sexta-feira, 29 de maio de 2026

GOTAS DE MISERICÓRDIA - Diário de Santa Faustina §1146





Diário de Santa Faustina §1146

"[Coloquem] a esperança na Minha misericórdia os maiores pecadores. Eles têm mais direito do que outros à confiança no abismo da Minha misericórdia. Minha filha, escreve sobre a Minha misericórdia para as almas atribuladas. Causam-Me grande alegria as almas que recorrem à Minha misericórdia. A essas almas concedo graças que excedem os seus pedidos. Não posso castigar, mesmo o maior dos pecadores, se ele recorre à Minha compaixão, mas justifico-o na Minha insondável e inescrutável misericórdia. Escreve: Antes de vir como justo Juiz, abro de par em par as portas da Minha misericórdia. Quem não quiser passar pela porta da misericórdia, terá que passar pela porta da Minha justiça..."

JESUS, EU CONFIO EM VÓS!!!





quinta-feira, 28 de maio de 2026

MEU DIA EM SINTONIA COM O ALTO - 29/05/2026


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LEITURA ORANTE DO DIA 29/05/26



LEITURA ORANTE

Mc 11,11-26 - Minha casa é Casa de Oração


Preparamo-nos para a Leitura Orante,
fazendo uma rede de comunicação
e comunhão em torno da Palavra

Rezamos em sintonia com a Santíssima Trindade.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém

Senhor, nós te agradecemos por este dia.
Abrimos, com este acesso à internet,
nossas portas e janelas para que tu possas
Entrar com tua luz.
Queremos que tu Senhor, definas os contornos de 
Nossos caminhos,
As cores de nossas palavras e gestos,
A dimensão de nossos projetos,
O calor de nossos relacionamentos e o
Rumo de nossa vida.
Podes entrar, Senhor em nossas famílias.
Precisamos do ar puro de tua verdade.
Precisamos de tua mão libertadora para abrir
Compartimentos fechados.
Precisamos de tua beleza para amenizar
Nossa dureza.
Precisamos de tua paz para nossos conflitos.
Precisamos de teu contato para curar feridas.
Precisamos, sobretudo, Senhor, de tua presença
Para aprendermos a partilhar e abençoar!
Ó Jesus Mestre, Verdade-Caminho-Vida, tem piedade de nós.

1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Lemos atentamente, o texto: Mc 11,11-26:
Jesus entrou em Jerusalém, foi até o Templo e olhou tudo em redor. Mas, como já era tarde, foi para o povoado de Betânia com os doze discípulos.
No dia seguinte, quando eles estavam voltando de Betânia, Jesus teve fome. Viu de longe uma figueira cheia de folhas e foi até lá para ver se havia figos. Quando chegou perto, encontrou somente folhas porque não era tempo de figos. Então disse à figueira:
- Que nunca mais ninguém coma das suas frutas!
E os seus discípulos ouviram isso.
Quando Jesus e os discípulos chegaram a Jerusalém, ele entrou no pátio do Templo e começou a expulsar todos os que compravam e vendiam naquele lugar. Derrubou as mesas dos que trocavam dinheiro e as cadeiras dos que vendiam pombas. E não deixava ninguém atravessar o pátio do Templo carregando coisas. E ele ensinava a todos assim:
- Nas Escrituras Sagradas está escrito que Deus disse o seguinte: "A minha casa será chamada de 'Casa de Oração' para todos os povos." Mas vocês a transformaram num esconderijo de ladrões!
Os chefes dos sacerdotes e os mestres da Lei ouviram isso e começaram a procurar um jeito de matar Jesus. Mas tinham medo dele porque o povo admirava os seus ensinamentos.
De tardinha, Jesus e os discípulos saíram da cidade.
No dia seguinte, de manhã cedo, Jesus e os discípulos passaram perto da figueira e viram que ela estava seca desde a raiz. Então Pedro lembrou do que havia acontecido e disse a Jesus:
- Olhe, Mestre! A figueira que o senhor amaldiçoou ficou seca.
Jesus respondeu:
- Tenham fé em Deus. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: vocês poderão dizer a este monte: "Levante-se e jogue-se no mar." Se não duvidarem no seu coração, mas crerem que vai acontecer o que disseram, então isso será feito. Por isso eu afirmo a vocês: quando vocês orarem e pedirem alguma coisa, creiam que já a receberam, e assim tudo lhes será dado. E, quando estiverem orando, perdoem os que os ofenderam, para que o Pai de vocês, que está no céu, perdoe as ofensas de vocês. [Se não perdoarem os outros, o Pai de vocês, que está no céu, também não perdoará as ofensas de vocês.
Compreendendo melhor o texto
Em Jerusalém, no tempo de Jesus, o templo era o lugar privilegiado de encontro com Deus. A celebração da Páscoa consumia grande quantidade de bois, ovelhas e pombas; com licença das autoridades do templo, um átrio se convertia em estábulo ou mercado. Para o tributo do templo ou para oferendas voluntárias, o povo que vinha de outros países tinha que trocar dinheiro. Jesus chega a Jerusalém por ocasião da festa de Páscoa, e expulsa todos do templo os comerciantes, e também os próprios animais do sacrifício. Simbolicamente, ele expulsou o culto praticado ali. (Zc 14,21)
“O zelo por tua casa me devora”, diz Jesus tomando as palavras do Salmo 69,10. Jesus quer purificar o templo que se transformara em lugar de comércio, de troca de moeda, de exploração do povo pobre e de enriquecimento da classe sacerdotal. A ação de Jesus podia ser interpretada por seus contemporâneos na linha dos protestos proféticos contra a profanação da casa de Deus. Purificar, limpar aquele templo era o sinal de que a era messiânica havia chegado. A ação de Jesus era grave porque o templo era o centro econômico, político e ideológico do judaísmo daquela época. Jesus estava atacando a raiz da estrutura social

