domingo, 26 de abril de 2026

São Marcos Evangelista - 25 de Abril





São Marcos Evangelista, fez um lindo trabalho missionário

Celebramos com muita alegria a vida de santidade de um dos quatro Evangelistas: São Marcos. Era judeu de origem e de uma família tão cristã que sempre acolheu aos primeiros cristãos em sua casa: "Ele se orientou e dirigiu-se para a casa de Maria, mãe de João, chamado Marcos; estava lá uma numerosíssima assembleia a orar" (Atos 12,12).
A tradição nos leva a crer que na casa de São Marcos teria acontecido a Santa Ceia celebrada por Jesus, assim como dia de Pentecostes, onde "inaugurou" a Igreja Católica. Encontramos na Bíblia que o santo de hoje acompanhou inicialmente São Barnabé e São Paulo em viagens apostólicas, e depois São Pedro em Roma.
São Marcos na Igreja primitiva fez um lindo trabalho missionário, que não teve fim diante da prisão e morte dos amigos São Pedro e São Paulo. Por isso, evangelizou no poder do Espírito Alexandria, Egito e Chipre, lugar onde fundou comunidades. Ficou conhecido principalmente por ter sido agraciado com o carisma da inspiração e vivência comunitária, que deram origem ao Evangelho querigmático de Jesus Cristo segundo Marcos.
São Marcos, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova 25 de Abril, de 2020

São Marcos, o primeiro a escrever os ensinamentos de Jesus

Evangelista [morte aproximadamente em 67 d.C]


Origem

Marcos era de família judaica, também conhecido no livro dos Atos do Apóstolos com o nome de João Marcos (cf. At 12, 12). Era filho de Maria, que, segundo a tradição, seria uma viúva de boas condições financeiras naquela época. Sua mãe, possivelmente, foi quem colaborou com os primeiros cristãos, abrigando-os em sua casa no início do cristianismo. 

Interessante

Alguns biblistas cogitam a possibilidade de ter sido a casa da família de Marcos usada por Jesus e pelos Apóstolos durante a última ceia.

Vida

Mesmo Marcos não sendo um dos doze Apóstolos, é provável que ele tenha conhecido Jesus. Muitos estudiosos da área bíblica acreditam que Marcos foi o rapaz que largou o lençol, única roupa em que estava coberto, fugindo nu no momento em que Jesus era preso no Getsêmani (Mc 14, 51-52).

São Marcos: descreveu e transmitiu as principais pregações de São Pedro sobre Jesus

Primeiras famílias cristãs

O que se sabe com precisão é que São Marcos era primo de Barnabé, figura importante na difusão do cristianismo.  Marcos foi grande companheiro de Paulo em sua primeira viagem missionária, além de permanecer ao seu lado hora de sua morte.

Discípulo de Pedro

Marcos foi fiel discípulo de São Pedro, em Roma. Pedro demonstrou tal afeição por Marcos que o chamou carinhosamente de “meu filho” (cf. 1Pd 5, 13). Foi sob a inspiração do Espírito Santo que Marcos escreveu em seu evangelho os ensinamentos do grande Apóstolo Pedro, tornando-se assim o seu intérprete, registrando as pregações do grande Apóstolo.

Os registros do primeiro evangelho

A principal missão do evangelista Marcos foi descrever e transmitir as principais pregações de Pedro sobre Jesus. São Marcos tornou-se um grande modelo, pois seguiu com fidelidade a ordem de ir pelo mundo inteiro pregando o evangelho a toda criatura. Seu evangelho é o menor entre os quatro evangelistas, porém é considerado o primeiro a ser escrito, servido de base para os evangelistas Mateus e Lucas. Seu conteúdo é um urgente convite para conhecermos com profundidade quem é Jesus.

São Marcos: Padroeiro de Veneza

Páscoa

Após os martírios de São Pedro e São Paulo, Marcos dirigiu-se para Alexandria, sendo reconhecido como evangelizador e primeiro Bispo desta parcela da Igreja. Marcos morreu entre os anos 68 e 72, acredita-se que foi martirizado em Alexandria, no Egito. No ano de 825, suas relíquias foram transportadas para a cidade de Veneza, onde até hoje é venerado como Padroeiro.

