quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

HOMÍLIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 11/02/2013

11 de Fevereiro de 2013

Ano C

 

Marcos 6,53-56

Comentário do Evangelho

Libertação da exclusão

Os discípulos, chegando ao fim da travessia de barco no mar agitado, acalmado por Jesus, atracam em Genesaré. Durante a travessia não reconheceram Jesus, que vinha a eles sobre as águas. Em contraste, ao descerem, as multidões logo reconhecem Jesus. Marcos, no seu Evangelho, valoriza as multidões dos excluídos que acorrem a Jesus. A salvação é para esta multidão formada por gentios e judeus marginais. São os moradores dos povoados, cidades e campos por onde Jesus andava com seus discípulos. Neste sumário das atividades de Jesus, não há menção do ensino às multidões. O enfoque é a presença física libertadora de Jesus. As curas são conseguidas com o toque, pelo menos na franja do seu manto. A doença generalizada é fruto das barreiras da exclusão. A cura resulta da libertação da exclusão, é fruto da acolhida. Assim como, fisicamente, o pão foi partilhado, também o corpo o é. A comunicação não se faz apenas pela palavra. Faz-se também pela partilha do corpo. A presença física, o toque, o abraço, o sorriso acolhedor, o olhar compreensivo e atento complementam a força comunicadora da palavra libertadora.
(Em 08/02/2010)

Vivendo a Palavra
O Bom Pastor cuida das ovelhas. Jesus sabe que seus discípulos são humanos, quer preservar-lhes as forças físicas e sacraliza o descanso. Não como obrigação ritual, mas como direito natural do discípulo dedicado. Nós, Igreja, devemos cuidar para proporcionar aos irmãos condições dignas de vida e trabalho.
(Em 08/02/2010)

Reflexão

O cristão de verdade não pode ficar parado. Ele nunca pode dizer que cumpriu a sua missão, pois ele deve estar sempre a caminho, sempre se lançando rumo aos novos trabalhos, prestando atenção aos apelos que a realidade faz, buscando superar novos desafios e obstáculos, sempre olhando com misericórdia os irmãos e irmãs, procurando conhecer os seus problemas e necessidades e sendo para todos a manifestação do amor de Deus que responde ao clamor dos seus filhos e filhas. Por isso, quando terminamos uma etapa da caminhada, devemos iniciar outra imediatamente, pois a proposta do Reino exige isso.
 http://www.cnbb.org.br/liturgia/app/user/user/UserView.php?ano=2013&mes=2&dia=11

COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

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1. Caná: O início dos sinais de Jesus
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

O evangelista Marcos nos apresenta nesse evangelho um Jesus que faria o maior sucesso em nossos dias, entre os "Milagreiros de Plantão". Com Jesus por perto não precisava de SUS ou planos de Saúde, pois, sem filas, nem senhas, nem longas esperas, bastava o enfermo tocar na barra da sua túnica e a doença sumia na hora.

Claro que a sua fama se espalhou rapidamente e Ele não tinha mais sossego, onde ia havia uma multidão de enfermos á sua espera e todos eram curados, sem receitas de medicamentos caros, "nadica" de nada, custo zero e benefício  de cem por cento. Hoje em dia há líderes Religiosos "Picaretas" que só trabalham nesse esquema, cura de enfermidades e "cartão vermelho para o Diabo", e quando a cura não acontece o Controle de Qualidade da Igreja" logo alerta que é falta de Fé do coitado do doentinho... E o nosso povo, sofrido, com mil e um problemas de saúde e de doenças psico-somáticas, torna-se uma presa fácil na mão de tantos "Vigaristas” que sempre agem em nome de Jesus.

Mas como podemos fazer uma reflexão que contesta esses milagres que Marcos faz questão de relatar? O problema não está em Jesus, mas sim nesta relação equivocada que muitos tem para com ele. Podem reparar que, alguns poucos que foram curados, tornam-se seguidores de Jesus, mas bem poucos, pois o restante, uma vez curado voltavam para a mesma vidinha de antes....Se alguém duvidar, basta lembrar dos dez leprosos, onde só um voltou.

Onde estão os curados de hoje? Estão firmes na Fé, com a vida transformada, ou viraram apenas marqueteiros de algumas igrejas e seus "pastores com pele de Lobo". Para quem eles estão á serviço? A Jesus Cristo, seu reino e seu evangelho? Talvez alguns poucos vivem sinceramente a sua vida de Fé, transformados por essa experiência profunda com Jesus.

Jesus não é um simples curandeiro que menospreza a medicina e dispensa o atendimento médico hospitalar, tem cristão iludido que pensa assim e morre antes da hora porque abandonou o tratamento acreditando estar curado por causa de alguma "revelação" feita por alguém em quem ele acredita piamente...