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para nós, hoje?
A reação de Jesus diante dos vendedores e cambistas que comerciavam dentro do templo de Jerusalém, serve para nós como uma exortação para que não façamos das coisas de Deus, cabide para os nossos interesses. Ao mesmo tempo em que nós devemos respeitar a casa de Deus como um lugar sagrado, de recolhimento e oração, nós também precisamos fazer do nosso interior um templo sagrado onde habita Deus. Assim como Jesus expulsou os vendilhões do templo, nós também com toda determinação necessitamos expulsar do nosso coração tudo o que possa transformar o nosso interior numa casa de negócios, onde paire os pensamentos maus, interesseiros e as más intenções. “O zelo por tua casa me consumirá”. Os nossos pensamentos motivam os nossos sentimentos e estes, determinam as nossas ações.
Reflita
– O que tem ocupado os seus pensamentos?
– As sugestões que partem do seu interior têm sido salutares para a sua vida e a dos seus irmãos?
Você guarda ódio e ressentimentos?
– Você tem um coração alegre e confiante em Deus?

3. Oração (Vida)
O que o texto nos leva a dizer a Deus?
Rezamos, espontaneamente, com salmos e concluimos com a oração do bem-aventurado Alberione:

Jesus, Mestre:
que eu pense com a tua inteligência, com a tua sabedoria.
Que eu ame com o teu coração.
Que eu veja com os teus olhos.
Que eu fale com a tua língua.
Que eu ouça com os teus ouvidos.
Que as minhas mãos sejam as tuas.
Que os meus pés estejam sobre as tuas pegadas.
Que eu reze com as tuas orações.
Que eu celebre como tu te imolaste.
Que eu esteja em ti e tu em mim. Amém.

4. Contemplação (Vida e Missão)
Qual nosso novo olhar a partir da Palavra?
Sentimo-nos discípulo/a de Jesus.
Nosso olhar deste dia será iluminado pela presença de Jesus Cristo, acolhido no nosso coração e no coração das demais pessoas.

Rezamos:
Ó Jesus Mestre, Verdade-Caminho-Vida, tende piedade de nós.
Jesus e Maria, dai-me a vossa bênção:
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Ir. Patricia Silva, fsp
https://leituraorantedapalavra.blogspot.com/


HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA - 29/05/2026

ANO A


Mc 11,11-26

Comentário do Evangelho

Fé com Frutos: A purificação do templo


No Evangelho de hoje, acompanhamos Jesus em Jerusalém enfrentando duas situações que simbolizam a falta de correspondência à graça de Deus. Primeiro, ao se aproximar de uma figueira frondosa que não tinha frutos, apenas folhas, o Senhor a condena. Logo em seguida, Ele entra no Templo e expulsa os vendilhões, dizendo: “A minha casa será chamada casa de oração para todas as nações. No entanto, vós fizestes dela um antro de ladrões”.
A figueira cheia de folhas e o Templo movimentado pelo comércio representam a mesma realidade: uma religiosidade de fachada, rica em aparências, mas vazia de frutos espirituais e de justiça social. Jesus quer purificar a nossa relação com o Pai. Ao final do texto, Ele nos ensina que a fé verdadeira move montanhas através da oração, mas impõe uma condição essencial para que a nossa prece seja ouvida: “Quando vos puserdes de pé para rezar, perdoai, se tiverdes alguma coisa contra alguém”.
https://catequisar.com.br/liturgia/29-05-2026/

