quinta-feira, 28 de março de 2024

LITURGIA DIÁRIA - 28/03/2024


PALAVRAS DO SANTO PADRE

O serviço: um procedimento que é condição para entrar no Reino dos Céus. Servir, sim; servir a todos. Mas o Senhor, na troca de palavras que teve com Pedro (cf. Jo 13, 6-9), faz-lhe compreender que, para entrar no Reino dos Céus, devemos deixar que o Senhor nos sirva, que o Servo de Deus seja nosso servo. E isto é difícil de compreender. Se não deixo que o Senhor seja o meu servo, que o Senhor me lave, me faça crescer, me perdoe, não entrarei no Reino dos Céus. [...] E assim, com esta consciência da necessidade de ser lavados, sede grandes perdoadores! Perdoai! Coração com grande generosidade no perdão. É a medida com que seremos medidos: como tu perdoares, serás perdoado. Será a mesma medida. Não tenhas medo de perdoar. Às vezes surgem-nos dúvidas... Olha para Cristo [contempla o Crucificado]. N’Ele, temos o perdão de todos. Sede corajosos… mesmo no arriscar, no perdoar, para consolar. (Homilia na Santa Missa In Coena Domini, 9 de abril de 2020)

Oração para antes de ler a Bíblia


Meu Senhor e meu Pai! Envia teu Santo Espírito para que eu compreenda e acolha tua Santa Palavra! Que eu te conheça e te faça conhecer, te ame e te faça amar, te sirva e te faça servir, te louve e te faça louvar por todas as criaturas. Fazei, ó Pai, que pela leitura da Palavra os pecadores se convertam, os justos perseverem na graça e todos consigamos a vida eterna. Amém.


Missa do Crisma da Páscoa

Quinta-feira da Semana Santa
Cor: Branca

1ª Leitura - Is 61,1-3a.6a.8b-9
Missa do Crisma da Páscoa - 28/03/2024

O Senhor me ungiu e enviou-me para dar a boa-nova aos humildes.

Leitura do Livro do Profeta Isaías 61,1-3a.6a.8b-9
1O espírito do Senhor Deus está sobre mim,
porque o Senhor me ungiu;
enviou-me para dar a boa-nova aos humildes,
curar as feridas da alma,
pregar a redenção para os cativos
e a liberdade para os que estão presos;
2para proclamar o tempo da graça do Senhor
e o dia da vingança do nosso Deus;
para consolar todos os que choram,
3apara reservar e dar aos que sofrem por Sião
uma coroa, em vez de cinza,
o óleo da alegria, em vez da aflição.
6aVós sois os sacerdotes do Senhor,
chamados 'ministros de nosso Deus'.
8bEu os recompensarei por suas obras segundo a verdade,
e farei com eles uma aliança perpétua.
9Sua descendência será conhecida entre as nações,
e seus filhos se fixarão no meio dos povos;
quem os vir há de reconhecê-los
como descendentes abençoados por Deus.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Salmo responsorial - Sl 88(89),21-22.25.27 (R. cf. 2a)
Missa do Crisma da Páscoa - 28/03/2024

R. Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor.

21Encontrei e escolhi a Davi, meu servidor, *
e o ungi, para ser rei, com meu óleo consagrado.
22Estará sempre com ele minha mão onipotente, *
e meu braço poderoso há de ser a sua força. R.

25Minha verdade e meu amor estarão sempre com ele, *
sua força e seu poder por meu nome crescerão.
27Ele, então, me invocará: `Â Senhor, vós sois meu Pai, *
sois meu Deus, sois meu Rochedo
onde encontro a salvação!' R.

2ª Leitura - Ap 1,5-8
Missa do Crisma da Páscoa - 28/03/2024

Fez de nós um reino, sacerdotes para seu Deus e Pai.