O poder de Jesus vem de Deus que é Vida para todos, mas Jesus não quer formar um exército de pessoas curadas que se tornam suas escravas e agora têm que ficar permanentemente sob seu domínio. Jesus não precisa nem ontem e nem hoje, de marqueteiros para vender sua imagem poderosa e assim aumentar sempre o seu ibope.

Jesus quer seguidores fiéis, que tenham o seu evangelho no coração e o vivam com fidelidade, ajudando a construir o Reino de Deus em meio aos homens, com um testemunho concreto marcado pela ética e pela moral cristã, a partir dos valores que ele pregou, viveu e ensinou a todos. Ser curado de uma enfermidade física é graça Divina concedida a alguns, mas pode também não significar nada, se a pessoa curada não ter uma Fé comprometida com a Vida...

2. O CONTATO SALVADOR
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total a cada mês).

A presença de Jesus causava alvoroço por onde ele passava. De toda parte, aparecia gente transportando doentes em macas, para depositá-los nas praças públicas, junto do Mestre, na esperança de poder fazê-los tocar no manto dele, a fim de serem curados.

Este gesto de tocar estava carregado de simbolismo. O contato físico estabelecia uma ligação direta com a fonte do poder curador, possibilitando ao doente recuperar a saúde. Simbolizava a comunhão entre Jesus e aquele que desejava ser curado. Portanto, podia ser tomado como expressão da fé e da confiança no Mestre. Era uma forma de bater às portas de um mundo misterioso onde a vida era restaurada. Era, também, uma maneira de o humano aproximar-se do sagrado e estabelecer com ele um relacionamento de intimidade.

De sua parte, Jesus não proibia as pessoas de tocá-lo, nem se sentia incomodado com isto. Por quê? Ele sabia que tinha sido enviado para os pobres, destinatários privilegiados de sua ação. Os que buscavam tocá-lo eram pobres. Daí não ter por que irritar-se com eles. Por outro lado, se estes, ao tocá-lo, ficavam curados, tanto melhor. Isto era um sinal claro da presença do Reino na história humana, restaurando a vida.

Portanto, os doentes estavam no caminho certo, quando tentavam tocar em Jesus.
Oração 
Espírito de busca, coloca-me sempre no caminho de Jesus, a quem devo sempre recorrer em busca de salvação.
http://www.npdbrasil.com.br/religiao/evangelho_do_dia_semana.htm#d2

Abrace, sorria e ame com gestos de compaixão

Postado por: homilia

fevereiro 11th, 2013


Depois dos discípulos terem anuido ao convite do Mestre, abandonaram a casa de Simão e partiram para outras regiões da redondeza. E no Evangelho de hoje, vemos os discípulos fazendo a travessia do mar agitado com seu próprio barco desembarcando em Genesaré e logo o povo reconhece Jesus.
O povo vai em massa atrás de Jesus. Eles vêm de todos os lados, carregando seus doentes. O que chama a atenção é o entusiasmo do povo que reconheceu Jesus e vai atrás dele. O que move a multidão nesta busca de Jesus não é só o desejo de encontrar-se com Ele, de estar com Ele, mas também o desejo de obter a cura das suas doenças.
A salvação é dirigida a esta multidão formada por gentios e judeus marginalizados. São os moradores dos povoados, cidades e campos por onde Jesus andava, com seus discípulos. Jesus realiza a sua atividade sobretudo entre as camadas mais sofredoras e abandonadas do povo, constituindo, praticamente, a única esperança dessa gente.
O enfoque é a presença física libertadora de Jesus. As curas são conseguidas com o toque, pelo menos na franja do manto dele. A doença generalizada é fruto das barreiras e exclusão.
A cura resulta da libertação da exclusão e é fruto da acolhida. Assim como, fisicamente, o pão foi partilhado, o mesmo vale para o corpo. A comunicação não se faz apenas pela palavra. Faz-se também pela partilha do corpo. A presença física, o toque, o abraço, o sorriso acolhedor, o olhar compreensivo e atento, a compaixão complementam a força comunicadora da Palavra que liberta.
Desde o começo da sua atividade apostólica, Jesus anda por todos os povoados da Galileia para falar ao povo sobre o Reino de Deus que estava chegando (Mc 1,14-15). Onde encontra gente para escutá-lo, Ele fala e transmite a Boa Nova de Deus, acolhe e cura os doentes, em qualquer lugar: nas sinagogas, durante a celebração da Palavra nos sábados (Mc 1,21; 3,1; 6,2); em reuniões informais nas casas de amigos (Mc 2,1.15; 7,17; 9,28; 10,10); andando pelo caminho com os discípulos (Mc 2,23); ao longo do mar na praia, sentado num barco (Mc 4,1); no deserto para onde se refugiou e onde o povo o procurava (Mc 1,45; 6,32-34); na montanha, de onde proclamou as bem-aventuranças (Mt 5,1); nas praças das aldeias e cidades, onde povo carregava seus doentes (Mc 6,55-56); no Templo de Jerusalém, por ocasião das romarias, diariamente, sem medo (Mc 14,49).
Curar e ensinar, ensinar e curar era o que Jesus mais fazia (Mc 2,13; 4,1-2; 6,34). Era o costume dele (Mc 10,1). O povo ficava admirado (Mc 12,37; 1,22.27; 11,18) e o procurava em massa.
Na raiz deste grande entusiasmo do povo estava, de um lado, a pessoa de Jesus que chamava e atraía, e, de outro lado, o abandono do povo que era como ovelha sem pastor (cf. Mc 6,34). Em Jesus, tudo era revelação daquilo que o animava por dentro! Ele não só falava sobre Deus, mas também o revelava. Comunicava algo do que Ele mesmo vivia e experimentava. Ele não só anunciava a Boa Nova do Reino. Ele mesmo era uma amostra, um testemunho vivo do Reino. Nele aparecia aquilo que acontece quando um ser humano deixa Deus reinar, tomar conta de sua vida. O que vale não são só as palavras, mas também – e sobretudo – o testemunho, o gesto concreto.
Pela fé, todos nós esperamos e sonhamos com o Reino de Deus, como um novo tempo, onde não haverá dor nem lágrimas. Ao curar muitas pessoas, Jesus mostra que Deus reprova tudo o que faz o ser humano sofrer. Mergulhemos na certeza de que nossa missão é seguir os passos do Mestre para construir este “novo tempo”, entre nós.
Padre Bantu Mendonça

