sexta-feira, 7 de setembro de 2018

HOMILIA - Só faz jejum quem ama Jesus - Pe. José Augusto (07/09/18)


Canal do Youtube - Canção Nova Play

Publicado em 7 de set de 2018

Categoria - Entretenimento

HOMILIA - Comprometidos com o Reino de Deus - Pe. Wagner Ferreira (07/09/18)


Canal do Youtube - Canção Nova Play

Publicado em 7 de set de 2018

Categoria - Entretenimento

Homília Diária - Mãe Maria - 07/09/18 - Dom Walmor Oliveira de Azevedo


Canal do Youtube: Arquidiocese de Belo Horizonte

Publicado em 6 de set de 2018

Apresentado pelo Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, o programa Mãe Maria é um tempo dedicado à reflexão e oração, à luz do Evangelho proposto pela liturgia de cada dia. Inspirada no exemplo de Nossa Senhora, a reflexão ilumina a realidade, o caminhar da Igreja e a vida de cada discípulo missionário de Cristo Jesus.

Categoria - Sem fins lucrativos/ativismo

Evangelho do Dia - 07/09/2018, com o Padre Rodrigo Vieira.


Canal do Youtube: WebTV Redentor

Publicado em 6 de set de 2018

Evangelho (Lc 5,33-39)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 33os fariseus e os mestres da Lei disseram a Jesus: “Os discípulos de João, e também os discípulos dos fariseus, jejuam com frequência e fazem orações. Mas os teus discípulos comem e bebem”. 34Jesus, porém, lhes disse: “Os convidados de um casamento podem fazer jejum enquanto o noivo está com eles? 35Dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, naqueles dias, eles jejuarão”.
36Jesus contou-lhes ainda uma parábola: “Ninguém tira retalho de roupa nova para fazer remendo em roupa velha; senão vai rasgar a roupa nova, e o retalho novo não combinará com a roupa velha. 37Ninguém põe vinho novo em odres velhos; porque, senão, o vinho novo arrebenta os odres velhos e se derrama; e os odres se perdem. 38Vinho novo deve ser posto em odres novos. 39E ninguém, depois de beber vinho velho, deseja vinho novo; porque diz: o velho é melhor”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Categoria - Pessoas e blogs

A lei que dá vida nova (Homilia Diária.946: Sexta-feira da 22.ª Semana do Tempo Comum) - Padre Paulo Ricardo


Canal do Youtube: Padre Paulo Ricardo

Publicado em 6 de set de 2018

A lei foi dada outrora ao povo escolhido por intermédio de Moisés; agora, é através de Cristo Jesus que a todos nós são dadas a graça e a verdade, pelas quais somos renovados com uma vida toda nova, que como um vinho de grande valor não pode ser depositado em odres velhos, em um coração apegado ao vão proceder dos pecadores. Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo para esta sexta-feira, dia 7 de setembro, e rezemos hoje de modo especial pelo nosso país, para que ele retorne o quanto antes aos valores cristãos que lhe deram origem.

Categoria - Educação

HOMÍLIA DIÁRIA - (CANÇÃO NOVA) - Lc 5,33-39 - 07/09/2018


Abramos a mente e recebamos o novo de Deus

Ter a mente fechada é o pior atraso que podemos conceder a nós e a quem convive conosco

“Vinho novo deve ser posto em odres novos.” (Lucas 5,38)