Leitura do Livro do Apocalipse de São João 1,5-8
A vós graça e paz
5da parte de Jesus Cristo,
a testemunha fiel,
o primeiro a ressuscitar dentre os mortos,
o soberano dos reis da terra.
A Jesus, que nos ama,
que por seu sangue nos libertou dos nossos pecados
6e que fez de nós um reino,
sacerdotes para seu Deus e Pai,
a ele a glória e o poder, em eternidade. Amém.
7Olhai! Ele vem com as nuvens,
e todos os olhos o verão
- também aqueles que o traspassaram.
Todas as tribos da terra baterão no peito por causa dele.
Sim. Amém!
8'Eu sou o Alfa e o ômega', diz o Senhor Deus,
'aquele que é, que era e que vem,
o Todo-poderoso'.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Evangelho - Lc 4,16-21
Missa do Crisma da Páscoa - 28/03/2024


O Espírito do Senhor está sobre mim.

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 4,16-21
Naquele tempo:
16Jesus veio à cidade de Nazaré, onde se tinha criado.
Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado,
e levantou-se para fazer a leitura.
17Deram-lhe o livro do profeta Isaías.
Abrindo o livro,
Jesus achou a passagem em que está escrito:
18'O Espírito do Senhor está sobre mim,
porque ele me consagrou com a unção
para anunciar a Boa Nova aos pobres;
enviou-me para proclamar a libertação aos cativos
e aos cegos a recuperação da vista;
para libertar os oprimidos
19e para proclamar um ano da graça do Senhor.'
20Depois fechou o livro,
entregou-o ao ajudante, e sentou-se.
Todos os que estavam na sinagoga
tinham os olhos fixos nele.
21Então começou a dizer-lhes:
'Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura
que acabastes de ouvir.'

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


Missa da Ceia do Senhor

Quinta-feira da Semana Santa
Cor: Branca

Tema do dia

CEIA DO SENHOR: EIS O CORDEIRO DE DEUS!

O Senhor disse a Moisés e Aarão na terra do Egito: «Este mês será para vocês o principal, o primeiro mês do ano. Falem assim a toda assembleia de Israel: No dia dez deste mês, cada família tome um animal, um animal para cada casa. Se a família for pequena para um animal, então ela se juntará com o vizinho mais próximo de sua casa. O animal será escolhido conforme o número de pessoas e conforme cada uma puder comer. O animal deve ser macho, sem defeito, e de um ano. Vocês o escolherão entre os cordeiros ou entre os cabritos, e o guardarão até o dia catorze deste mês, quando toda a assembleia de Israel o imolará ao entardecer. Pegarão o sangue e o passarão sobre os dois batentes e sobre a travessa da porta, nas casas onde comerem o animal. Nessa noite, comerão a carne assada no fogo e acompanhada de pão sem fermento com ervas amargas. Vocês devem comê-lo assim: com cintos na cintura, sandálias nos pés e cajado na mão; vocês o comerão às pressas, porque é a páscoa do Senhor. Nessa noite, Eu passarei pela terra do Egito, matarei todos os primogênitos egípcios, desde os homens até os animais. E farei justiça contra todos os deuses do Egito. Eu sou o Senhor. O sangue nas casas será um sinal de que vocês estão dentro delas: ao ver o sangue, Eu passarei adiante. E o flagelo destruidor não atingirá vocês, quando Eu ferir o Egito. Esse dia será para vocês um memorial, pois nele celebrarão uma festa do Senhor. Vocês o celebrarão como um rito permanente, de geração em geração. (Ex 12,1-8.11-14)
Fonte: Arquidiocese BH em 01/04/2021

Tema do dia

CEIA DO SENHOR: FAÇAM ISTO EM MEMÓRIA DE MIM

O Senhor disse: «No dia dez, cada família tome um animal macho, de um ano. Pegarão o sangue e o passarão sobre a travessa da porta. Nessa noite, comerão a carne assada no fogo e acompanhada de pão sem fermento e com ervas amargas.» (Ex 12,1-8.11-14)
Fonte: Arquidiocese BH em 29/03/2018

