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sábado, 31 de janeiro de 2026
COLETÂNEA DE HOMÍLIAS DIÁRIAS, COMENTÁRIOS E REFLEXÕES DO EVANGELHO DO DIA, DE ANOS ANTERIORES - 01/02/2026
ANO A
4º DOMINGO DO TEMPO COMUM
Ano A – Verde
“Será grande a vossa recompensa nos céus!” Mt 5,12a
Mt 5,1-12a
Ambientação
INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: Cristo se fez pobre para enriquecer-nos com sua pobreza. As Bem-Aventuranças que ouviremos no evangelho inauguram uma nova maneira de servir a Deus e se portar frente às realidades da vida. Bendito e Feliz é todo aquele que imita Jesus.
Fonte: Diocese de Apucarana - Pulsandinho em 29/01/2023
INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: Irmãos e irmãs, aqui estamos reunidos para nos- so encontro com o Senhor nosso Deus no dia a Ele dedicado. É sempre o Pai que nos reúne para louvar e bendizer seu amor que se renova na entrega que seu Fi- lho Jesus faz de sua vida, na for- ça e no poder do Espírito Santo. Queremos ser fiéis a Ele, cumprir seus preceitos e recebermos o prêmio das Bem Aventuranças. Que nosso louvor se transforme em doação de vida em favor de nossos irmãos e irmãs.
Fonte: Arquidiocese de SP - Folheto Povo de Deus em 29/01/2023
INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: Hoje, leremos um dos mais famosos textos não só do Evangelho, mas da literatura universal: O Sermão da Montanha. Pode ser considerado uma síntese de todos os ensinamentos de Jesus, ou o retrato feliz de quem compreendeu e vive o que Jesus chamou de Reino de Deus. As bem-aventuranças contêm a doutrina do Reino, as qualidades de quem deixou de ser o homem carnal, “o homem velho” e passou a ser o homem espiritual, renascido do Espírito Santo.
INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: Irmãos e irmãs, estamos aqui reunidos como povo sacerdotal, assembleia santa, para oferecer a Deus um sacrifício de louvor, em comunhão com a oferta que Jesus fez de sua vida por nós na cruz. Hoje, o Senhor nos convida à montanha sagrada de onde ele proclamará as bem-aventuranças, prometidas a todos aqueles que temem o Senhor e o têm como sua única esperança. Demos graças ao Pai que, no seu Filho Jesus, nos deu um caminho de felicidade que não se confunde com as falsas felicidades que o mundo nos oferece.
INTRODUÇÃO DO WEBMASTER: O evangelho das bem-aventuranças domina a liturgia da palavra desse domingo. É a primeira parte do sermão da montanha. Jesus subindo ao monte nos aparece como o novo Moisés, promulgador da nova Lei ("mas eu vos digo...!") no novo Sinai. Proclamando bem-aventurados os pobres e os humildes, Jesus fala a linguagem que Deus já havia usado com seu povo através dos profetas, como por exemplo Sofonias que ouvimos na primeira leitura. A mesma linguagem emprega São Paulo na segunda leitura: os primeiros a serem chamados são os pequenos, os pobres, os que o mundo despreza, mas que são grandes nos reino dos céus.
Fonte: http://www.npdbrasil.com.br/religiao/rel_hom_gotas0250.htm (29/01/2017)
FELIZES OS POBRES EM ESPÍRITO
A liturgia deste domingo faz-nos meditar sobre as Bem-Aventuranças (cf. Mt 5, 1-12a), que abrem o grande sermão chamado “da montanha”, a Carta Magna do Novo Testamento. [...]
Quero meditar sobre a primeira bem-aventurança: “Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus” (v. 4). O pobre em espírito é quem assumiu os sentimentos e as atitudes daqueles pobres que na sua condição não se rebelam, mas sabem ser humildes, dóceis, disponíveis à graça de Deus. A felicidade dos pobres — dos pobres em espírito — tem uma dupla dimensão: em relação aos bens e em relação a Deus. Relativamente aos bens, aos bens materiais, esta pobreza em espírito é sobriedade: não necessariamente renúncia, mas capacidade de apreciar o essencial, de partilhar; capacidade de renovar todos os dias a admiração pela bondade das coisas, sem sucumbir à opacidade do consumo voraz. Quanto mais tenho, mais quero; quanto mais tenho, mais quero: esse é o consumo voraz. E isso mata a alma. E o homem ou a mulher que faz isso, que tem essa atitude “quanto mais tenho, mais quero”, não é feliz e não alcançará a felicidade. Em relação a Deus é louvor e reconhecimento que o mundo é bênção e que na sua origem está o amor criador do Pai. Mas é também abertura a Ele, docilidade à sua senhoria: Ele é o Senhor, Ele é o Grande, eu não sou grande porque tenho muitas coisas! É Ele: Ele que quis o mundo para todos os homens e o quis para que os homens fossem felizes.
