domingo, 17 de novembro de 2019

Papa Francisco almoça com os pobres


Papa Francisco almoça com os pobres

Nas comemorações do 3º Dia Mundial do Pobre, o Papa Francisco almoça com os pobres na Sala Paulo VI depois da Missa e do Angelus

Cidade do Vaticano

As comemorações do 3º Dia Mundial dos Pobres iniciou neste domingo (17) com a Santa Missa na Basílica Vaticana presidida pelo Santo Padre que contava com a presença de muitos deles.

Papa Francisco: "Os pobres facilitam o acesso ao Céu" - 3º Dia Mundial dos Pobres neste domingo, 17 de novembro


Papa Francisco: "Os pobres facilitam o acesso ao Céu"

“Os pobres são preciosos aos olhos de Deus, porque não falam a linguagem do eu”. Palavras do Papa Francisco durante a homilia na celebração da Missa comemorativa para o 3º Dia Mundial dos Pobres neste domingo, 17 de novembro

Na manhã deste domingo (17) o Papa Francisco celebrou na Basílica de São Pedro a Missa comemorativa para o 3º Dia Mundial dos Pobres.
Durante a homilia que tinha como tema a citação de Lucas na qual alguém elogiava a magnificência do templo de Jerusalém, e Jesus disse não ficará ‘pedra sobre pedra’ (Lc 21, 6), o Pontífice refletiu: “Por que profetiza que este ponto firme, nas certezas do povo de Deus, cairia?”.

Conheça os 3 perigos de ser um “hipócrita digital”


SANTIAGO, 10 Jul. 18 / 12:00 pm (ACI).- O que significa ser um hipócrita digital e quais são os seus perigos é a reflexão compartilhada pelo diretor do Centro de Estudos Católicos (CEC), Pe. Sebastián Correa, através de um vídeo-blog (vblog).
Mostrar uma imagem perfeita nas redes sociais, sempre feliz, com “uma posição muito forte”, tornou-se comum nas redes sociais como o Facebook ou Instagram.
Pe. Correa explica que nas redes sociais não há espaço para pessoas vulneráveis ​​ou que tenham defeitos. “Deve-se mostrar a imagem que gostaríamos que os outros tivessem de mim e por isso nós nos tornamos hipócritas digitais”.
Mas qual é o perigo desta prática?
1. Sentir falta do que não sou

O que um católico deve fazer com as correntes de oração do WhatsApp?

Imagem referencial / Crédito: Pexels

REDAÇÃO CENTRAL, 15 Nov. 19 / 06:00 am (ACI).- Há alguns anos, tornou-se comum receber através do WhatsApp algumas “correntes de oração” para que sejam enviadas a todos os contatos em um período de tempo e, assim, receber uma bênção de Deus e evitar “um castigo”.
O que um católico deve fazer quando recebe uma dessas mensagens?
O sacerdote mexicano Sergio Román respondeu a esta inquietude em um artigo publicado no meio católico 'Desde la Fe'.

O que fazer?

LEITURA ORANTE DO DIA - 17/11/2019



LEITURA ORANTE

Lc 21,5-19 - Ser vigilantes e se preparar


Preparamo-nos para a Leitura Orante, fazendo uma rede de comunicação e comunhão em torno da Palavra com todas as pessoas que se neste ambiente virtual. Rezamos em sintonia com a Santíssima Trindade.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Jesus Mestre, creio com viva fé
que estais aqui presente, junto de mim,
para indicar-me o caminho que leva ao Pai.
Iluminai minha mente, movei meu coração,
para que a Palavra produza em mim frutos de vida.