Minha oração

“Que a exemplo de São Marcos, sejamos fiéis, amigos e companheiros uns dos outros no serviço da evangelização, levando com coragem a Palavra de Deus ao mundo inteiro, despertando nos corações o desejo de conhecer quem é Jesus Cristo.”

São Marcos Evangelista, rogai por nós!

Outros santos e beatos que a Igreja faz memória em 25 de abril

Beatos mártires André Solá y Molist, presbítero Claretiano, José Trindade Rangel Montano, presbítero, e Leonardo Pérez Lários, no México. († 1927)
- Santo Aniano, bispo de Alexandria, no Egito, foi o primeiro bispo desta cidade depois de São Marcos. († c. 67)
- Santos Pasícrates e Valenciano, mártires, que, pela confissão da fé em Cristo como único Deus. († c. 302)
- São Febádio, bispo, que escreveu um livro contra os arianos e protegeu o seu povo da heresia, na França. († c. 393)
- Santo Estêvão, bispo e mártir, que sofreu muitos ataques dos hereges que se opunham ao Concílio de Calcedónia. († 479)
- São Clarêncio, bispo, na França. († s. VII)
- Santo Ermino, abade e bispo, intensamente aplicado à oração e dotado do espírito de profecia, que sucedeu a Santo Usmaro, na atual Bélgica. († 737)
- Santa Franca, abadessa, que decidiu entrar na Ordem Cisterciense e passava frequentemente toda a noite em oração na presença de Deus, na Itália. († 1218)
- Beato Bonifácio Valperga, bispo, insigne pela sua caridade e humildade, na Itália. († 1243)
- Beatos Roberto Anderton e Guilherme Marsden, presbíteros e mártires, que foram condenados à morte por terem entrado como sacerdotes na Inglaterra. († 1586)
- São Pedro de São José Betancur, irmão da Ordem Terceira de São Francisco. († 1667)
- São João Piamarta, presbítero, que, fundou em Bréscia (Itália) o Instituto dos Pequenos Artesãos e, nas proximidades de uma colónia agrícola, e fundou também a Congregação da Sagrada Família de Nazaré. († 1913)

Fontes:
- Liturgia das horas – Volume II
- Missal Cotidiano da Assembleia Cristã – Paulus Editora
- Livro “Falar com Deus” – Volume VI. Autor: Francisco Fernández-Carvajal – Editora Quadrante Editora.
- Bíblia TEB
- Bíblia CNBB
- vaticannews.va

– Pesquisa: Diácono Bruno Antonio – Comunidade Canção Nova

– Produção e edição: Fernando Fantini – Comunidade Canção Nova

São Marcos

São Marcos
Evangelista
Século I

O evangelho de são Marcos é o mais curto se comparado aos demais, mas traz uma visão toda especial, de quem conviveu e acompanhou a paixão de Jesus quando era ainda criança.
Ele pregou quando seus apóstolos se espalhavam pelo mundo, transmitindo para o papel, principalmente,as pregações de são Pedro, embora tenha sido também assistente de são Paulo e são Barnabé, de quem era sobrinho.
Marcos, ou João Marcos, era judeu, da tribo de Levi, filho de Maria de Jerusalém, e, segundo os historiadores, teria sido batizado pelo próprio são Pedro, fazendo parte de uma das primeiras famílias cristãs de Jerusalém. Ainda menino, viu sua casa tornar-se um ponto de encontro e reunião dos apóstolos e cristãos primitivos. Foi na sua casa, aliás, que Cristo celebrou a última ceia, quando instituiu aeucaristia, e foi nela, também, que os apóstolos receberam a visita do Espírito Santo, após a ressurreição.
Mais tarde, Marcos acompanhou são Pedro a Roma, quando o jovem começou, então, a preparar o segundo evangelho. Nessa piedosa cidade, prestou serviço também a são Paulo, em sua primeira prisão. Tanto que, quando foi preso pela segunda vez, Paulo escreveu a Timóteo e pediu que este trouxesse seu colaborador, no caso, Marcos, a Roma, para ajudá-lo no apostolado.
Ele escreveu o Evangelho a pedido dos fiéis romanos e segundo os ensinamentos que possuía de são Pedro, em pessoa. O qual, além de aprová-lo, ordenou sua leitura nas igrejas.
Seu relato começa pela missão de João Batista, cuja "voz clama no deserto". Daí ser representado com um leão aos seus pés, porque o leão, um dos animais símbolos da visão do profeta Ezequiel, faz estremecer o deserto com seus rugidos.
Levando seu Evangelho, partiu para sua missão apostólica. Diz a tradição que são Marcos, depois da morte de são Pedro e são Paulo, ainda viajou para pregar no Chipre, na Ásia Menor e no Egito, especialmente na Alexandria, onde fundou uma das igrejas que mais floresceram.
Ainda segundo a tradição, ele foi martirizado no dia da Páscoa, enquanto celebrava o santo sacrifício da missa. Mais tarde, as suas relíquias foram trasladadas pelos mercadores italianos para Veneza, cidade que é sua guardiã e que tomou são Marcos como padroeiro desde o ano 828.
Fonte: Paulinas em 2014