João 2,1-11

Comentário do Evangelho

Maria nos conduz a Jesus

Maria, como mãe de Jesus, o Filho de Deus, é revestida de imensa glória. Sua proximidade do Filho permite que seja um apoio para nossa fé. Recorrer a Maria nos conduz a Jesus. Pois é a si próprio que Jesus chama a todos para segui-lo como discípulos. Maria é apresentada pelo evangelista João, que lhe atribui um conteúdo teológico. Fala sempre em "a mãe de Jesus", sem dizer seu nome. "Mãe", com seu sentido de origem do ser, representa a mãe da humanidade, à qual, em Jesus, foi comunicada a vida divina e eterna. É a transformação da água em vinho.
Autor: José Raimundo Oliva 

http://www.paulinas.org.br/diafeliz/evangelho.aspx
(Em 12/02/2010)

Vivendo a Palavra
Nas suas manifestações em Lourdes e em tantas outras ocasiões e lugares, Maria nada diz diferente daquilo que recomendou aos servidores naquela festa de bodas: «Façam o que Ele mandar.» Mas, muito mais do que suas palavras, a vida de Maria nos ensina o que significa ‘fazer tudo o que Ele mandar’.
http://www.arquidiocese-bh.org.br/mdo/pg05.php
(Em 12/02/2010)

Comentário do Evangelho

O grande sinal é a fé em Jesus

Para o comentário deste evangelho, ver dia 20/01/2013. 

Vale, no entanto, observar que o último versículo do relato das bodas de Caná dá a finalidade daquele que é o fundamento dos sinais, assim como a finalidade de todos os outros sinais: a fé em Jesus (cf. v. 11). O final do quarto evangelho inclui-se em 2,11: "Jesus realizou muitos outros sinais que não estão escritos neste livro. Estes foram escritos para que creiais que Jesus é o Messias e que, crendo, tenhais vida por meio dele" (20,30-31). Aqui, nós encontramos um locus theologicum, um lugar onde a Escritura interpreta a si mesma. A finalidade de toda Escritura é a fé do povo de Deus, e a vida que é dada pela fé em Jesus Cristo. 
 Comentário deste evangelho, ver dia 20/01/2013