1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Leio atentamente o texto: Lc 21,5-19
Algumas pessoas estavam falando de como o Templo era enfeitado com bonitas pedras e com as coisas que tinham sido dadas como ofertas. Então Jesus disse:
- Chegará o dia em que tudo isso que vocês estão vendo será destruído. E não ficará uma pedra em cima da outra.
Aí eles perguntaram:
- Mestre, quando será isso? Que sinal haverá para mostrar quando é que isso vai acontecer?
Jesus respondeu:
- Tomem cuidado para que ninguém engane vocês. Porque muitos vão aparecer fingindo ser eu, dizendo: "Eu sou o Messias" ou "Já chegou o tempo". Porém não sigam essa gente. Não tenham medo quando ouvirem falar de guerras e de revoluções. Pois é preciso que essas coisas aconteçam primeiro. Mas isso não quer dizer que o fim esteja perto.
E continuou:
- Uma nação vai guerrear contra outra, e um país atacará outro. Em vários lugares haverá grandes tremores de terra, falta de alimentos e epidemias. Acontecerão coisas terríveis, e grandes sinais serão vistos no céu.
- Mas, antes de acontecer tudo isso, vocês serão presos e perseguidos. Vocês serão entregues para serem julgados nas sinagogas e depois serão jogados na cadeia. Por serem meus seguidores, vocês serão levados aos reis e aos governadores para serem julgados. E isso dará oportunidade a vocês para anunciarem o evangelho. Resolvam desde já que não vão ficar preocupados, antes da hora, com o que dirão para se defender. Porque eu lhes darei palavras e sabedoria que os seus inimigos não poderão resistir, nem negar. Vocês serão entregues às autoridades pelos seus próprios pais, irmãos, parentes e amigos, e alguns de vocês serão mortos. Todos odiarão vocês por serem meus seguidores. Mas nem um fio de cabelo de vocês será perdido. Fiquem firmes, pois assim vocês serão salvos.

Refletindo
O Evangelho trata da  parusia, ou seja, da volta gloriosa de Jesus Cristo, no final dos tempos. Quanto à época, Lucas diz apenas: “chegará o dia”. Esta expressão era usada também pelos profetas para dizer um futuro indefinido. Depois descreve os fenômenos da natureza: "tudo isso que vocês estão vendo será destruído. E não ficará uma pedra em cima da outra". "Uma nação vai guerrear contra outra, e um país atacará outro. Em vários lugares haverá grandes tremores de terra, falta de alimentos e epidemias. Acontecerão coisas terríveis, e grandes sinais serão vistos no céu."  Diz ainda que os seus seguidores serão perseguidos. Serão julgados, mas não devem se preocupar porque "lhes darei palavras e sabedoria que os seus inimigos não poderão resistir". Através destes fenômenos cósmicos e sociais, Deus intervém na História. Nesta apresentação apocalíptica, a intenção de Jesus não é incutir medo nos discípulos, mas pretende convidá-los a permanecerem vigilantes e preparados para o encontro com o Senhor.
E Jesus garante: “Nem um fio de cabelo de vocês será perdido. Fiquem firmes, pois assim vocês serão salvos".

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para nós, hoje?
Meditando
Os bispos, na Conferência de Aparecida, lembraram algo muito simples para estarmos vigilantes e preparados: “É preciso fundamentar nosso compromisso missionário e toda nossa vida na rocha da Palavra de Deus”. (DAp 247)
Nós nos interrogamos:
Como nos alimentamos da Palavra?
Fazemos a Leitura Orante e assumimos compromissos concretos a partir dela?
Ouvimos com atenção a Palavra proclamada na comunidade?
Comunicamos a Palavra aos demais?

