sábado, 21 de março de 2026

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA - 22/03/2026

ANO A


5º DOMINGO DA QUARESMA

Ano A - Roxo

Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá.” Jo 11,25

Jo 11,1-45
Opcional
Jo 11,3-7.17.20-27.33b-4(Forma breve)

Ambientação

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: A Páscoa se aproxima e a liturgia de hoje é um forte convite para reconhecermos a presença misericordiosa de Deus, que vem ao encontro da humanidade para lhe chamar a uma vida nova e plena.
https://diocesedeapucarana.com.br/storage/106909/22-de-mar%C3%A7o-de-2026-5-quaresma.pdf

NTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: O Senhor, vencedor da morte, nos reúne neste dia consagrado a Ele para louvarmos o Pai pelo seu amor e pelo poder manifestado na ressurreição de Jesus. Pelo Batismo, participamos dessa mesma graça: com Cristo, fomos ressuscitados para uma vida nova. Às portas da Semana Santa, esta Eucaristia nos permite saborear, desde já, os bens que esperamos celebrar plenamente na Páscoa que se aproxima. Que nossa participação seja sinal de esperança e alegria na vitória do Senhor!
https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Ano-50A-21-5o-DOMINGO-DE-QUARESMA.pdf

SAIR DE TUDO O QUE NOS APRISIONA

Neste 5º domingo da quaresma, a Liturgia nos conduz ao coração do mistério cristão: Deus é aquele que faz brotar vida onde, aos nossos olhos, parece haver apenas morte. À medida que nos aproximamos da Páscoa, a Palavra de Deus nos convida a renovar a esperança e a confiar n'Aquele que é, ontem, hoje e sempre, a Ressureição e a Vida.
A primeira leitura, do profeta Ezequiel, nos apresenta um povo cansado, ferido, sem horizonte. Um povo que se sente como que enterrado, antes mesmo de morrer. É a esse povo que Deus dirige uma promessa cheia de esperança: “Abrirei vossas sepulturas e vos farei sair delas” (Ez 37, 12). Deus não aceita que a morte, o desânimo ou o exílio tenham a última palavra. Ele sopra o seu Espírito e devolve vida, dignidade e futuro. Essa Palavra ressoa fortemente também em nossa quaresma: Deus não desiste de nós, mesmo quando tudo parece perdido.
O salmo nos ajuda a rezar essa confiança: “No Senhor se encontra toda graça e copiosa redenção” (Sl 129). Do fundo do abismo, o salmista clama, certo de que Deus escuta o grito do seu povo. A Quaresma é exatamente esse tempo: tempo de reconhecer nossas fragilidades, nossas quedas e limites, mas também de esperar no Senhor, confiantes na sua misericórdia.
Na segunda leitura, São Paulo nos recorda uma verdade consoladora: “O Espírito daquele que ressuscitou Jesus dos mortos habita em vós” (Rm 8, 11). Não estamos sozinhos em nossa caminhada. A vida nova já começou em nós pelo Batismo. Somos chamamos a viver segundo o Espírito, permitindo que Ele transforme nossas escolhas, nossas relações e o nosso modo de viver.
O Evangelho nos apresenta uma das histórias mais belas e humanas do relato segundo São João: a ressurreição de Lázaro. Jesus não é indiferente à dor. Ele se aproxima, se comove e chora diante do túmulo do amigo. Jesus entra na dor da família, enfrenta a morte e proclama: “Lázaro, vem para fora!”, Com isso, Ele nos revela que a última palavra não é da morte, mas da vida.
Marta, em meio à dor, faz uma das mais belas profissões de fé do Evangelho: “Eu creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus” (Jo 11, 27). Essa fé não elimina o sofrimento, mas dá sentido à esperança. Também nós, tantas vezes, nos deparamos com “sepulcros fechados” em nossa vida: crises pessoais, familiares, sociais. E hoje somos convidados a repetir com Marta: “Senhor, eu creio”.
Marta, em meio à dor, faz uma das mais belas profissões de fé do Evangelho: “Eu creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus” (Jo 11, 27). Essa fé não elimina o sofrimento, mas dá sentido à esperança. Também nós, tantas vezes, nos deparamos com “sepulcros fechados” em nossa vida: crises pessoais, familiares, sociais. E hoje somos convidados a repetir com Marta: “Senhor, eu creio”.
A Campanha da Fraternidade deste ano nos ajuda a atualizar essa Palavra, chamando nosso olhar para uma realidade concreta de morte e exclusão: a falta de moradia digna. Muitos irmãos e irmãs vivem como que sepultados pela pobreza, pela insegurança e pela invisibilidade social. Crer em Jesus, o Deus da Vida, implica ouvir esse clamor. Aquele que “veio morar entre nós” (Jo 1,14) nos convida a reconhecer sua presença naqueles que lutam por um teto, por dignidade e por um lugar seguro para viver.
No final do Evangelho, Jesus nos confia uma missão clara: “Desatai-o e deixai-o ir” (Jo 11, 44). A vida nova exige compromisso. Não basta crer apenas com os lábios; é preciso agir. Como comunidade cristã, somos chamados a remover as pedras que impedem a vida de florescer: a indiferença, o egoísmo, a injustiça social. Ver Jesus vivo é reconhecê-lo no rosto do irmão e da irmã que caminham conosco.
Nesta Quaresma, deixemo-nos tocar por essa palavra que gera vida. Que o Espírito Santo nos ajude a sair de tudo aquilo que nos aprisiona e nos conduza a uma fé viva, comprometida e transformadora. E que, caminhando para a Páscoa, possamos proclamar com a vida aquilo que professamos com os lábios: Jesus é a Ressurreição e a Vida, ontem, hoje e sempre. Amém.
Dom Carlos Silva, OFMCap
Bispo Auxiliar de São Paulo
Vigário Episcopal para a Região Brasilândia
https://arquisp.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Ano-50A-21-5o-DOMINGO-DE-QUARESMA.pdf