PALAVRAS DO SANTO PADRE

A realidade que vivemos hoje, nesta celebração. O Senhor quer ficar conosco na Eucaristia, e nós tornamo-nos tabernáculos permanentes do Senhor. Trazemos conosco o Senhor, a ponto de Ele próprio nos dizer que, se não comermos o seu Corpo e não bebermos o seu Sangue, não entraremos no Reino dos Céus.  (...) Mas o Senhor, na troca de palavras que teve com Pedro faz-lhe compreender que, para entrar no Reino dos Céus, devemos deixar que o Senhor nos sirva, que o Servo de Deus seja nosso servo. E isto é difícil de compreender. Se não deixo que o Senhor seja o meu servo, que o Senhor me lave, me faça crescer, me perdoe, não entrarei no Reino dos Céus (Homilia da Ceia do Senhor, 9 de abril de 2020)


Primeira Leitura (Êx 12,1-8.11-14)
Ceia do Senhor - Quinta-feira Santa - 28/03/2024

Leitura do Livro do Êxodo:

Naqueles dias: 1O Senhor disse a Moisés e a Aarão no Egito: 2”Este mês será para vós o começo dos meses; será o primeiro mês do ano. 3Falai a toda a comunidade dos filhos de Israel, dizendo: No décimo dia deste mês, cada um tome um cordeiro por família, um cordeiro para cada casa.
4Se a família não for bastante numerosa para comer um cordeiro, convidará também o vizinho mais próximo, de acordo com o número de pessoas. Deveis calcular o número de comensais, conforme o tamanho do cordeiro.
5O cordeiro será sem defeito, macho, de um ano. Podereis escolher tanto um cordeiro, como um cabrito: 6e devereis guardá-lo preso até ao dia catorze deste mês. Então toda a comunidade de Israel reunida o imolará ao cair da tarde.
7Tomareis um pouco do seu sangue e untareis os marcos e a travessa da porta, nas casas em que o comerdes. 8Comereis a carne nessa mesma noite, assada ao fogo, com pães ázimos e ervas amargas.
11Assim devereis comê-lo: com os rins cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão. E comereis às pressas, pois é a Páscoa, isto é, a ‘Passagem’ do Senhor!
12E naquela noite passarei pela terra do Egito e ferirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até os animais; e infligirei castigos contra todos os deuses do Egito, eu, o Senhor.
13O sangue servirá de sinal nas casas onde estiverdes. Ao ver o sangue, passarei adiante, e não vos atingirá a praga exterminadora, quando eu ferir a terra do Egito. 14Este dia será para vós uma festa memorável em honra do Senhor, que haveis de celebrar por todas as gerações, como instituição perpétua.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Responsório Sl 115(116B),12-13.15-16bc.17-18 (R. cf. 1Cor 10,16)
Ceia do Senhor - Quinta-feira Santa - 28/03/2024

— O cálice por nós abençoado é a nossa comunhão com o sangue do Senhor.
— O cálice por nós abençoado é a nossa comunhão com o sangue do Senhor.

— Que poderei retribuir ao Senhor Deus por tudo aquilo que ele fez em meu favor? Elevo o cálice da minha salvação, invocando o nome santo do Senhor.
— É sentida por demais pelo Senhor a morte de seus santos, seus amigos. Eis que sou o vosso servo, ó Senhor, mas me quebrastes os grilhões da escravidão!
— Por isso oferto um sacrifício de louvor, invocando o nome santo do Senhor. Vou cumprir minhas promessas ao Senhor na presença de seu povo reunido.

Segunda Leitura (1Cor 11,23-26)
Ceia do Senhor - Quinta-feira Santa - 28/03/2024

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:

Irmãos: 23O que eu recebi do Senhor foi isso que eu vos transmiti: Na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão 24e, depois de dar graças, partiu-o e disse: “Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei isto em minha memória”.
25Do mesmo modo, depois da ceia, tomou também o cálice e disse: “Este cálice é a nova aliança, em meu sangue. Todas as vezes que dele beberdes, fazei isto em minha memória”. 26Todas as vezes, de fato, que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que ele venha.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Anúncio do Evangelho (Jo 13,1-15)
Ceia do Senhor - Quinta-feira Santa - 28/03/2024


Senhor, tu vais lavar-me os pés?

— Glória a vós, ó Cristo, Verbo de Deus.
—Eu vos dou este novo Mandamento, nova ordem, agora, vos dou, que, também, vos ameis uns aos outros, como eu vos amei, diz o Senhor. (Jo 13,34)

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + escrito por João.
— Glória a vós, Senhor.

