segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA - 18/02/2026

ANO A


Tempo da Quaresma

QUARTA-FEIRA DE CINZAS

- Dia de jejum e abstinência -

Ano C - Roxo

Lançamento da Campanha da Fraternidade 2026

Tema: “Fraternidade e Moradia”
Lema: “Ele veio morar entre nós”

"Quando deres esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos homens." Mt 6,2

Mt 6,1-6.16-18

Ambientação

INTRODUÇÃO DO FOLHETO PULSANDINHO: Iniciamos o tempo quaresmal em preparação para o Tríduo Pascal: paixão, morte e ressurreição do Senhor. Tal caminhada consiste na intensificação da busca pela conversão pessoal e redirecionamento para a vida divina. Que este tempo de jejum, oração e caridade, seja de crescimento pessoal e configuração a Cristo.
https://diocesedeapucarana.com.br/storage/106740/18-fevereiro-2026---quarta-feira-de-cinzas.pdf

FRATERNIDADE E CONVERSÃO

Beneficência e caridade não são necessariamente a mesma coisa. São Paulo falou sobre isso quando escreveu aos Coríntios: “Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria!” (1Cor 13,3).
O bem realizado só se torna caridade, quando é realizado por quem seja capaz de buscar a conversão e a bondade. Desse modo, a própria pessoa assume as características do amor que pratica, conforme ensina o mesmo Paulo: “A caridade é paciente, é bondosa. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante. Nem escandalosa. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1Cor 13,4-7).
É por isso que não faz sentido pensar que o bem possa ser realizado por quem só alimenta o ódio. E também é inconcebível que se fale de fraternidade sem que se assuma a atitude fraterna que caracteriza quem quer construí-la. “A fraternidade nasce de um dado profundamente humano. Somos capazes de relação e, se quisermos, sabemos construir ligames autênticos entre nós. Sem relações, que nos sustentam e que nos enriquecem desde o início da nossa vida, não poderemos sobreviver, crescer e aprender. (...) Se somos inclinados sobre nós mesmos, corremos o risco de adoecermos de solidão, e também de um narcisismo que só se preocupa com os outros por interesse. O outro se reduz então a alguém do qual se recebe, sem que nunca estejamos dispostos a dar, a doar-nos. Sabemos bem que também hoje a fraternidade não nasce sozinha, não é imediata. Muitos conflitos, tantas guerras espalhadas pelo mundo, tensões sociais e sentimentos de ódio parecem demonstrar o contrário. Todavia, a fraternidade não é só um belo sonho impossível, não é um desejo de poucos iludidos. Mas, para superar as sombras que a ameaçam, é necessário ir às fontes, e sobretudo encontrar luz e força no único que nos liberta do veneno da inimizade” (Leão XIV, Audiência Geral, 12.11.2025). “Porque Ele é a nossa paz, Ele que de dois povos fez um só, destruindo o muro de inimizada que os separava” (Ef 2,14). É, portanto, de nossa conversão a Cristo que nasce a verdadeira fraternidade e, sem essa conversão, não é possível falar de Cristo. Por isso, Ele ensinou: “Quando deres esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos homens. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. Ao contrário, quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita, de modo que a tua esmola fique oculta. E o teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa” (Mt 6,2-4).
Mas, falando em conversão, não podemos pensar que se trate de uma coisa íntima, que diga respeito só a nós mesmos, tal como ensina São Tiago: “De que aproveitará, irmãos, a alguém dizer que tem fé, se não tiver obras? Acaso essa fé poderá salvá-lo? Se a um irmão ou a uma irmã faltarem roupas e o alimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: ‘Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos’, mas não lhes der o necessário para o corpo, de que lhes aproveitará? Assim também a fé: se não tiver obras, é morta em si mesma” (Tg 2, 14-17).
D. Rogério Augusto das Neves
Bispo Auxiliar de São Paulo
Vigário Episcopal Região Sé
https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/Ano-50A-16-4a-FEIRA-DE-CINZAS.pdf

Comentário do Evangelho

A Verdadeira Prática da Piedade


A abertura do tempo da Quaresma aponta para o tema da prática da justiça que, realmente, agrada a Deus. As obras de piedade — esmola, oração e jejum — são aceitas por Jesus, mas devem ser feitas com uma intenção verdadeira. Embora essas obras possam parecer sinceras para os outros, é Deus quem vê nossos corações e mentes. A esmola, por exemplo, deve ser uma expressão de generosidade verdadeira, e o jejum, uma oportunidade de ajudar quem precisa. Não devemos buscar reconhecimento humano, mas a recompensa que vem de Deus, que vê no escondido. As obras externas devem refletir a ação da graça de Deus em nossas vidas.
https://catequisar.com.br/liturgia/18-02-2026/

