A Carta aos Romanos compara o
pecado, que entrou no mundo através de um só homem – Adão –, com a graça de
Deus. Onde foi grande o pecado, foi bem maior a graça, que reina para a Vida
Eterna e chegou até nós por meio de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Meu Senhor e meu Pai! Envia teu Santo Espírito para que eu compreenda e acolha tua Santa Palavra! Que eu te conheça e te faça conhecer, te ame e te faça amar, te sirva e te faça servir, te louve e te faça louvar por todas as criaturas. Fazei, ó Pai, que pela leitura da Palavra os pecadores se convertam, os justos perseverem na graça e todos consigamos a vida eterna. Amém.
Verde. 3ª-feira da 29ª Semana Tempo
Comum
Primeira Leitura
(Rm 5,12.15b.17-19.20b-21)
29ª
Semana Comum - Terça-feira
22/10/13
Leitura da Carta de São Paulo aos
Romanos.
Irmãos, 12o pecado entrou no
mundo por um só homem. Através do pecado, entrou a morte. E a morte passou para
todos os homens, porque todos pecaram. 15bA transgressão de
um só levou a multidão humana à morte, mas foi de modo bem mais superior que a
graça de Deus, ou seja, o dom gratuito concedido através de um só homem, Jesus
Cristo, se derramou em abundância sobre todos.
17Por um só homem, pela
falta de um só homem, a morte começou a reinar. Muito mais reinarão na vida,
pela mediação de um só, Jesus Cristo, os que recebem o dom gratuito e
superabundante da justiça.
18Como a falta de um
só acarretou condenação para todos os homens, assim o ato de justiça de um só
trouxe, para todos os homens, a justificação que dá a vida. 19Com efeito, como pela desobediência de um só homem a humanidade toda foi
estabelecida numa situação de pecado, assim também, pela obediência de um só,
toda a humanidade passará para uma situação de justiça.
20bPorém, onde se
multiplicou o pecado, aí superabundou a graça. 21Enfim, como o
pecado tem reinado pela morte, que a graça reine pela justiça, para a vida
eterna, por Jesus Cristo, Senhor nosso.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
Responsório (Sl 39)
29ª Semana Comum - Terça-feira 22/10/13
—
Eis que venho fazer, com prazer, a vossa vontade, Senhor!
— Eis que venho fazer, com prazer, a vossa vontade, Senhor!
—
Sacrifício e oblação não quisestes, mas abristes, Senhor, meus ouvidos; não
pedistes ofertas nem vítimas, holocaustos por nossos pecados, e então eu vos
disse: “Eis que venho!”
—
Sobre mim está escrito no livro: “Com prazer faço a vossa vontade, guardo em
meu coração vossa lei!”
—
Boas novas de vossa justiça anunciei numa grande assembleia; vós sabeis: não
fechei os meus lábios!
—
Mas se alegre e em vós rejubile todo ser que vos busca, Senhor!” Digam sempre:
“É grande o Senhor!” os que buscam em vós seu auxílio.
Evangelho (Lc
12,35-38)
29ª Semana Comum - Terça-feira 22/10/13
Os empregados alertas
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio
de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus
Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós,
Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus
discípulos: 35Que vossos rins
estejam cingidos e as lâmpadas acesas. 36Sede como homens
que estão esperando seu senhor voltar de uma festa de casamento, para lhe
abrirem, imediatamente, a porta, logo que ele chegar e bater. 37Felizes os empregados que o senhor encontrar acordados quando chegar. Em
verdade, eu vos digo: Ele mesmo vai cingir-se, fazê-los sentar-se à mesa e,
passando, os servirá. 38E caso ele chegue à
meia-noite ou às três da madrugada, felizes serão, se assim os encontrar!
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Oração para depois de ler aBíblia
Dou-Te graças, meu Deus, pelos bons propósitos, afetos e inspirações que me comunicastes nesta meditação; peço-Te ajuda para colocá-los em prática. Minha Mãe Imaculada, meu protetor São José e Anjo da minha guarda, intercedem todos por mim. Amém.
