segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA - 04/01/2026

ANO A







SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR

Ano A - Branco

“Ajoelharam-se diante Dele, e O adoraram.” Mt 2,11

Mt 2,1-12

Ambientação

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: Tendo celebrado o nascimento de nosso Senhor Jesus Cristo, somos convocados a vivenciar, na Solenidade de hoje, sua manifestação ao mundo! A Epifania do Senhor expressa o grande mistério do Deus que historicamente se revela: vem à nós convocando-nos a segui-lo, à exemplo dos magos do oriente, na mudança de caminho!

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: Irmãos e irmãs, nós celebramos hoje a manifestação do Senhor Jesus a toda a humanidade, representada pelos magos provenientes de terras distantes. Eles seguiram a luz da estrela, que os guiou até Belém, onde encontraram o Menino Deus e ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra. Nesta celebração, contemplando a manifestação da glória divina, adoremos e ofereçamos a Deus os nossos dons, juntamente com todos aqueles que o buscam de coração sincero.

O MISTÉRIO DA MANIFESTAÇÃO DO SENHOR AO MUNDO

Hoje, celebramos a Epifania do Senhor, uma das festas mais antigas da liturgia cristã, anterior até mesmo à celebração do Natal em algumas regiões do Oriente. O termo “epifania” vem do grego epipháneia, que significa “manifestação”, “aparição” ou “revelação”. Esta solenidade marca a manifestação pública de Jesus como o Messias, o Filho de Deus e Salvador não apenas de Israel, mas de toda a humanidade. No Evangelho de hoje, vemos que os primeiros a reconhecerem e adorarem Jesus como rei não são judeus, mas estrangeiros — os magos vindos do Oriente. O evento da Epifania revela a universalidade da salvação, já anunciada pelos profetas e agora realizada em Cristo. Algumas coisas nos chamam a atenção nesta solenidade.
Os magos, por exemplo: representam a humanidade pagã em busca da verdade. A tradição, embora não nomeada nas Escrituras, os identificou como reis, e suas origens foram associadas a regiões como a Pérsia, a Arábia ou a Babilônia. Mais do que figuras históricas, os magos são figuras teológicas: símbolos de todos os povos chamados à salvação em Cristo. São homens sábios, atentos aos sinais dos tempos, que, iluminados pela razão e pela fé incipiente, percebem na estrela um chamado à busca do verdadeiro Rei. Como ensina o Concílio Vaticano II na Lumen Gentium, “todos os homens, de qualquer religião, participam, de algum modo, da busca pela verdade e pela vida plena” (cf. LG 16). Eles viram a estrela. A estrela não força, convida. Deus não se impõe — Ele atrai. Chegando a Jerusalém, os magos perguntam: “Onde está o recém-nascido rei dos judeus?”. Os chefes dos sacerdotes e escribas recorrem à Escritura — e veem que o Messias deveria nascer em Belém, conforme a profecia de Miquéias (Mq 5,1): Belém significa “Casa do Pão”, e isso já antecipa o mistério eucarístico. Jesus, o Verbo feito carne, nascerá em Belém, e se tornará, mais tarde, o Pão da Vida.
Há aqui um contraste catequético: os que conhecem a Escritura (Herodes e os sacerdotes) não se movem, enquanto os que vêm de longe, sem acesso à Lei ou aos Profetas, partem ao encontro do Messias. A fé exige mais do que saber: exige acolhimento e resposta. Ao encontrarem o Menino com Maria, sua mãe, os magos se prostram e O adoram. Este é um momento profundamente teológico: eles reconhecem naquela criança a presença de Deus. Além disso, Lhe oferecem presentes que não são apenas simbólicos — são profundamente catequéticos, revelando quem é Jesus: o ouro – dom oferecido a reis quer aludir a Jesus que é o Rei dos reis: mas não à maneira dos reis terrenos, seu trono é a cruz, e sua coroa, de espinhos; o ouro, portanto, representa sua dignidade real. O incenso – utilizado no culto divino – mostra que Jesus é Deus verdadeiro, digno de adoração. Ele é o novo templo, onde Deus habita em plenitude (cf. Jo 2,21). A mirra, por sua vez, – usada para embalsamar corpos – aponta para sua humanidade e seu sofrimento redentor. Desde o nascimento, já se vislumbra a cruz. Esses dons, portanto, são uma profissão de fé cristológica: Jesus é Rei, Deus e Homem, mistério que será proclamado nos credos da Igreja.
Por fim, o Evangelho conclui com uma nota rica de significado: “Avisados em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram por outro caminho.” Essa mudança de caminho é sinal de conversão. O encontro com Cristo transforma e exige nova direção de vida. Aqueles que verdadeiramente se encontram com o Senhor não podem mais caminhar como antes. Este é o itinerário do discípulo: busca, encontro, adoração e conversão. Isso faz com que assumamos compromissos eclesiais: Aquele que é manifestado ao mundo é a Cabeça do Corpo, que é a Igreja. Por isso, a Igreja é chamada a ser sacramento da luz, sinal visível da presença de Cristo entre os povos.
Queridos irmãos e irmãs, a estrela cumpriu sua missão ao guiar os magos até Cristo. Hoje, nós somos chamados a ser essa estrela, luz que aponta para Cristo. Através do nosso testemunho, da caridade vivida, da fé professada com alegria, somos chamados a guiar os que ainda estão longe. Que a Epifania nos desperte para a vocação missionária da Igreja: ser luz das nações, reflexo da Luz verdadeira que veio ao mundo. Que a Virgem Maria, silenciosa no Evangelho de hoje, mas sempre presente, nos ensine a contemplar, guardar no coração e oferecer Cristo ao mundo.
Dom Cícero Alves de França
Bispo Auxiliar de São Paulo
Vigário Episcopal para a Região Belém

