domingo, 25 de janeiro de 2026

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA - 25/01/2026

ANO A


3º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Ano A - Verde

Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens”. Mt 4,19

Mt 4,12-23

Ambientação

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL PULSANDINHO: A vida humana assume novas perspectivas a partir do encontro com Jesus Cristo. Os que andavam nas trevas passam a ver, Cristo passa a ser o ideal de vida e a lógica de pensamento para cada pessoa responder ao propósito de sua existência.
https://diocesedeapucarana.com.br/storage/106647/25-01-2026---3-domingo-do-tempo-comum_converted.pdf

INTRODUÇÃO DO FOLHETO DOMINICAL O POVO DE DEUS: Irmãos e irmãs, viemos aqui para celebrar o mistério pascal de Cristo. Esse mistério nos envolve com sua luz e ilumina toda nossa existência. Jesus, luz do mundo e Palavra Eterna do Pai se manifestará à sua Igreja reunida nesta assembleia santa. Nesse Domingo da Palavra de Deus, deixemo-nos guiar por Ela, Sabedoria de Deus e alimento de nossa fé. Acolhendo-a na vida e no coração, sejamos por Ela transformados para que também nós sejamos luz na vida de nossos irmãos e irmãs.
Fonte: Arquidiocese de SP - Folheto Povo de Deus em 26/01/2020

“SEGUI-ME E EU FAREI DE VÓS PESCADORES DE HOMENS”

Depois da prisão de João Batista, Jesus inicia seu ministério público na Galileia. É exatamente a partir de sua região, que Jesus vai ao encontro dos povos envolvidos pelas trevas, para ser para eles a grande luz. Luz tem um forte acento antropológico, pois ela serve para delinear caminhos, mostrar quem somos, com quem estamos e onde estamos. A luz, portanto, nos situa, nos permite ver. O evangelista nos convida à conversão, isto é, a abandonar uma vida na escuridão, deixar para trás as trevas do mal e do pecado e enveredar pelo caminho de Jesus que é o caminho da luz.
No centro da narrativa, vamos encontrar o chamado dos primeiros discípulos. É comovente como o evangelista nos narra este chamado. Jesus anda à beira do mar da Galileia, também conhecido como Mar de Tiberíades ou lago de Genesaré. É um extenso lago de água doce. Neste caminhar de Jesus, ele avista dois homens, que são irmãos: Simão e André. Os dois estão exercendo seu ofício, isto é, pescando, quando são avistados pelo Senhor. O texto faz questão de identificar a profissão deles: eram pescadores. O seguimento de Jesus não é caracterizado por falta do que fazer. Ele não segue o Mestre porque não tem outras opções na vida. Ao contrário, seus primeiros discípulos tinham e exerciam um ofício.
Vocação, no sentido etimológico significa um chamado da parte de Jesus. Não somos nós que nos auto chamamos. Ele nos escolhe. É Ele que nos vê primeiro e nos escolhe. É essencial a chamada de Jesus: “Segui-me!”. Assim, a vocação cristã, para ser autêntica, precisa ter um chamamento da parte de Jesus. Ao mesmo tempo, o texto nos mostra que a vocação exige uma disponibilidade total: “eles largaram tudo o que tinham nas mãos e o seguiram. É um fazer-se pobre, ter “mãos vazias”, limpas, desapegadas de tudo. Ao mesmo tempo, segui-lo significa assumir o compromisso de trabalhar pelo reino. “eu farei de vós pescadores de homens”, isto é, ao mesmo tempo que somos chamados, somos também enviados como continuadores do anúncio, gastando a nossa vida na pregação da Palavra de Deus.
Jesus continua chamando. O texto nos diz que Ele caminhou mais e viu outros dois irmãos: Tiago e João. Vale destacar aqui como Jesus nos olha, pois o chamado é precedido pelo verbo ver. Primeiro Ele nos olha, não com o olhar da carne, mas com o olhar de misericórdia, e só depois ele nos elege: “Segui-me!” Em toda vocação, então, podemos entrever, antes de tudo, um ato de misericórdia. Não é uma escolha aleatória, e ao mesmo tempo ela não cai numa espécie de vazio. É uma escolha feita a pessoas concretas.
Enfim, o texto de Mt 4,12-23 nos apresenta o relato da vocação junto ao lago. Neste relato, Jesus vai onde estamos, entra em nossa realidade, pisa o chão que pisamos e nos faz o convite que nos desinstala para sairmos e nos tornarmos seus discípulos, isto é, para aprender dele e com Ele a pregar o Evangelho. Esta é a grande missão da Igreja, como vocacionada de Cristo: aprender dele e com Ele a anunciara cada dia de novo o seu Evangelho. Rezemos todos neste domingo, para que, inspirados pelo Evangelho, possamos também ser esses evangelizadores, isto é, pescadores de homens, assim como foram os primeiros discípulos.
Dom Cícero A. de França
Bispo Auxiliar de São Paulo
Fonte: Arquidiocese de SP - Folheto Povo de Deus em 22/01/2023