Reflexão

Marcos nos narra um episódio curioso, com forte carga simbólica: Jesus amaldiçoa e faz secar uma figueira. Essa figueira representa Israel, envolto em tantas práticas exteriores, mas vazio de frutos, incapaz de acolher o Messias e gerar vida nova. A expulsão dos vendilhões do templo é um complemento ao gesto profético anterior, que reforça a esterilidade espiritual dos judeus, preocupados apenas com o ritualismo e o comércio religioso. Quantas falsas igrejas e seitas deveriam ler e compreender o Evangelho de hoje. Enganam o povo com ritos e outras coisas aparentes, mas são incapazes de nos cuidar da alma do ser humano. Jesus convoca à oração verdadeira, a respeitar a casa do Pai, a consagrar-se a Deus e a nada mais. A fé não comporta comércio, é pura doação e reciprocidade.
(Dia a dia com o Evangelho 2026)
https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/29-sexta-feira-11/

Reflexão

«Tudo o que pedirdes na oração, crede que já o recebestes»

Fra. Agustí BOADAS Llavat OFM
(Barcelona, Espanha)

Hoje fruto e petição são palavras chave no Evangelho. O Senhor aproxima-se a uma figueira e não encontrou frutos: somente folharada, reagiu maldizendo-a. Segundo Santo Isidoro de Sevilha, "Figo" e "fruto" têm a mesma raiz. Ao dia seguinte, os Apóstolos surpresos, lhe dizem: «Rabi, olha, a figueira que amaldiçoaste secou» (Mc 11,21). Em resposta, Jesus Cristo lhes fala de fé e de oração: «Tende fé em Deus» (Mc 11,22).
Há pessoas que quase não rezam, e quando o fazem, procuram que Deus lhes resolva um problema complicado no qual já não vêem a solução. E o justificam com as palavras de Jesus que acabamos de ouvir: «Tudo o que pedirdes na oração, crede que já o recebestes, e vos será concedido» (Mc 11,24). Têm ração e é humano, compreensível, e lícito que, ante os problemas que nos superam, confiemos em Deus, em alguma força superior a nós.
Mas tenho que acrescentar que toda oração é "inútil" («vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vós lho peçais»: Mt 6,8), na medida em que não tem uma utilidade prática direta, como —por exemplo— acender uma luz. Não recebemos nada em troca por rezar, porque todo o que recebemos de Deus é graça sobre graça.
Então, não é preciso rezar? Ao contrário: já que agora sabemos que é graça, a oração tem mais valor: porque é "inútil" e é "gratuita". Ainda com tudo, existem três benefícios que nos dá a oração de petição: paz interior (encontrar ao amigo Jesus e confiar em Deus relaxa); pensar sobre um problema, racionalizá-lo, e saber traçá-lo é já tê-lo quase resolvido; e em terceiro lugar ajuda-nos a discernir entre aquilo que é bom e aquilo que tal vez por causa do nosso capricho queremos em nossas intenções da oração. Então, a posteriori, entendemos com os olhos da fé o que Jesus diz: «Tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome, vo-lo farei, para que o Pai seja glorificado no Filho» (Jo 14,13).

Pensamentos para o Evangelho de hoje

- «'Que ninguém jamais coma do seu fruto!' Estamos tristes com esta passagem da Sagrada Escritura, ao mesmo tempo que também nos encoraja a acender a fé, a viver segundo a fé, para que Cristo receba sempre de nós o lucro» (São Josemaria)

- «Estamos dispostos a deixar-nos purificar continuamente pelo Senhor, deixando-o expulsar de nós e da Igreja tudo o que lhe é contrário? Na purificação do templo, trata-se de mais do que a luta contra os abusos. Anuncia-se uma nova hora da história» (Bento XVI)

- «No seu ensinamento, Jesus instrui os seus discípulos a rezar com o coração purificado, uma fé viva e perseverante, uma audácia filial. Exorta-os à vigilância e convida-os a apresentar as suas petições a Deus em seu Nome. Ele mesmo ouve as orações que lhe são dirigidas» (Catecismo da Igreja Católica, n. 2.621)
https://evangeli.net/evangelho/feria/2026-05-29

Reflexão

Jesus, o “Templo novo” do “novo Israel”. Universalidade da salvação (a Igreja é “católica”)

REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)
(Città del Vaticano, Vaticano)

Hoje, depois da “purificação” do Templo, Jesus «ensinava»: «’Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos (...)’». Nesta síntese da “doutrina” de Jesus sobre o Templo estão como fundidas dois palavras proféticas.
Primeiro, a visão universalista do profeta Isaías (56,7): no futuro, na casa de Deus, todos os povos adorarão ao Senhor como único Deus. Ainda que Jesus limita conscientemente sua intervenção a Israel, sempre está movido pela tendência universalista de “abrir” a Israel, para que todos os povos possam reconhecer no Deus de Israel ao único Deus de todo o mundo. Segundo, ai se entrelaça aquela palavra de Jeremias (cf. 7,11): «’Acaso esta casa consagrada ao meu nome tornou-se, a vosso ver, um esconderijo de ladrões?» Jeremias batia-se apaixonadamente pela unidade entre o culto e vida na justiça diante de Deus, lutava contra uma politização “judia” da fé e do templo...
—Jesus, Tu és o “Novo Tempo”. Onde todos os homens achamos a Deus e também, onde todos os homens nos encontramos em Deus.
https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2026-05-29

