terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

São Cirilo - 9 de fevereiro

São Cirilo (Arcebispo de Alexandria e Doutor da Igreja)

São Cirilo foi um homem de caráter forte e impulsivo, mas às vezes muito veemente e também violento. No ano 412, São Cirilo foi elevado à sede de Alexandria, onde graças à sua intrepidez e labor, triunfou sobre a heresia, logrando salvar a fé da Igreja. Assistiu como cabeça e representante do Papa Celestino, ao Terceiro Concílio Geral celebrado em Éfeso, em 431.
São Cirilo foi chamado o Doutor da Encarnação e os alexandrinos lhe deram o título de Mestre do Mundo, ao mesmo tempo em que o Papa Celestino o nomeava "o generoso defensor da fé católica" e "homem apostólico".

Bem-aventurada Ana Catarina Emmerich - 9 de fevereiro

Ana Catarina Emmerich
Bem-aventurada
1774-1824
Ana Catarina Emmerich nasceu em 08 de setembro de 1774, na aldeia de Flamske, perto de Coesfeld, atual Alemanha. Os pais, Bernardo Emmerich e Ana Hillers, camponeses pobres e piedosos cristãos, a batizaram no mesmo dia, como os outros nove filhos. Desde a infância Ana ajudava nos afazeres domésticos e do campo. Freqüentou pouco a escola, mas se notava seus bons conhecimentos da religião e que Deus lhe dera dons especiais.

Santa Apolônia - 9 de fevereiro

Santa Apolônia
Século III
Os seis anos de 243 a 249, durante os quais o rumo do Império Romano ficou sob a direção de Felipe o Árabe, foram considerados: um intervalo de trégua do regime do anticristianismo. No último ano, porém, houve um episódio que comprovou que a aversão aos cristãos, pelo menos na província africana, não havia desaparecido.

São Miguel Febres - 9 de Fevereiro


Nascido no Equador, em 1854, São Miguel Febres recebeu como nome de batismo Francisco. Nasceu com uma grave deformação física nos pés, mas seus pais amaram, acima de tudo, aquele filho do Senhor. Sua deficiência não o impediu de dar passos concretos para a vontade de Deus.

HOMÍLIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 09/02/2013

9 de Fevereiro de 2013

Ano C

 

Marcos 6,30-34

Comentário do Evangelho

A compaixão não se confunde com dó

O texto é a continuidade de 6,7-13, e a preparação do episódio da "multiplicação dos pães" (6,34-44). O texto tem uma clara perspectiva eclesial. Os discípulos reúnem-se com Jesus para prestar contas da missão: ". contaram tudo o que tinham feito e ensinado" (v. 30). É o Senhor quem dá descanso aos que ele envia: "Vinde, a sós, a um lugar deserto, e descansai um pouco!" (v. 31). O projeto foi frustrado, pois uma grande multidão os seguiu. Essa multidão que vai atrás de Jesus causa nele "compaixão", um sentimento divino que atinge o mais profundo da pessoa, as entranhas. A compaixão não se confunde com dó. Atingindo o mais profundo do ser humano, ela leva alguém a agir em favor do(s) outro(s). A razão da compaixão: "... porque eram como ovelhas que não têm pastor" (v. 34). É possível ouvir, aqui, ecos do Antigo Testamento: ". que a comunidade do Senhor não seja como um rebanho sem pastor" (Nm 27,17; ver também 1Rs 22,17; Zc 10,12). Jesus é apresentado como Pastor que cuida com compaixão do povo de Deus. Ensinando, não deixa que as ovelhas se percam.
Carlos Alberto Contieri,sj

http://www.paulinas.org.br/diafeliz/evangelho.aspx

Reflexão

Devemos colocar a nossa felicidade onde se encontram os verdadeiros valores. As pessoas que vivem segundo os valores desse mundo colocam a sua felicidade nas coisas do mundo. São pessoas materialistas e hedonistas, marcadas pelo desejo do acúmulo de bens materiais e de poder e também na busca desenfreada de todos os prazeres proporcionados por este mundo, como é o caso do sexo e dos vícios em geral. São pessoas insatisfeitas porque na verdade foram criadas à imagem e semelhança de Deus e só podem ser satisfeitas plenamente em Deus, uma vez que são abertas ao infinito. Somente quem coloca a sua felicidade nos valores eternos encontra em Deus a sua plena satisfação.

