quinta-feira, 23 de março de 2023

HOMÍLIA DIÁRIA, COMENTÁRIO E REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA - 23/03/2023

ANO A


Jo 5,31-47

Comentário do Evangelho

As obras dão testemunho de Jesus

Como é habitual no evangelho segundo João, os temas desenvolvidos nesse trecho do discurso de Jesus já se encontram no prólogo e serão desenvolvidos ao longo de todo o evangelho. As obras de Jesus têm um caráter de sinal; se compreendidas como tal, elas conduzem a Deus. Por isso, as obras dão testemunho de Jesus, pois nelas se revela o desígnio salvífico de Deus. Mas não somente isso, pois a força do testemunho em favor de Jesus vem do Pai. A vontade do Pai está na origem e sustenta a missão de Jesus. Sendo assim, não basta simplesmente escutar Jesus, é preciso deixar-se iluminar e habitar por sua Palavra. A razão, de fato, da resistência dos judeus com relação a Jesus é a falta de fé em Deus (cf. vv. 37-38), e a falta de compreensão do verdadeiro sentido da Escritura (cf. v. 39). Toda a Escritura se destina e encontra seu sentido em Jesus Cristo (cf. v. 45-47). O fechamento nos próprios interesses e o desejo de honras mundanas (cf. v. 44) impedem os opositores de Jesus de reconhecerem que a vida de Deus “in-habita” em Jesus.
Carlos Alberto Contieri, sj
Oração
Pai, dá-me suficiente inteligência para descobrir, no testemunho de Jesus, sua condição de Filho enviado por ti, para a nossa salvação.
Fonte: Paulinas em 03/04/2014

Vivendo a Palavra

Para os filhos de Israel, o Pai dava testemunho do Filho através das obras que realizava. Para nós, o sinal é a sua ressurreição. Crer que o Pai está no Filho, o Filho está no Pai e os dois estão em nós é o caminho seguro para desde agora vivermos os sinais da Vida Eterna, que um dia será plena, no Reino de Deus.
Fonte: Arquidiocese BH em 03/04/2014

VIVENDO A PALAVRA

Para os filhos de Israel, o Pai dava testemunho do Filho através das obras que realizava. Para nós, o sinal definitivo é a sua ressurreição. Crer que o Pai está no Filho, o Filho está no Pai e os dois estão em nós é o caminho seguro para, desde agora, vivermos os sinais da Vida Eterna, que um dia será plena, no Reino do nosso tão amado Pai.
Fonte: Arquidiocese BH em 26/03/2020

VIVENDO A PALAVRA

Nós queremos conhecer Jesus! «As Escrituras dão testemunho de Mim», Ele nos disse. Elas são o caminho privilegiado para nosso encontro pessoal com o Mestre. A partir desse encontro, cheios de gratidão e encantamento, passamos a ser discípulos missionários de sua Igreja, testemunhas vivas da Presença em nós do Reino do Pai Misericordioso.
Fonte: Arquidiocese BH em 18/03/2021

Reflexão

Ninguém aceita gratuitamente algo como sendo verdadeiro. Só acreditamos que algo é verdadeiro quando temos um fundamento para isso. Assim as pessoas agem em relação a Jesus, exigem uma garantia de verdade a respeito de tudo o que ele fala para que creiam nela. Isso acontece em primeiro lugar porque não acreditam no amor e na ação do próprio Deus na vida das pessoas. Também acontece porque não são capazes de encontrar nas Sagradas Escrituras o testemunho de Jesus e de suas obras. Somente quem se abre a Deus e à sua revelação reconhece a verdade em Jesus.
Fonte: CNBB em 03/04/2014

Reflexão

As autoridades religiosas pedem um testemunho que garanta a missão de Jesus. Testemunho em causa própria não vale. Testemunhos a favor de Jesus não faltam: João Batista é seu precursor e o aponta como o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”; as obras que Jesus realiza são as que o Pai lhe concede realizar; o próprio Pai dá testemunho de seu Filho Jesus (“Este é o meu Filho amado…”); enfim, as Escrituras, em particular Moisés, dão testemunho de Jesus. Mesmo diante de tantos testemunhos, seus adversários não se rendem. Têm os olhos vendados e os ouvidos tapados para a verdade. Fechados em seu mundo, contentam-se com os elogios recíprocos e dão testemunho em seu próprio benefício. Não aceitam Jesus, de quem vão se distanciando cada vez mais.
Oração
Ó Jesus, nosso Mestre, muitos conterrâneos teus não reconhecem que foste enviado pelo Pai e que realizas as obras que o Pai te concedeu realizar. Tu os censuras pela dureza de coração. Senhor, faze-nos compreender as Escrituras e reconhecer que és o Filho de Deus. Amém.
(Dia a dia com o Evangelho 2020 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp (dias de semana) Pe. Nilo Luza, ssp (domingos e solenidades))
Fonte: Paulus em 26/03/2020

