quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

LITURGIA DIÁRIA - 12/02/2026


Tema do dia

FELIZ QUEM OBSERVA O DIREITO E A JUSTIÇA EM TODO O TEMPO!

O texto do Livro dos Reis é um apelo à nossa compreensão de como é fugaz a vida humana. Salomão – o Rei que outrora fora sábio – envelhece e cede à tentação da idolatria, professada por suas esposas estrangeiras. Mas o Senhor, ainda assim, conduz a história.
Fonte: Arquidiocese BH em 13/02/2020

As palavras dos Papas

Com estas palavras esta mãe mostra que intuiu que a bondade do Deus Altíssimo, presente em Jesus, está aberta a todas as necessidades das suas criaturas. Esta sabedoria cheia de confiança atinge o coração de Jesus e obtém dele palavras de admiração: «Ó mulher, grande é a tua fé! Faça-se como desejas» (v. 28). O que é a grande fé? A grande fé é aquela que leva a própria história, marcada também por feridas, aos pés do Senhor, pedindo-Lhe que a cure, que lhe dê sentido. Cada um de nós tem a sua história e nem sempre é uma história limpa; muitas vezes é uma história difícil, com tanta dor, tantos problemas e pecados. (...) Há sempre coisas negativas numa história, sempre. Vamos até Jesus, batamos ao coração de Jesus e digamos-lhe: “Senhor, se quiseres podes curar-me! E podemos fazê-lo se tivermos sempre diante de nós o rosto de Jesus, se compreendermos como é o coração de Cristo: um coração que tem compaixão, que carrega sobre si as nossas dores, os nossos pecados, os nossos erros, os nossos fracassos. Mas é um coração que nos ama como somos sem maquiagem. (Papa Francisco, 16 de agosto de 2020)

Oração para antes de ler a Bíblia


Meu Senhor e meu Pai! Envia teu Santo Espírito para que eu compreenda e acolha tua Santa Palavra! Que eu te conheça e te faça conhecer, te ame e te faça amar, te sirva e te faça servir, te louve e te faça louvar por todas as criaturasFazei, ó Pai, que pela leitura da Palavra os pecadores se convertam, ojustoperseverem na graça e todos consigamos a vida eterna. Amém.

Quinta-feira, 5ª Semana do Tempo Comum, Ano Par (II)
Cor: Verde


Primeira Leitura (1Rs 11,4-13)
5ª Semana do Tempo Comum | Quinta-feira - 12/02/2026

Leitura do Primeiro Livro dos Reis.

4Quando Salomão ficou velho, suas mulheres desviaram o seu coração para outros deuses e seu coração já não pertencia inteiramente ao Senhor, seu Deus, como o do seu pai Davi. 5Salomão prestou culto a Astarte, deusa dos sidônios, e a Melcom, ídolo dos amonitas. 6Ele fez o que desagrada ao Senhor e não lhe foi inteiramente fiel, como seu pai Davi.
7Foi então que Salomão construiu um santuário para Camos, ídolo de Moab, no monte que está defronte de Jerusalém, e para Melcom, ídolo dos amonitas. 8Fez o mesmo para todas as suas mulheres estrangeiras, as quais queimavam incenso e ofereciam sacrifícios aos seus deuses. 9Então o Senhor irritou-se contra Salomão, porque o seu coração tinha-se desviado do Senhor, Deus de Israel, que lhe tinha aparecido duas vezes 10e lhe proibira expressamente seguir a outros deuses. Mas ele não obedeceu à ordem do Senhor.
11E o Senhor disse a Salomão: “Já que procedeste assim, e não guardaste a minha aliança, nem as leis que te prescrevi, vou tirar-te o reino e dá-lo a um teu servo. 12Mas, por amor de teu pai Davi, não o farei durante a tua vida; é da mão de teu filho que o arrebatarei. 13Não te tirarei o reino todo, mas deixarei ao teu filho uma tribo, por consideração para com meu servo Davi e para com Jerusalém, que escolhi”.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Responsório Sl 105(106),3-4.35-36.37 e 40 (R. 4)
5ª Semana do Tempo Comum | Quinta-feira - 12/02/2026

— Lembrai-vos, ó Senhor, de mim lembrai-vos, segundo o amor que demonstrais ao vosso povo!
— Lembrai-vos, ó Senhor, de mim lembrai-vos, segundo o amor que demonstrais ao vosso povo!

— Felizes os que guardam seus preceitos e praticam a justiça em todo o tempo! Lembrai-vos, ó Senhor, de mim, lembrai-vos, pelo amor que demonstrais ao vosso povo!
— Misturaram-se, então, com os pagãos, e aprenderam seus costumes depravados. Aos ídolos pagãos prestaram culto, que se tomaram armadilha para eles.
— Pois imolaram até mesmo os próprios filhos, sacrificaram suas filhas aos demônios. Acendeu-se a ira de Deus contra o seu povo, e o Senhor abominou a sua herança.

