HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA - 17/05/2026
ANO A

SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR
Ano A – Branco
“Eis que eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo” Mt 28,20
60º O DIA MUNDIAL DAS
COMUNICAÇÕES SOCIAIS
“Preservar vozes e rostos humanos”
Mt 28,16-20
Ambientação
INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: Após uma vida de entrega e doação aos irmãos,
está a comunhão plena com Deus. Ele não nos deixa
só, promete o Divino Consolador para que cada um
dos batizados tenha o compromisso de continuar no
mundo sua missão. Ao voltar glorioso para o céu, o
Senhor glorifica o ser humano, pois um dia, todos
estaremos, lá, com ele.https://diocesedeapucarana.com.br/storage/107425/17-maio-2026--Ascen%C3%A7%C3%A3o-do-Senhor.pdf
INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: Irmãos e irmãs, neste domingo em que celebramos a
Ascensão do Senhor, elevemos nosso coração em ação de graças ao
Pai, que exaltou seu Filho glorioso.
Unidos a Maria e aos Apóstolos,
permaneçamos perseverantes na
espera do Espírito Santo, conforme a promessa de Cristo. Iniciamos
também a Semana de Oração pela
Unidade dos Cristãos; que o Senhor
nos conceda a graça de viver e testemunhar a unidade no Seu amor.
Recordemos, ainda, os meios de comunicação social, para que sejam
sempre instrumentos de promoção
do bem, difusão da verdade e estí- mulo à criatividade humana.https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Ano-50A-32-ASCENSAO-DO-SENHOR.pdf
JESUS NOS ESPERA NOS CÉUS
“Reinos da terra, celebrai o nosso Deus,
cantai-lhe salmos! Dai glória a Deus e
exaltai o seu poder sobre as nuvens,
aleluia”.Com essas palavras tiradas do salmo 67,
a Igreja, em sua liturgia, convida a todos
os fiéis a alegrarem-se e darem glória
a Deus, neste dia em que, em pleno
tempo pascal, celebramos a Solenidade da Ascensão de Jesus aos céus. Esta
solenidade é oficialmente celebrada 40
dias após a Ressurreição do Senhor, na
quinta-feira da sexta semana da Páscoa.
No Brasil e em muitos países, devido
à sua importância e para facilitar que
todos os católicos possam celebrá-la, a
solenidade é transferida para o domingo seguinte.O Catecismo da Igreja Católica, com
base no testemunho do Novo Testamento (ver Lc 24,50-53; At 1,9-11; Mc
16,19; Jo 20,17; Ef 4,8-10; Heb 4,14)
ensina, como parte de sua profissão
de fé, que Jesus ascendeu ao Céu, em
seu corpo glorificado, à vista de seus
apóstolos. Tal acontecimento é histórico é parte essencial do mistério Pascal;
não constitui o fim da missão de Jesus
Cristo, mas sim, uma nova forma de presença, invisível aos olhos humanos, mas
vivenciada e percebida aos olhos da fé.
Tão pouco constitui apenas um deslocamento meramente físico de Jesus; mais
do que isso: Ele entra definitivamente
na plenitude divina de Deus, onde
“senta-se à direita do Pai”, participando plenamente do poder, da honra e da
autoridade divina. Em outras palavras,
a Ascensão do Senhor é a glorificação
definitiva da humanidade de Cristo, que
no mistério da Encarnação, celebrado
no Natal, assume no tempo e para toda
a eternidade a natureza humana. Ascendendo aos Céus, Jesus nos precede
na participação da Glória de Deus, leva
a nossa humanidade consigo e revela
com clareza os desígnios de Deus para a
humanidade. E nos Céus, “Jesus exerce
em caráter permanente seu sacerdócio,
por isso, Ele tem poder ilimitado para
salvar aqueles que, por seu intermédio,
se aproximam de Deus” (CIC 662).O mistério da Ascensão de Cristo guarda
um paradoxo interessante: Ele sobe aos Céus, onde nos espera, e, ao mesmo
tempo, permanece conosco mantendo
a Sua presença viva na Igreja, nas palavras de São Paulo Apóstolo, “o Corpo
místico de Cristo” em que Ele é a cabeça e verdadeiramente presente na
Eucaristia.Segundo a narrativa do Evangelho, antes de subir aos céus, Cristo deixa-nos
um mandato: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os
em nome do Pai, do Filho, e do Espírito
Santo” (Mt 28, 19). Ao longo de 21 séculos de história, a Igreja católica, assistida pelo Espírito Santo, unida ao Santo
Padre, aos Bispos com os seus presbíteros, diáconos e todos os batizados,
vêm incansavelmente cumprindo essa
missão com seu apostolado pessoal,
santificando os fiéis com a celebração
dos sacramentos, anunciando o Querigma, catequizando; com as suas obras de
misericórdia corporais e espirituais praticam o mandamento do amor a Deus e
ao próximo, ao mesmo tempo em que
santificam-se, seja nos conventos como
em meio ao dia a dia da vida cotidiana.