São Marcos (evangelista)


Hoje a Igreja comemora São Marcos ou João Marcos, autor do Evangelho Segundo Marcos e amigo de São Pedro e São Paulo apóstolos, mencionado nas Epístolas do Novo Testamento, que recebeu também o nome de Evangelista, que fugiu nu quando Cristo foi preso em Getsêmani. Era filho de uma mulher de Jerusalém de nome Maria e primo de São Barnabé.
São Marcos participou da primeira viagem missionária realizada por São Paulo, mas não permaneceu até o fim dela, tendo voltado sozinho para Perga.
Santo Irineu, Tertuliano, Clemente de Alexandria atribuem decididamente a Marcos, discípulo e intérprete de São Pedro, o segundo Evangelho. E segundo os críticos modernos, o evangelho de Marcos foi escrito por volta dos anos 60/70, e dirigido aos cristãos de Roma.
Também acredita-se que ele tenha sido o primeiro bispo de Alexandria, mas para este episódio existem poucas provas documentais. A popularidade de São Marcos em Veneza é muito grande onde tem uma igreja denominada São Marcos.
Fonte: Catolicanet em 2014

São Marcos
Nascimento - No séc. I

Local nascimento - Jerusalém

Ordem - Apostolo evangelista

Local vida - Babilônia

Espiritualidade - São Marcos ou João Marcos, dirigiu-se à casa de Maria, a mãe de João Marcos (Atos dos Apóstolos 12,12ss.). Era primo de Barnabé (Colossenses 4,10). Discípulo de São Paulo, esteve ao seu lado quando ficou preso em Roma: "Saúdam-vos Aristarco, meu companheiro de prisão, e Marcos, primo de Barnabé, a respeito de quem já vos dei instruções: se ele aparecer por aí, recebei-o" (Colossenses 4,10s.). Foi também discípulo de São Pedro: Santo Irineu, Tertuliano, Clemente de Alexandria atribuem decididamente a Marcos, discípulo e intérprete de São Pedro, o segundo Evangelho. E segundo os críticos modernos, o evangelho de Marcos foi escrito por volta dos anos 60/70, e dirigido aos cristãos de Roma. O apóstolo marcos nos legou de uma forma muito especial as curas de Jesus, a vitória sobre os demônios, as tramas para prenderem Jesus, o mistério pascal, cumprindo de forma santa, sua vocação cristã.

Local morte - Alexandria

Fonte informação - Santo nosso de cada dia, rogai por nós!

Oração - Deus, nosso Pai, por meio de São Marcos quisestes que o anúncio do Evangelho chegasse até nós, para que, movidos pelo vosso Espírito , proclamássemos pela fé que Jesus é o Filho de Deus, o Ungido do Pai, nosso Redentor, nosso Libertador e nosso Irmão. Por ele temos a remissão de nossos pecados, e na sua humanidade o homem foi elevado. Libertai, Senhor, o nosso coração para que o nosso pensar e agir nos aproximem daquele que disse: O que sai do homem, é isso que o torna impuro. Com efeito, é de dentro, do coração dos homens que saem as intenções desmedidas, maldades, malícia, devassidão, inveja, difamação, arrogância, insensatez. Todas essas coisas más saem de dentro do homem e o tornam impuro.