Comentário do Evangelho

A purificação do Templo de Jerusalém: a casa de Deus é um lugar de oração


Hoje, vemos Jesus descontente como nunca. Parece-nos estranho imaginar o Senhor a expulsar pessoas do Templo e a virar as suas mesas de trabalho. Algo grave se passava! Ouçamos: o Templo é a casa de Deus e é para falar com Deus. Aí estão a mais as mesas, as vendas e os que se aproveitam de Deus para fazer negócios. Fora!
- E nós, como andamos de silêncio e adoração nos nossos templos? Hoje em dia, voltaria Jesus a ficar descontente?
https://family.evangeli.net/pt/feria/2026-05-29

Meditação

A Palavra: dos ouvidos ao coração!

A expulsão dos que vendiam e compravam no Templo é precedida pela maldição de Jesus à figueira sem fruto e seguida da constatação de que “tinha secado até a raiz”. Radiografia do templo, não mais casa de Deus, e assim nem de oração para todos os povos, mas “uma toca de ladrões”.
Não mais espaço do bem, mas da iniquidade. A palavra de Jesus contra a figueira cumpriu-se à risca. E Ele nos garante que, se temos fé sem dúvidas no coração, mas acreditamos que nos será dado o que pedimos na oração, isso acontecerá. E Pedro nos propõe a vigilância na oração, cultivando o amor mútuo que cobre uma multidão de pecados. Que sejamos hospitaleiros e bons administradores da “multiforme graça de Deus”, pondo à disposição dos outros o dom que recebemos.
Coleta
FAZEI, SENHOR, que os acontecimentos deste mundo decorram na paz que desejais, e vossa Igreja vos possa servir alegre e tranquila. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
https://www.a12.com/reze-no-santuario/deus-conosco?data=29%2F05%2F2026&leitura=meditacao


COLETÂNEA DE HOMÍLIAS DIÁRIAS, COMENTÁRIOS E REFLEXÕES DO EVANGELHO DO DIA, DE ANOS ANTERIORES - 29/05/2026

ANO A


Mc 11,11-26

Comentário do Evangelho

A prática do perdão

O Templo de Jerusalém, desde sua construção por Salomão, sempre teve como anexo o Tesouro, destinado ao depósito das imensas riquezas acumuladas a partir das ofertas e das taxas cobradas do povo. Naquele momento de intenso comércio praticado durante a festa da Páscoa, Jesus denuncia esta corrupção do Templo. A figueira que secou por não dar frutos representa o sistema religioso do Templo, com sua infidelidade a Deus. O monte que com fé é lançado ao mar é o monte Sião, com Jerusalém e o Templo, sede da opressão sobre o povo humilhado e submisso. No acréscimo final, sobre a oração, temos uma retomada do final da oração do Pai-Nosso: pela prática do perdão alcança-se o perdão de Deus.
José Raimundo Oliva
Oração
Pai, ensina-me a viver a religião pura e agradável a ti. Cheio de fé e disposto a perdoar e a viver reconciliado, que eu possa rejeitar tudo o que desvirtua a verdadeira religião.
Fonte: Paulinas em 01/06/2012

Vivendo a Palavra

Jesus, cuidando corajosamente do Templo de Jerusalém, quer nos ensinar a cuidar dos templos vivos do Senhor, que somos todos nós, os seres humanos. E mostra o caminho excelente: a oração – encontro com o Pai Misericordioso – e o amor fraterno, que exige o perdão generoso e incondicional.
Fonte: Arquidiocese BH em 01/06/2012

Vivendo a Palavra

No texto, o Mestre exalta a pureza que deve ser preservada no Templo. Destemidamente Ele acusa os abusos cometidos, impede os comerciantes de profanar a Casa de Oração e ensina aos discípulos o poder da fé, da oração e o dever de todos: perdoar sempre com generosidade sem limites.
Fonte: Arquidiocese BH em 27/05/2016

VIVENDO A PALAVRA

Com o exemplo da figueira que não produz frutos e seca, o Mestre ensina que cada um deve se esforçar para cumprir sua missão. A nossa é testemunhar – com a vida e, se necessário, com uma palavra sábia – que o Reino de Deus já está presente em nós. Ele foi trazido e revelado pelo Cristo, o Filho de Deus feito carne em Jesus de Nazaré.
Fonte: Arquidiocese BH em 01/06/2018