3. Oração (Vida)
O que o texto nos leva a dizer a Deus?
Rezamos, espontaneamente,  e concluímos com a oração:
Jesus Mestre, santificai minha mente
e aumentai minha fé.
Jesus, Mestre vivo na Igreja,
atraí todos à vossa escola.
Jesus Mestre, libertai-me do erro,
dos pensamentos inúteis e das trevas eternas.
Jesus Mestre, caminho entre o Pai e nós,
tudo vos ofereço e de vós tudo espero.
Jesus, caminho da santidade,
tornai-me vosso fiel seguidor.
Jesus caminho, tornai-me perfeito
como o Pai que está nos céus.
Jesus vida, vivei em mim, para que eu viva em vós.
Jesus vida, não permitais que eu me separe de vós.
Jesus vida, fazei-me viver eternamente
na alegria do vosso amor.
Jesus verdade, que eu seja luz para o mundo.
Jesus caminho, que eu seja
vossa testemunha autêntica diante dos homens.
Jesus vida, fazei que minha presença contagie
a todos com o vosso amor e a vossa alegria.

4. Contemplação (Vida e Missão)
Qual nosso novo olhar a partir da Palavra?
Sentimo-nos discípulo/as de Jesus.
Traremos no coração a certeza de que tudo que fazemos está nos
preparando para o grande encontro com o Senhor.

Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Ir. Patricia Silva, fsp
patricia.silva@paulinas.com.br
https://leituraorantedapalavra.blogspot.com/

Leitura Orante
33º DOMINGO TEMPO COMUM, 17 de NOVEMBRO de 2019



PEDRAS QUE SOTERRAM A VIDA

“Vós contemplais essas coisas;
mas dias virão em que não ficará pedra sobre pedra” (Lc 21,6)

Texto Bíblico: Lucas 21,5-19

1 – O que diz o texto?

Estamos chegando ao final de mais um tempo litúrgico (Tempo Comum); fizemos uma longa “caminhada contemplativa”, tendo os olhos fixos em Jesus e deixando-nos ensinar por Ele. Hoje, mais uma vez, ressoa forte em cada um de nós, o apelo de Jesus: é preciso “sair dos próprios muros”, remover as pedras que soterram a vida dentro de nós, derrubar as muralhas que cercam nosso coração.
O contexto é a presença de Jesus no Templo de Jerusalém e a admiração dos discípulos diante da grandeza e da beleza do edifício. No entanto, Jerusalém e o Templo traíram sua missão e serão destruídos, pois se fecharam em suas fronteiras, em suas seguranças e não acolheram a transformação interior que Jesus trouxera. Com toda a sua beleza e grandiosidade o Templo carrega sinais de morte dentro de si. A destruição do santuário é para Jesus a consequência do fechamento interior dos seus habitantes e da recusa em acolher a novidade do Reino. Não só o Templo, mas as realidades que parecem intocáveis e eternas devem cair para que seja possível a Nova Jerusalém, humana e humanizadora.
Os grandes templos costumam ser muito solenes em suas estruturas e em seus muros. Mas, tanta pedra, com frequência, impede que a vida circule por ali; e também impedem que os de dentro deixem-se afetar pelo movimento da vida que se faz visível nos lugares abertos.
A imagem de um Templo construído com enormes pedras e rodeado de grandes muros é a expressão de uma religião petrificada, fria e sem a marca da compaixão. Jesus, o verdadeiro Templo, desmascara toda religião que se fundamenta em edifícios vistosos, em ritos suntuosos... É só aparência que causa espanto, mas não se sustenta. Tudo o que se fundamenta na pura exterioridade, cai por si mesmo.
Certamente, o Templo de Jerusalém era belo, imponente, sagrado, não só por sua forma externa (grandes e pesadas pedras), senão por sua função social. Para os judeus, o templo simbolizava e expressava a presença de Deus, que habitava no meio do povo. Nesse sentido, aparecia como lugar privilegiado de oração e purificação. O santuário de Deus garantia, com seu edifício e liturgia expiatória, a ordem da terra; o Templo era a chave e o sentido da estabilidade do mundo. Se falhasse o templo, o mundo perderia seu sentido e os homens ficariam sem chão, sem união com Deus, sem garantias de vida e sobrevivência.
Jesus vincula a chegada dos tempos finais à ruína e queda desse Templo. Tudo o que parecia ser sólido e consistente sofrerá abalos e cairá. Só assim poderá dar lugar ao verdadeiro santuário de Deus; só assim  poderá chegar a humanidade reconciliada, o templo de verdade, que são os homens e mulheres como presença e transparência de Deus.
Para Jesus, a verdadeira imagem de Deus é o ser humano. Por isso, Ele entrou em conflito com o Templo onde o judaísmo oficial havia condensado (e fechado) a sacralidade e a presença de Deus.