Devoção - À narrativa da vida de Jesus

Padroeiro - De Veneza e dos vidraceiros

Outros Santos do dia - N. Sra de Cororomoto (padroeira da Venezuela); Hermínio e Estevão (bispos) Filão e Agatópode (diac); Hermógenes, Calixta e Evódio (mártires); Aninao (conf); Uma, Tersa Ansúrez.

Fonte: ASJ em 2014

sábado, 25 de abril de 2026

MEU DIA EM SINTONIA COM O ALTO - 26/04/2026


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HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA - 26/04/2026

ANO A


4º DOMINGO DA PÁSCOA

Ano A – Branco

Eu sou a porta.” Jo 10,7

Domingo do Bom Pastor

Dia Mundial de Oração pelas Vocações

Jo 10,1-10

Ambientação

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: Cristo é o Bom Pastor que veio para que nós tenhamos vida. É o único salvador, apesar de tantas vezes rejeitado por aqueles que ainda não tiveram seu encontro com ele. Ao celebrarmos o dia de Oração pelas Vocações Sacerdotais peçamos que o Divino Pastor nos dê santos e dedicados sacerdotes segundo o seu coração.
https://diocesedeapucarana.com.br/storage/107125/26-de-abril-2026---4-Domingo-da-Pascoa.pdf

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: Irmãos e irmãs, somos o rebanho que o Senhor, Bom Pastor, reuniu. Conduzidos por Ele, viemos buscar o alimento que nos salva: Ele mesmo que nos sacia pela sua Palavra e pelo seu Corpo e Sangue. Atraídos pelo Bom Pastor, também por Ele seremos enviados para dar testemunho da sua Páscoa. Neste dia em que a Igreja reza pelas vocações, supliquemos ao Senhor da Messe que envie operários generosos para amar e servir a todos.
https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Ano-50A-29-4o-DOMINGO-DE-PASCOA.pdf

EU SOU A PORTA DAS OVELHAS

No coração do tempo pascal, a Igreja eleva hoje seu olhar para Cristo ressuscitado e o contempla sob o título que revela o íntimo de sua missão: o Bom Pastor. Não se trata apenas de uma imagem pastoral, mas de uma categoria cristológica fundamental, na qual se manifesta o modo como Deus se relaciona com seu povo.
No Evangelho proclamado, Jesus afirma com solenidade: “Eu sou a porta das ovelhas”. Esta afirmação carrega uma densidade teológica profunda. Cristo não apenas conduz ao Pai: Ele é o acesso, o mediador único e necessário entre Deus e a humanidade. Toda vocação autêntica nasce e se configura a partir desta verdade: ninguém é pastor por si mesmo; ninguém entra no ministério por ambição, conveniência ou projeto pessoal. O verdadeiro pastor entra pela porta, que é Cristo, chamado por Ele e enviado em seu nome.
Ao contrapor o pastor verdadeiro aos ladrões e assaltantes, Jesus denuncia toda forma de exercício do ministério que não brota da comunhão com Ele. O ladrão “sobe por outro lugar”, isto é, busca o poder, o prestígio ou o domínio. O pastor, ao contrário, vive da lógica pascal: dar a vida. Ainda que neste trecho Jesus não fale explicitamente do sacrifício, toda a perícope aponta para a cruz, onde o Bom Pastor manifestará plenamente sua identidade.
O texto afirma que as ovelhas reconhecem a voz do pastor. Aqui tocamos um ponto essencial da teologia vocacional: a vocação nasce da escuta. Antes de qualquer resposta humana, há uma voz que chama. Deus não chama em abstrato, mas interpela pessoalmente. A voz do Bom Pastor não violenta a liberdade, mas a desperta. Não confunde, mas ilumina. Não promete sucesso, mas plenitude. Em um mundo saturado de vozes concorrentes, discernir a voz de Cristo exige silêncio interior, vida sacramental, intimidade com a Palavra e acompanhamento espiritual sério. É assim que Deus chama a todos a participar da sua messe, com uma vocação específica!
Neste Domingo do Bom Pastor, somos convidados a nos perguntar: que vozes temos escutado? Em meio a tantas propostas, ideologias e promessas vazias, é fácil seguir caminhos que parecem atraentes, mas que não passam pela “porta” que é Cristo. A voz do Bom Pastor não grita, não confunde, não oprime; ela orienta, liberta e conduz à vida.
Neste Domingo Mundial de Oração pelas Vocações, a Igreja suplica ao Senhor da messe que suscite pastores segundo o seu coração: homens e mulheres, leigos e leigas configurados a Cristo, pobres, obedientes e castos, capazes de entrar pela porta, de permanecer no redil e de não fugir diante do lobo.
Por fim, este Evangelho nos recorda que toda a Igreja é chamada a viver em estado vocacional. Cada batizado é convidado a escutar, discernir e responder. A fecundidade vocacional da Igreja está diretamente ligada à sua fidelidade ao Bom Pastor. Que neste tempo pascal, ao ouvirmos novamente a voz do Ressuscitado, renovemos nossa confiança n'Aquele que é a Porta, o Pastor e a Vida. Sigamos Cristo, o Bom Pastor, certos de que com Ele nada nos faltará, e de que somente n’Ele encontramos a verdadeira vida em abundância.
Dom Cícero Alves de França
Bispo Auxiliar de São Paulo
Vigário Episcopal para a Região Belém
https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Ano-50A-29-4o-DOMINGO-DE-PASCOA.pdf