Reflexão

Jesus continua esclarecendo a polêmica provocada pela cura do doente em dia de sábado. O Mestre continua defendendo sua ação e não se limita à autodefesa, mas apresenta quatro testemunhas em seu favor: o Pai, o Batista, as obras e a Escritura. Contra seus adversários, Jesus apresenta essas testemunhas que confirmam e aprovam sua prática libertadora. Um coração fechado ao amor de Deus não consegue se abrir para acolher Jesus e o seu projeto. Quando o amor e a verdade de Deus não estão em nós e quando procuramos a nossa própria glória, e não a de Deus, dificilmente conseguiremos ver a ação de Deus em Jesus, preferindo as trevas à luz. A comunidade que quiser ser testemunha fi el de Jesus terá de assumir sua proposta de vida e ação. Só a fé nos leva a ver em Jesus e nas pessoas o rosto de Deus.
Oração
Ó Jesus, nosso Mestre, muitos conterrâneos teus não reconhecem que foste enviado pelo Pai e que realizas as obras que o Pai te concedeu realizar. Tu os censuras pela dureza de coração. Senhor, faze-nos compreender as Escrituras e reconhecer que és o Filho de Deus. Amém.
(Dia a dia com o Evangelho 2021 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp e Pe. Nilo Luza, ssp)
Fonte: Paulus em 18/03/2021

Reflexão

A maneira como Jesus se posiciona diante dos judeus é profundamente clara e desconcertante. Na realidade, o evangelista João apresenta uma bem elaborada reflexão de quem é Jesus, qual é a sua missão e por quais meios se confirma o que ele diz. Em Jesus, palavra e atitudes são equivalentes; por isso, as coisas que ele faz dão testemunho dele. Jesus não está preso nem depende de nenhuma pessoa para confirmá-lo em sua missão. Como Jesus é, por excelência, o vocacionado do Pai, tudo o que ele diz e faz reflete e confirma seu especial chamado de proclamar o Reino de Deus. Se os gestos de Jesus atestam quem ele é, por sua vez, as palavras e os gestos dos judeus revelam quem eles são. Podemos nos voltar para o nosso coração e realizar um detido exame de consciência a fim de identificar quem somos verdadeiramente no seguimento de Jesus.
(Dia a dia com o Evangelho 2022)
Fonte: Paulus em 31/03/2022

Reflexão

Sabendo que testemunho em causa própria não vale, Jesus recorre a testemunhos que dão garantia à sua missão: o de João Batista; as obras milagrosas que realiza por ordem do Pai, e o Pai diretamente, aludindo talvez ao batismo e à transfiguração; e o testemunho da Escritura Sagrada, particularmente de Moisés. Os adversários de Jesus conhecem a Escritura, usam-na, mas não se deixam iluminar por ela, que anuncia o Messias. Fechados num círculo vicioso, só aceitam os que os aplaudem ou entram no seu esquema. Usam a Escritura em benefício próprio. É Moisés mesmo quem os condenará. Se não acreditam no que Moisés escreveu, como haveriam de acreditar em Jesus? As autoridades se posicionam claramente contra a vida.
(Dia a Dia com o Evangelho 2023)

Reflexão

«Se eu dou testemunho de mim mesmo, o meu testemunho não é verdadeiro»

Rev. D. Miquel MASATS i Roca
(Girona, Espanha)

Hoje, o Evangelho ensina-nos como Jesus enfrenta a seguinte objeção: segundo a lei em Dt 19,15, para que um testemunho tivesse valor, era necessário que fosse corroborado por duas ou três testemunhas. Jesus alega a seu favor o testemunho de São João Batista, o testemunho do Pai —que se manifesta nos milagres operados por Ele— e, finalmente, o testemunho das Escrituras.
Jesus Cristo repreende os que O escutam, denunciando três impedimentos ao Seu reconhecimento como o Messias Filho de Deus: a falta de amor a Deus; a ausência de reta intenção —buscam só a gloria humana— e a interpretação interesseira das Escrituras.
O Santo Padre João Paulo II escreveu-nos: «À contemplação do rosto de Cristo, só se pode chegar escutando no Espírito a voz do Pai, ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. (cf. Mt 11,27). Assim, portanto, é necessária a revelação do Altíssimo. Mas, para acolhê-la, é indispensável colocar-se em atitude de escuta».
Portanto há que ter em conta que, para confessar Jesus Cristo como verdadeiro Filho de Deus, não bastam as provas externas que nos sejam propostas; é muito importante a retidão da vontade, ou seja, as boas disposições.
Neste tempo de Quaresma, intensificando as obras de penitência que facilitam a renovação interior, melhoremos as nossas disposições para contemplar o verdadeiro rosto de Cristo. Por isso, São Josemaria diz-nos: «Esse Cristo, que tu vês, não é Jesus. —Será, contudo, a triste imagem que os teus olhos turvos podem formar...—Purifica-te. Torna claro o teu olhar, com a humildade e com a penitência. Então... não te faltarão as luzes limpas do Amor. E terás uma visão perfeita. A tua imagem será então, realmente, a Sua: Ele!»