Com as suas pastorais, institutos educativos, hospitais, casas de acolhida, os
fiéis discípulos de Jesus Cristo, cada qual
segundo o carisma e vocação suscitados
por Deus, procuram, como é vontade de
Jesus, serem “o sal da terra e a luz do
mundo”, em meio às sombras e luzes
da história humana. É fato que a Igreja
Católica, apesar de seus limites humanos, é a instituição que mais bem faz à
humanidade.A Solenidade da Ascensão de Jesus nos
recorda o fim último para onde se encaminha a nossa existência: o Reino dos
Céus. Auxiliados e movidos pela virtude
teologal da esperança que recebemos
como graça no sacramento do batismo,
vivemos no mundo sem sermos mundanos, com um pé na terra e os olhos para
a eternidade, onde Jesus nos espera.
Ali, onde segundo o Livro do Apocalipse, “Deus enxugará toda a lágrima;
e não haverá mais morte, nem pranto,
nem dor” (Ap 21,4).Pe. Michelino RobertoVigário Episcopal para as Comunicações Sociaishttps://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Ano-50A-32-ASCENSAO-DO-SENHOR.pdf
Comentário do Evangelho
A Ascensão do Senhor e o envio missionário da Igreja

A Solenidade da Ascensão não é a despedida de um Jesus que vai embora, mas a glorificação do Senhor que assume Sua autoridade sobre o céu e a terra. No Evangelho de Mateus, Jesus reúne os Seus discípulos na Galileia e lhes dá o mandato missionário: “Ide, portanto, e fazei discípulos de todas as nações”. Ele nos envia para batizar e ensinar, garantindo que a Sua presença agora é espiritual e universal.A Ascensão abre para a humanidade as portas da eternidade. Jesus, ao subir ao Pai, leva consigo a nossa natureza humana glorificada. Nossa esperança hoje se renova: o Céu é a nossa verdadeira pátria. Mas, enquanto caminhamos na terra, não podemos ficar “olhando para o céu” de braços cruzados. Somos chamados a ser o “Corpo de Cristo” no mundo, agindo com a força da Sua promessa: “Eis que estarei convosco todos os dias, até o fim do mundo”.https://catequisar.com.br/liturgia/17-05-2026/
Reflexão
Obedecendo ao pedido do Mestre, os discípulos se dirigem à Galileia, onde acontece o último encontro com o Ressuscitado. Na Galileia Jesus iniciou sua missão e lá a conclui. É nas periferias, fora do grande centro religioso e político, que o pequeno grupo também é convidado a iniciar sua missão. Antes de deixar os apóstolos, Jesus lhes transmite as últimas instruções, entrega-lhes o programa de vida. Com o poder recebido de Deus, Jesus lhes confia a tarefa de ensinar “todas as nações”. Todos somos convidados a seguir os passos do Mestre. A prática do batismo em nome da Santíssima Trindade nasceu no início da Igreja e perdura até hoje. Mateus conclui seu Evangelho confirmando o que disse no início: Jesus é o Emanuel, o Deus conosco, “estarei com vocês todos os dias”. Com sua ascensão, Jesus não abandona a humanidade, assim como não abandonou o céu quando desceu à terra. Cristo continua presente na humanidade e comprometido com ela na ação de cada um de seus seguidores.(Dia a dia com o Evangelho 2026)https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/17-domingo-10/
Reflexão
«Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra»
Dr. Josef ARQUER(Berlin, Alemanha)
Hoje contemplamos umas mãos que abençoam —o último gesto terreno do Senhor (cf. Lc 24,51). Ou algumas pegadas marcadas numa colina —o ultimo sinal visível da passagem de Deus pela nossa terra. Em algumas ocasiões, representa-se essa colina como uma rocha, e a pegada de suas pisadas ficam gravadas não sobre a terra, mas na rocha. Como que aludindo àquela pedra que Ele anunciou e que rapidamente será selada pelo vento e pelo fogo do Pentecostes. A iconografia emprega desde a antiguidade esses símbolos tão sugestivos. E também a nuvem misteriosa —sombra e luz ao mesmo tempo que acompanha tantas teofanias já no antigo testamento. O rosto do Senhor nos deslumbraria.São Leão Magno ajuda-nos a aprofundar o acontecimento: «O que era visível no nosso Salvador passou agora aos seus mistérios». A que mistérios? Aos que confiou à sua Igreja. O gesto da bênção realiza-se na liturgia, as pegadas sobre a terra marcam o caminho dos sacramentos. E é um caminho que conduz à plenitude do definitivo encontro com Deus.Os apóstolos terão tido tempo para se habituar ao outro modo de ser do seu Mestre ao longo daqueles quarenta dias, nos quais o Senhor— dizem-nos os exegetas— não “se aparece”, mas que —numa tradução fiel literal— “se deixa ver”. Agora nesse último encontro, renova-se o assombro. Porque agora descobrem que, daqui em diante, não só anunciarão a Palavra, mas que infundirão vida e saúde, com o gesto visível e a palavra audível: no batismo e nos outros sacramentos.«Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra» (Mt 28, 18). Toda a autoridade… Ir a todas as gentes… E ensinar a guardar tudo… E Ele estará com eles —com a sua Igreja, conosco— todos os tempos (cf Mt 28,19-20). Esse “todo” retumba através do espaço e do tempo, afirmando-nos na esperança.
