HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA - 13/01/2026
ANO A

Mc 1,21b-28
Comentário do Evangelho
A Autoridade de Jesus sobre o Mal

No Evangelho de hoje, Jesus começa sua pregação pública ensinando na sinagoga de Cafarnaum e logo demonstra sua autoridade sobre o mal. A reação das pessoas não se limita à admiração por sua forma de ensinar, mas expande‑se ao poder que ele manifesta ao expulsar o espírito impuro do homem presente na assembleia. Jesus não ensina como os doutores da Lei que se apoiam em tradições humanas; sua palavra brota diretamente da comunhão com o Pai, revelando a nova realidade do Reino de Deus presente e atuante. A libertação do homem possuído é também sinal de que Cristo veio para restaurar a dignidade humana, libertando‑nos das prisões que nos afastam de Deus e dos irmãos. A autoridade de Jesus desafia nossos modos habituais de pensar e agir, convidando‑nos a acolher a sua palavra com confiança e a permitir que sua presença e poder transformem nossas vidas.https://catequisar.com.br/liturgia/13-01-2026/
Comentário do Evangelho
Sei quem tu és: o Santo de Deus

A primeira demonstração do bem que invalida o mal aconteceu na sinagoga de Cafarnaum e no tempo privilegiado da escuta e da aplicação da Palavra de Deus, o sábado. Tudo começou pelo ensinamento de Jesus, causando estupor e o reconhecimento de uma autoridade nunca vista entre os escribas. Nada se diz sobre o conteúdo do ensinamento. Contudo, seu efeito pode ser percebido pela notícia dada, pois um homem com um espírito impuro gritou: “O que há entre nós e ti, Jesus Nazareno? Viestes para nos destruir?”. Sem recorrer a encantamentos, como acontecia na época, Jesus usou a palavra, repreendeu e expulsou o espírito impuro. O exorcismo do mal é o êxodo que a humanidade precisa experimentar, a fim de que a vida deixe de ser alienada para ser, novamente, totalmente humana. Jesus é o “Santo de Deus” que concretiza, em nós, a sua santidade e nos faz viver do poder do seu amor.Pe. Leonardo Agostini Fernandes, ‘A Bíblia dia a dia 2026’, Paulinas.Fontes: https://www.facebook.com/ParoquiaSantaCruzCampinas e https://comeceodiafeliz.com.br/evangelho/sei-quem-tu-es-o-santo-de-deus-13012026
Reflexão
O sábado é o dia santo para o judeu, por isso é um dia dedicado à oração e ao estudo da Escritura. Jesus segue a tradição e dedica seus sábados em Cafarnaum para ir à sinagoga e ensinar, causando admiração porque seus ensinamentos não se baseavam na autoridade da Escritura ou dos mestres que o precederam, como faziam os escribas da época, mas em sua própria autoridade, seu testemunho de vida, sua divindade, que aqui podemos comprovar que se manifestava já desde o início da sua missão ou vida pública. O exorcismo ou cura que Jesus realiza do homem possuído por um espírito impuro (símbolo de todas as doenças e tentações) é um sinal claro desta autoridade que Jesus transmite através de suas palavras e ações. Seu ensinamento é diferente, é Palavra viva, tanto que permanece inalterado até os nossos dias.(Dia a dia com o Evangelho 2026)https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/13-terca-feira-13/
Reflexão
«Todos ficaram admirados com seu ensinamento, pois ele os ensinava como quem tem autoridade, não como os escribas»
Rev. D. Antoni ORIOL i Tataret(Vic, Barcelona, Espanha)
Hoje, primeira terça-feira do tempo comum, São Marcos apresenta-nos Jesus ensinando na sinagoga e, ato seguido, comenta: «Todos ficaram admirados com seu ensinamento, pois ele os ensinava como quem tem autoridade, não como os escribas» (Mc 1,22). Essa observação inicial é impressionante. De fato, a razão dessa admiração dos ouvintes, por um lado, não é a doutrina, senão o mestre; não aquilo que se explica, senão Aquele que o explica; e, por outro lado, não é já o predicador visto globalmente, senão remarcado especificamente. Jesus ensinava «com autoridade», quer dizer, com poder legítimo e irrecusável. Essa particularidade fica ulteriormente confirmada por meio de uma nítida contraposição: «Não como os escribas».Mas, num segundo momento, a cena da cura do homem possuído por um espírito maligno incorpora à motivação admirativa pessoal o dado doutrinal: «Que é isto? Um ensinamento novo, e com autoridade» (Mc 1,27). Porém, notemos que o qualificativo não é tanto de conteúdo quanto de singularidade: a doutrina é «nova». Está é outra razão de contraste: Jesus comunica algo inaudito (nunca como aqui este qualificativo tem sentido).Acrescentamos