1Era antes da festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai; tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim.
2Estavam tomando a ceia. O diabo já tinha posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, o propósito de entregar Jesus. 3Jesus, sabendo que o Pai tinha colocado tudo em suas mãos e que de Deus tinha saído e para Deus voltava, 4levantou-se da mesa, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura. 5Derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os com a toalha com que estava cingido.
6Chegou a vez de Simão Pedro. Pedro disse: “Senhor, tu me lavas os pés?” 7Respondeu Jesus: “Agora, não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás”.
8Disse-lhe Pedro: “Tu nunca me lavarás os pés!” Mas Jesus respondeu: “Se eu não te lavar, não terás parte comigo”. 9Simão Pedro disse: “Senhor, então lava não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça”.
10Jesus respondeu: “Quem já se banhou não precisa lavar senão os pés, porque já está todo limpo. Também vós estais limpos, mas não todos”.
11Jesus sabia quem o ia entregar; por isso disse: “Nem todos estais limpos”.
12Depois de ter lavado os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e sentou-se de novo. E disse aos discípulos: “Compreendeis o que acabo de fazer? 13Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou. 14Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. 15Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


Oração para depois de ler a Bíblia


Dou-Te graças, meu Deus, pelos bons propósitos, afetos e inspirações que me comunicastes nesta meditação; peço-Te ajuda para colocá-los em prática. Minha Mãe Imaculada, meu protetor São José e Anjo da minha guarda, intercedem todos por mim. Amém.

O Santo Tríduo Pascal e a Indulgência Plenária


Durante o santo Tríduo Pascal podemos ganhar para nós ou para os defuntos o dom da Indulgência Plenária se realizarmos algumas das seguintes obra estabelecidas pela Santa Sé.

Obras que gozam do dom da indulgência pascal:

Quinta-feira Santa

1. Se durante a solene reserva do Santíssimo, que segue à Missa da Ceia do Senhor, recitamos ou cantamos o hino eucarístico "Tantum Ergo" ("Adoremos Prostrados").

2. Se visitarmos pelo espaço de meia hora o Santíssimo Sacramento reservado no Monumento para adorá-lo.

Sexta-feira Santa

1. Se na Sexta-feira Santa assistirmos piedosamente à Veneração da Cruz na solene celebração da Paixão do Senhor.

bado Santo

1. Se rezarmos juntos a reza do Santo Rosário.

Vigília Pascal

1. Se assistirmos à celebração da Vigília Pascal (Sábado Santo de noite) e nela renovamos as promessas de nosso Santo Batismo.

Condições:

Para ganhar a Indulgência Plenária além de ter realizado a obra enriquecida se requer o cumprimento das seguintes condições:

A. Exclusão de todo afeto para qualquer pecado, inclusive venial.

B. Confissão sacramental, Comunhão eucarística e Oração pelas intenções do Sumo Pontífice. Estas três condições podem ser cumpridas uns dias antes ou depois da execução da obra enriquecida com a Indulgência Plenária; mas convém que a comunhão e a oração pelas intenções do Sumo Pontífice se realizem no mesmo dia em que se cumpre a obra.

É oportuno assinalar que com uma só confissão sacramental podemos ganhar várias indulgências. Convém, não obstante, que se receba frequentemente a graça do sacramento da Penitência, para aprofundar na conversão e na pureza de coração. Por outro lado, com uma só comunhão eucarística e uma só oração pelas intenções do Santo Padre só se ganha uma Indulgência Plenária.
A condição de orar pelas intenções do Sumo Pontífice se cumpre rezando-se em sua intenção um Pai Nosso e Ave-Maria; mas se concede a cada fiel cristão a faculdade de rezar qualquer outra fórmula, segundo sua piedade e devoção.

GOTAS DE MISERICÓRDIA - Diário de Santa Faustina §308 e §309




Diário de Santa Faustina §308

"1934. Quinta-Feira Santa. Jesus me disse: Desejo que faças o sacrifício de ti mesma pelos pecadores, especialmente por aquelas almas que perderam a esperança na Misericórdia de Deus."