Reflexão

Mateus apresenta três práticas comuns entre diversas religiões: a esmola (caridade), a oração e o jejum. O Evangelho desta Quarta-feira de Cinzas chama a atenção para o modo como vivê-las: de forma discreta, sem a busca de aplauso ou interesses e sem exibicionismo. O que dá valor às orações, aos jejuns e às esmolas é a atitude interior de conversão a Deus e aos irmãos. O que está em questão não são as “obras de piedade” em si, mas o uso que os “hipócritas” fazem delas. Essas três práticas são como que a síntese do nosso relacionamento e nosso compromisso com os outros (esmola), com Deus (oração) e consigo mesmo (jejum). Hoje iniciamos também a Campanha da Fraternidade.
(Dia a dia com o Evangelho 2026)
https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/18-quarta-feira-9/

Reflexão

«Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles»

Pbro. D. Luis A. GALA Rodríguez
(Campeche, México)

Hoje começamos o nosso recorrido à Páscoa, e o Evangelho nos lembra os deveres fundamentais do cristão, não só como preparação a um tempo litúrgico, mas em preparação à Páscoa Eterna: «Cuidado! não pratiqueis vossa justiça na frente dos outros, só para serdes notados. De outra forma, não recebereis recompensa do vosso Pai que está nos céus» (Mt 6,1). A justiça da que Jesus nos fala consiste em viver conforme aos princípios evangélicos, sem esquecer que «Eu vos digo: Se vossa justiça não for maior que a dos escribas e dos fariseus, não entrareis no Reino dos Céus» (Mt 5,20).
A justiça nos leva ao amor, manifestado na esmola e em obras de misericórdia: «Tu, porém, quando deres esmola, não saiba tua mão esquerda o que faz a direita» (Mt 6,3). Não é que se devam ocultar as obras boas, mas que não se deve pensar em elogio humano ao fazê-lo, sem desejar nenhum outro bem superior e celestial. Em outras palavras, devo dar esmola de tal modo que nem eu tenha a sensação de estar fazendo uma boa ação, que merece uma recompensa por parte de Deus e elogio por parte dos homens.
Bento XVI insistia em que socorrer aos necessitados é um dever de justiça, mesmo antes que um ato de caridade: «A caridade supera a justiça (…), mas nunca existe sem a justiça, que induz a dar ao outro o que é "dele", o que lhe pertence em razão de seu ser e do seu agir». Não devemos esquecer que não somos proprietários absolutos dos bens que possuímos, e sim administradores. Cristo nos ensinou que a autêntica caridade é aquela que não se limita a "dar" esmola, e sim que o leva a "dar" a própria pessoa, a oferecer-se a Deus como culto espiritual (cf. Rom 12,1) esse seria o verdadeiro gesto de justiça e caridade cristã, «de modo que tua esmola fique escondida. E o teu Pai, que vê no escondido, te dará a recompensa» (Mt 6,4).

Pensamentos para o Evangelho de hoje

- «Nestes dias, deve-se dar uma atenção especial no cuidado e na devoção ao cumprimento das coisas que os cristãos devem fazer em todos os momentos: assim viveremos, em santo jejum, esta Quaresma de instituição apostólica» (S. Leão Magno)

- «Sabemos que este mundo cada vez mais artificial nos leva a viver uma cultura do "fazer", do "útil", onde inadvertidamente Igreja excluímos Deus do nosso horizonte. A Quaresma chama-nos a "despertarmos" para nos lembrarmos simplesmente que não somos Deus» (Francisco)

- «A Lei nova pratica os atos da religião: a esmola, a oração, o jejum, ordenando-os para “o Pai que vê no segredo”, ao contrário do desejo “de ser visto pelos homens”» (Catecismo da Igreja Católica, 1.969)
https://evangeli.net/evangelho/feria/2026-02-18

Reflexão

«Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles»

Rev. D. Manel VALLS i Serra
(Barcelona, Espanha)