O DOMINGO DA PALAVRA DE DEUS

Com a Carta Apostólica sob forma de Motu Proprio, denominada Aperuit Illis” (“Abriu-lhes’), no dia 30 de setembro de 2019 o papa Francisco instituiu este domingo, o Terceiro Domingo do Tempo Comum, como O Domingo da Palavra de Deus. Já na conclusão do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, em sua Carta Apostólica “Misericórdia Et Misera”, dizia o papa: “É meu vivo desejo que a Palavra de Deus seja conhecida e difundida, para que se possa, por meio dela, compreender melhor o mistério de amor que dimana daquela fonte de misericórdia”.(MM 7).
O objetivo do papa com esta iniciativa é o de responder aos inúmeros pedidos feitos a ele por parte do Povo de Deus para que fosse instituído um dia em que a Palavra de Deus fosse celebrada com unidade de intenções.(cf.Aperuit Illis, 2). Para nós católicos do Brasil o mês de setembro já é tradicionalmente conhecido como “o mês da Bíblia”, dada à memória litúrgica do tradutor e exegeta das sagradas escrituras, São Jerônimo, que se celebra no dia 30 de setembro.
Diversas iniciativas são encontradas entre as comunidades eclesiais que celebram este dia como o “dia da Bíblia”, além de haver durante este mês a promoção de estudo, reflexão e divulgação da Sagrada Escritura. Com esta nova Carta Apostólica Aperuit Illis, o papa Francisco cria para toda a Igreja um domingo que será dedicado inteiramente à Palavra de Deus.
Como recorda o apóstolo São Paulo: “Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar, para argumentar, para corrigir, para educar conforme a justiça”(2Tm 3,16). Certo da importância da Palavra de Deus na vida da Igreja e das pessoas, o papa Francisco enfatiza: “É bom que não venha jamais a faltar na vida do nosso povo esta relação decisiva com a Palavra viva, que o Senhor nunca se cansa de dirigir à sua Esposa (Igreja), para que esta possa crescer no amor e no testemunho da fé.”(Aperuit Illis, 2).
O papa, então, passa a indicar sugestões práticas para este dia: “estabeleço que o III Domingo do Tempo Comum seja dedicado à celebração, reflexão e divulgaçãoda Palavra de Deus.
Este Domingo da Palavra de Deus colocar-se-á, assim, num momento propício daquele período do ano em que somos convidados a reforçar os laços com os judeus e a rezar pela unidade dos cristãos”[...] “As comunidades encontrarão a forma de viver este Domingo como um dia solene...”[...]“- Que na celebração eucarística se possa entronizar a palavra de Deus...” [...] “Neste Domingo, será útil colocar em evidência a sua proclamação e adaptar a homilia para se por em destaque o serviço que se presta à Palavra do Senhor.
Neste Domingo, os Bispos poderão celebrar o rito do Leitorato ou confiar um ministério semelhante, a fim de chamar a atenção para a importância da proclamação da Palavra de Deus na liturgia”.[...] “... que se faça todo esforço possível no sentido de preparar alguns fiéis para serem verdadeiros anunciadores da Palavra com uma preparação adequada” [...]“De modo a fazer emergir a importância de continuar na vida diária a leitura, o aprofundamento e a oração com a Sagrada Escritura...”(Aperuit Illis, 3).
Agradecemos ao Papa Francisco pela criação do Domingo da Palavra de Deus, mediante o Motu Proprio “Aperuit Illis”. Agradecemos também a ele por seu amor e zelo para com a igreja, pelos presentes a ela concedidos, tais como as Exortações Apostólicas Evangelii Gaudium, Amoris Laetitia, Gaudete Et Exultate, bem como as Cartas Encíclicas Laudato Sí e Misericórdia Et Misera, entre tantos outros. Que pela intercessão da Virgem Maria, Deus o abençoe e o conserve no pastoreio da sua Igreja.
Dom Eduardo Vieira dos Santos
Bispo auxiliar de São Paulo
Fonte: NPD Brasil em 26/01/2020 e Arquidiocese de SP - Folheto Povo de Deus em 22/01/2023