Diário de Santa Faustina §309

"Deus e as almas — Ato de oferecimento
Diante do céu e da terra, diante de todos os Coros de Anjos, diante da Santíssima Virgem Maria, diante de todas as Potestades celestes, declaro a Deus Uno e Trino que hoje, em união com Jesus Cristo, Salvador das almas, faço espontaneamente o oferecimento de mim mesma pela conversão dos pecadores, especialmente por aquelas almas que perderam a esperança na misericórdia de Deus. Esse sacrifício consiste em eu aceitar, com total submissão à vontade de Deus, todos os sofrimentos, receios e temores que oprimem os  pecadores, entregando-lhes em troca  todos os consolos que tenha na alma, provenientes da convivência com Deus. Numa palavra, ofereço por eles tudo: Santas Missas, Santas Comunhões, penitências, mortificações e orações. Não tenho medo dos golpes  dos assaltos desferidos pela justiça de Deus  porque estou unida a Jesus. Ó meu Deus, desejo, dessa maneira, desagravar-Vos por aquelas almas que não confiam na Vossa bondade. Confio, contra toda [esperança], no oceano da Vossa misericórdia. Meu Senhor e meu Deus, meu quinhão  minha herança pelos séculos  não baseio esse ato de oferecimento nas minhas próprias forças, mas na força que decorre dos méritos de Jesus Cristo. Repetirei diariamente este ato de oferecimento com a oração seguinte, que Vós mesmo me ensinastes, Jesus:
"Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de misericórdia para nós, eu confio em Vós.'
Irmã Maria Faustina do Santíssimo Sacramento.
Quinta-Feira Santa, durante a Santa Missa, 29.03,1934."

JESUS, EU CONFIO EM VÓS!!!





TERÇO DA MISERICÓRDIA






TERÇO DA MISERICÓRDIA

"Quando rezarem este Terço junto aos agonizantes, Eu me colocarei entre o Pai e a alma agonizante, não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso".
JESUS, EU CONFIO EM VÓS!!!

APRENDA A REZAR O TERÇO DA MISERICÓRDIA

Para ser rezado nas contas do terço

No começo:

Pai nosso, que estais no céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Creio em Deus Pai, todo poderoso, criador do Céu e da Terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espirito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna Amém.

Nas contas de Pai Nosso, dirás as seguintes palavras usando o terço de Maria:

Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e dos do mundo inteiro.

Nas contas de Ave Maria rezarás as seguintes palavras:

Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

No fim, rezarás três vezes estas palavras:

Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro” (Diário, 476)

GOTAS DE MISERICÓRDIA - Diário de Santa Faustina §1052, §1053 e §1054




Diário de Santa Faustina §1052

"Ó meu Jesus, peço-Vos por toda a Igreja, concedei-lhe o amor e a luz do Espírito Santo, daí forças às palavras dos sacerdotes, para que os corações endurecidos se enterneçam e voltem a Vós, Senhor. Senhor, dai-nos santos sacerdotes! Sustentai-os Vós mesmo na santidade! Ó Divino e Sumo Sacerdote, que o poder da Vossa misericórdia os acompanhe em toda parte e os defenda das armadilhas e dos laços do demônio, que ele arma incessantemente para as almas deles. Que o poder da Vossa misericórdia, Senhor, destrua e aniquile tudo aquilo que possa obscurecer a santidade do sacerdote  porque Vós tudo podeis."

Diário de Santa Faustina §1053

"25.03.1937. Quinta-Feira Santa. Durante a santa Missa vi o Senhor, que me disse: Reclina a tua cabeça no Meu peito e descansa. — O Senhor estreitou-me ao Seu Coração e disse: Darei a ti uma parcela da Minha Paixão, mas não tenhas medo e sê corajosa. Não procures alívio, mas aceita tudo com submissão à Minha vontade."

