HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA - 28/02/2026
ANO A

Mt 5,43-48
Comentário do Evangelho
O Chamado à Perfeição no Amor: Amar os Inimigos

Neste sábado da primeira semana da Quaresma, Jesus apresenta-nos um dos maiores desafios da vida cristã: o amor aos inimigos. Ele convida-nos a romper com a lógica humana da retribuição — amar quem nos ama e ignorar quem nos fere — para assumirmos a lógica divina da gratuidade. O Pai do céu faz nascer o sol sobre bons e maus, e nós, como Seus filhos, somos chamados a refletir essa mesma misericórdia sem fronteiras.Ser “perfeito como o Pai celeste é perfeito” não significa ausência de erros, mas sim possuir um amor íntegro e sem exclusões. A Quaresma é o tempo favorável para treinar o olhar e enxergar a dignidade de Deus em cada pessoa, mesmo naquelas com quem temos dificuldades. Ao buscarmos esta perfeição no amor, tornamo-nos verdadeiramente semelhantes ao Criador, que nos amou primeiro, independentemente dos nossos méritos.https://catequisar.com.br/liturgia/28-02-2026/
Reflexão
Para sermos santos ou perfeitos como o Pai, precisamos demonstrar pureza de coração que procura o Reino e perdoa os inimigos. Quão difícil é amar os inimigos! Exatamente por isso é uma ação que conduz à santidade. Há alguns dias vimos o significado e a importância da oração de súplica. O Evangelho de hoje é propício para recordarmos outro tipo de oração, a de intercessão. Segundo o Compêndio do Catecismo: “A intercessão consiste em pedir em favor de outro. Ela nos informa e nos une à oração de Jesus, que intercede junto ao Pai por todos os seres humanos, em particular pelos pecadores. A intercessão deve-se estender também aos inimigos” (Compêndio, n. 554). Se conseguirmos rezar pelos nossos inimigos, em vez de desejar-lhes algum mal, será um sinal claro de que estamos no caminho da santidade e certamente Deus nos atenderá, pois estará orgulhoso de nós e de nossas atitudes.(Dia a dia com o Evangelho 2026)https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/28-sabado-10/
Reflexão
«Amai os vossos inimigos e orai por aqueles que vos perseguem»
Rev. D. Joan COSTA i Bou(Barcelona, Espanha)
Hoje, o Evangelho exorta-nos ao mais perfeito amor. Amar é querer o bem do outro e nisto se baseia a nossa realização pessoal. Não amamos para procurar o nosso bem, mas sim o bem de quem amamos, e assim fazendo crescemos como pessoas. O ser humano, como afirmou o Concílio Vaticano II, «não pode encontrar a sua plenitude senão na entrega sincera de si mesmo aos outros». A isso se referia Santa Teresa do Menino Jesus quando pedia para fazermos da nossa vida um holocausto. O amor é a vocação humana. Todo o nosso comportamento, para ser verdadeiramente humano, deve manifestar a realidade do nosso ser, realizando a vocação do amor. Como escreveu São João Paulo II, «o homem não pode viver sem amor. Ele permanece para si mesmo um ser incompreensível, a sua vida fica privada de sentido se não se lhe revela o amor, se não se encontra com o amor, se não o experimenta e o faz próprio, se não participa nele vivamente».O amor tem o seu fundamento e a sua plenitude no amor de Deus em Cristo. A pessoa é convidada a um diálogo com Deus. Cada um existe pelo amor de Deus que o criou e pelo amor de Deus que o conserva, «e só pode dizer-se que vive na plenitude da verdade quando reconhece livremente este amor e se confia totalmente ao seu Criador» (Concílio Vaticano II): esta é a razão mais alta da sua dignidade. O amor humano deve, portanto, ser custodiado pelo Amor divino, que é a sua fonte, nele encontra o seu modelo e nele é levado à plenitude. Portanto, o amor, quando é verdadeiramente humano, ama com o coração de Deus e abraça incluso os inimigos. Se não é assim, não se ama de verdade. Daqui decorre que a exigência do dom sincero de si mesmo se torne um preceito divino: «Sede, portanto, perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito» (Mt 5,48).