2 – O que o texto diz para mim?

É nesse contexto que Jesus afirma que “não ficará pedra sobre pedra”. E não diz por desespero, mas com uma imensa esperança, pois somente a queda do Templo poderia abrir o caminho para o Reino de Deus, que é a nova humanidade.
A destruição do Templo será o início de uma nova e mais alta construção humana. Só ali, onde acaba um tipo de ordem fundado e centrado no templo, pode chegar o Reino de Deus.
A expressão usada por Jesus – “não ficará pedra sobre pedra” – desvela também minha construção interior, muitas vezes sustentada sobre as pedras do preconceito e da intolerância, rodeada de muros que excluem, ambientes frios que alimentam a cultura da indiferença. Construção centrada na mera aparência, que pode provocar assombro; no seu interior, vazio.
Deus não se deixa prender nos templos: “meu Pai é adorado em espírito e verdade”. O verdadeiro Tempo é a vida; a verdadeira religião é aquela que sustenta as relações, reconstrói os vínculos, acolhe e integra o diferente. Templo vivo que humaniza e é espaço de humanização.
Na vida, há uma tendência sempre presente em todos os seres humanos: construir muros, elevar grossas paredes...; exteriormente, parecem belíssimos, mas  dificultam alimentar as relações interpessoais. São os muros religiosos, políticos, raciais, sociais... São demasiados muros e paredes que me impedem viver a cultura do encontro. São paredes que me impedem ver a luz da verdade também presente nos outros; paredes que me atrofiam e não me deixam sentir afetados pelos sinais que cada dia Deus me envia através dos acontecimentos da vida.
Corro o risco de viver em mundos-bolha; a construir minha vida encapsulada em espaços feitos de hábito e segurança, convivendo com pessoas semelhantes a mim e dentro de situações estáveis.
É difícil romper e sair do terreno conhecido, deixar o convencional. Tudo parece conspirar para que me mantenha dentro dos limites politicamente corretos. Todo ser humano pode terminar estabelecendo fronteiras vitais, sociais e religiosas impermeáveis ao diferente. Se isso acontece, acabo tendo perspectivas pequenas, visões atrofiadas e horizontes limitados, ignorando um mundo amplo, complexo e cheio de surpresas. Muitas vezes “vejo” o diferente, mas só como notícia, como o olhar do espectador que sabe das “coisas que acontecem”, mas não sente e nem se compadece por elas.

3 – O que a Palavra me leva a experimentar?

O maior perigo é buscar segurança numa patologia religiosa: emoção petrificada, conceitos e pré-conceitos petrificados, imagem de Deus petrificada, atitudes petrificadas, religião petrificada (legalismo, moralismo, perfeccionismo...). Sou submetida ao grande risco de ficar imobilizada, emparedada  em meu corpo, murados em meus pensamentos, em meu coração e em meu espírito.
Um coração petrificado se expressa numa atitude de intolerância e insensibilidade frente aos outros.
Normalmente, a petrificação interior é sempre recheada de devocionismos externos, repetitivos, de moralismos estéreis... O legalismo intransigente e inflexível desemboca no orgulho e na vaidade, levando a pessoa a assumir o lugar de Deus, fazendo-se juiz dos outros.

4 – O que a Palavra me leva a falar com Deus?