Pensamentos para o Evangelho de hoje
- «Os Apóstolos aproveitaram tanto a Ascensão do Senhor que tudo o que antes lhes causava medo, depois tornou-se alegria. A partir daquele momento elevaram toda a contemplação da sua alma à divindade sentada à direita do Pai» (São Leão Magno)
- «A Ascensão de Jesus ao céu constitui o fim da missão que o Filho recebeu do Pai e o início da continuação desta missão por parte da Igreja, que durará até o fim da história e contará com a ajuda do Senhor Ressuscitado» (Francisco)
- «A Tradição sagrada e a Sagrada Escritura estão intimamente unidas e compenetradas entre si. Com efeito, derivando ambas da mesma fonte divina, fazem como que uma coisa só e tendem ao mesmo fim. Uma e outra tornam presente e fecundo na Igreja o mistério de Cristo, que prometeu estar com os seus, ‘sempre, até ao fim do mundo’ (Mt 28, 20)» (Catecismo da Igreja Católica, n. 80)https://evangeli.net/evangelho/feria/2026-05-17
Reflexão
A ascensão: Cristo recebe a homenagem do céu
Rev. D. Joaquim MESEGUER García(Rubí, Barcelona, Espanha)
Hoje, contemplamos como antes de subir aos céus com seu corpo ressuscitado, Jesus manda à Igreja continuar com sua missão no mundo, daí a responsabilidade de predicar o Evangelho, ensinar às pessoas, fazer novos discípulos e batizar.Cristo regressa à glória de Deus e deixa de fazer-se fisicamente visível. Depois de ter vivido entre nós e de sacrificar-se amorosamente por nós, Jesus Cristo está agora "sentado" à direita do Pai: o Céu lhe rende homenagem e o Pai aceita o sacrifício oferecido por nossa salvação. Jesus voltará para julgar aos vivos e mortos, e seu reino não terá fim. Enquanto, Ele não nos abandona, e sim que pelo Espírito Santo, está e estará sempre conosco hasta o fim do mundo.— Alabamos-te, Pai, porque em Cristo nos dás a vida e a graça. Pedimos-te que nos concedas participar um dia da glória que teu Filho já possui em plenitude.https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2026-05-17
Reflexão
Na Ascensão, o “ir-se” de Jesus é um “vir”, um novo modo de proximidade
REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)(Città del Vaticano, Vaticano)
Hoje, o Jesus que se despede não vai a nenhum sítio de um astro longínquo. Entra na comunhão de vida e poder com o Deus vivo, na situação de superioridade de Deus sobre todo o espaço. Por isso “não partiu”, mas, em virtude do próprio poder de Deus, agora está sempre presente junto de nós e para nós.Nos discursos de despedida no Evangelho de João, Jesus diz precisamente isto aos seus discípulos: “Eu vou, mas voltarei para vós”. Aqui está maravilhosamente sintetizada a peculiaridade do “ir-se” de Jesus, que é ao mesmo tempo o Seu “vir”, e assim fica também explicado o mistério à cerca da cruz, da ressurreição e da ascensão. Assim, o Seu “ir-se” é precisamente um “vir”, um novo modo de proximidade, de presença permanente, que João coloca também em relação com a alegria, mencionada no Evangelho de Lucas.- Ele agora não está só num lugar, mas está presente ao lado de todos, e todos O podem invocar em qualquer lugar e ao longo da história.https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2026-05-17
Reflexão
A Ascensão: Jesus, junto do Pai, vê-nos e ouve-nos sempre
REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)(Città del Vaticano, Vaticano)
Hoje, Jesus está junto do Pai, não está longe, mas perto de nós. No Evangelho há uma pequena narração muito bonita (cf. Mc 6,45-52), em que Jesus, durante a sua vida terrena, antecipa este modo de proximidade.Depois da multiplicação dos pães, o Senhor manda os discípulos subirem para a barca enquanto Ele despede a multidão. Depois retira-se “para a montanha” para orar. Portanto, os discípulos estão sozinhos na barca. Tinham ventos contrários, mar agitado. Estão ameaçados pela força das ondas e pela tempestade. O Senhor parece estar longe, a rezar na montanha. Mas como está perto do Pai, Ele vê-os. E como está a vê-los, vem ter com eles caminhando sobre o mar, sobe para a barca e faz que a travessia seja possível até ao destino.- Esta imagem é adequada ao tempo da Igreja. O Senhor está “na montanha” do Pai. Por isso vê-nos e pode subir em qualquer altura para a barca da nossa vida. Podemos invocá-Lo sempre, com a segurança de que Ele sempre nos vê e sempre nos ouve!https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2026-05-17