Comentário do Evangelho

Jesus chama os primeiros discípulos e anuncia o Reino de Deus.


No Evangelho do 3º Domingo do Tempo Comum, Jesus inicia sua missão pública após saber da prisão de João Batista. Ele deixa Nazaré e fixa morada em Cafarnaum, na Galileia, cumprindo a profecia de Isaías: o povo que caminhava nas trevas viu uma grande luz. A presença de Jesus ilumina a vida do povo simples, revelando que Deus se aproxima com misericórdia, esperança e salvação.
A primeira palavra anunciada por Jesus é um convite claro e direto: “Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo”. A conversão não é apenas mudança exterior, mas transformação do coração, da maneira de pensar e de viver. No Tempo Comum, a Igreja nos recorda que o seguimento de Cristo acontece no cotidiano, nas escolhas simples e concretas da vida.
O chamado dos primeiros discípulos revela a força da Palavra de Jesus. Pedro, André, Tiago e João deixam imediatamente redes, barca e família para segui-lo. Esse gesto expressa confiança total e disponibilidade para a missão. Jesus não escolhe pessoas perfeitas, mas homens simples, trabalhadores, dispostos a aprender e caminhar com Ele.
Este Evangelho nos convida a refletir sobre nossa própria resposta ao chamado do Senhor. Muitas vezes, somos tentados a adiar, a colocar condições ou a nos prender às “redes” que nos dão segurança. Jesus, porém, continua passando pela beira do nosso caminho e nos chama a segui-lo, prometendo fazer de nós instrumentos de seu amor e anunciadores do Reino.
A liturgia deste domingo nos lembra que a Palavra de Deus é luz que orienta, cura e transforma. Quem acolhe essa Palavra com fé descobre que seguir Jesus é caminho de vida, liberdade e verdadeira alegria.

Reflexão

João Batista saindo de cena, Jesus, após o batismo e a prova no deserto, entra completamente na missão. Começa sua atividade na Galileia, região periférica e distante do centro econômico, político e religioso. Estabelece sua morada em Cafarnaum. A chegada de Jesus é como uma luz que ilumina o povo sofrido que vivia nas trevas da dominação romana. O primeiro apelo do Mestre de Nazaré é um convite ao arrependimento, porque o Reino do Céu está próximo. Jesus não trabalha sozinho, por isso convida pescadores para que o auxiliem na missão. Deixando o trabalho no mar, tornam-se “pescadores de gente”, missão um pouco mais exigente do que simplesmente pescar peixes. Isso significa que não precisamos deixar de fazer o que fazíamos, mas devemos passar a fazê-lo em favor de outros. É através do nosso trabalho e de nossa profissão que podemos ajudar na construção do Reino da justiça. Podemos colaborar com o Mestre, contribuindo para uma vida mais digna e feliz para os outros.
(Dia a dia com o Evangelho 2026)

