sábado, 10 de maio de 2025

FELIZ DIA DAS MÃES!!! MÃE É... PALAVRA DOCE QUE VEM DO CORAÇÃO.......

MÃE... OBRIGADO PELO CUIDADO, POR ME GUIAR SEMPRE PARA CAMINHOS CERTOS.

FELICIDADES MÃE!!!

FELIZ DIA DAS MÃES!!!

FELIZ DIA DAS MÃES!

MÃE... SEUS BRAÇOS SEMPRE SE ABRIAM QUANDO EU QUERIA UM ABRAÇO. SEU CORAÇÃO COMPREENDIA QUANDO EU NECESSITAVA UMA AMIGA. SEUS OLHOS SE ENDURECIAM QUANDO EU PRECISAVA DE UMA LIÇÃO. SUA FORÇA E SEU AMOR ME GUIARAM E ME DERAM ASAS PARA VOAR.

FELIZ DIA DAS MÃES! MÃE... PALAVRA TÃO PEQUENINA, BEM SABEM OS LÁBIOS MEUS QUE ÉS DO TAMANHO DO CÉU E APENAS MENOS QUE DEUS! (MARIO QUINTANA)

FELIZ DIA DA MÃES! "MÃE"? É UMA PALAVRA MÁGICA QUE MOVE TODOS OS CORAÇÕES. AFINAL... DIA DAS MÃES É TODOS OS DIAS. FELICIDADES PARA TODAS AS MULHERES QUE SÃO MÃES.

FELIZ DIA DAS MÃES!

FELIZ SANTA MÃE!

Dia das Mães! Sejas Feliz.

MÃE.... SEMPRE PRECIOSA!!!

FELIZ DIA DAS MÃES!!! Oração de um filho pela mãe - Padre Marcelo Rossi



Oração de um filho pela sua Mãe com Pe. Marcelo Rossi

Senhor, agradeço-vos pela mãe que me destes e a qual tanto admiro em meu coração. Fazei que eu a ame sempre mais e que ela se sinta amada. Aumentai-lhe as alegrias e não permitais que eu me torne um peso para ela. Ajudai-me a perceber suas horas de cansaço e preocupações, para que eu possa servi-la como um "Cirineu". Ajudai-a a enfrentar, com renovada coragem, suas responsabilidades e de modo especial desincumbir do melhor modo possível. Que ela seja firme e severa quando necessário, sem deixar de ser boa. Que ela não se perca na impaciência, mas saiba perdoar minhas fraquezas. Que eu não repare, Senhor, em seus defeitos, mas em suas qualidades, e que eu saiba não só admirar seus bons exemplos, mas imitá-la. Conservai-a, ó Deus, no Vosso amor. E que nossa família, vivendo agora unida, sob Vossos cuidados e Vossas bênçãos. Amém.


AMO VOCÊ MAMÃE!

FELIZ DIA DAS MÃES! PARA SEMPRE MÃE! (Carlos Drummond de Andrade)

AMOR DE MÃE DURA ATÉ DEPOIS DO FIM...

AMOR DE MÃE DURA ATÉ DEPOIS DO FIM...


Oração Pela Mãe Falecida

Senhor, obrigado pela Mãe que me destes.
Obrigado pelo dom de nascer e pelo graça de ter sido gerado no ventre de minha mãe. Agora eu não a tenho mais comigo.
Ela está Contigo. Ela agora vive em Ti, que sois o Pai e Mãe de todos nós.
Abrace minha mãe Deus querido, pois eu já não posso mais dar este abraço.
Envolve-a com a Tua Luz Divina, pois ela merece todo o bem e todo carinho.
Daqui eu a perdoou por tudo o que não foi bom e como filho/a peço também o perdão.
Obrigado Senhor por esta graça de poder dizer estas palavras com todo amor e carinho que terei sempre por minha mãe.
Senhor, obrigado pela Mãe que me destes e que agora vive junto de Ti.
Amém!

A origem do Dia das Mães




A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".
Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.

"Não criei o dia das mães para ter lucro"

O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse um dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Neste mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem frequentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.

Cravos: símbolo da maternidade

Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.

No Brasil

O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.

Texto compilado das seguintes fontes
- Pesquisa de Daniela Bertocchi Seawright para o site Terra,
Fontes / Imagens:
· Norman F. Kendall, Mothers Day, A History of its Founding and its Founder, 1937.
· Main Street Mom
· West Virginia Oficial Site

- O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995.

