HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA - 16/02/2026
ANO A

Mc 8,11-13
Comentário do Evangelho
Jesus e o Pedido de Sinal: A Fé sem Exigências

No Evangelho de hoje, Jesus nos ensina sobre a importância da fé verdadeira, sem exigir sinais. Quando os fariseus pedem um sinal para acreditar em Jesus, Ele os repreende, dizendo que nenhuma prova será dada a uma geração incrédula. Jesus nos ensina que a fé não deve ser baseada em sinais externos, mas sim em confiança e abertura ao que Ele nos ensina.https://catequisar.com.br/liturgia/16-02-2026/
Reflexão
Os fariseus têm o coração e a mente endurecidos, sendo incapazes de reconhecer a origem divina de Jesus, pois qualquer um dos seus sinais é um “sinal vindo dos céus”, ou seja, de Deus. Não buscam sinais, mas tentam de todas as formas limitá-lo e prová-lo. Nos textos paralelos a este, nos Evangelhos sinóticos (cf. Mt 12,38-42 e Lc 11,29-32), Mateus e Lucas acrescentam que o único sinal que verão será o sinal de Jonas. Todos conhecemos a história de Jonas, que ficou três dias no estômago do grande peixe até ser expelido na praia e enfim converter os habitantes de Nínive. O mesmo acontecerá em Jerusalém, pois após três dias aquele que é maior do que Jonas ressuscitará para salvar não apenas os habitantes locais, mas toda a humanidade que se converter e crer no Evangelho. Este é o maior sinal do céu que temos na história da salvação, sinal seguro e definitivo de que Jesus é verdadeiramente Filho de Deus e que veio ao mundo para nos redimir do pecado e do mal. Nós já conhecemos o final da história, mas os ouvintes de Jesus ainda precisarão esperar algum tempo.(Dia a dia com o Evangelho 2026)https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/16-segunda-feira-9/
Reflexão
«Em verdade vos digo: nenhum sinal será dado a esta geração!»
Rev. D. Jordi POU i Sabater(Sant Jordi Desvalls, Girona, Espanha)
Hoje, o Evangelho parece que não nos diz muito, nem sobre Jesus nem sobre nós próprios. «Por que esta geração pede um sinal?» (Mc 8,12). João Paulo II, comentando este episódio da vida de Jesus Cristo diz-nos: «Jesus convida ao discernimento relativamente às palavras e às obras que testemunham (são “sinal de”) a chegada do reino do Pai». Parece que aos Judeus que interrogam Jesus lhes falta a capacidade ou a vontade de pensar no sinal que — de fato— são toda a atuação, obras e palavras do Senhor.Também hoje em dia se pedem sinais a Jesus: que nos mostre a sua presença no mundo ou que nos diga como devemos atuar. O Papa faz-nos ver que a negação de Jesus Cristo em dar um sinal aos judeus —e, portanto, a nós também— se deve a que quer mudar a lógica do mundo, orientada na procura de signos que confirmem o desejo de auto-afirmação e de poder do homem». Os judeus não queriam um signo qualquer, mas aquele que indicasse que Jesus era o messias que eles esperavam. Não esperavam o que viria para os salvar mas aquele que viria dar segurança às suas visões de como se deveriam fazer as coisas.Definitivamente, quando os judeus do tempo de Jesus, como também os cristãos de hoje pedimos —de uma forma ou de outra— um sinal, o que fazemos é pedir a Deus que atue à nossa maneira, da forma que julgamos mais correta e, que por isso apoia o nosso modo de pensar. E Deus, que sabe e pode mais (e por isso pedimos no Pai-Nosso que se faça a “sua” vontade), tem os seus caminhos, mesmo que não nos seja fácil compreendê-los. Mas Ele, que se deixa encontrar por todos os que O procuram, também se lhe pedirmos discernimento, nos fará compreender qual é a sua forma de atuar e, como podemos distinguir hoje os seus signos.