Gaspar ficou conhecido principalmente por seu poder de pacificador. Jovem sacerdote, esteve durante cinco anos preso porque se recusou a prestar juramento de fidelidade a Napoleão Bonaparte. Pregou missões populares no centro da Itália, obtendo excelentes resultados. Na época, na periferia de Roma o banditismo era tenebroso. Com sua mansidão e sua palavra, Gaspar conseguiu amansar mesmo os bandidos mais terríveis. Os pobres chamavam-no de 'anjo da paz'. Quando ele faleceu, um outro santo, são Vicente Palloti, teve uma visão de sua alma luminosa subindo ao encontro de Cristo. O papa Pio XII canonizou-o em 1954, mas o povo o considerou santo ainda em vida: sua morte atraiu um grande número de peregrinos.
Local morte
Itália
Morte
No ano de 1837
Devoção
Fidelidade a Jesus Cristo, a pacificação
Padroeiro
Da paz
Outros Santos do dia
Outros santos do dia: Santa Úrsula e companheiras, Félix de Valois (fund.) Arquilino, Artêrmia e Isala (márts); Bertoldo (bispo); Celina, Eufrosina, Modesto, (márts); Severino (bispo); Hugo (ab); Malco (er); Hilárião (ab); Dásio, Zótico, Oliva, Caio (márts); Viator (bispo). FONTE: ASJ
Os pais (pagãos) haviam-no
mandado completar os estudos em Alexandria do Egito, onde Hilarião se converteu
ao cristianismo, entusiasmado pela vida que levavam os monges, particularmente
os eremitas, nas proximidades da cidade.
Úrsula nasceu no ano 362, filha dos reis da Cornúbia, na
Inglaterra. A fama de sua beleza se espalhou e ela passou a ser desejada por
vários pretendentes (embora Úrsula tenha feito um voto secreto de consagração
total a Deus). Seu pai acabou aceitando a proposta de casamento feita pelo
duque Conanus, um general de exército pagão, seu aliado.
Madalena, filha de nobres
e fervorosos cristãos, nasceu em 1611, num povoado muito próximo da cidade de
Nagasaki, no Japão. Dizem os antigos manuscritos que era uma jovem bela,
graciosa e delicada. Sua família era de fervorosos cristãos e pertencia à nobreza.
Ela era muito pequena quando os seus pais e irmãos foram condenados à morte
pela fé em Cristo, sendo, antes, brutalmente torturados.
Pio XII, na solene
beatificação de 8 de junho de 1952, traçava o perfil de Bertília Boscardin,
religiosa entre as mestras de santa Dorotéia de Vicência, com estas palavras:
“É uma humilde camponesa da nossa bendita terra da Itália. Figura puríssima de
perfeição cristã, modelo de recolhimento e de oração. Seu caminho, ‘a via das
carroças’, a mais comum. Nada de êxtase, nem de milagres em vida, mas união com
Deus sempre mais profunda no silêncio, no trabalho, na oração, na obediência.
Dessa união vinha a delicada caridade que ela revelava no trato com os
enfermos, médicos, superiores, com todos”. A “via das carroças”, isto é, o
trabalho nos campos da planície vêneta, que Ana Francisca (este é seu nome de
batismo) percorria da primavera ao outono, porque esta era a ocupação principal
das meninas do campo, antes que tantas pequenas indústrias lhe mudassem a
fisionomia.
São Pedro de Alcântara, um dos
grandes místicos espanhóis
“Aqueles que são de Cristo crucificaram a
própria carne com os seus vícios e concupiscências” (Gal 5,24)
Esta
Palavra do Senhor se aplica muito bem a São Pedro de Alcântara, o qual
lembramos hoje, pois soube vencer o corpo do pecado através de muita oração e
mortificações. Pedro nasceu em Alcântara, na Espanha, em 1499.
A parábola tem alcance
muito maior. O verbo “dizer” é repetido várias vezes (vv. 17.18.19), num
monólogo do personagem único, solitário e sem próximo. Esta observação, e se é
necessário, pode nos levar a intitular a parábola deste modo: “O esquecimento
fatal do diálogo”.
Esquecimento do diálogo com Deus, no que concerne
ao rico proprietário (vv. 16ss), e do diálogo entre os dois irmãos acerca da
partilha dos bens (vv. 13-14). O v. 15 faz a transição entre o pedido de
arbitragem de um dos irmãos e a parábola.
