quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

LITURGIA DIÁRIA - 11/02/2013




Oração para antes de ler a Bíblia

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Meu Senhor e meu Pai! Envia teu Santo Espírito para que eu compreenda 

e acolha tua Santa Palavra! Que eu te conheça e te faça conhecer, te ame

 e te faça amar, te sirva e te faça servir, te louve e te faça louvar por

 todas as criaturas. Fazei, ó Pai, que pela leitura da Palavra os pecadores

se convertam, os justos perseverem na graça e todos consigamos 

a vida eterna. Amém.


Branco. Solenidade Nossa Senhora de Lourdes


Primeira leitura (Gênesis 1,1-19)
Segunda-Feira, 11 de Fevereiro de 2013 
Nossa Senhora de Lourdes

Leitura do Livro do Gênesis.

1No princípio, Deus criou o céu e a terra. 2A terra estava deserta e vazia, as trevas cobriam a face do abismo e o Espírito de Deus pairava sobre as águas. 3Deus disse: “Faça-se a luz!” E a luz se fez. 4Deus viu que a luz era boa e separou a luz das trevas. 5E à luz Deus chamou “dia” e às trevas, “noite”. Houve uma tarde e uma manhã: primeiro dia. 6Deus disse: “Faça-se um firmamento entre as águas, separando umas das outras”. 7E Deus fez o firma­mento, e separou as águas que estavam embaixo das que estavam em cima do firmamento. E assim se fez. 8Ao firmamento Deus chamou “céu”. Houve uma tarde e uma manhã: segundo dia. 9Deus disse: “Juntem-se as águas que estão debaixo do céu num só lugar e apareça o solo enxuto!” E assim se fez. 10Ao solo enxuto Deus chamou “terra” e ao ajuntamento das águas, “mar”. E Deus viu que era bom. 11Deus disse: “A terra faça brotar vegetação e plantas que deem semente, e árvores frutíferas que deem fruto segundo a sua espécie, que tenham nele sua semente sobre a terra”. E assim se fez. 12E a terra produziu vegetação e plantas que trazem semente segundo a sua espécie, e árvores que dão fruto tendo nele a semente da sua espécie. E Deus viu que era bom.13Houve uma tarde e uma manhã: terceiro dia. 14Deus disse: “Façam-se luzeiros no firmamento do céu, para separar o dia da noite. Que sirvam de sinais para marcar as épocas, os dias e os anos, 15e que resplandeçam no firma­mento do céu e iluminem a terra”. E assim se fez. 16Deus fez os dois grandes luzeiros: o luzeiro maior para presidir ao dia, e o luzeiro menor para presidir à noite, e as estrelas. 17Deus colocou-os no firmamento do céu para alumiar a terra, 18para presidir ao dia e à noite e separar a luz das trevas. E Deus viu que era bom. 19E houve uma tarde e uma manhã: quarto dia.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

OU

Primeira Leitura (Is 66,10-14c)

Leitura do Livro do Profeta Isaias.



10. Regozijai-vos com Jerusalém e encontrai aí a vossa alegria, vós todos que a amais; com ela ficai cheios de alegria, vós todos que estais de luto, 

11. a fim de vos amamentar à saciedade em seu seio que consola, a fim de que sugueis com delícias seus peitos generosos. 
12. Pois eis o que diz o Senhor: vou fazer a paz correr para ela como um rio, e como uma torrente transbordante a opulência das nações. Seus filhinhos serão carregados ao colo, e acariciados no regaço. 
13. Como uma criança que a mãe consola, sereis consolados em Jerusalém. 
14. Com essa visão vossos corações pulsarão de alegria, e vossos membros se fortalecerão como plantas. O Senhor manifestará a seus servos seu poder, e aos seus inimigos sua cólera. 

- Palavra do Senhor. 
- Graças a Deus. 




Salmo (Salmos 103)

Segunda-Feira, 11 de Fevereiro de 2013 
Nossa Senhora de Lourdes

— Alegre-se o Senhor em suas obras!
— Alegre-se o Senhor em suas obras!

— Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande! De majestade e esplendor vos revestis e de luz vos envolveis como num manto.
— A terra vós firmastes em suas bases, ficará firme pelos séculos sem fim; os mares a cobriram como um manto, e as águas envolviam as montanhas.
— Fazeis brotar em meio aos vales as nascentes que passam serpeando entre as montanhas; às suas margens vêm morar os passarinhos, entre os ramos eles erguem o seu canto.
— Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras, e que sabedoria em todas elas! E
ncheu-se a terra com as vossas criaturas! Bendize, ó minha alma, ao Senhor!