Comentário do Evangelho

A Vida que Vence a Morte: Lázaro, Sai para Fora!


Neste 5º Domingo da Quaresma, penúltimo antes da Semana Santa, a liturgia coloca-nos diante do maior sinal realizado por Jesus antes da Sua própria Ressurreição: a ressurreição de Lázaro. Jesus revela-Se como “a Ressurreição e a Vida”. Ele não apenas cura doenças, mas vence a morte. Ao chorar a morte do amigo, Jesus mostra a Sua humanidade; ao ordenar que Lázaro saia do túmulo, manifesta a Sua divindade. Este Evangelho é um convite à esperança: para Deus, nada está perdido. Jesus pede-nos para “retirar a pedra” da nossa incredulidade e do nosso desânimo. Ele chama-nos a sair dos nossos túmulos espirituais — o egoísmo, o vício e o pecado — para vivermos a liberdade dos filhos de Deus.
https://catequisar.com.br/liturgia/22-03-2026/

Reflexão

O sétimo e último sinal no Evangelho de João é a ressurreição de Lázaro, ponto alto da prática de Jesus em defesa da vida. Jesus gostava de se hospedar com a família dos três irmãos: Marta, Maria e Lázaro, de Betânia (casa do pobre). Nessa comunidade, é Marta que faz a profissão de fé em Jesus: “Tu és o Messias, o Filho de Deus”. Depois de avisado, Jesus se dirige para Betânia. Quando chegou, Lázaro já estava morto há quatro dias. A morte de Lázaro “revela a glória de Deus e a glorificação do Filho”. Vendo o choro de Maria, Jesus também chora. A comoção e o choro de Jesus demonstram o amor e o carinho para com aquela família enlutada, além de revelarem seu lado bem humano e exprimirem sua indignação perante o mal que domina a humanidade. No diálogo com as irmãs do morto, Jesus se revela “ressurreição e vida” para todos os que acreditam nele. Jesus dirige uma prece confiante ao Pai, pois tem certeza de que será atendido. A palavra de Jesus é palavra de vida: “Lázaro, vem para fora”.
(Dia a dia com o Evangelho 2026)
https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/22-domingo-10/

Reflexão

«Eu sou a ressurreição e a vida»

Rev. D. Eduard CAMERON i Torra
(Sabadell, Barcelona, Espanha)