A palavra traduzida por “ganância”, no v. 15, em
grego exprime uma vontade de ter superioridade, um desejo de poder. “... pois
mesmo que se tenha muitas coisas, a vida não consiste na abundância de bens”
(v. 15). Isto significa que a riqueza não impede a morte inesperada. A
abundância, o ter, pode substituir Deus. Ao invés de nos fazer disponíveis,
esta facilidade ou abundância é em que nós confiamos, de fato. Isto é uma
ilusão: eu creio possuir, mas, de fato, eu sou possuído! O importante é a nossa
maneira de possuir, isto é, o papel que tem em nosso íntimo o que nós possuímos.
Resumidamente, a parábola nos faz perguntar: Você
é por ou contra Deus? É esta a questão posta ao rico: “E para quem ficará o que
acumulaste?” (v. 20). Cabe a nós, diante do Senhor, respondermos também esta
questão: O que é que me enriquece de bens que não se contabilizam, mas modela
meu rosto, meu olhar sobre o mundo, sobre os outros e sobre mim mesmo?
Onde, ou em quê nós depositamos nossa esperança?
Nos tesouros efêmeros e enganosos que construímos, ou no Amor que aprendemos
com Jesus de Nazaré e estamos tentando viver junto com os companheiros de
peregrinação neste planeta encantado que nos foi emprestado pelo Pai para ser
cuidado?
Mas Deus lhe disse: Louco! Louco é
aquele que é incapaz de perceber a verdadeira hierarquia dos valores e submete
o eterno ao temporal, o celeste ao terreno, fazendo com que o acúmulo de bens
materiais se tornem a causa maior da sua própria felicidade, o que faz com que
ele feche a sua vida para os valores que são eternos e que trazem a felicidade
que não tem fim. A verdadeira loucura consiste em não conhecer a Deus e, por
isso, não valorizar a sua presença em nossas vidas, não viver no seu amor e não
amar, de modo que não haja partilha de todos os bens, não possibilitando um
crescimento mútuo e um projeto comum de felicidade, que dura para sempre.
Há muita disputa por
heranças? - O que dizer do acúmulo de coisas supérfluas? - Sua riqueza está
acima de tudo em ter Deus no coração? - É muito apegado a coisas materiais? -
Procura pensar na vida eterna ou foge da realidade?
Aproxima-se de Jesus um homem que tinha
queixas contra seu próprio irmão por motivo de uma herança não repartida. O
Rabi da Galileia se vale da ocasião para nos alertar sobre o risco mortal da
cobiça dos bens materiais. É a parábola do homem rico.
Claro que o problema não está
simplesmente na posse da riqueza, mas no apego ao dinheiro e ao poder,
autênticos ídolos que ocupam indevidamente o lugar de Deus no coração do homem,
acabando por escravizá-lo e fechá-lo ao convívio dos mais pobres.
Diante de uma colheita acima da
expectativa, o rico nem pensa em partilhar as sobras com os famintos. Ao
contrário, decide demolir os celeiros acanhados e construir outros maiores: “Lá
guardarei todo o MEU trigo e os MEUS bens”. Com o boi na sombra, chega a se
propor um programa de vida centrado em si mesmo: “descansa, come, bebe,
regala-te”. Autêntico refrão da filosofia hedonista, o velho “carpe diem” que
sobrevive no mundo da produção e do consumo. Em resumo, curtir a vida...
Mas uma surpresa espera pelo aprendiz
de economia. Deus lhe diz: “Ainda esta noite a tua vida será reclamada”. O
avarento não terá tempo para executar seu programa. Os tesouros acumulados não
acompanham a alma em sua passagem para o eterno.
De fato, ninguém pode prever a duração
de sua vida. E ao término do caminho, todos nós passaremos por um juízo, um
acerto final, quando então prestaremos contas do modo como utilizamos os bens
que nos foram “emprestados” por Deus.