OU

Salmo  ((Sl)Jt 13,18c)

- Bendito é o Senhor, nosso Deus, que criou o céu e a terra.
- Bendito é o Senhor, nosso Deus, que criou o céu e a terra.

e que cumpriu pelas mãos de sua serva a sua promessa de misericórdia à casa de Israel, esta noite ele matou por minha mão o inimigo de seu povo.


Evangelho (Marcos 6,53-56)
Segunda-Feira, 11 de Fevereiro de 2013 
Nossa Senhora de Lourdes


Em vista da salvação 

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 53tendo Jesus e seus discípulos acabado de atravessar o mar da Galileia, chegaram a Genesaré e amarraram a barca. 54Logo que desceram da barca, as pessoas imediatamente reconheceram Jesus.
55Percorrendo toda aquela região, levavam os doentes deitados em suas camas para o lugar onde ouviam falar que Jesus estava.
56E, nos povoados, cidades e campos onde chegavam, colocavam os doentes nas praças e pediam-lhe para tocar, ao menos, a barra da sua veste. E todos quan­tos o tocavam ficavam curados.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

OU

Evangelho (João 2,1-11)



A mãe de Jesus nas bodas de Caná

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 1houve um casamento em Caná da Galileia. A mãe de Jesus estava presente. 
2Também Jesus e seus discípulos tinham sido convidados para o casamento. 
3Como o vinho veio a faltar, a mãe de Jesus lhe disse: “Eles não têm mais vinho”. 
4Jesus respondeu-lhe: “Mulher, por que dizes isto a mim? Minha hora ainda não chegou”. 
5Sua mãe disse aos que estavam servindo: “Fazei o que ele vos disser”. 
6Estavam seis talhas de pedra colocadas aí para a purificação que os judeus costumam fazer. Em cada uma delas cabiam mais ou menos cem litros.
7Jesus disse aos que estavam servindo: “Enchei as talhas de água”. Encheram-nas até a boca. 8Jesus disse: “Agora tirai e levai ao mestre-sala”. E eles levaram. 
9O mestre-sala experimentou a água, que se tinha transformado em vinho. Ele não sabia de onde vinha, mas os que estavam servindo sabiam, pois eram eles que tinham tirado a água. 
10O mestre-sala chamou então o noivo e lhe disse: “Todo mundo serve primeiro o vinho melhor e, quando os convidados já estão embriagados, serve o vinho menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora!”
11Este foi o início dos sinais de Jesus. Ele o realizou em Caná da Galileia e manifestou a sua glória, e seus discípulos creram nele.




- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.





Oração para depois de ler a Bíblia


Dou-Te graças, meu Deus, pelos bons propósitos, afetos e inspirações
que me comunicastes nesta meditação; peço-Te ajuda para colocá-los  em prática. Minha Mãe Imaculada, meu protetor São José e Anjo da minha guarda, intercedeis todos por mim. Amém.

QUARTA-FEIRA DE CINZAS

Entrevista com Padre Luizinho

Padre Luizinho

 "A 'Quarta-feira de Cinzas' nos introduz no tempo quaresmal, que é uma preparação para celebrarmos bem a Páscoa".

Nesta entrevista, o sacerdote da Comunidade Canção Nova padre Luizinho nos fala da 'Quarta-feira de Cinzas' e da espiritualidade deste tempo quaresmal. Segundo o sacerdote, "este tempo quaresmal deve ser vivido como um retiro de 40 dias em preparação para a festa maior do Cristianismo, que é a Páscoa"
O sacerdote integra a equipe de formação do discipulado da Canção Nova e exerce a pastoral digital com o seu blog de conteúdos formativos, de espiritualidade e aconselhamento.
Ao ir para a página do Podcast Entrevistas, você encontrará, abaixo de cada post, uma seta; ao clicar nela você conseguirá baixar o arquivo em MP3. 

cancaonova.com: Padre, o que representa a 'Quarta feira de Cinzas' para os católicos?

Padre Luizinho: Na liturgia da 'Quarta-feira de Cinzas' nós entramos no tempo quaresmal. Ela existe para nos recordar deste novo tempo e para preparar o nosso coração para tudo que vai ser a Quaresma – 40 dias que antecedem a Páscoa do Senhor. Para este dia há toda uma liturgia, e o Evangelho deste tempo nos fala dos exercícios quaresmais. A própria cinza que colocamos sobre a cabeça nos recorda das nossas fraquezas. Até na cor litúrgica [roxo], a Quarta-feira nos ajuda a entrar neste tempo novo de recolhimento. Então, a 'Quarta-feira de Cinzas' é a abertura do tempo quaresmal e a introdução deste tempo de penitência e conversão.

cancaonova.com: O que significam as cinzas que são colocadas na cabeça dos fiéis neste dia?

