendo de fome. Vou-me embora, vou voltar para meu pai e dizer-lhe: Pai, pequei contra Deus e contra ti; já não mereço ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados’.
Então ele partiu e voltou para seu pai. Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e sentiu compaixão. Correu-lhe ao encontro, abraçou-o e cobriu-o de beijos. O filho, então, lhe disse: ‘Pai, pequei contra Deus e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho’.
Mas o pai disse aos empregados: ‘Trazei depressa a melhor túnica para vestir meu filho. E colocai um anel no seu dedo e sandálias nos pés. Trazei um novilho gordo e matai-o. Vamos fazer um banquete. Porque este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi encontrado’. E começaram a festa.
O filho mais velho estava no campo. Ao voltar, já perto de casa, ouviu música e barulho de dança. Então chamou um dos criados e perguntou o que estava acontecendo. O criado respondeu: ‘É teu irmão que voltou. Teu pai matou o novilho gordo, porque o recuperou com saúde’.
Mas ele ficou com raiva e não queria entrar. O pai, saindo, insistia com ele. Ele, porém, respondeu ao pai: ‘Eu trabalho para ti há tantos anos, jamais desobedeci a qualquer ordem tua. E tu nunca me deste um cabrito para eu festejar com meus amigos. Quando chegou esse teu filho, que esbanjou teus bens com prostitutas, matas para ele o novilho cevado’.
Então o pai lhe disse: ‘Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. Mas era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e tornou a viver; estava perdido, e foi encontrado”’.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Eu quero viver a palavra de Deus | Mt 21,33-43.45-46 | Padre Adriano Zandoná (01/03/23)



Canal do Youtube - Padre Adriano Zandoná

Publicado em 29 de fev. de 2024

Evangelho (Mt 21,33-43.45-46)

Naquele tempo, dirigindo-se Jesus aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos do povo, disse-lhes: “Escutai esta outra parábola: Certo proprietário plantou uma vinha, pôs uma cerca em volta, fez nela um lagar para esmagar as uvas e construiu uma torre de guarda. Depois arrendou-a a vinhateiros, e viajou para o estrangeiro. Quando chegou o tempo da colheita, o proprietário mandou seus empregados aos vinhateiros para receber seus frutos.
Os vinhateiros, porém, agarraram os empregados, espancaram a um, mataram a outro, e ao terceiro apedrejaram. O proprietário mandou de novo outros empregados, em maior número do que os primeiros. Mas eles os trataram da mesma forma. Finalmente, o proprietário, enviou-lhes o seu filho, pensando: ‘Ao meu filho eles vão respeitar’.
Os vinhateiros, porém, ao verem o filho, disseram entre si: ‘Este é o herdeiro. Vinde, vamos matá-lo e tomar posse da sua herança!’ Então agarraram o filho, jogaram-no para fora da vinha e o mataram. Pois bem, quando o dono da vinha voltar, que fará com esses vinhateiros?”
Os sumos sacerdotes e os anciãos do povo responderam: “Com certeza mandará matar de modo violento esses perversos e arrendará a vinha a outros vinhateiros, que lhe entregarão os frutos no tempo certo”.
Então Jesus lhes disse: “Vós nunca lestes nas Escrituras: ‘A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular; isto foi feito pelo Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos?” Por isso eu vos digo: o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que produzirá frutos.
Os sumos sacerdotes e fariseus ouviram as parábolas de Jesus, e compreenderam que estava falando deles. Procuraram prendê-lo, mas ficaram com medo das multidões, pois elas consideravam Jesus um profeta.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

A generosidade transforma vidas | Lc 16,19-31 | Padre Adriano Zandoná (29/02/24)



Canal do Youtube - Padre Adriano Zandoná

Publicado em 28 de fev. de 2024

Evangelho (Lc 16,19-31)

Naquele tempo, disse Jesus aos fariseus: “Havia um homem rico, que se vestia com roupas finas e elegantes e fazia festas esplêndidas todos os dias.
Um pobre, chamado Lázaro, cheio de feridas, estava no chão, à porta do rico. Ele queria matar a fome com as sobras que caíam da mesa do rico. E, além disso, vinham os cachorros lamber suas feridas.
Quando o pobre morreu, os anjos levaram-no para junto de Abraão. Morreu também o rico e foi enterrado. Na região dos mortos, no meio dos tormentos, o rico levantou os olhos e viu de longe a Abraão, com Lázaro ao seu lado. Então gritou: ‘Pai Abraão, tem piedade de mim! Manda Lázaro molhar a ponta do dedo para me refrescar a língua, porque sofro muito nestas chamas’.
Mas Abraão respondeu: ‘Filho, lembra-te de que recebeste teus bens durante a vida e Lázaro, por sua vez, os males. Agora, porém, ele encontra aqui consolo e tu és atormentado. E, além disso, há grande abismo entre nós: por mais que alguém desejasse, não poderia passar daqui para junto de vós, e nem os daí poderiam atravessar até nós’.
O rico insistiu: ‘Pai, eu te suplico, manda Lázaro à casa do meu pai, porque eu tenho cinco irmãos. Manda preveni-los, para que não venham também eles para este lugar de tormento’. Mas Abraão respondeu: ‘Eles têm Moisés e os profetas, que os escutem!’
O rico insistiu: ‘Não, Pai Abraão, mas se um dos mortos for até eles, certamente vão se converter’. Mas Abraão lhe disse: ‘Se não escutam a Moisés, nem aos Profetas, eles não acreditarão, mesmo que alguém ressuscite dos mortos”’.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