Comentário do Evangelho

O Bom Pastor e a Porta das Ovelhas


Neste Domingo do Bom Pastor, Jesus se revela como aquele que conhece cada uma de suas ovelhas pelo nome. Ele não é um “mercenário” que foge diante do perigo, mas o Pastor zeloso que caminha à frente do rebanho. Jesus utiliza também a imagem da “Porta”: Ele é o único acesso legítimo para a salvação e para o verdadeiro descanso da nossa alma.
Viver a Páscoa sob o olhar do Bom Pastor é aprender a distinguir a Sua voz em meio a tantos ruídos e “falsos pastores” do mundo moderno. Enquanto o ladrão vem apenas para “roubar, matar e destruir”, Jesus afirma categoricamente a Sua missão: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. Seguir a Jesus é ter a certeza de que, mesmo nos vales escuros, não estamos sozinhos, pois o Seu cajado nos protege.
https://catequisar.com.br/liturgia/26-04-2026/

Reflexão

No Evangelho de hoje, Jesus se apresenta como a porta para entrada e saída de pastores e ovelhas. Como porta, Jesus é o acesso à segurança e à liberdade. A prática de Jesus é libertadora. Conduzindo para fora, ele liberta de tudo o que oprime e explora o povo. Jesus está sempre aberto para acolher os que querem fazer parte de sua caminhada e, ao mesmo tempo, deixa a liberdade para quem não se sente à vontade. Ele propõe entrar pela porta, que é ele, e não por outros subterfúgios que podem denotar outros interesses. Jesus vai na frente e, ouvindo sua voz, seus seguidores podem caminhar com segurança. Quem segue outras vozes pode ser manipulado e explorado. Quem passa pela porta, encontrará pastagem, vida plena e abundante, tudo o que necessita para uma vida digna. O Evangelho conclui: “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância”. O Mestre de Nazaré dedicou toda a sua vida para cuidar das “ovelhas” abandonadas. Seguindo sua voz, teremos vida e liberdade.
(Dia a dia com o Evangelho 2026)
https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/26-domingo-11/

Reflexão

«Eu sou a porta das ovelhas»