A Palavra diz que Deus é aquele que faz nova todas as coisas. Às vezes, queremos nos acostumar com o que é velho, mas o que é se acostumar com o velho? É fazer aquilo que sempre fizemos, aquilo que sempre acreditamos e ficamos sempre naquela mesma atoada, não sabemos nos abrir para acolher o novo, para ver novas aspirações, inspirações e direções. Ter a mente fechada é o pior atraso que podemos conceder a nós e a quem convive conosco. A mente velha não é a mente de uma pessoa idosa, é aquela mente fechada, que não se abre para o novo.
O “novo”, aqui, não se refere às novidades, porque há pessoas que só gostam de novidades, e a pergunta é: “Qual é a novidade?”. Não se trata de novidade por ser coisas que apareceram na moda ou assim por diante. O novo que a Palavra de Deus se refere é aquilo que nos renova e nos refaz, restaura-nos e nos dá a recuperação daquilo que é a graça original. Não confunda a busca de novidades no mundo em que vivemos com o novo do Evangelho.
O novo que Deus realiza em nós acontece quando o coração se abre para o novo. Temos muitas coisas velhas no nosso coração, coisas estragadas que precisam ser mudadas, tem muitos pensamentos nossos que estão opacos, que nos estragam e não ajudam as coisas a serem melhores. Como é bom esvaziarmos a mente! Eu tenho insistido muito nisso. Para que o novo venha até nós é preciso tirar de nós aquilo que estamos acostumados a querer que seja assim.
Sabe por que as coisas não mudam em nossa casa? Porque achamos que mudar a casa é mudar a disposição dos móveis ou tirar todas as “tranqueiras”. Isso ajuda, é bom para o ambiente. Outros acham que é mudar de casa, acham que a casa não presta, que tem espíritos negativos nela e decidem mudar, porém, ao se passarem alguns meses, aquela outra casa também fica velha.
A mudança acontece dentro de nós, mas é preciso que a mentalidade e a cabeça sejam novas, porque se temos aquele mesmo modo de agir, se somos aquela pessoa impulsiva, negativa e grossa, não tem ambiente nem vida que renove. É sempre aquela pessoa que espera e cobra dos outros, e é sempre o outro que tem que mudar. Não é isso, pois a mudança da humanidade começa em nós.
Vivemos num tempo de muitos conflitos, onde o espírito da acusação é agido e pervertido às relações humanas. Renovemos o novo de Deus para a nação em que vivemos. Que as mentes novas sejam capazes de se abrir para o sopro do Espírito e não fiquem naquelas coisas velhacas, estragadas e corrompidas de sempre acusar, cobrar e esperar do outro.
Se mudarmos, se permitirmos nos renovar, metade do mundo já vai mudar, pelo menos dentro de nós, próximo de nós e no mundo em que estamos!
Deus abençoe você.
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova


HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 07/09/2018

ANO B


Lc 5,33-39

Comentário do Evangelho

A novidade de Jesus

Nesta narrativa, em conjunto, temos uma crítica às observâncias legais do Antigo Testamento, em geral. Na parábola da roupa, Marcos e Mateus referem-se apenas a um retalho de pano novo a ser costurado em roupa velha. Mais enfaticamente, Lucas fala em cortar uma roupa nova para tirar o retalho a ser aplicado na roupa velha; a roupa nova fica estragada e a velha não combinará com o remendo novo. Com isto Lucas acentua que querer remendar a tradicional prática religiosa do Antigo Testamento, do Templo e das sinagogas, com pedaços dos ensinamentos de Jesus, falseia o conteúdo destes e não combina com aquelas práticas tradicionais. A novidade de Jesus é dirigida a todos os povos de todos os tempos e resgata a dignidade humana em todas as culturas, com seus valores, suas esperanças e seus sonhos. A frase final é irônica: os fariseus apegados à letra do velho testamento rejeitam a novidade de Jesus.
José Raimundo Oliva
Oração
Pai, abre meu coração para acolher a novidade trazida por Jesus, sem querer deturpá-la com meus esquemas mesquinhos e contaminá-la com o egoísmo e o pecado.
Fonte: Paulinas em 07/09/2012

Vivendo a Palavra

A Boa Notícia do Reino de Deus trazida por Jesus é sempre surpreendente. Por isto, devemos nos renovar constantemente para recebê-la, para que não aconteça aquilo que o Evangelho adverte: o vinho novo arrebente os barris velhos do nosso comodismo, da nossa satisfação com o que pensamos já ter alcançado...
Fonte: Arquidiocese BH em 07/09/2012

VIVENDO A PALAVRA

A Boa Notícia do Reino de Deus anunciada por Jesus é sempre surpreendente. Por isto, devemos nos renovar constantemente para recebê-la, para que não aconteça aquilo que o Evangelho adverte: o vinho novo arrebente os barris velhos do nosso comodismo, da nossa satisfação com aquilo que pensamos já ter alcançado...

Reflexão

A maioria das novidades que nós encontramos no dia a dia não passa, na verdade, de mudanças superficiais em coisas que já existiam antes ou de uma continuidade de um processo evolutivo, de modo que muito pouco vemos de realmente novo. Por isso, temos muita dificuldade em ver a novidade do Evangelho, não percebemos que na verdade ele nos apresenta valores que não existiam antes e uma forma totalmente nova de nos relacionarmos com Deus e com as outras pessoas. Se não estivermos bem atentos e totalmente abertos para a novidade do Evangelho, corremos o risco de querer fazer com que ele seja remendo novo em pano velho, ou vinho novo em odres velhos, uma continuidade dos valores do homem velho, algo que não se insere na realidade nem a transforma.
Fonte: CNBB em 07/09/2012

Reflexão

O comentário dos doutores da Lei e dos fariseus é uma provocação a Jesus. Mais que isso, é uma acusação, como se a pequena comunidade de Jesus estivesse cometendo erro. Por que haveriam de fazer jejum os discípulos de Jesus? Eles estão usufruindo da plena presença do Messias (o noivo). O jejum era proposto e observado como sinal de espera da salvação. Ora, o Salvador já está entre eles. A questão é que os mestres da Lei e os fariseus não querem “ver” Jesus, nem reconhecer que ele é o enviado do Pai para redimir o mundo. Ficam fechados num legalismo paralisante e não se abrem para a Boa-nova. Não aceitam converter-se para Jesus. Acomodam-se às estruturas antigas, ineficazes, sem o sopro renovador do Espírito. Não querem mudança; preferem a mesmice: “O vinho velho é melhor!”.
(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Meditando o evangelho

O VELHO E O NOVO

Vivendo numa sociedade religiosa muito tradicional e conservadora, a pregação de Jesus colocou a novidade que trazia em conflito com os esquemas esclerosados, dos quais as lideranças religiosas não queriam abrir a mão.
A questão do jejum situa-se neste contexto. Os mestres da Lei e os fariseus, seguidos pelos discípulos de João, davam grande valor à prática do jejum, mostrando-se muito fiéis a esta tradição. Por isso, a orientação dada aos discípulos contrastava com o pensamento deles. Mesmo sem negar o valor do jejum, Jesus lhe dava pouca importância. Sua missão centrava-se em algo muito mais importante: levar as pessoas à prática do amor, a melhor forma de se mostrarem reconhecidas a Deus e ser-lhe agradáveis.
A compreensão e a aceitação do ponto de vista de Jesus supunha predisposição para abraçar a novidade que proclamava, sem colocar obstáculos. Querer misturar as coisas seria como remendar roupa velha com um pedaço de pano novo, ou depositar vinho novo em recipientes velhos. Ambas as situações seriam desastrosas: a roupa ganharia um rasgão ainda maior e o vinho se derramaria todo. Mais prudente seria fazer a roupa toda com pano novo, e guardar o vinho em recipientes novos.
Assim, os discípulos foram alertados sobre a incompatibilidade entre o novo, pregado por Jesus, e o velho defendido pelos líderes religiosos. A prudência exigia que fossem cautelosos.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Oração
Pai, abre meu coração para acolher a novidade trazida por Jesus, sem querer deturpá-la com meus esquemas mesquinhos e contaminá-la com o egoísmo e o pecado.