Daí, a lição do Mestre: não faz sentido
preocupar-se com as coisas que passam – comida e roupas, por exemplo -, diante
da importância dos valores eternos. O próprio Jesus, que vivia como pobre, “sem
ter onde descansar a sua cabeça” (cf. Mt 8,20), deu-nos o exemplo mais acabado
de simplicidade e pobreza. A casa de Nazaré, onde viveu por trinta anos,
demonstra que a felicidade é compatível com a pobreza, enquanto o palácio dos
ricos costuma ser o espaço do ódio, das contendas e da infelicidade.
Qual tem sido o objetivo de nossa vida?
Acumular bens? Ou partilhar nossos dons?
Orai sem cessar: “Na observância de
vossas ordens eu me alegro, Muito mais do que em todas as riquezas!” (Sl
119,14)
Texto de Antônio Carlos Santini, da
Comunidade Católica Nova Aliança.
Qualquer que seja a ganância, ela é um mal
para alma, para o coração, para a vida, para o caráter e para a personalidade
do ser humano.
“Assim acontece com quem ajunta tesouros para si mesmo, mas não é
rico diante de Deus”(Lc 12,21).
Amados irmãos e irmãs, tomemos a palavra do Nosso Senhor, hoje,
que nos diz: “Tomai cuidado contra todo tipo de ganância”, porque, qualquer que
seja a ganância, ela é um mal para alma, para o coração, para a vida, para o
caráter e para a personalidade do ser humano.
Ganancioso é aquele que quer sempre ter mais, está sempre com a
avareza de possuir mais; ele mede a sua vida pelas coisas que tem e nunca está
satisfeito com o pouco ou muito que possui. O homem avarento, ganancioso, está
sempre preocupado com seus bens, com seu celeiro, está preocupado em possuir.
Não há problema nenhum em ter uma vida digna, honesta, honrada,
e em trabalhar para ter o pão de cada dia a fim de alimentar seus filhos,
construir uma casa bem arrumada para viver e assim por diante. O problema não
consiste nisso, o problema é a ambição, é desejar essas coisas de forma
desordenada e fazer do ter o sentido da sua vida.
Meus queridos irmãos e irmãs, a Palavra de Deus de hoje nos diz
que esta não deve ser a ordem da nossa vida. Pelo contrário, ensina-nos que os
tesouros que temos de juntar devem estar no céu. E outra coisa: ninguém sabe
quantos dias viverá nesta Terra, não sabemos quantos anos durará nossa vida. O
que será de tudo o que juntarmos se tivermos um grande tesouro, uma poupança
cheia aqui na Terra, e nada no céu?
Não se mede um homem, nem se mede a grandeza de uma alma ou a
nobreza de um coração por aquilo que ele possui, mas por aquilo que ele é.
Mede-se um ser humano por sua dignidade diante de Deus; pelos valores
espirituais, pelos valores humanos que ele cultivou em toda a sua vida.
Por isso, meus irmãos, trabalhemos honestamente, busquemos o pão
de cada dia, busquemos dar o melhor para que a nossa vida seja estável, mas não
façamos disso a razão da nossa existência. Há muita dignidade na pobreza vivida
de forma honrada, assim como há muita vergonha em uma riqueza acumulada de
forma muito desequilibrada, ambiciosa e cobiçando todas as coisas.
Que Deus nos dê bom senso, juízo e retidão. Que o Senhor nos
ensine a fazer a Sua vontade.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.FacebookTwitter
Saudação - A nós, a paz de Deus, nosso Pai, a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo, no amor e na comunhão do Espírito Santo. - Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de
Cristo! Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
Preparo-me para a Leitura, rezando com todos
que navegam pela internet, com Santo Tomás de Aquino: Concede-me, Senhor meu Deus, uma inteligência que te conheça, uma vontade que te busque, uma sabedoria que te encontre, uma vida que te agrade, uma perseverança que te espere com confiança e uma confiança que te possua, enfim. Amém. 1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Leio atentamente o texto Lc 12,13-21, e observo
pessoas, palavras, relações, lugares.
Um homem que estava no meio da multidão disse a Jesus:
- Mestre, mande o meu irmão repartir comigo a herança que o nosso pai
nos deixou.
Jesus disse:
- Homem, quem me deu o direito de julgar ou de repartir propriedades
entre vocês?