Padre Luizinho: Quando nós recebemos as cinzas sobre a cabeça na Quarta-feira de Cinzas, o sacerdote ou o ministro vai dizer: “Lembra-te que és pó a ao pó voltarás” (Gêneses 3,19) e completa: “Convertei-vos e crede no Evangelho” (Marcos 1,15). Essas cinzas, desde a cultura bíblica, são um sinal de penitência, de recolhimento e lembra também as nossas fraquezas humanas, nossas quedas, nossa inclinação ao pecado e ao mal; ela também nos coloca em nosso lugar de penitente. É um sinal de penitência na Bíblia e nos recorda do nosso fim; não para ficarmos tristes, mas para nos prepararmos para este fim.


cancaonova.com: Muitas pessoas associam penitência à tristeza. Quais sentimentos que devemos ter neste tempo?

Padre Luizinho: Eu acho interessante vocês tocarem neste tema da Quaresma a partir da 'Quarta-feira de Cinzas', porque as leituras bíblicas, que serão proclamadas neste dia, já nos dão todo o itinerário e nos dizem quais são os sentimentos que devemos ter neste tempo. Jesus diz no Evangelho da 'Quarta-feira de Cinzas' sobre a oração, o jejum e a esmola. Sobre o jejum, por exemplo, Ele diz que quando você for fazê-lo, não fique triste, acabrunhado para que todo o mundo perceba que você está jejuando. Lave o seu rosto e tenha um semblante tranquilo. Penitência e jejum não são sinônimos de tristeza. Nós devemos viver isso em nosso interior, mesmo que as nossas fraquezas nos causem tristeza; a alegria de estarmos buscando a nossa conversão deve ser muito maior do que aquele sacrifício que estamos fazendo, lembrando que Jesus fez o maior de todos os sacrifícios e ressuscitou.


cancaonova.com: Qual dica que o senhor dá àqueles que desejam viver bem este tempo quaresmal?

Padre Luizinho: Eu vivo este tempo de 40 dias como um retiro. Todas as leituras do tempo quaresmal, principalmente os domingos, nos levam a este retiro de preparação para a Páscoa, ou seja, a passagem da morte para a vida, do homem velho para o homem novo, que em Cristo nasce, morre e ressuscita. Então, o tempo da Quaresma é para vivermos o recolhimento, principalmente a escuta da Palavra que será proclamada. Deus vai nos falar muito por meio da Palavra e da Liturgia celebrada. É um tempo de fazermos retiro e vivermos os exercícios de conversão, que são a oração, o jejum e a caridade [esmola], a qual pode ser vivida de muitas maneiras. Não é somente dar um dinheiro ou alguma coisa material a alguém, mas, sobretudo, visitar [os pobres, os enfermos], dar um sorriso, socorrer alguém nas suas necessidades, prestar um serviço voluntário; isso também é esmola e é caridade.


cancaonova.com: Muitas pessoas costumam fazer algum tipo de abstinência como forma de mortificação. Se uma pessoa faz um voto de penitência - como não comer carne - esta penitência deve ser feita também aos domingos?


Padre Luizinho: A Igreja pede que todos os católicos façam o jejum na 'Quarta-feira de Cinzas' e na 'Sexta-feira Santa'. São os dias prescritos pelo Direito Canônico. Mas o domingo nunca deixa de ser o dia do Senhor, o dia da Ressurreição, da vida. Para vivermos bem este aspecto, precisamos distinguir bem o que é a penitência e o que é o jejum. O jejum que a Igreja pede é a abstinência da carne e do muito comer, mas, às vezes, eu faço a penitência de refrigerante, por exemplo. Eu não vou tomar refrigerante nestes 40 dias por um motivo particular ou para o meu próprio bem, para que eu controle os meus instintos, os meus desejos, as minhas más inclinações. No domingo, eu vou, sim, continuar este propósito, porque o voto foi de viver sem isso durante os 40 dias. No entanto, não significa que eu vou viver o domingo igual à Sexta-feira Santa, não é isso! Mas se o meu propósito foi de, durante esses 40 dias, não tomar refrigerante, eu vou cumpri-lo inclusive nos domingos, porque isso não é um jejum, é uma mortificação para que, morrendo o homem velho, surja o homem novo mais controlado nos seus instintos. Então, se durante este tempo eu fiz o propósito de não comer chocolate durante 40 dias, eu vou fazê-lo também aos domingos.

http://www.cancaonova.com/portal/canais/entrevista/entrevistas.php?id=969

Santo Guilherme de Malavale - 10 de fevereiro

Santo Guilherme de Malavale
1071-1157
Guilherme era de origem nobre, nasceu em 1071, na França. Era um duque da Aquitânia, que se dedicou até o final da juventude às artes militares e mundanas, afastado do cristianismo. A sua conversão foi atribuída a são Bernardo, que o inspirou a desejar viver a experiência do retiro espiritual, num bosque afastado. Quando saiu do isolamento, alguns meses depois, procurou o papa Urbano II para pedir perdão dos pecados. Após receber sua benção, seguiu em peregrinação para Jerusalém.