 http://www.cnbb.org.br/liturgia/app/user/user/UserView.php?ano=2013&mes=2&dia=9

COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

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1. A SÓS COM O SENHOR...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Sempre ouço uma crítica contundente em nossa Igreja, de que, “no dia em que Jesus voltar, não vai nos encontrar unidos, mas reunidos”. Há de fato um excesso de reuniões, as vezes sem pauta e nem assunto determinado, e o que é pior, sem horário para terminar, onde patina-se em assuntos pessoais e troca-se muitas “farpas”. Seria necessário refletirmos sobre a qualidade de nossas reuniões, avaliando-se os resultados. Lembro-me da primeira vez em que fui convocado para uma reunião na igreja, isso já faz tempo. Senti-me muito importante, hoje confesso que o entusiasmo já não é tanto justamente porque ás vezes o clima de uma reunião torna-se tenso.

Pelo jeito os discípulos também gostavam de uma reunião, haviam sido enviados em missão, e no evangelho de hoje voltam para Jesus, querendo fazer uma reunião de avaliação, mas ao que parece, o Mestre não era muito chegado em reunião, porque assim que eles começaram a expor o relatório de tudo o que tinham feito, Jesus os convidou a irem para um lugar á parte: “Vamos descansar um pouco em um lugar á parte!”– Prestemos atenção nesse verbo, “descansar”, que tem muitos significados: descontrair, fazer algo diferente, jogar um pouco de conversa fora, dar boas risadas de coisas engraçadas que aconteceram na missão, rir dos próprios erros e enganos “Imagine Senhor, que eu por engano bati na porta de um ateu, e quando comecei a falar em teu nome, pensei que o home ia ter um “saracotico”!, Fico imaginando o grupo todo caindo na risada com aquele Missionário distraído, e Jesus exclamando bem humorado “Mas você é uma anta mesmo !”, e tome mais risada e até o sisudo Pedro, quase se engasga de tanto rir, e me dirão os extremamente conservadores, que isso não está no evangelho. E nem precisaria...O riso e o bom humor faz parte do ser humano e Jesus era Homem cem por cento, como bem definiu o Concílio de Calcedônia em 451. O leitor tire suas conclusões...

Modéstia á parte, nossas reuniões de diáconos da diocese de Sorocaba, são um pouco assim, as vezes o Dirigente tem que dar um “breque” para acalmar os faladores e piadistas, e não pensem que os mais idosos não gostam, até eles fazem rodinhas para contar suas anedotas ou coisas engraçadas do seu ministério. Faz muito bem a alma, ao coração e à nossa “psique”, esses momentos de pura alegria por estarmos juntos, pois não se conhece arma mais poderosa do que o isolamento, para destruir por completo uma vocação, agente de pastoral que se isola dos demais, catequistas, ministros, padres e diáconos. Começou a ficar sozinho, está dando “sopa” para a derrota e o fracasso na sua vocação, daí vêm certas tristezas, angústias e desvios de conduta, por falta de apoio.

Na correria dos trabalhos pastorais e ministérios, é preciso parar de vez em quando, e aqui há outro sentido belíssimo nessa reflexão, pois, descansar com o Senhor, significa abastecer-se, na intimidade da oração, no mistério da Eucaristia, onde Deus é um frágil pedacinho de pão, na palma da minha mão, ou ainda como Maria, irmã de Marta, sentar-se confortavelmente aos pés do Senhor, para ouvir a sua palavra. De que me adianta não ter tempo para mais nada, nem para mim mesmo, nem para os amigos, nem para a família, nem para comer, por conta de uma agenda lotadíssima de compromissos, se vou aos poucos me distanciando daquilo que é essencial?