Comentário do Evangelho

Os Magos adoram o Rei dos povos


O Evangelho da Epifania (Mt 2,1-12) revela a manifestação de Jesus a todos os povos, representados pelos Magos vindos do Oriente. Esses homens, movidos pela busca sincera da verdade, seguem a luz da estrela e encontram o Menino que é Rei, Deus e Salvador. Eles não pertencem ao povo de Israel, mas reconhecem em Jesus aquilo que muitos ainda não enxergavam: a presença do próprio Deus no meio da humanidade.
A atitude dos Magos contrasta com a de Herodes, que teme perder poder e tenta impedir a ação de Deus. Enquanto Herodes reage com insegurança e violência, os Magos respondem com humildade, coragem e fé. Eles caminham, perguntam, buscam, se deixam guiar e, ao encontrar o Menino com Maria, entregam o que têm de mais precioso. Seus presentes — ouro, incenso e mirra — simbolizam que Jesus é Rei, é Deus e é aquele que dará a vida pela salvação de todos.
A Epifania nos recorda que a salvação não é para poucos, mas para todas as nações. Deus se revela a quem O busca com sinceridade, e conduz cada coração disposto a seguir sua luz. Assim como os Magos, também somos convidados a levantar os olhos, reconhecer os sinais de Deus em nossa vida e abrir espaço para adorá-Lo, oferecendo o que temos de mais verdadeiro: nossa fé, nossa confiança e nossa entrega.
Que hoje, a exemplo dos Magos, também possamos “voltar por outro caminho”, deixando que o encontro com Jesus transforme nossas decisões, nossos passos e nosso modo de viver.

Reflexão

A notícia dos magos, anunciando a chegada do “rei dos judeus”, abala o poderoso Herodes e as autoridades de Jerusalém. Os magos são guiados pela estrela que brilha sobre Belém. Chegando lá, adoram o menino e lhe oferecem os presentes: ouro (realeza), incenso (divindade) e mirra (humanidade). Jesus é a estrela que guia todos os povos. Este é justamente o significado da solenidade da Epifania: Jesus se revela a todos os povos, inclusive aos pagãos, simbolizados pelos magos. Como os magos se colocaram a caminho guiados pela “estrela”, somos convidados a buscar aquele que deve iluminar nossa caminhada ao longo de todos os dias deste novo ano. Pelo relato do Evangelho, percebemos que Jesus, desde o seu nascimento, provoca diferentes reações entre quem o aceita e quem o rejeita. O Messias veio para todas as pessoas e todas as nações, mas nem todos o aceitam e o acolhem. A exemplo dos magos e guiados pela estrela, coloquemo-nos a caminho daquele que nos proporciona esperança e alegria.
(Dia a dia com o Evangelho 2026)

Reflexão

«O rei Herodes ficou alarmado, assim como toda a cidade de Jerusalém (...) Viram o menino com Maria, sua mãe»

Fr. Bill SHAUGHNESSY
(Miami, Florida, Estados Unidos)