Senhor, São Cura d’Ars dizia que “os santos têm o coração líquido”; ou seja, ser santo é ser flexível, manso, não petrificado, sensível... O ser humano, na sua essência, é um ser fluído. Resgatar em mim a “fluidez do ser” é reencontrar meu ser em movimento, meu ser em marcha. O fluído está sempre em movimento.
Ao falar de fluidez penso sempre na qualidade cristalina e poderosa da água viva que brota do meu “eu profundo”. Aceitar, com fluidez, cada momento, é deixar minha vida deslizar como um rio, acolhendo as surpresas do percurso. Serei mais fluído, mais “líquido”, à medida que eu substituir o medo pela confiança, pela abertura, pela não resistência, pela descontração, pelo amor oblativo...; para vencer a rigidez devo ter mais ternura e humor em relação a mim mesmo e aos outros. A rigidez só é boa na pedra, não no ser humano.

5 – O que a Palavra me leva a viver?

É importante ir descobrindo em minha vida que a experiência de fé deve estar atravessada pelo serviço incondicional aos outros; é assim que vou sentindo a presença de Deus em minha existência e é assim que vou construindo o verdadeiro Templo de Deus, que não se identifica com edificações ostentosas, mas com a comunidade de seguidores e seguidoras de Jesus, inspirando-se na sua Palavra e no seu modo de viver.
Estar atenta em situações de minha vida em que me sentir “emparedado”, “petrificado”, “rígido”..., atrofiando o fluir da vida.

Fonte:
Bíblia Novo Testamento – Paulinas: Lucas 21,5-19
Pe. Adroaldo Palaoro, sj

Sugestão:
Música: A luz do teu mistério – fx 08
Autor: Jorge Trevisol
Intérprete: Jorge Trevisol
CD: A dança do Universo
Gravadora: Paulinas Comep
Duração: 05:09

BOA NOITE!

BOA NOITE! "Bendito seja o Sacratíssimo Coração de Jesus no Santíssimo Sacramento."

BOA NOITE! "Quem se ajoelha Diante de Deus... Não se curva diante de nenhuma dificuldade."

BOA TARDE!! Pudera eu fazer virar palavra esse meu sentimento, e te dizer o quanto sou feliz por seres meu amigo. Pudera eu abrir meu coração e te mostrar o fundo. Te revelar com gestos e palavras que te amo muito... UMA LINDA TARDE!!!

BOA TARDE!

LINDO ENTARDECER - "A felicidade não é a ausência de problemas mas a capacidade de lidar com eles."

Mãe Maria | Dom Walmor - 17/11/2019


Canal do Youtube: TV Horizonte

Publicado em 16 de nov. de 2019


A Voz do Pastor, 17/11/19 com o Cardeal Orani João Tempesta


Canal do Youtube: WebTV Redentor

Publicado em 14 de nov. de 2019

Anúncio do Evangelho (Lc 21,5-19)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 5algumas pessoas comentavam a respeito do Templo que era enfeitado com belas pedras e com ofertas votivas.
Jesus disse: 6“Vós admirais estas coisas? Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra. Tudo será destruído”.
7Mas eles perguntaram: “Mestre, quando acontecerá isto? E qual vai ser o sinal de que estas coisas estão para acontecer?”
8Jesus respondeu: “Cuidado para não serdes enganados, porque muitos virão em meu nome, dizendo: ‘Sou eu!’ e ainda: ‘O tempo está próximo’. Não sigais essa gente! 9Quando ouvirdes falar de guerras e revoluções, não fiqueis apavorados. É preciso que estas coisas aconteçam primeiro, mas não será logo o fim”.
10E Jesus continuou: “Um povo se levantará contra outro povo, um país atacará outro país. 11Haverá grandes terremotos, fomes e pestes em muitos lugares; acontecerão coisas pavorosas e grandes sinais serão vistos no céu. 12Antes, porém, que estas coisas aconteçam, sereis presos e perseguidos; sereis entregues às sinagogas e postos na prisão; sereis levados diante de reis e governadores por causa do meu nome. 13Esta será a ocasião em que testemunhareis a vossa fé.
14Fazei o firme propósito de não planejar com antecedência a própria defesa; 15porque eu vos darei palavras tão acertadas, que nenhum dos inimigos vos poderá resistir ou rebater. 16Sereis entregues até mesmo pelos próprios pais, irmãos, parentes e amigos. E eles matarão alguns de vós.
17Todos vos odiarão por causa do meu nome. 18Mas vós não perdereis um só fio de cabelo da vossa cabeça. 19É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida!”