Reflexão

O Evangelho de hoje nos leva a questionar se a Igreja é para nós o local privilegiado para o encontro com Deus e o crescimento da fé ou é o local de práticas que têm por finalidade a nossa promoção pessoal, o lucro, a competição e a concorrência entre as pessoas, o desenvolvimento de sentimentos como ciúmes, rancor, raiva, ira, inveja, etc. A Igreja deve ser o local onde se cria comunhão entre nós e o próprio Deus e entre nós mesmos, como irmãos e irmãs. Tudo o que diverge disso não corresponde ao plano de Deus e faz com que a nossa presença na Igreja seja ocasião de pecado.
Fonte: CNBB em 01/06/2012 e 27/05/2016

Reflexão

A figueira é símbolo do templo de Jerusalém, centro do poder religioso, social e político de Israel. Jesus esperava colher boas obras do templo, mas ele tornara-se estéril, vazio. Virou um espaço de exploração, onde os pobres se tornaram vítimas da ganância dos dirigentes e comerciantes, por isso Jesus derrubou as “cadeiras dos que vendiam pombas”. Essas relações injustas que se praticavam no templo contrariavam o seu significado, pois ele deveria ser ambiente de oração e de relações justas. Jesus ataca frontalmente esse abuso. Outros temas são: o poder da fé e a força da oração comunitária. A fé, se é autêntica, produz resultados surpreendentes. A oração dos irmãos e irmãs, reunidos em nome do Senhor, tem poderosa eficácia, desde que acompanhada pelo ato de perdoar.
(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)
Fonte: Paulus em 01/06/2018

Meditando o Evangelho

O TEMPLO PROFANADO

O comércio no templo deu margem para que a corrupção tomasse conta dele. Jesus interpretou o fato como uma forma de profanação, embora a classe sacerdotal e o pessoal ligado ao culto fossem coniventes com a situação implantada. Criou-se um perigoso conluio entre religião e comércio, a ponto de se operar uma sacralização deste em desprestígio daquela. Os comerciantes, é óbvio, ambicionavam o lucro, esquecendo-se de que sua presença no lugar sagrado só deveria visar a facilitação da vida dos peregrinos. A casa de Deus transformou-se num pólo de exploração. De outra parte, o comércio acentuava ainda mais a distinção entre ricos e pobres. Os primeiros possuíam dinheiro suficiente para comprar animais de grande porte para oferecer em sacrifício, e trocavam grandes somas de dinheiro com os cambistas. Quanto aos pobres, pouco tinham para adquirir o suficiente para a própria oferta.
Sendo assim, os verdadeiros fundamentos da religião acabavam sendo olvidados. Antes de mais nada, a vida de oração baseada numa fé sólida, que dá ao orante a certeza de ser atendido. A fé abre o coração para Deus, impedindo a pessoa de confiar na posse dos bens. Pelo contrário, perdão e a reconciliação deixavam de fazer parte das disposições de quem se aproximava de Deus, no templo convertido em um antro de ladrões. O ambiente dispersivo impedia que o peregrino se conscientizasse do dever de buscar a comunhão com o próximo, antes de voltar-se para Deus.
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total)
Oração
Pai, ensina-me a viver a religião pura e agradável a ti. Cheio de fé e disposto a perdoar e a viver reconciliado, que eu possa rejeitar tudo o que desvirtua a verdadeira religião.
Fonte: Dom Total em 27/05/2016

Meditando o evangelho

O ZELO PELA CASA DE DEUS

A atitude irada de Jesus, ao expulsar os comerciantes do templo de Jerusalém, tem sua razão de ser. O que o moveu a tomar esta atitude foi um amor tão acentuado a Deus, a ponto de não poder permitir que o deus-dinheiro fosse instalado na casa do Pai. Por isso, mostrou-se tão enérgico.
O templo tornara-se uma espécie de banco, onde os peregrinos, vindos do estrangeiro, trocavam dinheiro para poder dar esmolas e oferecer sacrifícios. Foi, também, transformado em mercado, onde os fiéis compravam os animais a serem oferecidos em sacrifício. Comércio não se faz sem lucro. Sem dúvida, a ganância foi tomando conta dos cambistas e comerciantes, que não tinham escrúpulos de explorar os incautos peregrinos, considerados como fonte de riquezas para eles. A aristocracia sacerdotal participava dos lucros obtidos destas atividades. Por isso, fechava os olhos aos abusos.
Para os beneficiários da situação, o dono da casa já não tinha importância. Seu deus era o dinheiro. Só o lucro lhes interessava, não o modo como era obtido.
Jesus não se conformou diante do sistema de exploração instalado na casa de seu Pai. Ao promover a purificação do templo, restabeleceu o senhorio de Deus sobre aquele espaço sagrado. Aquele era lugar de encontro com Deus e não lugar de se cometer injustiças.
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total)
Oração
Senhor Jesus, dá-me ousadia e coragem suficientes para, como tu, purificar o templo de Deus, de muitas maneiras, ainda hoje profanado.
Fonte: Dom Total em 01/06/2018