Santa Escolástica - 10 de Fevereiro


Hoje, recordamos o testemunho daquela que foi irmã gêmea de São Bento, pai do monaquismo cristão. Ambos nasceram em 480, em Núrsia, regio de Umbria, Itália.

V Domingo do Tempo Comum (Ano C)


V Domingo do Tempo Comum (Ano C)

Leituras e subsídios para a homilia:

FONTE: http://www.presbiteros.com.br/site/

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Dia 10 de fevereiro – MISSA DO 5º DOMINGO COMUM - O Domingo – Crianças

Senhor, aqui estou!
http://www.paulus.com.br/institucional/odomingocriancas/dia-10-de-fevereiro-missa-do-5o-domingo-comum#.URsMeaXJRq-

HOMÍLIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 10/02/2013

10 de Fevereiro de 2013

Ano C

 

Lucas 5,1-11

Comentário do Evangelho

Ação Missionária da Igreja

O relato da pesca está construído sobre o de Mc 1,16-20, o chamado dos quatro primeiros discípulos: Simão e André, Tiago e João, filhos de Zebedeu. O relato tem por finalidade fundar a ação missionária da Igreja. A missão da Igreja está fundada numa promessa - envio do Senhor: "De agora em diante serás pescador de homens" (Lc 5,10). Os episódios precedentes ao relato criam um ambiente adequado ao chamado de Pedro, o que implica que o chamado e a resposta não pareçam tão surpreendentes (veja, por exemplo, Lc 4,38-39). Segundo Marcos, Jesus se dirige separadamente, e em terra, a cada uma das duplas de irmãos; para Lucas 5,10, todos foram chamados juntos, sobre o Lago, e mediante um apelo dirigido exclusivamente a Pedro. Mas Simão não está só, ainda que seja o primeiro a receber o chamado de Jesus; também outros deixam tudo para segui-lo (v. 11). Pedro somente é destinatário da promessa de ser "pescador de homens", o que prefigura o seu papel de "chefe" e responsável do grupo. Ainda que controvertida, a expressão "pescador de homens" aponta para a participação do discípulo na missão de Jesus. Pode ainda significar o engajamento do discípulo no que se refere à unidade da Igreja: reunir da dispersão o povo de Deus (peixes), ou, então, o ato de tirar o peixe da água pode simbolizar a participação dos que são chamados à tarefa de libertar as pessoas do poder do mal. O mar é, para o mundo bíblico, símbolo da morte e do mal. 
Carlos Alberto Contieri,sj

http://www.paulinas.org.br/diafeliz/evangelho.aspx


COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

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1. CHAMADOS PARA O DESAFIO
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Não sei se os quatro primeiros discípulos, André, Pedro, Tiago e João, estavam de bom humor ao serem chamados por Jesus á margem do Lago de Genesaré, quando trabalhavam duramente limpando suas redes dos “enroscos” que havia nelas, após uma noite de pescaria fracassada. É bom lembrar que tratava-se de um trabalho profissional e não de uma pescaria de lazer, como é uma prática mais perto da nossa realidade.

A proposta de Jesus ao grupo de pescadores parecera descabida, ele pedia-lhes para que insistissem em uma tarefa, que não dera certo ao longo de uma jornada inteira de trabalho noturno, de um jeito diferente, jogando as redes onde ele fosse indicar. Ora, que profissional aceitaria orientação de um estranho em seu trabalho? O horário era desfavorável, quem conhece o litoral sabe que os barcos pesqueiros trabalham à noite, e que de manhã é hora de contabilizar os ganhos com a descarga dos peixes na praia. A proposta vinha como um desafio e implicava em aceitar ou não a palavra de Jesus. Após terem aceitado, fizeram conforme o Senhor lhes ordenara e o resultado fora surpreendente: as redes não resistiram a quantidade de peixes apanhados, sendo necessário partilhar a tarefa com companheiros da outra barca.

Nas barcas de nossas comunidades o resultado do nosso trabalho nem sempre é o que esperamos, pois é preciso estar sempre preparados para o fracasso das “noites” em que as redes voltam vazias, com “coisas indesejadas” que somos obrigados a ‘limpar”, buscamos a santidade de uma vida em comunhão, na justiça, partilha e fraternidade e acabamos encontrando fofocas, intrigas, divisões, coisas que estão em nossa rede embora não façam parte da vida da comunidade, não as queremos, ninguém as deseja, mas elas estão lá, exigindo um trabalho de superação que requer muita paciência e compreensão. Quem já tirou enrosco de uma linha de pesca ou de uma rede, sabe que não é tarefa das mais fáceis.

E de repente, em meio a essa tarefa somos chamados como os primeiros discípulos à “irmos mais fundo”, avançando para águas mais profundas. Será que o nosso papel na comunidade é só ficar consertando as coisas que não deram certo? Claro que não!

A missão primária da igreja não é a excessiva preocupação com si mesma, sua estrutura e seu funcionamento, mas sim em anunciar aos de fora o evangelho de Cristo. Por experiência própria e muitas vezes por puro comodismo, achamos que o trabalho proposto por Jesus não dará nenhum resultado e na maioria das vezes em que o nosso coração nos pede mais ousadia na missão, acabamos preferindo as águas sempre rasas da nossa comunidade, grupo, pastoral, movimento ou associação onde é sempre muito fácil falar de Jesus e do seu evangelho, pois todos gostam, aceitam e até aplaudem! As pessoas vêm até nós e assim passamos o nosso tempo “pescando” no aquário, onde até causamos espanto e admiração, não pelo resultado do trabalho, mas apenas pela nossa performance e desempenho.

Não foi para isso que Jesus chamou os discípulos e nem é para isso que o Senhor nos chamou. Ser missionário é sair do nosso “mundinho” conhecido e entrar na realidade das pessoas, lá onde elas estão e vivem, feiras livres, shopings, grandes avenidas, condomínios residenciais de alto luxo, favelas e áreas verdes onde o medo do narcotráfico mata qualquer esperança, nos hospitais, presídios, asilos etc. E se acharmos que a tarefa é muito grande para as nossas modestas possibilidades, então podemos começar pelas nossas famílias e ambiente de trabalho.

O verdadeiro missionário vai sempre além de suas expectativas, do seu conhecimento, da sua bagagem e experiência, ele sabe que sempre há o risco de um fracasso, mas arrisca-se de maneira corajosa porque é o Senhor quem determina. “...em atenção á sua palavra, vou lançar as redes”. Quando assim o fazemos, acabamos nos surpreendendo com o resultado e rapidamente, como Pedro, descobriremos que não foram nossas aptidões, mas sim a graça de Deus que realizou a missão, dando os frutos em quantidade muito maior do que esperávamos.

E ao tomarmos conhecimento de que a graça de Deus, derramada por Jesus Cristo, move-se e age mesmo em cima de nossas fraquezas e erros, somos tomados pelo medo de nos entregarmos totalmente a Deus.

Então aí só nos resta um caminho: confiar em Jesus e vivermos somente á luz da fé, na certeza de que doravante faremos não do nosso modo, mas do modo dele, mesmo que isso signifique ir contra a nossa lógica e razão. Essa atitude requer uma ruptura até mesmo com aquilo que nos pareça ser essencial, os primeiros discípulos abandonaram na praia as redes e o barco e seguiram a Jesus, pois é impossível edificarmos o reino de Deus do nosso modo.
Pensemos em nossa vocação e nos perguntemos em que águas andamos “pescando”. A resposta irá exigir de nós uma atitude, a partir do evangelho. (5º. Domingo do Tempo Comum)
José da Cruz é Diácono da 
Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP
E-mail  cruzsm@uol.com.br


2. Ação Missionária da Igreja
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Carlos Alberto Contieri, sj - e disponibilizado no Portal Paulinas)
Oração
Pai, confirma minha vocação de pescador de pessoas humanas, e conduze-me para águas mais profundas onde se encontram os que mais carecem de meu amor.

3. PESCADORES DE HOMENS
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total a cada mês).

A pesca milagrosa tornou-se uma espécie de parábola da missão dos discípulos. Doravante, eles seriam pescadores de seres humanos. Qual o significado desta metáfora?
Eles passariam a servir a um novo "patrão": Jesus. Ele é quem sabe onde e quando a rede deve ser lançada, e quem necessita de ser atraído para o Reino.

Apesar de sua habilidade e conhecimento do mar, esses pescadores haviam trabalhado a noite inteira, sem resultado. Só lançaram a rede, fiados na palavra de Jesus. O resultado foi espetacular! O mesmo aconteceria daí para frente.

O mar da Galiléia seria trocado pelo mar do mundo, onde se encontra a humanidade a ser "apanhada" pela rede do Reino. Esta troca comportaria uma verdadeira revolução na vida dos discípulos. Deveriam deixar a tranqüilidade da vida às margens do mar da Galiléia para enfrentar o mar encapelado do mundo, com suas tempestades e possibilidade de pesca infrutífera. Além disso, os laços afetivos de família, a profissão, os projetos pessoais e tudo o mais seriam deixados para trás. Os estreitos horizontes de sua terra natal alargar-se-iam até abarcar o mundo inteiro.

A decisão dos primeiros discípulos foi um salto no escuro. Só mesmo uma profunda confiança na pessoa de Jesus permitiu-lhes lançarem-se na aventura do serviço ao Reino.
Oração
Espírito de desapego, corta todas as amarras que me impedem de ouvir a ordem de Jesus para tornar-me, com ele, pescador de seres humanos.

10.02.2013
5º Domingo do Tempo Comum — ANO C
(VERDE, GLÓRIA, CREIO – I SEMANA DO SALTÉRIO)
__ " Em atenção à tua Palavra, vou lançar as redes. Somos uma comunidade de Missionários! " __


http://www.npdbrasil.com.br/religiao/evangelho_do_dia_semana.htm#d1

Dia 10 de fevereiro – 5º DOMINGO COMUM
EM ATENÇÃO À PALAVRA, LANCEMOS AS REDES!
Em Lucas 5,1-11 encontramos na ação de Jesus um modelo de catequese. Ele adapta sua pregação à realidade daquele povo. Utiliza-se do barco de Simão (Pedro) como púlpito. Ensina com sua palavra – palavra que garante a eficácia da missão. Dentre os ouvintes, chama aqueles que serão seus discípulos.
Diante dessa narrativa do Evangelho de Lucas, o evangelho da práxis cristã, temos a oportunidade de avaliar nossos momentos de reflexão sobre a palavra de Deus e o tipo de relação que desenvolvemos com ela. E perguntar-nos se nossos ensinamentos a respeito dela estão de acordo com a realidade do nosso povo. O “púlpito” que utilizamos deve atingir a todos. É bom que esta seja a preocupação de todo aquele ou aquela que, em atenção à palavra de Jesus, busca lançar as redes.
De fato, embora conscientes da nossa fraqueza e indignidade diante do Mestre, cabe-nos dar fé à palavra de Jesus, que ordena: “Avança para as águas mais profundas, e lançai as vossas redes para a pesca” (Lc 5,4). Que nossa resposta seja: “Em atenção à tua palavra, vou lançar as redes” (Lc 5,5). Porque da palavra de Jesus nos vem a garantia e a eficácia da nossa missão: capturar/resgatar todos os homens e mulheres para a vida.
Este é o desejo de Deus: recuperar a todos para que vivam, e vivam em abundância. É também a tarefa que Jesus deixou a cada um de nós. Cada um responde segundo suas possibilidades e capacidades: como leigo comprometido e participante da comunidade; como pai de família, que gasta sua vida na missão de educar os filhos mediante o testemunho e o cuidado; como consagrado, religioso ou sacerdote.
O importante é que nossos ensinamentos, à luz do evangelho, suscitem a fé das pessoas, levando-as a se apaixonar pela Palavra e, cheias de vida, fazer o seu discernimento até a ponto de o reino se tornar o valor supremo na vida delas. Em atenção à palavra de Deus, portanto, não desanimemos; lancemos as redes em captura/resgate dos homens e mulheres que querem viver em Cristo. Amém!
Benedito Antônio Bueno de Almeida, ssp
http://www.paulus.com.br/institucional/odomingopalavra/dia-10-de-fevereiro-5o-domingo-comum#.URsGWaXJRq_

Postado por: homilia

fevereiro 10th, 2013


“Por causa da tua palavra lançarei as redes”. Mas que palavra? E com que autoridade? “Avançai para águas mais profundas, e lançai as vossas redes para a pesca”. Estas palavras foram garantia para que Pedro e os outros apóstolos voltassem a pescar naquele dia, depois de uma noite toda de pesca infrutífera. E continuam sendo ditas para nós hoje.
Para ontem, estas palavras tendo sido cumpridas, fizeram com que os discípulos reconhecessem o poder de Jesus. E hoje? Que mensagem estas palavras trazem para mim e para você? A mensagem desse Evangelho nos motiva a nunca desistirmos e sempre tentarmos novamente. Saber que Jesus está perto e que, na pesca da nossa vida, Ele nos orienta, nos ilumina com o Seu Espírito, é segurança para nunca perdermos a esperança. Ainda que já tenhamos trabalhado a noite inteira e nada conseguimos pescar.
Mesmo que já tenha se exaurido a nossa capacidade de pedir, de suplicar, de esperar por alguma coisa de que necessitamos, “em atenção à Palavra de Jesus”, devemos prosseguir lançando as redes. É esta a mesma Palavra que nos anima, hoje, a avançarmos na nossa vida, na nossa pescaria, na nossa luta em busca de paz, felicidade e vida plena.
“Avançar para águas mais profundas” significa para nós buscar mais conhecimento de Deus, da Sua Lei, dos Seus ensinamentos, dos Seus decretos. Quanto mais mergulharmos no Evangelho, nas Escrituras, mais iremos encontrar respostas para os nossos questionamentos, para as nossas angústias. O homem é um ser criado por Deus com o objetivo de viver a harmonia com Ele e com o próximo, e isso realmente só acontecerá quando ele se jogar nos braços do amor misericordioso de Deus.
Para Pedro, Jesus era o seu Mestre. Mas, diante da pesca milagrosa que não se explica por causas naturais, Pedro descobre que Jesus não é um simples mestre ou profeta comum. Já o vê como seu Senhor, nome reservado exclusivamente a Deus. Foi um grande passo na descoberta da verdadeira identidade de Cristo. A admiração atrai Pedro a Jesus; a consciência de seu estado de pecador afasta-o d’Ele.
Diante do milagre presenciado, a fé de Simão começou a tornar-se uma rocha (pedra). Basta ver que Pedro começou a chamar Jesus de “Senhor” e não só de “Mestre”. Pela fé, Simão é transformado em rochedo, e já se põe o fundamento para a sua vocação em “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei minha Igreja” (Mt 16,18) e em “Tu, por tua vez, confirma teus irmãos” (Lc 22,32).
O homem, sozinho em suas tarefas, afadiga-se em vão: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão labutam seus construtores” (Sl 127). Mas se acolher com boa disposição a Palavra inspirada, receberá abundante ajuda da mão de Deus.
Quanto mais alguém se aproxima de Deus, tanto mais cresce nele a humildade, esse sentimento de sua pequenez, de seu nada e de seus pecados. Quanto mais distante de Deus alguém vive, tanto menos reconhecerá os próprios erros e limitações. Pedro, tão favorecido pela bondade divina, não pensa senão em sua própria insuficiência e condição de pecador que não merece tanta bondade. E então exclama: “Senhor, afaste-se de mim, pois eu sou um pecador!” Mas Jesus, apesar de reconhecer a fraqueza de Simão, confirma-lhe em sua vocação.
Jesus também chama a mim e a você para sermos pescadores de homens! Ele providencia o peixe para nós, porém, necessita das nossas redes a fim de tomar para Ele as almas necessitadas de salvação. Que a nossa pesca seja profícua e não se restrinja somente ao nosso círculo de amizade. Jesus quer que nós sejamos pescadores no Seu Reino e a rede que Ele nos dá é o Seu amor e a Sua Palavra.
Não tenha medo! De agora em diante, você vai pescar gente! É isso que Jesus faz contigo aqui e agora. Não tenha medo! Ele sabe da sua fraqueza, dos seus problemas, mas quer vê-lo pescador de homens, restaurador de famílias, libertador de presos, acolhedor de excluídos e abandonados. Enfim, a dar vida em abundância! Portanto, seja firme e não tenhas medo! Comece desde já! Passe para os seus amigos, suas amigas a experiência que você tem com a Palavra de Deus, com a oração, com a reflexão. Conte para todos o que mudou na sua vida, qual a sua esperança e o que você tem descoberto com a Palavra de Deus. Você tem usado o Amor do Senhor como rede para atrair as pessoas a Ele? Mesmo sem muita vontade,  atende o chamado de Jesus em atenção à Sua Palavra?
“Pai, confirma minha vocação de pescador de pessoas humanas e conduz-me para águas mais profundas onde se encontram os que mais carecem de amor e esperança.” Amém.
Padre Bantu Mendonça
http://blog.cancaonova.com/homilia/2013/02/10/
Leitura Orante

Lc 5,1-11 - "Joguem as redes mais ao fundo"


"Em nome do Senhor vou lançar as redes!"

Saudação
- A nós todos que nos encontramos na web, a paz de Deus, nosso Pai,
a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo,
no amor e na comunhão do Espírito Santo.
- Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!
Preparo-me para a Leitura, rezando:
Jesus Mestre, creio com viva fé
que estais aqui presente, junto de mim,
para indicar-me o caminho que leva ao Pai.
Iluminai minha mente, movei meu coração,
para que esta Leitura Orante produza em mim frutos de vida.

