- Início
- Via-Sacra
- Ângelus
- Ano da Misericórdia
- Assembléia Geral da CNBB
- Frases Famosas
- Gotas de Misericórdia
- Homilia Diária
- Imagens Religiosas
- Imitação de Cristo
- Liturgia Diária
- Mensagem do Dia
- Orações
- Podcast
- Rádio Vaticano
- Santo do Dia
- Terços
- CATEQUESE - Papa Francisco
- Liturgia das Horas - Como rezar?
- Meu Dia em Sintonia com o Alto
- Mensagens em Power Point
- NOVENA PEDINDO A CURA DA DEPRESSÃO
- O Dia, a Semana e o Mês do Católico
- OFÍCIO DA IMACULADA CONCEIÇÃO
- Terço da Divina MIsericórdia
- Primeira Exortação Apostólica do Papa Francisco
sábado, 31 de agosto de 2024
LEITURA ORANTE DO DIA 31/08/2024


LEITURA ORANTE
Mt 25,14-30 - É preciso investir no Reino
Graça e Paz a todos os que se reúnem aqui, em torno da Palavra.
Peçamos os dons do Espírito para bem compreendermos
e vivermos a Palavra de Deus:
Espírito de verdade,
consagro-vos a minha inteligência,
imaginação e memória. Iluminai-me!
Dai-me conhecer Jesus Cristo Mestre.
Revelai-me o sentido profundo do Evangelho
e de tudo o que ensina a santa Igreja.
Concedei-me o dom da sabedoria,
da ciência, da inteligência e do conselho!
Espírito santificador, consagro-vos a minha vontade!
Conduzi-me sempre e em tudo conforme a vontade do Pai!
Concedei-me o dom da fortaleza e o santo temor de Deus!
Espírito de vida, consagro-vos o meu coração!
Fazei crescer em mim a vida divina.
Amém.
1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Lemos atentamente: Mt 25,14-30, observamos as palavras de Jesus e o sentido da parábola que conta.
Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: 14“ Um homem ia viajar para o estrangeiro. Chamou seus empregados e lhes entregou seus bens. 15 A um deu cinco talentos, a outro deu dois e ao terceiro, um; a cada qual de acordo com a sua capacidade. Em seguida, viajou. 16 O empregado que havia recebido cinco talentos saiu logo, trabalhou com eles e lucrou outros cinco. 17 Do mesmo modo, o que havia recebido dois lucrou outros dois. 18 Mas aquele que havia recebido um só saiu, cavou um buraco na terra e escondeu o dinheiro do seu patrão. 19 Depois de muito tempo, o patrão voltou e foi acertar contas com os empregados. 20 O empregado que havia recebido cinco talentos entregou-lhe mais cinco, dizendo: ‘Senhor, tu me entregaste cinco talentos. Aqui estão mais cinco que lucrei’. 21 O patrão lhe disse: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’ 22 Chegou também o que havia recebido dois talentos e disse: ‘Senhor, tu me entregaste dois talentos. Aqui estão mais dois que lucrei’. 23O patrão lhe disse: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’ 24Por fim, chegou aquele que havia recebido um talento e disse: ‘Senhor, sei que és um homem severo, pois colhes onde não plantaste e ceifas onde não semeaste. 25Por isso fiquei com medo e escondi o teu talento no chão. Aqui tens o que te pertence’. 26O patrão lhe respondeu: ‘Servo mau e preguiçoso! Tu sabias que eu colho onde não plantei e que ceifo onde não semeei? 27Então devias ter depositado meu dinheiro no banco, para que, ao voltar, eu recebesse com juros o que me pertence’. 28Em seguida, o patrão ordenou: ‘Tirai dele o talento e dai-o àquele que tem dez! 29Porque a todo aquele que tem será dado mais, e terá em abundância, mas, daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado. 30Quanto a este servo inútil, jogai-o lá fora, na escuridão. Ali haverá choro e ranger de dentes!'”
O que compreendemos nesta parábola?
Nela Jesus fala da colaboração das pessoas. O primeiro e o segundo empregados, definidos pelo seu patrão como "servo bom e fiel", são cumpridores de sua tarefa e considerados fiéis ou confiáveis.