COMENTÁRIO DO EVANGELHO

1. A ESTERILIDADE PUNIDA
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado no Portal Dom Total a cada mês)

O episódio da figueira tem, à primeira vista, um quê de inexplicável. A maldição lançada sobre ela, por Jesus, parece não se justificar. Se não era tempo de figos, como ele esperava encontrar frutos? Estaria pretendendo que o ciclo natural daquela planta se adaptasse às suas exigências? Teria Jesus dado vazão a uma agressividade infantil?
Estas questões são irrelevantes, diante do valor parabólico do relato. A figueira simboliza o povo de Israel. Jesus, o Filho enviado, contava com os frutos produzidos por este povo predileto de Deus. Encontrou-o, ao invés, na mais completa esterilidade. Foi o que também ficou patente, quando, certa vez, Jesus entrou no Templo. Aí se deparou com uma religião transformada em comércio, em exploração, sem nenhuma preocupação com a prática da misericórdia e da justiça. A casa de Deus fora profanada de maneira flagrante, e ninguém se levantava para pôr um basta nesta situação. Era possível esperar grandes coisas de um povo que agia desta maneira? E o que teria sentido Deus diante desta situação?
Na teologia de Israel, a infidelidade era sempre punida. Fazer a figueira secar até à raiz apontava para o castigo a ser infligido ao Israel infiel, incapaz de dar os frutos esperados por Deus.
Não foi Jesus o primeiro a tocar neste assunto. Antes dele, já os profetas haviam alertado o povo infiel para o castigo que lhe estava reservado.
Oração
Espírito de fecundidade, livra-me de viver de modo incompatível com o projeto de Deus. Que minha vida dê frutos de justiça e caridade.
Fonte: NPD Brasil em 01/06/2012

COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. Dar frutos fora de tempo...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

Neste evangelho vemos que Jesus roga uma praga, essa é que é a verdade, em uma coitada de uma figueira que não tinha frutos a oferecer, pois não era tempo... Com a palavra São Marcos, O "próprio" e não o ex-goleiro do Palmeiras, que vai segurar "essa", para que a gente entenda...

Marcos____Bom, vamos ligar os pontos que parecem desarticulados nesse evangelho, Jesus entrou em Jerusalém e foi ao templo, onde olhou tudo ao seu redor. Depois foi pousar em Betânia, pois já era tarde, daí ao amanhecer é que vem o episódio da figueira...
____E então São Marcos, foi praga mesmo ou é apenas um modo de dizer...?

São Marcos____A reflexão é uma crítica à religião Oficial, centralizada no templo, onde Jesus esteve ao chegar na cidade, e parece que não gostou do que viu... A grande árvore do Judaísmo só tinha folhas e não estava produzindo fruto nenhum, ali não havia Justiça, Misericórdia, igualdade, liberdade, a coisa já tinha desandado… Era só fachada mesmo...
____Escuta São Marcos, o Senhor falou aí e eu pensei daqui, se Jesus viesse hoje visitar nossas comunidades... Será que iria gostar do que fosse ver?

São Marcos_____Bem pensado… Isso mesmo… A reflexão vai nessa linha, que frutos as comunidades cristãs de hoje estão produzindo? A verdadeira comunidade frutifica, evangeliza, educa, orienta, ilumina e conduz e liberta.
____São Marcos, no caminho de volta já no outro dia, Pedro percebeu que a praga tinha pegado, e foi das bravas, pois secou até a raiz...

São Marcos____Pois é, e quando seca uma árvore até a sua raiz a mesma morre. Se não há frutos, para que serve a raiz de uma árvore? Estamos aqui falando de árvore frutífera, da qual se espera o fruto. Usando um tema bem do tempo de vocês, qual o custo benefício de uma árvore frutífera que não frutifica... Claro que nenhum... Toda a tradição de Israel apontava para uma promessa: o Messianismo Salvador que mudaria a vida das pessoas. Mas havia chegado o tempo da esperança, o tempo do fruto novo que era Jesus, mas cadê o reconhecimento e a aceitação?
____Nossa São Marcos! Então a condição ideal para que Israel desse fruto era a Fé em Jesus Cristo, e não a tradição, que eles tanto prezavam?

São Marcos____Exato! O tempo da espera tinha terminado, Jesus estava ali com eles, bastava a Fé em sua pessoa e os frutos seriam abundantes. Afinal Deus havia investido na Figueira de Israel, era justo querer os frutos, como hoje Cristo confia e investe nos cristãos dando-lhes a sua Graça, não importa quantos frutos estamos dando, o que importa é a qualidade...
_____Bom, então fica aqui uma pergunta inquietante: como cristãos em nossas comunidades, nós temos dado frutos aos que nos procuram, ou somos apenas um amontoado de folhas que nada têm a oferecer aos que nos procuram? Como diria um amigo meu, é só volume e barulho, mas nada tem a oferecer...