O pobre em espírito é o cristão que não confia em si mesmo, nas riquezas materiais, não se obstina nas suas opiniões pessoais, mas escuta com respeito e aceita de bom grado as decisões de outros. Se nas nossas comunidades existissem mais pobres em espírito, haveria menos divisões, contrastes e polêmicas! A humildade, como a caridade, é uma virtude essencial para a convivência nas comunidades cristãs. Os pobres, nesse sentido evangélico, parecem-se com aqueles que mantêm viva a meta do Reino dos céus, fazendo entrever que este é antecipado de forma germinal na comunidade fraterna, que à posse privilegia a partilha. Gostaria de sublinhar isto: à posse privilegiar a partilha. Ter sempre o coração e as mãos abertas (faz o gesto), não fechadas (faz o gesto). Quando o coração está fechado (faz o gesto), é um coração apertado: nem sequer sabe como amar. Quando o coração está aberto (faz o gesto), se encaminha para a senda do amor.
A Virgem Maria, modelo e primícia dos pobres em espírito, porque totalmente dócil à vontade do Senhor, nos ajude a abandonar-nos a Deus, rico em misericórdia, a fim de que nos enche dos seus dons, especialmente da abundância do seu perdão.
Papa Francisco
Ângelus, 01/2017
Fonte: Arquidiocese de SP - Folheto Povo de Deus em 29/01/2023
Reflexão
Proclamadas por Jesus no início de sua missão, as bem-aventuranças são o retrato do maior dos bem-aventurados, o próprio Jesus. Elas definem em que consiste o Reino de Deus. O reino deste mundo, já o sabemos, está assentado na injustiça com seus inevitáveis reflexos: opressão, ganância, egoísmo, falta de paz. O Reino de Deus, ao invés, é formado por pessoas pobres, isto é, desapegadas dos bens terrenos, que põem sua total confiança em Deus. O Reino de Deus exige a prática da justiça e a promoção da paz entre pessoas e povos. Esta escolha pode acarretar perseguições por parte dos que preferem manter um sistema corrupto e injusto. Mas, na provação, quem escolhe e abraça o Reino de Deus experimenta a verdadeira alegria e não desperdiça esforços; pode contar com a recompensa divina.
(Dia a Dia com o Evangelho 2023)
Fonte: Paulus em 29/01/2023
Reflexão
«Felizes os pobres no espírito»
Rev. D. Pablo CASAS Aljama
(Sevilla, Espanha)
Hoje lemos este Evangelho tão conhecido para todos nós, mas sempre tão surpreendente. Com este fragmento das bem-aventuranças, Jesus oferece-nos um modelo de vida, uns valores, que segundo Ele são os que nos podem fazer felizes de verdade.
A felicidade, seguramente, é a meta principal que todos procuramos na vida. E se perguntássemos à gente como procuram ser felizes, ou onde procuram a sua própria felicidade, nos encontraríamos com respostas muito diferentes. Alguns diriam que na vida da família bem fundamentada; outros que em ter saúde e trabalho; outros, que em gozar da amizade e do lazer..., e os mais influenciados talvez por esta sociedade tão consumista, nos diriam que em ter dinheiro, em poder comprar o maior número possível de coisas e, sobretudo, em ascender a níveis sociais mais altos.
Estas bem-aventuranças que nos propõe Jesus, não são, precisamente, as que nos oferece o nosso mundo de hoje. O Senhor nos diz que serão «felizes» os pobres de espírito, os mansos, os que choram,os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os puros de coração, os que promovem a paz, os perseguidos por causa da justiça... (cf. Mt 5,3-11).
Esta mensagem do Senhor é para os que querem viver na atitude do desprendimento, da humildade, do desejo de justiça, de preocupação e interesse pelos problemas do próximo, e tudo o resto o deixa em segundo término.
Quanto bem podemos fazer rezando, ou praticando alguma correção fraterna, quando nos critiquem por crer em Deus e por pertencer à Igreja! Nos os diz claramente Jesus na sua última bem-aventurança: «Felizes sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo mal contra vós por causa de mim» (Mt 5,11).