uma terceira advertência. A autoridade provem, também, do fato que a Jesus «até os espíritos imundos lhe obedecem». Estamos diante uma contraposição tão intensa quanto as duas anteriores. À autoridade do Mestre e à novidade da doutrina há que somar a força contra os espíritos do mal.Irmãos! Pela fé sabemos que esta liturgia da palavra nos faz contemporâneos do que acabamos de escutar e que estamos comentando. Perguntemo-nos com humilde agradecimento: Tenho consciência de que nenhum outro homem tenha jamais falado como Jesus, a Palavra de Deus Pai? Me sinto rico de uma mensagem que não tem comparação? Dou-me conta da força libertadora que Jesus e seu ensino tem na vida humana e, mais precisamente na minha vida? Movidos pelo Espírito Santo, digamos ao nosso Redentor: Jesus-vida, Jesus-doutrina, Jesus-vitória, faz que, como lhe comprazia dizer ao memorável Ramon Llull, vivamos na continua “maravilha” de Você!
Pensamentos para o Evangelho de hoje
- «O amor de Deus não é algo que se aprenda com regras e preceitos, não é algo que se possa ensinar, mas desde que este vivente a quem chamamos homem começa a existir, uma força espiritual se deposita nele, como uma semente , que contém em si a tendência para o amor» (São Basílio Magno)
- «A novidade de Jesus é que ele carrega consigo a Palavra de Deus, o amor de Deus por cada um de nós. Jesus busca o coração das pessoas. E procura também trazer Deus para mais perto das pessoas e as pessoas para mais perto de Deus» (Francisco)
- «As suas obras e as suas palavras tornaram-no conhecido como 'o santo de Deus' (Mc 1,24)» (Catecismo da Igreja Católica, n. 438)https://evangeli.net/evangelho/feria/2026-01-13
Reflexão
Quem é Deus? Deus tem um nome!
REDAÇÃO evangeli.net (elaborado com base nos textos de Bento XVI)(Città del Vaticano, Vaticano)
Hoje presenciamos uma cena horripilante: O diabo diz saber quem é Jesus. Ainda mais: Confessa a santidade de Deus! Cristo impõe-lhe silêncio... E nós, saberíamos dizer quem é Deus? Moisés pediu-lhe seu nome e Deus deu-lhe: “Eu sou aquele que sou”. O Filho encarna-se e toma um nome: “Jesus de Nazaré”. Quem não tem nome é o diabo: É, simplesmente, “legião”.Deus tem um nome e nos chama pelo nosso nome. É pessoa e procura à pessoa. Tem um rosto e procura nosso rosto. Tem um coração e procura nosso coração. Nós não somos para Ele uma função numa maquinaria cósmica. Nome equivale a aptidão para ser chamado, equivale a comunidade. Por isso, Cristo é o verdadeiro Moisés, a culminação da revelação do nome.—Jesus, Tu não trazes uma “palavra nova” como nome: Tu mesmo és o rosto de Deus. Graças a ti podemos invocar a Deus como “tu”, como pessoa, como coração.https://evangeli.net/evangelho-master/feria/2026-01-13
Comentário sobre o Evangelho
Jesus ensina na sinagoga de Cafarnaum e expulsa um demônio
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Hoje, vemos o assombro de alguns judeus perante a autoridade com que Jesus pregava e atuava. Até os demónios - espíritos imundos – se assombravam com Jesus Cristo. Ele expulsa-os. Em Jesus Cristo encontramos doutrina clara e atuação coerente.- Repara, faz com que os demónios se calem: Jesus não quer ser reconhecido pelos espíritos maus. Pelo contrário, Ele quer a tua adoração, o teu diálogo, o teu reconhecimento. Cristo procura Apóstolos que Lhe sirvam de altifalante.https://family.evangeli.net/pt/feria/2026-01-13
Meditação
A Palavra: dos ouvidos ao coração!
Ao falar do Reino de Deus e com autoridade, Jesus Cristo provocava admiração nas pessoas: Ele falava diferente, agia diferente e se preocupava com os necessitados. A metodologia de Jesus Cristo era diferente da metodologia dos líderes religiosos da sua época, que apresentavam um Deus severo e distante do povo. Jesus Cristo nos revela a misericórdia do Senhor e expulsa todo tipo de mal que nos afasta de Deus. Aprendemos, com Jesus Cristo, que Deus é Pai: um Pai que ama e atende as súplicas dos seus filhos. Em Cristo, somos todos irmãos. A liturgia de hoje nos apresenta um Deus que cuida de todos os seus filhos. Independentemente de quem somos, somos filhos amados do Senhor.ColetaSENHOR, ATENDEI COM BONDADE paterna as preces do vosso povo suplicante, dai-lhe luz para ver o que deve ser feito e coragem para realizar o que viu. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.https://www.a12.com/reze-no-santuario/deus-conosco?data=13%2F01%2F2026&leitura=meditacao
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