P. Pere SUÑER i Puig SJ
(Barcelona, Espanha)

Hoje no Evangelho, Jesus utiliza duas imagens referentes a si mesmo: Ele é o pastor. E Ele é a porta. Jesus é o bom pastor que conhece as ovelhas. «Ele chama cada uma pelo nome» (Jo 10,3). Para Jesus, não somos um número; tem um contacto pessoal com cada um de nós. O Evangelho não é só uma doutrina: é a adesão pessoal de Jesus conosco.
E, não só nos conhece pessoalmente. Também pessoalmente ama-nos. “Conhecer”, no Evangelho de são João, não significa simplesmente um ato do entendimento, senão um ato de adesão à pessoa conhecida. Jesus leva-nos a cada um no seu coração. Nós também lhe devemos conhecer assim. Conhecer Jesus não implica só um ato de fé, senão também de caridade, de amor. «Examinai-vos se conheceis —diz-nos são Gregório Magno, comentando este texto— se lhe conheceis não pelo fato de crer, senão pelo amor». E o amor mostra-se com as obras.
Jesus é também a porta. A única porta. «Quem entrar por mim será salvo» (Jo 10,9). E mais adiante realça: «Ninguém vai ao Pai senão por mim» (Jo 14,6). Hoje um ecumenismo mal entendido faz que alguns pensem que Jesus é um de tantos salvadores: Jesus, Buda, Confúcio..., Maomé, que mais dá! Não! Quem se salva se salvará por Jesus Cristo, ainda que nesta vida não o saiba. Quem luta por fazer o bem, o saiba ou não, vai por Jesus. Nós, pelo dom da fé, sim que o sabemos. Agradecemos-lhe. Esforçemo-nos por atravessar esta porta, que se bem é estreita, Ele nos a abrirá de par em par. E demos testemunho de que toda a nossa esperança está posta Nele.

Pensamentos para o Evangelho de hoje

- «Entra pela porta aquele que entra por Cristo, aquele que imita a paixão de Cristo, aquele que conhece a humildade de Cristo, que sendo Deus se fez homem por nós» (Santo Agostinho)

- «Jesus Cristo promete conduzir as ovelhas aos “pastos”, às fontes da vida. Mas qual é o alimento do homem? Ele vive da verdade e de ser amado pela Verdade. Ele precisa de Deus, do Deus que se aproxima dele e lhe mostra o caminho da vida» (Bento XVI)

- «Assim a Igreja é o redil, cuja única e necessária porta é Cristo (Jn 10,1-10). E também o rebanho, do qual o próprio Deus predisse que seria o pastor (cf. Is 40,11) e cujas ovelhas, ainda que governadas por pastores humanos, são contudo guiadas e alimentadas sem cessar pelo próprio Cristo, bom Pastor e Príncipe dos pastores, o qual deu a vida pelas suas ovelhas» (Catecismo da Igreja Católica, nº 754)
https://evangeli.net/evangelho/feria/2026-04-26

Reflexão

João 10: o bom pastor dá a “vida em abundância”

REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)
(Città del Vaticano, Vaticano)

Hoje centramo-nos na figura do Bom Pastor, uma imagem de larga tradição bíblica, onde Jesus purifica-la e a leva a sue pleno sentido. O ladrão vê as ovelhas como próprias e as aproveita para se mesmo. Ao contrário o verdadeiro Pastor não tira a vida, mas da vida. A grande promessa de Jesus: dar “vida em abundância”.
Jesus Cristo promete levar às ovelhas a “pastagem”, às fontes da vida. Ressoam aqui as palavras do Salmo 23: «Ele me faz descansar em verdes prados; a águas tranquilas me conduz...». Mas, qual é o alimento do homem? Ele vive da verdade e de ser amado pela Verdade. Precisa de Deus, ao Deus que se aproxima e mostra o caminho da vida. Quem lhe dá tudo isso, é aquele que lhe dá “vida em abundância”.
—Jesus, como palavra de Deus feita carne, não é apenas o “pastor”, também é o alimento, a verdadeira “pastagem”; dá-nos a vida entregando-se Ele mesmo.
https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2026-04-26

Reflexão

Jesus, o único Salvador, é a “porta”, leva-nos no seu Coração

P. Pere SUÑER i Puig SJ
(Barcelona, Espanha)

Hoje Jesus utiliza duas imagens que fazem referência a si mesmo: Ele é o “pastor” e a “porta”. Jesus conhece as ovelhas: as chama uma por uma. Para Jesus, nós não somos um número; com cada um de nós tem um trato pessoal. Também nos ama pessoalmente.
“Conhecer”, no Evangelho, não significa só um ato de entendimento, senão um ato de adesão à pessoa conhecida. Cristo leva-nos no seu Coração. Jesus é também a “porta”. A única porta. Ninguém vai ao Pai senão por Ele. Alguns pensam que Cristo é um de tantos salvadores: Jesus, Buda, Confúcio..., Maomé, Não! Só Jesus é Deus! Quem se salva se salvará por Jesus Cristo, ainda que nesta vida não o saiba.
—Eu, Jesus pelo dom da fé, sei que és Deus. Obrigado porque pude conhecer-te. Esforçarei-me em atravessar esta “porta” que leva ao Pai, ainda que é estreita, Tu a abrirás de par em par.
https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2026-04-26