Pensamentos para o Evangelho de hoje

- «Não se trata de conhecer alguma coisa sobre Deus, mas de ter a Deus na nossa alma» (São Gregório de Nisa)

- «Deixai que brilhe a vossa luz na nossa sociedade, na politica, no mundo da economia, no mundo da cultura e da investigação. Mesmo que seja uma pequena luzinha no meio de tantos fogos artificiais, recebe a força e o esplendor da grande Estrela da Manhã, Cristo ressuscitado» (Benedito XVI)

- «Os sinais realizados por Jesus testemunham que o Pai O enviou. Convidam a crer n'Ele (...). Assim, os milagres fortificam a fé n'Aquele que faz as obras do seu Pai (...). Mas também podem ser «ocasião de queda» (Mt 11,6). Eles não pretendem satisfazer a curiosidade nem desejos mágicos. Apesar de os seus milagres serem tão evidentes, Jesus é rejeitado por alguns; chega mesmo a ser acusado de agir pelo poder dos demónios» (Catecismo da Igreja Católica, nº 548)

Recadinho

As obras que faço dão testemunho da ação de Deus em mim? - Busco na Bíblia inspiração para dar testemunho da presença de Deus? - Como falo de Deus? Com exemplos ou com palavras? Ou com ambas? - Como a sociedade reconhece que sou cristão? - Agradeça a Deus o dom de ser membro vivo e ativo na Igreja.
Fonte: a12 - Santuário Nacional em 03/04/2014

Meditação

O Evangelho de novo deixa claro porque muitos não acreditam em Jesus. Não acreditam porque fecharam seu coração à Palavra, ao convite de Deus que os movia interiormente, e tornava-lhes possível acreditar que Jesus, na aparência um simples homem, era o enviado de Deus para sua salvação, era o próprio Filho de Deus. Sem abertura para a graça divina não existe possibilidade de fé. Sem abertura de coração não há morada para o amor.
Oração
Nós vos pedimos, ó Deus de bondade que, corrigidos pela penitência e renovados pelas boas obras, possamos perseverar nos vossos mandamentos e chegar purificados às festas pascais. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Comentário do Evangelho

VIM EM NOME DO MEU PAI

No confronto com os seus adversários, Jesus explicitou sua relação com o Pai. O tempo mostraria que suas palavras foram insuficientes para convencê-los. A revelação de Jesus exigia mentes e corações abertos, capazes de acolher a novidade que lhes era comunicada. Entretanto, a dureza de coração de seus inimigos levava-os a um ódio sempre crescente contra ele. Por conseguinte, o esforço de Jesus tinha um efeito contrário ao que ele desejava. Ao invés de gerar acolhida, provocava rejeição.
O testemunho em favor de Jesus provinha do Pai. Logo, suas palavras e sua ação estavam bem respaldadas. Não dependiam desta ou daquela instituição, nem de pessoa alguma. As obras realizadas por Jesus também depunham em seu favor. Por seu próprio conteúdo, revelavam a identidade dele, pois visavam proporcionar vida abundante para toda a humanidade. Também as Escrituras, quando lidas de maneira conveniente, davam testemunho dele. Elas apontavam para Jesus, cujo ministério situava-se no contexto da revelação de Deus.
Jesus detectou a raiz da rejeição a seu respeito, num certo espírito mundano que corroia o coração dos adversários, os quais buscavam a glória de si mesmos, não a do Pai. Se estivessem mais em comunhão com Deus, e menos preocupados em defender seus esquemas, sem dúvida chegariam a perceber quem era Jesus.
Oração
Pai, dá-me suficiente inteligência para descobrir, no testemunho de Jesus, sua condição de Filho enviado por ti, para a nossa salvação.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Oração
Nós vos pedimos, ó Deus de bondade, que, corrigidos pela penitência e renovados pelas boas obras, possamos perseverar nos vossos mandamentos e chegar purificados às festas pascais. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Dom Total em 03/04/2014