Diário de Santa Faustina §1054

"Quando Jesus se despedia de mim, uma dor tão grande oprimiu a minha alma que não é possível expressa-lo. As forças físicas me abandonaram, sai depressa da capela e fui me deitar. Perdi a noção do que estava ocorrendo em minha volta. A minha alma sentia saudade do Senhor, e toda a amargura do Seu Coração divino comunicou-se a mim. Isso durou umas três horas. Pedia ao Senhor que me defendesse do olhar dos que me cercavam. Embora quisesse, eu não podia ingerir alimento o dia todo, até à noite. Eu desejava ardentemente passar a noite toda no calabouço com Jesus. Rezei até as onze horas; às onze o Senhor me disse: Deita-te e descansa. Eu te dei a sofrer em três horas o que sofri a noite inteira. E, imediatamente, deite-me na cama.
Forças físicas eu não tinha absolutamente; o sofrimento privou-me delas por completo. Durante todo esse tempo eu estava como que desfalecida, cada pulsar do Coração de Jesus refletia-se em meu coração e atravessava a minha alma. Se esses tormentos se relacionassem apenas comigo, eu teria sofrido menos, mas quando vejo que está sofrendo Aquele a quem meu coração ama com toda a sua força, e eu em nada O possa aliviar, o meu coração despedaça-se de amor e de amargura. Eu agonizava com Ele e não podia morrer; mas eu não trocaria esse martírio por todos os prazeres do mundo inteiro. Nesse sofrimento, o meu amor cresceu de modo inconcebível. Sei que o Senhor me sustentava com o Seu poder, porque de outra forma eu não aguentaria um momento sequer. Experimentei com Ele e, de maneira especial, todos os suplícios. O Mundo ainda ignora tudo que Jesus sofreu. Acompanhei-O no Jardim de Oliveiras, na calabouço e no julgamento no tribunal; estive com Ele em cada um dos Seus tormentos. Nenhum de Seus movimentos, nenhum olhar Seu me passou despercebido. E conheci todo o poder do Seu amor e da Sua misericórdia para com as almas."

JESUS, EU CONFIO EM VÓS!!!





Hoje é Quinta-feira Santa! Que você tenha um Ótimo Fim de Semana Santa!

Hoje é Quinta-feira Santa! Que você tenha um ótimo Fim de Semana Santa!

Que a sua Quinta-feira Santa seja maravilhosa. Tenha Jesus sempre no coração!


"Ele quis que, como em sua última Ceia, seus discípulos se reunissem e se recordassem dele abençoando o pão e o vinho: Fazei isto em memória de mim" (Lc 22,19).

Feliz Quinta-feira Santa!