São Basílio nos diz que «não se deve ter ao rico por ditoso só pelas suas riquezas; nem ao poderoso pela sua autoridade e dignidade; nem ao forte pela saúde de seu corpo... Todas essas coisas são instrumentos da virtude para os que as usam retamente, mas elas, em si mesmas não contêm a felicidade».
Pensamentos para o Evangelho de hoje
- «O que tens a temer não é o mal que dizem contra ti, mas, a simulação da tua parte; então perderias o teu paladar e serias pisoteado. Porque a característica do sal é morder e picar quem leva uma vida de suavidade» (São João Crisóstomo)
- «A palavra Bem-aventurados. É como um refrão que nos recorda o chamado do Senhor para percorrer com Ele um caminho que, apesar de todas as dificuldades, conduz à verdadeira felicidade» (Francisco)
- «‘Bem-aventurados os pobres em espírito’ (Mt 5,3). (Mt 5, 3). As bem-aventuranças revelam uma ordem de felicidade e de graça, de beleza e de paz. Jesus celebra a alegria dos pobres, aos quais o Reino pertence desde já (285)» (Catecismo da Igreja Católica, nº 2.546)
Fonte: Evangeli - Evangelho - Feria em 29/01/2023
Meditando o evangelho
É POSSÍVEL SER SANTO
A santidade é uma meta a ser atingida por todos os cristãos. Ninguém é excluído deste apelo nem pode eximir-se de dar sua resposta. Mas importa nutrir um ideal sadio de santidade, sem se deixar levar por falsas concepções.
Ser santo é ser capaz de colocar-se totalmente nas mãos do Pai, contar com ele, sabendo-se dependente dele. Por outro lado, é colocar-se a serviço dos semelhantes, fazendo-lhes o bem, como resposta aos benefícios recebidos do Pai. O enraizamento em Deus desabrocha em forma de misericórdia para com o próximo.
A santidade constrói-se no ritmo da entrega da própria vida nas mãos do Pai, explicitada no serviço gratuito e desinteressado aos demais, deixando de lado os interesses pessoais e tudo quanto seja incompatível com o projeto de Deus.
Este ideal não é inatingível. E se constrói nas situações mais simples nas quais a pessoa é chamada a ser bondosa, a não agir com dolo ou fingimento, a criar canais de comunicação entre os desavindos, a superar o ódio e a violência, a cultivar o hábito da partilha fraterna, a ser defensor da justiça.
Qualquer cristão, no seu dia-a-dia, tem a chance de fazer experiências deste gênero. Se o fizer, com a graça de Deus, estará dando passos decisivos no caminho da bem-aventurança.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Oração
Espírito bem-aventurado, coloca-me no caminho da santidade, a ser construída na entrega confiante de minha vida nas mãos do Pai, e na misericórdia para com meu próximo.
Fonte: Dom Total em 29/01/2017
HOMILIA
Espiritualidade Bíblico-Missionária
O evangelista Mateus, nas oito bem-aventuranças que nos apresenta, resume o itinerário do discípulo-missionário. Jesus nos propõe a fazer um caminho que Ele mesmo fez. Esse caminho, o das bem-aventuranças, contrapõe a lógica do mundo, a do poder, do jogo interesseiro. A felicidade não está onde imaginamos, como no poder e no dinheiro, mas nas relações novas que Jesus nos apresenta.
Quando meditamos sobre as atitudes de Jesus, em situações diferentes e adversas, como a do seu julgamento, então, somos capazes de compreender o ensinamento de Jesus, as bem-aventuranças. O que Jesus nos mostra em seu ensinamento? Que o Reino é dom, é gratuidade do amor divino por nós. Quem descobre esse amor e como ele age, será bem-aventurado. Ele é dom, por isso ninguém pode comprá-lo ou adquiri-lo por alguma sabedoria. Porque é dom está ao lado dos mais injustiçados e sofredores no mundo. Sim, continuam muitas vítimas do sistema injusto em que vivemos; e se estamos nele devemos e precisamos ajudar o mundo a ser mais fiel e livre. Os pobres, os abandonados, os sofredores, não têm ninguém por eles, somente o Cristo Senhor.
É bonito perceber que Jesus coloca bem diante de nossos olhos a verdade do Reino. As bem-aventuranças são uma verdadeira oração nascida do mais profundo do Cristo. O caminho das bem-aventuranças é o caminho do discípulo de Cristo.