Evangelho (Mc 7,24-30)
5ª Semana do Tempo Comum | Quinta-feira - 12/02/2026




Senhor, também os cachorrinhos, embaixo da mesa, comem das migalhas das criancinhas

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.
— Acolhei docilmente a palavra semeada em vós, meus irmãos; ela pode salvar vossas vidas!

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
 Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 24Jesus saiu e foi para a região de Tiro e Sidônia. Entrou numa casa e não queria que ninguém soubesse onde ele estava. Mas não conseguiu ficar escondido.
25Uma mulher, que tinha uma filha com um espírito impuro, ouviu falar de Jesus. Foi até ele e caiu a seus pés. 26A mulher era pagã, nascida na Fenícia da Síria. Ela suplicou a Jesus que expulsasse de sua filha o demônio. 27Jesus disse: “Deixa primeiro que os filhos fiquem saciados, porque não está certo tirar o pão dos filhos e jogá-lo aos cachorrinhos”.
28A mulher respondeu: “É verdade, Senhor; mas também os cachorrinhos, debaixo da mesa, comem as migalhas que as crianças deixam cair”.
29Então Jesus disse: “Por causa do que acabas de dizer, podes voltar para casa. O demônio já saiu de tua filha”. 30Ela voltou para casa e encontrou sua filha deitada na cama, pois o demônio já havia saído dela.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


Oração para depois de ler a Bíblia


Dou-Te graças, meu Deus, pelos bons propósitos, afetos e inspirações que me comunicastes nesta meditação; peço-Te ajuda para colocá-los em prática. Minha Mãe Imaculada, meu protetor São José e Anjo da minha guarda, intercedem todos por mim. Amém.

GOTAS DE MISERICÓRDIA - Diário de Santa Faustina §1688




Diário de Santa Faustina §1688

"Hoje, o Senhor me disse: Minha filha, olha para o Meu misericordioso Coração e reflete a Sua compaixão em teu próprio coração e em tuas ações, para que tu mesma, que anuncias ao mundo a Minha misericórdia, sejas a primeira a arder com ela."

JESUS, EU CONFIO EM VÓS!!!





O carnaval deveria ser expressão de festividade e alegria


O carnaval deveria ser expressão de festividade e alegria

O carnaval é uma das festas que mais traduzem a cultura e a identidade do povo brasileiro

Em meio à vibração do desfile e dos enredos, nossas raízes se tornam evidentes, revelando – em uma miscelânea de cores, contos e olhares – realidades que expressam as particularidades de nossa construção cultural enquanto povo e nação. Nesse evento, percebe-se, como que em um mosaico, o rosto de índios, escravos, brancos e caboclos em uma belíssima mistura que dá ao brasileiro o tom e a alegria que o faz “brilhar” no cenário dos povos. O carnaval é a celebração ápice de nossa cultura – mesmo não sendo genuinamente nossa –, é a festa que nos acrescenta visibilidade diante de todo o mundo!
A história tem revelado que um povo sem o hábito de celebrar sua cultura perde sua identidade. Contudo, em meio à beleza dos sons, confetes e serpentinas, que fazem parte dessa celebração, todo indivíduo tem a sincera missão de resgatar continuamente o real sentido e essência do que celebra.

Verdadeiros elementos do carnaval

Em uma sociedade que procura, a todo custo, fabricar motivos para alcançar novos lucros, faz-se necessário questionar quais são os verdadeiros elementos que, de fato, são integrantes da história do que festejamos. É claro que tal raciocínio poderá não agradar aos donos de cervejarias e aos distribuidores de “pedras mágicas” e entorpecentes, mas poderá muito nos acrescentar em vida e saúde, educando-nos para um sóbrio exercício de nossa alegria.
Nosso carnaval deveria ser expressão de festividade e alegria. No entanto, as estatísticas revelam não só uma celebração, mas também números exorbitantes de acidentes e tragédias, na maioria das vezes, impulsionados pelo efeito do álcool e das drogas.

Leia mais:

Não existe conexão entre alegria e destruição

A melhor forma de “extravasar-se” diante das dificuldades e tensões não é tornar a vida mais caótica. Nossas festividades precisam se tornar um palco no qual a vida apresente belíssimos espetáculos de arte e sensibilidade, e não, em histórias de sofrimento e tragédia (muitas vezes orquestradas pelo excesso de álcool e pelo uso de drogas), com isso aumentando as estatísticas de irresponsabilidade e destruição. Nosso povo precisa ser alegre sim, mas nada dominado por vícios e por um cenário de autodestruição; o que não combina com uma verdadeira alegria.
Vivamos, pois, bem e com uma verdadeira alegria esse momento “tão nosso”. No trânsito, nos relacionamentos e na avenida, pulemos manifestando nossa verdadeira identidade e espontaneidade, mostrando que somos apaixonados pela vida e sabemos encarar a dureza dos dias – como em um “belo drible” – com a sinceridade e a leveza de sermos eternos aprendizes.