Pensamentos para o Evangelho de hoje
- «Oh! Senhor meu, como sois bom!» (Santa Teresa de Jesus)
- «Amar os nossos inimigos, os que nos perseguem e nos fazem sofrer, é difícil; nem sequer é um “bom negocio” porque nos empobrece. Mas, este é o caminho indicado e percorrido por Jesus para a nossa salvação» (Francisco)
- «Cristo morreu por amor de nós, sendo nós ainda «inimigos». O Senhor pede-nos que, como Ele, amemos até os nossos inimigos, que nos façamos o próximo do mais afastado, que amemos as crianças e os pobres como a Ele próprio» (Catecismo da Igreja Católica, nº 1.825)https://evangeli.net/evangelho/feria/2026-02-28
Reflexão
A caridade. O amor aos inimigos
REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)(Città del Vaticano, Vaticano)
Hoje, Jesus contrapõe às disposições da "Torá" uma nova radicalidade da justiça ante Deus: não só não matar, senão sair ao encontro do irmão com quem está se enfrentado para procurar a reconciliação; não só igualdade em direito ("olho por olho, dente por dente"), mas deixar-se pegar sem devolver o golpe; amar não só ao próximo, mas também ao inimigo… É o "amor até o extremo" que Cristo consumará na Cruz orando por seus "inimigos".Mas isso, é realista? Deus não nos impõe um sentimento que não possamos suscitar em nós mesmos. Deus nos amou primeiro e nos faz experimentar seu amor, e deste "antes" de Deus pode nascer também em nós o amor como resposta. Com Deus amo também à pessoa que não me agrada ou que nem sequer conheço.—No encontro íntimo com Deus, aprendo a prestar atenção no outro não só com meus olhos e sentimentos, mas também desde a perspectiva de Jesus Cristo, a mesma do Pai celestial.https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2026-02-28
Comentário sobre o Evangelho
O Sermão da Montanha: Jesus nos pede para amar nossos inimigos e orar por aqueles que nos perseguem
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Hoje, o Mestre continua os seus ensinamentos sobre o estilo do amor que Deus espera de nós. Quem tem um coração bom ama todos, embora nem todos o amem. Deus exige-nos este amor porque Ele próprio é assim: «Faz brilhar o sol sobre maus e bons».- Recorda as palavras de Cristo na Cruz: «Pai, perdoa-lhes». Consegues repetir essas palavras?https://family.evangeli.net/pt/feria/2026-02-28
Meditação
A Palavra: dos ouvidos ao coração!
Moisés exorta o seu povo a ser fiel aos preceitos do Senhor. Esta fidelidade traz alegria e paz. O Salmo responsorial nos relembra: “Feliz é quem na lei do Senhor Deus vai progredindo!” Jesus Cristo dá continuidade às recomendações de Moisés, mas acrescenta um novo preceito: amar também o inimigo. Esse novo mandamento de Jesus Cristo exige não cultivar a raiva e outros sentimentos maléficos que destroem a nossa santidade. Amar os inimigos e desejar o bem para aqueles que querem nos prejudicar devem ser a marca diferenciada dos discípulos de Jesus Cristo. Ele disse que é preciso amar e perdoar os inimigos e, na Cruz, Ele nos ensinou o grande valor do amor e do perdão, quando perdoou os seus malfeitores. Cultivemos o perdão!ColetaPAI ETERNO, convertei para vós nossos corações, a fim de que, buscando sempre o único necessário e praticando as obras de caridade, nos dediquemos ao vosso culto. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.https://www.a12.com/reze-no-santuario/deus-conosco?data=28%2F02%2F2026&leitura=meditacao
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