Comentário do Evangelho
Jesus sobe à casa do Pai com o Seu corpo ressuscitado
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Hoje, por fim, chega a Ascensão do Senhor. Gostaríamos de viver com Jesus como as pessoas de seu tempo. Mas devemos nos alegrar que Jesus Cristo volte a sua “Casa”, de onde veio para salvar-nos. Ai está com o Pai e eo Espírito Santo. Jesus Cristo, todo Ele, com seu Corpo ressuscitado, é recebido com homenagens no mundo divino. Ai o esperavam São José, os anjos e todos os santos...—Que felicidade! Todos —Deus, os anjos e os santos— reunidos para sempre e unidos em um amor eterno. E todos eles estão em comunhão conosco!https://family.evangeli.net/pt/feria/2026-05-17
Meditação
A PALAVRA: DOS OUVIDOS AO CORAÇÃO!
Quanta gratidão ao querido Pai pela Ascensão de seu Filho, que assim volta para a plena convivência trinitária nos céus! Mas São Paulo nos sugere: peçamos a Ele-Pai que nos dê “um espírito de sabedoria”, abra-nos o coração para percebermos a esperança que Ele nos garante, a riqueza da glória em nossa “herança com os santos”, o imenso poder que Ele “exerceu em favor de nós que cremos”.Mas o que tão grandioso fez por nós? Ele ressuscitou Jesus, “vencedor do pecado e da morte”, e o fez “sentar-se à sua direita”. E agora sim a grandiosidade “fez dele a Cabeça da Igreja, que é seu corpo, a plenitude daquele que possui a plenitude universal”.Você conseguiu entender? Se não, que caiba em seu coração! Na união mais profunda e vital possível, o Pai nos une a seu Filho ressuscitado, sentado à sua direita. União como a dos membros de um corpo, com a cabeça desse mesmo corpo. Que maravilha! Então, o Jesus total não mais existe sem nós, seus membros. Jesus tem sua “plenitude universal” apenas contando conosco. Nós-membros não mais existimos, pra valer, sem nossa Cabeça!Dia assim de “santa alegria e fervorosa ação de graças”, pois na Ascensão do Filho, nossa humanidade foi elevada para junto do Pai! Ele nos precedeu “como nossa Cabeça”, assim nos chama e nos espera “para a glória como membros do seu corpo”; “abriu-nos o caminho para onde ele mesmo está”.A nós resta, ainda como gratidão ao Pai, realizar o maior esforço que nos seja possível, de nos unir vitalmente a Jesus. E tempo para essa chance imperdível é nossa vida de peregrinos na terra.Abraçar o testamento que Jesus nos confia exatamente em sua Ascensão. O tempo visível dele aqui terminara, mas não sua missão. Seu coração divino-amoroso não concebia que sua irmã-humanidade, seu Corpo que continuava na terra, nem sequer soubesse desse plano, a partir dele, que o Pai sonhara para todo ser humano.Sim, pede aos Apóstolos, às primícias de sua Igreja, que não se afastem de Jerusalém, antes de receberem a promessa do Pai, serem batizados “com o Espírito Santo” para serem suas “testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e na Samaria, e até os confins da terra”. Então, que vão e façam discípulos seus “todos os povos”, membros dele-Cabeça, batizando-os, mergulhando-os já na Trindade, ensinando-lhes o que Ele mesmo ordenara, o Caminho para o Pai, caminho que é Ele mesmo.Pai, obrigado! Espera-nos, não queremos decepcionar-te ou, muito menos, perder essa chance única de vida plena que nos ofereces, amém.Pe. Domingos Sávio, C.Ss.R.https://www.a12.com/reze-no-santuario/deus-conosco?data=17%2F05%2F2026&leitura=meditacao

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