São Marcos____Só não esqueça que, os frutos que Deus espera, provém do Espírito presente na Igreja, portanto, condições de produzi-los, toda comunidade e todo cristão tem, não há desculpa e nem justificativa para ser uma "árvore" infrutífera…

2. Tende fé em Deus
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - Comece o Dia Feliz)

Jesus entrou em Jerusalém, montado num jumentinho e aclamado pelo povo. Foi ao Templo, observou o que lá acontecia e retirou-se para Betânia. No outro dia, voltou ao Templo e começou a expulsão dos vendilhões. Vendiam e compravam, havia mesas de cambistas, bancas de pombas, mercadorias eram transportadas pelo Templo. Jesus age e educa. Cita o profeta Isaías: “Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos”. Tinham feito dela um antro de ladrões ou uma casa de comércio, escreve São João. Era época da Páscoa e as autoridades do Templo toleravam essa movimentação comercial. O Evangelho de São João diz que os discípulos se lembraram do salmo que diz: “O zelo da tua casa me devora”.
Fonte: NPD Brasil em 01/06/2018

HOMILIA DIÁRIA

Qual caminho você está percorrendo?

Postado por: homilia
junho 1st, 2012

É uma riqueza quando, logo cedo, já nos dirigimos à Igreja para estar na presença de Deus. É algo maravilhoso poder entrar no templo do Senhor e participar da Sagrada Eucaristia. O templo é o caminho da glória, da felicidade do homem, porque, estando nele, vislumbramos a vida eterna que Deus preparou para nós.
Há em nós esta necessidade de oração, de comunhão com o Pai. Muitas doenças que trazemos são decorrentes da nossa falta de perdão. Isso é algo muito sério!
O Senhor quer limpar o templo d’Ele. Não podemos ser essas pessoas que fazem desse local uma “toca de ladrões”. Muito pelo contrário, meus irmãos, pois a exemplo daquela figueira do Evangelho de hoje, Deus também vem ao nosso encontro procurando frutos em nós, frutos de uma autêntica conversão.
O homem que vigia faz da sua vida uma oração. A Palavra de Deus quer nos fazer homens e mulheres vigilantes. Pergunto-lhe hoje: “Qual caminho você está percorrendo?”.
Muitos não estão percorrendo o caminho de Deus, mas sim aquele que os conduz ao inferno. Para o Senhor não há filhos “ruins”, mas filhos que trilham um caminho errado.
Precisamos estar no templo, porque é necessário caminhar pela estrada que o Pai nos oferece. Não podemos nos contentar em sermos figueiras “estéreis”.
É triste constatar que muitas famílias estão ruindo hoje em dia. Quantos lares divididos onde existe tanta falta de respeito, tanta discórdia! Filhos que não respeitam mais seus pais, casais que não se amam mais. Lares onde não existe mais o santo temor a Deus. O que está faltando, meus irmãos? Falta ao homem voltar ao templo, ou seja, percorrer novamente o caminho de Deus.
Não perca mais tempo murmurando em vez de amar. Quantos se desgastam apenas reclamando dos outros e da própria vida! Saiba que você pode, em Deus, pegar todo seu sofrimento, sua dor e transformar tudo isso em oportunidade de santificação.
Hoje, Deus está chamando você a viver com Ele em Seu templo. Ele mesmo se encarrega de purificar o que está errado em nós. O Senhor quer nos curar de toda “esterilidade” em nossa alma. Não somos figueiras estéreis. Somos filhos de Deus, chamados por Cristo a percorrer com fé por essa via de conversão e santidade.
Padre Vagner Baía, Comunidade Canção Nova
Fonte: Canção Nova em 01/06/2012

HOMILIA DIÁRIA

Cultivemos o amor recíproco entre nós

Não é que tenhamos de amar a todos da mesma forma, mas a ninguém podemos dever o amor recíproco

Sobretudo, cultivai o amor mútuo, com todo o ardor, porque o amor cobre uma multidão de pecados.” (1Pd 4,8)