Hoje iniciamos a Quaresma: «É agora o momento favorável, é agora o dia da salvação» (2Cor 6,2). A imposição da cinza —que devemos receber— é acompanhada por uma destas duas fórmulas. A antiga: «Lembre-se de que és pó e pó serás»; e a que introduziu a liturgia renovada do Concilio: «Converta-se e creia no Evangelho». Ambas as fórmulas são um convite a contemplar de uma maneira diferente —normalmente tão superficial— nossa vida. O Papa São Clemente I nos lembra que «o Senhor quer que todos os que o amam se convertam».
No Evangelho, Jesus pede a pratica da esmola, o jejum e a oração longe de toda hipocrisia: «Por isso, quando você der esmola, não mande tocar trombeta na frente, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos homens. Eu garanto a vocês: eles já receberam a recompensa» (Mt 6,2). Os hipócritas, energicamente denunciados por Jesus Cristo, se caracterizam pela falsidade de seu coração. Mas, Jesus adverte hoje não só da hipocrisia subjetiva senão também da objetiva: cumprir, inclusive de boa fé, tudo o que manda a Lei de Deus e a Escritura Santa, mas fazendo de maneira que fique na mera prática exterior, sem a correspondente conversão interior.
Então, a esmola reduzida —à “gorjeta”— deixa de ser um ato fraternal e se reduz a um gesto tranqüilizador que não muda a maneira de ver o irmão, nem faz sentir a caridade de prestar-lhe a atenção que ele merece. O jejum, por outro lado, fica limitado ao cumprimento formal, que já não lembra em nenhum momento a necessidade de moderar nosso consumismo compulsivo, nem a necessidade que temos de ser curados da “bulimia espiritual”. Finalmente, a oração —reduzida a estéril monólogo— não chega a ser autêntica abertura espiritual, colóquio íntimo com o Pai e escuta atenta do Evangelho do Filho.
A religião dos hipócritas é una religião triste, legalista, moralista, de uma grande pobreza de espírito. Pelo contrario, a Quaresma cristã é o convite que cada ano nos faz a Igreja a um aprofundamento interior, a una conversão exigente, a una penitência humilde, para que dando os frutos pertencentes que o Senhor espera de nós, vivamos com a máxima plenitude de alegria e o gozo espiritual da Páscoa.
https://evangeli.net/evangelho/feria/2026-02-18

Reflexão

Quarta-feira de Cinza: começo da Quaresma

REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)
(Città del Vaticano, Vaticano)

Hoje começamos a Quaresma com os ritos simbólicos próprios e exclusivos da Quarta de Cinza: 1. A procissão penitencial, que simboliza a peregrinação pessoal e comunitária de conversão e renovação espiritual; 2. A imposição da cinza, que significa o chamado a corresponder a sinceridade da alma, e a coerência das obras. A Quaresma é um tempo de purificação —tal como o manifesta sua cor litúrgica— e toda ela está orientada ao mistério da Redenção.
Como caminho de autêntica conversão e de preparação espiritual mais intensa para celebrar a Páscoa, a liturgia propõe-nos três práticas penitenciais que têm um grande valor para a tradição bíblica: a oração, o jejum e a esmola. Na realidade, a vida cristã toda é um combate sem pausa, no qual devemos usar essas três "armas".
—Morrer a se mesmo para viver em Deus é o itinerário ascético que todos os discípulos de Jesus estão chamados a percorrer com humildade e paciência, com generosidade e perseverança.
https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2026-02-18

Reflexão

A Quaresma. A Esmola

REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)
(Città del Vaticano, Vaticano)

Hoje, contemplamos a Quaresma como um tempo privilegiado da peregrinação interior até Àquele que é a fonte da misericórdia. Uma das práticas quaresmais recomendadas é a esmola: representa uma maneira concreta de ajudar os necessitados e, ao mesmo tempo, um exercício ascético para libertar do apego aos bens terrenos.
A esmola ajuda-nos a vencer a tentação constante de servir a “dois senhores” (a Deus e ao dinheiro), e ensina-nos a socorrer o próximo nas suas necessidades e a compartilhar com os outros o que, por bondade divina, possuímos. A esmola evangélica não é simples filantropia, mas expressão concreta da caridade, a virtude teologal que exige a conversão interior ao amor de Deus e dos irmãos, à imitação de Jesus Cristo, que, morrendo na cruz, se entregou a si próprio por nós.
—A Quaresma incita-nos a seguir o exemplo da “viúva pobre”, cuja esmola não consistiu somente em dar o que possuía, mas o que era: toda a sua pessoa.
https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2026-02-18

Reflexão

A Quaresma. O jejum

REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)
(Città del Vaticano, Vaticano)