A Quinta-feira Santa


A liturgia da Quinta-feira Santa é um convite a aprofundar concretamente no mistério da Paixão de Cristo, já que quem deseja segui-lo deve sentar-se à sua mesa e, com o máximo recolhimento, ser espectador de tudo o que aconteceu na noite em que iam entregá-lo.
E por outro lado, o mesmo Senhor Jesus nos dá um testemunho idôneo da vocação ao serviço do mundo e da Igreja que temos todos os fiéis quando decide lavar os pés dos seus discípulos.
Neste sentido, o Evangelho de São João apresenta a Jesus 'sabendo que o Pai pôs tudo em suas mãos, que vinha de Deus e a Deus retornava', mas que, ante cada homem, sente tal amor que, igual como fez com os discípulos, se ajoelha e lava os seus pés, como gesto inquietante de uma acolhida incansável..
São Paulo completa a representação lembrando a todas as comunidades cristãs o que ele mesmo recebeu: que aquela memorável noite a entrega de Cristo chegou a fazer-se sacramento permanente em um pão e em um vinho que convertem em alimento seu Corpo e seu Sangue para todos os que queiram recordá-lo e esperar sua vinda no final dos tempos, ficando assim instituída a Eucaristia.
A Santa Missa é então a celebração da Ceia do Senhor na qual Jesus, um dia como hoje, na véspera da su paixão, "enquanto ceava com seus discípulos tomou pão..." (Mt 26, 26).
Ele quis que, como em sua última Ceia, seus discípulos se reunissem e se recordassem dEle abençoando o pão e o vinho: "Fazei isto em memória de mim" (Lc 22,19).
Antes de ser entregue, Cristo se entrega como alimento. Entretanto, nesta Ceia, o Senhor Jesus celebra sua morte: o que fez, o fez como anúncio profético e oferecimento antecipado e real da sua morte antes da sua Paixão. Por isso "quando comemos deste pão y bebemos deste cálice, proclamamos a morte do Senhor até que ele volte" (1Cor 11, 26).
Assim podemos afirmar que a Eucaristia é o memorial não tanto da Última Ceia, e sim da Morte de Cristo que é Senhor, e "Senhor da Morte", isto é, o Ressuscitado cujo regresso esperamos de acordo com a promessa que Ele mesmo fez ao despedir-se: "Um pouco de tempo e já não me vereis, mais um pouco de tempo ainda e me vereis" (Jo 16, 16).
Como diz o prefácio deste dia: "Cristo verdadeiro e único sacerdote, se ofereceu como vítima de salvação e nos mandou perpetuar esta oferenda em sua comemoração". Porém esta Eucaristia deve ser celebrada com características próprias: como Missa "na Ceia do Senhor".
Nesta Missa, de maneira diferente de todas as demais Eucaristias, não celebramos "diretamente" nem a morte nem a ressurreição de Cristo. Não nos adiantamos à Sexta-feira Santa nem à noite de Páscoa.
Hoje celebramos a alegria de saber que esta morte do Senhor, que não terminou no fracasso mas no êxito, teve um por quê e um para quê: foi uma "entrega", um "dar-se", foi "por algo"ou melhor dizendo, "por alguém" e nada menos que por "nós e por nossa salvação" (Credo). "Ninguém a tira de mim,(Jesus se refere à sua vida) mas eu a dou livremente. Tenho poder de entregá-la e poder de retomá-la." (Jo 10, 18), e hoje nos diz que foi para "remissão dos pecados" (Mt 26, 28c).
Por isso esta Eucaristia deve ser celebrada o mais solenemente possível, porém, nos cantos, na mensagem, nos símbolos, não deve ser nem tão festiva nem tão jubilosamente explosiva como a Noite de Páscoa, noite em que celebramos o desfecho glorioso desta entrega, sem a qual tivesse sido inútil; tivesse sido apenas a entrega de alguém mais que morre pelos pobres e não os liberta. Porém não está repleta da solene e contrita tristeza da Sexta-feira Santa, porque o que nos interessa "sublinhar" neste momento, é que "o Pai entregou o Seu Filho para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna"(Jo 3, 16) e que o Filho entregou-se voluntariamente a nós apesar de que fosse através da morte em uma cruz ignominiosa.
Hoje há alegria e a Igreja rompe a austeridade quaresmal cantando o "glória": é a alegria de quem se sabe amado por Deus; porém ao mesmo tempo é sóbria e dolorida, porque conhecemos o preço que Cristo pagou por nós.
Poderíamos dizer que a alegria é por nós e a dor por Ele. Entretanto predomina o gozo porque no amor nunca podemos falar estritamente de tristeza, porque aquele que dá e se entrega com amor e por amor, o faz com alegria e para dar alegria.
Podemos dizer que hoje celebramos com a liturgia (1a. Leitura) a Páscoa. Porém a da Noite do Êxodo (Ex 12) e não a da chegada à Terra Prometida (Js 5, 10-ss).
Hoje inicia a festa da "crise pascoal", isto é, da luta entre a morte e a vida, já que a vida nunca foi absorvida pela morte mas sim combatida por ela. A noite do sábado de Glória é o canto à vitória porém tingida de sangue, e hoje é o hino à luta, mas de quem vence, porque sua arma é o amor.

QUINTA-FEIRA SANTA - DIA DA INSTITUIÇÃO DA EUCARISTIA, DO SACERDÓCIO E DO MANDAMENTO DO AMOR.

Quinta-feira Santa





Hoje celebramos a Instituição do Sacramento da Eucaristia. Jesus, desejoso de deixar aos homens um sinal da sua presença antes de morrer, instituiu a Eucaristia. Na Quinta-feira Santa, destacamos dois grandes acontecimentos:

Bênção dos Santos Óleos

Não se sabe com precisão, como e quando teve início a bênção conjunta dos três óleos litúrgicos.