O princípio dos "sinais" de Jesus

O capítulo 62 do profeta Isaías faz parte do que se convencionou chamar, na exegese, trito-Isaías. Escrito no período pós-exílico, o texto apresenta a cidade como esposa, depositária de uma promessa de salvação.
O evangelho de João deste domingo está situado na parte do quarto evangelho denominada "livro dos sinais". O nosso relato é, no dizer do narrador, o "princípio" dos sinais (v. 11), o que nos leva a compreender que o sinal de Caná é um evento fundador. Trata-se de uma narração simbólica: ela torna presente algo diferente do que é imediatamente dito e que lhe serve de expressão. Aqui, o símbolo é mais importante que a materialidade dos fatos. O tema geral é o cumprimento por Jesus da promessa do Antigo Testamento de abundância de vinho nos tempos messiânicos (Gn 49,10-11; Am 9,13-14). Jesus e seus discípulos são convidados para uma festa de casamento. A mãe de Jesus também estava lá. Falar de festa de bodas é evocar não só a Aliança passada (Noé, Abraão, Moisés), mas a nova, em Jesus, de cuja plenitude todos receberam graça no lugar de graça (cf. Jo 1,16). A festa humana das bodas serve na tradição bíblica de metáfora para a Aliança de Deus com o seu povo (Os 2,18-21; Ez 16,8; Is 62,3-5). O vinho é dom de Deus para a alegria das pessoas, e sinal de prosperidade (Sl 104[103],15; cf. Jz 9,13; Eclo 31,27-28; Zc 10,7). É por essa razão que ele será abundante nas "bodas escatológicas" (Am 9,13; Is 25,6). Em Caná, o vinho oferecido por Jesus é superior ao vinho servido primeiro. Graças à ação de Jesus, a Aliança atinge a perfeição. Por trás das palavras da mãe de Jesus está Israel, que confia na intervenção divina, espera e vê a promessa de salvação realizada. O termo "mulher" evoca Sião, representada na Bíblia com traços de uma mulher, de uma mãe (Is 49,20-22; 54,1; 66,7-11; Jo 16,21). Como em nosso relato a noiva não aparece, é a mãe de Jesus que representa Sião, cujo esposo é Deus. Em razão de sua cor, o vinho era tido como o sangue da vinha. Daí ele ter se tornado, como o sangue, símbolo da vida. "Eu vim para que todos tenham vida, e a tenham em abundância", diz o Senhor (Jo 10,10). A nós, a tarefa de distribuir este vinho da alegria e de oferecer esta vida que é dom.
Carlos Alberto Contieri,sj

http://www.paulinas.org.br/diafeliz/evangelho.aspx

http://www.npdbrasil.com.br/religiao/evangelho_do_dia_semana.htm#d2
Leitura Orante

Jo 2,1-11- A Mãe estava lá com Jesus



Preparo-me para a Leitura Orante, rezando com todos os que navegam pela web:
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Espírito Santo
que procede do Pai e do Filho,
tu estás em mim, falas em mim,
rezas em mim, ages em mim.
Ensina-me a fazer espaço à tua palavra,
à tua oração,
à tua ação em mim
para que eu possa conhecer
o mistério da vontade do Pai.
Amém.

1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Leio atentamente o texto: Jo 2,1-11- O casamento em Caná.

Dois dias depois, houve um casamento no povoado de Caná, na região da Galileia, e a mãe de Jesus estava ali. Jesus e os seus discípulos também tinham sido convidados para o casamento. Quando acabou o vinho, a mãe de Jesus lhe disse:
- O vinho acabou.
Jesus respondeu:
- Não é preciso que a senhora diga o que eu devo fazer. Ainda não chegou a minha hora.
Então ela disse aos empregados:
- Façam o que ele mandar.
Ali perto estavam seis potes de pedra; em cada um cabiam entre oitenta e cento e vinte litros de água. Os judeus usavam a água que guardavam nesses potes nas suas cerimônias de purificação. Jesus disse aos empregados:
- Encham de água estes potes.
E eles os encheram até a boca. Em seguida Jesus mandou:
- Agora tirem um pouco da água destes potes e levem ao dirigente da festa.
E eles levaram. Então o dirigente da festa provou a água, e a água tinha virado vinho. Ele não sabia de onde tinha vindo aquele vinho, mas os empregados sabiam. Por isso ele chamou o noivo e disse:
- Todos costumam servir primeiro o vinho bom e, depois que os convidados já beberam muito, servem o vinho comum. Mas você guardou até agora o melhor vinho.
Jesus fez esse seu primeiro milagre em Caná da Galileia. Assim ele revelou a sua natureza divina, e os seus discípulos creram nele.
Jesus, sua mãe e seus discípulos participam de uma festa de casamento no povoado de Caná, na Galileia. O casamento reúne muitas pessoas.
É neste ambiente que Jesus faz o seu primeiro milagre. Por este sinal, diz o Evangelho, os discípulos crêem nele.
No Antigo Testamento, o matrimônio era símbolo do amor de Deus pela comunidade; era símbolo da união do Messias com a Igreja, como diz São Paulo: “Cristo amou a Igreja e deu a vida por ela” (Ef 5,25). O vinho é dom do amor e símbolo do Espírito. Acabar o vinho era um mal sinal. À preocupação de Maria – “O vinho acabou” -, Jesus dá uma resposta que parece uma repreensão – “Não é preciso que a senhora diga o que eu devo fazer”. Porém, passa a ideia de que não é preciso que Maria diga o que ele deve fazer. Maria acredita nele, por isso, diz aos empregados: “Façam o que ele mandar”. E assim foi feito. Os empregados, seguindo o conselho de Maria, obedecem a Jesus. Enchem os seis potes de pedra de água. Ao levar ao dirigente da festa um pouco da água destes potes, ela havia se transformado em vinho. Esta mudança da água em vinho simboliza a passagem da velha à nova economia. O vinho novo é melhor. Esta é missão de Maria: dar Jesus à humanidade e levá-la até Jesus.