Hoje, iniciando a Quaresma, consideramos os quarenta dias de jejum que o Senhor viveu no deserto antes de empreender sua missão pública. Igual que Moisés antes de receber as Tábuas da Lei, ou que Elias antes de se encontrar com o Senhor no monte Horeb, Jesus Cristo orando e fazendo jejum preparou a sua missão, cujo inicio foi um forte enfrentamento com o tentador.
As Sagradas Escrituras e toda a tradição cristã ensinam que o jejum é uma grande ajuda para evitar o pecado e tudo o que induz a ele. Pois o pecado nos oprime a todos, nos oferece o jejum como um meio para recuperar a amizade com o Senhor. No Novo Testamento, Jesus —prevenindo a hipocrisia de alguns fariseus— indica a razão profunda do jejum: comer o “alimento verdadeiro”, que é fazer a vontade do Pai. Em último término, se trataria de jejuar de nossa própria vontade.
—Com o jejum, Senhor, desejo me someter humildemente a ti, confiando na tua bondade e misericórdia.
https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2026-02-18

Comentário sobre o Evangelho

O Sermão da Montanha: «Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles»


Hoje começa a Quaresma. Trata-se de um tempo durante o qual nos preparamos para reviver a paixão, morte e ressurreição de Jesus. Estes acontecimentos são os mais importantes da História da humanidade e de sua História pessoal.
—Nestes dias acompanharemos espiritualmente a Jesus Cristo em sua subida para Jerusalém. Sabe como se caminha com Jesus? Pois com oração e oferecendo-lhes pequenos sacrifícios. Ah!, e sem barulho.
https://family.evangeli.net/pt/feria/2026-02-18

HOMILIA

A PALAVRA: DOS OUVIDOS AO CORAÇÃO!

Estamos iniciando hoje a Quaresma, tempo riquíssimo para nossa vida de fé e experiência com Deus, que Ele mesmo, por sua Palavra, nos convida a realizar. Vós “não rejeitais nada que criastes; fechais os olhos aos seus pecados por causa da penitência e os perdoais porque sois o Senhor nosso Deus”. Tempo sim, em que mais fortemente apalpamos nossa triste condição de pecadores, mas, dentro da infinitamente maior misericórdia Dele, “nosso Deus!”
Nada rejeita do que criou! Isso é maravilhoso! Então, nem nós pecadores, por piores que sejamos... Assim, a Primeira Leitura deste tempo, que acabamos de ouvir, diz: “Voltai para mim com todo o vosso coração... rasgai o coração e não as vestes” (Jl 2,12-13). E por que não nos animarmos se “ele é benigno e compassivo, paciente e cheio de misericórdia, inclinado a perdoar o castigo?” (Jl 2,13).
Mas, a conversão a Ele tem que ser sincera, partir de nossa mais íntima realidade, que é o coração. A oração, o jejum, a esmola têm que ser vividos diante Dele e por causa Dele. E Ele, que além de nós mesmos, é o único que vê nossa intimidade, nos atenderá. Nascer no coração, diante Dele, e também sim manifestar-se em obras de amor aos irmãos. E nunca apenas para com essas atitudes nos parecermos bons aos olhos dos outros e deles recebermos elogio.
Sim, precisamos nos comprometer a aproveitar este tempo e dele sairmos renovados. Adquirirmos um coração, no mínimo, menos de pedra e mais de carne. Permitirmos que Ele aja em nós: “Criai em mim um coração que seja puro, dai-me de novo um espírito decidido... não me afasteis de vossa face nem retireis de mim o vosso Santo Espírito!” (Sl 50).
Se voltarmos para Ele nos mostrará o quanto espera de nós, o quanto nos avalia importantes para si e seu Reino. “Somos embaixadores de Cristo, e é Deus mesmo que exorta através de nós. Em nome de Cristo, nós vos suplicamos: deixai-vos reconciliar com Deus” (2Cor 5,20).
Certamente, renovados em suas liturgias, nos enviará para o meio do mundo como seus missionários e missionárias a implantar e promover uma Ecologia integral: a inteira humanidade cuidando e usufruindo da inteira natureza, que Ele criou e sonhou abundante para todos. Isso Ele viu que era muito bom!
Pe. Domingos Sávio, C.Ss.R
Fonte: a12 - Reze no Santuário - Deus Conosco em 05/03/2025

Oração
SENHOR, concedei-nos iniciar com o santo jejum este tempo de conversão para que, auxiliados pela penitência, sejamos fortalecidos no combate contra o espírito do mal. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.
Fonte: a12 - Reze no Santuário - Deus Conosco em 14/02/2024

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