Reflexão

«Jesus percorria toda a Galileia»

Rev. D. Josep RIBOT i Margarit
(Tarragona, Espanha)

Hoje, Jesus dá-nos uma lição de “santa prudência”, perfeitamente compatível com a audácia e a valentia. Efectivamente, Ele - que não tem medo de proclamar a verdade - decide retirar-se, ao ver que - como já tinham feito com João Baptista - os seus inimigos O querem matar: «Sai daqui, porque Herodes te quer matar» (Lc 13,31). - Se Àquele que passou fazendo o bem, os seus detratores tentaram causar dano, não se estranhe que também soframos perseguições, como nos anunciou o Senhor.
«Quando soube que João tinha sido preso, Jesus retirou-se para a Galileia» (Mt 4,12). Seria imprudente desafiar os perigos sem um motivo que o exigisse. Apenas na oração discernimos quando o silêncio ou a inactividade - deixar passar o tempo - são sintomas de sabedoria, ou de cobardia e falta de fortaleza. A paciência, ciência da paz, ajuda a decidir com serenidade nos momentos difíceis, se não perdermos a visão sobrenatural.
«Jesus percorria toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, anunciando a Boa Nova do Reino e curando toda a espécie de doenças e enfermidades do povo» (Mt 4,23). Nem as ameaças, nem o medo ao que dirão ou as possíveis críticas nos podem impedir de fazer o bem. Aqueles que estamos chamados a ser sal e luz, promotores do bem e da verdade, não podemos ceder diante da chantagem da ameaça, que tantas vezes não passará de um perigo hipotético ou meramente verbal.
Decididos, audazes, sem procurar desculpas para adiar a acção apostólica para “depois”. Dizem que «o “depois” é o advérbio dos vencidos». Por isso, São Josemaria recomendava, «uma receita eficaz para o teu espírito apostólico: Planos concretos, não de sábado a sábado, mas de hoje para amanhã (...)».
Cumprir a vontade de Deus, ser justos em qualquer ambiente e seguir os ditames da consciência bem formada exige uma fortaleza que devemos pedir para todos, porque o perigo da cobardia é grande. Peçamos à nossa Mãe do Céu que nos ajude a cumprir sempre e em tudo a vontade de Deus, imitando a sua fortaleza ao pé da Cruz.

Pensamentos para o Evangelho de hoje

- «Não serei pobre em méritos, entanto Ele não o seja em misericórdia. E, embora tenha consciência de meus muitos pecados, se o pecado cresceu, mais desbordante foi a graça. E, se a misericórdia do Senhor é para sempre, eu também cantarei eternamente as misericórdias do Senhor» (São Bernardo)

- «Naveguem mar adentro, e jogar as redes! Também vocês estão chamados a converter-se em “pescadores de homens”. Não duvidem em empregar vossa vida para testemunhar com alegria o Evangelho, especialmente a vossos coetâneos» (Francisco)

- «Aquele que, com ajuda de Deus, aceitaram o convite de Cristo e livremente Lhe responderam, foram por sua vez impelidos, pelo amor do mesmo Cristo, a anunciar por toda a parte a Boa-Nova» (Catecismo da Igreja Católica, n° 3)

Reflexão

Início do ministério público de Jesus

REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)
(Città del Vaticano, Vaticano)

Hoje, Mateus oferece um breve relato sobre a primeira atuação de Jesus na vida pública, no qual se fala expressamente da Galiléia como “a Galiléia dos pagãos”, como o lugar anunciado pelos profetas (cf. Is 8,23; 9,1), aquele em que aparecerá uma “grande luz”. Mateus responde assim à surpresa pelo fato de que o Salvador não viera de Jerusalém e Judéia. Desde o princípio, Mateus recorre ao Antigo Testamento para conhecer até os detalhes aparentemente mais insignificantes em favor de Jesus.
Em primeiro lugar, está o resumo do conteúdo essencial da pregação de Jesus, que quer dar uma indicação sintética de sua mensagem: “Convertei-vos porque o Reino (soberania) dos Céus está próximo”. Depois vem a eleição dos doze, com a qual Jesus Cristo anuncia e põe em marcha a renovação do povo das doze tribos, a nova convocação de Israel.
—Mateus, em muito poucas linhas, delineia à sua audiência uma primeira imagem da figura e da obra de Jesus.