Comentário do Evangelho

Jesus, o Bom Pastor


Hoje, os ouvintes também não compreendem as palavras de Jesus. O Senhor está a explicar-lhes algo muito bonito: eu sou o vosso pastor e vós sois as minhas ovelhas. Cristo veio à terra para nos ajudar. Ele é o bom pastor: conhece-nos um a um, e vai à frente conduzindo-nos por bons caminhos. Jesus Cristo é a “porta” da nossa salvação.
- Cristo está a dizer-nos: - Eu sou o vosso irmão mais velho. O Pai do Céu enviou-me para olhar por vós, que sois seus filhos. É difícil entender isto?
https://family.evangeli.net/pt/feria/2026-04-26

HOMILIA

A PALAVRA: DOS OUVIDOS AO CORAÇÃO!

Temos dois caminhos, e alternativos, para nos relacionar com o próximo. Como Jesus o fez, buscando sempre o bem do outro, comparado a uma ovelha. Foi até elas como seu “pastor”, que entra pela porta no redil. E enquanto tal, diz de si mesmo: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. Ou, na total contramão, podemos nos relacionar como “ladrão e assaltante”, que “sobe por outro lugar”, e que “só vem para roubar, matar e destruir”.
Assim, ou imprimimos no coração e atitudes, as divinas marcas do Criador, que é Amor, e nos quer à sua imagem e segundo sua semelhança. Ou, rompidos com Ele, e assim também com os irmãos, à imagem de Caim, fazemo-nos a encarnação da iniquidade contra o próximo. Vivemos dele o mais que pudermos, a suas custas e prejuízo, ou insensíveis a Ele, em vez de vivermos por Ele.
E Jesus veio não apenas para viver e nos mostrar esse seu caminho alternativo. Veio principalmente para nos propor essa vida. Sim, Ele diz de si mesmo: “Eu sou a porta (das ovelhas). Quem entrar por mim, será salvo; entrará e sairá e encontrará pastagem”.
Passar por Ele-porta é nos transformarmos n’Ele, assimilando seu coração e atitudes. E essa é a nossa chance de nos salvarmos, de experimentarmos autêntica liberdade (entrar e sair), de saciarmos nossa fome existencial, de encontrarmos o divino sentido-de-vida que nos realiza. Se Deus é Amor, Ele se sacia principalmente amando, e quanto mais ama, mais se sacia. É essa sua divina vida que Ele nos sugere: “Há mais felicidade em dar que em receber” (At 20,35b).
Os adversários tentaram arrancar e excluir Jesus da História ao crucificá-lo. Ressuscitando-o, “Deus (o) constituiu Senhor e Cristo”. Recebe-o de volta no seio da Trindade em sua eterna plenitude divina. E o confirma como o seu Cristo ou Messias ou Salvador, que prometera. Em palavras, nos diria: Ele é o caminho de vida que lhes proponho!
E que loucura do Amor! Se alguém o rejeita, mas quer a salvação, este é seu único caminho: converter-se e ser batizado “em nome de Jesus Cristo para o perdão dos pecados”. Ser batizado, mergulhado, enxertado exatamente n’Ele. Jesus continua sendo plena acolhida salvadora para quem o rejeitou! “E vós recebereis o dom do Espírito Santo”, essa divina força para o seguimento.
Então, vamos à vida: arranquemos o que ainda exista de “ladrão e assaltante” em nós, e assimilemos as atitudes de Jesus-pastor, que veio para que “tenham a vida e a tenham em abundância!”.
Pe. Domingos Sávio, C.Ss.R
https://www.a12.com/reze-no-santuario/deus-conosco?data=26%2F04%2F2026&leitura=meditacao