O terceiro foi julgado como "mau e preguiçoso", pois não fez render nada do que lhe foi confiado. Pelas suas palavras demonstrou que o medo do risco o paralisou e a preguiça o tornou inerte, omisso. Jesus, nesta parábola em que fala em termos econômicos, diz que é preciso investir, criar rendimentos para o Reino. Estes investimentos e rendimentos podem ser definidos como crescimento na fé, na ética, na justiça, na coerência com o ser cristão, na vivência fraterna.
2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para nós, hoje?
Também nós recebemos talentos que Deus nos
confiou para "investir" no Reino.
Como estamos investindo?
Quais são os rendimentos?
Meditação
Em Aparecida, o bispos da América Latina, falaram muitas vezes e de diversas formas, deste dever de "investir" na vivência da fé. Indicaram também o caminho para o amadurecimento na fé. Recordamos um aspecto: "O amadurecimento no seguimento de Cristo e a paixão por anunciá-lo requerem que a Igreja local se renove constantemente em sua vida e ardor missionário. Só assim pode ser, para todos os batizados, casa e escola de comunhão, de participação e solidariedade. Em sua realidade social concreta, o discípulo tem a experiência do encontro com Jesus Cristo vivo, amadurece sua vocação cristã, descobre a riqueza e a graça de ser missionário e anuncia a palavra com alegria." (DAp 167)
3. Oração (Vida)
O que o texto nos leva a dizer a Deus?
Rezamos, espontaneamente, com salmos ou outras
orações e concluímos com a oração a
Jesus Mestre Verdade, Caminho e Vida
Jesus Mestre, santificai minha mente e aumentai minha fé.
Jesus vida, vivei em mim, para que eu viva em vós.
Jesus vida, não permitais que eu me separe de vós.
Jesus vida, fazei-me viver eternamente na alegria do vosso amor.
Jesus verdade, que eu seja luz para o mundo.
Jesus caminho, que eu seja vossa testemunha autêntica diante dos homens.
Jesus vida, fazei que minha presença contagie a todos com o vosso amor e a vossa alegria.
(Bv. Tiago Alberione)
4. Contemplação (Vida e Missão)
Nosso novo olhar é para verificar quais são os nossos dons
e como estamos investindo para o Reino.
Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.
Ir. Patrícia Silva, fsp
A Palavra entre nós - 31 de agosto, sábado, 21ª Semana do Tempo Comum
31 de agosto,
sábado, 21ª Semana do Tempo Comum
- Hoje é dia 31 de agosto, sábado, 21ª Semana do Tempo Comum.
- Com a parábola dos talentos, Jesus nos traz a certeza de que nos “será dado muito mais”, mas a condição é se comprometer com o Reino e com o seu projeto. Peça ao Senhor, a graça de amar e de se sentir responsável pelo dom que lhe foi dado que é o próprio Jesus e o seu Reino.
- Escute o Evangelho segundo Mateus, Capítulo 25, versículos de 14 ao versículo 30.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: "Um homem ia viajar para o estrangeiro. Chamou seus empregados e lhes entregou seus bens. A um deu cinco talentos, a outro deu dois e ao terceiro, um; a cada qual de acordo com a sua capacidade. Em seguida viajou. O empregado que havia recebido cinco talentos saiu logo, trabalhou com eles, e lucrou outros cinco. Do mesmo modo, o que havia recebido dois lucrou outros dois. Mas aquele que havia recebido um só, saiu, cavou um buraco na terra, e escondeu o dinheiro do seu patrão. Depois de muito tempo, o patrão voltou e foi acertar contas com os empregados. O empregado que havia recebido cinco talentos entregou-lhe mais cinco, dizendo: 'Senhor, tu me entregaste cinco talentos. Aqui estão mais cinco que lucrei'. O patrão lhe disse: `Muito bem, servo bom e fiel! como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!' Chegou também o que havia recebido dois talentos, e disse: 'Senhor, tu me entregaste dois talentos. Aqui estão mais dois que lucrei'. O patrão lhe disse: `Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!' Por fim, chegou aquele que havia recebido um talento, e disse: Senhor, sei que és um homem severo, pois colhes onde não plantaste e ceifas onde não semeaste. Por isso fiquei com medo e escondi o teu talento no chão. Aqui tens o que te pertence'. O patrão lhe respondeu: `Servo mau e preguiçoso! Tu sabias que eu colho onde não plantei e que ceifo onde não semeei? Então devias ter depositado meu dinheiro no banco, para que, ao voltar, eu recebesse com juros o que me pertence.' Em seguida, o patrão ordenou: 'Tirai dele o talento e dai-o àquele que tem dez! Porque a todo aquele que tem será dado mais, e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado. Quanto a este servo inútil, jogai-o lá fora, na escuridão. Ali haverá choro e ranger de dentes!'"