Comentário sobre o Evangelho

Jesus procura “pescadores de homens”


Hoje, respiramos o ambiente dos primeiros chamamentos de Cristo. Vemos Simão Pedro e André: estavam a trabalhar. Jesus chama-os… Depois chega a vez de Tiago e de João: também estavam a trabalhar. Após escutar o convite de Jesus não pensam nem sequer um instante: seguem o Senhor...
- Jesus Cristo passa a teu lado… Oxalá te encontre a trabalhar!

HOMILIA

A Palavra: dos ouvidos ao coração!

Jesus fora batizado ou investido do Espírito, a força do Alto para sua missão. Vencera as tentações que o forçavam a desviar-se de seu divino caminho. O precursor Batista estava preso, fizera o que podia em abrir a estrada para o Messias prometido. Nada faltava para Jesus se lançar à missão.
Deixa a Judeia que já aprisionara e silenciara o Batista e volta para a Galileia, não para sua Nazaré e sim para Cafarnaum, “às margens do mar da Galileia”, no território desprezado pelos judeus como “Galileia dos pagãos”.
Assim inaugura a salvação prometida, inicia a humanidade sonhada pelo Pai: aquele povo “que vivia nas trevas”, nele vê “uma grande luz” e se alegra “como alegres ceifeiros na colheita”. Vitória da Luz que resultava na destruição do “jugo que oprimia o povo, a carga sobre seus ombros”. Era o fim do “orgulho dos fiscais”, dos faraós que teimam em não abandonar o Povo.
Sim, “o Senhor é minha luz e salvação. O Senhor é a proteção da minha vida; perante quem eu tremerei?”, que fiscal-faraó me tirará a paz no seguimento de Jesus-luz?
Paulo, o perseguidor dobrado por Deus para ser o grande apaixonado pelo Messias-luz, fica indignado com os coríntios. Por seu ministério, eles nasceram para a fé em Jesus, mas “eu vos exorto, pelo nome do Senhor nosso, Jesus Cristo, a que sejais todos concordes uns com os outros e não admitais divisões entre vós”. Sim, estavam perdendo o foco no Tudo, que era Jesus, para brigarem pelos simples mediadores daquele Tudo: “Eu sou de Paulo... de Apolo... de Cefas... de Cristo”!
Que advertência! “Será que o Cristo está dividido?” Existe um Cristo de Paulo, outro de Apolo etc? É Paulo ou Apolo ou Cefas “que foi crucificado por amor de vós?” É no nome de um desses, e não de Cristo, “que fostes batizados?”.
Indignação que reforça com este vibrante testemunho: Considero tudo como desvantagem, diante da grandeza de conhecer o Cristo Jesus, meu Senhor. Por Ele, eu aceitei perder tudo e tudo considero como lixo, para que eu ganhe a Cristo e “seja achado nele” (Fl 3,8-9a), sempre mais vitalmente unido a Ele.
Sendo Ele mesmo a perfeita encarnação do “Reino dos Céus”, Jesus inicia a missão pregando que se convertam para seu próprio coração, sentimentos e atitudes. Reino “próximo”, acessível a todos pela porta da conversão.
E imediatamente busca colaboradores como Ele, “pescadores de homens”, de todos os homens, pelos quais o Pai deseja que seu Reino seja acolhido ou ao menos conhecido.
Pe. Domingos Sávio, C.Ss.R.

Coleta
— OREMOS: DEUS ETERNO E TODO-PODEROSO, dirigi nossas ações segundo a vossa vontade, para que, em nome do vosso dileto Filho, mereçamos frutificar em boas obras. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém.

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