O ativismo exacerbado das atividades pastorais e ministeriais começa a nos fazer sentir que somos Donos do reino e da igreja colocando-nos no centro das atenções, quando na verdade apenas trabalhamos para o Mestre Jesus.  É ele quem nos envia, quem nos confia a missão, é portanto ele, que no “intervalo” do jogo, como fazem os técnicos de futebol, irá nos dar as instruções, fazer as correções necessárias, mostrando-nos a melhor estratégia para sermos bem sucedidos na missão.

Não tenho nenhuma dúvida, de que sem essa intimidade dos bastidores, com Nosso Senhor, retirados em um lugar á parte, sem essa descontração com o grupo todo, que solidifica a amizade e o carinho entre os membros, qualificando as relações pessoais, corre-se o risco de estressar-se diante do volume de trabalho a ser feito na comunidade e na evangelização.
Fora da Igreja, a multidão que temos que servir é muito grande, as pessoas buscam desesperadamente algo que o cristianismo tem de sobra, que é a esperança, presente na palavra da qual somos portadores, mas é perigoso esse “corre-corre” nos tornar insensíveis a dor, ao sofrimento e as necessidades das pessoas, tornando-nos profissionais da palavra, realizando trabalhos belíssimos e ações arrojadas, mas não movidos por essa COMPAIXÃO, que Jesus tem pelas pessoas que o procuram, mas apenas levados por nossos interesses mesquinhos, pela nossa vaidade, prepotência e arrogância, manifestando de vez em quando o nosso mau humor e azedume naquilo que fazemos.

E  Agentes de Pastoral ou Ministros da Igreja, com essa característica, longe de atrair as pessoas, como o Mestre fazia, as vezes é melhor manter a devida distância, porque nunca se sabe em que hora que o “Rei ou a Rainha da Cocada”, vai dar o seu terrível “coice”, que magoa, machuca e gera tantas divisões e intrigas na comunidade, perdendo de vista a compaixão, vivida por Jesus. Compaixão que o levou a interromper o descanso, para atender os que o procuravam.

2. A compaixão não se confunde com dó
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Carlos Alberto Contieri, sj - e disponibilizado no Portal Paulinas)
VIDE ACIMA
Oração
Pai, dá-me as disposições necessárias para eu realizar bem a missão recebida de Jesus, tendo-o sempre como modelo.


3. A SÓS, COM JESUS
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total a cada mês).

No processo de formação dos discípulos, Jesus evitava que caíssem num ativismo incontrolado. Eram tantas as pessoas que os rodeavam, fazendo solicitações de todo tipo, a ponto de não terem nem tempo para comer. Essa situação, com o passar do tempo, poderia se mostrar prejudicial. O excesso de atividades levaria os discípulos a se desviarem do verdadeiro sentido de sua missão.

Por isso, Jesus os convida para estarem à sós, com ele, de forma a criar um espaço de convivência e de troca de experiências, útil para quem se via tão atarefado. Os apóstolos tinham para partilhar sua experiência concreta de missão. Eles tinham experimentado a força de sua palavra, pela qual os demônios eram expulsos. Viram como os doentes recobravam a saúde quando eram ungidos. Presenciavam a transformação operada na vida de quem se predispunha a converter-se ao Reino e fazer penitência por seus pecados. Eram testemunhas da alegria que se apoderava de quem se descobria amado por Deus e objeto de sua misericórdia.

O desejo de Jesus de estar sozinho com os discípulos não se concretizou. A multidão chegou antes deles, no lugar afastado para onde se dirigiam. Embora irrealizado, o desejo de Jesus não pode ser descartado sem mais. O ativismo é um perigo que deve ser evitado.
Oração 
Senhor Jesus, que eu saiba encontrar momentos para estar a sós contigo, revendo a minha vida de discípulo e me predispondo para continuar melhor a missão.

http://www.npdbrasil.com.br/religiao/evangelho_do_dia_semana.htm#d0b

Demonstro compaixão por meio das minhas palavras e atitudes?