- Revista Vtrine - artigo - Abril, S.P., 1999

sexta-feira, 9 de maio de 2025

AO ENTRAR QUE VENHA COM DEUS... AO SAIR QUE DEUS TE ACOMPANHE…

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA - 09/05/2025

ANO C


Jo 6,52-59

Comentário do Evangelho

A Eucaristia: Fonte de Vida


No evangelho, seguimos o discurso de Jesus sobre o Pão da Vida na sinagoga de Cafarnaum. Ao chegar ao final desse ensinamento, os judeus começam a questionar Jesus sobre o real significado de “comer sua carne”. Em resposta, o Mestre aprofunda o conceito do Pão do Céu, revelando a profundidade do dom da vida que Ele oferece.
É essencial que os judeus, e todos nós, compreendamos que, para aderir plenamente a Cristo, devemos aceitá-lo de maneira total, representada pela carne e pelo sangue. Somente aqueles que acreditam e se abrem ao dom da vida que Ele nos oferece encontrarão o verdadeiro sentido da existência. Caso contrário, permanecerão espiritualmente mortos, pois, sem Cristo, não há vida verdadeira em nós.
Comer sua carne e beber seu sangue não se limita a um rito simbólico. É um convite a participar ativamente da comunhão com Cristo, unindo-se a Ele no banquete da fé. Essa união, fruto da relação íntima entre o Pai e o Filho, transmite a vida eterna a todos aqueles que se alimentam do Pão que desceu do Céu.
Esse pão, que prefigura o maná dado aos israelitas no deserto, é distinto, pois enquanto o maná sustentou os judeus apenas fisicamente, o Pão da Vida oferece vida espiritual em abundância. Aqueles que o recebem experimentam uma renovação profunda que culmina na ressurreição no último dia, cumprindo assim as promessas do Antigo Testamento.
Portanto, ao comungarmos do Pão da Vida, estamos sendo nutridos pela vida de Cristo, sendo participantes da sua obra redentora e aguardando a plenitude dessa vida no Reino de Deus.
https://catequisar.com.br/liturgia/a-eucaristia-fonte-de-vida/

Comentário do Evangelho

Quem come este pão viverá para sempre


Temos acompanhado o discurso sobre o Pão da Vida na sinagoga de Cafarnaum. Em seu desfecho, os judeus discutem com Jesus acerca do significado de “comer sua carne”, o que faz o Mestre aprofundar o conceito do “Pão do Céu”, trazendo elementos vitais da existência humana. Na verdade, se os judeus não aderirem a Cristo em sua totalidade, representado pela carne e pelo sangue, se não crerem e se fecharem ao dom da vida dada por ele, estarão mortos; não encontrarão o verdadeiro sentido de sua existência porque não há, neles mesmos, vida em si. Comer sua carne e beber seu sangue é fazer parte com ele no banquete de comunhão; é permanecer fiel e unido a ele, celebrando também essa união junto à comunidade de fé. Essa comunhão é fruto da união entre o Pai e o Filho, que comunicam a vida a todos aqueles que se alimentam do “pão que desceu do céu”. Prefigurado pelo maná, que foi incapaz de deixar vivos os israelitas na caminhada do deserto, esse pão faz o fiel experimentar a vida em abundância, que atinge sua plenitude na ressurreição do último dia, cumprindo assim as profecias anunciadas no Antigo Testamento.
Pe. Jackson Câmara Silva, INJ, ‘A Bíblia dia a dia 2025’, Paulinas.
Fonte: https://www.facebook.com/ParoquiaSantaCruzCampinas e https://www.comeceodiafeliz.com.br/evangelho/quem-come-este-pao-vivera-para-sempre

Reflexão

Ao participarmos da Eucaristia, entramos em plena comunhão com Cristo, permanecemos nele e ele permanece em nós. Essa verdade de fé nos foi revelada pelo próprio Cristo, conforme narra o evangelista João. Por isso, procuremos valorizar cada vez mais nossa participação na celebração eucarística e sentir no nosso íntimo o valor e significado do corpo e sangue de Cristo que comungamos, pois, toda vez que vivemos esse sacramento, somos saciados por Cristo, que é a verdadeira comida. O primeiro relato sobre a instituição da Eucaristia nos foi deixado pelo apóstolo Paulo (cf. 1Cor 11,23-29), que, em nome de Cristo, enfrentou uma série de ameaças, perseguição e morte. Aquilo que João explica pela palavra, Paulo dá testemunho com a própria vida.
(Dia a Dia com o Evangelho 2025 - PAULUS)
https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/9-sexta-feira-10/

Reflexão

«Em verdade, em verdade, vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós»

Rev. D. Àngel CALDAS i Bosch
(Salt, Girona, Espanha)

Hoje, Jesus faz três afirmações capitais como são: que se deve comer a carne do Filho do homem e beber o seu sangue, que se não se comunga não se pode ter vida; e que esta vida é a vida eterna e é a condição para a ressurreição (cf. Jo 6,53.58). Não há nada no Evangelho tão claro, tão rotundo e tão definitivo como estas afirmações de Jesus.
Não sempre os católicos estamos à altura do que merece a Eucaristia: às vezes se pretende “viver” sem as condições de vida assinaladas por Jesus e, contudo, como tem escrito João Paulo II, «a Eucaristia é um dom demasiado grande para admitir ambiguidades e reduções».
“Comer para viver”: comer a carne do Filho do homem para viver como o Filho do homem. Este comer se chama “comunhão”. É um “comer”, e dizemos “comer” para que fique clara a necessidade de assimilação, da identificação com Jesus. Comunga-se para manter a união: para pensar como Ele, para falar como Ele, para amar como Ele. Aos cristãos fazia-nos falta a encíclica eucarística de João Paulo II, A Igreja vive da Eucaristia. É uma encíclica apaixonada: é “fogo” porque a Eucaristia é ardente.
«Ardentemente desejei comer convosco esta ceia pascal, antes de padecer» (Lc 22,15), dizia Jesus ao entardecer da Quarta-feira Santa. Temos de recuperar o fervor eucarístico. Nenhuma outra religião tem uma iniciativa semelhante. É Deus que entra no coração do homem para estabelecer aí uma relação misteriosa de amor. E desde aí se constrói a Igreja e se faz parte no dinamismo apostólico e eclesiástico da Eucaristia.
Estamos tocando a entranha mesma do mistério, como Tomás, que apalpava as feridas de Cristo ressuscitado. Os cristãos teremos de revisar a nossa fidelidade ao fato eucarístico, tal como Cristo o tem revelado e a Igreja nos o propõe. E temos de voltar a viver a “ternura” para a Eucaristia: genuflexões pausadas e bem feitas, incremento do número de comunhões espirituais... E, a partir da Eucaristia, os homens nos aparecerão sagrados, tal como são. E lhes serviremos com uma renovada ternura.