Um bom e feliz carnaval a todos!

Acamp. de Carnaval - Pe. Adriano Zandoná "Deus nos convida a viver uma verdadeira alegria" 03/03/14



Prof. Felipe Aquino fala sobre Espiritualidade no Carnaval


 

Canal do Youtube - Fernando Lauro Pereira

Publicado em 15 de fev. de 2009

A verdadeira alegria do carnaval - Padre Adriano Zandoná


A verdadeira alegria do carnaval

Não existe conexão entre alegria e destruição

Sem dúvida, o carnaval é uma das festas que mais traduzem a cultura e a identidade do povo brasileiro. Em meio à vibração do desfile e dos enredos, nossas raízes se tornam evidentes, revelando – em uma miscelânea de cores, contos e olhares – realidades que expressam as particularidades de nossa construção cultural enquanto povo e nação.
Nesse evento percebe-se, como que em um mosaico, o rosto de índios, escravos, brancos e caboclos em uma belíssima mistura que dá ao brasileiro o tom e alegria que o faz “brilhar” no cenário dos povos. É a celebração ápice de nossa cultura – mesmo não sendo genuinamente nossa –, é a festa que nos acrescenta visibilidade diante de todo o mundo!
A história tem revelado que um povo que não celebra sua cultura torna-se um povo sem identidade. Contudo, em meio à beleza dos sons, confetes e serpentinas, que fazem parte dessa celebração, todo indivíduo tem a sincera missão de resgatar continuamente o real sentido e essência do que celebra.
Em uma sociedade que procura a todo custo fabricar motivos para alcançar novos lucros, faz-se necessário questionar quais são os verdadeiros elementos que são, de fato, integrantes da história do que festejamos. É claro que tal raciocínio poderá não agradar aos donos de cervejarias e aos distribuidores de “pedras mágicas” e entorpecentes, mas poderá muito nos acrescentar em vida e saúde, educando-nos para um sóbrio exercício de nossa alegria.
Nosso carnaval deveria ser expressão de festividade e alegria. No entanto, as estatísticas revelam não só uma celebração, mas também números exorbitantes de acidentes e tragédias, na maioria das vezes, impulsionados pelo efeito do álcool e das drogas.
Não existe conexão entre alegria e destruição. A melhor forma de “extravasar” diante das intempéries da vida não é torná-la caótica. Nossas festividades precisam se tornar um palco no qual a vida apresente belíssimos espetáculos de arte e sensibilidade e não histórias de sofrimento, perpetuando as cenas no ofício de construir estatísticas de irresponsabilidade e destruição.
Vivamos, pois, bem e com uma Verdadeira alegria esse momento “tão nosso”. No trânsito, nos relacionamentos e na avenida, pulemos manifestando nossa verdadeira identidade e espontaneidade, mostrando que somos apaixonados pela vida e que sabemos encarar a dureza dos dias – como em um “belo drible” – com a sinceridade e a leveza de sermos eternos aprendizes.

Um bom e feliz carnaval a todos!

Padre Adriano Zandoná

Fonte: Canção Nova em 2013

CARNAVAL - Conheça a história do Carnaval


Carnaval

Esta festa profana (civil) teve origem no Egito, onde há 4000 a.C., povos antigos celebravam a fertilidade e a colheita das primeiras lavouras. Os povos antigos cultuavam aos deuses, pois não conheciam o Único e Verdadeiro Deus, adorado pelos cristãos.
Portanto se explica a consagração das festas carnavalescas à deusa Ísis no Egito Antigo, e mais tarde, às Divindades Dionisus, Baco, Saturno e Pã do mundo greco-romano.
Com a evangelização dos povos, as festas pagãs não foram abolidas em seu caráter positivo marcado pelas músicas, danças, celebrações e outras manifestações culturais, mas purificadas dos excessos carnais que tinham reduzido as festas carnavalescas em manifestações do sexo, bebidas e cultos idolátricos.
No Cristianismo o carnaval foi se tornando ao longo da história um festejo das vésperas da Quaresma e de autêntica alegria, tanto assim, que no século XV o Papa Paulo II permitiu um carnaval romano em frente do seu palácio, e outras manifestações populares que irradiavam uma verdadeira inculturação do Evangelho.
Hoje muitos escolhem regredir ao modo pagão de viver o carnaval, e estes são os mesmos que correm os riscos de colherem as desgraças próprias do pecado. A Igreja não desistiu da festa do carnaval, por isso se multiplicam os retiros e acampamentos que promovem a verdadeira e sadia alegria, nestes dias que antecedem a Quaresma e próprios para festejarmos com segurança nos caminhos de Jesus.