Meditando o evangelho

O PAI DÁ TESTEMUNHO DE JESUS

O sentimento de pertença ao Pai e a consciência de tê-lo a seu favor eram fundamentais na vida de  Jesus. Afinal, ele não tinha nenhuma instituição a quem apelar para justificar sua ação. Não pertencia a nenhum dos partidos religiosos da época. Não era de família sacerdotal. Nem se apresentava com o título de rabi. Falando em termos humanos, Jesus era totalmente independente. Por conseguinte, seus inimigos não sabiam como classificá-lo e careciam de pistas para interpretar seu modo de proceder.
Na perspectiva do Filho de Deus, tudo se passava de maneira diferente. Ele tinha  consciência de contar com o apoio do Pai em tudo quanto fazia. Por fidelidade a ele, sentia-se movido a ir adiante, sem retroceder, dispensando o reconhecimento e a glória do mundo. Bastava o que lhe era oferecido pelo Pai.
Todavia, Jesus não se prevaleceu de sua condição de enviado. A fidelidade ao querer do Pai norteou seu agir. Nada mais lhe interessava, senão ser reconhecido como fiel pelo Pai.
Apesar das adversidades, sentia-se motivado a seguir adiante. Além do Pai, as Escrituras também o apoiavam. Nelas  encontrava luzes que justificavam o rumo dado à sua vida. E não tinha dúvida de estar no caminho certo. Ele não corria o risco de agir como um impostor, que evoca Deus para, no fundo, impor sua vontade.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Oração
Senhor Jesus, creio que o Pai testemunha a teu favor, e quero também colocar-me do teu lado.
Fonte: Dom Total em 26/03/2020 18/03/2021

Meditando o evangelho

A GLÓRIA PROVINDA DO PAI

Os adversários de Jesus tentavam deturpar o sentido de suas ações. No parecer deles, as obras de Jesus não tinham relevância, por não existir nenhuma instância que pudesse dar-lhe base de sustentação. Que possuía ele, de especial, para justificar sua intimidade com Deus? Quem podia garantir não ser ele um charlatão como tantos outros, cujas histórias de milagres corriam o mundo? Quais seriam suas reais intenções, ao se colocar numa posição tão elevada, como senhor da vida humana?
A argumentação de Jesus, para fundamentar sua ação, não chegou a sensibilizar os seus adversários. Ele apelava para o testemunho dado pelo Pai: para servi-lo é que fora enviado. Sua ação estava na mais estreita sintonia com o Pai. Para entendê-la, era suficiente reportar-se ao Pai.
Para Jesus, mesmo as Escrituras falavam a seu favor. Se seus inimigos fossem capazes de lê-las, de maneira conveniente, sem dúvida, haveriam de descobrir que, nas entrelinhas, elas apontam para o Messias-Filho de Deus.
A glória de Jesus não provém de nenhum ser humano. É o Pai quem o glorifica. Por isso, ele não teme fazer frente a seus adversários, uma vez que querem impedi-lo de cumprir sua missão. Com a força que lhe vem do Pai, Jesus segue em frente.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Oração
Espírito de coragem, reveste-me com a força do Alto, para que eu possa estar do lado de Jesus, até o fim.
Fonte: Dom Total em 31/03/2022

COMENTÁRIO DO EVANGELHO

1. As obras que eu faço dão testemunho de mim, pois mostram que o Pai me enviou - Jo 5,31-47
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

As obras que o Pai lhe concedeu realizar dão testemunho em favor de Jesus. O testemunho é completo e perfeito. A fé também deve ser completa e perfeita.
Fonte: NPD Brasil em 26/03/2020

COMENTÁRIOS DO EVANGELHO

1. As Testemunhas Fiéis...
(O comentário do Evangelho abaixo é feito pelo Diácono José da Cruz - Diácono da Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim – SP)

As comunidades Joaninas e a comunidade Judaica estavam sempre em conflito por causa de Jesus. A rejeição por Jesus, da parte do Judaísmo era algo definitivo e sem chances de uma abertura ao novo, aquela novidade trazida por Jesus.
O evangelho de hoje apresenta três fontes importantes sobre as quais estava fundamentada a Fé cristã por aqueles tempos, o testemunho de João Batista sobre Jesus, o Pai de Jesus que realizou obras e falou Nele á toda humanidade, e a escritura que sempre trouxe em si, mesmo na escritura antiga, elementos cristológicos que não deixavam dúvidas sobre a Filiação Divina de Jesus.
O evangelista projeta no passado essa rejeição a Jesus Cristo, lembrando de sua injusta condenação onde as falsas testemunhas tiveram credibilidade diante do Sinédrio, que desprezou essas fontes fidedignas sobre Jesus, preferindo acreditar em uma mentira. Podemos aqui compreender que o Judaísmo tradicional e ultraconservador fazia uma releitura equivocada do Antigo Testamento e não conseguiam ver nenhuma relação entre Jesus e o Deus da Antiga Aliança. Houve até mesmo uma heresia que falava em dois deuses, um do antigo testamento e um do Novo Testamento.
Entretanto, muito mais do que essa releitura equivocada das escrituras antigas, na realidade o Judaísmo tradicional não queria mudanças no modo de pensar e nas normas e preceitos antigos, principalmente porque iriam perder alguns privilégios conquistados na estrutura da Religião tradicional.
Podemos hoje cometer esse mesmo pecado, quando temos medo de dialogar com o mundo, como determina o Concílio Vaticano II, quando preferimos a prática tradicional de ser Igreja, usando ainda métodos arcaicos de evangelização, que não estão convencendo.
Lideranças religiosas e lideranças pastorais que se fecham em uma religião cheirando a mofo, querendo impor ao mundo sua prática religiosa e seu modo de pensar, é bem provável que no fundo estejam defendendo algumas conveniências e interesses particulares e para isso, muitas vezes usam Dogmas e Doutrinas, exatamente como fazia a comunidade judaica primitiva.