1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Lc 5,1-11, e observo pessoas, palavras, relações, lugares.
Certo dia Jesus estava na praia do lago da Galiléia, e a multidão se apertava em volta dele para ouvir a mensagem de Deus. Ele viu dois barcos no lago, perto da praia. Os pescadores tinham saído deles e estavam lavando as redes. Jesus entrou num dos barcos, o de Simão, e pediu que ele o afastasse um pouco da praia. Então sentou-se e começou a ensinar a multidão.
Quando acabou de falar, Jesus disse a Simão:
- Leve o barco para um lugar onde o lago é bem fundo. E então você e os seus companheiros joguem as redes para pescar.
Simão respondeu:
- Mestre, nós trabalhamos a noite toda e não pescamos nada. Mas, já que o senhor está mandando jogar as redes, eu vou obedecer.
Quando eles jogaram as redes na água, pescaram tanto peixe, que as redes estavam se rebentando. Então fizeram um sinal para os companheiros que estavam no outro barco a fim de que viessem ajudá-los. Eles foram e encheram os dois barcos com tanto peixe, que os barcos quase afundaram. Quando Simão Pedro viu o que havia acontecido, ajoelhou-se diante de Jesus e disse:
- Senhor, afaste-se de mim, pois eu sou um pecador!
Simão e os outros que estavam com ele ficaram admirados com a quantidade de peixes que haviam apanhado. Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram companheiros de Simão, também ficaram muito admirados. Então Jesus disse a Simão:
- Não tenha medo! De agora em diante você vai pescar gente.
Eles arrastaram os barcos para a praia, deixaram tudo e seguiram Jesus.
 A partir de Lucas 5, o Mestre alarga seu campo de ação e para isto forma um grupo de colaboradores. Neste texto de hoje, temos a narração do primeiro chamado, diante da multidão que “se apertava em volta dele” para ouvir a Palavra de Deus. Jesus subiu no barco de Simão e dali, sentado, ensinava à multidão. No final, manda que Simão leve o barco para águas mais profundas e lá, ele e os companheiros joguem as redes. Simão explica que eles trabalharam a noite toda e nada pescaram. Mas, farão isto porque Jesus lhes pede. E assim fizeram. Como resultado, encheram dois barcos com tanto peixe que quase afundaram. A abundância da pesca pode simbolizar a expansão da Igreja. Simão Pedro experimenta, de um lado, seu fracasso, e de outro, o grande êxito por acreditar na Palavra de Jesus. Pescar é símbolo da missão. A presença e atuação de Jesus despertou em Simão o sentimento de pecador. Caiu aos pés dele e disse: “Sou um homem pecador!” Por isso, sente que Jesus, o Santo, deve se afastar dele. O Mestre faz-lhe, então,  o chamado para ser “pescador de gente”. O Evangelho termina com os apóstolos deixando tudo e seguindo Jesus.

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje? 
Quais outros textos este me recorda? 
Qual palavra mais me toca o coração? 
Jesus entra na barca de Pedro. Entra também na minha "barca". 
Qual é ela?
O Mestre vai ampliando o seu círculo de colaboradores. Em Lc 6,12-16, lemos a convocação dos doze apóstolos. No capítulo 10, escolhe 72 discípulos para, de cidade em cidade,  anunciarem o Reino de Deus. A Igreja continua convidando, convocando, enviando discípulos e missionários, “lançando as redes em águas mais profundas”. Disseram os bispos, em Aparecida:
"Nestes últimos tempos, Ele nos tem falado por meio de Jesus seu Filho (Hb 1,1ss), com quem chega a plenitude dos tempos (cf. Gl 4,4). Deus, que é Santo e nos ama, nos chama por meio de Jesus a ser santos (cf. Ef 1,4-5)." (DAp 130).
Como me encontro nesta missão? 
Tenho a missão de ser santo ou santa, qualquer que seja minha vocação: leiga, religiosa ou para o ministério sacerdotal. 
Como vivo este chamado?

3.Oração (Vida)
 que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com toda a Igreja  a 
Oração oficial da CF 2013
Pai santo, vosso Filho Jesus,
conduzido pelo Espírito
e obediente à vossa vontade,
aceitou a cruz como prova de amor à humanidade.
Convertei-nos e, nos desafios deste mundo,
tornai-nos missionários
a serviço da juventude.
Para anunciar o Evangelho como projeto de vida,
enviai-nos, Senhor;
para ser presença geradora de fraternidade,
enviai-nos, Senhor;
para ser profetas em tempo de mudança,
enviai-nos, Senhor;
para promover a sociedade da não violência,
enviai-nos, Senhor;
para salvar a quem perdeu a esperança,
enviai-nos, Senhor;
para...

4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus, sentindo a presença de Deus na minha "barca".
 Vou demonstrar pela vida que estou buscando o caminho da santidade.
Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
-Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Sugestões: - Campanha da Fraternidade 2013 - Veja informações no blog:http://comunicacatequese.blogspot.com.br/

- Leia "Crer na caridade suscita caridade" - Mensagem de Bento XVI para a Quaresma, em 

Ir. Patrícia Silva, fsp
http://leituraorantedapalavra.blogspot.com.br/

http://www.paulinas.org.br/diafeliz/evangelho.aspx