A Palavra de Deus que hoje meditamos, sobretudo a Primeira Carta de São Pedro, está nos falando sobre a brevidade da nossa vida, que parece durar muitos anos – seja vivendo cinquenta, sessenta, setenta, noventa anos… –, mas é breve. Quando olhamos para trás, dizemos: “Nossa, como se passaram rápido os meus dias!”.
Por isso, o melhor remédio para viver é não perder tempo e aproveitar cada momento que nos foi dado para viver. Uma coisa salutar e salvífica, para os dias de nossa vida terrena, é o amor, o grande remédio, a obrigação e missão que temos nessa vida. Devemos, sobretudo, cultivar o amor recíproco de uns para com os outros.
Amar nem sempre é fácil, e o amor será sempre um desafio para nós. De forma natural, amamos a quem nos quer bem, quem chega bem, amamos a quem somos mais afim.
O amor tem de ser mútuo, universal e para todos! Não é que tenhamos de amar a todos da mesma forma, mas a ninguém podemos dever o amor recíproco. Ainda que a mesma pessoa ou as mesmas pessoas não nos retribuam amor, não retribuamos ódio com ódio. Temos de retribuir ódio com amor, porque já retribuímos a indiferença com o amor que recebemos do coração de Deus.
Uma coisa muito importante: o amor cobre uma multidão de pecados, é o melhor remédio que podemos usar para vencer as grandes doenças da vida. As nossas enfermidades vêm, muitas vezes, das decepções, das mágoas, das situações mal vividas e resolvidas, e acabamos acumulando tantas coisas negativas dentro de nós; por isso, precisamos dar uma resposta diferente àquilo que nos fez sofrer.
Amor é remédio, penitência e purificação. Alguns podem dizer: “Ah, padre, é tão bom amar!”. É bom e talvez seja fácil amar quando o ambiente, o clima e as pessoas nos amam também. O amor de cada dia é muito exigente, aquele que não retribui com a mesma moeda e supera as dificuldades.
Não perca seu tempo nem gaste sua vida com as “picuinhas” que se transformam em mágoas e ressentimentos, que vão, aos poucos, tirando de nós o sabor de viver. A vida tem sentido e sabor quando sabemos viver o amor.
Que o amor de Deus seja primordial para conduzirmos os passos de cada dia de nossa existência!
Deus abençoe você!

HOMILIA DIÁRIA

A oração é a elevação da alma ao coração de Deus

A oração alcança primeiro o coração, que entra na comunhão e na sintonia com Deus

“Por isso vos digo, tudo o que pedirdes na oração, acreditai que já o recebestes, e assim será. Quando estiverdes rezando, perdoai tudo o que tiverdes contra alguém.” (Marcos 11,25)

Jesus, no Evangelho de hoje, dá conselhos fundamentais e importantes para a nossa vida. Quero me deter em dois deles. O primeiro é a confiança na oração, a fé que precisamos ter quando nos dirigimos a Deus, quando elevamos o nosso coração a Ele.
A oração acontece, primeiro, dentro do nosso coração, mas esperamos sempre resultados externos da oração. Nessa ocasião está o verdadeiro engano, pois a oração alcança, primeiro, o coração, que entra na comunhão e na sintonia com Deus.
Muitas vezes, rezamos, porque estamos passando por aflições, medos, receios, dúvidas e intranquilidades, as quais invadem a nossa alma. Quando nos colocamos, verdadeiramente, em espírito de oração, Deus tira as trevas que estão dentro de nós. Essa é a confiança que devemos ter, porque o coração está tenso, perturbado, inquieto, com medo do fracasso, da derrota, medo de não dar conta e não acontecer.
Na oração, vem a convicção mais profunda que precisamos: tudo está nas mãos de Deus, já não somos mais nós que cuidamos, é Deus que cuida daquilo que confiamos a Ele. Por isso, tudo o que pedirmos, na oração, tenhamos a convicção de que assim será cuidado por Deus, estará nas mãos d’Ele.
Muita coisa não muda em nossa vida, porque não deixamos Deus cuidar. Queremos orações mágicas, mas esta é a elevação da alma ao coração de Deus, é o encontro de corações, é o encontro do Deus amor, Deus bondade e ternura, que cuida do nosso coração aflito, tenso, preocupado e perturbado. Na oração, confiamos que o Senhor está cuidando de nós!
A segunda coisa importantíssima quando estivermos rezando é perdoar tudo que temos contra alguém. Essa é a segunda grande graça da oração, porque nós sempre temos alguma coisa contra o outro, sempre ficamos chateados, revoltados, magoados, aflitos, porque alguém nos machucou, feriu.
Quando o bálsamo do perdão invade nossa alma, experimentamos a paz mais profunda que nada neste mundo pode nos dar ou fazer alcançar. Por isso, a oração é verdadeira quando experimentamos a confiança e o abandono em Deus, quando tiramos as amarras do ressentimento, da mágoa e do ódio que estão em nós pela força do perdão.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Fonte: Canção Nova em 01/06/2018

Oração Final
Pai Santo, dá-nos coragem para nos entregarmos ao teu Espírito, que já mora em nós, a fim de vivermos neste mundo encantado que nos emprestaste para cuidado e partilha como discípulos missionários da Igreja de teu Filho, o Cristo Jesus, que se fez nosso Irmão e contigo reina na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 01/06/2012

ORAÇÃO FINAL
Pai Santo, dá-nos coragem e grandeza d’alma para perdoarmos as injúrias de que formos alvo. Ensina-nos, Pai amado, a misericórdia, a generosidade e o respeito pelos companheiros peregrinos desta terra abençoada que nos emprestas para ser cuidada e patilhada. Pelo Cristo Jesus, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo. Amém.
Fonte: Arquidiocese BH em 01/06/2018