- A parábola dos talentos não é uma mensagem para nos dizer o que acontecerá no futuro, mas como se preparar para essa vinda, no presente. Assim, o Senhor nos dá os vários talentos, que não são habilidades em fazer determinada tarefa, mas o dom da Palavra, do envio do Messias Jesus, do Reino de Deus que se expressa na justiça e nos chama ao compromisso fiel com a prática da justiça. Por isso a frase “porque a todo aquele que tem será dado mais” nos remete à parábola do semeador, que compara o semear e a semente com o Reino de Deus. Assim, somos convidados a rever nossa noção de Deus e de seu Reino, e a multiplicar nossas práticas de justiça e misericórdia, tornando o Reino de Deus visível em nosso meio.
- Diante da parábola dos talentos, podemos nos perguntar: com qual dos personagens apresentados eu me identifico: como aquele que ganhou 5, 2 ou 1 talento? Quais medos eu alimento e qual imagem distorcida de Deus esse medo gera em mim? O que significa esperar pela vinda de Jesus Cristo? Como estou me preparando para essa vinda?
- Vamos rezar o Salmo 32, escolhido para a liturgia deste dia, e que agradece a Deus por suas maravilhas:
Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!
Feliz o povo cujo Deus é o Senhor, *
e a nação que escolheu por sua herança!
Dos altos céus o Senhor olha e observa; *
ele se inclina para olhar todos os homens.
Mas o Senhor pousa o olhar sobre os que o temem, *
e que confiam esperando em seu amor,
para da morte libertar as suas vidas *
e alimentá-los quando é tempo de penúria.
No Senhor nós esperamos confiantes, *
porque ele é nosso auxílio e proteção!
Por isso o nosso coração se alegra nele, *
seu santo nome é nossa única esperança. R.
- Termine a oração, dando graças a Deus por sua Palavra no dia de hoje, e pelos dons que Ele lhe concedeu e lhe concede a cada dia. Peça a Deus a graça de cultivar esses, dons, dele recebidos gratuitamente, de se comprometer com o Reino de Deus e de responder aos seus apelos.
- Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era o princípio, agora e sempre. Amém!
Homilia Diária | Liturgia de Hoje | Palavra do Dia - Padre Adriano Zandoná (Mt 25,14-30) (31/08/24)
Canal do Youtube - Padre Adriano Zandoná
Publicado em 31 de ago. de 2024
Deus escolheu o que o mundo considera estúpido | (1Coríntios 1, 26-31) #2089 - Frei Gilson
Conservar a caridade | Mãe Maria (31/08/2024) - Dom Walmor
Homilia Diária - 31.08.2024 | "Muito bem, servo bom e fiel!" - Padre Roger Araújo
Canal do Youtube: Padre Roger Araújo
Publicado em 31 de ago. de 2024
Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 25,14-30
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: 14“Um homem ia viajar para o estrangeiro. Chamou seus empregados e lhes entregou seus bens. 15A um deu cinco talentos, a outro deu dois e ao terceiro, um; a cada qual de acordo com a sua capacidade. Em seguida viajou. 16O empregado que havia recebido cinco talentos saiu logo, trabalhou com eles, e lucrou outros cinco.
17Do mesmo modo, o que havia recebido dois lucrou outros dois. 18Mas aquele que havia recebido um só, saiu, cavou um buraco na terra, e escondeu o dinheiro do seu patrão. 19Depois de muito tempo, o patrão voltou e foi acertar contas com os empregados. 20O empregado que havia recebido cinco talentos entregou-lhe mais cinco, dizendo: ‘Senhor, tu me entregaste cinco talentos. Aqui estão mais cinco que lucrei’.