2. Meditação (Caminho) 
O que o texto diz para mim, hoje?
A cena de Caná ilustra ainda hoje o papel de Maria na Igreja: dar Jesus ao mundo e apresentar o mundo a Jesus. Hoje também, Maria nos diz como disse aos servos: “Façam o que ele mandar”. Quem vai a Jesus por indicação de Maria não fica decepcionado.

Em Aparecida, os bispos afirmaram: “Com os olhos postos em seus filhos e em suas necessidades, como em Caná da Galileia, Maria ajuda a manter vivas as atitudes de atenção, de serviço, de entrega e de gratuidade que devem distinguir os discípulos de seu Filho. Indica, além do mais, qual é a pedagogia para que os pobres, em cada comunidade cristã, “sintam-se como em sua casa”. Cria comunhão e educa para um estilo de vida compartilhada e solidária, em fraternidade, em atenção e acolhida do outro, especialmente se é pobre ou necessitado. Em nossas comunidades, sua forte presença tem enriquecido e seguirá enriquecendo a dimensão materna da Igreja e sua atitude acolhedora, que a converte em “casa e escola da comunhão” e em espaço espiritual que prepara para a missão” (DAp 272).
É assim que assumo a Palavra de Deus?
 Também eu me distingo pelo “estilo de vida compartilhada e solidária, em fraternidade, em atenção e acolhida do outro, especialmente se é pobre ou necessitado”?

3.Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com toda a Igreja  a

Oração oficial da CF 2013

Pai santo, vosso Filho Jesus,
conduzido pelo Espírito
e obediente à vossa vontade,
aceitou a cruz como prova de amor à humanidade.
Convertei-nos e, nos desafios deste mundo,
tornai-nos missionários
a serviço da juventude.
Para anunciar o Evangelho como projeto de vida,
enviai-nos, Senhor;
para ser presença geradora de fraternidade,
enviai-nos, Senhor;
para ser profetas em tempo de mudança,
enviai-nos, Senhor;
para promover a sociedade da não violência,
enviai-nos, Senhor;
para salvar a quem perdeu a esperança,
enviai-nos, Senhor;
para...

4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Meu novo olhar é como o de Maria voltado para as necessidades de meus irmãos e fixos em Jesus que é capaz de salvar a comunidade, a família, a Igreja de qualquer constrangimento, carência ou necessidade.

Bênção Bíblica
O Senhor nos abençoe e nos guarde!
O Senhor nos mostre seu rosto brilhante e tenha piedade de nós! 
O Senhor nos mostre seu rosto e nos conceda a paz!’ (Nm 6,24-27
Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém. 

Sugestões: 
- Campanha da Fraternidade 2013 - Veja informações no blog:
http://comunicacatequese.blogspot.com.br/

- Leia "Crer na caridade suscita caridade" - Mensagem de Bento XVI para a Quaresma, em
http://leituraorantedapalavra.blogspot.com

Ir. Patrícia Silva, fsp
http://leituraorantedapalavra.blogspot.com.br/

http://www.paulinas.org.br/diafeliz/evangelho.aspx

LITURGIA DIÁRIA - 11/02/2013




Oração para antes de ler a Bíblia

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Meu Senhor e meu Pai! Envia teu Santo Espírito para que eu compreenda 

e acolha tua Santa Palavra! Que eu te conheça e te faça conhecer, te ame

 e te faça amar, te sirva e te faça servir, te louve e te faça louvar por

 todas as criaturas. Fazei, ó Pai, que pela leitura da Palavra os pecadores

se convertam, os justos perseverem na graça e todos consigamos 

a vida eterna. Amém.


Branco. Solenidade Nossa Senhora de Lourdes


Primeira leitura (Gênesis 1,1-19)
Segunda-Feira, 11 de Fevereiro de 2013 
Nossa Senhora de Lourdes

Leitura do Livro do Gênesis.