Hoje, vemos em três misteriosos gentios aquilo que a Jerusalém inquieta não viu: a manifestação do amor misericordioso de Deus por toda a humanidade. A cultura persa, a astronomia e os dons atraem a maior parte da nossa atenção neste dia, mas Bento XVI assinala também um enigma: a menção de José está «estranhamente ausente» da descrição que Mateus faz da chegada efetiva dos Magos (cf. Mt 2,11). Ele reconhece: «Ainda não encontrei uma explicação plenamente convincente».
E, no entanto, por que razão a surpresa? José precisava de sustentar a sua família em Belém nos meses que antecederam a chegada dos Magos. Longe da oficina de Nazaré, deslocava-se para onde havia trabalho: vedações e currais danificados, ou novas obras de construção. Não era estranho que José estivesse noutro lugar quando os Magos chegaram — é até possível que nunca os tenha encontrado. O trabalho de José é tão crucial para o relato da infância como a sua presença em casa com Maria e Jesus.
O Papa Leão XIV sublinhou este ponto, referindo-se ao ferreiro, aos estalajadeiros, às lavadeiras, etc., na cena do presépio do Vaticano: «Parecem desligados do acontecimento central, mas não é assim: na realidade, cada um participa nele tal como é, permanecendo no seu lugar e fazendo aquilo que tem de fazer, o seu trabalho (…). Isto também pode ser verdade para nós nos nossos dias de trabalho: cada um de nós cumpre a sua tarefa e louvamos a Deus precisamente ao fazê-la bem, com empenho».
Proponhamo-nos oferecer este ano ao Menino Jesus o dom do nosso trabalho. Sejamos gratos pelo sacrifício daqueles cujo trabalho os obriga a deixar as suas famílias e a servir-nos nos dias de festa. E, se José faltar numa cena do presépio, saibamos onde o encontrar: entre os trabalhadores de hoje que se reúnem nos lugares habituais com a missão incerta de obter o pão quotidiano das suas famílias. Eles aguardam o nosso apreço e a nossa compaixão — não o medo de Jerusalém, nem o ódio de Herodes.

Pensamentos para o Evangelho de hoje

- «Que todos os povos venham a se incorporar à família dos patriarcas (...). Que todas as nações, na pessoa dos três Magos, adorem ao Autor do universo» (São Leão Magno)

- «O mistério do Natal se irradia sobre a terra, se espalhando em círculos concêntricos: a Sagrada Família de Nazaré, os pastores de Belém e, finalmente, os Magos, que constituem as primícias dos povos pagãos» (Bento XVI)

- «A epifania é a manifestação de Jesus como Messias de Israel, Filho de Deus e Salvador do mundo. Juntamente com o batismo de Jesus no Jordão e com as bodas de Caná, ela celebra a adoração de Jesus pelos “magos” vindos do Oriente (Mt 2,1). Nesses “magos”, representantes das religiões pagãs de povos vizinhos, o Evangelho vê as primícias das nações que acolhem a Boa Nova da salvação pela Encarnação (...)» (Catecismo da Igreja Católica, n° 528)

Reflexão

«Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele e o adoraram»

Rev. D. Joaquim VILLANUEVA i Poll
(Barcelona, Espanha)

Hoje, o profeta Isaías anima-nos: «De pé! Deixa-te iluminar! Chegou a tua luz! A glória do SENHOR te ilumina» (Is 60,1). Essa luz que viu o profeta é a estrela que veem os Magos em Oriente, junto com outros homens. Os Magos descobrem seu significado. Os demais a contemplam como algo que admiram mas, que não lhes afeta. E, assim, não reagem. Os Magos dão-se conta de que, com ela, Deus envia-lhes uma mensagem importante e que vale a pena deixar a comodidade do seguro e se arriscar a uma viagem incerta: a esperança de encontrar o Rei leva-os a seguir essa estrela, que haviam anunciado os profetas e esperado o povo de Israel durante séculos.
Chegam a Jerusalém, a capital dos judeus. Acham que ai saberão lhe dizer o lugar exato onde nasceu seu Rei. Efetivamente, lhe responderam: «Em Belém da Judéia, porque assim está escrito por meio do profeta» (Mt 2,5). A notícia da chegada dos Magos e sua pergunta propaga-se por toda Jerusalém em pouco tempo: Jerusalém era na época uma pequena cidade e, a presença dos Magos com seu séquito foi vista por todos os habitantes, pois «Ao saber disso, o rei Herodes sobressaltou-se e, com ele toda a cidade de Jerusalém» (Mt 2,3), diz o Evangelho.
Jesus Cristo cruza-se na vida de muitas pessoas, a quem não interessa. Um pequeno esforço teria mudado suas vidas, teriam encontrado o Rei do Gozo e da Paz. Isso requer a boa vontade de procurar, de nos movimentar, de perguntar sem nos desanimar, como os Magos, de sair de nossa poltronaria, de nossa rotina, de apreciar o imenso valor de encontrar a Cristo. Se não o encontramos, não encontramos nada na vida, pois só Ele é o Salvador: encontrar Jesus é encontrar o Caminho que nos leva a conhecer a Verdade que nos dá a Vida. E, sem Ele, nada de nada vale a pena.