21O patrão lhe disse: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’ 22Chegou também o que havia recebido dois talentos, e disse: ‘Senhor, tu me entregaste dois talentos. Aqui estão mais dois que lucrei’. 23O patrão lhe disse: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’
24Por fim, chegou aquele que havia recebido um talento, e disse: ‘Senhor, sei que és um homem severo, pois colhes onde não plantaste e ceifas onde não semeaste. 25Por isso fiquei com medo e escondi o teu talento no chão. Aqui tens o que te pertence’. 26O patrão lhe respondeu: ‘Servo mau e preguiçoso! Tu sabias que eu colho onde não plantei e que ceifo onde não semeei? 27Então devias ter depositado meu dinheiro no banco, para que, ao voltar, eu recebesse com juros o que me pertence’.
28Em seguida, o patrão ordenou: ‘Tirai dele o talento e dai-o àquele que tem dez! 29Porque a todo aquele que tem será dado mais, e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado. 30Quanto a este servo inútil, jogai-o lá fora, na escuridão. Ali haverá choro e ranger de dentes!’”
Homilia Diária | O sentido das exigências de Deus em nossa vida (Sábado da 21ª Sem. do Tempo Comum) - Padre Paulo Ricardo
Publicado em 30 de ago. de 2024
Depois do pecado original, o coração humano tornou-se como aquele servo mau e preguiçoso da parábola dos talentos: achamos que Deus é um Senhor injusto e exigente, impondo-nos obrigações sem sentido e pretendendo colher onde não plantou e ajuntar onde não semeou. Ouça a homilia do Padre Paulo Ricardo para este sábado, 31 de agosto, e entenda por que tudo o que Deus pede de seus filhos é um sinal indiscutível do seu amor e da sua preocupação por nós.
HOMILIA DIÁRIA - (CANÇÃO NOVA) – Mt 25,14-30 - 31/08/2024

Fé×Medo: a parábola dos talentos e a importância de agir
“Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: Um homem ia viajar para o estrangeiro. Chamou seus empregados e lhes entregou seus bens. A um, deu cinco talentos, a outro, deu dois e ao terceiro, um. A cada qual, de acordo com a sua capacidade.” (Mt 25,14-30)
Refletimos, neste dia 31 de agosto, sobre a parábola dos talentos. Alguns fizeram o dinheiro render cem por cento, e outro guardou-o de maneira egoísta porque ficou preso ao medo.
O grande ensinamento do dia de hoje é que, em relação às realidades divinas, não podemos nos aprisionar no medo. O cristão vive de parresia, vive para fazer o reino de Deus crescer. Sabemos que o Reino de Deus começa pequeno como um grão de mostarda. Depois, ele cresce naturalmente e se expande também naturalmente. E a nossa parcela é não ter medo de anunciar; a nossa parcela é agir com destemor, agir com confiança de que a Palavra de Deus produzirá o seu fruto. Por isso alguns receberam esses talentos e fizeram-nos produzir frutos, e outros receberam-nos e deixaram-nos minguar.
Deus nos capacita para multiplicar os nossos talentos
Que, em nossa vida, não seja assim! Que, em nossa vida, os dons que recebemos de Deus produzam frutos, não porque somos os responsáveis por essa produção, mas porque nos colocamos inteiramente em Deus com o desejo de contribuir para que esse Reino cresça, com o desejo de contribuir para lançar a semente de mostarda, a pequena semente do Reino de Deus, diante de um ambiente hostil, diante de um ambiente ateu, que não crê em Deus, que não tem fé.
Lançamos, ali, a pequena semente da fé e confiamos que Deus fará o melhor. “Então, devia ter depositado o meu dinheiro no banco para que, ao voltar, eu o recebesse com juros”, disse aquele a quem o Senhor dirige esta parábola que escutamos. Em seguida, o patrão ordenou: “Tirai dele o talento e dai-o àquele que tem dez, porque a todo aquele que tem será dado mais, e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado. Quanto a este servo inútil, lançai-o lá fora, na escuridão, ali haverá choro e ranger de dentes”.
Que nossa atitude seja a atitude de quem, com alegria, lança a semente, para que a semente produza o fruto desejado. E o fruto desejado é a salvação. Abramos, irmãos e irmãs, o nosso coração para a salvação que vem de Deus, para a salvação que nos alcança.
Sobre você, desça e permaneça a bênção de Deus Todo-poderoso: Pai, Filho e Espírito Santo. Amém!
Padre Edson Oliveira
Padre Edson Oliveira é brasileiro, membro da Associação Internacional Privada de Fiéis – Comunidade Canção Nova no modo de compromisso do Núcleo.
Assinar:
Postagens (Atom)
.gif)