Hoje a Igreja chega às portas da Semana Santa. Dentro de poucos dias celebraremos o acontecimento mais importante da história: Jesus, Deus feito homem, entrega-Se à Paixão para perdoar os pecados de todos os tempos. Mas esta oferta da sua vida não termina na morte. Com a Ressurreição, Cristo introduz-nos na vida divina, faz-nos participar da comunhão pessoal com a Trindade. E, porque Jesus ressuscitou, nós somos verdadeiramente filhos de Deus. O Evangelho de hoje introduz-nos nisso com a ressurreição de Lázaro.
Certamente, a situação deste episódio é dramática. Lázaro, o amigo íntimo de Jesus, adoece e morre. E, embora o Senhor esteja profundamente comovido ao ponto de que «Jesus chorou» (Jo 11,35), não evitou a sua morte. Ele, que já tinha realizado tantos milagres, não salva o seu grande amigo.
Este paradoxo mostra-nos como Deus atua: Ele está sempre ao nosso lado. Mesmo quando as coisas correm mal, Jesus chora porque não é insensível ao nosso sofrimento, como fez com Lázaro.
Mais ainda, os sofrimentos podem unir-nos mais a Deus. A morte de Lázaro não é agradável para Jesus, mas Ele aceita-a para que «o Filho de Deus seja glorificado por ela» (Jo 11,4). E o mesmo acontece conosco. A Deus não Lhe agrada ver-nos sofrer, mas serve-Se das nossas dificuldades para nos dar a sua vida. Explica-o o Santo Padre Leão XIV quando diz que «é Ele que alivia as nossas feridas, é Ele que cuida de nós. Nos momentos de escuridão, mesmo contra todas as evidências, Deus não nos deixa sozinhos; pelo contrário, é precisamente nestas circunstâncias que, mais do que nunca, somos chamados a pôr a nossa esperança na proximidade do Salvador que jamais nos abandona».
É verdade que há um aspeto misterioso em tudo isto que não conseguimos compreender plenamente. Convém que fixemos o olhar na Mãe de Deus. Nenhuma mãe deseja nem compreende o sofrimento do seu filho. No entanto, ela permaneceu ao pé da Cruz.

Pensamentos para o Evangelho de hoje

- «Para se confessar, Deus dá uma grande voz, Ele te chama com uma graça extraordinária. E assim como o morto saiu ainda amarrado, igualmente aquele que vai se confessar continua preso. Para que ele seja libertado dos seus pecados, o Senhor disse aos ministros: ‘Desamarre-o e deixe-o andar. O que significa desamarrai-o e deixái-o andar? O que você desatar na terra também será desatado no céu» (Santo Agostinho)

- «Cristo não se resigna aos túmulos que construímos para nós mesmos com as nossas escolhas do mal e da morte, com os nossos erros, com os nossos pecados. Ele nos convida a sair do sepulcro: 'Sai'. É um belo convite à verdadeira liberdade» (Francisco)

- «As palavras ligar e desligar significam: aquele que vós excluirdes da vossa comunhão, ficará também excluído da comunhão com Deus; aquele que de novo receberdes na vossa comunhão, também Deus o acolherá na sua. A reconciliação com a Igreja é inseparável da reconciliação com Deus» (Catecismo da Igreja Católica, nº 1445)
https://evangeli.net/evangelho/feria/2026-03-22

Reflexão

«Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que tenha morrido, viverá»

Dr. Johannes VILAR
(Köln, Alemanha)

Hoje, a Igreja apresenta-nos um grande milagre: Jesus ressuscita um defunto, morto há vários dias.
A ressurreição de Lázaro é “tipo” a de Cristo, que iremos comemorar proximamente. Jesus diz a Maria que Ele é a «ressurreição» e a vida (cf. Jo 11,25). A todos nos pergunta: «Acreditas nisto?» (Jo 1,26). Acreditamos que no batismo Deus nos ofereceu uma nova vida? Diz S. Paulo que nós somos uma nova criatura (cf 2Cor 5,17). Esta ressurreição é o fundamento da nossa esperança, que se baseia não numa utopia futura, incerta e falsa, mas num fato: «É verdade! O Senhor ressuscitou» (Lc 24,34).
Jesus manda «Desamarrai-o e deixai-o ir» (Jo 11, 34). A redenção libertou-nos das cadeias do pecado, que todos padecíamos. Dizia o Papa Leão Magno: «Os erros foram vencidos, as potestades subjugadas e o mundo ganhou um novo começo. Porque se padecemos com Ele, também reinaremos com Ele (cf Rom 8,17). Este lucro não só está preparado para os que em nome do Senhor são triturados pelos sem-deus. Pois todos os servem a Deus e vivem Nele estão crucificados em Cristo, e em Cristo conseguirão a coroa».
Os cristãos estamos chamados, já nesta terra, a viver esta nova vida sobrenatural que nos torna capazes de dar crédito da nossa sorte: sempre dispostos a der resposta a todos os que nos peçam a razão da nossa esperança! (cf 1Pe 3,13). É lógico que nestes dias procuremos seguir de perto Jesus o Mestre. Tradições como a Via Crucis, a meditação dos Mistérios do Rosário, os textos dos Evangelhos, tudo… podem e deve ser-nos uma ajuda.
A nossa esperança está também posta em Maria, Mãe de Jesus Cristo e nossa Mãe, que é por sua vez um ícone da esperança: ao pé da Cruz esperou contra toda a esperança e foi associada à obra do seu Filho.
https://evangeli.net/evangelho/feria/2026-03-22

Reflexão

Cristo abate o muro da morte

REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)
(Città del Vaticano, Vaticano)