COMENTÁRIO DO EVANGELHO

1. Preservando as Velharias
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

"Ah... No meu tempo é que era bom, que saudades..." Não sou contra recordações, é gostoso recordar acontecimentos bons da nossa vida, pessoas que passaram por nós, mas o problema está quando ficamos no passado e não conseguimos ver nada de bom ou novo no presente.
As lideranças do Judaísmo perderam o maior "Trem da História" quando não reconheceram Jesus enquanto o Deus Feito Homem; estavam presos às velhas tradições da Lei de Moisés, eram legalistas e só enxergavam de um lado, parece que usavam uma viseira para não enxergar o Novo que se fazia presente entre eles.
Os discípulos descobriram em Jesus algo de novo, ele comunicava uma alegria autêntica, que a velha religião não conseguia dar. Os judeus estavam a espera de algo que estava por vir, para os discípulos, esse tempo novo já chegou com Jesus Cristo, daí a razão de não jejuarem e nem fazerem longas orações clamando pela vinda do Messias, eles já comiam, bebiam e festejavam, porque Jesus estava entre eles.
A Igreja vive hoje um grande desafio em sua história, como evangelizar e falar de Jesus nos Meios de Comunicação tão diversificados? Como anunciar o evangelho, que é sempre novidade, em espaços que parecem tão hostis á evangelização? As Redes Sociais foram alvo de um amplo debate no Seminário de Comunicação para os Bispos do Brasil, realizado no Rio de Janeiro, do qual tive a alegria de participar. Não dá mais para restringir o anúncio da Palavra ao ambiente eclesial, é preciso inovar, criar, nossos profetas pregadores precisam invadir o mundo da internet e com coragem falar de Jesus, para uma Galera que provavelmente ainda não o conhece.
Nossos "Odres" da mente e do coração estão saturados de velharias que a pós-modernidade insiste em nos apresentar como novos; tem muita gente se envenenando com vinhos velhos e contaminados de uma ideologia de morte, que só priva a busca de prazer, em um egocentrismo que vai destruindo o homem naquilo que ele tem de mais precioso: a vocação de amar para a qual Deus o chamou.
Nas comunidades e em nossas Famílias, precisamos urgente dar uma "arejada". O Cristianismo vive um tempo muito oportuno, os estoques dos vinhos velhos, contaminados, estão se esgotando, o mundo quer novidade, ninguém aguenta mais as propostas de certos valores que só conduzem à morte e destruição; já está mais que na hora, de nós cristãos oferecermos a todas as pessoas e em todos os ambientes, este Vinho Novo e inebriante que é Jesus Cristo, a pós-modernidade nunca viu ou verá coisa igual! Podem apostar...
Fonte: NPD Brasil em 07/09/2012

HOMILIA DIÁRIA

O dia da verdade chegará!