Pensamentos para o Evangelho de hoje

- «O mesmo Criador e Senhor da natureza, que faz a terra produzir pão, também faz do pão o seu próprio corpo (porque ele prometeu e tem o poder de fazê-lo), e aquele que transformou a água em vinho, faz do vinho o seu sangue. É a Páscoa do Senhor!» (São Gaudêncio de Brescia)

- «A Eucaristia continua a ser um 'sinal de contradição' e não pode deixar de sê-lo, porque um Deus que se faz carne e se sacrifica pela vida do mundo põe em crise a sabedoria dos homens» (Bento XVI)

- «O Senhor dirige-nos um convite urgente a recebê-lo no sacramento da Eucaristia: 'Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em ti' (Jo 6,53)» (Catecismo da Igreja Católica, nº 1.384)
https://evangeli.net/evangelho/feria/2025-05-09

Reflexão

João 6: o “Pão Eucaristia” contém o sacrifício do “Verbo Encarnado”

REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)
(Città del Vaticano, Vaticano)

Hoje, Jesus revela expressamente o alcance de sua encarnação: dar a vida pelo mundo. A Eucaristia, além de ser o sacramento de sua permanência entre nós, contém o dom de seu sacrifício por nós.
Isto se vê mais claramente no versículo 53, onde o Senhor menciona, também, seu Sangue, que Ele nos dá para "beber". Aqui, não somente mostra-se evidente a referência à Eucaristia, senão que também se perfila aquilo no que se baseia: o sacrifício de Jesus que derrama seu Sangue por nós e, deste modo, sai de Si mesmo, por assim dizer, se derrama, se entrega a nós. Assim, pois, Encarnação e Cruz se entrecruzam.
―O pão pressupõe que a semente ―o grão de trigo― caiu na terra, "morreu", e que de sua morte cresceu depois a nova espiga. O pão terreno pode chegar a ser portador da presença de Cristo porque leva em si mesmo o mistério da paixão, reúne em si morte e ressurreição.
https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2025-05-09

Comentário sobre o Evangelho

Jesus aos judeus: "Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna"


Hoje, as pessoas rejeitam Jesus porque não entendem as suas palavras: «Quem come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna». Não O compreendem e afastam-se d’Ele! É uma atitude curiosa: pouco antes, Cristo tinha multiplicado por milhares uns poucos pães e peixes. Foi um grande milagre que eles aceitaram sem entender e sem protestar. Até queriam fazê-Lo rei… Agora afastam-se de Jesus Cristo!
- Entender Deus é importante; aceitá-Lo é imprescindível. Jesus sabe como fazer as coisas: graças à Eucaristia podemos alimentar-nos de modo discreto com a sua Carne e o seu Sangue.
https://family.evangeli.net/pt/feria/2025-05-09

Meditação

A Palavra: dos ouvidos ao coração!

Há alguns dias estamos ouvindo Jesus se apresentar a nós como o Pão vivo descido do céu, fonte de vida eterna, para fortalecer nossa missão. Esse alimento de vida eterna é Jesus eucarístico que recebemos em cada missa. Descobrir o valor da Eucaristia, portanto, é vivenciar o sacramento eterno do amor de Deus, doado a nós no mistério da cruz. Desse modo, o desafio é aceitar, cada dia, que esse amor verdadeiro nos alimente e nos converta.
Saulo é um exemplo! Na experiência com Jesus, converteu seus ideais, avaliou sua vida, questionou seus propósitos e teve coragem de iniciar um novo caminho. Sua história nos impressiona, uma vez que ele era um grande inimigo da fé. Mas, Deus sempre tem um plano para cada filho seu! Ele conhece o coração e jamais desiste de nós, por isso, se faz alimento para nos guardar em seu amor e para ser uma presença constante em nossas vidas.
Oração
CONCEDEI-NOS, DEUS TODO-PODEROSO, que, tendo conhecido a graça da ressurreição do Senhor, possamos, pelo amor do vosso Espírito, ressurgir para uma vida nova. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
https://www.a12.com/reze-no-santuario/deus-conosco?data=09%2F05%2F2025&leitura=meditacao