Reflexão

A Epifania: Jesus manifesta-se a todas as pessoas

REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)
(Città del Vaticano, Vaticano)

Hoje o mistério do Natal irradia-se pelo mundo todo se propagando em círculos concêntricos: a Sagrada Família de Nazaré, os pastorinhos de Belém, e finalmente, os Magos que constituem as primícia dos povos pagãos. Ficam nas sombras dos palácios de poder de Jerusalém, onde a notícia do nascimento do Messias não suscita alegria, pelo contrário causam temor e reações hostis.
O maravilhoso dos Magos, é que se prostraram em adoração ante um simples menino nos braços da sua mãe; não num contexto de palácio real, mas na pobreza de um estábulo. Como isso foi possível? Com certeza, foram persuadidos pelo sinal da estrela. Mas isso não teria sido suficiente se os Magos não tivessem sido pessoas intimamente abertas à verdade.
—A diferença de Herodes, obcecado pelo poder e a riqueza, os Magos puseram-se em caminho para a meta, e quando a encontraram, embora fossem homens cultos, comportaram-se como pastores de Belém: reconheceram o sinal e adoraram o Menino.

Comentário sobre o Evangelho

Adoração dos Magos ao Menino Jesus


Hoje chegam os Reis do Oriente a Belém. Vêm de muito longe, e vêm para adorar Jesus. Eles nos dão uma boa lição: não são filhos de Israel, quiçá não conheçam a “Bíblia”, mas procuram a Deus.
—Quando o encontram, imediatamente ficam de joelhos e adoram a Jesus, oferecendo os melhores presentes. E você? O que oferece a Deus?

HOMILIA

A Palavra: dos ouvidos ao coração!

“As nações de toda terra hão de adorar-vos, ó Senhor”! Sonho do Pai, prontamente rejeitado por Herodes e sua corrompida Jerusalém. Em vez de o adorar, plenamente manifestado em seu “Filho Unigênito”, de início, procuram eliminá-lo.
Rejeitado pelos seus, acolhem-no os “magos” representantes de todas as nações para além de Israel. Guiados por sua estrela, ajoelham-se diante dele e o adoram e, na mais pura adoração, lhe ofertam ouro, incenso e mirra. Reconhecem-no e o acolhem como rei, o rei divino, mas ao mesmo tempo inteiramente humano, pois viverá sua divino-humana realeza na cruz, na total entrega de si pela irmã-humanidade que veio salvar.
Dele, aprendem e assumem inteiramente “outro caminho”, novo rumo para suas vidas, na total oposição a Herodes. Sim, adoram seu definitivo rei que governará seu povo com justiça e, com equidade, julgará os pobres: “libertará o indigente que suplica e o pobre ao qual ninguém quer ajudar. Terá pena do indigente e do infeliz, e a vida dos humildes salvará”.
Sonho vislumbrado por Paulo, e que eletrizou sua vida, pelo qual consumiu-se por inteiro, “os pagãos são admitidos à mesma herança, são membros do mesmo povo, são associados à mesma promessa em Jesus Cristo, por meio do Evangelho”. Íntima confidência que Deus confiou “aos seus santos apóstolos e profetas”, e continua confidenciando hoje e pelo tempo em que se prolongar a história.
Algum apóstolo ou profeta-profetisa ter sido a estrela do Messias a nos levar até Ele é tão somente o início do projeto do Pai. Se realmente nos prostramos diante dele, o adoramos e o presenteamos com os três dons sem faltar nenhum deles, fazemo-nos, por nossa vez, suas estrelas a levar até Ele alguém que ainda o desconheça.
Assumiremos, também como os magos, “outro caminho”, indispensavelmente na contramão de Herodes. Rei que teima em se perpetuar na história, não apenas no dar as costas aos pobres, aos indigentes, aos infelizes e humildes aos quais “ninguém quer salvar”, mas, sobretudo, no criar e sustentar um sistema que os lança nesse poço de infelicidade e de dor, alimenta a própria desenfreada e insaciável ganância às custas deles e de seu enriquecedor empobrecimento.
Que nossa peregrinação terrena, por este “outro caminho”, leve-nos a partir de um dia não só a adorar o Messias do ouro, do incenso e da mirra, mas com ele eternamente conviver na casa que o Pai preparou para si e para a inteira humanidade que Ele chama à existência!
Pe. Domingos Sávio, C.Ss.R.

Coleta
— OREMOS: Ó DEUS, que hoje revelastes o vosso Filho Unigênito às nações, guiando-as pela estrela, concedei benigno a nós que já vos conhecemos pela fé, sermos conduzidos à contemplação da vossa face no céu. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.


QUE O MENINO JESUS NASÇA,


TODOS OS DIAS ESEU CORAÇÃO.


Ano Novo é tempo de rever prioridades, abraçar
sonhos e preservar as coisas boas.


Feliz 2026!


"Que a mesma estrela, que iluminou os Três Reis Magos até Jesus, possa também, iluminar o seu caminho, com muito Amor, Saúde, Felicidade e Paz."

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