O que é o Carnaval?


Carnaval

Carnaval vem de currus navalis, pois entre os gregos e romanos se fazia um préstito em torno de um enorme carro em forma de navio dedicado ao deus Dionísio ou Baco. Já no século VI antes de Cristo, de fato, entre os gregos, havia festividades semelhantes às que ocorrem hoje. Depois dos gregos, entre os romanos e os antigos celtas e germanos havia análogas solenidades pela entrada do ano civil. Quando surgiu o cristianismo este deparou com tais comemorações que, inclusive, tinham um caráter penitencial, ou seja, queriam os pagãos expiar faltas cometidas no ano anterior. A Igreja procurou dar uma nova mentalidade a tais festas, expurgando toda mitologia e superstição, bem como a orgia que muitas vezes predominava.
Portanto, não foi a Igreja quem instituiu o Carnaval, mas, pelo contrário, ela procurou dar novos rumos ao que já acontecia. Conseguiu, também, que o Carnaval ficasse restrito a três dias antes da Quaresma. No início os cristãos eram mais moderados. Com o passar do tempo, sobretudo no Brasil, tudo descambou para a dissolução dos costumes, mormente, nos bailes e nas Escolas de Samba em cujos desfiles predominam o nudismo e toda espécie de erotismo. Esquece-se que os Mandamentos dados por Deus a Moisés são a vereda da libertação. Entre eles estão o Sexto e o Nono Mandamentos: “Não pecar contra a castidade” e “Não desejar a mulher do próximo” (cf. Ex 20,2-17; Deut 5,6-21).
Jesus em inúmeras passagens de sua pregação urgiu o cumprimento destes preceitos. Isto foi muito bem entendido, tanto que diz São Paulo: “Nem os impudicos, nem idólatras, nem adúlteros, nem depravados, nem de costumes infames, nem ladrões, nem cobiçosos, como também beberrões, difamadores ou gananciosos terão por herança o Reino de Deus (l Cor 6,9; Rom 1l, 24-27).
Condena o Apóstolo a prostituição (1 Cor 6,13 ss, 10,8; 2 Cor 12,21; Col3,5). É preciso, de fato, sempre evitar os desvarios da carne.
Guardar castidade significa: fazer um reto uso das faculdades sexuais que Deus colocou no nosso corpo dentro do plano de Deus. Para isto é mister perceber qual é o sentido profundo e valor exato da sexualidade. Deus preceituou que homem deixaria o pai e a mãe e se uniria a sua mulher, formando uma só carne (Gên. 2,24). Ele havia dito: “Não é bom que o homem esteja só, far-lhe-ei uma auxiliar igual a ele (Gên. 2,18). O Criador abençoou Noé e seus filhos e lhes ordenou: “Sede fecundos, multiplicai, enchei a terra”(Gên 9,1). O sexo está destinado, portanto, à união e ao crescimento no amor, possibilitando a criação de uma nova vida humana. O sexo foi feito para o matrimônio e o matrimônio foi elevado à sua prístina dignidade por Jesus Cristo, como está claríssimo no Evangelho (Mt 5,32). Jesus proclamou: “Bem-aventurados os puros, porque eles verão a Deus”. Para purificação interior tempo precioso é o da Quaresma, na qual ressoam as solenes palavras do profeta Joel: “Convertei-vos ao Senhor vosso Deus, porque ele é benigno e compassivo, paciente e de muita misericórdia e inclinado a suspender o castigo” (Joel 2,13). Tempo de conversão, isto é, de total mudança de vida dentro do programa traçado pelo livro do Apocalipse: “Aquele que é justo, justifique-se mais, e aquele que é santo, santifique-se mais” (Ap 22,11). Conversão do pecado à graça, da tibieza a uma vida mais generosa e fervorosa. Tempo em que todo cristão se esmera por adornar sua alma e lhe dar aquela beleza interior que a torne capaz de receber a plenitude das bênçãos divinas no maior dia do ano, que é a data da Páscoa do Senhor. Quaresma, época de intensificação ascética, de retificação da vida, de uma fundamental renovação. Cabem de modo peculiar ao período quaresmal as palavras paulinas: “Eis aqui um tempo favorável; eis aqui os dias da salvação” (2 Cor 6,12).Se é verdade que não há tempo, através do ano, que não esteja assinalado pelos benefícios divinos e no qual, por meio de sua graça, não tenhamos acesso à sua misericórdia, contudo, são estes uns dias especiais nos quais devemos trabalhar com mais ardor em nosso progresso espiritual e estimular nossos ânimos com uma mais intensa confiança no Pai misericordioso.
Côn. José Geraldo
Vidigal de Carvalho/CatolicaNetMariana – MG

Prof. Felipe Aquino

Fonte: Cleofas