E continuou, dizendo a todos:
- Prestem atenção! Tenham cuidado com todo tipo de avareza porque a
verdadeira vida de uma pessoa não depende das coisas que ela tem, mesmo que sejam
muitas.
Então Jesus contou a seguinte parábola:
- As terras de um homem rico deram uma grande colheita. Então ele
começou a pensar: "Eu não tenho lugar para guardar toda esta colheita. O
que é que vou fazer? Ah! Já sei! - disse para si mesmo. - Vou derrubar os meus
depósitos de cereais e construir outros maiores ainda. Neles guardarei todas as
minhas colheitas junto com tudo o que tenho. Então direi a mim mesmo: 'Homem
feliz! Você tem tudo de bom que precisa para muitos anos. Agora descanse, coma,
beba e alegre-se.' " Mas Deus lhe disse: "Seu tolo! Esta noite você
vai morrer; aí quem ficará com tudo o que você guardou?"
Jesus concluiu:
- Isso é o que acontece com aqueles que juntam riquezas para si mesmos,
mas para Deus não são ricos.
A questão que o homem, no meio da
multidão, expõe, leva Jesus a esclarecer que ele não veio para resolver
interesses pecuniários ou de dinheiro. Para que acumular? O Mestre mais ensina
a dar e partilhar do que a reclamar direitos. E toca a raiz do que vicia as
relações humanas: o ter. Um grande profeta de nosso tempo, padre Alfredinho,
dizia que “o que divide a comunidade é o dinheiro”. E o Salmo 49, salmo
sapiencial sobre a condição do homem, recorda que a riqueza não é um seguro de
vida. O rico da história que Jesus conta é um bom exemplo de confiança nas
riquezas. No seu monólogo revela que seu horizonte é bastante pequeno: esta
vida! A isto responde Deus: “Seu tolo. Esta noite você vai morrer”. Rico para
Deus é quem ajuda o próximo, como diz o livro dos Provérbios: “Quem se
compadece do próximo empresta a Deus” (Pr 19,17)
2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje?
Qual palavra mais me toca o coração?
Entro em diálogo com o texto. Quais
são minhas preocupações?
Cuido de assegurar a mim e à minha família uma vida
digna ou me preocupo demais com o ter, acumular para o futuro.
Acaso o ter para
mim é como um “seguro de vida”?
O meu horizonte termina nesta vida ou a cada
dia, vislumbro o Reino que não tem fim?
Os bispos, em Aparecida, disseram: “Segundo a Doutrina Social da Igreja, “o objeto da economia é a formação
da riqueza e seu incremento progressivo, em termos não só quantitativos, mas
qualitativos: tudo é moralmente correto se está orientado para o
desenvolvimento global e solidário do homem e da sociedade na qual vive e
trabalha. O desenvolvimento, na verdade, não pode se reduzir a um mero processo
de acumulação de bens e de serviços. Ao contrário, a pura acumulação, ainda que
para o bem comum, não é uma condição suficiente para a realização de uma
autêntica felicidade humana”. A empresa é chamada a prestar uma contribuição
maior na sociedade, assumindo a chamada responsabilidade social-empresarial, a
partir dessa perspectiva”. (DAp 69).
3.Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com o Jesus a Oração da
Partilha:
o Pai Nosso
Jesus Mestre, Caminho, Verdade e
Vida, tem piedade de nós.
4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual meu novo olhar a partir da
Palavra?
Vou olhar o mundo e a vida com os
olhos de Deus.
Vou eliminar do meu modo de pensar e
agir aquilo que não vem de Deus, que não é conforme o Projeto de Jesus
Mestre.Disponho-me a dar e partilhar mais do que a reclamar direitos.
Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde.
Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se
compadeça de nós. Amém.
-Volte para nós o seu olhar e nos dê
a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso,
Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.
Pai
Santo, nós damos graças pelos inefáveis dons da vida e da fé que recebemos de
teu Amor Paternal. Dá-nos discernimento e coragem para fazermos nossa opção
radical de vida pelo seguimento do Cristo Jesus, o teu Verbo que se fez humano
como nós e contigo reina na unidade do Espírito Santo.