Fora de Roma, esta bênção acontecia em outros dias, como no Domingo de Ramos ou no Sábado de Aleluia.

O motivo de se fixar tal celebração na Quinta-feira Santa deve-se ao fato de ser este último dia em que se celebra a missa antes da Vigília Pascal. São abençoados os seguintes óleos:

- Óleo do Crisma: Uma mistura de óleo e bálsamo, significando plenitude do Espírito Santo, revelando que o cristão deve irradiar “o bom perfume de Cristo”. É usado no sacramento da Confirmação (Crisma) quando o cristão é confirmado na graça e no dom do Espírito Santo, para viver como adulto na fé. Este óleo é usado também no sacramento do sacerdócio, para ungir os “escolhidos” que irão trabalhar no anúncio da Palavra de Deus, conduzindo o povo e santificando-o no ministério dos sacramentos. A cor que representa esse óleo é o branco ouro.

- Óleo dos Catecúmenos: Catecúmenos são os que se preparam para receber o Batismo, sejam adultos ou crianças, antes do rito da água. Este óleo significa a libertação do mal, a força de Deus que penetra no catecúmeno, o liberta e prepara para o nascimento pela água e pelo Espírito. Sua cor é vermelha.

- Óleo dos Enfermos: É usado no sacramento dos enfermos, conhecido erroneamente como “extrema-unção”. Este óleo significa a força do Espírito de Deus para a provação da doença, para o fortalecimento da pessoa para enfrentar a dor e, inclusive a morte, se for vontade de Deus. Sua cor é roxa.

Instituição da Eucaristia e Cerimônia do Lava-pés

Com a Missa da Ceia do Senhor, celebrada na tarde de quinta-feira, a Igreja dá início ao chamado Tríduo Pascal e comemora a Última Ceia, na qual Jesus Cristo, na noite em que vai ser entregue, ofereceu a Deus-Pai o seu Corpo e Sangue sob as espécies do Pão e do Vinho, e os entregou para os Apóstolos para que os tomassem, mandando-lhes também oferecer aos seus sucessores.

Nesta missa faz-se, portanto, a memória da instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. Durante a missa ocorre a cerimônia do Lava-Pés que lembra o gesto de Jesus na Última Ceia, quando lavou os pés dos seus apóstolos.

O sermão desta missa é conhecido como sermão do Mandato ou do Novo Mandamento e fala sobre a caridade ensinada e recomendada por Jesus Cristo. No final da Missa, faz-se a chamada Procissão do Translado do Santíssimo Sacramento ao altar-mor da igreja para uma capela, onde se tem o costume de fazer a adoração do Santíssimo durante toda à noite.

Prof. Felipe Aquino

Quinta-feira Santa: Missa do Crisma, dos Santos Óleos e da Unidade


Vivendo a Semana Santa em preparação para a Páscoa do Senhor – ocasião em que celebramos os mistérios da Paixão, morte e Ressurreição de nosso Salvador –, falemos sobre a Quinta-feira Santa, que nos insere no âmago do Mistério pascal de Cristo.

De fato, nas “Igrejas Catedrais”, pela manhã, temos a “Missa do Crisma” ou “Missa Crismal”, prelúdio do Tríduo Pascal – que se inicia propriamente com a Missa vespertina da Ceia do Senhor. Na “Missa do Crisma” se abençoam o óleo dos catecúmenos e dos enfermos e se consagra o Santo Crisma, daí, ser também chamada “Missa dos santos óleos”.

Renovam-se nela as promessas sacerdotais pronunciadas no dia da ordenação, sendo por isso mesmo também chamada Missa da Unidade, “expressando a comunhão diocesana em torno do mistério pascal de Cristo, constituindo um momento forte de comunhão eclesial, de participação intensa das comunidades e de valorização dos sacramentos da vida da Igreja”...

Fonte: Oratório São Luiz

AO ENTRAR QUE VENHA COM DEUS... AO SAIR QUE D EUS TE ACOMPANHE…