Em cada bem-aventurança devemos reconhecer a nós mesmos, com nossas coerências e nossas contradições. Será que não andamos com os olhos muito abertos para nós mesmos e muito fechados para o Reino? Acho que ainda não demos os passos necessários para nosso crescimento no Reino. Quem se abriu e acolheu essa verdade, progrediu na santidade, e não foram poucos, mas ainda faltam muitos.
Há construtores decididos da paz, da concórdia, da justiça, pessoas que suportam suas dores com dignidade. Certamente que nós também sentimos fome e sede de justiça, de respeito ao bem comum, de vontade de ver o ser humano respeitado, principalmente o pobre. Quem entra na defesa da vida, vive as bem-aventuranças, pois isso é um sinal de contradição hoje.
Certo é que nada no mundo poderá nem deverá arrancar de nós a força da esperança e a semente do Reino. A Igreja continua nos ensinando que não é impossível nem absurdo viver conforme o ensinamento de Cristo. É possível, se tivermos a confiança dos pobres e dos pequenos, dos humildes e dos simples, pois estes compreendem bem depressa o mistério do Reino.
Redação “Deus Conosco”
Fonte: a12 - Reze no Santuário - Deus Conosco em 29/01/2023
HOMILIA DIÁRIA
Vivamos a vontade de Deus em nossa vida
Que Deus nos dê a alegria de colocarmos em prática a vontade d’Ele em nossa vida
"Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus." (Mateus 5,3)
Quando escutamos a proclamação das bem-aventuranças, estamos, na verdade, escutando um grande programa de vida. Às vezes, queremos formular uma programação, uma meta para a nossa vida, queremos estabelecer as virtudes que gostaríamos de adquirir, de viver e colocar em prática.
Aqui estão as virtudes que salvam, o grande programa de vida que nos configura Jesus, que nos torna de verdade Seus discípulos. Não abra mão desses elementos, olhe como eles se fazem presente em nossa vida, ora com uma tonalidade maior, ora com uma tonalidade menor; porque precisamos caprichar um pouco mais. Mas se isso estiver presente em nossa vida, vivamos com uma intensidade maior ainda, porque esse é o programa da nossa salvação, é a meta que devemos perseguir!
“Bem-aventurados” não é para olharmos os outros, mas é a realidade que precisamos ter para perceber se já estamos inseridos ou não no Reino dos Céus, se isso não faz parte da nossa vida, se esses elementos não contemplam cada um de nós. Precisamos realmente parar para saber o que está acontecendo e por que estamos tão deslocados da lógica de Deus.
A pobreza de espírito é não sermos apegados a nada, mas vivermos com liberdade diante daquilo que possuímos, sobretudo, não sermos pessoas ambiciosas, gananciosas e avarentas.
Bem-aventurados aqueles que sofrem aflições, bem-aventurados aqueles que choram. As lágrimas que enfrentamos, as aflições que permeiam a nossa vida nos colocam mais próximos do Senhor. Não fique pensando que para ser discípulo de Jesus vamos viver sorrindo o tempo inteiro, o Reino de Deus se constrói com muito mais lágrimas, suor e sangue do que possamos imaginar.
Bem-aventurados aqueles que têm um coração manso, sereno, um coração que não se deixa levar pela onda de agitação do mundo, sobretudo, pelas revoltas do mundo, mas sabe viver na mansidão e na confiança de Deus, sabe ser sereno na presença do Senhor.
Bem-aventurados e felizes são aqueles que têm fome e sede de justiça, que não se conformam com as injustiças do mundo, que não se conformam com aqueles que sofrem a miséria, a fome e desigualdades que enfrentamos no mundo em que vivemos.
Bem-aventurados e felizes são aqueles que praticam a misericórdia, que têm um coração misericordioso, semelhante ao coração de Deus, que é pleno em misericórdia.
Bem-aventurados os que são puros, que não olham para os outros com o olhar distorcido, com o olhar da malícia, da maldade, mas sabem olhar para o mundo e para as pessoas com o olhar de Deus.
Bem-aventurados aqueles que promovem a paz, aqueles que não estão semeando discórdia, divisão, conflitos, não estão separando as pessoas, mas são promotores da paz onde quer que se encontrem.
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus.
Bem-aventurados somos nós quando estamos injuriados, perseguidos, incompreendidos, porque queremos viver a vontade de Deus. Não pense que estamos sendo esquecidos por Ele, mas estamos, na verdade, vivendo o que Ele viveu: não foi entendido, compreendido, foi rejeitado e sofreu tudo o que sofreu.