1No princípio, Deus criou o céu e a terra. 2A terra estava deserta e vazia, as trevas cobriam a face do abismo e o Espírito de Deus pairava sobre as águas. 3Deus disse: “Faça-se a luz!” E a luz se fez. 4Deus viu que a luz era boa e separou a luz das trevas. 5E à luz Deus chamou “dia” e às trevas, “noite”. Houve uma tarde e uma manhã: primeiro dia. 6Deus disse: “Faça-se um firmamento entre as águas, separando umas das outras”. 7E Deus fez o firma­mento, e separou as águas que estavam embaixo das que estavam em cima do firmamento. E assim se fez. 8Ao firmamento Deus chamou “céu”. Houve uma tarde e uma manhã: segundo dia. 9Deus disse: “Juntem-se as águas que estão debaixo do céu num só lugar e apareça o solo enxuto!” E assim se fez. 10Ao solo enxuto Deus chamou “terra” e ao ajuntamento das águas, “mar”. E Deus viu que era bom. 11Deus disse: “A terra faça brotar vegetação e plantas que deem semente, e árvores frutíferas que deem fruto segundo a sua espécie, que tenham nele sua semente sobre a terra”. E assim se fez. 12E a terra produziu vegetação e plantas que trazem semente segundo a sua espécie, e árvores que dão fruto tendo nele a semente da sua espécie. E Deus viu que era bom.13Houve uma tarde e uma manhã: terceiro dia. 14Deus disse: “Façam-se luzeiros no firmamento do céu, para separar o dia da noite. Que sirvam de sinais para marcar as épocas, os dias e os anos, 15e que resplandeçam no firma­mento do céu e iluminem a terra”. E assim se fez. 16Deus fez os dois grandes luzeiros: o luzeiro maior para presidir ao dia, e o luzeiro menor para presidir à noite, e as estrelas. 17Deus colocou-os no firmamento do céu para alumiar a terra, 18para presidir ao dia e à noite e separar a luz das trevas. E Deus viu que era bom. 19E houve uma tarde e uma manhã: quarto dia.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

OU

Primeira Leitura (Is 66,10-14c)

Leitura do Livro do Profeta Isaias.



10. Regozijai-vos com Jerusalém e encontrai aí a vossa alegria, vós todos que a amais; com ela ficai cheios de alegria, vós todos que estais de luto, 

11. a fim de vos amamentar à saciedade em seu seio que consola, a fim de que sugueis com delícias seus peitos generosos. 
12. Pois eis o que diz o Senhor: vou fazer a paz correr para ela como um rio, e como uma torrente transbordante a opulência das nações. Seus filhinhos serão carregados ao colo, e acariciados no regaço. 
13. Como uma criança que a mãe consola, sereis consolados em Jerusalém. 
14. Com essa visão vossos corações pulsarão de alegria, e vossos membros se fortalecerão como plantas. O Senhor manifestará a seus servos seu poder, e aos seus inimigos sua cólera. 

- Palavra do Senhor. 
- Graças a Deus. 




Salmo (Salmos 103)

Segunda-Feira, 11 de Fevereiro de 2013 
Nossa Senhora de Lourdes

— Alegre-se o Senhor em suas obras!
— Alegre-se o Senhor em suas obras!

— Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande! De majestade e esplendor vos revestis e de luz vos envolveis como num manto.
— A terra vós firmastes em suas bases, ficará firme pelos séculos sem fim; os mares a cobriram como um manto, e as águas envolviam as montanhas.
— Fazeis brotar em meio aos vales as nascentes que passam serpeando entre as montanhas; às suas margens vêm morar os passarinhos, entre os ramos eles erguem o seu canto.
— Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras, e que sabedoria em todas elas! E
ncheu-se a terra com as vossas criaturas! Bendize, ó minha alma, ao Senhor!

OU

Salmo  ((Sl)Jt 13,18c)

- Bendito é o Senhor, nosso Deus, que criou o céu e a terra.
- Bendito é o Senhor, nosso Deus, que criou o céu e a terra.

- e que cumpriu pelas mãos de sua serva a sua promessa de misericórdia à casa de Israel, esta noite ele matou por minha mão o inimigo de seu povo.