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


A Cruz de Cristo é a nossa (Homilia Dominical.479: 33.º Domingo do Tempo Comum) - Padre Paulo Ricardo


Canal do Youtube: Padre Paulo Ricardo

Publicado em 16 de nov. de 2019

Ao advertir no Evangelho deste domingo que seus discípulos seriam presos e perseguidos, mortos e odiados por todos, Jesus Cristo estava a indicar que “o servo não é maior do que o seu senhor”. Ou seja, como foi o caminho de nosso divino Salvador, assim também seria o caminho de sua Igreja, ao longo dos séculos, e o de cada um de seus filhos, até o fim. Assista a esta meditação do Padre Paulo Ricardo e ponha na cabeça de uma vez por todas: para nos salvarmos e santificarmos, a Cruz é a regra, não a exceção.

Categoria - Educação

HOMILIA DIÁRIA - (CANÇÃO NOVA) – Lc 21,5-19 – 17/11/2019


Coloquemos em Cristo a nossa confiança

“Mas vós não perdereis um só fio de cabelo da vossa cabeça. É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida!” (Lucas 21,18)


Estamos caminhando para a reta final do nosso ano litúrgico e, de fato, a Liturgia nos coloca nos acontecimentos finais da nossa vida, da humanidade, daquela constante vigilância do Senhor que vem.
A primeira coisa que a Palavra de Deus nos chama a atenção é que nós precisamos ficar alertas porque o Senhor está no meio de nós mas, sobretudo, alertas para não sermos enganados e iludidos. Diante das ansiedades dos tempos, das tragédias e coisas da vida é muito fácil e sintomático escutarmos as pessoas pregando tragédias, pregando: “Olha, Jesus está voltando, e será logo”.
Eu sei que o Senhor está vindo, está voltando, mas O espero não no desespero, mas na confiança, porque os profetas dos desastres querem colocar o nosso coração no medo e a conversão que é feita pelo medo não é verdadeira, autêntica e nem alicerçada no amor.

Coloquemos em Cristo Jesus a nossa confiança e nossa fé porque é Ele quem cuida de nós

Quando Jesus anuncia todas as tragédias é para dizer que o mundo em que estamos, cercado de terremotos, guerras e conflitos é um mundo sem Deus, mas que o próprio Senhor virá para abreviar essas coisas para implantar de forma definitiva o Senhor em nosso meio.
Depois, ao mesmo tempo que precisamos estar alertas para não sermos enganados, iludidos, confundidos e ao mesmo tempo criarmos confusão com a própria Palavra do Senhor. A Palavra de Deus também nos alerta que seremos perseguidos, odiados, rejeitados por sermos discípulos de Jesus.
Temos que permanecer firmes, perseverantes porque o mundo pode se voltar inteiramente contra nós, mas não poderão nos derrotar porque o nosso Senhor é mais do que vencedor.
Portanto, não precisamos ter receio, medo ou temor porque o Senhor é quem cuida de nós. O importante é permanecer firme na fé, porque é só permanecendo firme na fé que iremos ganhar a eternidade.
Não desanimemos, não entreguemos o nosso coração ao medo, ao temor ou entreguemos o nosso coração as ansiedades dos tempos, mas coloquemos em Cristo Jesus a nossa confiança e nossa fé porque é Ele quem cuida de nós.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção