segunda-feira, 16 de abril de 2018

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 17/04/2018

ANO B


Jo 6,30-35

Comentário do Evangelho

O pão descido do céu.

A multidão saciada e que insistentemente procura Jesus e é por ele flagrada no seu interesse e equívoco, interroga-o acerca do sinal ou da obra que ele realiza. Lembremos que na boca dos opositores de Jesus e da multidão a palavra “sinal” tem um sentido muito diferente do que o empregado pelo evangelista no livro dos sinais. Para eles, “sinal” é uma obra espetacular, quase cinematográfica, sobrenatural, em benefício de quem a realiza. O sinal seria para eles uma prova inequívoca da verdadeira identidade de Jesus. É o que satanás sugere a Jesus ao provocá-lo para saltar do pináculo do Templo (Mt 4,5-7; Lc 4,9-11). Uma vez mais parece que os que interrogam Jesus estão mergulhados no equívoco: não foi Moisés quem, na travessia do deserto, havia dado ao povo o maná, mas Deus mesmo (cf. Ex 16,4). Mais ainda, o maná era somente figura do verdadeiro pão que Deus haveria de dar e que, agora, efetivamente dá ao seu povo. Jesus Cristo é esse pão descido do céu, isto é, dado por Deus, que sustenta quem nele crê e nele põe a sua confiança.
Carlos Alberto Contieri, sj
Oração
Pai, dá-me sensibilidade para perceber que a presença de Jesus, na nossa história, é a grande obra que realizaste: dar-nos a vida eterna.
Fonte: Paulinas em 06/05/2014

Vivendo a Palavra

Jesus é, antes e acima de tudo, aquele que É. Houve ocasião em que Ele disse apenas ‘Eu sou’. Em outras, acrescentava: a Luz do Mundo, a Porta das Ovelhas, o Bom Pastor, a Ressurreição e a Vida, Mestre e Senhor, Caminho, Verdade e Vida. Quem é Jesus para mim?
Fonte: Arquidiocese BH em 06/05/2014

VIVENDO A PALAVRA

Jesus nos ensina a identificar o verdadeiro Pão que desce do Céu: «O pão de Deus é aquele que dá vida ao mundo.» Será que o jeito de ser cristão que nós anunciamos aos irmãos nos leva a viver com mais esperança, alegria e gratidão? Ou – quem sabe? – nossa prática religiosa é mais um fardo sobre os ombros nossos e deles?

Reflexão

Um dos caminhos que temos para conhecer melhor a pessoa de Jesus é o sacramento da eucaristia. Porém, esse caminho exige de todos nós uma postura de fé diante dele e uma abertura para as realidades que estão além da materialidade. As pessoas que só buscam a saciedade material e procuram Jesus apenas para a satisfação desse tipo de necessidade são incapazes de buscar o alimento que não se perde e que nos leva a reconhecer que Jesus é aquele que o Pai marcou com o seu selo. Essas pessoas não são capazes de ver que Jesus é o enviado do Pai e, por isso, não acreditam nele.
Fonte: CNBB em 06/05/2014

Recadinho

Quais os motivos que levam você a praticar a religião? - Cite um sinal da manifestação de Deus em sua vida. - Nós também não corremos o risco de nos preocuparmos somente com as coisas deste mundo? - Você trabalha pelo “alimento que dura para a vida eterna”? Como?
Padre Geraldo Rodrigues, C.Ss.R
Fonte: a12 - Santuário Nacional em 06/05/2014

Reflexão

As multidões pedem a Jesus um sinal grandioso, à semelhança do maná, “o pão que veio do céu” e que os antepassados comeram no deserto. Não levam em conta a “multiplicação” dos pães e peixes do dia anterior. Jesus procura trazê-los à nova realidade: “o verdadeiro pão que vem do céu” é uma pessoa, é ele próprio, o Messias, o Filho de Deus. A missão do Messias não é dar espetáculo, não é impressionar com fatos extraordinários. Seu grande sinal é dar a vida. Não só mediante sua morte na cruz. Sua vida, ele a entrega diariamente em favor do povo, sobretudo do povo marginalizado e oprimido: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim nunca mais terá fome, e quem acredita em mim nunca mais terá sede”. Jesus é o pão que nos traz vida em abundância. Precisamos entrar em comunhão com ele.
(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)

Comentário do Evangelho

A IDENTIDADE PROVADA

Por mais espetaculares que fossem os milagres, sobrava sempre uma ponta de desconfiança a respeito de identidade de Jesus. Exigia-se dele provas mais e mais contundentes de sua condição de Messias, Filho de Deus.
Moisés havia alimentado o povo, na dura caminhada pelo deserto, com o maná vindo do céu, comprovando ser, deveras, enviado de Deus. Para ser aceito, também Jesus teria de realizar um feito de tal magnitude, que não seria possível duvidar ser ele, de fato, o enviado de Deus.
A resposta de Jesus às suspeitas do povo foi sutil. Ele negou ter sido Moisés o autor do milagre no deserto. Quem alimentou o povo faminto foi o Pai. Além disso, o alimento de outrora não era o alimento verdadeiro, como o que Jesus oferecia agora: o pão que desce do céu para trazer vida ao mundo.
A multidão estava diante de um milagre, que era urgente reconhecer: Jesus. Ele é o milagre do Pai, seu dom excelente, prova de sua benevolência para com uma humanidade faminta, que caminha errante pelos desertos do mundo. É a única possibilidade de salvação, para quem não quer desfalecer pelo caminho. É o sinal permanente do amor do Pai, a indicar os rumos da pátria prometida.
Não tem cabimento a multidão exigir milagres de Jesus. Basta o sinal oferecido pelo Pai. Quem o acolhe coloca-se no caminho da salvação.
Oração
Espírito de benevolência, afasta de mim toda desconfiança, e conduze-me à uma fé sólida no Ressuscitado, sinal do amor do Pai para conosco.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Oração
Ó Deus, que abris as portas do reino dos céus aos que renasceram pela água e pelo Espírito Santo, aumentai em vossos filhos e filhas a graça que lhes destes para que, purificados de todo pecado, obtenham os bens que prometestes. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Dom Total em 06/05/2014

Meditando o evangelho

QUE MILAGRES REALIZAS?

A questão apresentada a Jesus põe em xeque a idoneidade e a credibilidade de sua missão. Era como se estivessem pedindo suas credenciais. Se não pudesse provar que estava agindo com autoridade, seria um simples impostor.
Servindo-se de uma brecha oferecida por seus interlocutores, o Mestre lhes sugere uma reflexão. Segundo eles, no passado, Moisés havia revelado a veracidade de sua missão ao alimentar a multidão com o maná descido do céu. Também, Jesus deveria fazer algo para provar quem ele era.
A ponderação de Jesus levanta dúvidas sobre uma crença inquestionável: o milagre não fora realizado por Moisés, mas pelo Pai. Este, sim, foi quem alimentou o povo na sua penosa marcha pelo deserto. O Pai estava tomando novamente a mesma providência de alimentar seu povo. Só que, agora, o maná era seu próprio Filho. Por isso, este podia apresentar-se como "o pão da vida", capaz de saciar a fome e a sede de quantos se deixassem atrair por ele.
Por conseguinte, antes de mais nada, era mister perceber o sinal que o Pai estava realizando na pessoa de seu Filho. Qualquer outro milagre seria inútil, se este sinal fundamental não fosse percebido.
A perspicácia teológica dos interlocutores de Jesus estava sendo posta à prova.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Oração
Pai, dá-me sensibilidade para perceber que a presença de Jesus, na nossa história, é a grande obra que realizaste: dar-nos a vida eterna.

COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. A Religião do Deus Providente.
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

No meio da multidão que procura Jesus, como no evangelho de ontem, há grupos que já tem uma raiz religiosa, portanto uma Tradição antiga como a Religião de Israel. Esse grupo, com quem hoje neste evangelho, Jesus está debatendo, traz no coração e na mente essa Cultura Religiosa do “Deus Providente”, que foi em verdade a experiência profunda dos seus pais com o Deus da Aliança.
No fundo o grupo reflete a cultura de hoje, quando se trata de religião, onde o Deus da Providência tem que dar e oferecer Segurança, Saúde, Prosperidade aos Crentes que Nele creem. Busca-se neste sobrenatural que é o Divino, coisas que nem sempre se pode ter.
Que garantia podemos ter de que, ao sair de nossa casa não seremos assaltados? Ou quem sabe, vítimas fatais de um acidente de trânsito? Que garantias podemos ter de que no final da tarde ainda teremos o nosso emprego. Que garantias podemos ter de que a esposa seja boa, os nossos filhos sejam bons e não nos tragam nenhum problema? Resposta para todas essas perguntas: Nenhuma! Então no Fenômeno Religioso da atualidade, essas perguntas para as quais não temos respostas, deixamos com Deus em quem confiamos, e que, se formos bons cristãos, pessoas de oração, participantes da comunidade, frequentadores assíduos de celebrações e Sacramentos, Dizimistas Zelosos, nos livrará de tudo isso.
Observem como se comporta um cristão quando vítima de alguma fatalidade, logo vem a queixa e o questionamento: Por que justamente comigo isso aconteceu, Senhor? É como se nos queixássemos, “Puxa Deus! Por que o Senhor não fez nada para evitar que isso acontecesse comigo que sou Servo tão fiel?”
Diante da fatalidade há pessoas que abandonam a comunidade, a Vida de Fé. Por que? Porque confiaram em um Deus que não os conseguiu livrar do Mal das tragédias inesperadas. Resumindo bem, para o homem da pós modernidade, Religião significa Segurança! Naquilo que eu não posso resolver nem mudar, tenho um Deus que faz por mim. Parece que é obrigação da Divindade oferecer-me Segurança e Proteção contra todos os males que possam me atingir.
O jogador que entra em campo, toca no gramado e faz o sinal da Cruz, está buscando proteção para seu corpo e seu time. Deveria ser outro o significado, ao fazer o sinal da cruz, “Estou em comunhão com o meu Deus, na prática desse esporte”. O Sinal da Cruz, que é um gesto de comprometimento de se viver na comunhão com a Trindade, virou um amuleto de sorte, um gesto de superstição.
O evangelho de hoje mostra bem essa cultura muito presente no Israelita mais Fiel: o tamanho da minha Fé é do mesmo tamanho das obras que Deus realizou em minha vida! E eles tinham fortes e boas razões para acreditar nisso: afinal seus antepassados foram libertos das garras dos Egípcios, um Deus que abriu as águas do mar, deu-lhes água, pão e carne em toda a travessia do deserto. O grande problema desse grupo que debate com Jesus, e do homem “Religioso” da Pós Modernidade, é o de não querer mudar, saindo da Religião do “Venha anos o Vosso Reino” para a Religião do comprometimento total. Conversão é isso, compreender no fundo da alma e do coração, que Jesus o Filho de Deus não nos deu o Pão, mas Ele se fez Pão, para nutrir a nossa Fé e o nosso Amor, para também nós nos fazermos pão, que sustenta e fortalece a Vida do outro. Religião é doação, desapego, esvaziamento, para servir os outros.
Se não compreendermos isso, continuaremos no mesmo refrão desse grupo, diante de Jesus: Que sinal nos fazes pare possamos crer em ti? A Fé autêntica e verdadeira vem bem antes do milagre, ela brota da Palavra Viva do Santo Evangelho, que me torna um colaborador na edificação do Reino de Deus.

2. O pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Jesus sabia que as pessoas o procuravam por terem comido o pão e o peixe. Pedem agora um sinal para poder acreditar nele. Acabaram de ver a multiplicação dos pães. O que querem, porém, não é um sinal. É pão. Continuam insistindo no pão dado de graça e lembram que Moisés tinha dado pão para o povo no deserto. Jesus lhes explica que o verdadeiro pão do céu não é aquele do deserto, e sim o pão que o Pai vai dar e que desce do céu para a vida ao mundo. Jesus falava de si mesmo. Ele é o pão que alimenta para a vida eterna. Ele mata a fome e a sede para sempre. Pedem então que Jesus lhes dê sempre desse pão, pensando num pão material que mataria a fome de uma vez. Jesus, porém, não falava do pão que comemos como alimento do corpo. Ele não pensa só no corpo. Ele está falando de um alimento para a vida da pessoa humana em todas as suas dimensões. Não entendem o que Jesus está dizendo. Entendem, porém, que precisam do pão que se come cada dia, que é um símbolo para todos os nossos alimentos. Jesus oferece mais, oferece a si mesmo como alimento que sustenta na caminhada para a Páscoa eterna.

HOMILIA

EUCARISTIA: LUGAR PRIVILEGIADO DE ENCONTRO

A multidão pede e exige de Jesus um sinal forte, um milagre espetacular. O povo estava querendo ou esperando um Messias poderoso, capaz de "botar pra correr" os opressores romanos. Notem que mais tarde Jesus vai dizer que "o meu reino não é deste mundo".
A verdade é que o povo não estava entendo muito bem "qual era a de Jesus". Jesus se apresenta como o único alimento que nos satisfaz plenamente. Ele se identifica como próprio pão que alimenta a vida eterna em nós. "Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome, e aquele que crê em mim jamais terá sede."
Jesus não está falando da sede de um copo de água nem a fome de um prato de comida necessariamente. Mas sim, da sede e da fome ou necessidade de se embriagar para fugir ou se esquecer da realidade sofrida com tantas frustrações. Porque aquele que se embebe de Jesus igual a uma esponja embebida em água, não terá necessidade de nenhuma fuga alucinante para se sentir bem. Conheci uma senhora solteirona e incrédula, que quando entrava em depressão, se recuperava fazendo compras. Tem gente na mesma situação, que se vinga comendo, e comendo. Outros bebendo uma dúzia de cerveja, e assim por diante. Nada disso adianta porque longe de Deus não existe felicidade. Porque só Jesus mata a nossa sede, e a nossa fome, de querer mais e mais bens materiais, e prazeres de todos os tipos existentes nesta vida passageira.
O Pai é quem dá o verdadeiro pão do céu”. O verdadeiro pão que alimenta a nossa alma e mata a nossa fome vem do céu e nos é dado pelo próprio Pai. Precisamos nos colocar numa perspectiva espiritual para entendermos as palavras de Jesus. Ele fala ao coração do homem e não à sua mente ou ao seu entendimento humano. Jesus é o pão que desceu do céu, o pão que foi providenciado pelo Pai. O Pai deu ao mundo o verdadeiro alimento para a alma do homem: Seu próprio Filho Jesus.
A multidão pedia a Jesus um sinal como o que ocorrera no tempo em que Moisés conduzia o povo de Israel no deserto, quando caiu do céu o “maná”, como alimento. O povo atribuía a Moisés o milagre que acontecera, no entanto, como disse Jesus, o verdadeiro pão nos é dado pelo próprio Pai. “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede”!
O pão da vida é Jesus que nós experimentamos na Palavra e na Eucaristia que hoje nos alimenta e sustenta a nossa caminhada espiritual. Muitas vezes nós como aquela multidão pedimos a Jesus um sinal que nos faça ter o entendimento do céu e desejamos ter comunhão com o Pai. No entanto, a Palavra e a Eucaristia são o grande sinal do céu para nós. Na verdade, nós somos muito felizes, pois temos acesso ao verdadeiro Pão que vem do céu saciar a nossa fome e a nossa sede de Deus. Comungando o Corpo e o Sangue de Jesus e meditando com a Sua Palavra nós estamos entrando em comunhão plena com o próprio Deus.
Você sente a necessidade de se alimentar com o Corpo e o Sangue de Jesus? O que você tem feito para provar deste Pão? Você tem se abastecido da Palavra do Senhor todos os dias? E com que freqüência você tem alimentado a sua alma?
Pai, dá-me sensibilidade para perceber que a presença de Jesus, na nossa história, é a grande obra que realizaste: dar-nos a vida eterna.
Padre Bantu Mendonça Katchipwi Sayla
Fonte: Liturgia da Palavra em 06/05/2014

HOMILIA DIÁRIA

Jesus é o Pão que nos dá a vida eterna!

Só Jesus pode saciar a nossa fome, só Jesus pode saciar a nossa sede! Jesus é o Pão da vida eterna. Que sejamos saciados por Sua presença amorosa no meio de nós!
”Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede” (João 6, 35).
Nós continuamos a catequese de Jesus sobre o sentido da vida a partir do Pão da vida, que é Ele mesmo! No capítulo seis do Evangelho de São João, vemos que aquela multidão ficou maravilhada, surpresa, mas, ao mesmo tempo, saciada com aquele milagre que Jesus fez multiplicando o pão para eles. Por isso o Senhor continua a nos explicar o sentido mais profundo do pão.
Como precisamos dos alimentos, de comer a cada dia para ficarmos saciados, bem e satisfeitos, para termos forças e não desanimarmos nem perecermos! A fome mata, desanima, aniquila as pessoas e provoca desequilíbrios. A fome é uma coisa terrível e maldosa, por isso é um mal a ser combatido.
Como nós precisamos saciar a nossa fome! Contudo não se trata simplesmente de comer um pão, comer um alimento e assim já se sentir satisfeito. Às vezes, comemos até demais, nos alimentamos demais e por vezes até mal demais, porque não é a quantidade de alimentos que resolve a nossa fome, mas a qualidade deles. É a quantidade de nutrientes, vitaminas e os nutrientes corretos para equilibrar o nosso organismo que favorecem uma alimentação correta. Do mesmo jeito caminha a nossa alma, caminha o nosso espírito, caminha o nosso ser. Como nós precisamos ser alimentados, meu Deus!
Quando não nos alimentamos espiritualmente do alimento correto, nós nos alimentamos de porcarias, de coisas que não fazem bem; nós nos alimentamos de coisas erradas, que são, na verdade, paliativos que não nos conduzem para a eternidade. Não é porque falam do bem, não é porque falam de espiritualidade, não é porque falam de Deus que este ou aquele lugar nos dão o alimento correto para nossa alma e para o nosso espírito.
Só Jesus pode saciar a nossa fome, só Jesus pode saciar a nossa sede. É Ele mesmo quem nos diz: ”Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede” (cf. João 6, 35 ). E quem crê na Sua Palavra, nos Seus ensinamentos, nunca mais irá buscar respostas para as decisões da vida em outros lugares que não dão a verdadeira resposta para a vida, nem o verdadeiro sentido para a existência!
Toda a sede e fome que nós temos de eternidade está na pessoa de Jesus. Que sejamos saciados pela Sua presença amorosa no meio de nós!
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Fonte: Canção Nova em 06/05/2014

Oração Final
Pai Santo, mergulhados no inefável Mistério do Cristo Jesus, nós pedimos que o teu Espírito nos inspire profunda gratidão e nos dê a consciência de que somos discípulos com a missão de anunciar ao mundo que o Reino de Amor está muito próximo – ele está dentro de nós! Pelo Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 06/05/2014

ORAÇÃO FINAL
Pai Santo, inspira-nos para que saibamos discernir os sinais do teu Amor no cotidiano da vida: na natureza com que nos presenteias e na humanidade que segue o seu caminho de volta para a tua Casa – onde nos aguardas com teu abraço de Pai que tem ternura materna. Pelo Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo. Amém.

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