Evangelho (Marcos 6,53-56)
Segunda-Feira, 11 de Fevereiro de 2013 
Nossa Senhora de Lourdes


Em vista da salvação 

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 53tendo Jesus e seus discípulos acabado de atravessar o mar da Galileia, chegaram a Genesaré e amarraram a barca. 54Logo que desceram da barca, as pessoas imediatamente reconheceram Jesus.
55Percorrendo toda aquela região, levavam os doentes deitados em suas camas para o lugar onde ouviam falar que Jesus estava.
56E, nos povoados, cidades e campos onde chegavam, colocavam os doentes nas praças e pediam-lhe para tocar, ao menos, a barra da sua veste. E todos quan­tos o tocavam ficavam curados.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

OU

Evangelho (João 2,1-11)



A mãe de Jesus nas bodas de Caná

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 1houve um casamento em Caná da Galileia. A mãe de Jesus estava presente. 
2Também Jesus e seus discípulos tinham sido convidados para o casamento. 
3Como o vinho veio a faltar, a mãe de Jesus lhe disse: “Eles não têm mais vinho”. 
4Jesus respondeu-lhe: “Mulher, por que dizes isto a mim? Minha hora ainda não chegou”. 
5Sua mãe disse aos que estavam servindo: “Fazei o que ele vos disser”. 
6Estavam seis talhas de pedra colocadas aí para a purificação que os judeus costumam fazer. Em cada uma delas cabiam mais ou menos cem litros.
7Jesus disse aos que estavam servindo: “Enchei as talhas de água”. Encheram-nas até a boca. 8Jesus disse: “Agora tirai e levai ao mestre-sala”. E eles levaram. 
9O mestre-sala experimentou a água, que se tinha transformado em vinho. Ele não sabia de onde vinha, mas os que estavam servindo sabiam, pois eram eles que tinham tirado a água. 
10O mestre-sala chamou então o noivo e lhe disse: “Todo mundo serve primeiro o vinho melhor e, quando os convidados já estão embriagados, serve o vinho menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora!”
11Este foi o início dos sinais de Jesus. Ele o realizou em Caná da Galileia e manifestou a sua glória, e seus discípulos creram nele.




- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.





Oração para depois de ler a Bíblia


Dou-Te graças, meu Deus, pelos bons propósitos, afetos e inspirações
que me comunicastes nesta meditação; peço-Te ajuda para colocá-los  em prática. Minha Mãe Imaculada, meu protetor São José e Anjo da minha guarda, intercedeis todos por mim. Amém.

QUARTA-FEIRA DE CINZAS

Entrevista com Padre Luizinho

Padre Luizinho

 "A 'Quarta-feira de Cinzas' nos introduz no tempo quaresmal, que é uma preparação para celebrarmos bem a Páscoa".

Nesta entrevista, o sacerdote da Comunidade Canção Nova padre Luizinho nos fala da 'Quarta-feira de Cinzas' e da espiritualidade deste tempo quaresmal. Segundo o sacerdote, "este tempo quaresmal deve ser vivido como um retiro de 40 dias em preparação para a festa maior do Cristianismo, que é a Páscoa"
O sacerdote integra a equipe de formação do discipulado da Canção Nova e exerce a pastoral digital com o seu blog de conteúdos formativos, de espiritualidade e aconselhamento.
Ao ir para a página do Podcast Entrevistas, você encontrará, abaixo de cada post, uma seta; ao clicar nela você conseguirá baixar o arquivo em MP3. 

cancaonova.com: Padre, o que representa a 'Quarta feira de Cinzas' para os católicos?

Padre Luizinho: Na liturgia da 'Quarta-feira de Cinzas' nós entramos no tempo quaresmal. Ela existe para nos recordar deste novo tempo e para preparar o nosso coração para tudo que vai ser a Quaresma – 40 dias que antecedem a Páscoa do Senhor. Para este dia há toda uma liturgia, e o Evangelho deste tempo nos fala dos exercícios quaresmais. A própria cinza que colocamos sobre a cabeça nos recorda das nossas fraquezas. Até na cor litúrgica [roxo], a Quarta-feira nos ajuda a entrar neste tempo novo de recolhimento. Então, a 'Quarta-feira de Cinzas' é a abertura do tempo quaresmal e a introdução deste tempo de penitência e conversão.

cancaonova.com: O que significam as cinzas que são colocadas na cabeça dos fiéis neste dia?

Padre Luizinho: Quando nós recebemos as cinzas sobre a cabeça na Quarta-feira de Cinzas, o sacerdote ou o ministro vai dizer: “Lembra-te que és pó a ao pó voltarás” (Gêneses 3,19) e completa: “Convertei-vos e crede no Evangelho” (Marcos 1,15). Essas cinzas, desde a cultura bíblica, são um sinal de penitência, de recolhimento e lembra também as nossas fraquezas humanas, nossas quedas, nossa inclinação ao pecado e ao mal; ela também nos coloca em nosso lugar de penitente. É um sinal de penitência na Bíblia e nos recorda do nosso fim; não para ficarmos tristes, mas para nos prepararmos para este fim.


cancaonova.com: Muitas pessoas associam penitência à tristeza. Quais sentimentos que devemos ter neste tempo?