Se não estão nos compreendendo, amando-nos, porque vivemos ou queremos viver a vontade de Deus em nossa vida, estamos no caminho da santidade.
Que Deus nos dê a alegria, a felicidade de colocarmos em prática na nossa vida a Sua vontade!
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Fonte: https://homilia.cancaonova.com/pb/homilia/vivamos-a-vontade-de-deus-em-nossa-vida/?sDia=29&sMes=1&sAno=2017 (29/01/2017)
HOMILIA DIÁRIA
Jesus quer realizar bem-aventuranças em sua vida
“Naquele tempo, vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os discípulos aproximaram-se, e Jesus começou a ensiná-los: ‘Bem-aventurados’.” (Mateus 5,1-3)
Detenho-me sobre este versículo inicial porque hoje é domingo, dia do Senhor. E o Evangelho proposto a cada um de nós é o Evangelho das bem-aventuranças. Mas o início do Evangelho já nos dá elementos muito interessantes, porque começa dizendo que Jesus “viu as multidões”.
É o amor visceral de Jesus, é aquele amor que comove o coração de Jesus. Ele não viu porque eram muitas pessoas, mas Jesus viu porque elas eram únicas, cada pessoa era importante aos olhos de Deus, pelos olhos de Jesus.
O que Jesus faz é o que Deus faz conosco. Deus nos vê, Ele te vê, vê a sua situação, os seus sofrimentos, as suas lágrimas; tudo o que você vive está debaixo dos olhos atentos de Deus.
Certamente, Ele viu naquelas pessoas dores, lágrimas, pobreza, aflições, pessoas injustiçadas. Viu também muita pureza no coração daquelas pessoas, mansidão e misericórdia. O ensinamento de Jesus parte da realidade que Ele vê. Jesus falou sobre as bem-aventuranças porque Ele enxergava no coração daquelas pessoas cada um dos elementos das bem-aventuranças.
A didática de Jesus é chamar de bem-aventurados aqueles que, na verdade, não estão vivendo as bem-aventuranças
Diz a Palavra que Jesus começou a ensinar. “Didáskalos” (termo grego), vem o termo didática a partir disso. Jesus é mestre, Ele ensina, Ele é didata, Ele sabe justamente o que as Suas ovelhas precisam ouvir. Primeiro, porque Jesus ensina com a própria vida, porque a palavra que sai da Sua boca é a Sua própria vida. Jesus é a Palavra, então, quando Ele fala, na verdade, Jesus se dá àquelas pessoas porque a Sua Palavra é Ele mesmo.
Qual é a didática de Jesus? É chamar aquelas pessoas de bem-aventuradas e felizes; aqueles que, na verdade, não estão vivendo as bem-aventuranças, mas o contrário. Que coisa estranha, não é!? A didática de Jesus é chamar de bem-aventurados e felizes pessoas que estão totalmente no contrário, que estão passando por dificuldades, que estão em contradição, que estão passando fome, que estão chorando.
Quando tudo parece contrário e contraditório, ali se esconde uma bem-aventurança, e isso nos diz muito! Encontrar alegria numa dor, sentir-se salvo quando tudo parece perdido, sentir coragem e força quando você passa por uma injustiça, quando você passa por uma perseguição e por um sofrimento. Aprender essa lição é tarefa que exige exercício diário de oração, de escuta, de meditação, de humildade e obediência à voz de Deus.
O Senhor quer nos ensinar com as realidades próprias da nossa vida, Deus quer tirar uma grande lição para você daquilo que você está vivendo hoje. Não é por castigo, não é por penalidade, mas por amor. Porque Deus pode, até mesmo de uma situação tão difícil, tirar uma grande graça para todos nós.
Sobre todos vós, desça a bênção do Deus Todo-poderoso. Pai, Filho e Espírito Santo. Amém!
Padre Donizete Ferreira
Padre Donizete Heleno Ferreira é Brasileiro, nasceu no dia 26/09/1980, em Rio Pomba, MG. É Membro da Associação Internacional Privada de Fieis – Comunidade Canção Nova, desde 2003 no modo de compromisso do Núcleo.