Postado por: homilia

fevereiro 9th, 2013


Pegando a frase do Evangelho: “a multidão estava como que ovelhas sem pastor”, Jesus atrai para Si o título de pastor. Este atributo a Jesus, recebe a sua justificação na observação do evangelista ao interpretar os sentimentos do coração do Senhor vendo as multidões que O seguiam. Jesus se compadeceu delas.
Mestre desde o início da Sua missão, Cristo convida os discípulos –  e a todos nós! – a manifestar aos homens o amor de Deus por eles. Em poucas linhas, podemos ter o quadro da vida de Jesus com os apóstolos e a multidão: a intimidade do Senhor com o grupo dos doze apóstolos em ordem à formação dos mesmos, a atividade intensa da vida pública de Jesus e dos apóstolos, o entusiasmo do povo pelo Senhor, a Sua disponibilidade apesar da fadiga, por fim, os sentimentos profundos de Jesus perante esse povo errante e faminto. É assim que Deus olha para mim e para você, bem como para toda a sua família e os homens no mundo inteiro. Ele deseja e quer que todos O procuremos.
Embora com o desejo e a vontade de atender a todos, Jesus com os apóstolos ressalta a sua necessidade de descanso depois as tarefas apostólicas. Para dizer que também o missionário precisa de repouso. Um tempo de retiro, de recuperação das energias, de intimidade com Deus. Foi por isso que, quando voltam empolgados com os resultados da missão, a primeira reação do Mestre é convidá-los para uma retirada, para que possam refazer as forças.
Jesus tem critérios que não correspondem ao grande critério da nossa sociedade: o da eficácia! Para Ele, os apóstolos não eram “máquinas”, mas, em primeiro lugar, pessoas humanas, que necessitavam ser tratadas como tais. O trabalho – mesmo o missionário – não é absoluto. Jesus reconhece a necessidade de um equilíbrio entre todos os aspectos da vivência humana.
Aqui, há uma lição para muitos cristãos engajados hoje: embora devamos nos dedicar ao máximo no apostolado, não devemos descuidar das nossas vidas particulares, da nossa saúde, do cultivo de valores espirituais e do relacionamento afetivo com os outros. Caso contrário, estaremos esgotados em pouco tempo, meras “máquinas” ou “funcionários do sagrado”, que não mostram ao mundo o rosto compassivo do Pai, e que por dentro são ocos.
O texto ressalta a compaixão de Jesus para com o povo com uma característica específica: era um povo muito sofrido, rejeitado e desprezado pelos chefes político-religiosos de então, que nem tinha tempo para comer. E quando Cristo se retirava, o povo ia atrás d’Ele. O que atraía tanta gente? Com certeza, não foi, em primeiro lugar, a doutrina nem os milagres, mas o fato de irradiar compaixão, de demonstrar duma maneira concreta o amor compassivo de Deus.
Jesus não teve “pena” do povo, não teve “dó” dos sofridos. Teve “compaixão”, ou seja, literalmente Ele “sofria junto” e tinha uma empatia com os sofredores, a qual se transformava numa solidariedade afetiva e efetiva. Este traço da personalidade de Jesus desafia as Igrejas e os seus ministros para que não sejam “burocratas do sagrado”, mas irradiadores da compaixão do Pai.
Infelizmente, muitas vezes, as nossas igrejas mais parecem repartições públicas do que lugares do encontro com a comunidade que acredita no amor misericordioso de Deus e na compaixão de Jesus! A frieza humana frequentemente marca as nossas atitudes, pregações e cuidado pastoral. Num mundo que exclui, que marginaliza e que só valoriza “quem consome e produz”, o texto de hoje nos desafia para que nos assemelhemos, cada vez mais, a Jesus, irradiando compaixão diante das multidões que hoje, como nunca, estão como ovelhas sem pastor.
Padre Bantu Mendonça
http://blog.cancaonova.com/homilia/2013/02/09/
Leitura Orante 

Mc 6,30-34- Um deserto para descansar



Preparo-me para a Leitura Orante, rezando: 

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. 