Postado por: homilia
setembro 7th, 2012

Irmãos e irmãs, quem de nós está livre de comparações? Às vezes, nós próprios nos tornamos os mais comparativos. Enquanto a maturidade fraterna, em meio aos conflitos relacionais, pedem humildade e desprendimento, São Paulo, neste sentido, testemunha: «Quanto a mim, pouco me importa ser julgado por vós ou por alguma instância humana. Nem eu me julgo a mim mesmo. É verdade que minha consciência não me acusa de nada. Mas isto não quer dizer que eu deva ser considerado justo. Quem me julga é o Senhor»(1Cor 4, 3-5).
Claro que São Paulo foi aprendendo e amadurecendo a partir de uma liberdade que escolhe a centralidade no Cristo e a docilidade ao Espírito Santo para, então, corresponder à vontade do Pai do Céu. Penso que o grande segredo dos santos, na resolução interior e contributo exterior nos desafios que tendem à desunião, encontra-se neste relacionamento trinitário com o Deus Uno e três vezes Santo.
Deus é comunhão e quem d’Ele se aproxima torna-se mais e mais ponte de comunhão. Por isso, em meio a tantas pressões e julgamentos infundados sobre eles (juízos temerários), conseguiram dar uma resposta diferente, ou seja, não disseram a eles mesmos: “Se a tal pessoa me julga, então eu também tenho o direito de julgá-la!” Neste caso e em todos os outros, Jesus Cristo será sempre a nossa Universidade.
No Evangelho (Lc 5, 33-39), os discípulos de Jesus e, indiretamente, Ele próprio, são comparados com os seguidores de São João Batista. A reação de Jesus foi espetacular, pois não teceu um juízo negativo sobre quem comparava nem sobre o precursor João (amigo do Esposo). Ele aproveita para se auto-revelar como “o Noivo de uma Igreja desposada por Deus” e também revela o grande convite que este Deus amoroso faz à um festim que começa já no tempo. Um esboço e antecipação do que será plenamente no cumprimento escatológico do Reino.
Retornando a temática dos juízos temerários, as palavras de São Paulo e a sabedoria do Espírito a jorrar de Jesus Cristo nos questiona num nível não somente reativo, mas também em relação àquilo que de fato possui um real valor para mim e cada um de nós, o nível da sensibilidade aos valores. Neste sentido é que podemos e devemos nos deixar interpelar pelo Espírito da Verdade quando a nossa pessoa, mais do que os nossos atos, forem atingidos por comentários injustos, comparações desmedidas, calúnias e julgamentos.
Creio que, nestes momentos dolorosos, o Espírito Santo pergunta às nossas consciências: “Por que perder tempo, energia espiritual e psíquica com aquilo que é próprio do Reino da mentira? Então, por que dar valor e atenção àquilo que não merece valor nem atenção?” De fato, irmãos e irmãs, o que realmente merece a nossa atenção e valor corresponde ao Reino da Verdade. Nele, encontramos o Noivo-Esposo, que nos serve o Vinho Novo e, pelo Espírito Santo, nos ajuda a viver a Nova e Eterna Aliança, como novo Povo de Deus (cf. Lc 5, 35-39).
Claro que isto não pode excluir a denúncia como importante dimensão profética nem nos dispensar do exercício da correção fraterna, mas nada disso será frutuoso, se o nosso coração não estiver aberto à dinâmica do Reino da Verdade que é, simultaneamente, Reino da Misericórdia. O Deus Misericordioso está pronto para perdoar quem nos ofendeu. Por que eu – pecador – deveria estar fechado ao perdão?
Ele sabe e conhece, por dentro, a história e as misérias de quem julga e é julgado. Também por isso está disposto a converter e curar os corações de quem fere e de quem é ferido. Se alguém se sente lesado em sua boa fama, ou até roubado, não convém deixar que roubem a esperança de quem aguarda em paz, sem rancor e ressentimento, o dia em que a Verdade varrerá este mundo: «Portanto não queirais julgar antes do tempo. Aguardai que o Senhor venha. Ele trará à luz o que estiver escondido nas trevas e manifestará os projetos dos corações. Então, cada um receberá de Deus o devido louvor» (1Cor 4, 5).
Padre Fernando Santamaria – Comunidade Canção Nova
Fonte: Canção Nova em 07/09/2012

Oração Final
Pai Santo, não permitas que nos tornemos almas acostumadas, satisfeitas, descansadas com pretensas vitórias já atingidas. Mantém-nos ativos e vigilantes, discípulos missionários do teu Reino de Amor, seguidores do Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, que contigo reina na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 07/09/2012

ORAÇÃO FINAL
Pai Santo, não permitas que nos tornemos pessoas acostumadas, satisfeitas, descansadas com pretensas vitórias já conquistadas. Mantém-nos ativos e vigilantes, atentos ao que ainda está por fazer, discípulos missionários do teu Reino de Amor, seguidores do Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, que contigo reina na unidade do Espírito Santo.

BOA NOITE! "Quem se ajoelha Diante de Deus... Não se curva diante de nenhuma dificuldade."