2. As obras que eu faço dão testemunho de mim, pois mostram que o Pai me enviou - Jo 5,31-47
(O comentário do Evangelho abaixo é feito por Côn. Celso Pedro da Silva, ‘A Bíblia dia a dia 2017’, Paulinas e disponibilizado no Portal Paulinas - http://comeceodiafeliz.com.br/evangelho)

Abrir o Evangelho, ouvir bem o que Jesus diz, prestar atenção ao seu modo de viver e às obras que ele faz, para ser em nosso tempo como ele foi no seu.
Fonte: NPD Brasil em 18/03/2021

HOMILIA

JESUS É A ÚLTIMA PALAVRA DO PAI

Assim como hoje, existiam no tempo de Jesus, pessoas que ouviram seus ensinamentos, presenciaram seus milagres, mas mesmo assim tinham dúvidas. E eram judeus, como Jesus! Hoje, eles não acreditam que Jesus é, de fato, o Filho de Deus. E continuam esperando a primeira vinda do Messias Salvador, anunciado pelos profetas do Antigo Testamento. Também existem muitos não-judeus, que não acreditam que Jesus é o Filho de Deus, e nem acreditam em seu poder. Se você é uma destas pessoas, no Evangelho de hoje Jesus fala diretamente para você!
Jesus cita dois profetas famosos e conhecidos de todos, na época: João Batista e Moisés. Os dois vieram para anunciar a vinda do Messias Salvador. Pois bem, Jesus se apresenta como esse Messias! Quem não acreditar nesses dois profetas, também não acreditará em Jesus. Eles dão testemunho de Jesus. Mas o maior testemunho de Jesus é o próprio Pai, que lhe enviou. Mas quem de vocês já ouviu a voz de Deus? Deus não fala da forma que conhecemos. Deus fala através dos milagres que Jesus realizou e realiza ainda hoje, para quem lhe pede.
Mas no Evangelho de hoje, Jesus não se dirige aos desentendidos. Ele se dirige àqueles que estudam a Bíblia, mas que mesmo assim não acreditam que Ele é o Filho de Deus! E afirma categoricamente: "Mas eu sei que não tendes em vós o amor de Deus." Ou seja, quem não consegue enxergar os milagres realizados por Jesus como sendo obras de Deus Seu Pai, é porque tem o coração endurecido. E num coração endurecido não existe o Amor. E se Deus é Amor, então essa pessoa não tem o Amor de Deus. Essa é a pior tristeza que um ser humano pode ter na vida: a falta do Amor que vem de Deus.
Há uma "sabedoria de Deus, misteriosa e oculta, que, desde antes dos séculos, Deus antecipadamente nos destinou". Esta sabedoria de Deus é Cristo; Ele é "poder de Deus e sabedoria de Deus". No Filho, com efeito, "encontram-se escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento"; oculto no mistério, destinado previamente, desde antes dos séculos, Ele é o que foi predestinado e prefigurado na Lei e nos profetas. Por isso, os profetas tinham o nome de "videntes"; viam Aquele que estava escondido e desconhecido dos outros. Também Abraão "viu o seu dia e rejubilou". Para Ezequiel, os céus abriram-se, enquanto para o povo pecador permaneciam cerrados. "Retirai o véu de cima dos meus olhos, diz David, e contemplarei as maravilhas da vossa lei". Na verdade, a lei é espiritual e, para compreendê-la, é preciso que seja "afastado o véu" e que "a glória de Deus seja contemplada de rosto descoberto". No Apocalipse, mostra-se um livro fechado com sete selos. Quantos homens hoje, que se pretendem instruídos, têm nas mãos um Livro selado! São incapazes de o abrir, a menos que seja aberto por "Aquele que tem a chave de David; se Ele abrir, ninguém o fechará e, se Ele fechar, ninguém o abrirá". Nos Atos dos Apóstolos, o eunuco lia o profeta Isaías; contudo, ignorava Aquele que venerava no livro sem O conhecer. Surge Filipe: mostra-nos o Pai e isto nos basta! Jesus mostra-lhe oculto pela letra: há tanto tempo que estou convosco e não me conheces? Eu e o Pai somos Um.
Compreende, pois, que não podes comprometer-te com as Sagradas Escrituras sem teres um guia que te mostre o caminho. E este guia é a Última Palavra de Deus. Não espere outros sinais. Em Jesus tu tens tudo o que precisas para ser feliz para sempre. Se ainda tens dúvidas eu mostro-te o caminho. Hoje Jesus bate à tua porta e te diz venha e siga-me, pois Eu e o Pai somos Um. Venha que te mostrarei o caminho que te conduz à vida eterna.
Padre Bantu Mendonça Katchipwi Sayl
Fonte: Liturgia da Palavra em 03/04/2014

REFLEXÕES DE HOJE

QUINTA

Fonte: Liturgia Diária Comentada2 em 03/04/2014

HOMILIA DIÁRIA

Que muitos creiam em Deus com nosso testemunho de vida!

Que muitos creiam na obra de Deus Pai por intermédio de nosso testemunho de vida! Muitas vezes, nós falamos bastante, mas nossas obras não testemunham aquilo que nós cremos e acreditamos.

”As obras que eu faço dão testemunho de mim, mostrando que o Pai me enviou” (João 5,36).

Mais uma vez, nós olhamos – por intermédio do Evangelho segundo São João 5, 36 – como muitos judeus querem se opor à ação e à obra de Jesus. Afinal de contas o Senhor incomodava. O que Ele fazia, falava, realizava, Seus prodígios e Seus milagres eram causa de muito incômodo.
Mas deixe-me dizer a vocês: Jesus diz que as obras que Ele realiza, Ele não as realiza por Si mesmo, mas por causa do Pai, que O enviou. E mais ainda: as obras d’Ele dão testemunho de que Ele é o enviado do Pai. Primeiro, nós precisamos olhar para Jesus, e quando nós olhamos para Ele, nós vemos a Sua ação e o Seu ministério no meio de nós e podemos entender muito bem a presença do Pai, no meio de nós, por intermédio d’Ele [Jesus].
Um Pai que nos ama, e nos ama em Jesus, cuidando de nossas doenças e de nossas enfermidades. Um Pai que nos cura, um Pai que nos abençoa, um Pai que nos liberta; um Pai que não nos deixa cativos e presos ao poder do maligno! Jesus, ao agir no meio de nós, expulsa todas as obras das trevas e nos liberta do cativeiro do maligno, para que possamos, por intermédio das obras, glorificar a Deus.
Não são apenas as palavras de Jesus Cristo que têm poder e eficácia, porque palavras sem obras são palavras mortas. É o testemunho da vida de Jesus, a coerência d’Ele, o amor d’Ele para com os pobres e para com os pequeninos e pecadores que nos dão a convicção de que Ele é o enviado do Pai.
Eu e você somos também convidados e chamados, pelo batismo, a testemunhar essa graça maravilhosa de que nós também  somos continuadores da obra do Pai na Pessoa do Senhor Jesus. Não adianta falar de Jesus, não adianta falar bonito do Reino de Deus, se as obras não testemunham aquilo que nós cremos e acreditamos!
Deixe-me dizer a você: que nossas obras falem por si e que as palavras se calem; pois, muitas vezes, nós falamos bastante, mas nossas obras não testemunham aquilo que nós cremos e acreditamos! Que outros possam acreditar na obra de Deus Pai por intermédio de nosso testemunho de vida!
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Fonte: Canção Nova em 03/04/2014

HOMILIA DIÁRIA

Nossa primeira obrigação é com a nossa casa

“O Senhor falou a Moisés: ‘Vai, desce, pois corrompeu-se o teu povo, que tiraste da terra do Egito. Bem depressa desviaram-se do caminho que lhes prescrevi. Fizeram para si um bezerro de metal fundido, inclinaram-se em adoração diante dele e ofereceram-lhe sacrifícios’” (Êx 32,7-8).

Moisés estava na montanha sagrada, na presença de Deus, e foi ordenado a descer para ver a situação do povo que se corrompeu, que deixou o coração se inclinar para o mal, que se entregou para a profanação, para a idolatria e se afastou dos caminhos do Senhor.
Precisamos subir à “montanha sagrada” para orar, para estarmos na presença de Deus e ouvirmos o Senhor, nosso Deus, mas precisamos descer do nosso orgulho, da nossa soberba, precisamos descer até das montanhas altas que estejamos porque, muitas vezes, estamos numa montanha muita alta, como arautos voando ao encontro das coisas celestiais, e há toda uma corrupção envolvendo a nossa casa e a nossa família.
“Mãe, não fique somente no seu quarto rezando, não fique somente com o terço na mão, vá para o quarto do seu filho, vá ver como está o seu marido”. “Homem, vá ver como estão os seus filhos, vá ao encontro dos seus outros irmãos”. Às vezes, o mal está entrando dentro da nossa casa e não estamos percebendo.
Muitas vezes, estamos o tempo inteiro afunilados em nossas coisas, até nas coisas de Igreja, pois ficamos rezando o dia inteiro, temos muitos compromissos na igreja e não estamos vendo o que está acontecendo com os filhos e com a própria casa. Outras vezes, estamos viajando muito, são negócios e compromissos, até compromissos da Igreja.

Às vezes, o mal está entrando dentro da nossa casa e não estamos percebendo

Preste atenção: a nossa primeira obrigação é com a nossa casa, é cuidar dos nossos. Os nossos filhos estão passando por inquietações profundas e nem percebemos. De repente, as drogas estão dentro das nossas casas e nem estamos vendo.
Sei que, antes, as “drogas” eram “lá fora”, no mundo, então, protegiam os filhos para que eles não as conhecessem, mas, hoje, elas entram em nossa casa, por meio dos mecanismos eletrônicos, dos meios digitais; por meio de smartphones e computadores. Quantas “drogas” estão entrando na mente e no coração.
É triste ver os filhos passando longas horas, até madrugadas afora, em jogos eletrônicos, e os pais estão fazendo vista grossa. Aqui não é questão de acusar, e sim de olhar, pois é preocupante irmos ao encontro de uma família e uma criança vir nos cumprimentar com um celular na mão, com um jogo eletrônico que não sai da mão dela, e os nossos olhos estão vedados, estão fechados, estamos naquela postura de olhar para cima.
Estou dizendo: “Desce, meu filho, para olhar o que está acontecendo na sua casa”. Porque muitos demoraram para descer e, quando desceram, já era tarde. Quando Moisés desceu, a situação já estava dura, já estava quase tudo perdido. Moisés teve de fazer todo o trabalho de mediação. Desça para mediar, mas desça para intervir, para mudar a situação, desça para ver como as coisas estão acontecendo, para ser mão e voz de Deus cuidando da sua própria casa.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Fonte: Canção Nova em 26/03/2020

HOMILIA DIÁRIA

O bem precisa ser praticado e testemunhado

“As obras que eu faço dão testemunho de mim, mostrando que o Pai me enviou” (João 5,36).

O Pai enviou seu Filho para mostrar as obras que Ele realiza no meio de nós. Jesus é o homem da Palavra, Ele é a Palavra viva, e a Palavra d’Ele nos cura, liberta, restaura-nos e dá-nos vida nova. A Palavra de Jesus dá-nos a vida eterna, porque Ele tem a Palavra que salva, que liberta e transforma.
As palavras de Jesus são acompanhadas por Suas obras. Nós, muitas vezes, temos palavras que se tornam vazias e fúteis, porque nossas palavras não são acompanhadas por nossas obras.
“As obras que eu faço dão testemunho de mim”, diz Jesus; e olhamos para o Evangelho, a Boa Nova de Jesus, e nele encontramos palavras que nos consolam, transformam e revigoram-nos, mas encontramos também as obras d’Ele.
É Jesus quem faz o bem dia e noite, e o bem que Ele realiza é libertar as pessoas do poder do mal, é não permitir que o maligno tome conta do coração das pessoas, é tirá-las do poder da morte e de satanás. O bem que Ele realiza é cuidar dos doentes, dos enfermos, dos pobres e dos famintos. O bem que Ele realiza é mostrar que o caminho da vida é sair de si, morrer para si para poder cuidar do outro. Jesus faz o bem e faz bem todas as coisas!

Se Jesus fazia o bem, precisamos também fazê-lo

Não podemos somente querer falar bem e querermos convencer as pessoas por aquilo que falamos, porque senão nossas falas viram verdadeiras falácias ou palavras enganosas e mentirosas, que são contra-testemunhos para nós mesmos.
Precisamos ser homens de palavras e de obras, precisamos ser pessoas de palavras e de testemunhos, precisamos testemunhar a Palavra de Deus que está em nós. E se Jesus fazia o bem, precisamos também fazer o bem.
Não podemos ficar fechados no nosso “mundinho” reclamando da vida, azedando-nos, amargando-nos, amargurando-nos, entristecendo-nos, envaidecendo-nos com as coisas, e não praticarmos o bem.
O bem é para ser praticado e testemunhado. O Evangelho é para ser vivenciado. E precisamos, todos os dias, dar testemunhos de perdão, de misericórdia, de reconciliação; precisamos testemunhar que o Deus que está em nós é vivo, porque nos traz vida, e vivenciamos a vida d’Ele que está em nós.
Deus abençoe você!
Padre Roger Araújo
Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova.
Fonte: Canção Nova em 18/03/2021

HOMILIA DIÁRIA

Seja capaz de testemunhar o seu amor pelo Pai

“Naquele tempo, disse Jesus aos judeus: ‘Se eu der testemunho de mim mesmo, meu testemunho não vale. Mas há um outro que dá testemunho de mim, e eu sei que o testemunho que ele dá de mim é verdadeiro’” (João 5,31-32).

A Palavra de Deus, nesse dia de hoje, finalizando esse mês de março, fala-nos do testemunho. O testemunho que o Pai dá sobre o próprio Filho, testemunho que o Filho dá a respeito do Pai.
Veja, o testemunho é a transmissão de uma verdade. Sabemos que: muitas pessoas testemunharam a graça de Deus, e isso chegou até nós, por isso, o testemunho tem estas duas dimensões: o meu testemunho de mim para alguém e o testemunho de alguém para mim. Foi o que Jesus fez. E o que Jesus nos testemunha? Qual foi o legado que Jesus deixou para nós? O que Jesus insistiu tanto? O que Jesus teve de fazer para dar a cada um de nós esse testemunho? Ele teve de dar a própria vida para nos lembrar que temos um Pai.
Este foi o testemunho que Jesus deixou para nós: existe um Pai que me ama, existe um Pai que me perdoa, existe um Pai que me acolhe, existe um Pai que está ao meu lado, que se debruça em amor constantemente sobre a minha vida. Esse é o testemunho de Jesus porque Ele mesmo recebeu isso.
Jesus, no seio da Santíssima Trindade, na união de amor do Pai e do Espírito Santo, recebeu esse testemunho de amor. Por isso, quando Ele se encarna, o coração de Cristo estava pleno desse testemunho de amor. O que Jesus fazia constantemente era apenas nos transmitir isso; transmitir que nós temos um Pai. E como eu disse: qual foi o preço desse testemunho? O processo que levou Jesus até para morte.

Só Deus pode ser testemunha do amor do Filho e só o Filho pode ser testemunha do amor do Pai

No Evangelho de hoje começa a narração do processo de Jesus até a Sua condenação no Alto da Cruz. O preço do testemunho de Jesus foi a Sua vida. Qual é o preço que você está disposto a pagar para testemunhar Jesus Cristo na sua vida? Pergunto: qual é o preço que você já está pagando por testemunhar que Jesus Cristo é o Senhor? Que você tem um Pai do Céu que te ama? Qual é o preço que você tem pagado para poder testemunhar isso?
No Evangelho, Jesus fala de um outro, que é essa testemunha fiel que diz sobre Ele, Jesus fala desse outro. É a primeira vez que aparece, no Evangelho, Jesus chamando Deus assim: “Um outro dá testemunho de mim”, porque Jesus não faz nada sozinho, Ele apela para Deus, pois só Deus pode ser testemunha do amor do Filho; e só o Filho pode ser testemunha do amor do Pai.
Então, na nossa vida, também não podemos testemunhar sozinhos. Nunca! Existe o outro que dá testemunho de nós, existe o outro que é Cristo, que já deu testemunho a nosso respeito diante do Pai do Céu.
Pense você: diante do Pai do Céu, Jesus afirmou a sua existência, Jesus afirmou a sua vida; e também permitiu que você fosse amado pelo Pai do Céu porque Ele deu testemunho a nosso favor. Então, não meça esforços, não volte atrás, não deixe de testemunhar nas pequenas coisas da sua vida, não pense em grandes coisas, não pense numa perseguição, numa morte, mas pense agora nas pequeninas coisas do seu dia a dia, onde você pode testemunhar a verdade, a justiça, a retidão, uma vida digna, uma vida santa, testemunhando o nome de Jesus.
Que a graça de Deus nos encoraje a esse testemunho, porque nós temos um Pai que nos ama, nós temos Jesus que nos salvou.
Sobre todos vós, a bênção do Deus Todo-poderoso. Pai, Filho e Espírito Santo. Amém!
Padre Donizete Ferreira
Sacerdote da Comunidade Canção Nova.

Oração Final
Pai Santo, ainda que não possamos compreender o grande Mistério da Encarnação do teu Filho Unigênito, que o Espírito Santo nos faça agradecidos pelo Teu dom inefável e nos dê alegria e coragem para anunciá-lo ao Mundo. Nós te pedimos, Pai amado, pelo mesmo Cristo Jesus, teu Filho que se fez nosso Irmão e contigo reina na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 03/04/2014

ORAÇÃO FINAL
Pai Santo, ainda que não possamos compreender o Mistério da Encarnação do teu Filho Unigênito, que o Espírito Santo nos faça agradecidos por esse teu Dom inefável, e nos dê alegria e coragem para anunciá-lo ao Mundo. Nós Te pedimos, amado Pai, pelo mesmo Cristo Jesus, teu Filho que se fez nosso Irmão e contigo reina na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 26/03/2020

ORAÇÃO FINAL
Pai amado, envia o teu Espírito e inspira nossa Oração! Que ela seja sempre momentos densos e ricos, em que nos sentimos envolvidos por teu Amor. Como filhos muito queridos, sejamos iluminados para discernir qual é o nosso papel na evangelização dos nossos ambientes existenciais e para que tenhamos coragem de assumi-lo. Por Jesus Cristo, teu Filho e nosso Irmão, na unidade do Espírito Santo.
Fonte: Arquidiocese BH em 18/03/2021

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