Hoje, nós ouvimos a “voz da fé” pronunciada por Marta, a irmã de Lázaro. Jesus responde: “Eu sou a ressurreição e a vida: quem crê em Mim, mesmo se morrer, viverá”. Eis a verdadeira novidade, que prorrompe e supera qualquer barreira! Cristo abate o muro da morte, n’Ele habita toda a plenitude de Deus, que é vida, vida eterna. Por isso a morte não teve poder sobre Ele; e a ressurreição de Lázaro é sinal do seu domínio pleno sobre a morte física, que diante de Deus é como um “sono”.
Mas há outra morte, que custou a Cristo a luta mais dura, inclusive o preço da cruz: é a morte espiritual, o pecado, que ameaça arruinar a existência de cada homem.
—Para vencer esta morte Cristo morreu, e a sua Ressurreição não é o regresso à vida precedente, mas a abertura de uma realidade nova, uma “nova terra”, finalmente reunida com o Céu de Deus.
https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2026-03-22

Comentário do Evangelho

A ressurreição de Lázaro


Hoje assistimos a um sinal do ceu incontestável. ¡Lázaro estava morto há quatro dias! Mas para Jesus - que é vida - seu amigo era apenas "adormecido". Deus é o Autor da vida e Jesus - Filho de Deus – diz: "Eu vou acordá-lo". Alguns escribas e fariseus haviam pedido repetidamente por um sinal do céu para provar que Jesus era de Deus. Ali estava! Um milagre espetacular ... eles creieron? Se converteram? Uma semana depois, eles levavam Cristo para a Cruz.
- O sinal definitivo foi a gloriosa Ressurreição de Jesus Cristo: ninguém teve que desatar!
https://family.evangeli.net/pt/feria/2026-03-22

HOMILIA

A PALAVRA: DOS OUVIDOS AO CORAÇÃO!

A nós, tão famintos de viver e tão receosos diante da inevitável morte, que bem imenso nos faz Jesus com a promessa e garantia da vida que não morre! Lázaro era “irmão”, aquele que Jesus amava, nas palavras dele mesmo: “nosso amigo Lázaro”. Lázaro era discípulo de Jesus!
Esse discípulo passara, e já há quatro dias ou com toda evidência, por aquilo que qualificamos de morte. Fora já sepultado. Assim pensavam as discípulas irmãs de Lázaro, ao dizerem a Jesus: “Se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido”. Assim pensavam os discípulos, naquele momento com Jesus, quando este lhes anuncia: “O nosso amigo Lázaro dorme. Mas eu vou acordá-lo”. Os discípulos entenderam o sono comum, mas Jesus indicava o que chamamos de morte. Então Ele diz abertamente: “Lázaro está morto”.
Que maravilha! O que para nós é morte, para Jesus é sono que ocorre a seus discípulos! “Esta doença não leva à morte, ela serve para a glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela”. Morte mesmo é só a eterna, a recusa de Deus e de seu projeto de vida.
Jesus, que chora até a passageira morte-sono do amigo, sente-se glorificado na incontida alegria de abrir-nos esta porta para a vida que não tem fim: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais”. Assim, diante do túmulo, realmente acorda quem apenas dormia: “Lázaro, vem para fora!”
Jesus chamou de volta à vida terrena e histórica seu amigo Lázaro. Mas, principalmente, mostrou ter pleno poder sobre a morte. A Lázaro-amigo, que um dia voltou a viver a morte-sono, e a todos seus discípulos de todos os tempos, Jesus garante que participaremos de sua vida de ressuscitado: “aquele que vive e crê em mim”, isto é, vive de fato porque crê em mim, porque se faz meu discípulo, “não morrerá jamais”!
É o que também, por Paulo, Deus nos garante: “Se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos mora em vós, então aquele que ressuscitou Jesus Cristo dentre os mortos vivificará também vossos corpos mortais por meio do seu Espírito que mora em vós”.
Não ter o Espírito é como estar já na sepultura, é ser um vivo mas de fato morto. Mas eis a consoladora promessa de Deus: “Porei em vós o meu Espírito para que vivais”, e não só uma vida passageira como a brisa, mas a eterna! O único medo válido é este: “se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo”.
Pe. Domingos Sávio, C.Ss.R.
https://www.a12.com/reze-no-santuario/deus-conosco?data=22%2F03%2F2026&leitura=homilia

Coleta
— OREMOS: SENHOR NOSSO DEUS, dai-nos por vossa graça caminhar com alegria na mesma caridade que levou o vosso Filho a entregar-se à morte no seu amor pelo mundo. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.
https://www.a12.com/reze-no-santuario/deus-conosco?data=22%2F03%2F2026&leitura=meditacao

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