Creio, Senhor Jesus, que sou parte de seu Corpo. 
"Espírito Santo, tu que vieste dos céus abertos, do Pai, 
e que permaneceste conosco, em Jesus, 
tu que habitas, pela fé, nos nossos corações, 
abre-nos à Palavra! 
Seja a nossa inteligência e a nossa vontade, 
terreno bom, 
onde tu possas trabalhar com liberdade, 
de modo que a nossa vida 
seja sinal eloquente da tua caridade. 
Amém." 

1. Leitura (Verdade) 
O que diz o texto do dia? 
Leio atentamente o texto: Mc 6, 30-34, e observo a atenção de Jesus aos que sofrem. 
Os apóstolos voltaram e contaram a Jesus tudo o que tinham feito e ensinado. Havia ali tanta gente, chegando e saindo, que Jesus e os apóstolos não tinham tempo nem para comer. Então ele lhes disse:
- Venham! Vamos sozinhos para um lugar deserto a fim de descansarmos um pouco.
Então foram sozinhos de barco para um lugar deserto. Porém muitas pessoas os viram sair e os reconheceram. De todos os povoados, muitos correram pela margem e chegaram lá antes deles. Quando Jesus desceu do barco, viu a multidão e teve pena daquela gente porque pareciam ovelhas sem pastor. E começou a ensinar muitas coisas.
Jesus "teve pena daquela gente". Nós, Igreja, temos o mesmo sentimento. Como dizem os bispos em Aparecida: 
"Desejamos que a alegria que recebemos no encontro com Jesus Cristo, a quem reconhecemos como o Filho de Deus encarnado e redentor, chegue a todos os homens e mulheres feridos pelas adversidades; desejamos que a alegria da boa nova do Reino de Deus, de Jesus Cristo vencedor do pecado e da morte, chegue a todos quantos jazem à beira do caminho, pedindo esmola e compaixão (cf. Lc 10,29-37; 18,25-43)." (DAp).

 2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje? 
Tenho os mesmos sentimentos de Jesus Cristo e da Igreja? 
Como olho as pessoas que estão "à beira do caminho" ou que parecem "ovelhas sem pastor"? 

3.Oração (Vida) 
O que o texto me leva a dizer a Deus? 
Rezo, espontaneamente, com salmos ou outras orações e concluo com a 
Oração a Nossa Senhora dos cuidados Humanos 
Dom Hélder Câmara 
Mãe, me alegra tanto 
ver o globo em tuas mãos! 
Mas é globo muito pequeno 
e temo que dentro dele 
nossas grandes angústias 
sofram muita redução. 
Olho de novo e descubro: 
o globo pequeno 
tem justamente a virtude 
de reduzir ao tamanho exato 
os dramas que nos parecem imensos 
e no entanto cabem e sobram 
na concha de duas mãos. 

4.Contemplação (Vida e Missão) 
Qual meu novo olhar a partir da Palavra? 
Meu novo olhar é voltado para os que mais sofrem.

Bênção 
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém. 
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém. 
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém. 
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém. 

Sugestões: 
- Campanha da Fraternidade 2013 - Veja informações no blog:

- Leia "Crer na caridade suscita caridade" - Mensagem de Bento XVI para a Quaresma, em http://leituraorantedapalavra.blogspot.com

Ir. Patrícia Silva, fsp
http://leituraorantedapalavra.blogspot.com.br/

http://www.paulinas.org.br/diafeliz/evangelho.aspx 

LITURGIA DIÁRIA - 09/02/2013




Oração para antes de ler a Bíblia

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Meu Senhor e meu Pai! Envia teu Santo Espírito para que eu compreenda 

e acolha tua Santa Palavra! Que eu te conheça e te faça conhecer, te ame

 e te faça amar, te sirva e te faça servir, te louve e te faça louvar por

 todas as criaturas. Fazei, ó Pai, que pela leitura da Palavra os pecadores

se convertam, os justos perseverem na graça e todos consigamos 

a vida eterna. Amém.