A origem dos 10 mandamentos | (Ex 20, 1-17) #1907 - Frei Gilson




Publicado em 3 de mar. de 2024

Um Pai misericordioso | (Lc 15, 1-3.11-32) #1906 - Frei Gilson




Publicado em 2 de mar. de 2024

Inveja mata | (Gn 37, 3-4.12-13a.17b-28) #1905 - Frei Gilson




Publicado em 1 de mar. de 2024

Parábola do rico e Lázaro | (Lc 16, 19-31) #1904 - Frei Gilson




Publicado em 29 de fev. de 2024

Em três dias eu o levantarei | Mãe Maria (03/03/2024) - Dom Walmor



Canal do Youtube: TV Horizonte

Publicado em 3 de mar. de 2024

Homilia Diária - 03.03.2024 | "Destruí, este Templo, e em três dias o levantarei" - Padre Roger Araújo



Canal do Youtube: Padre Roger Araújo

Publicado em 3 de mar. de 2024

João 2,13-25

Estava próxima a Páscoa dos judeus e Jesus subiu a Jerusalém. No Templo, encontrou os vendedores de bois, ovelhas e pombas e os cambistas que estavam aí sentados. Fez então um chicote de cordas e expulsou todos do Templo, junto com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas e derrubou as mesas dos cambistas. E disse aos que vendiam pombas: “Tirai isso daqui! Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio!”
Seus discípulos lembraram-se, mais tarde, que a Escritura diz: “O zelo por tua casa me consumirá”.
Então os judeus perguntaram a Jesus: “Que sinal nos mostras para agir assim?”
Ele respondeu: “Destruí este Templo, e em três dias eu o levantarei”.
Os judeus disseram: “Quarenta e seis anos foram precisos para a construção deste santuário e tu o levantarás em três dias?”
Mas Jesus estava falando do Templo do seu corpo. Quando Jesus ressuscitou, os discípulos lembraram-se do que ele tinha dito e acreditaram na Escritura e na palavra dele.
Jesus estava em Jerusalém durante a festa da Páscoa. Vendo os sinais que realizava, muitos creram no seu nome. Mas Jesus não lhes dava crédito, pois ele conhecia a todos; e não precisava do testemunho de ninguém acerca do ser humano, porque ele conhecia o homem por dentro.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=-LWi7eJtaa4

A Voz do Pastor, 03/03/2024 com o Cardeal Orani João Tempesta



Canal do Youtube: WebTV Redentor

Publicado em 29 de fev. de 2024

3º Domingo da Quaresma

Evangelho (Jo 2,13-25)

13 Estava próxima a Páscoa dos judeus e Jesus subiu a Jerusalém. 14 No Templo, encontrou os vendedores de bois, ovelhas e pombas e os cambistas que estavam aí sentados. 15 Fez então um chicote de cordas e expulsou todos do Templo, junto com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas e derrubou as mesas dos cambistas. 16 E disse aos que vendiam pombas: “Tirai isso daqui! Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio!”
17 Seus discípulos lembraram-se, mais tarde, que a Escritura diz: “O zelo por tua casa me consumirá”.
18 Então os judeus perguntaram a Jesus: “Que sinal nos mostras para agir assim?”
19 Ele respondeu: “Destruí este Templo, e em três dias eu o levantarei”.
20 Os judeus disseram: “Quarenta e seis anos foram precisos para a construção deste santuário e tu o levantarás em três dias?”
21 Mas Jesus estava falando do Templo do seu corpo. 22 Quando Jesus ressuscitou, os discípulos lembraram-se do que ele tinha dito e acreditaram na Escritura e na palavra dele.
23 Jesus estava em Jerusalém durante a festa da Páscoa. Vendo os sinais que realizava, muitos creram no seu nome. 24 Mas Jesus não lhes dava crédito, pois ele conhecia a todos; 25 e não precisava do testemunho de ninguém acerca do ser humano, porque ele conhecia o homem por dentro.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Homilia Dominical | O que Jesus nos ensina expulsando os vendilhões do Templo? (3º Dom. da Quaresma) - Padre Paulo Ricardo