Fonte: Canção Nova em 29/01/2023
LITURGIA DIÁRIA - 01/02/2026
As palavras dos Papas
As Bem-aventuranças contêm o “bilhete de identidade” do cristão — este é o nosso bilhete de identidade — porque delineiam o rosto do próprio Jesus, o seu estilo de vida. (...) A “montanha” faz recordar o Sinai, onde Deus entregou os Mandamentos a Moisés. Jesus começa a ensinar uma nova lei: ser pobre, ser manso, ser misericordioso... Estes “novos mandamentos” são muito mais que normas. De fato, Jesus nada impõe, mas revela o caminho da felicidade — o seu caminho — repetindo a palavra “felizes” oito vezes. (...) Mas o que significa a palavra “feliz”? Por que começa cada uma das oito Bem-aventuranças com a palavra “feliz”? O termo original não indica alguém que tem a barriga cheia ou está bem na vida, mas é uma pessoa que está em condição de graça, que progride na graça de Deus e no caminho de Deus: a paciência, a pobreza, o serviço aos outros, a consolação... Quantos progridem nestes aspectos são felizes e serão bem-aventurados. (Papa Francisco, Audiência Geral de 29 de janeiro de 2020)
Oração para antes de ler a Bíblia
Meu Senhor e meu Pai! Envia teu Santo Espírito para que eu compreenda e acolha tua Santa Palavra! Que eu te conheça e te faça conhecer, te ame e te faça amar, te sirva e te faça servir, te louve e te faça louvar por todas as criaturas. Fazei, ó Pai, que pela leitura da Palavra os pecadores se convertam, os justos perseverem na graça e todos consigamos a vida eterna. Amém.
4º Domingo do Tempo Comum, Ano A
Cor: Verde
Primeira Leitura (Sf 2,3; 3,12-13)
4º Domingo do Tempo Comum | Domingo - 01/02/2026
Leitura da Profecia de Sofonias.
3Buscai o Senhor, humildes da terra, que pondes em prática seus preceitos; praticai a justiça, procurai a humildade; achareis talvez um refúgio no dia da cólera do Senhor. 3,12E deixarei entre vós um punhado de homens humildes e pobres. E no nome do Senhor porá sua esperança o resto de Israel. 13Eles não cometerão iniquidades nem falarão mentiras; não se encontrará em sua boca uma língua enganadora; serão apascentados e repousarão, e ninguém os molestará.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
Responsório Sl 145(146),7.8-9a.9bc-10 (R. Mt 5,3)
4º Domingo do Tempo Comum | Domingo - 01/02/2026
— Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus.
— Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus.
— O Senhor é fiel para sempre, faz justiça aos que são oprimidos; ele dá alimento aos famintos, é o Senhor quem liberta os cativos.
— O Senhor abre os olhos aos cegos, o Senhor faz erguer-se o caído; o Senhor ama aquele que é justo. É o Senhor quem protege o estrangeiro.
— Ele ampara a viúva e o órfão, mas confunde os caminhos dos maus. O Senhor reinará para sempre! Ó Sião, o teu Deus reinará para sempre e por todos os séculos!
Segunda Leitura (1Cor 1,26-31)
4º Domingo do Tempo Comum | Domingo - 01/02/2026
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.
26Considerai vós mesmos, irmãos, como fostes chamados por Deus. Pois entre vós não há muitos sábios de sabedoria humana nem muitos poderosos nem muitos nobres.
27Na verdade, Deus escolheu o que o mundo considera como estúpido, para assim confundir os sábios; Deus escolheu o que o mundo considera como fraco, para assim confundir o que é forte; 28Deus escolheu o que para o mundo é sem importância e desprezado, o que não tem nenhuma serventia, para assim mostrar a inutilidade do que é considerado importante, 29para que ninguém possa gloriar-se diante dele.
30É graças a ele que vós estais em Cristo Jesus, o qual se tornou para nós, da parte de Deus: sabedoria, justiça, santificação e libertação, 31para que, como está escrito, “quem se gloria, glorie-se no Senhor”.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
Evangelho (Mt 5,1-12a)
4º Domingo do Tempo Comum | Domingo - 01/02/2026
Exultai e alegrai-vos, porque vossa recompensa égrande nos céus!
— Aleluia, Aleluia, Aleluia.
— Meus discípulos, alegrai-vos, exultai de alegria, pois bem grande é a recompensa que nos céus tereis um dia!
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os discípulos aproximaram-se, 2e Jesus começou a ensiná-los:
3”Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus.
4Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados.
5Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra.
6Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
7Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
8Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
9Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.
10Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus. 11Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim. 12aAlegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Oração para depois de ler a Bíblia
Dou-Te graças, meu Deus, pelos bons propósitos, afetos e inspirações que me comunicastes nesta meditação; peço-Te ajuda para colocá-los em prática. Minha Mãe Imaculada, meu protetor São José e Anjo da minha guarda, intercedem todos por mim. Amém.
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