Padre Luizinho: Eu acho interessante vocês tocarem neste tema da Quaresma a partir da 'Quarta-feira de Cinzas', porque as leituras bíblicas, que serão proclamadas neste dia, já nos dão todo o itinerário e nos dizem quais são os sentimentos que devemos ter neste tempo. Jesus diz no Evangelho da 'Quarta-feira de Cinzas' sobre a oração, o jejum e a esmola. Sobre o jejum, por exemplo, Ele diz que quando você for fazê-lo, não fique triste, acabrunhado para que todo o mundo perceba que você está jejuando. Lave o seu rosto e tenha um semblante tranquilo. Penitência e jejum não são sinônimos de tristeza. Nós devemos viver isso em nosso interior, mesmo que as nossas fraquezas nos causem tristeza; a alegria de estarmos buscando a nossa conversão deve ser muito maior do que aquele sacrifício que estamos fazendo, lembrando que Jesus fez o maior de todos os sacrifícios e ressuscitou.


cancaonova.com: Qual dica que o senhor dá àqueles que desejam viver bem este tempo quaresmal?

Padre Luizinho: Eu vivo este tempo de 40 dias como um retiro. Todas as leituras do tempo quaresmal, principalmente os domingos, nos levam a este retiro de preparação para a Páscoa, ou seja, a passagem da morte para a vida, do homem velho para o homem novo, que em Cristo nasce, morre e ressuscita. Então, o tempo da Quaresma é para vivermos o recolhimento, principalmente a escuta da Palavra que será proclamada. Deus vai nos falar muito por meio da Palavra e da Liturgia celebrada. É um tempo de fazermos retiro e vivermos os exercícios de conversão, que são a oração, o jejum e a caridade [esmola], a qual pode ser vivida de muitas maneiras. Não é somente dar um dinheiro ou alguma coisa material a alguém, mas, sobretudo, visitar [os pobres, os enfermos], dar um sorriso, socorrer alguém nas suas necessidades, prestar um serviço voluntário; isso também é esmola e é caridade.


cancaonova.com: Muitas pessoas costumam fazer algum tipo de abstinência como forma de mortificação. Se uma pessoa faz um voto de penitência - como não comer carne - esta penitência deve ser feita também aos domingos?


Padre Luizinho: A Igreja pede que todos os católicos façam o jejum na 'Quarta-feira de Cinzas' e na 'Sexta-feira Santa'. São os dias prescritos pelo Direito Canônico. Mas o domingo nunca deixa de ser o dia do Senhor, o dia da Ressurreição, da vida. Para vivermos bem este aspecto, precisamos distinguir bem o que é a penitência e o que é o jejum. O jejum que a Igreja pede é a abstinência da carne e do muito comer, mas, às vezes, eu faço a penitência de refrigerante, por exemplo. Eu não vou tomar refrigerante nestes 40 dias por um motivo particular ou para o meu próprio bem, para que eu controle os meus instintos, os meus desejos, as minhas más inclinações. No domingo, eu vou, sim, continuar este propósito, porque o voto foi de viver sem isso durante os 40 dias. No entanto, não significa que eu vou viver o domingo igual à Sexta-feira Santa, não é isso! Mas se o meu propósito foi de, durante esses 40 dias, não tomar refrigerante, eu vou cumpri-lo inclusive nos domingos, porque isso não é um jejum, é uma mortificação para que, morrendo o homem velho, surja o homem novo mais controlado nos seus instintos. Então, se durante este tempo eu fiz o propósito de não comer chocolate durante 40 dias, eu vou fazê-lo também aos domingos.

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Santo Guilherme de Malavale - 10 de fevereiro

Santo Guilherme de Malavale
1071-1157
Guilherme era de origem nobre, nasceu em 1071, na França. Era um duque da Aquitânia, que se dedicou até o final da juventude às artes militares e mundanas, afastado do cristianismo. A sua conversão foi atribuída a são Bernardo, que o inspirou a desejar viver a experiência do retiro espiritual, num bosque afastado. Quando saiu do isolamento, alguns meses depois, procurou o papa Urbano II para pedir perdão dos pecados. Após receber sua benção, seguiu em peregrinação para Jerusalém.

Santa Escolástica - 10 de Fevereiro


Hoje, recordamos o testemunho daquela que foi irmã gêmea de São Bento, pai do monaquismo cristão. Ambos nasceram em 480, em Núrsia, regio de Umbria, Itália.

V Domingo do Tempo Comum (Ano C)


V Domingo do Tempo Comum (Ano C)

Leituras e subsídios para a homilia:

FONTE: http://www.presbiteros.com.br/site/