Verde. Sábado da 4ª Semana Tempo Comum


Primeira leitura (Hebreus 13,15-17.20-21)
Sábado, 9 de Fevereiro de 2013 
4ª Semana Comum

Leitura da Carta aos Hebreus.

Irmãos, 15por meio de Jesus, ofereçamos a Deus um perene sacrifício de louvor; isto é, o fruto dos lábios que celebram o seu nome. 16Não vos esqueçais das boas ações e da comunhão, pois estes são os sacrifícios que agradam a Deus.
17Obedecei aos vossos líderes e segui suas orientações, porque eles cuidam de vós como quem há de prestar contas. Que possam fazê-lo com alegria, e não com queixas, que não seriam coisa boa para vós.
20O Deus da paz, que fez subir dentre os mortos aquele que se tornou, pelo sangue de uma aliança eterna, o grande pastor das ovelhas, nosso Senhor Jesus, 21vos torne aptos a todo bem, para fazerdes a sua vontade; que ele realize em nós o que lhe é agradável, por Jesus Cristo, ao qual seja dada a glória pelos séculos dos séculos. Amém!

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.


Salmo (Salmos 22)
Sábado, 9 de Fevereiro de 2013 
4ª Semana Comum

— O Senhor é o pastor que me conduz, não me falta coisa alguma.
— O Senhor é o pastor que me conduz, não me falta coisa alguma.

— O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma. Pelos prados e campinas verdejantes ele me leva a descansar. Para as águas repousantes me encaminha, e restaura as minhas forças.
— Ele me guia no caminho mais seguro, pela honra do seu nome. Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei. Estais comigo com bastão e com cajado, eles me dão a segurança!
— Preparais à minha frente uma mesa, bem à vista do inimigo; com óleo vós ungis minha cabeça, e o meu cálice transborda.
— Felicidade e todo bem hão de seguir-me, por toda a minha vida; e, na casa do Senhor, habitarei pelos tempos infinitos.


Evangelho (Marcos 6,30-34)
Sábado, 9 de Fevereiro de 2013 
4ª Semana Comum




Um deserto para descansar

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos. 
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 30os apóstolos reuniram-se com Jesus e contaram tudo o que haviam feito e ensinado. 31Ele lhes disse: “Vinde sozinhos para um lugar deserto e descansai um pouco”. Havia, de fato, tanta gente chegando e saindo que não tinham tempo nem para comer. 32Então foram sozinhos, de barco, para um lugar deserto e afastado. 33Muitos os viram partir e reconheceram que eram eles. Saindo de todas as cidades, correram a pé, e chegaram lá antes deles. 
34Ao desembarcar, Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas. 

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.


Oração para depois de ler a Bíblia

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Dou-Te graças, meu Deus, pelos bons propósitos, afetos e inspirações
que me comunicastes nesta meditação; peço-Te ajuda para colocá-los  em prática. Minha Mãe Imaculada, meu protetor São José e Anjo da minha guarda, intercedeis todos por mim. Amém.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

CARNAVAL É ALEGRIA - DIVIRTA-SE - UM SANTO E ABENÇOADO CARNAVAL, NA ALEGRIA, COM CRISTO - SE BEBER NÃO DIRIJA E NEM DÊ CARONA. SE DIRIGIR NÃO BEBA.



CARNAVAL É ALEGRIA 

DIVIRTA-SE  

UM SANTO E ABENÇOADO CARNAVAL,
 NA ALEGRIA, COM CRISTO.

SE BEBER NÃO DIRIJA
E NEM DÊ CARONA.

SE DIRIGIR NÃO BEBA.