Canal do Youtube: Padre Paulo Ricardo

Publicado em 2 de mar. de 2024

Como estava próxima a Páscoa dos judeus, uma multidão subia até o Templo de Jerusalém para oferecer seus sacrifícios a Deus. Jesus também subiu e realizou um sinal profético: com um chicote de cordas, feito por Ele mesmo, “expulsou todos do Templo, junto com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas e derrubou as mesas dos cambistas”. Agindo dessa forma, Nosso Senhor estava não só purificando o Templo da iniquidade que dele se apossou, mas também mostrando que há outro templo que Ele quer purificar: o nosso coração, que se acostumou a viver longe de Deus e da sua santa vontade.

HOMILIA DIÁRIA - (CANÇÃO NOVA) – Jo 2,13-25 - 03/03/2024


Encontre, em Cristo, a presença de Deus Pai

“Estava próxima a Páscoa dos judeus e Jesus subiu a Jerusalém. No Templo, encontrou os vendedores de bois, ovelhas e pombas e os cambistas que estavam aí sentados. Fez então um chicote de cordas e expulsou todos do Templo, junto com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas e derrubou as mesas dos cambistas. E disse aos que vendiam pombas: ‘Tirai isso daqui! Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio!’.” (João 2,13-16)



Meus irmãos e minhas irmãs, uma página do Evangelho de São João —, neste ano em que nos dedicamos ao evangelista Marcos, mas que, em um momento e outro, os evangelistas emprestam a sua experiência para que nós possamos compor o nosso Ano Litúrgico —, como já disse, uma página do Evangelho de São João que nos ajuda neste Terceiro Domingo da Quaresma.
Hoje é dia do Senhor, hoje é domingo. E Jesus expulsa os comerciantes. Veja, um anúncio profético, uma reforma que Jesus está implicando ali. Jesus não quer dar apenas uma lição moral, dizendo que não se pode vender coisas naquele lugar, não é só uma questão de purificação.
Às vezes, prendemos muito a nossa vida nas questões ritualistas, é muito mais do que isso. Jesus cumpre toda a tradição do Templo, uma mentalidade nova que supera aquela ideia do Templo como um lugar fixo, um espaço onde posso tocar Deus, onde posso pegá-Lo, onde posso manipulá-Lo e onde posso, até mesmo, comprá-Lo com as minhas ofertas — “Posso comprar o paraíso”, “Posso comprar a salvação, por isso, vou dar a Deus algo para receber algo em troca”.

É possível encontrar Deus em Cristo, na pessoa d’Ele morto e ressuscitado

Jesus rompe completamente com essa mentalidade que está presente, muitas vezes, dentro de nós. Jesus supera esse esquema e apresenta a Sua pessoa, a Sua morte, a Sua ressurreição como o lugar onde Deus está presente. O Templo é o corpo ressuscitado de Cristo, por isso, é possível encontrar Deus em Cristo, na pessoa d’Ele morto e ressuscitado.
Vale lembrar isto: não paremos no Cristo morto. Aproximamo-nos da Semana Santa e temos, muitas vezes, a tendência de parar no Jesus morto. Não nos fixemos apenas neste mistério, mas este templo foi destruído na Sua morte e, depois, reconstruído na Sua ressurreição, assim Jesus disse.
Por isso, a Liturgia é muito bela, na assembleia litúrgica há momentos em que estamos ajoelhados, expressando a nossa morte para o pecado e há momentos em que estamos de pé, como expressão de uma comunidade do Ressuscitado.
Cuidado! Porque a sua posição de joelhos pode não expressar piedade, mas pode expressar um desconhecimento litúrgico daquilo que está sendo celebrado. Tem hora para tudo na Liturgia: hora de ficar em pé, hora de ficar sentado, hora de ficar ajoelhado; e temos de entrar no ritmo litúrgico da celebração litúrgica, porque ali é o mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus.
A Primeira Leitura de hoje apresenta-nos aquele contrato que fizemos com Deus, a primeira cláusula é a que Deus se apresenta: “Eu sou o teu Deus. Você me conheceu porque te tirei do Egito e, agora, você não pode ter outro Deus além de mim. Guarda os meus mandamentos” (cf. Êxodo 20,2). Os mandamentos são direções, são estradas para que cheguemos ao Reino dos Céus.
Sobre você, desça a bênção do Deus Todo-poderoso. Pai, Filho e Espírito Santo. Amém!