Pensamentos para o Evangelho de hoje
- «Nestas três coisas se conhecerá que a tua boca está cheia em abundância de sabedoria ou de prudência: se confessares de palavra a tua própria iniquidade, se de tu boca sair a ação de graças e o louvor a Deus, e se de ela saem também palavras de edificação» (São Bernardo)
- «‘Se és Filho de Deus…’ - Deus é “provado” do mesmo modo que se prova uma mercadoria. A arrogância que quer converter Deus em um objeto e impor-Lhe as nossas condições experimentais de laboratório não pode encontrar Deus» (Bento XVI)
- «Os sinais realizados por Jesus testemunham que o Pai O enviou (290). Convidam a crer n'Ele (291) (…). Apesar de os seus milagres serem tão evidentes, Jesus é rejeitado por alguns (295); chega mesmo a ser acusado de agir pelo poder dos demónios (296)» (Catecismo da Igreja Católica, nº 548)https://evangeli.net/evangelho/feria/2026-02-16
Reflexão
Cristo não se arroja desde o pináculo do Templo
REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)(Città del Vaticano, Vaticano)
Hoje —e continuamente— pede-se um “sinal” ao Senhor. O diabo também o “intentou”... E lhe “tentou” no deserto: “Se és Filho de Deus...”. Voltaremos a escutar estas palavras aos que faziam troça de Jesus no Calvário: “Se és o Filho de Deus, desce da cruz”. Superpõem-se a troça e a tentação: para ser crível, Cristo deve dar uma prova do que diz ser.É “provado” do mesmo modo que se prova uma mercadoria: deve submeter-se às condições que nós consideramos necessárias para chegar a uma certeza. Esta petição de provas acompanha Jesus durante a sua vida inteira. “Se és o Filho de Deus...”: que desafio! O seu sinal, porém, foram a “pequenez” e as “fraldas”; não cedeu ao expediente de “pão e circo”: nem converteu as pedras em pães, nem baixou da Cruz, nem se lançou desde...—Cristo não se tirou desde o pináculo do Templo. Mas descendeu ao abismo da morte, como ato do amor de Deus pelos homens.https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2026-02-16
Comentário sobre o Evangelho
Os fariseus pedem a Jesus um sinal do céu para testá-lo
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Hoje, aparecem mais discussões. Jesus não quer discutir; afinal nós é que discutimos com Deus. Os fariseus colocam mais uma vez armadilhas a Jesus: pedem-lhe que faça um milagre. Contudo, quando vêem os milagres do jovem Mestre, dizem que estava possesso do demónio… Não há quem entenda estes fariseus!- Que estranhos! É assim que devemos tratar Deus? Quem é Deus: Ele ou nós? Porque, às vezes, parece que tratamos Deus como um “pequeno mágico”.https://family.evangeli.net/pt/feria/2026-02-16
Meditação
A Palavra: dos ouvidos ao coração!
Os fariseus provocaram Jesus Cristo pedindo um sinal do Céu. Em várias passagens do Evangelho, eles desafiam o Senhor. Quem eram os fariseus? Os fariseus eram pessoas que se julgavam melhores que os outros, porque cumpriam alguns rituais vazios criados por eles mesmos. Eles, aparentemente, eram homens tementes a Deus, mas usavam a religião para conquistar poder e status. Eles não viviam aquilo que pregavam, distorciam e manipulavam os Mandamentos do Senhor, visando apenas os próprios interesses. A religião para eles era apenas um teatro. Eles não foram capazes de reconhecer, em Jesus Cristo, o Filho de Deus - Aquele que é sinal da Copiosa Redenção. Jesus Cristo, o Deus que realizou muitos sinais no meio do seu povo, continua realizando maravilhas entre nós. E o grande sinal da Redenção é a presença real de Jesus Cristo na Sagrada Eucaristia.Fonte: Em 16/02/2026 - a12 - Reze no Santuário - Deus Conosco e https://www.facebook.com/editorasantuariooficial
OraçãoÓ DEUS, que prometeis permanecer nos corações retos e sinceros, concedei-nos por vossa graça viver de tal maneira que possais habitar em nós. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.Fonte: a12 - Reze no Santuário - Deus Conosco em 12/02/2024
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