A verdadeira alegria do carnaval - Padre Adriano Zandoná

A verdadeira alegria do carnaval


Não existe conexão entre alegria e destruição


Sem dúvida, o carnaval é uma das festas que mais traduzem a cultura e a identidade do povo brasileiro. Em meio à vibração do desfile e dos enredos, nossas raízes se tornam evidentes, revelando – em uma miscelânea de cores, contos e olhares – realidades que expressam as particularidades de nossa construção cultural enquanto povo e nação.

CARREGAR A PRÓPRIA CRUZ...


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Conta-se que, certa vez,
um homem inconformado
passou a clamar aos céus:

- Senhor Deus, a cruz que
carrego é muito pesada.
Não estou suportando o peso das
dificuldades e
problemas que venho enfrentando.

Tanto reclamou que um dia,
um anjo do Senhor se
apresentou e lhe disse que
suas queixas tinham
alcançado os céus.

Conduzido a um vasto campo,
cheio de cruzes dos
mais diversos e variados tamanhos,
o anjo lhe
disse que poderia escolher,
dentre todas
elas, a que melhor se lhe ajustasse.

Animado, o homem examinou as cruzes.
Finalmente, depois de muitas examinar,
avaliar,
testar, apanhou aquela que lhe
pareceu ideal.

- Você tem certeza que é esta
mesma a que quer?
Perguntou-lhe o mensageiro.

- Sim. Disse ele. Esta é a que
melhor se ajusta aos
meus ombros. Aquela cujo peso
posso suportar.

Para seu espanto, o amigo lhe
pediu que olhasse
mais atentamente e então,
o homem descobriu que
a cruz que escolhera era exatamente
a sua, aquela
de cujo peso reclamara tanto.

Deus é justo. Infinitamente bom e
misericordioso.
Jamais concede à criatura fardo maior
do que possa suportar.

As nossas queixas simplesmente
demonstram que
não estamos sabendo levar com
dignidade a problemática.

O que nos compete é colocar uma
almofada entre
a cruz e os ombros.

Uma almofada feita de virtudes
cristãs.

Quando nos dispomos a servir,
amar, perdoar, compreender,
o peso das nossas dificuldades
diminuirá tanto que até nos esquecemos
que estamos sobre a terra carregando o
fardo das dificuldades.

PAZ E LUZ PARA TODOS VOCES!!!

-:¦:- E -:¦:-

Um Dia Abençoado para todos!!

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FONTE: http://mensagensdiariaspravc.blogspot.com.br/2008/01/carregar-prpria-cruz.html

IMITAÇÃO DE CRISTO - CONSELHO DO DIA


CLIQUE NA FIGURA E LEIA NO TAMANHO ORIGINAL


FONTE (Você só pode ver um conselho por dia):
http://www.imitacaodecristo.com.br/


Conselho do Dia
Este é o conselho que a Imitação de Cristo lhe dá para hoje:

Disse alguém: "Sempre que estive entre os homens menos homem voltei" (Sêneca, Epist. 7). Isso experimentamos muitas vezes, quando falamos muito. Mas fácil é calar de todo, do que não tropeçar em alguma palavra. Mas fácil é ficar oculto em casa, que fora dela ter a necessária cautela. Quem, pois, pretende chegar à vida interior e espiritual, importa-lhe que se afaste da turba, com Jesus. Ninguém, sem perigo, se mostra em público, senão quem gosta de esconder-se. Ninguém seguramente fala, senão quem gosta de calar. Ninguém seguramente manda, senão o que perfeitamente aprendeu a obedecer. (Do amor à solidão e ao silêncio)

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FONTE: http://www.acidigital.com/

REFLEXÃO

Ei, pare de chorar.
Veja, Ele está a lhe chamar.
Quer, lhe tirar da escuridão,
e limpar seu coração
das feridas do pecado.

Venha, para fora meu irmão.
Creia, Cristo espera por você.
Não, a morte já não tem lugar,
agora é só se levantar,
e sua glória então verá.

Quem tem Jesus tem tudo,
Ele salvou o mundo, Ele venceu a morte, mudou nossa sorte!